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Como a tecnologia hospitalar pode mudar sua UTI?

tecnologia hospitalar

O modelo de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) está clamando por mudanças. Apesar da tecnologia hospitalar ter melhorado, não há muitos avanços no tratamento provido pela UTI desde a década de 1960. Alguns médicos estão trabalhando para mudar isso para melhor, integrando novas tecnologias nos processos diários das unidades.

Alarmes sem fim

Um dos maiores problemas que os médicos estão tentando resolver é a fadiga trazida pelos alarmes da UTI. Diversos equipamentos de tecnologia hospitalar, como bombas e monitores, fazem barulho ao mesmo tempo, o que atrapalha os profissionais.

Eventualmente, médicos e enfermeiros acabam desligando os sons, o que pode ser perigoso para os pacientes.

Frequentemente, esses sons existem devido a inabilidade de alguns dispositivos de conversarem entre si. A solução seria atualizar esses aparelhos para que eles consigam transmitir as informações de forma correta.

Além de reduzir a probabilidade de alarmes duplicados, a implementação dessa tecnologia hospitalar também faria a vida da equipe muito melhor. Eles teriam que lidar com menos máquinas disparando alertas falsos, podendo passar mais tempo com os pacientes.

Muitos fornecedores de tecnologia hospitalar se comprometeram a fazer seus produtos mais capazes de interagir e compartilhar dados entre outros dispositivos de diferentes marcas. Portanto, uma melhor comunicação entre os aparelhos está perto de acontecer.

Sensores que economizam tempo

Outra tecnologia hospitalar em desenvolvimento que promete economizar tempo e melhorar o serviço na UTI é a instalação de sensores que alertariam os profissionais sobre tarefas importantes a fazer.

Por exemplo, alguns pacientes devem ter suas camas em ângulos específicos para impedir que eles desenvolvam pneumonia. A maioria dos enfermeiros atualmente checa os ângulos manualmente. Porém, uma tecnologia hospitalar de sensores custaria 2 dólares por peça e monitoraria as condições da cama, avisando a equipe sobre qualquer ajuste necessário.

Aplicativos que filtram dados

Uma tecnologia hospitalar que filtra dados também seria benéfica na UTI. Os equipamentos hospitalares coletam milhares de dados sobre cada paciente diariamente. A maioria dessas informações fica salva nos relatórios do paciente via prontuários eletrônicos. Porém, eles nem sempre são guardados de forma organizada, o que dificulta encontrar as informações posteriormente.

Diversos aplicativos de tecnologia hospitalar foram desenvolvidos para mudar isso e seus criadores esperam que eles se tornem comuns nas UTIs em pouco tempo.

Um aplicativo, chamado AWARE, é descrito como um ‘’estagiário eletrônico’’, e identifica detalhes cruciais que os médicos precisam e organizam baseados nos órgãos que afetam.

O EMERGE, outro aplicativo, analisa os dados de prontuários eletrônicos para avisar os profissionais se um tratamento ou medicação podem ser prejudiciais aos pacientes.

Mais benefícios de tecnologia hospitalar

A tecnologia hospitalar possui outros benefícios para as UTIs. Muitos hospitais não têm médicos intensivistas em período integral. Porém, as empresas podem apostar na telemedicina e ter os profissionais monitorando remotamente as condições do paciente.

Pesquisas recentes mostram que o uso da telemedicina na UTI reduz as taxas de mortalidade, já que médicos remotos podem alertar rapidamente sobre mudanças significativas.

Alguns hospitais estão até usando a tecnologia hospitalar para que a equipe consiga fazer conexões pessoais melhores com pacientes na UTI. Eles incluíram um tablet próximo a cada cama para que o paciente e seus familiares poderem incluir coisas pessoais, como fotos e recados.

Os tablets também permitem que eles anotem os objetivos de recuperação e qualquer medo que eles tenham sobre a internação. Isso ajuda a equipe a dar um tratamento personalizado para cada pessoa.

Próximos passos

Os hospitais precisam estar cientes que essas opções de tecnologia hospitalar existem para suas UTIs. Com esses avanços em mente, é importante rever todos os protocolos atuais do hospital e decidir quais práticas devem ser atualizadas.

Como os pacientes da UTI estão em estado crítico, usar uma tecnologia hospitalar avançada traz uma vantagem em relação ao tratamento oferecido pelo hospital. No congresso MedTech, no HIS – Hospital Innovation Show, você descobrirá novas formas inovadoras de melhorar os processos do seu hospital.

Serviço:

Hospital Innovation Show

Datas: 27 e 28 de setembro

Local: São Paulo Expo

Rodovia dos Imigrantes, s/n – Vila Água Funda

Este artigo foi adaptado do site Health Care Business Tech

Flexform(R) lança cadeiras com Tecnologia Bacteriostática Microban(R) que comprovadamente inibe o crescimento de superbactérias como KPC

COTIA, Brasil, 22 de setembro de 2016 /PRNewswire/ -- Manter o controle microbiológico em áreas críticas é um grande desafio. Produtos de limpeza não são 100% eficazes. Fatores externos como tempo, disponibilidade dos envolvidos na limpeza e alta frequência, também podem interferir na atividade de manter o ambiente de alto tráfego livre do crescimento descontrolado de microrganismos, pois proliferam a cada 20 minutos dobrando sua quantidade.

