Shift participa mais uma vez do Healthcare Innovation Show 2019

39362-por-que-minha-empresa-precisa-de-um-aplicativo-corporativo

Um dos principais eventos de medicina na América Latina receberá renomadas empresas, numa programação recheada de conteúdos exclusivos, envolvendo inovação, tecnologia, empreendedorismo, negócios, finanças e muito mais

A Shift participa pela terceira vez do Healthcare Innovation Show 2019, um dos eventos mais importantes na área de saúde e medicina da América Latina, que acontece em São Paulo, nos dias 18 e 19 de setembro. Nesta edição, durante os dois dias, estão programados conteúdos selecionados para cerca de 3 mil profissionais do setor.

“Trata-se de um grande encontro entre os principais players da área de saúde para a troca de um conteúdo inovador. Todas as discussões serão importantes para pensar sobre o futuro de um dos setores mais sensíveis para a população”, afirma Marcelo Lorencin, fundador e CEO da Shift, empresa de Tecnologia da Informação especializada em soluções para medicina diagnóstica.

Na ocasião, a equipe da Shift terá um espaço especialmente dedicado para receber clientes e interessados em conhecer a empresa, aproveitando também para apresentar suas novas soluções desenvolvidas para o mercado de saúde, como o aplicativo Onlife e o Shift Business Intelligence 3.0.

Sobre Healthcare Innovation Show 2019

A programação conta com palestrantes internacionais e nacionais, trazendo experiências de grandes centros americanos e brasileiros, além de reunir executivos, médicos, pesquisadores e demais profissionais da área em torno de discussões sobre temas ligados a tecnologia voltada para a medicina.

Serão mais de 200 palestrantes discutindo sobre as mais recentes atualizações nas áreas de inovação, tecnologia, empreendedorismo, negócios, finanças e muito mais. Além de conteúdo, diversos expositores apresentarão suas novidades em um ambiente totalmente diferenciado e propício para a geração de negócios.

Entre os renomados convidados estão: Karin Cooke, diretora da Kaiser Permanente International, Cristina Palmaka, presidente da SAP, Tonny Martins, presidente da IBM, Luiz Sérgio Vieira, CEO da EY Brasil, Denise Basow, presidente & CEO da Clinical Effectiveness, Wolters Kluwer e Kaveh Safavi, diretor de Prática Global de Saúde da Accenture.

Sobre a Shift Consultoria e Sistemas

A Shift é uma empresa brasileira especializada em Tecnologia da Informação para medicina diagnóstica. Fundada em 1992 e atuante em 22 estados brasileiros, vem desenvolvendo inovações tecnológicas para fornecer mais eficiência, agilidade e competitividade para o segmento laboratorial no Brasil e na América Latina.

Presente entre as Melhores Empresas para Trabalhar na área da Saúde no Brasil, pelo ranking Great Place to Work, e reconhecida como uma das principais companhias de Tecnologia da Informação para laboratórios clínicos do País, é responsável pelo processamento de mais de 35 milhões de exames de pacientes por ano e também está nos principais laboratórios dos países sul-americanos, localizados na Argentina e no Uruguai.

Com mais de 20 mil usuários do sistema, que anualmente processa cerca de 250 milhões de análises clínicas, a empresa tem apresentado crescimento anual de 20%, nos últimos seis anos. Possui equipes multidisciplinares compostas por analistas de negócios, desenvolvedores, biomédicos e consultores, que criam e administram o sistema de informação, integrações e automação de equipamentos, que dão segurança e inteligência aos processos, do começo ao fim da operação do laboratório.

Focada no conhecimento, a Shift tem como diretriz estratégica a vanguarda tecnológica e a inteligência empreendedora. Cerca de 80% de seus clientes possuem pelo menos uma das principais certificações de qualidade do País, o que demonstra a relevância e exigente perfil do grupo de laboratórios que contam com as soluções da companhia.

Reajuste de quase 8% em planos de saúde impulsiona demanda em clínicas médicas populares

Doctor greating patient
Medical office - middle-aged male doctor greeting patient, shaking hands.

