Dasa acelera testes novos em parceria com universidades públicas

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Iniciativa fomenta o desenvolvimento de pesquisas que trazem benefícios diretos para os pacientes, além de testar exames antes de incorporar no portfólio dos laboratórios

Um dos pilares da Dasa, líder em medicina diagnóstica no Brasil e maior empresa do setor na América Latina, é a excelência médica. Como um todo, o setor tem ganhado maturidade e o relacionamento do mercado com a academia, sobretudo em momentos de crise, é importante. “Nossa interação com as universidades tem múltiplos targets: o fomento ao desenvolvimento de pesquisas, o estreitamento do relacionamento com a academia, a possibilidade de apresentação ao mercado  das principais inovações em medicina diagnóstica, sobretudo em genômica, a incorporação das novas soluções em tempo real e, por último, mas não menos importante, a atualização científica de nosso corpo clínico”, explica Emerson Gasparetto, vice-presidente da área médica da Dasa.

Os recentes investimentos da Dasa em parcerias com universidades públicas começam a dar resultados: boa parte dos estudos em andamento agregam informações moleculares e genéticas aos dados de pesquisas clínicas e laboratoriais dos pacientes. “É a nossa possibilidade de validar exames e testes com achados satisfatórios, antes da incorporação na rede de laboratórios”, afirma Gustavo Campana, diretor médico da Dasa.

Iniciativas em validação com a academia

Caracterização genética de crianças e jovens brasileiros com lúpus: Estudo prospectivo, com 400 pacientes com lúpus eritematoso sistêmico juvenil (LESJ), em andamento com a equipe de reumatopediatria do Instituto da Criança e do Adolescente, da FMUSP, que coordena o Grupo Brasileiro de Crianças e Adolescentes com Lúpus Eritematoso Sistêmico Pediátrico, o Brazilian Childhood-SLE Group (BRAC-SLE) – grupo nacional que envolve 27 serviços de reumatopediatria no país. O LESJ é uma doença autoimune e acompanhar sua evolução pode ser essencial para evitar danos aos órgãos acometidos pela doença. O objetivo do projeto é, então, identificar características genéticas de um subgrupo de 400 pacientes com até 6 meses de diagnóstico de LESJ, seguindo os critérios adotado pelo Colégio Americano de Reumatologia, participantes do BRAC-SLE, e agregar as informações ao banco de dados clínicos e laboratoriais do projeto. Serão avaliados os perfis de anticorpos (FAN, anti-DNA, anti-SM, anti-Ro/SSA, anti-La/SSB, anti-RNP, anti-cardiolipina, anticoagulante lúpico, anti-B2 glicoproteína 1) de 400 indivíduos, perfil lipídico (colesterol total, frações e triglicérides) dos mesmos 400 participantes e realizar a análise do exoma de lactentes e pré-escolares (60 pacientes). “O grande benefício desse trabalho será reconhecer perfis de anticorpos e lipídicos e caracterizar aspectos clínicos de LESJ com alterações genéticas e a relação com dislipidemias e lúpus monogênico”, explica Clóvis Almeida, livre docente do departamento de pediatria da FMUSP. O estudo está em aprovação nos Comitês de Ética das Instituições envolvidas e os pacientes serão acompanhados a cada 6 meses, por 10 anos consecutivos.

Estudo do microbioma intestinal em pacientes com lipodistrofia generalizada congênita: Trata-se de estudo transversal, multicêntrico, com 25 pacientes entre 4 e 40 anos, com diagnóstico de Lipodistrofia Generalizada Congênita (LGC) em seguimento pelo Grupo Brasileiro para Estudo das Lipodistrofias Herdadas e Adquiridas (BRAZLIPO), conduzido em parceria com a Universidade Federal do Ceará. A LGC ou Síndrome de Berardinelli-Seip é uma doença rara, hereditária, caracterizada pela ausência de tecido adiposo corporal, hipoleptinemia e resistência à insulina grave e seu diagnóstico envolve critérios clínicos e moleculares (mutações nos genes AGPAT2 ou BSCL2). O trabalho tem como objetivo descrever o microbioma intestinal em pacientes com LGC e compará-lo com o de familiares de primeiro grau não-portadores de lipodistrofia. Está no escopo, ainda, associar o perfil do microbioma de LGC com hábitos de dieta dos pacientes e analisar a associação entre microbioma e resistência à insulina, controle glicêmico, hipoleptinemia, hipertrigliceridemia e inflamação sistêmica em pacientes com LGC. “O estudo está em fase de recrutamento e coleta de dados (sequenciamento genético dos pacientes e familiares) e a previsão de conclusão desta etapa é dezembro de 2019. A análise dos dados ocorrerá nos meses de janeiro/fevereiro de 2020”, conta Renan Magalhães Montenegro Júnior, professor da UFC. A publicação dos resultados está prevista para março de 2020. Se precisar, posso enviar informações adicionais sobre o teste genômico de microbioma intestinal.

Sobre a Dasa

A Dasa é líder em medicina diagnóstica no Brasil, maior empresa do setor na América Latina – atua no Brasil e na Argentina – e 5ª maior no mundo, com foco em análises clínicas, diagnóstico por imagem e medicina genômica. A companhia conta com um time de mais de 20 mil colaboradores e aproximadamente 2 mil médicos, renomados no Brasil e no exterior, que atuam em uma rede robusta e capilarizada de cuidados com a saúde em todo o país. Por meio de suas mais de 40 marcas e mais de 800 laboratórios – como Delboni Auriemo, Lavoisier Diagnósticos, Alta Excelência Diagnóstica, SalomãoZoppi Diagnósticos, Sérgio Franco, CDPI, Lâmina, Bronstein, Frischmann, entre outros –, a Dasa dá acesso a 5 mil tipos de testes e realiza mais de 250 milhões de exames por ano.

Considerado hoje um dos mais importantes players de Saúde, a Dasa se encontra em uma posição estratégica para realizar e acelerar a visão de futuro e transformar a saúde com uma visão agregadora, humana, eficiente e fortemente inovadora, orientado para a medicina absolutamente personalizada, individualizada e de precisão. Alguns alicerces viabilizam sua vantagem competitiva: o corpo clínico e científico altamente qualificado; o uso da tecnologia aplicada aos dados, a capilaridade e o modelo de gestão. Nesse sentido, a companhia trabalha para criar valor para toda a cadeia por meio da promoção de conexões inteligentes para a saúde.

Brasileiro implementa técnica de cirurgia cardíaca inovadora na América Latina

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Começa a ser realizada no Brasil uma nova técnica cirúrgica para o tratamento da Fibrilação Atrial (FA) - tipo de arritmia cardíaca de maior prevalência no mundo -, sem a necessidade de radiação ionizante. Chamada de Ablação por cateter livre de fluoroscopia, ela é totalmente guiada por ecocardiograma intracardíaco e mapeamento eletroanatômico 3D, apresentando segurança e eficácia idênticos à técnica guiada por raios-X.