Porém, existem tecnologias que nos ajudam a manter a proliferação de bactérias controladas, mesmo entre os procedimentos de limpeza. Por isso a Tecnologia Bacteriostática é aliada da segurança, pois auxilia as práticas de limpeza e ajuda a reduzir os pontos de contaminação cruzada e proliferação perene de organismos nocivos em ambientes críticos de controle microbiológico

A Tecnologia Bacteriostática Microban não causa mutação ou resistência nas bactérias, pois mata através do contato físico, no momento que o microrganismo tenta se fixar na superfície da cadeira para proliferar. A molécula do Microban perfura a sua parede celular causando um vazamento citoplasmático, não permitindo a sua proliferação nesta superfície, interrompendo o seu ciclo de alimentação e reprodutivo, até a sua morte não permitindo resistência ou mutação.

A empresa norte americana Microban, com mais de 30 anos focada exclusivamente em incorporar Ação Bacteriostática, Fungistática e Antiodor durante a fabricação dos mais variados produtos de grandes indústrias ao redor do mundo nos mais diversos segmentos (Alimentar, Hospitalar, Infantil, Moveleiro, Têxtil), comprovou em seus laboratórios de microbiologia a capacidade das cadeiras antibacterianas Flexform resistirem à fixação e crescimento da superbactéria KPC Klebisiella pneumoniae carbapenemases, que encontrou na superfície com Proteção Microban um ambiente hostil onde não pode proliferar.

Aliada do controle microbiológico, a Tecnologia Bacteriostática já se faz presente em Hospitais e sistemas de saúde na Europa, Reino Unido e Estados unidos em diversas aplicações. Como no sistema público de saúde NHS da Inglaterra, ou o Fiona Stanley Hospital na Austrália, entre outros, que já contam com a Proteção Microbiostática em Revestimentos, Tecidos, Interruptores Elétricos, Divisórias, Inaladores, Equipamentos médicos etc. A Tecnologia Antibacteriana pode ser facilmente incorporada em polímeros, resinas, tintas e tecidos, mantendo estas aplicações mais seguras e limpas por mais tempo, mesmo entre os intervalos dos procedimentos de limpeza e por toda sua vida útil.

Saiba mais em www.microban.com
Contato: (11) 4612-4420

(Foto: http://www2.prnewswire.com.br/imgs/pub/2016-09-21/original/3266.jpg)

FONTE Microban do Brasil

Como hospitais podem lidar com reclamações online?

reclamações online

As reviews pela internet são comuns na vida hospitalar atualmente. Enquanto os elogios para empresas e médicos podem ajudam a construir uma boa reputação, as reclamações online podem deixar um dano permanente. E problemas maiores podem aparecer se a companhia usar a tática errada para replicá-las.

Um artigo do ProPublicadoctor feito em parceria com o Washington Post mostrou alguns dos maiores erros cometidos ao responder reclamações online. Ele deu diversos exemplos de pacientes que postaram reviews não favoráveis a alguns hospitais no Yelp ou outros sites. Chateadas com a insatisfação dos pacientes, as empresas revidaram e responderam.

Na resposta, alguns listaram detalhes específicos dos encontros com os pacientes, discutiram procedimentos performados e acusaram pacientes de não colaborarem. Em alguns casos, esses dados podem conter informações médicas confidenciais.

Segundo o artigo, diversas empresas receberam avisos do departamento de direito civil. Um dos hospitais até foi multado por se defender de uma reclamação online de um diagnóstico errado. O hospital divulgou todo o relatório do paciente em um jornal sem sua permissão, o que resultou em uma multa de 250 mil dólares.

Respondendo a reclamações online

É natural que um hospital e seus médicos queiram apresentar seu lado da história depois de uma reclamação online. Porém, é importante ter cuidado ao mencionar qualquer informação que possa identificar um paciente.

Aqui vão algumas sugestões de como hospitais podem responder reclamações online:

Mantenha as respostas simples

Se você for responder em público, dê uma resposta curta e educada que mostre o protocolo da empresa em situações como essa. Evite entrar em detalhes.

Peça desculpas se for o caso

Algumas vezes, hospitais cometem erros, sejam eles relacionados ao diagnóstico ou ao atendimento. Se há evidências que as reclamações online têm fundamento, um pedido de desculpas sincero pode ser a melhor aposta. Assuma o erro e mostre como está trabalhando para prevenir que o problema se repita.

Responda no privado

Ao invés de apertar o botão de resposta no Yelp, talvez seja melhor se aproximar do paciente diretamente, se ele se identificar durante suas reclamações online. Uma resposta privada demonstra empatia e entendimento sem usar a defensiva. Dar a chance da pessoa discutir o problema pode ajudar a acalmar os nervos.

