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Unimed Fesp busca startups para novo hub de inovação da empresa

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As inscrições para processo seletivo de startups encerram dia 6 de outubro

De olho nos avanços tecnológicos da área de saúde, a Unimed Fesp, a operadora de saúde do Sistema Unimed no estado de São Paulo, não perdeu tempo. Criou um comitê de tecnologia em 2017 e resolveu acelerar ainda mais seu processo. Foi lançado o hub de inovação, o Vitall, que fica instalado no WeWork, da Avenida Paulista, em São Paulo, e reúne startups com soluções de saúde.

Em expansão, o Vitall, está em busca de novas startups para integrarem o Hub. Em conjunto com a Liga Ventures, o programa Conexão Vitall está recebendo inscrições de startups até o dia 6 de outubro. Todas as informações e o link para inscrição estão no endereço.

Também em pareceria com a Liga Ventures, uma aceleradora corporativa que une grandes empresas às startups com a Eretz.bio, do Albert Einstein, onde terão acessos à laboratórios de última geração e pesquisas; contará com uma assistente virtual em parceria com a tecnologia IBM Watson; terá um aplicativo de gestão de saúde do paciente, entre outras soluções.

“A intenção é usar a tecnologia para facilitar a vida de todos que fazem parte do Sistema Unimed. Imagine se você, paciente que mora em Campinas, passa mal em São José do Rio Preto. O médico poderá ver seu prontuário médico e verificar suas doenças, se já passou em consultas, que medicamentos tomou ou tem alergia”, explica Maurício Cerri, superintendente de Tecnologia da Informação. “A estimativa também é que até 2020 todas as regulamentações sobre telemedicina estejam aprovadas e que o hub de inovação possa oferecer até mesmo o que chamamos de Psicologia Viva, ou seja, o atendimento de um psicólogo pela internet”.

Já para o Sistema Unimed, o hub de inovação Vitall terá em suas mãos o que há de mais novo no mercado e poderá trazer soluções de gestão para todos os envolvidos no ecossistema. “Poderemos acelerar uma startup, comprar ou somente pagar pelos serviços dela. Assim agilizamos os processos e resolveremos mais rápido nossos problemas”, diz Maurício.

Sobre a Unimed Fesp 

Criada em 1971, apenas quatro anos após a fundação da primeira Unimed, em Santos, a Federação das Unimeds do Estado de São Paulo (Unimed Fesp) nasceu com o intuito de integrar as cooperativas singulares de todo o Estado. A Unimed Fesp atua no mercado como operadora de saúde e como uma federação sendo que, entre suas atribuições está o oferecimento de assessoria comercial/relações empresariais, jurídica, em projetos hospitalares, em saúde ocupacional, em educação cooperativista, entre outras áreas, orientando, coordenando e normatizando a filosofia cooperativista entre dirigentes, médicos cooperados e funcionários. É a 16ª maior assistência médica do país e conta 460 mil beneficiários, 174 empresas contratantes e corresponde a 2,6% dos clientes do Sistema Unimed. Sob o guarda-chuva da Fesp estão 77 Unimeds filiadas à Fesp, entre elas, 71 singulares e seis Federações Intrafederativas.

Federação dos Hospitais alerta sobre decisão do STF que impacta negativamente o setor da saúde

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Decisão do STF obriga o afastamento compulsório de mulheres grávidas e lactantes por insalubridade, sem considerar a graduação e desconsiderando o atestado médico, no entanto, o INSS não reconhece esse benefício

Decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) declarou inconstitucionais trechos de dispositivos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) inseridos pela Reforma Trabalhista (Lei 13.467/2017) que admitiam a possibilidade de trabalhadoras grávidas e lactantes desempenharem atividades insalubres em algumas hipóteses. Foi resultado do julgamento de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 5938, apresentada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos.

Para Yussif Ali Mere Jr, presidente da FEHOESP- Federação dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo, esta decisão é um absurdo, uma violência contra a mulher. Atendeu a uma demanda da categoria dos metalúrgicos e do setor minerador e não se aplica ao segmento da saúde.

“Esse problema começou no último dia do governo Dilma, que sancionou essa Lei, que sequer passou pelo plenário do Congresso. Foi direto das comissões para sanção presidencial. Essa Lei impede que qualquer mulher grávida ou lactante, do início da gravidez até a lactação, trabalhe em qualquer lugar insalubre”, explica Ali Mere Jr.