Feito pela primeira vez no Brasil pelo cardiologista e eletrofisiologista Dr. Eduardo Saad, a técnica representa um grande avanço na segurança de pacientes e médicos, dada a exposição frequente, e em doses significativas, de radiação ionizante, tanto em métodos diagnósticos quanto terapêuticos.

Para se ter ideia da relevância do novo procedimento, a dose efetiva de radiação que um paciente recebe durante uma ablação para FA é o equivalente à dose recebida de 750 radiografias de tórax, em um período que dura cerca entre 20 e 60 minutos de exposição, sendo ainda maior em pacientes obesos. Para os profissionais que realizam estes procedimentos, ainda que com coletes, o risco de desenvolvimento de câncer ao longo da vida é consideravelmente maior que na população em geral. O mesmo ocorre com os pacientes submetidos a procedimentos e métodos diagnósticos ao longo da vida.

Foram dois anos de aprimoramento até chegar à técnica, que já foi inserida como rotina. “Ao excluirmos o recurso do raios-x e implantarmos o mapeamento eletroanatômico e do eco intracardíaco, partimos para uma nova era no tratamento da FA, inspirando a criação de um serviço de tratamento de arritmias totalmente livre de radiação”, comenta Dr Eduardo Saad. A técnica é atualmente realizada em poucos dos principais centros de excelência no mundo e exige uma curva de aprendizado.

O médico salienta que o procedimento também é importante para quebrar paradigmas de médicos eletrofisiologistas treinados por anos a confiar em exames de imagem por fluoroscopia e que agora poderão ser reorientados para uma prática mais moderna e segura para todos.

Entendendo a ablação por cateter

A ablação por cateter é utilizada quando o paciente não apresenta bons resultados com medicamentos, ou quando prefere um tratamento definitivo da arritmia. Concomitante à ablação é realizado o estudo eletrofisiológico do coração. Um cateter elétrico sensível é usado para mapear o músculo cardíaco e as origens da atividade elétrica “extra” do órgão. O mapa indica quais as áreas problemáticas dos sinais elétricos que interferem no ritmo cardíaco. Prosseguindo, o médico realiza a ablação, ou seja, a cauterização do tecido para cicatrizar as áreas com problemas, que então deixarão de enviar sinais anormais. O procedimento é minimamente invasivo, geralmente bem sucedido e o coração volta a seu ritmo normal. O paciente tem um curto período de recuperação.

Entendo a Fibrilação Atrial

A doença atinge aproximadamente 175 milhões de pessoas. No Brasil, deve aumentar de 5-10% nos próximos anos, sobretudo em indivíduos na faixa dos 75 anos, em virtude do envelhecimento.

A doença é caracterizada por batimentos rápidos e irregulares do coração, devido à contração rápida, irregular e pouco eficiente dos átrios, gerada pelos batimentos cardíacos sem sincronia. “Esta condição facilita a estagnação do sangue e a formação de coágulos no interior dos átrios, que podem se desprender e entupir as pequenas artérias cerebrais, interrompendo a circulação de sangue e oxigênio para o cérebro, causando isquemia e infarto cerebral (AVC).

RH no setor de saúde: entenda o papel da tecnologia para vencer os desafios da área

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É comum dizer que os funcionários são os principais ativos de uma empresa e, no caso do setor de saúde, em que o capital humano é fundamental para garantir o bem-estar dos pacientes, a veracidade dessa sentença é clara desde o momento em que o paciente cruza a porta da recepção.

Diante disso, o RH tem um papel fundamental. Se em outras indústrias a presença de profissionais altamente treinados e engajados já é essencial para garantir bons resultados de negócio. No caso do setor de saúde, bons níveis de engajamento e qualificação são aspectos básicos quando a responsabilidade pela vida de outras pessoas faz parte da rotina diária.

Atender às necessidades dessa força de trabalho, no entanto, não é tarefa simples para o RH, que enfrenta uma série de desafios relacionados à busca por mais eficiência nos processos, mão de obra qualificada e segurança para as informações. Para vencer esses obstáculos, os avanços da tecnologia para dar agilidade às tarefas e integrar informações vão ser fundamentais.

Busca por eficiência

A busca por otimização de recursos e mais eficiência para os procedimentos do RH precisa ser uma constante. É comum que as instituições de saúde acabem deixando de lado este e outros departamentos que prestam serviços aos colaboradores, porém, cuidar desse aspecto é essencial para evitar problemas como falta de motivação entre os funcionários.

Para isso, é importante contar com as tecnologias certas, capazes de atender não apenas as questões humanas, mas também as demandas operacionais. Além de ferramentas de engajamento, investir em um sistema de gestão de documentos do RH é fundamental para automatizar tarefas e gerir com mais agilidade o grande volume de dados dos funcionários, reduzindo o tempo e os recursos necessários para recrutar e fazer o onboarding dos novos colaboradores.

Diante deste cenário, soluções de gestão de recursos humanos são cada vez mais comuns, porém, a maioria desses softwares não conta com funcionalidades robustas de gestão documental (como monitoramento de compliance, boas capacidades de auditoria e permissões de segurança adicionais). Por isso, os sistemas de gestão documental, que podem se integrar facilmente às soluções de gestão do RH, são aquisições importantes para que o RH possa atender às necessidades dos profissionais de saúde com mais agilidade.

Segurança das informações

Garantir o compliance das informações no setor de saúde é um desafio não apenas por causa das regras específicas que o setor precisa atender, mas também porque boa parte das instituições de saúde enfrentam altas taxas de rotatividade e contam com muitos funcionários temporários, além de múltiplos escritórios que precisam lidar com uma papelada complexa.

Sistemas de gestão documental garantem que informações sensíveis de funcionários sejam protegidas em todos os estágios, permitindo que o RH esteja à frente de todos os requisitos de compliance e privacidade, evitando falhas que podem resultar em fraudes e roubos de identidade.

A importância dos dados digitalizados e integrados

A grande rotatividade de funcionários acaba gerando um número crescente de documentos que, claro, precisam ser armazenados de alguma forma. Por isso, cada vez mais instituições de saúde estão movendo para a nuvem, conforme mostrou um estudo da Markets and Markets, que previu que o uso da nuvem deve triplicar entre até 2020.

Ao digitalizar os documentos, o RH reduz a papelada e, consequentemente, os gastos com armazenamento físico, e a guarda digital na nuvem elimina o tempo gasto pelos profissionais no acesso, aumentando a produtividade.