Deixe outros pacientes falarem por você

Ficar em silencio talvez seja a melhor forma de lidar, ainda mais se as reclamações online virarem uma briga pela razão. Frequentemente, pacientes satisfeitos aparecem para defender o hospital e discordar das reclamações online. Talvez seja uma boa ideia encorajá-los a escrever testemunhos positivos. Assim, os negativos não terão tanto impacto.

Com o avanço da tecnologia e das redes sociais, é preciso se manter atualizado com as formas de comunicação com o paciente. Você pode descobrir outras formas de usar a inovação a seu favor no congresso MedTech, que acontecerá no HIS – Hospital Innovation Show.

Serviço:

Hospital Innovation Show

Datas: 27 e 28 de setembro

Local: São Paulo Expo

Rodovia dos Imigrantes, s/n – Vila Água Funda

Este artigo foi adaptado do site Health Care Business Tech

A TI como área estratégica dos negócios da saúde

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O tempo em que a área de TI funcionava de maneira operacional está com os dias contados.

Com a chegada de soluções que viabilizam a centralização das informações, em nuvem ou em redes, a equipe de tecnologia cresceu e passou a fazer parte da estratégia da empresa, justamente porque o tempo perdido com suporte de usuários é desnecessário quando há implementação de soluções mais completas, que, inclusive, permite a diminuição dos gastos com máquinas e infraestrutura.

O perfil do novo profissional de TI

O segmento da saúde precisa de uma equipe de tecnologia com alto nível de conhecimento e que garanta as melhores formas de aproveitar os recursos disponibilizados pela companhia. Os profissionais devem ter qualificação para a tomada de decisões estratégicas, um olhar planejado para ações e implementações que rentabilizem ou diminuam os custos operacionais da empresa. Fora isso, o especialista precisa estar conectado com o momento atual do digital que tem como premissa oferecer facilitadores para a equipe e para pacientes. Ao invés de suporte, a equipe deve ser proativa e estar pronta para crescimento e expansão de redes diminuindo os prazos de implementação através de soluções agregadoras,

A TI e seus profissionais devem entender que todas as ações tomadas no processo tem impacto direto na modernização das corporações, pois a equipe passa a fazer parte da linha de receita.

Portanto, a empresa de saúde precisa perceber que  o investimento em uma TI capacitada e estratégica deve ser prioridade para a sua evolução. O movimento é inevitável, o investimento em modernização se faz necessário e a equipe de tecnologia deve absorver seu novo papel, muito mais estratégico e relacionado as linhas de receita e investimento para o crescimento da instituição.

O Dr. Google e o lado negro da telemedicina

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Enquanto o mercado da telemedicina se abre, já sabemos que os pacientes ficarão expostos a mais informações não verificadas e inúteis do que já estão.

Muitos de vocês devem ter tido pacientes que apareceram em seus consultórios com ‘’evidências’’ impressas de algum site aleatório e exigindo um tratamento específico. O Dr. Google é um médico popular que nunca fez faculdade de medicina e não conhece o paciente, mas está repleto de conselhos ‘’quase precisos’’. Seja óleo de coco para Alzheimer ou óleo de krill para câncer, os pacientes costumam ficar indignados quando o tratamento pedido pela internet não for atendido.

Os pacientes são, portanto, forçados a uma ramificação estranha - um equilíbrio entre cuidado e fé. "A fé do vendedor" é um termo que descreve o cenário no qual o comprador deve eticamente ser capaz de confiar no conselho e experiência do "vendedor" - neste caso, a pessoa que presta as informações médicas. Para citar um velho ditado: ‘’um consumidor educado é o nosso melhor cliente."

Esse desafio irá ficar ainda pior quando o mercado da telemedicina abrir e as ferramentas online substituírem a interação humana entre médicos e pacientes. A arte e ciência da medicina pode ser ajudada, mas não substituída, por um algoritmo. É importante preservar o instinto, treinamento, educação, experiência e compaixão que os médicos trazem para a mesa. A análise de dados é só uma parte da equação.

Produtos baseados em checagem de sintomas apresentam um desafio particular. Pense em quantas doenças ou reações adversas se manifestam como ‘’sintomas de gripe’’. Como os pacientes saberão se possuem um problema sério ou não? Como eles saberão em quem confiar? A educação do consumidor é vital para diferenciar uma fonte confiável de uma enganação. A maioria dos profissionais entendem a diferença entre informações cientificamente validadas e dados encontrados em um grupo de discussões onde ninguém possui experiência médica. A maioria dos consumidores não entendem essa diferença.

É também importante diferenciar entre a telemedicina real e a falsa telemedicina. A indústria da telemedicina precisa educar o consumidor para que essa distinção entre um serviço legítimo e um golpe possa ser facilmente identificável. Isso é vital para a proteção do paciente.

