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ERP hospitalar: conheça 4 benefícios a departamentos específicos

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Além dos benefícios já conhecidos contidos na implementação de um sistema de gestão hospitalar (ERP, ou Enterprise Resource Planning), como melhoria de processos, ganho de produtividade e centralização das informações, a adoção da tecnologia e a mudança de mentalidade na gestão proporcionada por ele refletem em melhores processos em áreas específicas dentro do sistema de Saúde:  

  1. Gestão financeira: ERP é fundamental para organizar a execução do serviço de acordo com a regra contratada e pactuada com cada convênio: se o procedimento está coberto, se pode ser feito daquela maneira, se precisa de guia de autorização ou de outros documentos. "Não se trata apenas de saber o preço", diz Ernani Almada, diretor de Saúde da Benner. Com o processo informatizado, a conta está pronta e fechada no momento em que o paciente sai do hospital, sem o risco da perda de dados, comum a processos manuais.  "Atualmente, os hospitais levam, em média, 60 dias para faturar e a operadora, mais 40 para pagar. O gap entre a prestação do serviço e o pagamento chega a quatro meses", comenta.

  1. Gestão de medicamentos: Materiais, remédios, órteses, próteses e materiais especiais (OPME) são a segunda rubrica de maior custo e, consequentemente, maior fonte de receita dos hospitais. Se não há uma gestão eficaz de suprimentos e logística, integrada com a prescrição médica, a instituição sofre uma forte exposição financeira.

  1. Gestão clínica: Quando o médico, que é quem gera informações e define os procedimentos, não está integrado com os sistemas e trabalha desassociado do hospital, prejudica a gestão e o levantamento de informações. Se o prontuário eletrônico do paciente (PEP) está integrado ao ERP, por sua vez, traz inteligência clínica, trabalhando em cima de protocolos e medicina baseada em evidências, o que permite que o profissional trace planos de ação de acordo com as características do cliente. Isso otimiza processos, alavanca receitas, qualifica o atendimento e fideliza o usuário.

  1. Gestão da prevenção: Instituições já perceberam que tende a ser mais vantajoso ser parceiro da operadora para trabalhar em políticas de qualidade e prevenção e realizar procedimentos realmente necessários, em vez de ter uma postura passiva de atendimento. "Para a operadora, isso é fundamental: o custo das ações de prevenção é, em média, oito vezes menor do que esperar alguma coisa acontecer com o paciente", explica Almada. Segundo ele, não adiantar, por exemplo, fazer prevenção para quem já tem diabetes descompensado. "Essa pessoa precisa ser acompanhada, mas é importante identificar quem está no começo do processo ou tem uma tendência a desenvolver uma doença. E a tecnologia ajuda com essa política de monitoramento e atendimento multidisciplinar", conclui.

Entenda como o ERP pode ajudar no gerenciamento da instituição de saúde. Baixe, gratuitamente, o ebook "O que muda no seu hospital com a implantação do ERP"

3 formas de conseguir comprometimento profissional em hospitais

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Segundo um relatório da Quantum Workplace465076121, uma empresa de consultoria, os trabalhadores da área de saúde possuem menos comprometimento profissional em escala, comparados aos empregados de outras indústrias.

A consultoria entrevistou milhares de funcionários dos Estados Unidos e descobriu que somente 56.7% deles indicavam ter comprometimento profissional.

Pior ainda: 13% dos empregados respondeu que se sentiam desencorajados ou até hostis quando trabalhavam.

Comparando os números deste ano com pesquisas passadas, a Quantum chegou à conclusão que o comprometimento profissional na indústria da saúde tem caído nos últimos cinco anos.

A porcentagem de profissionais que estão somente ‘’contribuindo’’ para suas empregadoras, ao invés de estar ativamente empenhados, foi de 22% em 2011 para 30% no ano passado.

Melhorando o comprometimento profissional

Em uma época que os hospitais estão sendo cobrados pela qualidade de serviço que entregam, ter uma equipe empenhada e que investe em promover a cultura da segurança e transparência é importante.