O presidente da FEHOESP alerta que a decisão do STF não considerou o escalonamento do grau de risco da insalubridade, suprimindo o artigo 394-A da CLT e não permite também a apresentação de atestado de médico da confiança da trabalhadora, que chancele a permanência da mesma no local.

“No setor da saúde, a grande maioria das áreas tem insalubridade de mínimo a médio, que não prejudica a mulher grávida ou lactante.  Uma Lei como essa vai impactar negativamente o segmento dos serviços de saúde, já que a mão de obra feminina   ocupa mais de 70% das vagas do setor e a maioria delas está em idade fértil”, avalia o presidente.

Quem paga o afastamento?

A Lei é ainda inespecífica e cria confusão no setor. “Determina o afastamento desde o primeiro mês da gravidez, mas não há previsão de pagamento do INSS. Essa Lei desestrutura o setor da saúde como um todo”, alerta o presidente da FEHOESP.

Se não for possível realocar a colaboradora em local salubre dentro da empresa, o parágrafo 3º do art. 394-A da lei determina que a hipótese será considerada como gravidez de risco e ensejará a percepção de salário-maternidade, nos termos da Lei 8.213/1991, durante todo o período de afastamento.

“Ocorre que quando os estabelecimentos de saúde procuram as agências do INSS para afastar as gestantes, isso é negado, gerando dúvidas e incertezas para os gestores”, ressalta o presidente da FEHOESP,Yussif Ali Mere Jr.

Conforme a regra geral do “salário-maternidade”, esse só pode ser concedido a partir de 28 dias antes do parto, com um tempo máximo de 120 dias, podendo ser alongando por mais 60 dias, nos casos das empresas que aderem ao programa Empresa Cidadã.

FEHOESP apela ao Congresso

O tema foi amplamente discutido durante reunião do Comitê de Segurança e Saúde Ocupacional da FEHOESP, que reuniu representantes de clínicas, laboratórios e grandes hospitais privados, filantrópicos e até públicos.

Como resultado do encontro foi redigida uma Carta de Intenções, que está sendo encaminhada pela FEHOESP a deputados federais, senadores e órgãos governamentais com o objetivo de criar       um projeto de lei visando a regulamentação dos direitos das gestantes e lactantes do setor da saúde.

FIDI implanta projeto de inteligência artificial em hospitais públicos de Goiânia

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Software contribui na priorização do atendimento aos pacientes com lesões cerebrais graves

A Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI), responsável por gerir sistemas de diagnóstico por imagem em 85 unidades na rede pública de saúde, acaba de implantar um projeto de inteligência artificial aplicado nos exames de tomografia de crânio e de coluna cervical realizados em três hospitais públicos de Goiânia. A tecnologia identifica lesões em tomografias por meio de inteligência artificial, auxiliando e sinalizando via sistema que o paciente deve ter o atendimento e o laudo priorizados. Os hospitais beneficiados foram o Hospital Geral de Goiânia (HGG), o Hospital Estadual de Urgências de Goiânia Dr. Valdemiro Cruz (HUGO) e o Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (HUGOL).

A parceria entre a FIDI e a AIDOC, startup focada em aplicar inteligência artificial à radiologia, concretiza no Brasil o primeiro projeto de pesquisa de inteligência artificial no diagnóstico por imagem para a rede pública. A expectativa é oferecer atendimento qualificado no menor tempo possível em casos de traumatismos, acidente vascular cerebral e outras situações que determinem dano cerebral, a fim de reduzir sequelas e até mesmo salvar vidas. Desde a implantação do projeto, no início deste ano, 92% dos casos em que havia sangramentos foram devidamente detectados e priorizados pelo algoritmo.

Em novembro de 2017, a ferramenta recebeu o CE Mark, certificação da União Europeia que atesta a aplicabilidade e segurança de dispositivos médicos. Além disso, o software recebeu autorização da Food and Drug Administration (FDA) órgão governamental dos EUA que faz a regulação dos alimentos (tanto humano como animal), suplementos alimentares, medicamentos (humano e animal), cosméticos, equipamentos médicos, materiais biológicos e produtos derivados do sangue humano, tornando-se a primeira empresa a ser aprovada pelo governo americano para fazer a triagem de pacientes com IA.

