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Soluti apresenta solução em nuvem para saúde durante HIS 2019

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Evento reúne especialistas, executivos e empresas para debater sobre as soluções tecnológicas para a gestão hospitalar

Nos dias 18 e 19 de setembro, a Soluti, líder em Certificação Digital no país, participa da Healthcare Innovation Show (HIS) 2019, uma das principais feiras de tecnologia e inovação focada no mercado de saúde na América Latina.  Referência no setor, o evento contará com mais de 200 palestrantes e especialistas renomados nacional e mundialmente para debater e trocar experiências sobre inovação, disrupção e transformação tecnológica para o mercado de Saúde. Os interessados em participar do evento podem se inscrever pelo site.

Na oportunidade, a Soluti apresentará, o Bird IDuma solução em nuvem para armazenamento do Certificado Digital do modelo A3 com aplicação customizada para área da saúde. Segundo o CEO da Soluti, Vinícius Sousa, “o Bird ID é o primeiro Certificado em nuvem que chega como oferta de serviço e não de produto para usuário e com menor custo do mercado brasileiro. Nosso objetivo é alavancar o uso do Certificado para desburocratização de processos operacionais”, explica Sousa.

Com a tecnologia, os profissionais eliminam a necessidade de se deslocarem com a mídia (Token, Smartcard) para o trabalho, sob o risco de perda ou esquecimento em outro local. Pois, o produto centraliza as identidades digitais de todos em um único HSM (repositório criptográfico em nuvem), assim o profissional poderá acessá-lo de onde estiver por meio de qualquer dispositivo móvel.

Para o executivo, “o HIS é um dos mais importantes eventos do setor e será uma ótima oportunidade de fazer negócios e estreitar as relações com clientes e parceiros, além de apresentar ao mercado novas tecnologias e produtos que simplificam as rotinas e processos hospitalares sempre atentos em promover praticidade e segurança aos usuários”, afirma.

Segurança: Para o uso do Certificado em nuvem utiliza-se o sistema de autenticação em duas etapas, a mesma tecnologia utilizada pelos grandes players, como Google, Facebook, Instagram etc.

O processo acontece via smartphone, no aplicativo Bird ID, onde o usuário pode escolher entre as opções de se autenticar por meio de Biometria ou senha PIN, quando acessa o prontuário eletrônico (PEP), por exemplo.  Após esta primeira autenticação, é mostrado ao usuário um Token Virtual em formato numérico de 6 dígitos e que é alterado automaticamente a cada 30 segundos. Em posse deste Token, o usuário pode utilizar seu Certificado o Certificado Digital, evitando assim que qualquer outra pessoa assine o documento em seu lugar.

Sobre a Soluti

A Soluti é uma empresa especializada em tecnologia da informação com ênfase em Certificação Digital, que mais cresce no mercado brasileiro. A empresa possui um portfólio de soluções abrangentes, aplicando identificação digital e criptografia para gerar recursos seguros e confiáveis nos meios eletrônicos.

Toda a sua linha de produtos une tecnologia e conhecimento para atender companhias de todos os portes e setores, pessoas físicas e profissionais liberais, garantindo aos usuários mobilidade, conectividade e praticidade ao dia-a-dia profissional, e em atividades pessoais no uso dos meios digitais.

Presente em 26 estados brasileiros e no Distrito Federal, a Soluti tem expandido a atuação no país, por meio de aquisição de empresas, aportes e parcerias estratégicas com companhias que são referências mundiais em segurança da informação e tecnologia.

CEO brain4care, Plinio Targa, fala no HIS 2019 da experiência de ter a ciência como vetor de inovação e impacto nos negócios

CEO brain4care, Plinio Targa, fala no HIS 2019 da experiência de ter a ciência como vetor de inovação e impacto nos negócios

Startup que criou um novo sinal vital na medicina com base em descoberta científica disruptiva já tem seu método não invasivo de monitorização da pressão intracraniana em implementação em cerca de 20 hospitais no Brasil, prepara-se para nova rodada de captação e mira o mercado norte-americano. Nessa jornada, investimento em pesquisa é estratégico.

"Science4innovation: a pesquisa científica como vetor de inovação e impacto nos negócios" será o tema da palestra do CEO da brain4care, Plinio Targa, em 18 de setembro, às 14h40, no Health Innovation Show – HIS 2019. É um assunto que têm tudo a ver com a audiência do evento e também com a história da startup que nasceu com base na descoberta científica disruptiva feita pelo físico brasileiro, Sérgio Mascarenhas. O cientista desafiou uma teoria de mais de 200 anos da medicina e provou que a caixa craniana no adulto é expansível. Qual o impacto disso? Possibilitou criar um método não invasivo de monitorização da morfologia do pulso da pressão intracraniana (PIC), por meio de um sensor wireless, aplicativo e dados na nuvem, abrindo caminho para a criação de um novo sinal vital na medicina. Antes da descoberta do Professor Sérgio Mascarenhas, pensava-se que a única forma de acessar dados da PIC era de maneira invasiva em situações de extrema necessidade – um furo na cabeça do paciente, procedimento feito em centro cirúrgico, para colocação de um cateter no cérebro.