Para lutar contra a falta de comprometimento profissional a Quantum identificou três elementos chave que fazem com que os funcionários se sintam mais engajados.

Liderança consistente

Os empregados não possuem comprometimento profissional se os seus líderes não apresentam empenho. Segundo a pesquisa, o compromisso de líderes para criar um ambiente de trabalho positivo é o principal fator que faz um impacto no comprometimento profissional.

Algumas mudanças aconteceram na liderança do segmento nos últimos anos, de CEOS até chefes de enfermagem. Isso balança a confiança que os funcionários têm em seus líderes, o que impacta o comprometimento profissional.

Uma forma de evitar o problema é monitorar as demissões em todos os níveis e descobrir exatamente porque as pessoas estão deixando o hospital. Isso ajuda a criar estratégias para melhorar a retenção e manter o comprometimento profissional alto.

Reconhecimento e valorização

Médicos, enfermeiras e outros profissionais de saúde têm sido cobrados por uma grande responsabilidade nos resultados de pacientes. E isso pode fazer com que eles se sintam no limite, principalmente se seus esforços não forem reconhecidos e valorizados.

Um fator significante que impacta o comprometimento profissional na saúde é o valor que os líderes da organização dão para os funcionários. Casos cada vez mais comuns de tratamento abusivo de colegas têm levado os empregados a se sentirem desencorajados. Os hospitais devem fazer o que puderem para cessar esse desenvolvimento em seus caminhos.

Outra forma de melhorar o comprometimento profissional é reconhecer o sucesso dos talentos da empresa e usar suas falhas como oportunidade para melhora, ao invés de punição.

Trabalho significativo para empresas de sucesso

Os empregados possuem um comprometimento profissional maior quando estão trabalhando para uma empresa que está no caminho do sucesso. Para hospitais, isso significa que os líderes devem pensar adiante sobre suas missões e objetivos. Eles também precisam ser transparentes sobre seus esforços com todos os funcionários.

Se os líderes mantêm as métricas que estão usando para medir o sucesso em segredo, a equipe clínica não saberá o que está direcionando as decisões e sentem menos comprometimento profissional.

Manter o comprometimento profissional em hospitais não é uma tarefa fácil. Para mais ideias, compareça ao Simpósio de Gestão de Pessoas em Saúde no HIS – Hospital Innovation Show. Lá, você se encontrará com especialistas que falarão sobre formas de atrair, formar e manter os melhores talentos.

Serviço:

Hospital Innovation Show

Datas: 27 e 28 de setembro

Local: São Paulo Expo

Rodovia dos Imigrantes, s/n – Vila Água Funda

Este artigo foi adaptado do site Health Care Business Tech

Interoperabilidade: conheça os padrões que ditarão o futuro da Saúde

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O setor de Saúde vive uma onda de revolução tecnológica, representada por uma sopa de letrinhas. Aliar sistemas de gestão (ERPs  - Enterprise Resource Plannig) ao Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP), aos Sistemas de Informação em Radiologia (Radiology Information System, RIS) e Sistemas de Comunicação e Arquivamento de Imagens (Picture Archiving and Communication System, PACS) representa uma promessa de facilitação, trazendo mais eficiência operacional, financeira e de cuidado com o paciente. Mas para chegar ao estado da arte, é preciso que todos esses sistemas conversem entre si - o que só é possível com interoperabilidade.

"Nesse modelo antigo, no século 19, de guias e de exames em papel, o nome do paciente é digitado, em média, 20 vezes", explica Renato Sabbatini, professor doutor, diretor da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS), vice-presidente da HL7 no Brasil e consultor em interoperabilidade.

O especialista entende que, apesar de o uso de guias e impressão de exames ainda ser prática recorrente, diversos hospitais, operadoras e laboratórios já adotam tecnologias que digitalizam os processos. Contudo, essas soluções precisam de adaptação para que diferentes entidades consigam intercambiar informações. "Há o caso até mesmo de hospitais que têm um PEP com um fornecedor e um PACS com outro que, simplesmente, não se comunicam. O médico precisa sair de um sistema para entrar em outro para acessar a informação dos pacientes", contextualiza.