O objetivo não é substituir o capital humano no processo de análise e elaboração de laudos, já que todos os exames são analisados e laudados pelo médico radiologista, e sim dar ainda mais precisão e agilidade ao profissional. “Todo desenvolvimento tecnológico é usado em benefício do paciente. Com a ferramenta, nós agilizamos o atendimento de pessoas com quadro mais grave e que nem sempre é visível antes da análise do exame”, afirma Igor dos Santos, Médico Radiologista e Chefe de Inovação da FIDI.

O sistema de inteligência artificial

O processo segue o seguinte fluxo: ao realizar um exame, as imagens seguem para o servidor da FIDI, que identifica se é uma tomografia de crânio, oculta os dados do paciente e envia para o servidor da AIDOC na nuvem. As imagens são devolvidas para o servidor da FIDI com as marcações das lesões, se houver. O exame é reidentificado com os dados do paciente e segue para a central de laudos da FIDI.

Na central de laudos, o sistema prioriza automaticamente o exame que apresenta quadro grave, permitindo ao médico radiologista analisar e laudar mais rapidamente para acelerar o atendimento ao paciente. “É importante salientar que as imagens que seguem para o servidor da AIDOC continuam simultaneamente disponíveis na central de laudos da FIDI, ou seja, o uso da ferramenta não inviabiliza o trabalho já realizado normalmente”, explica dos Santos.

Sobre a FIDI

A Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI) existe há mais de 30 anos e é responsável por gerir sistemas de diagnóstico por imagem na rede pública de saúde. Fundada em 1985 por médicos professores integrantes do Departamento de Diagnóstico por Imagem da Escola Paulista de Medicina – atual Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) –, a FIDI nasceu com o objetivo de prestar assistência à população, além de contribuir para o aprimoramento de médicos radiologistas por meio de programas de educação continuada, bolsas de estudo e cursos de especialização.

Com 2.500 colaboradores e um corpo técnico formado por mais de 500 médicos, a FIDI realiza anualmente 5 milhões de exames entre ressonância magnética, tomografia computadorizada, ultrassonografia, mamografia, raios X e densitometria óssea. Desde 2006, a FIDI deixou de ser Instituto e passou a ser denominada Fundação. Em 2009 ganhou status de Organização Social, expandido sua atuação e hoje está presente em 85 unidades de saúde nos estados de São Paulo e Goiás, além de ter participado da primeira Parceria Público-Privada de diagnóstico por imagem na Bahia.

Nova forma de gestão sustentará medicina

Nova forma de gestão sustentará medicina

A tecnologia vem sendo aplicada na saúde com bastante entusiasmo para uma vida mais longeva e de qualidade. Por isso, ela não deve ser vista como vilã em relação aos custos médicos.

Estimativas globais apontam que de 40% a 50% do aumento dos gastos com saúde está relacionado aos avanços tecnológicos. Mas o investimento em novos sistemas é extremamente necessário e justifica o gasto.

Um aparelho implantado para um diagnóstico mais preciso traz economia em outros fatores que “pagam” a sua compra. Fala-se muito no uso da tecnologia para reduzir internações, ser mais efetivo em um tratamento, mas há uma série de outras economias a partir do avanço tecnológico e que surgem como novo modelo de gestão administrativa sustentável.

É preciso entender quais gastos deve-se ou não arcar olhando para o cenário atual. O setor de saúde no Brasil movimentou R$ 540 bilhões em 2018, de acordo com o Ministério da Saúde.

A variação dos custos médico-hospitalares, chamada de inflação médica, chegou a 16,9% no ano passado, de acordo com o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). Para 2019, há estimativa novamente de crescimento. Essa inflação é composta pelo uso dos serviços. Em 2018, a quantidade de consultas e exames aumentaram 9,5% e 10,1%, respectivamente, em comparação a 2017. Quando pensamos em remédios, o IPCA mostrou em 2019 a maior alta nos preços desde 2016 (2,25%).

Esses valores estão diretamente ligados aos serviços de saúde, que hoje são baseados em parâmetros de mercado desproporcionais, com tabelas genéricas para nortear as atividades de todo o setor.  Para lidar de maneira real com tais gastos, uma boa gestão auxilia na correta distribuição e uso de insumos. Para cada finalidade, por exemplo, a divisão inteligente otimiza o uso e quantidades de esparadrapos, seringas, medicamentos até o final do tratamento, sem excessos ou faltas.