Em sua palestra, Plinio vai contar por meio da jornada da brain4care como a ciência e o empreendedorismo podem (e devem) caminhar juntos para transformar o conhecimento em benefícios concretos para a sociedade. Alguns marcos recentes dessa jornada no Brasil foram a ampliação das possibilidades de pesquisas pela disponibilidade de uma nova informação, a conquista da Anvisa para a solução wireless de monitorização da PIC e a conclusão da primeira rodada de captação de recursos – com aporte da ordem de US$ 5 milhões – que teve entre os investidores o empresário Horácio Lafer Piva.

Agora, a brain4care se prepara para realizar a segunda rodada de captação e, além do mercado brasileiro, onde já conta com seu método não invasivo em uso ou em fase de implementação em cerca de 20 hospitais em São Paulo e no Rio de Janeiro, a startup mira o mercado norte-americano. Nesse novo capítulo, o investimento em pesquisa continua a ser fundamental para conquistar espaço e credibilidade. "Já no final deste ano, por exemplo, devemos publicar a análise intermediária de um estudo que está sendo realizado na Stanford University que compara os resultados de nosso método com o invasivo, validando a correlação entre os dois resultados", informa Plinio.

Sobre a brain4care

A brain4care é uma startup brasileira que nasceu a partir do desenvolvimento de uma inovação disruptiva: método pioneiro no mundo capaz de monitorar a complacência cerebral (CC) por meio da morfologia do pulso da pressão intracraniana (PIC) e sua tendência ao longo do tempo, de maneira totalmente não invasiva. O propósito da brain4care é desafiar os limites da medicina para vivenciar histórias de saúde e felicidade. Sua missão é reduzir a dor e o sofrimento de milhões de pessoas estabelecendo um novo sinal vital, acessível a todos e em qualquer lugar. No Brasil, a empresa conta com escritórios nas cidades de São Paulo e São Carlos, e nos Estados Unidos, em Atlanta.

A brain4care foi acelerada pela Singularity University em 2017, escolhida entre mais de 500 candidatas de todo mundo. Além disso, foi finalista do Global Grand Challenge Awards by Singularity University, reconhecida pelo uso de tecnologias exponenciais para impactar positivamente a vida das pessoas em escala global e teve sua tecnologia exposta no Exponential Medicine 2017. Foi também vencedora do prêmio INOVA Saúde 2017, da ABIMO. Em 2018, foi apontada no ranking '100 Startups to Watch 2018', um estudo das revistas PEGN e Época Negócios, da Editora Globo, e da Corp.VC, braço de corporate venture da consultoria EloGroup.

brain4care no Health Innovation Show – HIS 2019

18 de setembro, no São Paulo Expo - Rodovia dos Imigrantes, km 1.5

14h40/14h55 - Palestra: Science4innovation: a pesquisa científica como vetor de inovação e impacto nos negócios, Plínio Targa, CEO da brain4care

Setembro Amarelo: como as instituições de saúde podem ajudar na prevenção ao suicídio

Setembro Amarelo: como as instituições de saúde podem ajudar na prevenção ao suicídio

Dor, desesperança, sofrimento, sentimento de desamparo e, muitas vezes, o desespero levam as pessoas a acreditarem que a morte é a única solução. No Brasil, uma pessoa a cada 45 minutos tira a própria vida. No mundo, uma a cada 40 segundos. Os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) reforçam a importância do tema. Diante disso, desde 2015, o mês de setembro é dedicado à conscientização da população sobre a realidade do suicídio.

A campanha brasileira, criada pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), foi inspirada no Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, celebrado todo dia 10 de setembro. E, a partir dela, a sociedade passou a ficar mais alerta sobre o problema que é tratado, muitas vezes, como algo vergonhoso.

O Médico do Serviço de Psiquiatria do Hospital Moinhos de Vento, Dr. Jair Segal, explica que o comportamento suicida não deve ser visto apenas como uma resposta lógica a um estresse extremo. Geralmente, o suicídio é o desfecho trágico pelo sofrimento causado por doenças psiquiátricas como os transtornos afetivos (em especial a depressão), transtornos psicóticos (esquizofrenia) e alcoolismo. Em quase 90% dos casos de suicídio há o diagnóstico de doença mental ou de abuso de drogas ilícitas e bebidas alcoólicas. As doenças orgânicas também aumentam o risco de atos suicidas e em pacientes com doenças graves, crônicas ou terminais.