O segundo lado da equação é o ‘’cuidado do vendedor’’. Profissionais enfrentam um desafio particular quando eles não possuem um relacionamento pré-existente cara-a-cara com o paciente antes de embarcar em um relacionamento via telemedicina. Esse é o perigo de confiar em sintomas reportados por um paciente. Mesmo que dúvidas como essa sejam comuns em uma primeira visita de um paciente, no caso da telemedicina o perigo é maior. Existem dados limitados com o paciente e essas informações são geralmente dadas pelo próprio. Então, como o médico deve saber quanto o paciente está cognitivamente prejudicado? Ou um usuário de drogas? Confuso? Sem entender as perguntas ou a situação? Hipocondríaco? É muito mais fácil ler esses sinais pessoalmente.

Particularmente no mundo da geriatria, é importante obter interações via telemedicina e pessoalmente para identificar a capacidade de decisão do paciente. Isso permite que médicos tenham a chance de confiar ou não no que o paciente diz e saber se ele entenderá e irá aderir as recomendações médicas.

Existe um teste cognitivo cientificamente comprovado que pode ser administrado em 15 minutos, seja pessoalmente ou via telemedicina. Usá-lo protege o paciente e o médico. Lembre-se: falta de memória recente só conta uma parte da história e testes como o MMSE não dão informações suficientes para o profissional.

Além disso, enquanto a população envelhece, fica mais importante ainda entender as implicações psicossociais e práticas da interação médica. Se o profissional liga para prescrever um medicamento, como saberá se o paciente irá seguir as recomendações? O médico precisa saber ou o trabalho está finalizado depois que um remédio for receitado? Há a necessidade de um follow up? Quem fará isso?

O mundo expandido da telemedicina e conselhos de internet criam muitas oportunidades de expandir o acesso à medicina, especialmente os que não são bem servidos de meios tradicionais. Mesmo assim, da mesma forma que pacientes precisam ter cuidado com as informações erradas do Dr. Google, os profissionais precisam ter cuidado com as informações erradas dos pacientes. Vendedor e comprador, tomem cuidado!

Para conhecer outras formas de facilitar o tratamento usando tecnologia, ou descobrir que uma inovação vale ou não a pena, compareça ao Fórum de CIO no HIS – Hospital Innovation Show.

Serviço:

Hospital Innovation Show

Datas: 27 e 28 de setembro

Local: São Paulo Expo

Rodovia dos Imigrantes, s/n – Vila Água Funda

Este artigo foi adaptado do site TeleMedMag

Instituto Arte de Viver Bem (IAVB) inaugura o Circuito Casa da Mulher

SÃO PAULO, 21 de setembro de 2016 /PRNewswire/ -- O Instituto Arte de Viver Bem (IAVB), que trabalha com prevenção e pacientes em tratamento de câncer de mama, vai inaugurar o Circuito Casa da Mulher, durante o 3º Congresso Todos Juntos Contra o Câncer, que se dará nos dias 27 e 28 de setembro, no World Trade Center, em São Paulo.

O intuito, com a unidade móvel, é levar a informação e atendimento para praças, parques, associações de bairro, estações do Metrô, CPTM, comunidades e hospitais.

O layout do ônibus foi criado pela agência Neogama. A decoração do interior ficou a cargo das arquitetas Brunete Fraccaroli e Daniela Colnaghi, que idealizaram um camarim profissional, sala de atendimento e estrutura para realização de atividades ligadas a prevenção e orientação às mulheres já em tratamento.

Será possível desenvolver o Projeto Autoestima, com dicas de amarração de lenços, curso de automaquiagem, SPA das mãos, estilo, orientação de empregabilidade, jurídica, atividade física, combate ao linfedema, distribuição de cartilhas e muito mais.

Só neste ano, a estimativa do Ministério da Saúde é de que 57.960 mulheres recebam o diagnóstico de câncer de mama em todo o País.

O Instituto Arte de Viver Bem – IAVB foi criado há 8 anos pela jornalista Valéria Baraccat Gyy e, desde então, já fez milhares de atendimentos a mulheres em tratamento, 2.000 deles só no ano passado.

Já distribuiu 2.5 milhões de cartilhas, sendo grande parte, em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.

Realizou as únicas campanhas publicitárias sobre o assunto no Brasil em 12 anos. Teve o apoio de quatro grandes agências do país, Grupo Newcomm, Africa Zero, Lew'LaraTBWA e Neogama.

Com Neymar Jr. chamou a atenção para a causa num dos pontos turísticos mais visitados do mundo, a Times Square, em NYC. Mobilizou atletas, artistas e personalidades.

E levou o assunto até os campos de futebol para falar do preconceito: https://www.youtube.com/watch?v=wMhE8f4ZvYc

Nesse Outubro Rosa, vamos nos unir a levar informação e prestação de serviço a quem nos dá a vida.

A fundadora do IAVB, Valéria Baraccat Gyy estará no evento durante os dois dias do evento.

Local: World Trade Center
Av. das Nações Unidas 12.551 – Brooklin Novo
O ônibus estará estacionado durante todo o dia 27 em frente ao WTC.

