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Os 10 motivos para contratar as soluções móveis

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Gerenciar estrategicamente a TI de hospitais, laboratórios e clínicas, principalmente as que estão em processo de expansão, pode parecer algo distante e até mesmo difícil.

É claro que reestruturações demandam tempo e investimento, mas depois de implementadas, promovem ganhos tangíveis para o negócio.

Para que compreenda melhor a proposta da Citrix, foram elencados os 10 motivos para escolhe-lá como a melhor solução para a sua companhia.

  1. A Citrix é líder em virtualização, redes e infraestrutura de nuvem e inova a tecnologia há 25 anos.
  2. As soluções da empresa colaboram para a construção de espaços de trabalho virtuais, seguros e móveis.
  3. A companhia oferece aplicativos, dados e serviços simples de utilizar, por qualquer pessoa, em qualquer dispositivo, em qualquer rede ou em nuvem.
  4. A Citrix tem como missão simplificar a tecnologia e aumentar a produtividade.
  5. Numa pesquisa realizada pela empresa em 17 países, incluindo o Brasil, 71% dos executivos de TI consideram a mobilidade como uma estratégia importante e a Citrix trabalha para viabilizar esse desejo.
  6. A tecnologia Citrix é feita sob medida para empresas que querem transformar a área de tecnologia em área estratégica.
  7. Após a implementação e com a centralização segura dos serviços em nuvem, ou em rede, é possível reduzir em até 30% o número de chamadas dos usuários.
  8. O atendimento, que pode ser mapeado pelas soluções, ganha a percepção do paciente de organização e modernidade, características fundamentais para se destacar diante da concorrência.
  9. A elevação da performance da equipe é comprovada pelo sistema de nuvem e de armazenamento das informações.
  10. Os custos operacionais de servidores sofrem decréscimo, uma vez que vários deles, com a centralização das informações, são desativados.

Gerenciar, proporcionar trabalho de qualquer dispositivo e de qualquer lugar é fundamental para todas as empresas do segmento da saúde. Diminuir custos, aumentar a produtividade e oferecer um serviço de qualidade é o grande objetivo do segmento.

Perspectivas na Assistência Hospitalar e Gestão do Corpo Clínico

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Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças.

Leon C. Megginson

Algumas reflexões sobre aspectos relacionados às políticas de saúde têm sido precedidas por outras mais urgentes ou de maior repercussão, a despeito da relevância intrínseca que cada um individualmente representa. Fatores que vão desde o atual momento político confuso no nosso país até problemas de abrangência internacional, forçam os formuladores de políticas de saúde a restringirem suas discussões, em detrimento a outras demandas urgentes que clamam por direcionamento.

Enquanto assistimos com pesar a disseminação do vírus zika pelo mundo, os círculos do poder no nosso país discutem iniciativas de eficácia duvidosa. Assim o é, por exemplo, com relação à proposta de criação de um plano de saúde para a população de menor poder aquisitivo. A ideia é que essas pessoas possam ter acesso a serviços de saúde que de outra forma não teriam se dependessem única e exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS), dadas as dificuldades de acesso a consultas, exames e procedimentos que, em tese, deveriam ser supridos pelo referido sistema. Sob uma lógica evidentemente neo-liberal, postula-se o desmantelamento de um patrimônio do povo brasileiro conquistado (não sem muita luta), sob o argumento de que o custo de manutenção do sistema é inaceitavelmente alto. Segmentos representativos da sociedade já se debruçam sobre como contestar a iniciativa, e possivelmente saberão através dos meios legais não deixar que a ideia, falsa, falaciosa, ignorante e sob motivações suspeitas; venha a vicejar. Mas vamos falar disso em outra ocasião.

No cenário internacional também não faltam elementos para discussão, envolvendo prioritariamente dificuldades advindas dos custos de manutenção de padrões de qualidade na assistência à saúde, estas historicamente estabelecidas, tanto pelas nações em que o Estado protagoniza as políticas assistenciais, como por aquelas em que a livre concorrência e ausência ou pouca interferência estatal é a regra. Nesse aspecto, é interessante a notável confluência de interesses na busca de soluções.

Uma das idéias recorrentes voltadas para este fim está centrada no conceito de que o verdadeiro caminho para uma assistência à saúde deve privilegiar o resultado final do ciclo de atendimento de uma pessoa ou de uma população, ou seja, o valor que é entregue ao final desse ciclo. Vários autores e importantes pensadores, principalmente da Escola de Harvard, têm preconizado que a se manter o cenário atual, e principalmente, no que virá a ser em poucos anos, os sistemas de saúde vão certamente implodir em função de seus custos crescentes. Apenas para ficar num exemplo, nos Estados Unidos da América (EUA) o percentual do Produto Interno Bruto (PIB) destinado à assistência global à saúde é atualmente de 18 a 20%, dependendo da fonte. Outras nações enfrentam dificuldades semelhantes, se bem que em percentuais menos assustadores. Acredita-se que se nada for feito, em menos de vinte anos o percentual do PIB destinado à saúde nos EUA chegará a 30%, o que, do ponto de vista de gestão orçamentária, é certamente inaceitável e impossível de ser mantido.