Ele ainda afirma: “Devemos abandonar a ideia errônea de que se falarmos sobre o suicídio podemos induzi-lo. Falar diretamente sobre o sofrimento de quem está vivenciando uma situação de dor promove alívio e pode auxiliar a pessoa a superar sua crise e estimular a busca por ajuda especializada. Mas as pessoas que tentam suicídio estão de alguma maneira pedindo ajuda e, geralmente, não são compreendidas. Deixar de falar sobre o assunto só colabora para esse distanciamento social. O assunto suicídio deveria fazer parte, de forma muito natural, da roda de amigos, nas escolas, nos cultos religiosos, mas, especialmente, dentro das casas.”

Segundo a Organização Mundial da Saúde, identificar, avaliar e manejar pacientes suicidas é uma importante tarefa do médico, que tem um papel fundamental na prevenção do suicídio.

A Psicóloga do Hospital viValle (SP), Paula Magalhães, acredita que deve haver divulgação e esclarecimento adequado, principalmente aos profissionais de saúde de todos os níveis, desde o nível primário de atendimento. “Muitas vezes, o paciente com algum transtorno psiquiátrico em andamento não procura um profissional de saúde mental no momento adequado, mas tem contato com um clínico, um ginecologista, ou um cardiologista, por exemplo. E cabe a estes profissionais o encaminhamento adequado desta condição”, finaliza.

Sabemos que não é fácil perguntar aos pacientes sobre suas ideias suicidas. Abaixo você pode conferir uma sequência útil de questões, deixadas pelo Dr. Jair Segal, para chegar ao tópico de maneira gradual.

1. Você sente-se infeliz ou sem esperança?

2. Você sente-se desesperado?

3. Você sente-se incapaz de enfrentar os dias?

4.Você sente que sua vida é um fardo?

5. Você acha que não vale a pena viver?

6.Você pensa em cometer suicídio?

As estratégias da Central Nacional Unimed para a Saúde Suplementar

fernando torelly

Fusões, aquisições, verticalização, aposta em novos serviços, adoção de tecnologias disruptivas. Diante de um cenário competitivo na Saúde Suplementar associado a uma queda no número de beneficiários dos planos de saúde nos últimos anos criou-se a necessidade de redefinição dos papéis dos atores deste mercado. Não à toa o tema será levado ao palco de CEOs no próximo Healthcare Innovation Show esta semana.

Conversamos com Fernando Torelly, atualmente Assessor da Presidência da Central Nacional Unimed (CNU), sobre as estratégias da marca para continuidade dos negócios. Economista que já esteve à frente da direção executiva do Hospital Sírio-Libanês e da superintendência do Hospital Moinhos de Vento, Torelly contextualiza as mudanças que ocorreram no Brasil nas últimas décadas “de 1964 até hoje o Brasil aumentou em 24 anos a expectativa de vida da população. Isso é 3x mais o que os EUA fizeram no mesmo período. E nós mudamos o perfil da saúde de doenças agudas e transmissíveis para doenças crônicas”, diz.

Ele explica que o grande projeto estratégico da CNU é justamente modificar o modelo de cuidado baseado no atendimento ao paciente agudo para um modelo voltado à promoção, prevenção e coordenação do cuidado. A reestruturação focará na atenção primária e gestão populacional objetivando que as pessoas permaneçam mais tempo com saúde. A precificação do serviço precisará ser alterada. Mas a aposta é que com o sistema coordenado o custo será menor do que hoje.

“O sistema precisa de sustentabilidade e qualidade, o que não necessariamente significa gastar muito mais. Significa direcionar o incentivo ​para o lado correto”, afirma Fernando. Para isso é preciso alterar os modelos de remuneração que hoje incentivam o uso, para os que valorizem mais a qualidade, a promoção da saúde e o uso adequado. Outro desafio a ser enfrentado é a ideia amplamente difundida de que o melhor plano de saúde é aquele que dá o acesso a uma rede mais aberta e maior, não aquele com uma rede de cuidado coordenado. “Vamos ter que trabalhar a percepção do que é valor para a sociedade e o relacionamento com toda rede prestadora”, diz Torelly.

A principal política pública do Ministério da Saúde do Brasil é voltada para que cada cidadão tenha seu médico de referência na atenção primária, a Estratégia Saúde da Família. Países como Inglaterra, Holanda, França também trabalham com esses modelos. As unidades de atenção primária resolvem até 85% dos casos. Ela é mais resolutiva, faz menos exames desnecessários e expõe o paciente a um menor risco. Fernando acredita que nos próximos anos as cidades terão várias unidades de atenção primária da Saúde Suplementar.

“É uma mudança de conceito e a vantagem é que estamos sendo estimulados a fazer esta mudança porque está caro [o modelo atual]!”, e complementa “Se tá caro, tanto a operadora do plano de saúde, quanto o médico, quanto o hospital estão preocupados com isso. E o que tem de novo é que em vez de ficarem brigando um com o outro, existem experiências integrando os três e criando alternativas”.

Nesse modelo de cuidado coordenado a informação se tornam mais do que nunca essencial para as redes. O compartilhamento de informações e sua integração em um repositório único se tornará um diferencial competitivo para os prestadores, segundo Fernando.