Apesar de ser mais conservador do que outras indústrias na adoção de novas tecnologias, o setor de saúde está mudando rapidamente, e não só os profissionais de saúde sofrem a pressão, mas também o RH. Os avanços tecnológicos, como as soluções de gestão documental, vão ser fundamentais para aliviar essa pressão e garantir que as instituições de saúde economizem tempo e recursos.

Sobre a autora

Juliana Ferreira, diretora de RH da Access

Robótica da ABB desenvolve soluções para o Hospital do Futuro

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·        ABB irá instalar robôs colaborativos avançados para laboratórios médicos e hospitais, começando com o novo centro médico no Texas Medical Center em Houston, EUA, em outubro.

·        A nova instalação no campus de inovação do Texas Medical Center vai focar nos sistemas médicos robóticos não-cirúrgicos.

·        Mercado global estima alcançar aproximadamente 60 mil robôs médicos não-cirúrgicos até 2025, quase o quádruplo, em comparação com 2018

·        ABB anunciou que irá introduzir robôs colaborativos em laboratórios médicos, ao inaugurar um novo centro de assistência médica no campus de inovação do Texas Medical Center (TMC) em Houston, no Texas.

A instalação será o primeiro centro de pesquisa de assistência médica dedicado da ABB a ser aberto em outubro de 2019. O time de pesquisa da ABB trabalhará no campus TMC com a equipe médica, cientistas e engenheiros para desenvolver sistemas médicos robóticos não-cirúrgicos, incluindo a parte logística e a próxima geração de tecnologias laboratoriais.

Sami Atiya, Presidente da divisão de negócios de Robótica e Discrete Automation disse, “A próxima geração de processos laboratoriais desenvolvidos em Houston vai acelerar os processos manuais, reduzindo e eliminando gargalos em trabalhos de laboratório e melhorando a segurança e a consistência. Isso será aplicável principalmente para novos tratamentos high-tech, como terapias pioneiras para câncer no Texas Medical Center, os quais hoje necessitam processos manuais e trabalhosos para testes.”

Atualmente, há uma limitação para a quantidade de pacientes que podem ser tratados. Trata-se da necessidade por médicos especialistas altamente qualificados, mas que gastam parte de seu dia fazendo tarefas repetitivas e menos relevantes, como preparar apresentações e carregar centrífugas. Usar robôs para automatizar essas tarefas permitirá que os médicos foquem em trabalhos altamente qualificados e produtivos, enquanto de fato ajudam mais pessoas a receberem tratamento por meio da aceleração drástica do processo de testes.

ABB analisou uma grande variedade de processos manuais de laboratórios médicos atuais e estima que 50% de testes a mais poderiam ser realizados a cada ano usando automação, enquanto robôs são treinados para assumirem processos repetitivos que reduzirão a necessidade de pessoas para fazer tarefas que causam lesão por esforços repetitivos (LER).

Conforme a população mundial envelhece, os países estão cada vez mais gastando uma grande parte de seu PIB em assistência médica. Além de melhorar a qualidade da assistência ao paciente, a crescente eficiência em assistência médica por meio da automação pode facilitar alguns dos desafios sociais, políticos e financeiros causados. Estima-se que o mercado para robôs médicos não-cirúrgicos alcance quase 60 mil até 2025, um mercado quase que quadruplicando em comparação com 2018, de acordo com uma pesquisa interna da ABB.

Sobre a ABB

ABB (ABBN: SIX Swiss Ex) é líder de tecnologia pioneira com uma oferta abrangente para indústrias digitais. Com um histórico de inovação de mais de 130 anos, a ABB é hoje líder em indústrias digitais com quatro negócios líderes globais focados no cliente: Eletrificação, Automação Industrial, Movimento e Robótica e Automação Discreta, suportados pela plataforma digital ABB Ability™. O negócio de Power Grids da ABB será desinvestido para a Hitachi em 2020. A ABB opera em mais de 100 países e conta com cerca de 147.000 funcionários.

Sabará recebe reacreditação da JCI

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Além de ser o primeiro hospital pediátrico brasileiro a conquistar essa certificação

O Sabará Hospital Infantil acaba de receber nova reacreditação pela Joint Commission International (JCI), principal certificadora de serviços de saúde do mundo, que avalia a qualidade e a segurança do serviço por meio de um rigoroso processo que envolve mais de mil itens, incluindo atendimento, gestão, infraestrutura e qualificação profissional.

“Essa notícia é muito importante para a instituição e é a prova da qualidade do serviço que apresentamos para os nossos pacientes. Gostaria de agradecer a todos pelo alto grau de comprometimento. Tenho orgulho de ser presidente dessa instituição, que conta com cuidadores tão empenhados em realizar o propósito da Fundação”, disse o Dr. José Luiz Setúbal, presidente da fundação que leva seu nome.

O Sabará possui a acreditação pela JCI desde 2013 e, a cada três anos, passa por uma reavaliação para certificar a manutenção dos padrões de qualidade. A acreditação pela JCI significa que a organização possui os mais altos padrões internacionais de segurança e qualidade nos cuidados, além de ter o compromisso de melhorar continuamente o atendimento aos pacientes.

Esta conquista reafirma a excelência do Sabará Hospital Infantil, a dedicação de sua equipe em busca das melhores práticas, garantindo sempre a segurança do paciente e a qualidade do serviço prestado.

Sobre Joint Commission International (JCI)

A Joint Commission International (JCI) é uma organização não governamental, líder mundial em certificação de organizações de saúde. Com sede nos Estados Unidos, atua há mais de 50 anos com o objetivo de criar uma cultura de segurança e qualidade no cuidado ao paciente.

Sobre Sabará Hospital Infantil

É uma instituição sem fins lucrativos e braço assistencial da Fundação José Luiz Egydio Setúbal, da qual faz parte também o Instituto PENSI, focado na realização de pesquisas e no ensino e treinamento de profissionais da saúde infantil. Possui um dos maiores e mais respeitados centros de atendimento pediátricos do Brasil e seu Pronto-Socorro está entre os maiores do mundo, sendo reconhecido pelo excelente atendimento ao paciente e pelo pioneirismo nesta área, desde sua inauguração em 1962.

Instalado em um moderno edifício de 17 andares na Avenida Angélica, em São Paulo, opera segundo o conceito de "Children's Hospital". Este modelo assistencial conta com expertise de alta complexidade em todas as especialidades pediátricas e atua com equipe multiprofissional integrada de alta capacidade resolutiva na atenção à criança.

Além de ser referência nacional em Qualidade e Segurança assistencial para tratamento de crianças. Também está entre os melhores Hospitais exclusivamente pediátricos segundo a revista chilena América Economia em 2018.

O Sabará foi o primeiro hospital exclusivamente pediátrico no estado de São Paulo a conquistar a acreditação pela Joint Commission International, (JCI) – o mais importante órgão acreditador de qualidade de instituições de saúde no mundo. A primeira certificação ocorreu em 2013, depois em 2016 o Hospital foi reacreditado e em 2019, recebeu nova reacreditação, reforçando seu compromisso com a qualidade e com a prestação de cuidados de saúde segura e eficaz.