Segundo o economista em saúde Len Nichols, “a reforma do pagamento que recompensa a qualidade em detrimento do volume é a chave para usar as forças do mercado para alinhar incentivos para pacientes, prestadores e pagadores” (http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMp1001604#t=article – acesso em 01/09/2016). Reforçando a tese, Michael Porter, um engenheiro aeroespacial que se tornou uma referência mundial na disseminação dos conceitos envolvendo entrega de valor ao paciente, também tem vasta produção abordando essa ideia, incluindo o seu famoso livro “Repensando a Saúde – Estratégias para Melhorar a Qualidade e Reduzir Custos” (Bookman- Grupo A, 2006). Com a repercussão extremamente positiva de suas convicções no nosso meio, principalmente entre os pagadores de serviços, Porter chegou a vir ao Brasil por duas ou três vezes como convidado para ajudar a disseminar as suas idéias, sempre com auditórios cheios, mas com resultados invariavelmente pífios em relação à mudança de atitudes. Aqui, como em seu país natal, nem sempre idéias bem recebidas se cristalizam em iniciativas. Faz algum tempo que ele não retorna.

Mais recentemente, algumas experiências concretas nesse campo, que aparentemente se mostram promissoras do ponto de vista de resultados clínicos satisfatórios e recompensa aos prestadores com economia substancial de recursos, nos têm sido apresentadas. A obra “Buscando o Triple Aim na Saúde” (Atheneu, 2015), por Maureen Bisognano e Charles Kenney, nos mostram alguns exemplos em que a predisposição de tentar caminhos diferentes dos que existem na assistência à saúde sob a ótica da compensação financeira atrelada ao valor obtido ao cabo de um ciclo de doença pode, aparentemente, lograr êxito. Na obra são elencadas algumas experiências que, se não perfeitas, parecem ter sim resultados satisfatórios para profissionais, gestores, provedores e pagadores de saúde. Apesar de conclusões que apontam nessa direção, fatores como a dificuldade de estabelecer métricas de avaliação dos serviços, mecanismos de pagamento super ou subdimensionados, e ausência de transparência, são apontados pelos autores como problemas ainda sem solução definitiva.

Mas que não se iludam os entusiastas. Os caminhos não são fáceis de serem trilhados e relatos dessa natureza tendem a ser enviesados por diversos motivos. Para nós, não custa repetir esse mantra: idéias e conceitos não são modelos estabelecidos de sucesso. Ainda que fossem, modelos nem sempre são reprodutíveis em circunstâncias diversas. Ou seja, se deu certo em um lugar, não significa que dará certo em outro. Por falar em motivos, não nos esqueçamos que a preocupação com a saúde da população é real, mas tão ou mais real ainda é a preocupação do quanto vai custar aos pagadores: governos e corporações.

Quanto aos hospitais, não conhecemos ainda no nosso país iniciativas dessa natureza que possam ser replicadas, dadas a nossa infinidade de arranjos organizacionais na prestação de serviços em saúde, nosso ambiente político e regulatório, e, principalmente, nas formas de pagamento. Algumas organizações de reconhecida reputação e que há muito incorporaram no seu DNA os modernos conceitos de Qualidade enquanto política institucional, gradualmente vem adotando métricas e práticas que privilegiam o custo-efetividade e a eficiência alocativa de recursos de forma mais pragmática que aqueles que, a despeito de um discurso sintonizado com tendências atuais, e com os mesmos níveis de certificação de qualidade, ainda vivem sob total dependência do modelo que privilegia o volume de produção como referência para a remuneração pelos seus serviços prestados.

Declarações não faltam para repetir as mesmas queixas em relação ao sistema vigente e tendem a se tornarem escassas na medida em que se esgotam: ouve-se mais do mesmo. Críticas à estrutura política, percepções vagas sobre alternativas para superar crises, opiniões que se repetem de forma automática e, principalmente, reforço sobre a desordem gerencial nos marcos regulatórios da prestação dos serviços em saúde tanto públicos e privados, ainda não tiveram a capacidade de promover alguma mudança de mentalidade que se traduza em ação.  Todos os segmentos envolvidos na assistência à saúde percebem de forma muito clara a necessidade de transformações imediatas, mas poucos se arriscam a fazer mudanças na direção de uma matriz que possa satisfazer, se não todos os elementos dessa cadeia, pelo menos um resultado melhor para o paciente. Mais comum uma postura conservadora com relação aos destinos do mercado, deixando para frente decisões tão polêmicas.

As propostas que trazem uma tentativa de agregar valor ao paciente e ao serviço de saúde no ciclo de atendimento são mais uma das muitas que já foram sugeridas. Não é possível que com tanto material produzido aqui e no mundo, tantas boas idéias formuladas na busca de um ideal assistencial, ainda tenhamos que nos ater a um modelo de produção de bens e serviços em saúde que privilegie pura e simplesmente o pagamento por serviços prestados.