“Se conseguirmos efetivamente fazer uma transformação no modelo de cuidado, nós certamente colocaremos na saúde suplementar mais alguns milhões de brasileiros e ainda conseguiremos eliminar os desperdícios tendo preços competitivos”, fiz Torelly e finaliza “Vai vencer, crescer mais, aqueles que tiverem a habilidade de entender que tem que estar integrado em um novo produto, em um novo conceito”.

ANS divulga Relatório do Atendimento das Ouvidorias das operadoras

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Em 2018, 99,9% dos beneficiários puderam contar com o atendimento de ouvidorias

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), por meio de sua Ouvidoria, divulga o Relatório do Atendimento das Ouvidorias – REA 2019 (ano base 2018). O documento é resultado da compilação e análise dos dados enviados pelas ouvidorias das operadoras de planos de saúde sobre os atendimentos realizados em 2018, apresentando os principais temas demandados, os prazos de resposta na finalização das manifestações e o status das recomendações feitas às operadoras no ano anterior.

Do total de operadoras em atividade no país em 2018, 96,4% possuíam unidades de ouvidoria cadastradas, totalizando 1.175 operadoras cumpridoras da Resolução Normativa - RN nº 323/2013, pela qual a Agência determinou às operadoras a criação de estruturas de ouvidoria e o envio do REA-Ouvidorias. Juntas, essas operadoras reuniam em 2018 99,9% do total de beneficiários de planos de assistência médica e/ou exclusivamente odontológica, que tiveram garantido o direito de acionar a ouvidoria de sua operadora para manifestar-se sobre o serviço prestado.

Foram recepcionados pela Ouvidoria da ANS 1.050 relatórios de ouvidorias, sendo considerados para análise 987 (63 apresentaram dados inconsistentes). Desse total, 644 ouvidorias relataram o recebimento de pelo menos uma manifestação típica de ouvidoria. Juntas, elas contabilizaram 425.080 manifestações de seus 66,9 milhões de beneficiários, resultando em uma Taxa de Demandas de Ouvidoria (TDO) geral igual a 6,3 – o que significa que esse conjunto de ouvidorias recebeu 6,3 demandas para cada grupo de 1.000 beneficiários.

Também é papel das ouvidorias das operadoras, de acordo com a RN nº 395/2016, atender demandas de reanálise assistencial, que são feitas por beneficiários após uma negativa de cobertura por parte da operadora. Desta forma, 32,4% das ouvidorias relataram ter recebido esse tipo de requerimento. Seguradoras (77,8%) e Cooperativas Médicas (66,9%) são as modalidades com maior percentual de reanálises assistenciais.

Análise das manifestações dos beneficiários

Dos 987 relatórios considerados foi registrado o recebimento de 425.080 manifestações de beneficiários junto às ouvidorias das operadoras em 2018. Estas se concentram em reclamação (58,8%) e consulta (34,4%). Apenas 7,1% são denúncias, elogios ou sugestões. Em comparação com o exercício anterior (2017), de modo geral, o total de manifestações diminuiu 17,8%, enquanto o número de reclamações aumentou 13,4%.

Os temas mais frequentes das manifestações recebidas pelas ouvidorias das operadoras foram: financeiro (24,4%), rede prestadora (21,2%), SAC (19,6%), administrativo (18%) e cobertura assistencial (16,9%).

Análise das reclamações dos beneficiários

A análise das reclamações recebidas pelas ouvidorias em 2018 demonstrou que 29,2% referem-se a temas financeiros, 26,1% a rede prestadora, 21% a administrativo, 16,7% a cobertura assistencial e 7% a SAC. Medicina de Grupo, Cooperativa Médica e Administradora de Benefícios são as modalidades de empresas mais reclamadas.

Os reclamantes mais frequentes possuem contrato do tipo coletivo empresarial (42,8%), seguidos pelos que possuem contrato individual/familiar (28,3%) e coletivo por adesão (21,6%).

Prazo de resposta ao beneficiário

A RN nº 323/2013 da ANS fixou o prazo de resposta conclusiva da ouvidoria da operadora ao demandante como não superior a sete dias úteis, sendo admitida a pactuação de prazo maior, não superior a 30 dias úteis, nos casos excepcionais ou de maior complexidade, devidamente justificados. Nesse sentido, de acordo com o relatado pelas ouvidorias das operadoras, em 2018, 91,3% das unidades concluíram suas demandas dentro do prazo de até sete dias úteis estabelecido no normativo, e 7,9% relataram a conclusão de suas demandas dentro do prazo pactuado.

A partir das manifestações recebidas e do contato direto com os usuários dos serviços prestados pelas operadoras, as ouvidorias podem propor medidas para aprimorar o processo de trabalho das empresas e corrigir possíveis falhas. Entre as recomendações de melhorias feitas pelas ouvidorias e apontadas nos relatórios enviados à ANS, destacam-se: dar maior publicidade aos canais da ouvidoria; incentivar os beneficiários a se manifestarem; promover maior interação com o SAC; e investir na comunicação entre beneficiários, rede credenciada e operadora.