Como a tecnologia pode auxiliar dentistas e laboratórios a venderem mais

Luis-Calicchio

O mercado de odontologia sempre foi extremamente analógico e muito dependente da habilidade manual dos profissionais que nele atuam. Dentistas e técnicos em prótese dentária (TPD) necessitavam de anos de treinamento das habilidades manuais para que pudessem executar bons trabalhos.

Nos últimos anos, com a entrada da tecnologia, começamos a ver softwares e máquinas capazes de otimizar o trabalho destes profissionais. Elas facilitam o processo produtivo e diminuem  a curva de aprendizado no setor. Estamos vivendo este momento de transição, que no início pode ser doloroso, uma vez que sair da nossa zona de conforto não agrada a maioria das pessoas. No entanto, é necessário para nos mantemos relevantes em um mercado de trabalho extremamente competitivo.

Imaginar que o futuro chegará devagar, pedindo permissão para mudar o que teoricamente já funcionava é pura ilusão. O futuro chegará com tudo, quebrando barreiras que antes pareciam insuperáveis, mudando a forma como pacientes se relacionam com seus dentistas e como dentistas se relacionam com seus TPDs. O futuro é desconcertante e temos que ter coragem para abraçar estas novas tecnologias que vieram para ficar. Resistir a tudo isso é como assinar a sentença de morte, uma vez que as empresas que estiverem liderando esta transformação provavelmente serão as que dominarão o mercado.

E você: sabe o que está mudando o mercado em que você atua? Quais são as tecnologias que estão a disposição para os que querem inovar?

Scanner intra-oral que copia os dentes dos pacientes em poucos segundos, scanner de face que reproduz os movimentos do sorriso do paciente, impressoras 3D que imprimem modelos de alta precisão, softwares de desenho que permitem a reprodução de um dente natural em poucos minutos e máquinas de fresagem que transformam blocos maciços de cerâmicas em restaurações que imitam o dente com uma precisão absurda. Sim, tudo isso existe, e já está disponível a um preço acessível, permitindo que dentistas e laboratórios se tornem mais assertivos, rápidos, produtivos e consequentemente desenvolvam seus negócios de forma exponencial.

Sou dentista há 16 anos e  estou vendo o futuro atropelar meus pré-conceitos, me tirar da zona de conforto e me obrigando a me atualizar cada vez de forma mais rápida. Admito que a sensação no início não é nada gostosa, afinal lidar com tanta novidade e velocidade nos traz uma ansiedade e insegurança gigante. No entanto, o gostoso é que: à medida que seu mindset se transforma e o entendimento de como a tecnologia te ajuda a trazer melhores experiências aos pacientes cresce, você se apaixona por ela e passa a implementá-la em diversas áreas de sua vida.

Sou um grande defensor da digitalização do mercado odontológico por acreditar que, por meio dela, podemos democratizar uma odontologia de excelência e atingir um maior número de pessoas que serão beneficiadas. Quando está dentro de um consultório e um laboratório a tecnologia otimiza processos, traz agilidade e previsibilidade na produção dos trabalhos e diminui o tempo de entrega permitindo ao cliente uma experiência muito melhor durante todo o tratamento.

A rentabilidade dos dentistas e TPDs que já adoram a tecnologia é gigante e só tende a aumentar uma vez que o aprimoramento da própria tecnologia é diária. Fiz um exercício comparando os profissionais que trabalham com o fluxo analógico com os profissionais que trabalham com o fluxo digita. No analógico, a timeline que vai desde o pedido até a entrega da prótese pode durar até 9 dias.

Já o processo digitalizado, que envolve o envio de desenho, impressão da prótese e entrega pode levar de 2 a 3 dias, em cidades diferentes, e até 10 horas na mesma cidade.

A análise dos fluxos nos mostram o ganho de velocidade com a digitalização, sem contar a padronização da qualidade, uma vez que no fluxo digital as habilidades manuais do operador são menos requisitadas. Levando isso para uma análise financeira, fica evidente o potencial de ganho pelo laboratório quando implementada a tecnologia.

Para o dentista, vem o ganho em velocidade em recebimento dos pedidos feitos e a possibilidade em oferecer uma melhor experiência a seus clientes, sendo mais assertivos nos resultados abrem para ele também um leque grande de possibilidades de ganhos financeiros.

Concluo aqui esta análise do porquê a tecnologia faz parte da minha rotina clínica, de como ela está melhorando meus ganhos financeiros e o que ela tem me permitido oferecer de experiência aos clientes. E você: será um dinossauro atropelado por este mundo de possibilidades ou reagirá a tudo isso adotando um mindset de crescimento e se unindo aqueles que estão reescrevendo a história da odontologia?

Espero que faça a escolha certa!

Sobre o autor

Luis Calicchio é dentista com mais de 15 anos de experiência, CEO e fundador da UDlab, primeira odontotech do Brasil.

Estudo realizado pela Philips, Future Health Index 2019, destaca como as tecnologias digitais no setor de saúde ajudam médicos e pacientes no dia a dia

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A Royal Philips (NYSE: PHG, AEX: PHIA), líder global em tecnologia da saúde, anunciou a publicação do relatório Future Health Index (FHI) 2019: "Transformando as experiências no atendimento médico: Explorando o impacto da tecnologia digital na rotina dos profissionais de saúde e seus pacientes"[1]. O estudo reflete uma pesquisa independente, encomendada pela Philips, sobre o que é necessário para acelerar a mudança do atendimento baseado em volume, para cuidados fundamentados em valor, na necessidade global por sistemas de saúde sustentáveis, sendo o Brasil um dos países focos.

Agora, no seu quarto ano, o relatório concentra-se no papel que a tecnologia digital desempenha no setor de saúde: a melhoria da experiência de pacientes e profissionais de saúde – dois elementos do "Objetivo Quádruplo". O relatório do FHI descobriu que, apesar da maioria dos indivíduos desejarem acesso aos seus registros eletrônicos de saúde (RES) e estarem preparados para dividi-los amplamente com os profissionais de saúde, o compartilhamento de dados que ocorre atualmente é insuficiente. Isto é verdadeiro, sobretudo para os dados recolhidos pelos próprios indivíduos. No Brasil, cerca da metade dos profissionais de saúde aconselham seus pacientes a manterem registrados seus dados de saúde, como pressão arterial (46%), peso (50%) e atividade física (50%), mas apenas 7% deles compartilham esses dados regularmente.