Informações:
Luciana Bonafé
55 11 32595254
www.artedeviverbem.org.br

(Foto: http://www2.prnewswire.com.br/imgs/pub/2016-09-21/original/3262.jpg)

FONTE Instituto Arte de Viver Bem

Negócio de saúde ao consumidor da Merck apresenta novo compromisso para ajudar a preparar a sociedade para 100 anos saudáveis

DARMSTADT, Alemanha, 21 de setembro de 2016 /PRNewswire/ -- A Merck, empresa de tecnologia e ciência de ponta, revelou um novo compromisso: "Preparar a sociedade para uma nova era de seres humanos que viverão 100 anos saudáveis" para seu negócio de saúde ao consumidor. O objetivo será alavancado através do movimento "WE100®" que visa despertar a conscientização do viver saudável, desde a infância até os 100 anos. O movimento WE100 com seu lema: "Jovens pelos velhos. Velhos pelos jovens." também vai coordenar ações concretas para ajudar a preparar a sociedade para que os seres humanos vivam 100 anos saudáveis.

(Foto: http://photos.prnewswire.com/prnh/20160913/406890)

O novo compromisso do negócio de saúde ao consumidor da Merck foi apresentado juntamente com o movimento WE100 por Uta Kemmerich-Keil, presidente e CEO do negócio de saúde ao consumidor, que comentou: "Nosso principal objetivo é mudar as percepções da sociedade e tomar medidas concretas para estruturar as próximas etapas na nossa jornada rumo aos 100 anos saudáveis. Essa iniciativa é igualmente voltada à população mais jovem, que precisa ser educada agora quanto à abordagem correta de um envelhecimento saudável." Kemmerich-Keil acrescentou: "Nós decidimos lançar este novo compromisso, e o WE100 como um movimento neutro a fim de que todos os que compartilhem da meta de preparar a sociedade para viver 100 anos saudáveis possam participar", concluiu Kemmerich-Keil.

O movimento WE100 também foi recentemente apresentado no Festival de Criatividade de Cannes por Atilla Cansun, diretor de marketing do negócio de saúde ao consumidor da Merck, que explicou: "Nós acreditamos que a idade não influencia o quanto alguém tem a oferecer. Nossa primeira etapa será eliminar as barreiras queimpedem que a geração mais velha esteja totalmente envolvida e integrada na sociedade. Queremos aumentar os padrões e estamos de braços abertos a todos que compartilham da nossa meta de preparar a sociedade para que os seres humanos vivam 100 anos saudáveis se juntem a nós à medida que o movimento WE100 se desenvolve."

À medida que desde 1945 a expectativa de vida continua a aumentar drasticamente em todo o mundo, as pesquisas mostram que a sociedade ainda não está preparada para a perspectiva de seres humanos que vivem 100 anos.[1] De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a população mundial com mais de 60 anos praticamente dobrará de 12% para 22% até 2050.

Como uma primeira etapa do movimento WE100, o negócio de saúde ao consumidor da Merck realizou uma pesquisa sobre envelhecimento e a percepção do envelhecimento na sociedade, que mostrou que 80% dos entrevistados acreditam que a sociedade precisa mudar drasticamente sua percepção e atitude frente ao envelhecimento. A pesquisa também mostrou que 95% dos entrevistados acredita que os governos não estão assumindo um papel proativo para encontrar soluções que despertem maior envolvimento dos aposentados na sociedade. Além disso, 80% dos entrevistados acredita que tem menores chances de encontrar empregos a partir dos 50 anos, em comparação com as gerações mais jovens. Por fim, quando perguntados se as crianças estão preparadas para viver 100 anos saudáveis, 93% dos que responderam à pesquisa disseram que a educação atual não ofercere as informações necessárias para preparar as crianças mais cedo para viver uma vida longa e saudável.

Como parte dos projetos piloto do movimento WE100, as atividades nas escolas são planejadas em 2017 para ajudar as crianças a se prepararem para um envelhecimento saudável. Por fim, até outubro de 2016, o WE100 vai começar a trabalhar em parcerias com organizações públicas e privadas sobre o tema do viver 100 anos saudáveis, a fim de envolver partes interessadas e relevantes no movimento.

Sobre o negócio de  Saúde ao Consumidor  da Merck   

As marcas do negócio de saúde ao consumidor, como Neurobion®, Bion®, Nasivin®, Seven Seas®, Dolo-Neurobion®, e Femibion® são líderes e inovadoras nos principais mercados, apoiadas pela ciência e com a confiança dos consumidores em todo o mundo. O negócio de saúde ao consumidor possui mais de 3.700 funcionários globalmente ativos em mais de 40 mercados. O portfólio é composto de marcas com vendas totais anuais de cerca de US$ 1 bilhão. A saúde ao consumidor é um negócio do setor de cuidados com a saúde dentro do Merck Group com sede em Darmstadt, na Alemanha.

Para mais informações, acesse http://www.merck-consumer-health.com or https://twitter.com/merck_ch .