Confira aqui a íntegra do REA-Ouvidorias 2019.

Inscrições prorrogadas para o Prêmio IESS

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Iniciativa que busca fomentar a produção de trabalhos com foco em saúde suplementar aceita inscrições até 15 de outubro

O Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) acaba de prorrogar as inscrições para o IX Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar até 15 de outubro de 2019. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site.

A mais importante premiação de trabalhos acadêmicos em saúde suplementar irá conceder R$ 45 mil em prêmios para os seis melhores trabalhos de pós-graduação (especialização, MBA, mestrado ou doutorado) inscritos nas categorias Economia; Direito; e, Promoção de Saúde e Qualidade de Vida e Gestão em Saúde.

Até hoje, entre as centenas de inscritos, o Prêmio IESS laureou 45 trabalhos que ajudaram a pautar mudanças importantes no setor, influenciando tanto a tomada de decisão e a formulação de políticas da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) quanto a formatação de programas de Operadoras de Planos de Saúde (OPS) ou mesmo a prática de profissionais da área.

Além do prêmio propriamente dito, a cerimônia de entrega também contará com espaço de exibição de pôsteres de trabalhos que não precisam, necessariamente, estarem ligados a um curso de pós-graduação, podendo ser de graduação ou mesmo realizado por empresas e outras instituições.

Está na dúvida se pode participar? Aí vão algumas dicas:

  • Os trabalhos concorrentes devem estar na língua portuguesa;
  • O trabalho deve ter sido aprovado pela instituição de ensino entre 01 de janeiro de 2017 a 31 de agosto de 2019;
  • Também podem participar trabalhos ainda não aprovados, desde que a data prevista para defesa seja até 31 de dezembro deste ano;
  • Trabalhos já premiados por outros concursos ou prêmios até a data da inscrição não poderão participar;
  • Só é permitido um trabalho por autor.

Outra opção é escrever um trabalho para o espaço de exibição de pôsteres.Nesse caso:

  • Não há limite de inscrições por autor;
  • Os trabalhos também devem estar em língua portuguesa;
  • Podem ser inscritos trabalhos, artigos e pesquisas não vinculados a instituições de ensino superior.

Sobre o IESS

O Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) é uma entidade sem fins lucrativos com o objetivo de promover e realizar estudos sobre saúde suplementar baseados em aspectos conceituais e técnicos que colaboram para a implementação de políticas e para a introdução de melhores práticas. O Instituto busca preparar o Brasil para enfrentar os desafios do financiamento à saúde, como também para aproveitar as imensas oportunidades e avanços no setor em benefício de todos que colaboram com a promoção da saúde e de todos os cidadãos. O IESS é uma referência nacional em estudos de saúde suplementar pela excelência técnica e independência, pela produção de estatísticas, propostas de políticas e a promoção de debates que levem à sustentabilidade da saúde suplementar.

Pixeon investe em novo espaço de inovação dentro do Hospital das Clínicas de São Paulo

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Empresa é uma das mantenedoras do Distrito Inova HC, espaço inaugurado nesta semana e abrigará startups dentro do maior complexo hospitalar da América Latina

 Alinhada à sua missão de investir cada vez mais em conhecimento, inovação e tecnologia para transformar a saúde, a Pixeon acaba de se tornar mantenedora do Distrito Inova HC, hub de inovação com foco em startups da área de saúde. O espaço, que foi inaugurado na última quinta-feira, 12,  no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), maior complexo hospitalar da América Latina, conta com 900 metros quadrados, e tem capacidade para residir até 20 startups, totalizando 150 pessoas. Uma das maiores empresas brasileiras de tecnologia para saúde, a Pixeon possui escritórios em Florianópolis (SC), São Caetano do Sul (SP) e Salvador (BA), com unidades de negócio distribuídas pelo país.

Para o CEO da Pixeon, Armando Buchina, a decisão de se tornar mantenedora do espaço é parte da estratégia de inovação da empresa, que acaba de colocar em prática um plano de investimentos de R$ 83 milhões em cinco anos para o desenvolvimento de novas soluções.

“A tecnologia da informação tem potencial para revolucionar a saúde nos próximos anos, tanto no sentido de oferecer um atendimento melhor e mais rápido ao paciente, quanto de termos fornecedores de serviços de saúde mais eficientes e saudáveis financeiramente. Esta iniciativa contribui para que a Pixeon siga na ponta da inovação do setor, apoiando o desenvolvimento de novas tecnologias em um ambiente integrado a um grande centro de excelência em saúde", afirma.

As soluções da Pixeon são utilizadas por mais de 2.000 fornecedores de serviços de saúde, como laboratórios, centros de diagnósticos, clínicas e hospitais. Seu sistema de gestão de ponta a ponta otimiza processos e garante a segurança do paciente em todas as etapas: automatiza e agiliza o agendamento de consultas, exames e procedimentos para internação, embasam os profissionais com dados mais precisos sobre os pacientes, apoiam o backoffice e a gestão de suprimentos, faturamento, controle de glosas e financeiro, etc.