"O compartilhamento bidirecional de informações é essencial não apenas para oferecer o atendimento certo no momento certo, mas também ajuda a melhorar a experiência do paciente e do médico", disse Jan Kimpen, diretor médico da Philips. "Os pacientes informados e capacitados também cuidam melhor de sua saúde, o que contribui para o último elemento do objetivo quádruplo – menor custo de atendimento. O relatório do Future Health Index destaca que a saúde e o atendimento médico são inteiramente sobre pessoas. Por exemplo, a relação paciente-médico é altamente simbiótica. Em termos do bem-estar de cada parte, o que um lado faz afeta o outro e vice-versa".

No Brasil, alguns profissionais de saúde estão se adaptando a novas formas de trabalhar e começando a reconhecer as vantagens do atendimento médico digital, tanto para si quanto para seus pacientes, conforme os RESs os ajudam a prevenir problemas. Como podemos ver no relatório da Philips, 45% desses profissionais estão usando tecnologias de IA (Inteligência Artificial) em seus atendimentos médicos. "Além disso, atualmente, 73% deles compartilham informações de pacientes com outros profissionais de saúde dentro das instituições de saúde", disse David Reveco Sotomayor, CEO da Philips América Latina.

Os pesquisadores do relatório do Future Health Index 2019 identificaram três temas principais:

1. Profissionais de saúde envolvidos e aprimorados digitalmente

Este tema concentra-se em como os profissionais de saúde estão usando cada vez mais e defendendo a tecnologia digital no setor, para melhorar suas próprias experiências. O relatório destaca que a maioria destes profissionais está adaptando-se a novas formas de trabalhar, com 82% relatando que utilizam RES nas instituições de saúde.

"Embora muitos RESs convencionais sejam frequentemente criticados pelos médicos por seus déficits, é animador ver que o relatório do FHI mostra que a maioria dos médicos entrevistados ainda os considera úteis, pois as informações dos pacientes estão prontamente disponíveis a eles e prontas para serem compartilhadas dentro do hospital ", disse Kimpen.

De acordo com Reveco Sotomayor, os RESs fornecem aos pacientes o monitoramento de sua saúde, o que significa que eles podem melhorar a qualidade do atendimento que recebem e sua experiência geral. "As pessoas que têm acesso a registros eletrônicos de saúde relatam uma melhor experiência pessoal, quando se trata de atendimento médico e uma melhor qualidade dos tratamentos disponíveis, do que as que não têm ou não têm certeza quanto ao acesso."

Os resultados da pesquisa também apontam para áreas em que os benefícios integrais da tecnologia ainda precisam ser desvendados.

"Raramente, os profissionais de saúde são preparados para utilizar a tecnologia e os dados digitais quando estão treinando para a prática clínica", comentou Patricia Mechael, co-fundadora e diretora de políticas da HealthEnabled e diretora técnica do Global Digital Health Index. "Eles podem receber as informações mais recentes quando se trata de diagnósticos e tratamentos clínicos, mas não estão sendo treinados em comunicações e técnicas de dados que precisarão usar junto com suas habilidades clínicas".

2. Pacientes capacitados — acesso a dados, maior controle

O estudo indica que pessoas com acesso aos seus próprios dados de saúde estão muito mais propensas a interagir com essas informações, aprimorando a qualidade do atendimento que recebem e sua experiência de atendimento em geral. No caso do Brasil, para que os indivíduos realmente se beneficiem dos registros eletrônicos de saúde, o país precisa incentivar tanto o acesso, quanto o seu uso. O crucial é se concentrar em esclarecer de que forma os indivíduos podem facilitar a gestão de sua saúde.

Dos indivíduos brasileiros entrevistados, aqueles que compartilham dados com seu profissional de saúde são mais propensos a avaliar a qualidade do atendimento como boa ou excelente (14%), comparados àqueles que não compartilham (6%). Além disso, 79% dos indivíduos que atualmente não têm, ou não sabem se têm acesso ao seu registro eletrônico de saúde, dizem que o querem.

"Quando os pacientes estão mais envolvidos com seu atendimento, curiosamente, vemos melhores resultados – eles desenvolvem uma compreensão mais rica e sofisticada de sua jornada de saúde", disse a Dra. K. Elizabeth Hawk, médica docente da Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford, Departamento de Radiologia, Divisão de Medicina Nuclear e Radiologista da Divisão Matriz da Radiology Partners.

"Os pacientes estão explicitamente pedindo acesso a seus registros eletrônicos de saúde", disse Kimpen. "Os benefícios são claros. Agora é o momento para o setor de atendimento médico em geral intensificar seus esforços para realmente trazer os pacientes para a nuvem. Outros setores mostraram que a tecnologia está lá para fazer as coisas de forma segura".

3. Aprendendo com os pioneiros

O terceiro tema analisa como alguns países ultrapassaram outros, quando se trata de tecnologia na saúde e como elas estão se tornando cada vez mais parte da experiência cotidiana de atendimento médico para profissionais e pacientes. Por exemplo, os indivíduos entrevistados na China, Índia e Arábia Saudita disseram que tomam medidas relacionadas à sua saúde com mais frequência, resultado do monitoramento de indicadores de saúde essenciais por meio da tecnologia digital ou aplicativos móveis. As experiências dos precursores destas inovações fornecem lições que todos os países podem aprender e aplicar aos seus próprios sistemas de saúde.

"Sabemos, a partir das três edições anteriores do estudo FHI, que é difícil para os países com um sistema de saúde desenvolvido mudar, simplesmente por conta do legado", disse Kimpen. "Assim, devemos aprender com aqueles que possuem um sistema de saúde emergente, mas que têm se superado na adoção de tecnologias digitais. A tecnologia não é mais um fator limitante, o importante para todos nós é estarmos preparados para a mudança".

"Os profissionais de saúde, no Brasil, reconhecem as vantagens das diversas formas das tecnologias no setor de saúde. Entretanto, atualmente, o país está defasado com relação a outras nações em desenvolvimento. Aumentar a adoção destas tecnologias poderia ser vantajoso, no sentido de capacitar os pacientes para ter uma atitude proativa na gestão da saúde e, em última instância, aprimorar os desfechos do atendimento médico", acrescentou Reveco Sotomayor.

Desde 2016, a Philips realiza pesquisas originais para ajudar a determinar o grau de preparação dos países frente aos desafios globais e construir sistemas de saúde eficazes e eficientes. Detalhes sobre a metodologia e lista completa de fontes estão disponíveis aqui. Para ler o relatório completo, visite o site.