1. Pesquisa sobre envelhecimento Omnibus Daily para o grupo Merck entre 2.344 participantes

Todos os comunicados à imprensa da Merck são distribuídos por e-mail ao mesmo tempo que estão disponíveis no site da Merck. Acesse http://www.merckgroup.com/subscribe  para registrar-se on-line, alterar sua seleção ou descontinuar este serviço.

Sobre a Merck   

A Merck é uma companhia de ciência e tecnologia de ponta, cuidados de saúde, ciências humanas e desenvolvimento de materiais . Cerca de 50.000 funcionários trabalham para desenvolver ainda mais as tecnologias que aprimoram e melhoram a vida - desde terapias biofarmacêuticas que tratam do câncer ou de esclerose múltipla, sistemas de ponta para pesquisa científica e produção, a cristais líquidos para smartphones e televisões de LCD. Em 2015, a Merck gerou vendas de 12,85 bilhões de euros em 66 países.

Fundada em 1668, a Merck é a companhia química e farmacêutica mais antiga do mundo. A família fundadora permanece sendo a proprietária majoritária do grupo corporativo listado publicamente. A Merck, em Darmstadt, na Alemanha, detém os direitos globais do nome e marca da Merck. As únicas exceções são os Estados Unidos e o Canadá, onde a empresa opera como EMD Serono, MilliporeSigma e a EMD Performance Materials.

Contato: Lars Atorf, +49-6151-856-3114

(Logo: http://photos.prnewswire.com/prnh/20160913/406891LOGO)

FONTE Merck

Ministério da Saúde certifica entidades beneficentes em São Paulo

Com a certificação do Ministério da Saúde, as entidades ganham isenção das contribuições sociais e podem celebrar, entre outras coisas, convênios com o poder público com menos burocracia

mmmmministeriosaudeO Ministério da Saúde concedeu o Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS), na área de saúde, a 43 Santas Casas e Hospitais Filantrópicos distribuídos em 10 estados brasileiros no mês de agosto. Em São Paulo, 11 municípios foram contemplados com a certificação. A partir disso, as entidades ganham a isenção das contribuições sociais e podem celebrar, entre outras coisas, convênios com o setor público com menos burocracia.

Estas instituições cumpriram os requisitos necessários à certificação, oferecendo ao SUS pelo menos 60% de prestação dos serviços com base nas internações hospitalares e atendimento ambulatoriais, além do cumprimento de metas pré-estabelecidas que melhoram o atendimento à população. As portarias que concedem as certificações estão disponíveis no Diário Oficial da União (D.O.U).

A medida faz parte dos compromissos assumidos pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, de qualificar o Sistema Único de Saúde (SUS). Desde o início da atual gestão, há pouco mais de três meses, foi feita uma força tarefa para analisar todos os processos que ainda aguardam posicionamento do Ministério da Saúde. De maio a agosto, foram finalizados 470 pedidos, três vezes mais que o mesmo período do ano passado. Até dezembro deste ano, outros 1.900 processos que aguardam posicionamento da pasta devem ser avaliados, zerando todas as pendências.

“São medidas necessárias para dar um fôlego as entidades beneficentes, que desempenham papel relevante para o funcionamento do sistema público e suplementar de saúde no Brasil, correspondendo a cerca de 60% das internações de média e alta complexidade atualmente”, destacou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Outro apoio que será dado a essas unidades é o novo acordo com a Caixa Econômica Federal, que amplia o prazo de pagamento das Operações de Crédito das entidades filantrópicas para até 120 meses e com até 6 meses de carência. Antes, o limite era de 60 meses. Dessa forma, as organizações conseguem antecipar os recursos a receber do Ministério da Saúde referentes aos serviços ambulatoriais e internações hospitalares prestados ao SUS. Além disso, o crédito fica limitado à margem financeira disponível para cada instituição, não podendo ultrapassar 35% do faturamento total da entidade nos últimos 12 meses junto ao SUS. Antes, essa porcentagem estava limitada em 30%.

O Governo Federal também está investindo na inserção de ações prioritárias de saúde no conjunto de critérios para a comprovação da prestação de serviços ao SUS para certificar as entidades beneficentes. Entre junho e julho, foram 104 entidades beneficiadas em 13 estados. No âmbito do SUS, o setor filantrópico é ainda mais importante, uma vez que executa o maior quantitativo de cirurgias oncológicas, neurológicas e transplantes. Dessa forma, as santas casas e hospitais filantrópicos fortalecem o sistema e passam a oferecer serviços públicos de qualidade, melhorando e ampliando o acesso aos serviços pela população. 

A pactuação dessas ações ocorre no âmbito dos estados e municípios e abrange as áreas de Atenção Obstétrica e Neonatal, Oncológica, Urgências e Emergências, Usuários de Álcool, Crack e outras Drogas e Hospitais de Ensino. Atualmente, a rede hospitalar beneficente é responsável por 37,98% dos leitos disponíveis no SUS, distribuídos em 6,3 mil estabelecimentos em todo o Brasil. Deste total, 1,7 mil são hospitais beneficentes que prestam serviços SUS e aproximadamente mil são os municípios cuja a assistência hospitalar é formada somente por santas casas e hospitais filantrópicos.