Sob esse aspecto, um misto de comodismo, urgências para as demandas motivadas por custos cotidianos, e interesses pouco claros ou suspeitos impedem que, por exemplos, lideranças clínicas, pagadores, gestores, fabricantes de insumos, a academia e estratos do governo sentem-se na mesma mesa para discutirem de forma séria alternativas aos modelos existentes na prestação de serviços à saúde e aos mecanismos de financiamento.

Nos hospitais em especial (elemento dessa cadeia com fortíssimo impacto nos custos assistenciais), a manutenção de modelos de prestação de serviços de maneira conservadora dá a falsa impressão de segurança da viabilidade do negócio em si. Meras quimeras. Há décadas tanto os hospitais públicos quanto os privados, em sua imensa maioria, têm muito mais a se queixar que a comemorar. Não é à toa que justamente aqueles que privilegiam políticas de qualidade (faço questão de assinalar que adotar políticas de qualidade não é sinônimo de ter Certificados de Acreditação. Enquanto um é princípio básico, elemento de seu core, o outro é uma conseqüência e não um fim em si) ou que tiveram a capacidade de identificar os quadros mais apropriados que deveriam estar à frente da sua complexa gestão, são aqueles que servem de exemplos de eficiência dentre as organizações hospitalares.  Mas cabe aqui uma distinção: incorporação dos princípios de qualidade não é sinônimo de vontade para alterar o modelo vigente. O que se propõe é a quebra dessa lógica em nome de uma medicina longitudinal e não horizontal, mais enxuta nos custos sem perda de qualidade.

E dentro da rotina hospitalar, a prestação de serviço ao paciente internado é sem dúvida o ponto nevrálgico dessas reflexões, por representarem com seus números superlativos a essência do que se faz, como se faz , quanto se faz e principalmente o quanto custa para fazer. Dito de outra forma, não é falso admitir que os maiores custos (nas organizações públicas) e recompensas (nas organizações privadas), dentro da lógica vigente, tem a ver diretamente com o tipo de assistência que é prestada ao pacientes internados em suas dependências. O que inevitavelmente também nos remete à atuação do Corpo Clínico nesses espaços.

Seguindo pelo mesmo raciocínio, também não é errado admitir que num contexto mais amplo, a não adoção de algum tipo de direcionamento, métrica ou arranjo entre os membros do Corpo Clínico que propicie a incorporação de princípios de atenção global (e não fragmentada entre múltiplos especialistas), humanidades (evitando delegar responsabilidades simples aos psicólogos e assistentes sociais, por exemplo), agregação (envolvendo a equipe multiprofissional nas discussões, principalmente a enfermagem) e senso de racionalidade (evitando exames e terapias desnecessárias ou não prioritárias, considerando a relação custo-benefício e de custo-efetividade de suas práticas); pode conduzir a um resultado operacional e assistencial que tende a ficar muito aquém do potencial, do que seria possível ser feito. Inclusive é bom ressaltar que os elementos acima representam apenas os alicerces da boa assistência médica com o mínimo de qualidade: é sua missão mais elementar, seja qual for o modelo adotado. Arrisco dizer que isso não se vê com clareza em boa parte das organizações hospitalares.

O desenvolvimento de iniciativas como a disseminação do conceito de Medicina Hospitalar representam um avanço considerável na percepção do que vem a ser uma assistência de qualidade para o paciente internado nos hospitais, talvez a maior inovação neste campo nos últimos anos. As vantagens da adoção do modelo são inequívocas. Mas esse mesmo modelo ainda hoje enfrenta barreiras importantes, e que vão desde a impossibilidade financeira dos hospitais em contratarem equipes capacitadas (situação ainda vigente para a imensa maioria dos hospitais), até ineficiência total do modelo em função da não compreensão dos seus objetivos, e, por conseguinte, suas vantagens competitivas no ambiente externo, além da segurança e qualidade para os pacientes internados. Mas a Medicina Hospitalar, a despeito de sua importância, não é o único meio para melhorar o desempenho hospitalar nesse aspecto.

A partir da percepção da necessidade de se obter melhores resultados no campo da segurança assistencial, resultados clínicos e recompensas financeiras, motivada por um cenário de insustentabilidade iminente; pagadores, gestores e governantes sensíveis talvez desenvolvam a motivação que falta para que efetivamente façam alguma coisa impactante. Propostas de ação, idéias inovadoras e mecanismos de transformação não faltam nas nossas estantes.

Nosso país, assim como os EUA, caminha para a anarquia e inadimplência generalizada na prestação de cuidados em saúde, que não poupará ninguém. Ninguém mesmo.

Mudar é possível, preciso e urgente.

Precisamos falar sobre a saúde mental dos empreendedores

Saúde mental dos empreendedores

''Eu tive três grandes episódios depressivos na vida adulta'', Brad Feld, diretor do Foundry Group, contou para uma audiência de empreendedores, acadêmicos e profissionais de saúde mental na Universidade de Denver. ''Um nos meus vinte anos, outro nos trinta e outro que começou no final de 2012'', completou.