[1] As pesquisas do Future Health Index foram respondidas de 4 de março a 19 de maio de 2019 em 15 países (Austrália, Brasil, China, França, Alemanha, Índia, Itália, Holanda, Rússia, Arábia Saudita, Cingapura, África do Sul, Polônia, Reino Unido e EUA) na respectiva língua nativa. A pesquisa foi realizada on-line e off-line (conforme fosse relevante para as necessidades de cada mercado), com um tamanho de amostra de 1.000 indivíduos (população em geral) por mercado e de 200 por mercado para os profissionais de saúde. As exceções foram os EUA e a Alemanha, cada um com amostras ligeiramente maiores de profissionais de saúde. Para os indivíduos da população em geral, a pesquisa é representativa de dados demográficos essenciais, por exemplo, idade, gênero, região, tipo de localização (rural/urbana), renda/nível socioeconômico/educação e etnia (sempre que coubesse perguntar). Isso foi atingido por meio de uma mistura entre equilíbrio e ponderação. Na Arábia Saudita e no Brasil, a pesquisa é representativa da população on-line em âmbito nacional. A duração da pesquisa foi de aproximadamente 15 minutos nos EUA, Alemanha e Holanda, e de cerca de 10 minutos nos demais mercados. A amostra total da pesquisa inclui 3.194 profissionais de saúde (definidos como aqueles que trabalham na área de atendimento médico como médicos, cirurgiões, praticantes de enfermagem, enfermeiros diplomados, técnicos de enfermagem ou enfermeiros atuando em diversas especializações) e 15.114 indivíduos que representam a população adulta em geral.

Sobre a Royal Philips

A Royal Philips (NYSE: PHG, AEX: PHIA) é uma empresa líder em tecnologia da saúde com foco no aprimoramento da saúde das pessoas e na viabilização de melhores desfechos em todo o continuum de saúde, da prevenção e vida saudável ao diagnóstico, tratamento e atendimento domiciliar. A Philips potencializa a tecnologia avançada e profundos insights clínicos e dos consumidores para oferecer soluções integradas. Sediada na Holanda, a empresa é líder em diagnóstico por imagem, terapia por imagem, monitoramento de pacientes e informática da saúde, bem como em saúde do consumidor e atendimento domiciliar. O portfólio de tecnologia da saúde da Philips gerou 18,1 bilhões de euros em vendas em 2018 e emprega cerca de 77.000 funcionários no setor de vendas e serviços em mais de 100 países. Visite o site para obter notícias sobre a Philips.

5 startups inovadoras na área da saúde

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Nos últimos anos o mercado brasileiro começou a ouvir a palavra startup com frequência. Este modelo de negócio tem atraído investidores e empreendedores de diversos setores e a saúde não fica de fora. A tecnologia tem transformado a vida da população no diagnóstico de doenças, aumento da qualidade e até mesmo na longevidade de vida.

Quem conhece a saúde no Brasil sabe que o serviço público não atende a demanda e a população sofre com isso, tendo que arcar com um plano de saúde. Os que não podem investir num plano de saúde, tentam correr atrás de alternativas que possam suprir as necessidades da família.

É aí que as startups da área da saúde se encaixam. Ela aproxima os médicos dos pacientes e faz com que a saúde se torne mais acessível e permanente na vida das pessoas. Como as startups estão contribuindo para isso? A gente te explica!

Investimento em startups alavanca saúde no Brasil

Os modelos de negócios estão bastante diversificados. Na área da saúde, a inserção de métodos com mais tecnologia faz com que os custos sejam reduzidos, aumenta a possibilidade de ter diagnósticos precoces e relevantes ao paciente e melhora significantemente a qualidade do atendimento médico.

Desta forma, clínicas e equipes médicas conseguem diminuir os gastos mantendo o padrão de qualidade. Com essa tecnologia, até os processos de distribuição e fornecimento são automatizados e otimizados garantindo rapidez e segurança aos envolvidos no percurso.

Em setembro, o diretor-executivo do Bradesco, Leandro Miranda, divulgou que o banco está investindo R$400 milhões em startups nas áreas de meio ambiente, educação e saúde. Além disso, grandes empresas e fundações estão abrindo concursos para incentivar startups que trabalham com inovação e soluções em saúde. Isso significa que novidades virão.

5 startups inovadoras na área da saúde

As startups que destacamos abaixo não são as únicas que inovam e fazem a diferença na área da saúde. Há dezenas negócios que impactam positivamente a sociedade e dão suporte de maneira eficiente.

Iremos mostrar apenas as 5 startups mais conhecidas que contribuem com a democratização e desburocratização da saúde no Brasil:

#1. Docway

A plataforma promove o encontro de médico e paciente. Funciona assim: o paciente se cadastra e faz o agendamento online e o médico vai até o paciente. Também é possível baixar o aplicativo – disponível em iOS e Android – para ter mais praticidade e segurança no agendamento.

O Docway aceita convênios de planos de saúde. Devido aos médicos possuirem liberdade e flexibilidade de horários, as consultas podem ser realizadas em qualquer hora e dia, de acordo com a solicitação do paciente. Antes de agendar a consulta, é possível ver o perfil com foto e biografia do médico, bem como valores de atendimento.

#2. Neo

O Neo é um portal muito interessante que tem por objetivo facilitar a relação entre laboratórios e clínicas/hospitais. Através dele as clínicas podem realizar normalmente seus exames, enviar e os médicos da Neo laudam os exames rapidamente. É positivo porque devolvem laudos prontos em até 24h após a entrega, facilitando e agilizando este processo.

Estão disponíveis para laudar exames cardiológicos como Eletrocardiograma e MAPA, neurológicos como mapeamento cerebral, pulmonares e os mais simples também. Tudo isso a preço de mercado com menor espaço de tempo.

#3. Dr. Consulta

Em busca de amenizar a superlotação dos hospitais, o Dr. Consulta foi criado. Ele reduz o tempo de espera para atendimento conectando pacientes a centro médicos para realização de consultas e exames.

Entre seus benefícios, o Dr. Consulta se destaca por não cobrar nenhum tipo de mensalidade. O paciente paga, portanto, apenas o serviço que utilizar. O agendamento de consultas pode ser feito no site, onde é possível consultar valores e dados da equipe médica.

#4. iClinic

Focado em atender as demandas das clínicas, o iClinic é um software médico de gestão. Se o estabelecimento está bem organizado, os pacientes são atendidos da maneira ideal: no dia, horário, sem filas de espera.

O iClinic tem diversos benefícios para um negócio na área da saúde. Ele lembra os pacientes das consultas por meio de um SMS, organiza agenda médica, oferece um prontuário personalizável e uma gestão financeira descomplicada.

#5. Healthcentrix

O Healthcentrix é um sistema que utiliza inteligência artificial e machine learning para a área da saúde. Eles utilizam os dados coletados para prever quais são os riscos de saúde de determinada população e utilizam as informações para ações.

Dessa forma, é possível antecipar um quadro de saúde antes mesmo que a doença se instale, como forma de prevenção de doenças. Se a doença for identificada previamente, aumenta as chances de cura em níveis consideráveis.

O Healthcentrix é uma iniciativa que melhora todo processo de tratamento de doenças, desde a procura por exames adequados para mapeamento até a cura.