Análises e interpretação de dados a partir de Big Data e Inteligência Artificial também são mecanismos eficazes para a solução de uma patologia, diminuindo tentativas (e erros) e tempo de tratamento de um paciente. Consequentemente, há uma redução em toda a cadeia, de exames desnecessários a remédios que não atingiram o resultado. Essas tecnologias permitem indicar o melhor protocolo para o caso, de acordo com situações semelhantes que tiveram sucesso.

Outra metodologia de gestão é acompanhar o tratamento fora do ambiente hospitalar. A chamada medicina da precisão será responsável por monitorar a saúde a todo o tempo. O monitoramento poderá responder se o tratamento está sendo efetivo ou se é melhor interromper o remédio, recolher o sobressalente e oferecer um novo.

Essa gestão calculada levará a medicina atual a outro patamar, muito mais tecnológico e rentável, que vai adaptar o tratamento a cada indivíduo e situação.

A expectativa de gastos em todo o mundo com saúde digital até 2021 é de 280 bilhões de dólares. Tudo isso aliado aos mais de 2.300 exabytes de saúde (cada exabyte corresponde a um bilhão de gigabytes) que serão coletados até 2020, por meio da tecnologia aplicada a exames, monitoramentos e consultas, segundo a Universidade de Standford (EUA).

Sobre a autora

Tatiana Giatti – diretora executiva da Saúde Concierge, empresa de gestão de saúde.

Saúde em 2020: veja os 3 principais desafios, segundo especialistas

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Temas foram abordados durante a quinta edição do Healthcare Innovation Show, em São Paulo. o mais importante evento de tecnologia em saúde da América Latina

Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), telemedicina e maturidade de gestão são pilares que devem ser desenvolvidos pelas organizações de saúde até 2020. Essa foi a conclusão após dois dias de discussões durante o Healthcare Innovation Show (HIS), que reuniu uma audiência total de mais de 3.700 gestores em saúde e especialistas em inovação, 250 palestrantes e 85 empresas brasileiras e multinacionais. O mais importante evento de tecnologia em saúde no Brasil foi encerrado no dia 19 de setembro, permitindo aos visitantes não apenas conhecer as inovações que estão surgindo, mas também desfrutarem de um ambiente propício para a troca de experiências e relacionamento de negócios.

Para o médico Vitor Asseituno, diretor para o mercado de saúde da Informa Markets e um dos criadores do HIS, os temas são vetores de transformações iminentes e importantes para as instituições de saúde do país. “Temos a implantação imediata da LGPD, a diversificação das novas tecnologias e também a maturidade de gestão como principais desafios para as transformações pelas quais o setor está passando”, ressaltou. Os três assuntos foram discutidos durante o HIS, com programações desenhadas em parceria com players que estão mudando o mercado de saúde.

LGPD

“Estar adequado à LGPD é o que definirá a sobrevivência das companhias. Não podemos permitir que uma empresa morra digitalmente”, comentou Ivan Paiva, executivo de TI e programa de conformidade legal para LGPD na Indyxa, empresa MV. A lei define novas regras para gestão e proteção de dados de terceiros, o que toca de forma especial as empresas de saúde, com informações sensíveis de seus clientes. “É necessário iniciar a compreensão e construção da política de uso e proteção de dados das empresas imediatamente. Isso define, por exemplo, como reagir em casos de incidentes, como minerar históricos de décadas de informações e até mesmo criar estratégias para ações mais eficazes no futuro.”

Telemedicina

Para o diretor da Informa Markets, Rodrigo Moreira, outro fator relevante para as organizações é a telemedicina e teleconsulta. Mesmo que ainda não haja uma definição oficial do Conselho Federal de Medicina (CFM) sobre as novas formas de atendimento médico, o executivo alerta para a evolução das novas tecnologias e suas vantagens tanto para instituições, quanto pacientes. “No HIS, pude conversar com muitas pessoas que estavam discutindo sobre esse assunto. E, diante das tecnologias que estão surgindo, é importante buscarmos as soluções que possam contribuir para a excelência operacional e qualidade dos serviços”, falou.

No segundo dia do HIS, foram apresentados dados que comprovam essa tendência. De acordo com a executiva da TopMed, Renata Zobaran, desde 2011 foram investidos US$ 29,4 bilhões em telemedicina, sendo que ainda este ano a projeção de investimentos do setor nessa área é de US$ 8,4 bilhões. No Reino Unido, ainda segundo a especialista, o NHS (National Health Service) definiu a saúde digital como primeira opção e já reduziu 30 milhões de consultas presenciais por ano, diminuindo os custos em 1,1 bilhão de libras no mesmo período.