Buchina ressalta que a participação da Pixeon no Distrito Inova HC será importante para que a empresa dê continuidade no desenvolvimento de tecnologias disruptivas, entre elas a PICS,  plataforma de inteligência artificial da empresa, e tecnologias para análise de exames de imagem à distância. "São inovações que apoiam os médicos na realização de diagnósticos melhores, e que continuarão impactando o segmento por muitos anos", completa o CEO.

Troca de conhecimentos

De acordo com o Distrito Inova HC, a ideia é que o espaço colabore para transformar a Faculdade de Medicina da USP em uma organização mais empreendedora, visto que muitas linhas de pesquisa têm forte potencial para virarem negócios. As soluções e tecnologias desenvolvidas pelas startups e pelas grandes empresas parceiras poderão ser absorvidas pelo HC, tendo ainda como possibilidade escalar essas soluções para outras instituições das redes públicas e privadas dos sistemas de saúde brasileiro e internacional.

Além da Pixeon, a iniciativa contará com a participação de outras grandes empresas como a AstraZeneca, Abbott, Alliar, iDr, KPMG, Cremer, Mafra, Johnson & Johnson Medical Devices, Semantix e Unimed, que terão suas áreas de inovação presentes e conectadas ao hub. Lá, poderão desenvolver suas próprias estratégias de inovação no espaço e, com isso, farão do complexo um ambiente de troca constante de conhecimento. Além das empresas parceiras, o Distrito InovaHC espera reunir corporações, investidores, universidade e startups, com o intuito de criar, testar e escalar soluções para a vasta gama de problemas existentes no sistema de saúde brasileiro.

Nesta nova unidade, o Distrito terá um grande diferencial. Além de oferecer uma grande estrutura para os residentes, como salas compartilhadas, privativas, salas de reunião e auditório, o espaço vai inovar ao montar dois laboratórios, um de Telemedicina e um de Hospital 4.0. Esses ambientes serão direcionados para recriar situações reais do ambiente hospitalar, além de servir como teste de novas tecnologias, como inteligência artificial, internet das coisas e impressão 3D.

SOBRE A PIXEON

Uma das maiores empresas brasileiras de tecnologia para saúde, a Pixeon tem o objetivo de se tornar líder nacional neste mercado. Para isso, a companhia prevê o investimento de R$ 83 milhões em todo seu portfólio de produtos visando inovações, melhorias de processos e funcionalidades, tudo pensando em aprimorar a jornada do paciente com suas soluções, desde a marcação de um exame a entrega do laudo. Possui atualmente dois mil clientes em todo o Brasil, tendo dobrado seu tamanho entre 2013 e 2015. A empresa possui escritórios em Florianópolis (SC), São Caetano do Sul (SP) e Salvador (BA), com unidades de negócio distribuídas pelo país.

Gilead Sciences anuncia nova Diretora Médica no Brasil

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A biofarmacêutica americana Gilead Sciences traz para seu time no Brasil a médica infectologista Rita Manzano Sarti. Rita será responsável por assuntos relacionados a todas as áreas de atuação terapêutica de pesquisa e desenvolvimento da Gilead no país: Hepatites e HIV/Aids.

Rita possui grande experiência médica em HIV e atuou na área de negócios na indústria farmacêutica, especialmente em Medical Affairs. Acumula conhecimento em pesquisa clínica, farmacovigilância, marketing e em assuntos regulatórios. Com formação em Medicina pela Universidade de Santo Amaro, passou por empresas como GSK Brasil, MSD Brasil, Instituto de Infectologia Emílio Ribas, Centro de Referência e Treinamento em IST/Aids e outros.

Christian Schneider, Gerente Geral da Gilead no Brasil, ressalta que a chegada da diretora médica reforça ainda mais o compromisso Gilead. "Rita será forte referência médica para disseminar a importância do tratamento e também da prevenção de doenças como hepatite B e C e HIV/ Aids."

Sobre a Gilead Sciences

A Gilead Sciences é uma biofarmacêutica dedicada à pesquisa, desenvolvimento e comercialização de terapias inovadoras para prevenção, tratamento e cura de doenças potencialmente fatais, como HIV/Aids, hepatites virais, entre outras. A Gilead foi responsável por grandes conquistas para a saúde e a qualidade de vida ao oferecer o primeiro regime antirretroviral em comprimido único para o tratamento do HIV/AIDS, além de ter revolucionado o tratamento da hepatite C com o primeiro medicamento que apresentou a possibilidade de cura da doença. Presente no Brasil desde 2013 com sede em São Paulo, a Gilead possui operações em mais de 35 países, com matriz em Foster City, Califórnia, nos Estados Unidos.