INPAO Dental lança plataforma e prevê 18 mil novos planos PME na carteira

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Corretores terão área personalizada e gestão de ponta a ponta

O INPAO Dental - Instituto de Previdência e Assistência Odontológica, com mais de 350 mil beneficiários, acaba de lançar a Loja Virtual INPAO Dental On-line, plataforma que irá oferecer planos com diversas coberturas, incluindo ortodontia e próteses. Empresas PME e Pessoa Física poderão contratar os planos odontológicos do INPAO Dental.

Com esse novo canal de venda, a empresa prevê a comercialização de cerca de 18 mil novos planos PME até o final de 2019. “Neste ano, estamos direcionando os nossos esforços para modernizar os canais das áreas Comercial e Marketing, e a Loja Virtual INPAO Dental vem ao encontro do que sempre buscamos oferecer aos nossos beneficiários: a Odontologia ao alcance de todos com praticidade e segurança”, explica o Diretor Administrativo Financeiro do INPAO Dental, Claudio Luiz Martins Aboud.

Desenvolvida em uma plataforma amigável, a Loja Virtual INPAO Dental apresenta uma timeline com todo o processo de compra do plano e permite que as corretoras personalizem a URL e a página de venda do plano odontológico, com a aplicação do logo, identidade visual da corretora e margem em sistema para aplicar descontos sem burocracia.

Cada corretor também poderá personalizar a sua URL. “O corretor acompanhará a jornada do cliente de ponta a ponta, do preenchimento das informações, passando pelo pagamento do boleto e a efetivação da compra. Além disso, o gestor da corretora terá relatórios de análises de quanto cada corretor da sua empresa produziu”, explica Aboud.

Atualmente, quase 100% das vendas do INPAO Dental são feitas pelo canal corretor e para as grandes empresas. Agora, com a Loja Virtual INPAO Dental On-line o corretor passa a contar com uma ferramenta de venda que dá acesso mais direto aos clientes PMEs e também Pessoas Físicas.

O INPAO Dental conta com cerca de 1.800 corretoras cadastradas sendo que 800 delas efetivam negócios todos os meses com o INPAO. Até final de 2019, com o lançamento da Loja Virtual INPAO Dental On-line, estima-se que sejam 2.500 corretoras ativas e 1.200 delas com geração efetiva de negócios.

Acesso fácil para quem compra - De posse de todos os documentos necessários exigidos pela Agência Nacional de Saúde (ANS), o cliente preenche os formulários e faz o pagamento diretamente no portal, que pode ser via boleto ou cartão de crédito. Nessa última forma, o plano odontológico entra em vigor no prazo de 24 horas, sem carência.

Nova Perspectiva de trabalho - Com a facilidade e a gestão eficiente da plataforma da Loja Virtual INPAO Dental On-line, a empresa acredita que muitos corretores que não trabalhavam com benefício odontológico vão entrar neste segmento. “Queremos ampliar os ganhos de muitos corretores”. Para isso, o INPAO Dental vai oferecer treinamentos presenciais para os corretores que querem entender mais sobre o segmento Odontológico e, assim, começar a comercializar esse benefício.

Sobre INPAO Dental - Fundado em 1964, o Instituto de Previdência e Assistência Odontológica - INPAO Dental é um dos principais planos odontológicos do Brasil e conta com mais de 20 mil opções de atendimento na sua rede credenciada, presente em todos os estados do País. A rede INPAO Dental realiza quase 1 milhão de procedimentos por ano. Possui uma carteira com mais de 1.500 clientes, que representa cerca de 350 mil beneficiários.

Tratamento para tipo dominante de câncer de mama metastático é aprovado pela Anvisa

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Mutação PIK3CA está presente em aproximadamente 40% dos casos de câncer de mama metastático HR+/HER2-

  • Piqray® (alpelisibe) é o primeiro tratamento específico para pacientes com câncer de mama avançado ou metastático HR+/HER2-, com mutação PIK3CA que progrediu durante ou após o uso de terapia inicial de base endócrina.
  • A mutação PIK3CA está presente em aproximadamente 40% dos casos de câncer de mama avançado HR+/HER2-, sendo a mais comum nessa população de pacientes[i]-[ii]-[iii]-[iv]-[v]
  • O medicamento é indicado para o tratamento de mulheres na pós-menopausa e homens[vi]
  • Piqray® em combinação com fulvestranto quase dobrou a mediana da sobrevida livre de progressão (SLP) (11,0 versus 5,7 meses) em pacientes com câncer de mama avançado ou metastático, com a mutação PIK3CA, comparado ao fulvestranto isolado no estudo clínico SOLAR-1[vii]-[viii]-[ix]

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro do medicamento Piqray® (alpelisibe), que é o primeiro tratamento específico para pacientes com câncer de mama avançado ou metastático HR+/HER2-, com mutação PIK3CA, após progressão da doença que tenha ocorrido durante ou após o uso de terapia inicial de base endócrina. Produzido pela farmacêutica Novartis, Piqray é indicado em combinação com o medicamento fulvestranto para tratar mulheres na pós-menopausa e homens[x].

Resultados do estudo SOLAR-1 de fase III demonstraram que a combinação dos medicamentos quase dobrou a mediana de sobrevida livre de progressão (SLP) – de 5,7 para 11,0 meses – em pacientes com câncer de mama metastático, com a mutação PIK3CA, em comparação ao uso do fulvestranto isolado[xi]. Piqray forneceu resultados de SLP consistentes em subgrupos pré-especificados, independente de tratamento anterior com CDK4/6 e presença ou ausência de metástases pulmonares/hepáticas.[xii]-[xiii]

PIK3CA é a mutação mais encontrada no câncer de mama tipo HR+/HER2-, atingindo aproximadamente 40% das pacientes.[xiv]-[xv] As mutações neste gene estão associadas ao crescimento do tumor, à resistência ao tratamento endócrino e a um mau prognóstico geral.[xvi]-[xvii]

Piqray é o resultado de mais de 20 anos de pesquisa sobre o papel do gene PI3K e da mutação associada. "Aprendemos com experiências passadas e as aplicamos no desenvolvimento de Piqray. Hoje é muito mais do que um importante marco regulatório - é um exemplo de como a Novartis está realmente reimaginando o câncer", afirma Diego Santoro, diretor da unidade de oncologia da Novartis.