Feld estava palestrando no Making Mental Health a Priority, um painel de discussão sobre a saúde mental dos empreendedores, feito pelo Blackstone Entrepreneurs Network em parceria com o Projeto X-ITE, da Universidade de Denver. Jerry Colonna, um dos fundadores do Reboot também discursou na ocasião.

''Eu acho que estive deprimido por boa parte da minha vida'', admitiu Colonna. ''Eu sofri abusos e grande violência na infância. Aos dezoito anos, eu cometi uma tentativa de suicídio. Cresci com uma mãe esquizofrênica. Meu pai, que faleceu há 22 anos, era alcoólatra.'' Colonna pausou enquanto olhava para a audiência. Estão vendo o que estou fazendo? Estou contando a verdade.''

A discussão franca, que aconteceu na tarde do dia 28 de junho, era um indicativo de uma complacência recém descoberta entre empreendedores, que decidiram falar abertamente sobre suas experiências com doenças mentais.

Como evidências mostram, muitos deles sofrem em silêncio. Segundo uma pesquisa recente, esse número é de dois terços dos empreendedores. Isso só prova a necessidade de um diálogo sobre essas questões.

‘’Eu aposto que todo mundo nesta sala está lutando contra um problema mental administrável’’, disse Feld em sua palestra. Mesmo que ele e Colonna tenham boas intenções ao compartilhar suas experiências com o público, os dois deixaram bem claro que sua candura foi um resultado de anos de terapia e auto-observação.

‘’Por fora, eu era um grande sucesso’’, disse Colonna. ‘’Por dentro, eu era uma bagunça. O que eu vim a entender é que quando a parte interna do que eu sou não combina com a parte externa, eu acabo depressivo e querendo morrer’’.

Os problemas de Colonna levaram-no a cofundar o Reboot, uma companhia de coaching dedicada a ajudar empreendedores a lidar com as pressões de liderar um negócio. As experiências de Feld fizeram com que ele escrevesse em um blog, uma decisão que fez com que ele seja reconhecido hoje como uma voz importante na conversa sobre saúde mental entre empreendedores.

‘’Eu estava escrevendo abertamente sobre todos os outros aspectos da minha vida’’, explicou Feld, ‘’então, se eu estava falando sobre tudo, por que não era capaz de escrever sobre a luta que estava tendo com a depressão? ’’

Os dois palestrantes associaram sua tentativa de quebrar o silêncio entre empreendedores com o desejo de facilitar a vida de quem estava passando por problemas como depressão, ansiedade e vício.

‘’Os mais velhos, como nós, têm a responsabilidade de normalizar a experiência, para que profissionais de saúde mental possam chegar e fazer seu trabalho’’, disse Colonna. ‘’Por que temos que aumentar o sofrimento adicionando vergonha a ele? ’’

Enquanto estava aparente no final do painel que atingir a saúde mental entre empreendedores requer um esforço consistente a longo prazo, enfatizar que esses problemas não impedem que ninguém faça seu trabalho tirou o estigma em volta de problemas psiquiátricos entre a comunidade empreendedora.

‘’Como alguém que foi CEO diversas vezes e esteve deprimido enquanto era CEO e, mesmo assim, foi muito bem-sucedido eu digo: você consegue’’, finaliza Feld.

Para falar sobre as dificuldades em torno de ser CEO, o Saúde Business Conference, dentro do HIS, trará discussões pertinentes para empreendedores. Não deixe de participar!

Serviço:

Hospital Innovation Show

Datas: 27 e 28 de setembro

Local: São Paulo Expo

Rodovia dos Imigrantes, s/n – Vila Água Funda

Este artigo foi adaptado do site CyberMedNews

Merck se une ao consórcio DiViNe para enfrentar o baixo rendimento e os altos custos dos processos de purificação de vacinas

- Projeto com duração de cinco anos criará um programa de purificação com melhor custo-benefício

- Merck proporcionará conhecimentos em cromatografia

DARMSTADT, Alemanha, 14 de setembro de 2016 /PRNewswire/ -- A Merck, empresa líder de ciência e tecnologia, entrou para o projeto DiViNe, um consórcio europeu de seis empresas para enfrentar os maiores desafios do desenvolvimento, fabricação e fornecimento de vacinas.

Foto - http://photos.prnewswire.com/prnh/20160906/404508

O objetivo do projeto DiViNe é criar um programa de purificação integrado e com bom custo-benefício, personalizado para vacinas, que proporcione altos rendimentos ao mesmo tempo que preserva a integridade do produto. O foco específico da Merck será simplificar o processo de purificação de vacinas que, normalmente, baseia-se na cromatografia por afinidade, um método de capturar anticorpos. Em apoio a esse objetivo, a Merck fornecerá materiais cromatográficos e tecnologias de acoplamento.

"Os passos da purificação representam custos de fabricação significativos para a maioria dos medicamentos biológicos", afirmou Udit Batra, membro da diretoria executiva e diretor geral da Merck na área de ciências da vida. "Ao ter como alvo essas ineficiências, temos uma excelente oportunidade de melhorar drasticamente as taxas de recuperação. Como líder no setor de cromatografia, esperamos contribuir para o consórcio DiViNe com nossos conhecimentos, ajudando a identificar as eficiências do processo e apoiando o maior acesso a vacinas acessíveis."