A distribuição das entidades beneficentes pelo Brasil se dá da seguinte forma: 63 estão na região Norte, 512 no Nordeste, 161 no Centro-oeste, 1.406 no Sudeste, região mais populosa do País, e 1.169 no Sul. Em relação aos pedidos de certificação, são 5,6 mil requerimentos atualmente, sendo que 36,51% estão em análise, 63,49% são processos concluídos e 84,85% são processos que tiveram os pedidos deferidos.

Modelos de órgãos humanos impressos em 3D estão revolucionando a área da saúde

Soluções permitem imprimir modelos anatômicos realistas e precisos, contribuindo para aperfeiçoar o treinamento, a pesquisa e procedimentos cirúrgicos

stratasys1Na área da saúde, as soluções de impressão 3D viabilizam modelos anatômicos impressos em 3D detalhados, que reproduzem órgãos humanos em diferentes materiais, cores e texturas. Ou seja, tornam ágil, viável e customizável a realização de estudos pré-cirúrgicos fundamentais para melhorar procedimentos, reduzindo custos e proporcionando, aos pacientes, tratamentos personalizados e cirurgias mais precisas, ministradas por profissionais mais preparados e inovadores. A Stratasys, empresa de soluções de impressão 3D e manufatura aditiva, atua fortemente junto ao setor de saúde em diversos países. Isto porque suas tecnologias FDM e Polyjet contribuem de modo significativo para otimizar recursos, melhorando a performance dos profissionais da área e, consequentemente, os resultados para os pacientes.

 “Hoje, as tecnologias de manufatura aditiva têm excelente receptividade junto aos profissionais de diversas especialidades. Isto porque eles reconhecem seu potencial para aprimorar a qualidade dos serviços – algo essencial quando se lida com saúde e bem-estar das pessoas”, afirma Paulo Farias, diretor geral da Stratasys no Brasil. O executivo acrescenta ainda que as soluções de impressão 3D aumentam a previsibilidade nas cirurgias, minimizam riscos e imprevistos, além de reduzirem o tempo dos procedimentos e de anestesia. Com isso, diminuem de forma significativa os custos e otimizam recursos, como o uso das salas de cirurgia, por exemplo, contribuindo para a melhor recuperação de pacientes.

stratasysUm dos casos brasileiros mais conhecidos é o do Centro de Tecnologia da Informação (CTI) Renato Archer, cuja divisão de tecnologias tridimensionais já participou de mais de 5.000 projetos de prototipagem e manufatura rápida para empresas pequenas, médias e grandes na área médica. Anualmente, esta área dá suporte, em média, a 100 hospitais, no que diz respeito à aplicação das tecnologias 3D em casos médicos desafiadores – cirurgias cranianas, de face e ortopédicas. Desde 2005, já empregou a impressão em 3D em 3.000 casos para aumentar a precisão do planejamento cirúrgico, o sucesso das intervenções e a redução do custo do tratamento. Um exemplo emblemático de sua atuação foi o caso de um menino de 12 anos, que sofreu um acidente e perdeu parte da caixa craniana, o que exigiu a realização de uma cirurgia de reconstrução da cabeça.

“Para evitar deformações e outras complicações, advindas do futuro crescimento do menino, nossa equipe multidisciplinar desenvolveu uma prótese adaptável, com quatro partes, sobrepostas uma à outra e que, ao longo do tempo, deslizavam suavemente. Isto permitiu que as dimensões da prótese acompanhassem o aumento do espaço craniano. O projeto foi criado em 2007 e hoje o paciente é um adulto, com vida normal”, explica Pedro Yoshito Noritomi, pesquisador do Departamento de Tecnologia Tridimensionais do CTI Renato Archer.

Outro exemplo é a BioArchitects, que atua como uma consultoria de alto nível de hospitais, clínicas e médicos, que buscam o estado da arte em diagnóstico, planejamento de cirurgias com auxílio de biomodelos e próteses desenvolvidas a partir de exames do próprio paciente. “Acreditamos que o futuro das próteses e dos biomodelos é a customização total – cada corpo tem sua anatomia própria e somente um modelo construído sob medida para aquele paciente cumprirá plenamente sua missão”, diz Felipe Marques, CEO da BioArchitects.

Para atingir seus objetivos, a equipe BioArchitects, que é pioneira neste segmento no Brasil, transforma exames de imagem, como tomografias, ressonâncias magnéticas e PET Scam, em arquivos e protótipos em 3D. A empresa trabalha há alguns anos com uma impressora Stratasys Connex3, baseada em tecnologia PolyJet. Recentemente, adquiriu a mais moderna impressora da empresa – a Stratasys J750, que é a única full color do mundo, capaz de produzir protótipos em cores variadas, com nitidez e em múltiplos materiais numa única impressão 3D, o que elimina a demora nos processos e garante ainda mais nitidez, qualidade e agilidade à criação dos protótipos.