Sepse: processos tecnológicos tornam os ambientes hospitalares mais seguros

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Hospitais adotam tecnologias de ponta para destruição do DNA dos microrganismos, levando à descontaminação de seus ambientes

Manter um ambiente higienizado e livre de patógenos é um desafio enfrentado diariamente pelas Organizações de Saúde. Mesmo com equipes de Higienização bem treinadas, ainda ocorrem casos de infecção hospitalar e sepse, conhecida popularmente como infecção generalizada, a principal causa de mortes em UTIs no País. Para combater esse mal, a ciência de ponta se torna uma aliada.

“Para prevenir a sepse, é de extrema importância que as equipes envolvidas no tratamento façam a higienização correta das mãos e que a gestão do hospital invista em uma limpeza efetiva dos ambientes hospitalares, principalmente os cirúrgicos. Os microrganismos patogênicos podem se instalar em quartos, unidades de terapia intensiva, unidades de intervenção cirúrgica e, somente com uma higienização eficaz e processos de prevenção às infecções hospitalares, o hospital pode se resguardar do surgimento de casos de sepse”, comentou Fernanda Formagio Minenelli, especialista em SCIH da CNPH, empresa responsável por trazer ao Brasil tecnologias de ponta para desinfecção hospitalar.

Um dos exemplos de tecnologia é a pulverização eletrostática, que permite a descontaminação de 100% do ambiente, utilizando um princípio ativo inovador elaborado com dióxido de cloro e quaternário de amônia. O processo de pulverização da unidade do paciente leva, em média, apenas dois minutos. Essa tecnologia inovadora com o equipamento Byoplanet foi testada em hospitais brasileiros e é utilizada atualmente pelos hospitais Sírio-Libanês, 9 de Julho e ICESP, em São Paulo.

Por conta do processo de pulverização eletrostático, a taxa de erro humano no manejo do produto tende a zero - o magnetismo das moléculas acontece de forma imediata, mesmo que a pulverização não seja direcionada para todas as áreas do cômodo hospitalar. “O Byoplanet envolve também consultoria técnica e treinamento de equipes para o uso do equipamento. Além disso, por ser um processo rápido e eficaz, o tempo de giro de leitos é reduzido, o que possibilita ao hospital ampliar o número de cirurgias e otimização do tempo das internações, por exemplo”, explica a especialista.

A doença 

A sepse é um conjunto de infecções graves e generalizadas. A doença toma proporções letais devido à tentativa do sistema de defesa do corpo combatê-la, o que leva a uma resposta do organismo que pode comprometer o funcionamento de vários órgãos. A imunidade comprometida, a suscetibilidade às doenças, em conjunto com técnicas de higienização incorretas, podem agravar esse estágio, conhecido como falência múltipla de órgãos.

Sobre a CNPH

Com 25 anos de atuação, a CNPH, Importadora e Distribuidora para o mercado Médico-Hospitalar, segue como referência no segmento através de seus produtos e serviços diferenciados, que dinamizam a gestão hospitalar, ampliam a segurança dos pacientes e também das equipes envolvidas nos processos assistenciais. Na busca incessante pela entrega da solução total aos seus clientes, sua atuação é focada na Prevenção e Controle de Infecção, Segurança do Paciente e Profissionais. Tem como ponto forte produtos destinados ao Bloco Cirúrgico, Central de Materiais e Esterilização, Anestesia e Cuidados respiratórios.

TRIA, startup acelerada pela OBr.global lança aplicativo e-Health e usa a tecnologia para aproximar médicos e pacientes

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Acelerada pela OBr.global, uma das aceleradoras internacionais mais importantes do país, a TRIA lança sua aplicação segunda-feira, dia 16 de setembro, das 10h40 às 12h30, no painel “Health Tech” da 17ª edição do RIO INFO, o seu aplicativo de e-Health, que usa a tecnologia para aproximar médicos e pacientes e facilita na distribuição eletrônica de exames e laudos médicos em clínicas e laboratórios que não tenham essa tecnologia.

A startup tem a missão de colocar o paciente como ponto central e facilitar o fluxo de informações no complexo sistema de saúde. Assim, os usuários também poderão baixar exames de qualquer laboratório no Brasil (sistema agnóstico) ao disponibilizar o login e senha e dar autorização para que o TRIA Bot (“robô motoboy TRIA”) faça a coleta digitalmente e armazene as informações no aplicativo.

Um paciente, ao longo de sua vida realiza inúmeras consultas e exames, dados que ficam armazenados em locais diferentes tanto na forma física, quanto digital, em depósitos e nos computadores dos provedores de saúde. Atento às necessidades do mercado e impulsionado pelo crescimento exponencial no Brasil e no mundo do setor de e-Health – tecnologias aplicadas à saúde – a 4H Tecnologia em Saúde, empresa de participações e investidor anjo da TRIA, lançou em 2016 a primeira versão do aplicativo através da sua equipe de executivos multidisciplinares nas áreas de Tecnologia, Saúde, Design e Empreendedorismo.