A plataforma integrada de purificação do projeto DiViNe primeiro será testada com vacinas diversificadas e heterogêneas, inclusive glicoconjugados, antígenos proteicos e vírus. Após ser validado com as vacinas, o consórcio planeja implementar sua plataforma de purificação em processos posteriores para outros produtos biológicos, inclusive proteínas recombinantes, vetores para terapia gênica e produtos derivados do sangue.

Além da Merck, também participarão do consórcio a Affilogic (França), Aquaporin (Dinamarca), GenIbet Biopharmaceuticals (Portugal) e GlaxoSmithKline (Itália). O projeto será coordenado pela iBET (Portugal) e recebeu financiamento do programa de pesquisa e inovação Horizon 2020 da União Europeia, sob o acordo de subvenção N° 635770.

O projeto DiViNe faz parte de uma iniciativa mais ampla de vacinas da Merck que foca nos maiores desafios relacionados às vacinas: custos, velocidade, acessibilidade e fornecimento. Recentemente, a empresa se comprometeu com vários parceiros globais para apoiar o desenvolvimento mais rápido e com melhor custo-benefício de novas vacinas necessárias para combater doenças como Ebola, Zika e influenza. Outros projetos – como o DiViNe – têm o objetivo de simplificar os processos de fabricação, permitindo a transferência de tecnologia para países em desenvolvimento. Juntas, essas iniciativas de vacinas ajudarão a ampliar o acesso a serviços de cuidados com a saúde de alta qualidade, principalmente em países de baixa e média renda.

Todos os comunicados de imprensa da Merck são distribuídos por e-mail logo que são disponibilizados no site da Merck. Acesse www.merckgroup.com/subscribe para se registrar on-line, alterar sua seleção ou interromper este serviço.

Sobre a Merck

A Merck é uma empresa líder de ciência e tecnologia na área de cuidados com a saúde, ciências da vida e materiais de alto desempenho. Cerca de 50.000 funcionários trabalham para desenvolver tecnologias que melhoram e aprimoram a vida – de tratamentos biofarmacêuticos para tratar o câncer ou a esclerose múltipla, sistemas de ponta para a pesquisa e produção científica, até cristais líquidos para smartphones e TVs LCD. Em 2015, a Merck gerou vendas de € 12,85 bilhões em 66 países.

Fundada em 1668, a Merck é a empresa farmacêutica e química mais antiga do mundo. A família fundadora continua sendo detentora da maioria do capital do grupo empresarial de capital aberto. A empresa detém os direitos globais do nome e marca Merck. As únicas exceções são os Estados Unidos e Canadá, onde a empresa opera com os nomes de EMD Serono, MilliporeSigma e EMD Performance Materials.

FONTE Merck

O impacto do Big Data no setor da saúde

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O uso de Big data e Advanced Analytics estão redefinindo a indústria farmacêutica e transformando modelos de negócio no setor da saúde. As novas tecnologias facilitam o atendimento baseado em valor, ao mesmo tempo em que os pacientes estão cada vez mais envolvidos digitalmente com sua saúde. É neste cenário, e também pensando nos ganhos de eficiência e qualidade, que a McKinsey desenvolveu estudos sobre as vantagens do advanced analytics nos serviços de saúde.

Especificamente para indústria farmacêutica, a McKinsey usou ferramentas proprietárias em advanced analytics para examinar e combinar dados de todos os fatores que poderiam ter impacto no tempo de conclusão de ensaios clínicos, que são o conjunto de procedimentos de análise e desenvolvimento de medicamentos que buscam garantir dados de segurança (informações sobre reações adversas) e eficácia nas intervenções de saúde.

“Usamos abordagens não lineares decorrentes de ciência da computação e do poder computacional atual, as chamadas machine learning não linear, para avaliar a produtividade dos ensaios clínicos”, explica Tracy Francis, sócia da McKinsey. “O resultado foi o aumento em 10% na produtividade dos testes clínicos, seja em tempo, custo ou qualidade”, complementa.

Já nos hospitais, um dos grandes desafios é como melhorar os resultados de pacientes por meio da redução de complicações cirúrgicas e do entendimento do tempo de conclusão de cirurgias, dando aos pacientes sempre as melhores chances de cura e recuperação. O uso de big data, neste caso, também é central. A Mckinsey considerou um conjunto de dados de 280 mil cirurgias ortopédicas em 26 hospitais, identificando as principais relações entre funções e composição ideal da equipe e revelando diversos insights contraintuitivos. “Com esses cruzamentos de dados, conseguimos uma precisão de 93% da previsão dos resultados das cirurgias”, comenta Tracy Francis.