Em um sistema integrado e interoperável entre os diferentes players, isso não é preciso. "A interoperabilidade é o futuro do setor de Saúde. Não tem como não ser interoperável", acredita.

Para a interoperabilidade sair do discurso e ir para a prática é preciso que hospitais, laboratórios, clínicas, operadoras e demais agentes de saúde incorporem protocolos e padrões vendor-neutral - aqueles que não possuem ligação com uma marca específica - para que todos os sistemas se conversem automaticamente, sem a necessidade de intervenção humana. "Se não houver interoperabilidade, é preciso copiar os dados, manualmente, de um sistema a outro", alerta Sabbatini. Veja quais são eles:

  • HL7: Health Level Seven International é um conjunto de normas internacionais que permite o intercâmbio de dados de saúde por meio de mensagens;
  • CID10: cadastro de doenças
  • LOINC: Logical Observation Identifiers Names and Codes é utilizado para padronizar exames
  • PDF: formato padrão para laudos
  • DICOM: Digital Imaging and Communications in Medicine, no caso de imagens
  • TISS/TUSS: o padrão de Troca de Informação de Saúde Suplementar (TISS) e a Terminologia Unificada Saúde Suplementar (TUSS) são essenciais para o envio de cobranças aos planos de saúde. "Adotado em 2007, esse padrão está na versão 3 e é de uso obrigatório entre os provedores de serviço e os respectivos pagadores", explica.

Segundo o especialista, no futuro haverá a interoperabilidade de dados clínicos, graças ao Clinical Document Architecture (CDA). "Ele é um padrão complexo, que precisa também do HL7, e o governo vai adotar para que os sistemas conversem entre si, tanto saúde suplementar quanto o SUS. Hoje é isolado", explica. Nesse caso, por exemplo, caso um paciente atendido pela Unimed Campinas sofra um acidente em Recife e for assessorado pela Unimed local, todas as suas informações - PEP, patologias, nome de médicos - poderão ser acessados. "Mesmo sendo paciente de outro sistema",  reforça.  O movimento será motivado por órgãos locais e mundiais, como Ministério da Saúde e Organização Mundial da Saúde,que pouco a pouco tornam obrigatórios os processos. "Desde 19 de julho é obrigatório aos laboratórios que usam os resultados do exame em PDF assinar digitalmente, por meio do certificado digital, o e-CPF. Não é questão de querer ou não", finaliza.

Segurança do paciente: a nova fronteira de qualidade dos sistemas e serviços de saúde

Congresso internacional promoverá discussões sobre o desafio do envelhecimento global com tecnologias inovadoras e modelos de cuidado

cissCom o propósito de analisar e discutir a segurança do paciente como nova fronteira de qualidade dos sistemas e serviços de saúde, o Congresso Internacional de Serviços de Saúde (CISS), evento simultâneo à Feira Hospitalar, acontecerá nos dias 17 e 18 de maio, em São Paulo e reunirá tomadores de decisão e influenciadores do setor. Nos dois dias de evento, serão apresentadas discussões fundamentadas em como atender ao desafio do envelhecimento global com tecnologias inovadoras e quais são os melhores modelos de cuidado e de reabilitação. “O CISS é uma plataforma de união do nosso segmento, que serve de palco para apoiar o desenvolvimento da cadeia da saúde apoiando a geração de negócios”, ressaltou Mônica Araújo, diretora da Hospitalar.

O CISS - Congresso Internacional de Serviços de Saúde é o congresso oficial da Hospitalar, a mais influente Feira e Fórum do setor de saúde do Brasil e das Américas conta com a participação de mais de 1.200 marcas expositoras e 90.000 visitas profissionais. Com periodicidade anual, o CISS lidera o programa do Fórum Hospitalar, conjunto de 50 congressos, seminários, workshops e encontros de conteúdo especializado em saúde, realizados no âmbito da feira. 