54% das pessoas que já tiveram convênio ficaram sem plano nos últimos anos. Com preços acessíveis e inovações, clínicas médicas e odontológicas populares seguem como alternativa à população

Recentemente, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) autorizou aumento de até 7,35% na mensalidade dos planos de saúde individuais ou familiares. Com isso, mais de 9 milhões de brasileiros que serão afetados com a alta dos preços, o que equivale a 17% do total de 47,01 milhões de pessoas com assistência médica no país. O restante dos consumidores conta com planos coletivos e empresariais, com porcentagem de reajuste que não é regulada pela ANS.

Este é o 16º ano consecutivo que o reajuste fica acima da inflação do ano anterior. Um levantamento do Ibope, com dados coletados em oito regiões metropolitanas, incluindo Rio de Janeiro e São Paulo, indicam que 77% das pessoas veem o preço das mensalidades como impedimento para ter um plano de saúde. Além disso, o percentual de pessoas que já teve o benefício e perdeu chega a 54%.

Se por um lado o preço do convênio particular é um entrave para o acesso à saúde, pois nem todos conseguem arcar com as mensalidades, por outro lado, ao avaliar a opção gratuita, a população encontra problemas crônicos no SUS, como o longo tempo de espera, falta de médicos e de leitos, e tantos outros.

:: Alternativa acessível a serviços médicos e odontológicos

No boom de redes de clínicas médicas e odontológicas populares inseridas no mercado, a MedicMais surgiu como alternativa aos planos de saúde e ao SUS. Com somente dois anos de atuação, e mais de 70 unidades vendidas em todo o país, a empresa acaba de inovar com o Programa Mais Saúde, que contempla dois pacotes: O Mais Consulta, que dá direito a serviços médicos, e o Sorria Mais, que inclui procedimentos odontológicos.

Sobre a MedicMais

A Medic Mais é uma rede de clínicas médicas e odontológicas fundada em 2015 que promove saúde com qualidade e preços acessíveis. O modelo de negócios é inovador, unindo atendimento médico, odontológico e exames em um só local. A rede criada em Patos, Minas Gerais, realizou mais de 100 mil consultas e atendimentos nos dois primeiros anos de atuação. Atualmente em expansão no franchising associada ao grupo 10x, oferece mais de 20 especialidades e cerca de 1000 tipos de exames. Os atendimentos vão desde exames simples e consultas de rotina, até ressonância e tratamentos psicológicos e de fisioterapia.

Roche e Sysmex anunciam a renovação do compromisso com o mercado de hematologia no Brasil

inovação-em-saude-celulas-cancer

Um novo contrato de quatro anos focado no suporte aprimorado ao cliente

A Sysmex America Inc., Sysmex do Brasil Indústria e Comércio Ltda. e a Roche Diagnóstica Brasil anunciaram um novo contrato de distribuição de quatro anos. Pelo acordo, a Roche continuará a distribuir os produtos de hematologia da Sysmex, incluindo instrumentos e reagentes no Brasil. A parceria brasileira entre a Sysmex e a Roche começou em 2000. Desde então, ambas as empresas têm aplicado forças para expandir participação e conquistar a liderança de mercado.

Por meio deste acordo, as empresas pretendem fortalecer a posição de liderança, focadas em fornecer um suporte superior ao cliente. “Com compromisso renovado para o mercado brasileiro, a Roche e a Sysmex fornecerão suporte, treinamento e serviços sem precedentes na região. Isso proporcionará uma vantagem estratégica sobre nossos concorrentes e impulsionará novas oportunidades de crescimento para os negócios de hematologia”, disse Ralph Taylor, Diretor Executivo da Sysmex America.

“O acordo assegura que o Brasil continue a ter acesso às soluções de hematologia mais avançadas garantindo aos parceiros da Roche uma oferta integrada do Core Lab e hematologia baseada em excelência operacional e, mais importante, o paciente que será o maior beneficiado com essa inovação”, reforça Antonio Vergara, presidente da Roche Diagnóstica.

Depois de imunologia e bioquímica, hematologia é a terceira linha de negócios da Roche Diagnóstica no Brasil, e representa 12 por cento do faturamento local. A empresa é líder mundial em diagnóstico in vitro e diagnóstico de câncer em tecido e vem transformando o modo como as doenças podem ser prevenidas, diagnosticadas e monitoradas, oferecendo a melhor medicina de precisão. Desenvolve e integra soluções de diagnóstico e de big data para superar os desafios de hoje e antecipar as necessidades do futuro.