Em relação às fontes pagadoras no setor da saúde, basicamente planos de saúde, seguradoras e governo, a McKinsey conseguiu, por meio de big data e advanced analytics, mensurar a performance real desses provedores, indicando um novo modelo que possa favorecer mais a relação resultados vs. volume. “Os dados nos mostraram que para melhorarmos fundamentalmente o sistema de saúde seria necessário uma migração do modelo fee for service (pagamento por serviço) para o value based services (medicina baseada em valor)”, conclui Tracy Francis, consultora da McKinsey.

Em UTIs no Brasil 55% dos pacientes com sepse morrem

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A sepse é um dos grandes desafios enfrentados pelas instituições de saúde. De acordo com um estudo feito pelo Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS), a expectativa de ocorrência de sepse no Brasil vai de 400 a 500 mil casos por ano. A mortalidade desses pacientes na UTI é de 55%, portanto de 200 a 240 mil pessoas chegaram ao óbito em decorrência dessa complicação.

Uma gestão que se preocupa com a segurança do paciente e a qualidade no serviço oferecido tem maior chance em reduzir esse número, conforme explica Dr.ª Maria Carolina Moreno, superintendente da ONA. “É muito importante que os hospitais desenvolvam o protocolo de sepse e busquem sempre a melhoria contínua. Além disso, o gestor deve engajar sua equipe afim de que as decisões sejam tomadas em tempo hábil. Uma equipe preparada e focada no paciente consegue ter melhores resultados”, afirma.Para evitar que uma infecção já estabelecida progrida para sepse, deve-se diagnosticar precocemente a infeção e trata-la de forma adequada, de acordo com a Dr.ª Flávia Machado, coordenadora geral do Instituto Latino Americano de Sepse.

“Além do problema da sepse adquirida na comunidade, no Brasil temos muita infecção hospitalar devido à falta de controle no uso de antimicrobianos e a medidas de prevenção que não são feitas da forma adequada. Entretanto, o que mais chama atenção na comparação do Brasil com outros países não é a incidência, ou seja, o número de casos por ano, mas sim a mortalidade”, explica.Ela menciona ainda a boa evolução dos casos de sepse em hospitais que possuem cultura de segurança do paciente e no controle da qualidade. “Os hospitais que estão envolvidos em programa de melhoria de qualidade, principalmente em termos da implementação de protocolos específicos para sepse, com certeza conseguem reduzir a ocorrência de casos mais graves. Muitos hospitais claramente reduziram a mortalidade depois da implementação de protocolos de sepse baseados em detecção precoce, ou seja, na presença dos critérios de resposta inflamatória e de disfunção orgânica”, garante Flávia.

Sobre a ONA

A Organização Nacional de Acreditação (ONA) é uma entidade não governamental e sem fins lucrativos que certifica a qualidade de serviços de saúde, com foco na segurança do paciente. Sua metodologia de acreditação é reconhecida pela ISQua (International Society for Quality in Health Care), associação parceira da OMS e que conta com representantes de instituições acadêmicas e organizações de saúde de mais de 100 países.Com 17 anos de atuação e mais de 500 instituições certificadas, a ONA se consolidou como a principal acreditação de saúde do país.

Seus manuais são específicos para nove diferentes tipos de estabelecimentos: hospitais, ambulatórios, laboratórios, serviços de pronto atendimento, home care, clínicas odontológicas, clínicas de hemoterapia, serviços de terapia renal substitutiva e serviços de diagnóstico por imagem, radioterapia e medicina nuclear. A ONA também certifica serviços de apoio a instituições de saúde, como lavanderia, dietoterapia, esterilização e manipulação.

O Ato Médico e os médicos hospitalistas

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Minha posição sobre ato médico é semelhante a da maioria de meus colegas. Mas quero atrever-me a refletir um pouquinho fora da caixa.

Percebe-se no Brasil programas de Medicina Hospitalar – MH onde o core da atividade do hospitalista é ofuscado em demasia pelo que os norte-americanos tratam como add-on services (leia mais sobre isto aqui). É bastante comum que o principal da remuneração do hospitalista brasileiro venha destes serviços complementares, o que por si só explica em parte o fenômeno anterior.

Em programa que ajudei a modelar, havia um Time de Resposta Rápida (TRR) como add-on service. Buscou-se ser fiel a base teórica de TRR’s (o que minimiza fragmentação do cuidado e suas nefastas conseqüências – entenda melhor a importância aqui), protegendo tempo do hospitalista para mais e melhor atuar em seus pacientes próprios e co-manejos. Desta forma, foi possível produzir tanto um Time de Resposta Rápido quanto um programa de MH bastante produtivos e eficientes.

Mas em hospitais privados brasileiros, por circunstâncias diversas, estes TRR’s têm se transformado em um mix de outras coisas. Em um plantão de conveniência para o hospital (seus gestores e enfermeiros), de conveniência para médicos principalmente de subespecialidades tidas como lucrativas - visitantes especiais, e muito pouco focado nos pacientes propriamente ditos. E o trabalho do hospitalista transforma-se em roubada de carreira!

Onde entra o Ato Médico?