O temário do congresso desenvolve-se em dois grandes eixos: o primeiro dia apresenta as experiências de países convidados, que relatam seus melhores cases de políticas de saúde, processos inovadores e tecnologias aplicadas à melhoria dos processos assistenciais e equilíbrio de custos. No segundo dia, empresas, instituições e especialistas em saúde com atuação no Brasil e no exterior apresentam suas propostas e casos reais de contribuição para o desenvolvimento da área médico-hospitalar.

O CISS possui um público altamente qualificado, representado por formuladores de políticas públicas e privadas de saúde; dirigentes de hospitais e demais prestadores de serviços de saúde; representantes de organismos governamentais; dirigentes e executivos da indústria fornecedora de produtos, equipamentos e serviços.

As palestras que ocorrerão durante os dias de evento são apoiadas por entidades do setor da saúde, como a Confederação Nacional de Saúde (CNS); Federação Nacional de Estabelecimentos de Serviços de Saúde (FENAESS); Sindicato dos Hospitais do Estado de São Paulo (SINDHOSP); Instituto de Ensino e Pesquisa na Área da Saúde (IEPAS); Associação Brasileira da Indústria Médico-Odontológica (ABIMO) e Associação Nacional de Hospitais Privados (ANAHP).

Fim da desigualdade salarial na saúde?

mulheres na medicina

A questão da desigualdade salarial de gênero está sendo muito discutida nos últimos anos. Porém, muito pouco tem sido feito para mudar esse cenário, especialmente quando falamos em mulheres na medicina.

Em 2010, a Universidade de Melbourne divulgou uma pesquisa onde cruzava profissionais da área de saúde em relação a tempo de experiência, área de especialidade e horas trabalhadas. O resultado foi uma diferença de 16% entre o salário de homens e mulheres na medicina.

Depois de alguns anos, a situação ainda não mudou. Em 2015, a discrepância salarial entre homens e mulheres na medicina no Reino Unido era de 19.1%. No mesmo ano, o primeiro ministro britânico David Cameron implementou regras que visavam diminuir essa desigualdade salarial em todos os segmentos. Em seu discurso, ele dizia: ‘’Hoje eu estou anunciando um grande movimento: iremos fazer todas as grandes companhias com 250 empregados ou mais publicarem a diferença entre a base salarial entre mulheres e homens. Isso irá mostrar as discrepâncias e criar a pressão necessária para uma mudança’’.

Apesar do governo britânico dizer que está regulamentando a profissão de forma a impedir essa desigualdade, as mulheres na medicina do país dizem que a situação piorou depois da regulamentação.

O grande problema aconteceu um ano depois do discurso acima, quando David Cameron assinou um contrato chamado ‘’Junior Doctors’’ que piora a situação de profissionais que trabalham meio período, onde mulheres na medicina são a maioria.

Segundo o jornal The Guardian, ‘’o novo contrato é uma discriminação contra as mulheres, principalmente mães, a maioria na profissão.’’ A Medical Women´s Federation também mostrou sua indignação: ‘’As mudanças do contrato serão uma desvantagem para as mulheres na medicina, particularmente as que estão estudando ou são mães’’.

No Brasil, a situação das mulheres na medicina não é melhor. As médicas com menos de 30 anos já são a maioria na profissão. Isso quer dizer que, nos últimos 15 anos, houve um grande crescimento de mulheres nas faculdades de medicina.

“Desde 2010, no Brasil, as mulheres são maioria entre os novos registros de médicos e mesmo nos cursos de graduação de medicina, essa é uma tendência consistente’’, disse Mário Scheffer, professor da Faculdade de Medicina da USP.

Apesar do aumento da presença, a remuneração das mulheres na medicina não acompanha a dos homens. Segundo uma pesquisa feita recentemente pela USP, 27% das mulheres na medicina estão recebendo a menor faixa salarial. O número para homens é de 14.1%. Recebendo os maiores pagamentos estão 20% dos homens e 4.4% das mulheres.