As informações trazidas por Renata também dão conta de que a geração “millennial” prefere a experiência virtual: 60% afirmou que pretende substituir consultas presenciais por telemedicina. Em relação ao público que mais busca teleconsulta, 72% são mulheres e 90% dos pacientes têm menos de 50 anos.

Maturidade de gestão, inovação e acessibilidade

O encerramento da quinta edição do HIS ficou por conta do keynote speach de Karin Cook, diretora de tecnologia e inovação da Kaiser Permanente International. A instituição norte-americana se destaca pelo do uso de dados para gestão populacional. A executiva apresentou as experiências de excelência e desafios da integração entre os stakeholders dos Estados Unidos, aliando acessibilidade aos serviços de saúde e baixos custos para os usuários.

Sobre a Informa Markets

Com três escritórios principais baseados no Brasil, a Informa Markets está entre os principais organizadores de eventos da América do Sul. São mais de 250 funcionários, responsáveis pela organização de 30 grandes eventos comerciais anualmente, bem como uma oferta diversificada de produtos digitais, serviços e conteúdo especializado. Atendemos indústrias e mercados especializados, incluindo agricultura, comunicações, alimentos e bebidas, saúde, infraestrutura, maquinaria, energia renovável, tecnologia, entre outros.

Presidente da Rede Mater Dei compõe comitiva de líderes de saúde na Holanda

Presidente da Rede Mater Dei compõe comitiva de líderes de saúde na Holanda
BELO HORIZONTE / MINAS GERAIS / BRASIL (29.04.2014) - Diretoria do Mater Dei. Foto: Pedro Vilela / Agencia i7

A viagem faz parte da 17ª edição do World of Health Care. O presidente é um dos oito executivos brasileiros convidados para compor o grupo

O presidente da Rede Mater Dei, Henrique Salvador, compõe uma delegação de oito executivos brasileiros que visitarão, entre os dias 24 e 27 de setembro, hospitais e Centros de Saúde que são referências mundiais, localizados na Holanda. As visitas fazem parte da 17ª edição do World of Health Care, que tem como objetivo promover um intercâmbio internacional na área da saúde e a aproximação com líderes da saúde holandeses e os demais países visitantes para discutir desafios compartilhados em todo mundo e possíveis parcerias.

“Essa é uma excelente oportunidade de buscar, por meio do relacionamento com referências mundiais da área, as melhores práticas em saúde. É uma preocupação constante da Rede Mater Dei de Saúde acompanhar as mudanças e transformações necessárias para atender cada vez mais os nossos diversos públicos da melhor maneira possível e em concordância com as melhores práticas. Buscamos sempre o que há de novo e que pode ser aplicado na área da saúde e investimos em tecnologia e inovação para dar suporte e facilitar a interação da comunidade Mater Dei - pacientes, corpo clínico e equipes assistenciais e de apoio”, explica Henrique Salvador.

Dentre as instituições que serão visitadas, está o Erasmus Medical Center, uma referência mundial em qualidade e segurança assistencial. No total, a delegação é composta por mais de dez nacionalidades, como Estados Unidos, China, Quênia, Alemanha, Escandinávia, Índia, Emirados Árabes Unidos, Colômbia, França e dentre outros.

O programa contemplará reuniões e discussões com Ministério Holandês da Saúde, Bem-estar e Esporte, com Hospitais Acadêmicos Holandeses, com Institutos de saúde renomados e Hospitais especializados, Instituições e organizações especializadas em envelhecimento saudável, em custo-benefício e qualidade e outras instituições especializadas em prevenção de epidemias.

O convite foi feito pela Task Force Health Care – TFHC, uma organização pública-privada voltada para Ciências da Vida e Saúde, da Holanda. O trabalho é realizado em parceria com o governo holandês, indústria, institutos de conhecimento, ONGs e profissionais de saúde.

Espaço de inovação e transformação na saúde é inaugurado no Hospital das Clínicas

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Primeiro hub de inovação na saúde pública conta com apoio de empresas parceiras e investimentos que devem superar a marca de R$ 3,5 milhões

No mês de setembro, o Hospital das Clínicas lança o primeiro hub de inovação ligado diretamente a um hospital público. O espaço, que será gerenciado pela empresa de inovação aberta que realiza projetos ligados a empreendedorismo Distrito, conta com investimentos de empresas da área da saúde.  A AstraZeneca conta com um espaço dedicado, no qual desenvolverá as atividades do Innovation Hub da AZ Brasil, numa parceria estratégica com o HC no projeto temático da ‘Jornada do Pulmão’, que abrange o ciclo da Doença Pulmonar Crônica, Asma e Câncer de Pulmão.