Sobre a Sysmex

A Sysmex está empenhada em ajudar a melhorar a saúde com soluções de diagnóstico que transformam o futuro dos cuidados médicos e contribuem para uma vida mais saudável. Sua tecnologia inovadora nas linhas de hematologia, urinálise e citometria de fluxo está mudando o mundo dos diagnósticos. Como afiliada regional no continente americano da Sysmex Corporation, sediada em Kobe, no Japão, a Sysmex é líder global em hematologia e é reconhecida como uma empresa confiável e respeitada, empenhada em melhorar a eficiência, operações e o desempenho financeiro de laboratórios clínicos. Oferecemos produtos de diagnóstico que trazem a pacientes e profissionais de saúde a informação necessária para tomar decisões com maior confiança. A revista Forbes nomeou a Sysmex uma das empresas mais inovadoras na categoria de equipamentos e serviços de saúde. Saiba mais sobre a Sysmex América e sobre a Sysmex Brasil.

Sobre a Roche

A Roche é uma empresa global, pioneira em produtos farmacêuticos e de diagnóstico, dedicada a desenvolver avanços da ciência que melhorem a vida das pessoas. Combinando as forças das divisões Farmacêutica e Diagnóstica, a Roche se tornou líder em medicina personalizada - estratégia que visa encontrar o tratamento certo para cada paciente, da melhor forma possível.

É considerada a maior empresa de biotecnologia do mundo, com medicamentos verdadeiramente diferenciados nas áreas de oncologia, imunologia, infectologia, oftalmologia e doenças do sistema nervoso central. É também líder mundial em diagnóstico in vitro e tecidual do câncer, além de ocupar posição de destaque no gerenciamento do diabetes.

Fundada em 1896, a Roche busca constantemente meios mais eficazes para prevenir, diagnosticar e tratar doenças, contribuindo de modo sustentável para a sociedade. A empresa também visa melhorar o acesso dos pacientes às inovações médicas trabalhando em parceria com todos os públicos envolvidos. Trinta medicamentos desenvolvidos pela Roche fazem parte da Lista de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial da Saúde, entre eles, antibióticos que podem salvar vidas, antimaláricos e terapias contra o câncer. Além disso, pelo décimo ano consecutivo, a Roche foi reconhecida como a empresa mais sustentável na Indústria Farmacêutica pelos Índices de Sustentabilidade Dow Jones (DJSI).

Com sede em Basileia, na Suíça, o Grupo Roche atua em mais de 100 países e, em 2018, empregou cerca de 94.000 pessoas em todo o mundo. No mesmo ano, a Roche investiu 11 bilhões de francos suíços em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e suas vendas alcançaram 56,8 bilhões de francos suíços. A Genentech, nos Estados Unidos, é um membro integral do Grupo Roche. A Roche é acionista majoritária da Chugai Pharmaceutical, no Japão. Para mais informações, visite o site.

Digitalização de prontuários médicos: saiba quais desafios as empresas ainda precisam vencer

prontuario-eletronico

O prontuário médico é o histórico de saúde do paciente mais importante dentro do hospital, reunindo todas as suas informações, desde a internação até a alta hospitalar. Se muitos desses documentos ainda estão armazenados em papel, a Lei 13.787/2018, que trata da digitalização de prontuários médicos e a utilização de sistemas informatizados para a sua guarda, armazenamento e manuseio, vai transformar totalmente esse cenário.

O volume de papel produzido pelos hospitais é impressionante: dados da ABCIS (Associação Brasileira CIO Saúde) indicam que um hospital geral de 100 leitos gera, em média, 5 mil folhas de prontuário por dia, o que representa cerca de 1.800.000 folhas de papel por ano! E um hospital especializado pode chegar ao dobro disso.

Claro que muitos hospitais já aderiram aos registros médicos eletrônicos (EMRs), mas ainda seguem antigas regras, como a que obrigava a guardar os prontuários em papel por, no mínimo, 20 anos. Com a nova lei de digitalização de prontuários médicos, os documentos originais poderão ser destruídos, após uma comissão atestar a integridade dos documentos digitais.