Estatísticas mostram que a desigualdade de gênero tem caído durante os anos. No entanto, esta diminuição tem sido lenta e irregular. Estima-se que, no ritmo que estamos, as diferenças serão resolvidas somente em 2095.

Atrair talentos, treina-los, retê-los e remunerar de acordo é um desafio enorme. No dia 28 de Setembro você pode se reunir a líderes de RH das maiores instituições de saúde do país para discutir esses assuntos. Clique aqui e saiba mais sobre o Simpósio de Gestão de Pessoas em Saúde.

Serviço:

Hospital Innovation Show

Datas: 27 e 28 de setembro

Local: São Paulo Expo

Rodovia dos Imigrantes, s/n – Vila Água Funda

Jubilant Biosys reforça sua equipe de lideranças com duas importantes nomeações

BENGALURU, Índia, 19 de setembro de 2016 /PRNewswire/ -- A Jubilant Biosys Ltd (Jubilant Biosys), uma líder em descoberta de drogas colaborativa, anunciou duas novas nomeações de lideranças. O Sr. Steven Hutchins foi nomeado como presidente, e o Dr. Takeshi Yura, como vice-presidente de química medicinal.

Logo: http://photos.prnewswire.com/prnh/20160107/783587

O Sr. Steven Hutchins traz 26 anos de experiência em farmacêutica & cuidados com a saúde e liderança para a Jubilant, incluindo em desenvolvimento de negócios, pesquisa e desenvolvimento (R&D, sigla em inglês), bem como parcerias estratégicas. Ele ocupou posições administrativas sênior na Merck, BioDuro, WuXi AppTec e Evotec, onde foi fundamental na condução da estratégia de desenvolvimento, vendas & marketing e na comercialização de alianças estratégicas essenciais.

"Estou honrado por assumir o papel de presidente da família da Jubilant Drug Discovery Solutions, que inclui a Jubilant Biosys, Jubilant Chemsys e Jubilant Discovery Services. Em toda a minha carreira, eu tenho visto o poder da colaboração na descoberta de drogas da perspectiva de um cientista atuante, bem como da de um líder empresarial, e posso inequivocamente afirmar que é a interseção das diferentes visões e estratégias que cria a verdadeira inovação. Estou ansioso para trabalhar com a nossa equipe, nossos clientes, nossos parceiros de pesquisa, para levar sucesso, tanto científico como comercial, para cada programa, disse o Sr. Steven Hutchins, presidente da Jubilant Biosys.

O Dr. Takeshi Yura possui 28 anos de experiência em química orgânica e medicinal. Ele ocupou várias posições científicas na Tanabe Saiyaku, Bayer Yakuhin, Pfizer Nagoya Laboratories e Dishman Japan Ltd. Antes de ingressar na Jubilant, ele ocupou uma posição sênior de liderança na AMRI, como vice-presidente de serviços de descoberta e desenvolvimento para a Ásia, e gerente geral, para o centro de pesquisa de Cingapura.

O Dr. Takeshi Yura, vice-presidente (química medicinal) da Jubilant Biosys disse: "Estou satisfeito com a entrada na Jubilant Biosys, uma empresa líder, fornecendo serviços de descoberta de drogas. As capacidades da Jubilant Biosys são realmente impressionantes e estou ansioso para contribuir mais ainda para o crescimento da empresa, ao fornecer serviços excelentes a nossos clientes de todo o mundo".

Com essas duas importantes nomeações, a Jubilant pretende expandir ainda mais seu alcance global, explorar novas oportunidades de negócios e fortalecer sua posição como uma importante parceira colaborativa para soluções de descoberta de drogas e seu portfólio próprio de programas de inovação para licenciamento para outras empresas.

Sobre a Jubilant Drug Discovery Solutions (JDDS):  

A JDDS compõe-se da Jubilant Biosys, Jubilant Chemsys e Jubilant Discovery Services e está presente na Índia, em Bengaluru, e Noida e em Malvern (EUA). Para mais informações info: http://www.jubilantbiosys.comhttp://www.jchemsys.comhttp://www.jubl.com.