A TRIA resolve, ao trazer um aplicativo para armazenamento, gestão e compartilhamento de exames, a questão da centralização de todas as informações de saúde do paciente em um único lugar. É a TRIA cuidando da saúde do paciente, reduzindo os custos para instituições de saúde (B2B) e trazendo praticidade, rapidez e segurança no armazenamento dos dados médicos do paciente (B2C).

Após aporte do grupo de investidores anjo e recursos provenientes do Programa Startup Brasil, a TRIA chega ao mercado com a sua nova arquitetura em Blockchain e seguindo padrões internacionais de segurança com a missão de colocar o paciente como ponto central e facilitar o fluxo de informações no complexo sistema de saúde.

TRIA Bot facilita o fluxo de informações entre instituições de saúde, médicos e pacientes.

A TRIA basicamente funciona como um assistente pessoal de saúde: uma interface para médicos e outra para pacientes. Ele permite ao paciente ter acesso a todo o seu histórico médico em apenas uma plataforma móvel, disponível em qualquer lugar. Além disso, o paciente pode adicionar e receber diretamente dos provedores de saúde, de forma eletrônica e agnóstica, novos resultados de exames, gerando assim uma atualização do seu histórico e o armazenamento de todos os seus dados de saúde no mesmo aplicativo. Uma outra funcionalidade da TRIA é a possibilidade de encontrar médicos recomendados por amigos e familiares e conhecer um pouco mais sobre o currículo do profissional. Para os médicos, o aplicativo informa através de alertas quando o paciente acrescenta novas informações na plataforma e permite a utilização de um Prontuário Eletrônico ágil e simples para melhor acompanhamento do paciente. Desta forma, o médico pode olhar um exame e diagnosticar o paciente sem precisar, necessariamente, marcar uma nova consulta.

“O papel do médico de família tem diminuído significativamente e, em geral, há um médico para cada tipo de doença/especialidade. Na prática, os médicos quase não conversam entre si. A TRIA é uma aplicação que vem para ajudar na comunicação entre médicos, pacientes e diferentes Instituições de Saúde”, destaca Annalídia de Moraes, Diretora Executiva da TRIA.

A TRIA disponibiliza o "TRIA Bot" customizado para hospitais, laboratórios e clínicas executarem a distribuição de seus exames e informações médicas eletronicamente. Um dos principais parceiros a apostar nesta iniciativa foi o Vita Check-up Center, do Rio de Janeiro, que tem uma média de 300 atendimentos por mês para realização de check-up geral dos pacientes. “Será possível interagir com diferentes unidades de saúde (laboratórios, hospitais, clínicas e consultórios) ao receber e armazenar os resultados de todos os exames através de um dispositivo móvel”, explica Annalídia.

Os principais benefícios para as instituições de saúde com o uso do TRIA Bot são: economia com a impressão de exames, agilidade nos processos médicos, redução de espaço físico utilizado para arquivamento de exames, segurança na entrega de resultados e rapidez nos diagnósticos médicos.

A TRIA foi acelerada pela OBr.global, aceleradora de negócios internacionais, que mantém sede no Rio de Janeiro e filiais no Vale do Silício, San Antonio, Texas, e que ganhou o prêmio “Best Mid Market Solution” de melhor solução para o mercado de empresas de médio porte pelo programa Brasil IT+ nos Estados Unidos através de seu CEO, Robert Janssen, atual Diretor Vice-Presidente de Relações Internacionais da Assespro Nacional (Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação) e com o apoio do CNPq, do Ministério das Ciências, Tecnologias, Inovações e Comunicações, Startup Brasil e Softex - Tecnologia da Informação Brasileira.

A OBr.global busca sempre ser uma alternativa além da sobrevivência, abrindo caminho para um mundo de possibilidades no mercado global de negócios. A metodologia da aceleradora é baseada em quatro pilares principais: Internacionalização, Mentoria, Aceleração e Investimentos, com agendas em várias capitais do país.

Segundo Robert Janssen, os investimentos em startups da área de saúde têm sido crescente com muitas soluções interessantes para o setor, principalmente as digitais. Estes investimentos vieram dos Estados Unidos e produziram empresas de grande sucesso como Athena Health, Castlight Health, Omada Health, entre outras.

“A TRIA é um software que vem para ajudar na comunicação entre médicos, pacientes e diferentes Instituições de Saúde”, destaca Janssen.

O primeiro parceiro a apostar nesta iniciativa foi o Laboratório Dom Bosco, de Niterói, que conta com dez unidades e tem uma média de 600 atendimentos por dia e distribuiu mais de 350.000 exames utilizando o TRIA Bot. “Será possível interagir com diferentes unidades de saúde (laboratórios, hospitais, clínicas e consultórios) ao receber e armazenar os resultados de todos os exames através de um dispositivo móvel”, explica Alex Lucena, CEO da 4H Tecnologia em Saúde e que liderou como executivo o lançamento inicial da TRIA.