Quem será responsável pelo processo de digitalização?

Mas será que para o hospital vale a pena investir em pessoal e equipamentos para desenvolver um sistema de GED (Gestão Eletrônica de Documentos) ou seria mais vantajoso buscar parcerias no mercado? Certamente a segunda opção faz mais sentido, já que a gestão documental não é core das instituições de saúde.

Com uma parceria, mesmo sendo uma tarefa que exige um grande esforço inicial, o processo de digitalização dos prontuários médicos pode ser realizado de forma gradual, com o apoio de um sistema de GED desenhado especificamente para atender as necessidades do setor de saúde, atendendo a todos os requisitos determinados pela lei, sem a necessidade de contratar especialistas em desenvolvimento de software.

O mesmo parceiro pode ser o responsável pelo sistema de gestão documental que irá “organizar” todo o acervo, com regras para o armazenamento e indexando as informações de modo a que possam ser acessadas em tempo real.

Com o fim das barreiras técnicas, o desafio está em integrar o novo processo de prontuários na rotina dos profissionais médicos e administrativos, o que pode ser solucionado com programas de treinamento. Um bom sistema de GED é intuitivo, com interface clara e funções específicas para as demandas de cada setor, o que facilita a sua adoção.

Garantindo a segurança das informações médicas

O artigo 4º. da lei de digitalização de prontuários médicos deixa bem claro a preocupação com a segurança digital, detalhando que “os meios de armazenamento de documentos digitais deverão protegê-los do acesso, do uso, da alteração, da reprodução e da destruição não autorizados”. Vale lembrar que devemos também estar atentos, além do cumprimento da Lei 13.787/2018, às normas da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entra em vigor em 2020, e regula a coleta, armazenamento e compartilhamento de dados pessoais.

Todos sabemos que os dados contidos nos prontuários médicos, nas mãos dos hackers, valem ouro, sendo usados para roubo de identidade, para cometer fraudes nas faturas e nas companhias de seguro, e também para a extorsão.

Por isso, é preciso investir em um sistema de digitalização e guarda de documentos que ofereça robustas políticas de segurança, com funções claras de verificação, acesso, permissões e autenticações e, também, sistemas de rastreamento precisos e métodos de recuperação confiáveis, ao mesmo tempo em que entrega as informações de forma ágil.

Vencidos esses desafios, as instituições médicas ganharão a capacidade de tratar os dados dos pacientes de forma adequada, minimizando os riscos de erros, otimizando processos médicos e administrativos, reduzindo custos, e, claro, aumentando a qualidade do atendimento ao paciente, dentro das normas.

Sobre o autor

Carlos Alberto Ferraiuolo, diretor de Tecnologia e Inovação da Access

Telemedicina pode reduzir o número de pacientes em prontos-socorros, afirma especialista

saude-digital-telemedicina-startups-de-saude-inovacao-em-saude

Diferentemente de países como Estados Unidos, Inglaterra e Portugal, que já regulamentaram a telemedicina, no Brasil, o assunto ainda está em franca discussão. Segundo o diretor superintendente de Medicina Diagnóstica e Ambulatorial do Hospital Israelita Albert Einstein, Eliézer Silva, cerca de 40% dos pacientes que procuram os prontos-socorros apresentam problemas mais simples, de baixa complexidade e, se fizessem atendimentos online, muitos deixariam de utilizar o PS. A taxa de resolução da telemedicina é de 80% para esses casos.

Para Eliézer, que é doutor em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo e Livre-docente pela Universidade de São Paulo (USP), a telemedicina melhora a qualidade do atendimento ao proporcionar troca de conhecimentos entre especialistas e generalistas, aumenta o acesso à saúde, considerando áreas remotas sem médicos, como zona rural e plataformas de petróleo, reduz filas de pacientes que aguardam atendimento especializado, além de diminuir a utilização de recursos de saúde como pronto-socorro.

A telemedicina – área da telesaúde – se caracteriza por atendimentos e serviços médicos à distância por meio de plataformas digitas. A tecnologia pode ser utilizada em várias esferas da saúde, como consultas com um médico ou mais, consultas entre médicos para segunda opinião de diagnósticos, leitura de exames, monitoramento de pacientes e até cirurgias à distância.