Umas das tantas funções pouco nobres delegadas a “médicos hospitalistas” é a transcrição inegociável de ordens de médicos assistentes à distância, não infrequentemente de medicações sintomáticas que naturalmente já deveriam constar (alguma opção ao menos - quem está num pós-operatório qualquer costuma ter dor, não?). Quando pedem para o "hospitalista" justamente o que seria sua última escolha, que grande chateação. Vivenciei recentemente um hospital onde o trabalho absolutamente importante de hospitalistas foi simplesmente engolido por tarefas desta natureza.

Quando estes sintomáticos são do tipo que as pessoas em geral compram em farmácias sem receita ou qualquer regulação, quero entender por que não podem constar em protocolo institucional e serem prescritos por enfermeiros? Alternativa seria através de tele-medicina, vista ainda como assombração pelo Conselho Federal de Medicina. Preferimos promoção de downgrades de Drs Bobos:

[youtube]https://youtu.be/s-pJadolLSo[/youtube]

Em conversa recente, um gestor questionou-me porquê entre si hospitalistas ajudam uns aos outros, mas não querem fazer o mesmo “para o restante do corpo clínico”. Por não vivenciarem a prática, não enxergam a enorme diferença disto no varejo e no âmbito específico de uma equipe parceira e coesa onde permite-se questionar, divergir e até mesmo dizer não.

Houve quem insistisse com meu grupo dar alta para pacientes cujos médicos resolviam não vir "só para isto". Argumentei, mostrei texto Parem de banalizar a alta hospitalar, sugeri como leitura complementar as referências. Percebi que não se convenceu (nem leu o texto, muito menos as referências), mas há coisas que não abro mão. Até acredito que outras situações criticadas aqui podem representar, no máximo, 15% do tempo de dedicação do hospitalista. Mais do que isto, compromete a ideia como uma carreira sustentável.

Há sim espaços onde deve ocorrer maior flexibilização no debate sobre prerrogativas profissionais. Não significa que eu acredite ser isto fácil de colocar em prática, sem riscos, já que tem sido pautado por radicais de ambos os lados, como tantos outros da atualidade. Preocupa-me mais, naturalmente, os do outro lado.

É uma questão para reflexão especialmente de médicos generalistas ou de especialidades (ainda) menos prestigiadas pelo mercado, na medida em que está altamente implicada com a epidemia de burnout que parece ser maior nestas populações, além de compor a evidente nuvem escura que tem sujado a imagem da MH entre potenciais candidatos a hospitalistas, tal como historicamente já acontece com intensivistas e emergencistas.

4º Simpósio Internacional de P4P: o que teremos de especial?

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No dia 28 de Setembro teremos a 4ª edição do Simpósio Internacional sobre Pagamento por Performance que será uma das Conferências do HIS - Hospital Innovation Show

Tenho a honra, junto com o Leandro Tavares, de organizar este evento recebendo todo o apoio da equipe da Live.

Este Simpósio será diferente dos demais, pois esperamos maior interação com os participantes através de “talk shows” que serão conduzidos dentro das mesas redondas.

Na tarde deste dia, o tema central das discussões será Value Based Payments (VBP), que tem na sua origem o racional de modelos de Pagamento por Performance, pois o conceito que temos preconizado é de que pagar por performance é utilizar de incentivos para melhorar a qualidade da assistência em suas dimensões de eficiência, efetividade e centralidade no paciente.

Teremos duas apresentações formais, ambas citando modelos de VBP nos Estados Unidos e provocando a audiência com insights do que é possível utilizar no Brasil e seus  principais desafios de implementação. Aqui discutiremos modelos de capitation utilizado nas ACOs americanas e os bundles payments. Teremos a possibilidade de ver uma apresentação do Integrated Healthcare Association (IHA) sobre os principais resultados do programa chamado de Value Based P4P Programs que eles têm aplicado na Califórnia. O IHA é uma organização sem fins lucrativos que reúne diversas organizações de médicos, hospitais, sistemas de saúde, planos de saúde, compradores e consumidores de serviços com foco na melhoria da qualidade e acessibilidade para os pacientes em toda a Califórnia e dos EUA.

Em uma das mesas redondas traremos pessoas influentes da área pública, organizações sociais de saúde e ANS para discutir o papel do governo na criação de modelos de remuneração diferenciados e o quanto o modelo atual de remuneração tem comprometido a qualidade dos diferentes sistemas de saúde.

Outra mesa trará a discussão polêmica a respeito da relação da Indústria, Operadoras de Planos de Saúde e Hospitais e como podemos tirar proveito de uma relação complicada para a aplicação de novos modelos de remuneração como pagamento por Bundles e contratos de risco compartilhado.

Enfim, será uma tarde de muita discussão e aprendizado, mas não se preocupe se sair do evento com mais perguntas do que quando entrou. Isso significa que paradigmas estão sendo questionados e isso é fundamental para as mudanças que estão por vir. Este é um evento que você não pode perder. Até breve!