Contatos de mídia: 
Sudhakar Safaya
sudhakar_safaya@jubl.com

Neha Garg
Neha_garg@jubl.com 

FONTE Jubilant Biosys Ltd

As tecnologias em saúde com intervenções via internet funcionam?

Tecnologias em saúde

– mas existem buracos nas evidências que baseiam este resultado.

Primeiramente, os pesquisadores notaram a falta de estudos a longo prazo, já que poucos duram mais do que um ano. Em segundo lugar, eles descobriram que as pesquisas têm menos probabilidade de usar como alvo populações de risco.

‘’Nós descobrimos que as evidências da eficácia da informação e das tecnologias em saúde vêm principalmente de pesquisas a curto prazo (menos de seis meses), com poucos dados de sua eficácia a longo prazo e sua sustentabilidade’’, escreveram os pesquisadores. ‘’Adicionalmente, a maioria dos estudos são feitos em países de primeiro mundo e com voluntários que geralmente estão mais motivados e educados do que o público em geral. Isso pode limitar a capacidade de generalizar descobertas, destacando a necessidade de mais evidências em estudos com maior duração, a inclusão de subgrupos diferentes e alvos de países em desenvolvimento’’.

Os sete autores, afiliados com diferentes universidades dentro e fora dos Estados Unidos, observaram 8600 abstratos para identificar 224 estudos que estão dentro de seus critérios de inclusão. Eles procuraram estudos que mostravam a intervenção de tecnologias em saúde para doenças não comunicáveis, excluindo pesquisas que duraram menos de uma semana ou tiveram menos de 50 entrevistados.

Os resultados que eles conseguiram foram promissores. Em estudos de dieta e adiposidade, 69% das intervenções de tecnologias em saúde via internet, 66% das feitas por celular e 81% feitas pelos dois veículos mostraram melhoras significantes. Para atividade física, 88% das intervenções de internet e 79% de sensores (wearables) tiveram efeitos positivos.

No caso de vícios em álcool e cigarros, os resultados são menos consistentes. Somente 2 de 7 intervenções de tecnologias em saúde para cigarros e 34% para álcool tiveram resultados positivos.

O estudo também buscou lições a serem aprendidas dos estudos que tiveram resultados positivos e negativos. Eles identificaram as melhores práticas em diferentes áreas.

‘’Nós descobrimos que usando estratégias de mudanças de comportamento, podemos melhorar a eficácia de intervenções de tecnologias em saúde via internet ou celular’’, escreveram os pesquisadores. ‘’Por exemplo, em estudos de dieta e adiposidade, as intervenções foram mais eficazes adotando diferentes modos de comunicação, usando mensagens customizadas e possibilitando o automonitoramento. Também descobrimos que a interação com médicos pode aumentar a taxa de sucesso. Por exemplo, em estudos sobre cigarro, as intervenções tendem a ser mais eficientes se incluírem interação direta entre fumante e médico. Essas descobertas podem ajudar a desenvolver tecnologias em saúde que são mais eficazes e têm maior taxa de aderência’’.

Não deixe de ver as discussões sobre tecnologia em saúde que acontecerão durante o HIS – Hospital Innovation Show.

Serviço:

Hospital Innovation Show

Datas: 27 e 28 de setembro

Local: São Paulo Expo

Rodovia dos Imigrantes, s/n – Vila Água Funda

Este artigo foi adaptado do site MobiHealthNews

Odontologia hospitalar conquista espaço em centros de saúde

Projeto de lei que regulamenta cirurgiões-dentistas nas UTIs e inclui assistência odontológica foi aprovado e beneficia pacientes e profissionais do setor

odontologiahospitalarA inclusão de cirurgiões-dentistas nos centros de saúde e hospitais é um debate persistente entre lideranças do setor odontológico, que sempre traz à tona a importância de profissionais especializados para a prevenção de doenças e infecções bucais no ambiente hospitalar. A prática, no entanto, sempre foi colocada às margens das políticas públicas de saúde e ainda enfrenta dificuldades diárias para se efetivar nas rotinas de centros de saúde.