"É importante frisar que a telemedicina deve ser encarada como uma opção de atendimento. Ela não substitui a visita presencial, mas pode evitá-la caso não seja essencial. Como o Brasil é caracterizado por heterogeneidade na qualidade dos serviços prestados, acesso desigual da população aos serviços de saúde e um claro subfinanciamento, a telemedicina pode impactar todas essas questões, melhorando a qualidade do processo assistencial, aumentando o acesso e reduzindo custos", acrescenta Silva.

A mesma opinião é compartilhada pelo médico espanhol Manuel Grandal, mestre em Bioética, Saúde Pública e Administração em Saúde, além de Gestão Médica e Gestão Clínica, a telemedicina mantém um nível de eficácia clínica semelhante a das consultas presenciais, promove maior acesso à saúde – em qualquer horário e local sendo necessária apenas uma conexão – e expande a cobertura de especialistas médicos para todos os cidadãos em território nacional.

O profissional ainda vai além: ele acredita que o uso da telemedicina colabora com um setor mais sustentável, trazendo mais qualidade da assistência médica, otimizando processos clínicos, além de evitar um desperdício de 20% a 90%. "Nas últimas décadas, assistimos a um processo progressivo e irreversível de transformação digital. A telemedicina fornece soluções em todos os campos da saúde e será cada vez mais uma das inovações tecnológicas que contribuirão no século XXI como instrumento de melhoria da qualidade da assistência médica", acrescenta Grandal.

Embora as evidências de pesquisas e experiências existentes tenham demonstrado a utilidade da telemedicina, a adoção da tecnologia nos sistemas de saúde ainda é lenta. Para o espanhol, o processo de transformação digital da saúde enfrentará desafios relacionados à tecnologia, processos, avaliação, modelos de negócios e necessidades de novos perfis profissionais, por exemplo.

Ainda segundo ambos os profissionais, a telemedicina também pode colaborar com ações de Atenção Primária à Saúde. Na prática, a tecnologia poderia ser utilizada para acompanhamento da saúde e estilo de vida, alertando quando o paciente precisa de uma consulta, quando precisa retornar ao médico, quando precisa de um especialista ou de um exame, por exemplo.

Sobre a UNIDAS

A UNIDAS - União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde é uma entidade associativa sem fins lucrativos, representante das operadoras de autogestão do Brasil. A autogestão em saúde é o segmento da saúde suplementar em que a própria instituição é a responsável pela administração do plano de assistência à saúde oferecido aos seus empregados, servidores ou associados e respectivos dependentes. É administrado pela área de Recursos Humanos das empresas ou por meio de uma Fundação, Associação ou Caixa de Assistência – e não tem fins lucrativos. Atualmente, a UNIDAS congrega cerca de 120 operadoras de autogestão responsáveis por prestar assistência a quase 5 milhões de beneficiários, que correspondem a 11% do total de vidas do setor de saúde suplementar. É entidade acreditadora chancelada pelo QUALISS, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), por meio do programa UNIPLUS

ANS E OAB/RJ promovem 1ª Oficina Jurídica de Ressarcimento ao SUS

impugnacoes-e-recursos-de-ressarcimento-ao-sus-serao-feitos-eletronicamente.jpg
- Shutterstock

Objetivo é esclarecer questões jurídicas, administrativas e operacionais; inscrições estão abertas

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e a Comissão Especial de Direito Sanitário e Saúde (CEDSS) da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/RJ) realizam, em 9 de outubro, a 1ª Oficina Jurídica de Ressarcimento ao Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo do encontro é esclarecer questões jurídicas, administrativas e operacionais do processo de ressarcimento junto às operadoras de planos de saúde e aos advogados.

Na abertura do evento, o diretor de Desenvolvimento Setorial da ANS, Rodrigo Aguiar, o presidente da OAB/RJ, Luciano Bandeira, e o presidente da CEDSS, Luiz Felipe Conde, vão falar sobre a visão das instituições sobre o ressarcimento ao SUS, que é uma obrigação dos planos de saúde e está previsto na Lei 9.656/1998. Na sequência, palestrantes convidados irão discutir questões específicas do ressarcimento, prestando esclarecimentos relevantes sobre o assunto.