3º Fórum Nacional de Nutrição debate os desafios para uma boa alimentação no país

SÃO PAULO, 13 de setembro de 2016 /PRNewswire/ -- O LIDE – Grupo de Líderes Empresariais, realizará nesta quarta-feira (14) o 3º Fórum Nacional de Nutrição, que contará com a presença de especialistas, empresários e membros do poder público, para um amplo debate sobre assuntos centrais para uma boa alimentação e seus diversos aspectos. Com a presença do secretário da Saúde do Estado de São Paulo, David Uip, o encontro ocorrerá no Hotel Grand Hyatt, em São Paulo.

Para Mauro Fisberg, médico-pediatra, diretor do Núcleo de Dificuldades Alimentares do Instituto PENSI - Hospital Infantil Sabará e curador do evento, o Fórum oferece a oportunidade de manter um diálogo aberto entre diversos setores da sociedade. "O evento é centrado no debate aberto, uma forma de todos manterem uma conversa muito franca - governo, indústria, imprensa e profissionais de nutrição", explica Fisberg.

Na programação, a nutricionista Sandra Chemin abordará a Formação dos Hábitos Alimentares na População. Enquanto Glaucia Pastore, professora titular da UNICAMP, trará o tema Acesso e Segurança da Alimentação. Já Fisberg falará sobre a responsabilidade da melhor informação sobre os alimentos. 

Na conclusão, Martus Tavares, vice-presidente da ABIA (Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação) analisará o papel da indústria na promoção da saúde pública.

Dentre os principais representantes da indústria, o evento receberá Juan Carlos Marroquín, presidente da Nestlé, Mauricio Adade, presidente da DSM América Latina e Amanda Poldi, Regulatory Affairs Manager da Cargill.

Além de Mauro Fisberg, o Fórum terá como mediadores Claudio Lottenberg, presidente do Hospital Albert Einstein e do LIDE SAÚDE; e Luiz Fernando Furlan, chairman do LIDE e membro do Conselho da BRF – ele abordará o legado do Fórum em seu encerramento.

O 3º Fórum Nacional de Nutrição conta com o apoio de importantes empresas para sua realização. O patrocínio master é da NESTLÉ; apoio da ABIMAPI - Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos; BASF; SODEXO e TETRA PAK; com colaboração da DSM. ANTILHAS VAREJO, COMUNICARE CONSULTORIA DE COMUNICAÇÃO, CORPORATE IMAGE, ECCAPLAN, GRUPO RISOTOLÂNDIA, INFORMAR SAÚDE, QUEENSBERRY, STEELCASE e WEWI REFRIGERANTE ORGÂNICO são fornecedores oficiais do evento. São media partners as rádios BANDEIRANTES AM/FM e BAND NEWS FM, o jornal DCI, PR NEWSWIRE, as revistas PENSE LEVE e LIDE e TV LIDE.  

Contato: Pamela Viotto
pamelaviotto@grupodoria.com.br / (11) 3039-6069

FONTE 3º Fórum Nacional de Nutrição

Paulo Camargo é o novo diretor geral da Agfa HealthCare Brasil

Agfa HealthCare presidentePaulo Camargo, diretor geral da Agfa HealthCare BrasilA Agfa HealthCare, fornecedora de diagnóstico por imagem e soluções de TI em saúde, anuncia Paulo Camargo como o novo diretor geral da empresa no Brasil. Graduado em Engenharia pela Universidade de São Paulo (USP) e com mais de 25 anos de experiência em empresas multinacionais do segmento da indústria de cuidados com a saúde, Paulo exerceu papel de liderança nas áreas de Vendas, Comercial e Unidade de Negócios da Novartis Oncology. Por 17 anos, também contribuiu no controle dos segmentos de Vendas, Produtos e Serviços, na empresa Phillips HealthCare. Esta é sua segunda passagem pela Agfa HealthCare, já que, no início de 2016, atuou de forma estratégica na empresa, colaborando para reestruturação e desenvolvimento do novo canal de distribuição, devido a sua grande experiência em gestão.

“A contratação do executivo é muito significativa para a Agfa HealthCare, que terá na sede em São Paulo um líder focado na condução das crescentes oportunidades do mercado. Em sua primeira passagem pela empresa, Paulo apenas confirmou seu perfil estratégico e sua personalidade que se identifica com nossos valores e cultura, mantendo o foco na satisfação do cliente”, declara Roberto Ferrarini, presidente da Agfa HealthCare para a América Latina.

A contratação do executivo encerra o ciclo de reorganização da empresa no Brasil, período que se iniciou com a gestão de Roberto Ferrarini, em fevereiro de 2016. Ao todo, o time foi reforçado com dois novos gerentes de Vendas, focados em canal de distribuição e vendas diretas e com a reestruturação da área Financeira. “A partir de agora, trabalharemos ainda mais para manter nossa equipe e nossos clientes satisfeitos, já que, para nós, o capital humano é o bem mais importante. A chegada de Paulo como diretor geral da Agfa HealthCare no Brasil contribuirá para tornar a empresa mais capacitada no atendimento de nossos clientes e distribuidores, sempre com eficiência e qualidade. Nosso sucesso é construído somente por meio do sucesso de nossos clientes”, afirma Roberto.