No dia 5 de maio deste ano, porém, a aprovação do PLC (Projeto de Lei da Câmara) 34/2013 pela CAS (Comissão de Assuntos Sociais) do Senado Federal deu um passo à frente e fez com que profissionais do setor pudessem comemorar o avanço, já que o texto regulamenta a presença do cirurgião-dentista nas UTIs (Unidade de Terapia Intensiva) e inclui a assistência odontológica no atendimento e internação domiciliares do SUS (Sistema Único de Saúde).


A odontologia hospitalar tem como objetivo a promoção da saúde, prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças orofaciais, de manifestações bucais de doenças sistêmicas ou de consequências de seus respectivos tratamentos. A prática abrange os serviços de internações de curta ou longa duração  e emergência prestadas à pacientes e realizados em hospitais gerais e especializados, hospitais universitários, maternidades, hospitais psiquiátricos, centros de medicina preventiva e outras instituições de saúde com internação.


A evolução traz aos cirurgiões-dentistas a oportunidade de realizar o trabalho necessário e de finalmente oferecer à população um serviço adequado que atenda de maneira completa as necessidades do paciente. “Como agentes públicos executores das políticas em saúde e prestadores de serviços em saúde, cabe-nos trazer a luz à importância da implementação de serviços em odontologia hospitalar com o cirurgião dentista ocupando um espaço ao qual pertence de fato”, avalia a presidente da comissão odontológica do (CFO) Conselho Federal de Odontologia, Dra. Jacqueline Webster. Ainda para a presidente, é imprescindível o olhar analítico sobre o processo da regulação dos pacientes, de modo a favorecer o cuidado da cavidade bucal. “Neste contexto, certos de que um dos direitos do cidadão, o exercício da cidadania, está associado à manutenção das funções de mastigação, fala, respiração e deglutição e, respeitando os princípios da integralidade, equidade e universalidade, os órgãos públicos devem facilitar e normatizar a inclusão da odontologia na atenção hospitalar, pois a atuação da equipe odontológica comandada pelo cirurgião-dentista é peça fundamental desta engrenagem”, pontua.

O PLC diz ainda que os planos de saúde que incluam internação hospitalar devem cobrir a assistência odontológica aos pacientes internados. Em todas as situações, esse atendimento vai depender do consentimento do paciente ou de seu responsável e, quando a assistência odontológica tiver de ser custeada pelo paciente, ele será informado dos custos antes de autorizar o tratamento.

Atualmente, o CFO realiza estudos de quantos hospitais devem ser adaptados para exercer a atividade da maneira adequada: “Temos mais de cinco mil hospitais no Brasil e haverá um impacto na indústria de equipamentos, pois a adequação do parque tecnológico das instituições se faz necessária para atender a demanda de atenção ao paciente com necessidades odontológicas. Os equipamentos, instrumentais e insumos, necessários, são de toda ordem de forma a garantir o processo de atenção”, afirma Jacqueline.

Hospital do Futuro é tema de congresso internacional sobre gestão hospitalar

Evento aconteceu em Montevidéu nesta semana

hospitalfuturoO tema “O Hospital do Futuro” foi o mote de diversas palestras e discussões durante o 36º Congresso do Colégio Uruguaio de Administradores de Serviços de Saúde (Cuass), evento que aconteceu no Instituto Militar de Ensino Superior, em Montevidéu, na quarta (14) e quinta-feira (15), e que reuniu os maiores administradores no segmento da saúde internacional.

O objetivo, atual e futuro, é que, além do conforto do paciente, sua saúde seja o foco principal de atenção e que os profissionais tenham as melhores condições para prestar esse cuidado. Mais do que isso, questões ambientais e de melhor preparo para estes profissionais fizeram parte das palestras e conferências, entre elas: Hospitais Sem Papel, Arquitetura Hospitalar e Formação dos Recursos Humanos no Hospital do Futuro.