"Esta oficina é um esforço conjunto que a ANS e a OAB/RJ estão fazendo para melhor informar à sociedade sobre questões relacionadas à regulação do mercado de planos de saúde. Será uma ótima oportunidade para esclarecermos como funciona o processo do ressarcimento ao SUS em todas as suas esferas – jurídica, administrativa e operacional – e aprofundarmos o debate sobre a importância desse mecanismo para o setor", destaca o diretor Rodrigo Aguiar.

O ressarcimento ao SUS ocorre quando são prestados, através do sistema público de saúde, atendimentos aos beneficiários das operadoras de planos privados, desde que os serviços estejam previstos em contrato ou no Rol de cobertura da ANS. Quando os beneficiários dos planos de saúde são atendidos na rede pública, é realizado um registro do seu atendimento. Essa informação é encaminhada à ANS, que realiza o cruzamento dos dados com o cadastro de beneficiários e analisa se há a obrigatoriedade desse atendimento pela operadora.

Os valores que a agência arrecada com o ressarcimento ao SUS são integralmente repassados ao Fundo Nacional de Saúde, vinculado ao Ministério da Saúde.

Saiba mais sobre o ressarcimento ao SUS.

Confira a programação preliminar - clique aqui.

Pixeon apresenta novidades de sua plataforma de IA no Healthcare Innovation Show 2019, em São Paulo

Pixeon_CEO_Armando

Pixeon - uma das maiores empresas brasileiras de tecnologia para saúde - apresentará as novidades de sua plataforma de inteligência artificial na edição 2019 do Healthcare Innovation Show (HIS), principal evento do gênero no país. Realizado na capital paulista nos dias 18 e 19 de setembro, o HIS trará mais de 200 palestrantes, que pretendem elencar o que de mais inovador existe no segmento para demonstrar que, quando se trata da saúde, a constante atualização faz toda a diferença.

No evento, a Pixeon compartilhará com os mais de 3 mil participantes os avanços conquistados desde o lançamento do protótipo da PICS (Pixeon Inteligência Clínica da Saúde), realizado na última feira Hospitalar - uma das maiores do setor no Brasil.

A plataforma, embora ainda em fase de desenvolvimento. tem sua inteligência artificial alimentada por ferramentas que envolvem o processamento de linguagem natural (PLN) e machine learning. Com isso, ela já é capaz de analisar e cruzar dados, reconhecer padrões, analisar probabilidades e, por fim, sugerir diagnósticos, protocolos e prescrições. Tudo com o objetivo de apoiar e empoderar cada vez mais o profissional da saúde.

“O nosso objetivo é consolidar uma plataforma única que funcione como um  avançado núcleo gerador e centralizador de informações, capaz de auxiliar profissionais de saúde em geral e ao mesmo tempo acompanhar o paciente, independentemente da unidade na qual ele é atendido”, comenta o CEO da Pixeon, Armando Buchina. A plataforma será integrada e atualizada em tempo real para todas as unidades que utilizem o sistema, evitando que haja perda de informações e queda na qualidade do atendimento do paciente por questões como troca de equipe ou atendimento em uma unidade diferente da sua habitual.

“Também está previsto no escopo da PICS computar e analisar dados de sintomas, exames, possibilidades de diagnóstico e monitoramento de sinais vitais, a fim de detectar com maior precisão possíveis desvios de padrão de cada paciente, alertando as equipes quando for necessário e auxiliando os profissionais no momento do diagnóstico. A PICS se comunicará com as pessoas por diversos canais de conversação, como voice-live, whatsapp, robot chat, etc, sempre com objetivo de entregar insights de informações com esta interatividade homem-máquina fácil e natural. ”, complementa.Com todas essas funções, o sistema será capaz de diminuir a variabilidade de diagnósticos em casos similares, e reduzir, dentre outras coisas, a incidência de erros humanos.

“Com os devidos cuidados à segurança da informação e atenção à jornada do paciente, essa solução pode ser o que o setor da saúde estava esperando para transcender sua função mais corretiva ou paliativa para uma verdadeira e eficiente medicina preventiva, capaz de aumentar exponencialmente a expectativa de vida dos pacientes”, finaliza Buchina.