Mas a Stratasys também tem casos de sucesso interessantes no exterior, como da Limtiless Solucions (EUA), uma organização que produz membros humanos biônicos e busca fornecer a preços acessíveis ou gratuitamente para auxiliar na recuperação de pacientes. As próteses biônicas são personalizadas e produzidas em poucas horas em uma impressora 3D de tecnologia FDM doada pela Stratasys.As crianças recebem as próteses gratuitamente; pois são feitas por alunos de engenharia, medicina e design, que dedicam tempo e habilidades de forma voluntária a Limtiless. Os custos dos materiais são cobertos com a arrecadação de fundos. Recentemente, Paulo Costa Boa Nova, um garoto brasileiro de seis anos, fã de futebol, que perdeu a mão devido a uma doença genética, foi selecionado entre centenas de candidatos e beneficiado com uma prótese impressa em 3D. Quando a prótese de Paulo ficou pronta, ele e o pai viajaram para a Flórida a convite da Orlando Health, onde fica instalada a LImitiless, e o garoto recebeu a mão biônica, impressa em plástico ABS resistente e com as cores do Fluminense, das mãos do jogador de futebol Kaká, no campo de treinamento do Orlando City Soccer Club, equipe da qual o astro brasileiro é capitão. 

As possibilidades de uso das soluções de impressão 3D pelas empresas de saúde se multiplicam ano a ano. “Com a sofisticação dos equipamentos e diversidade dos materiais para impressão, a tendência é que tenhamos cada vez mais aplicações neste e em outros setores. A aplicabilidade cresce à medida que conhecemos novas demandas empresariais”, completa Farias.

Equipe de saúde treinada pode reduzir a mortalidade em 15%

Equipe de saúde

Uma pesquisa foi realizada em conjunto com a Rice University, a Escola de Medicina da Universidade John Hopkins, a University of Central Florida, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos e o Michael E. DeBakey VA Medical Center e descobriu que uma equipe de saúde treinada pode reduzir a mortalidade de pacientes em 25%.

‘’Salvando Vidas: Uma Meta-Análise do Treinamento de Equipe de Saúde’’ descobriu que o treinamento pode reduzir erros médicos em 19%. Essa é uma estratégia que visa melhorar os conhecimentos da equipe de saúde, habilidades, atitudes e práticas de solução de problemas. Ela foca em desenvolver coordenação, cooperação, comunicação, liderança e outras destrezas em time. Os membros treinam em papéis específicos enquanto performam tarefas designadas e interagem para atingir um objetivo em conjunto.

‘’Erros médicos possuem um impacto econômico estimado entre 735 bilhões e 980 bilhões de dólares anualmente nos Estados Unidos’’, disse Eduardo Salas, um dos autores do estudo. ‘’Além disso, estimativas indicam que erros médicos que poderiam ser prevenidos ocorrem em um terço das admissões hospitalares. Um treinamento da equipe de saúde é uma forma possível de prevenir que esses erros aconteçam’’.

Os pesquisadores descobriram de 19% dos indivíduos tiveram, em geral, reações positivas ao treinamento em equipe de saúde, enquanto os outros foram neutros quanto ao assunto. O treinamento também melhora o conhecimento dos funcionários em 31%. As receitas das organizações de saúde melhoraram em 15%. Finalmente, o treinamento em equipe de saúde foi associado com uma melhora de 34% de performance clínica e 15% de melhora na satisfação do paciente.

‘’Treinamento em equipe de saúde tem o potencial de ensinar aos indivíduos como se comunicar melhor, cooperar e resolver conflitos no local de trabalho’’, disse Salas. ‘’Nós descobrimos que a capacitação em times é efetiva e útil nesse segmento e pode economizar dinheiro e, mais importante, vidas’’.

Salas disse que os resultados são encorajadores e demonstram que as organizações de saúde podem melhorar a performance de sua equipe de saúde e os resultados organizacionais da empresa participando de um programa de treinamento em conjunto.

O estudo examinou o impacto de treinar uma equipe de saúde entre mais de 23 mil participantes em 129 estudos. A pesquisa anterior examinou como ele pode impactar na qualidade de tratamento, serviço do cliente, satisfação do cliente e outras variáveis. Os participantes incluíam profissionais de saúde (médicos, enfermeiras e assistentes), as equipes de hospitais e estudantes de medicina.

Outras formas de capacitar funcionários são sempre bem-vindas. Por isso, uniremos profissionais e especialistas no Simpósio de Gestão de Pessoas em Saúde para discutir novas ideias e práticas. O evento acontecerá dentro do HIS – Hospital Innovation Show, junto com outros congressos feitos para quem quer fazer da saúde um espaço inovador. Não deixe de participar.

Serviço:

Hospital Innovation Show

Datas: 27 e 28 de setembro

Local: São Paulo Expo

Rodovia dos Imigrantes, s/n – Vila Água Funda

Este artigo foi adaptado do site Science Daily