Na ocasião, o especialista em Direito Médico, Prof. Dr. Faustino da Rosa Júnior representou a Federação Brasileira de Administradores Hospitalares (FBAH) e o Grupo Educacional Facinepe no. Segundo o especialista, o congresso é extremamente importante para desenvolver e ampliar potenciais soluções na gestão hospitalar e, ao mesmo tempo, melhorar a qualidade do atendimento oferecido à população. "A integração em gestão hospitalar é relevante porque essa troca de experiências, especialmente no que diz respeito às questões governamentais que envolvem o aspecto de reestruturação hospitalar, são interessantes do ponto de vista de custeio quanto do ponto de vista de qualificação", destacou Prof. Dr. Faustino da Rosa Júnior sobre encontro promovido pela Federação Latino-americana de Administradores de Saúde.

Hospital do Futuro

Acerca do assunto, em sua fala, Prof. Dr. Faustino da Rosa Júnior evidenciou que o hospital do futuro não é o que irá acontecer e, sim, o que os condutores da gestão hospitalar irão fazer acontecer. "Nesse ponto, as dificuldades, os alentos e também as grandes soluções, as experiências do Uruguai, Argentina e Chile são muito similares à brasileira. Embora o Sistema Único de Saúde tenha pulverizado as gestões municipalmente e nos outros países latino-americanos tenhamos uma padronização nacional, em nível de gestão hospitalar, temos uma similitude ao que temos de dificuldades e potenciais soluções", explica.

Durante o evento, Prof. Dr. Faustino da Rosa Júnior comentou a importância do intercâmbio com gestores de instituições que se dedicam à pós-graduação e com gestores hospitalares. "Me sinto renovado na gestão hospitalar, atualizado, quero agradecer aos companheiros pelo carinho, especialmente ao Ministro da Saúde do Uruguai, que me recebeu com muito conforto. Todos se esmeraram em me tratar muito bem aqui e isso faz com que eu retorne muito contente ao Brasil", agradece.

Assista ao vídeo com o depoimento do Prof. Dr. Faustino: https://www.youtube.com/watch?v=iUtQN_FTD6A

Biópsia líquida: mercado pode chegar a quase US$ 6 bi em 2030

Método verifica pedaços de DNA dos tumores que transitam na corrente sanguínea

analiseclinicaO mercado global de biópsias líquidas, técnica recente que permite o monitoramento do câncer por meio da coleta de sangue convencional, está previsto para alcançar a casa dos US$ 6 bilhões em 2030, de acordo com um novo relatório da Grand View Research, Inc. O valor se deve ao fato de que essas biópsias menos invasivas são capazes de lidar com uma série de desafios significativos que as biópsias convencionais enfrentam, tais como, alto nível de invasão, falta de informações sobre câncer adquirido, complicações médicas pós-biópsia, além de fatores associados a custos.

A estratégia é fundamentada na análise de pedaços de DNA que vazam dos tumores para a corrente sanguínea. Com as impressões digitais da doença, os cientistas podem extrair informações genéticas essenciais por meio da leitura do material, e assim, caracterizar o tumor e indicar o melhor tratamento.

O fator responsável pelo rápido desenvolvimento desse mercado está na crescente necessidade de métodos mais precisos que forneçam uma visão holística do tumor e de metástases. Vários projetos de investigação clínica relacionados com células tumorais circulantes no sangue e ao DNA destas células foram iniciados na segunda metade da década passada. Como resultado, há muitos ensaios clínicos em curso que deverão ser concluídos entre 2017 e 2018. A estimativa é que após a conclusão, a comercialização desses ensaios e testes forneçam ao mercado um impulso significativo na receita e no crescimento do setor até 2030.

O relatório destaca também que o desenvolvimento paralelo de análise multigênica utilizando sequenciadores de próxima geração é o fator subjacente que permitiu aos oncologistas sequenciar mais eficientemente o DNA tumoral circulante (ou ctDNA, na sigla em inglês) e obter insights relacionados à metástase do câncer e mecanismos associados. Com isso, é possível fornecer uma visão sistêmica do câncer centrada no paciente e ajudar na sua monitorização a longo prazo.