Foi a óbito a gestão tradicional de saúde

Rachel Lopes de Araujo

Apesar de todos os esforços, a gestão tradicional de saúde não resistiu e foi a óbito. Ou seja, aquele velho jeito de fazer as coisas já não funciona mais. Segredos e fórmulas prontas não se aplicam mais ao cotidiano globalizado e mutável no qual vivemos atualmente. Tudo que está em pleno funcionamento pode mudar – e mudará – de uma hora para a outra com as novas tendências, tecnologias e inovação, sobretudo na área da saúde.

Inovar está em fazer além do bê-á-bá. Ser inovador é ser criativo, mas com pensamento crítico, de olho em novas fórmulas decisivas para a gestão de saúde. E, muitas vezes, trata-se apenas de melhorar o que já existe, ter ideias prósperas e viáveis que gerem resultado e, principalmente, façam a diferença na vida das pessoas. Uma empresa ou um profissional, para inovar, precisa, antes de qualquer coisa, ser resolutivo.

A resolubilidade é imprescindível em todos os segmentos, afinal, ninguém tem mais tempo para perder com soluções de longo prazo, e, na área da saúde, não é diferente. Romper com o modus operandi da gestão tradicional de saúde é fundamental para desenvolver o segmento e dar mais acesso à população, oferecendo ainda mais serviços de qualidade, soluções adequadas e com custo viável para operadoras e pacientes, além de um atendimento integral, em que o paciente é visto de forma individual e completa por uma instituição capaz de resolver ou encaminhar todas as suas necessidades.

Na era da integração entre os mundos físico, virtual e digital, em que as pessoas viverão mais – em 2030, o Brasil terá a quinta população mais idosa do mundo –, os serviços de saúde precisarão estar um passo à frente, e acredito no investimento em saúde primária como solução para a nova gestão de saúde.

Capacitar médicos – ou resgatar a figura dos médicos de família – e profissionais da área para conhecerem mais, ouvirem mais e informarem mais seus pacientes, aliados a centros de saúde integrados para uma atenção básica bem-feita e completa, tem demonstrado ser um caminho bem-sucedido no sistema de saúde. Educar e prevenir é mais barato que tratar: o médico de família – ou seja, apenas um profissional – pode lidar com até 70% dos problemas de saúde.

Acredito que conhecer e acompanhar o paciente por toda a vida, orientá-lo e atuar na prevenção de doenças, identificando os problemas de saúde e tratando-os para que não se agravem – ou direcionando os casos mais graves e complexos para atendimento especializado –, é o caminho para solidificar a ideia de inovação em saúde, tudo isso concentrado, conectado, integrado!

Unimed Juiz de Fora anuncia unidade inovadora na Zona Norte

Moinho

Em franco processo de crescimento e expansão, a Unimed Juiz de Fora oficializou sua parceria com o Moinho Center JK, para a instalação de uma nova unidade no empreendimento em construção no bairro Francisco Bernardino, Zona Norte da cidade. Diretores da Unimed Juiz de Fora e do Moinho assinaram o contrato, na última semana, para a montagem de um ambulatório inovador no Espaço Saúde do centro comercial.

A Unimed Juiz de Fora vai ocupar um andar inteiro do Moinho Center JK - uma área de mais de 700 m2 - com atendimento em várias especialidades e um mix de serviços exclusivos que leva para a Zona Norte os programas de medicina preventiva do Espaço Viver Bem e ainda diferenciais do Unimed Pleno e do Núcleo de Atendimento Unimed, suas unidades no Centro. “Nosso objetivo é criar facilidades, estar perto e participar da vida dos nossos clientes que residem ou trabalham na Zona Norte. Trata-se de um ambulatório moderno, com todos os atributos do Jeito de Cuidar Unimed”, destacou o diretor de Relacionamento e Mercado, Glauco Araújo, durante a assinatura do contrato, que contou com a presença de toda a Diretoria Executiva da cooperativa.