Estima-se que 20% a 50% dos pacientes com câncer de mama em estágio inicial posteriormente desenvolverão a doença em estágio metastático[xviii], que é quando a doença não tem mais cura, pois se espalhou para outras partes do corpo, como ossos, pulmões, fígado ou cérebro. O câncer de mama é o tipo mais incidente de câncer entre as brasileiras depois do câncer de pele não melanoma. Apenas em 2018, foram cerca de 60 mil novos casos da doença no Brasil, de acordo com estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA).[xix]

Sobre Piqray® (alpelisibe)

Alpelisibe é um inibidor de quinase aprovado em combinação com fulvestranto para o tratamento de mulheres pós-menopáusicas e homens com câncer de mama avançado HR+/HER2-, com mutação PIK3CA após progressão da doença que tenha ocorrido durante ou após o uso de terapia inicial de base endócrina [xx].

Aproximadamente 40% dos pacientes com câncer de mama avançado HR+ têm uma mutação que pode ativar a isoforma PI3K-alfa, denominada mutação PIK3CA.[xxi]-[xxii]-[xxiii]-[xxiv] Essas mutações estão associadas à resistência à terapia endócrina, progressão da doença e mau prognóstico geral.[xxv]-[xxvi] Piqray funciona inibindo a via PI3K, predominantemente a isoforma PI3K-alfa, para abordar o efeito da mutação PIK3CA.[xxvii]

Indicação

Piqray® (alpelisibe) é um medicamento de prescrição usado em combinação com o medicamento fulvestranto para tratar mulheres na pós-menopausa e homens que têm câncer de mama avançado ou metastático HR+/HER2-, com a mutação PIK3CA, e cuja doença tenha progredido durante ou após o uso de terapia inicial de base endócrina.[xxviii]

Sobre a Novartis no câncer de mama avançado

Há mais de 30 anos, a Novartis vem combatendo o câncer de mama com ciência de qualidade, grande colaboração e paixão por transformar o atendimento ao paciente. Com um dos mais diversos pipelines de câncer de mama e diferentes princípios ativos para o tratamento da doença em desenvolvimento, a Novartis lidera a indústria na descoberta de novas terapias e combinações, especialmente em câncer de mama HR+ avançado, a forma mais comum da doença.

Referências:

[i] Tolaney S, Toi M, Neven P, et al. Presented at: 2019 American Association for Cancer Research (AACR) Annual Meeting; March 29-April 3, 2019; Atlanta, GA.

[ii] Di Leo A, Johnston S, Seok Lee K, et al. Lancet Oncol. 2018;19(1):87-100.

[iii] Moynahan ME, Chen D, He W, et al. Br J Cancer. 2017;116(6):726-730002E

[iv] The Cancer Genome Atlas Network. Comprehensive molecular portraits of human breast tumours. Nature. 2012;490(7418):61-70.

[v] Sobhani N, Roviello G, Corona SP et al. The prognostic value of PI3K mutational status in breast cancer: a meta-analysis. J Cell Biochem. 2018;119(6):4287-4292.

[vi] Bula do produto aprovada pela Anvisa. Publicação em DOU de 09/09/2019 através da RESOLUÇÃO-RE Nº 2.511, de 5 de setembro de 2019.

[vii] André F, Ciruelos E, Rubovszky G. Alpelisib for PIK3CA-Mutated, Hormone-Receptor-Positive Advanced Breast Cancer. N Eng J Med 2019.

[viii] André F, Ciruelos EM, Rubovszky G et al. Alpelisib (ALP) + fulvestrant (FUL) for advanced breast cancer (ABC): Results of the phase III SOLAR-1 trial. Annals of Oncology, Vol 29, Suppl 8, October 2018, Abstract LBA3_PR.

[ix] Juric D, Ciruelos EM, Rubovszky G et al. Alpelisib (ALP) + fulvestrant (FUL) for advanced breast cancer (ABC): Phase 3 SOLAR-1 trial results. Presented at the San Antonio Breast Cancer Symposium (SABCS) (Abstract #GS3-08) on December 6, 2018.

[x] Diário Oficial da União.

[xi] André F, Ciruelos E, Rubovszky G. Alpelisib for PIK3CA-Mutated, Hormone-Receptor-Positive Advanced Breast Cancer. N Eng J Med 2019.

[xii] André F, Ciruelos E, Rubovszky G. Alpelisib for PIK3CA-Mutated, Hormone-Receptor-Positive Advanced Breast Cancer. N Eng J Med 2019.

[xiii] André F, Ciruelos EM, Rubovszky G et al. Alpelisib (ALP) + fulvestrant (FUL) for advanced breast cancer (ABC): Results of the phase III SOLAR-1 trial. Annals of Oncology, Vol 29, Suppl 8, October 2018, Abstract LBA3_PR.

[xiv] The Cancer Genome Atlas Network. Comprehensive molecular portraits of human breast tumours. Nature. 2012;490(7418):61-70.

[xv] Sabine V, Crozier C, Brookes C, et al. Mutational analysis of PI3K/AKT signaling pathway in tamoxifen exemestane adjuvant multinational pathology study. Journal of Clinical Oncology. 2014; 32:2951-2958.

[xvi] Miller TW, Rexer BN, Garrett JT, et al. Mutations in the Phosphatidylinositol 3-Kinase Pathway: Role in Tumor Progression and Therapeutic Implications in Breast Cancer. Breast Cancer Res. 2011.

[xvii] Saal LH, Johansson P, Holm K. Poor prognosis in carcinoma is associated with a gene expression signature of aberrant PTEN tumor suppressor pathway activity. PNAS. 2007;104(18):7564-7569.

[xviii] Cancer Treatment Reviews 59 (2017) 22–32.

[xix] INCA - Tipos de câncer de mama.

[xx] Piqray (alpelisib) Prescribing Information. East Hanover., New Jersey, USA: Novartis Pharmaceuticals Corporation; May 2019.

[xxi] Tolaney S, Toi M, Neven P, et al. Presented at: 2019 American Association for Cancer Research (AACR) Annual Meeting; March 29-April 3, 2019; Atlanta, GA.

[xxii] Di Leo A, Johnston S, Seok Lee K, et al. Lancet Oncol. 2018;19(1):87-100.

[xxiii] Moynahan ME, Chen D, He W, et al. Br J Cancer. 2017;116(6):726-730002E

[xxiv] The Cancer Genome Atlas Network. Comprehensive molecular portraits of human breast tumours. Nature. 2012;490(7418):61-70.

[xxv] Miller TW, Rexer BN, Garrett JT, et al. Mutations in the Phosphatidylinositol 3-Kinase Pathway: Role in Tumor Progression and Therapeutic Implications in Breast Cancer. Breast Cancer Res. 2011.

[xxvi] Saal LH, Johansson P, Holm K. Poor prognosis in carcinoma is associated with a gene expression signature of aberrant PTEN tumor suppressor pathway activity. PNAS. 2007;104(18):7564-7569.

[xxvii] Diário Oficial da União.

[xxviii] Bula do produto aprovada pela Anvisa. Publicação em DOU de 09/09/2019 através da RESOLUÇÃO-RE Nº 2.511, de 5 de setembro de 2019.