Entusiasmado com a parceria, o empreendedor do Moinho Center JK, o empresário Marcelo Mendonça, agradeceu a confiança e o comprometimento da direção da Unimed Juiz de Fora com o projeto. “O Moinho é o lugar da vida coletiva. Será um polo catalisador de atividades relacionadas à saúde, à educação, ao lazer e entretenimento com o propósito de inspirar as pessoas a promoverem transformação social. A Unimed Juiz de Fora está alinhada com esse propósito: estimular o protagonismo do paciente em ações de prevenção, cuidado e valorização da vida”, afirmou Mendonça enfatizando a expectativa de que a presença da Unimed incentive novos parceiros.

MOINHO CENTER JK - Instalado em uma área de 30 mil m2, o novo Moinho Center JK vai reunir Residence Service, Street Mall, Educação, Saúde, Esporte, Lazer, Entretenimento e Coworking. Da revitalização das antigas estruturas do Moinho Vera Cruz à adoção de práticas como uso de energia solar, reaproveitamento de água, melhorias na mobilidade urbana, o Moinho Center JK está sendo concebido e vai operar dentro dos principais aspectos da sustentabilidade.

Unimed Nova Iguaçu contrata MV para superar desafios

Unimed_NI (1)

Mais de 80 mil beneficiários, cerca de 300 colaboradores, 133 prestadores de serviços, aproximadamente 630 médicos cooperados e oito municípios de abrangência. Esse é o perfil da Unimed Nova Iguaçu. A operadora de planos de Saúde, que é a terceira maior no mercado do Rio de Janeiro, viu na MV a parceria ideal para manter seu atendimento diferenciado e ao mesmo tempo evoluir mantendo o padrão de qualidade, elevando a excelência em gestão e seguindo o plano de expansão.

De acordo com o diretor-presidente da Unimed Nova Iguaçu, Emilson Lorca, a contratação da MV foi resultado de uma comunhão de interesses num momento oportuno. A operadora, utilizando um software limitado para as suas necessidades, tentava fazer um upgrade tecnológico. Porém, o processo não avançou conforme expectativas. A urgência por melhorias em processos administrativos, financeiros e gerenciais, além de, por exemplo, controles mais efetivos sobre autorizações de procedimentos e atendimentos a obrigações legais fizeram a Unimed Nova Iguaçu optar pela contratação da MV. “Nos apropriaremos da expertise de longa data da empresa junto ao mercado de planos de Saúde para melhorar nossos serviços e o relacionamento com os beneficiários”, diz Lorca.

Na Unimed Nova Iguaçu, um dos diferenciais no uso da plataforma SOUL MV será a possibilidade do autosserviço. Por meio do Portal do Beneficiário, haverá otimização da comunicação e da troca de informações com a rede credenciada. Ainda haverá melhoria no funcionamento do call center porque a ferramenta também disponibiliza de forma online tudo que o beneficiário precisa, aumentando a facilidade de acesso e a satisfação.

Crescimento no Rio de Janeiro

Há menos de um ano da inauguração de um hospital próprio com 266 leitos, 12 salas de cirurgia, serviços de hemodinâmica, laboratório e imagem próprios, além de capacidade para atender cerca de 252 mil pacientes anualmente no serviço ambulatorial e de emergência, o objetivo da Unimed Nova Iguaçu é ter o apoio da MV também no atendimento às necessidades de gestão hospitalar. “A empresa tem tradição. A excelência e a qualidade do seu serviço são unânimes em todos os segmentos que consultamos. Estamos certos de que queremos expandir essa parceria que muito nos honra.” Emilson Lorca ainda completa: “toda a diretoria da Unimed Nova Iguaçu tem o sentimento de que foi um passo definitivamente correto a contratação da MV”.

Sobre a MV

Norteada pela missão de tornar a Saúde mais humanizada e eficiente por meio da TI, a MV oferece há mais de 30 anos soluções para hospitais, clínicas, operadoras de planos de Saúde, centros de medicina diagnóstica e redes de Saúde Pública. Líder nacional em desenvolvimento de softwares de gestão para a Saúde, a empresa construiu um legado no sistema brasileiro. São mais de 1500 instituições utilizando as soluções MV para oferecer eficiência, agilidade, precisão e segurança na prestação de serviços na Saúde. E esse número cresce a cada ano, sobretudo, com a expansão da atuação na América Latina e os reconhecimentos internacionais da qualidade das soluções MV. Para saber mais, acesse www.mv.com.br. Acompanhe-nos também no Facebook, Twitter e LinkedIn.