O projeto está baseado em quatro pilares, sendo: prevenção e conscientização, incentivando o fim do tabagismo e conhecimento dos sintomas; diagnóstico e estadiamento precoces por meio do uso da inteligência artificial; acesso e tratamento, que olha de forma mais ágil e inteligente para a jornada de cuidado com o paciente; e manejo e bem-estar baseado no gerenciamento de dados clínicos e laboratoriais, assim como padrões de terapia. “Esse tipo de iniciativa tem impacto direto na vida daqueles que precisam estar no centro do nosso trabalho: o paciente. Cada vez mais precisamos desenvolver parcerias que visem a melhora no tratamento e cuidado”, afirmar Maria Augusta Bernardini, diretora médica da AstraZeneca Brasil.

A ação reforça o compromisso da AstraZeneca com iniciativas dessa magnitude, uma vez que é a segunda parceria com esta finalidade promovida pela companhia. A resolução faz parte do projeto iDream Hub e reforça o compromisso com a inovação no cuidado com a saúde. “Seguimos com a ambição de melhorarmos a vida de 5 milhões de pacientes até 2025, e para alcançar esse marco, precisamos combinar inovação com as novas tecnologias e a colaboração com o ecossistema de saúde para redesenhar essa experiência de cuidado dos pacientes”, revela Bruno Pina, diretor de Inovação e Tecnologia da AstraZeneca Brasil.

A iniciativa faz parte do acordo assinado com o Governo do Estado de São Paulo, que tem como objetivo colaborar e oferecer conhecimento científico para aprimorar protocolos de tratamento no maior complexo hospitalar da América Latina, além de estimular a criação e implementação de processos inovadores. No acordo, o papel da AstraZeneca é proporcionar novos estudos clínicos e promover empreendedorismo em prol da saúde e, com isso, melhorar a sustentabilidade para beneficiar o sistema.

Distrito InovaHC

O espaço, que conta com um investimento que deve ultrapassar a marca de R$ 3,5 milhões, abrigará cerca de 150 residentes de 20 startups, em média. O espaço tem salas compartilhadas e privativas, auditório e sala de design, além de dois laboratórios, um de Telemedicina e outro de Hospital 4.0 – ambiente que recria situações de um hospital para o teste de tecnologias disruptivas, a exemplo de inteligência artificial, internet das coisas e impressão 3D. Também será papel do Hub conectar os mais de 2.000 pesquisadores e 65 laboratórios do complexo com o mercado, transformando o fruto da pesquisa em novos produtos e serviços para o setor.

“A inovação faz parte do DNA do Hospital das Clínicas e da Faculdade de Medicina da USP. Como a maior instituição de saúde da América Latina, temos a capacidade de desenvolver soluções de impacto abrangente em todos os níveis de atenção. Temos centenas de pesquisas interessantes aqui, mas elas ficam restritas à academia. Os recursos públicos são limitados e as parcerias com o setor privado podem possibilitar a escalada dessas pesquisas para a sociedade”, afirma Marco Bego, diretor de Inovação do HC.

O hub tem entre seus mantenedores a AstraZeneca, a Alliar Médicos à Frente, além da Johnson & Johnson, KPMG, Cremer, Grupo Mafra, Abbott, Pixeon e Symantix. O centro de inovação tem uma área de 900 m², distribuídos em dois pavimentos do próprio complexo hospitalar. As tecnologias e soluções desenvolvidas pelas startups e grandes empresas no Distrito InovaHC poderão ser absorvidas pelo Hospital das Clínicas, atualmente o maior complexo hospitalar da América Latina, com a possibilidade, ainda, de escala para outras instituições das redes pública e privada.

Sobre a AstraZeneca 

A AstraZeneca é uma empresa biofarmacêutica global, voltada para inovação, com foco principal na descoberta, desenvolvimento e na comercialização de medicamentos de prescrição, principalmente para o tratamento de doenças em três principais linhas terapêuticas - Oncologia, Doenças Cardiovasculares & Metabólicas e Respiratório. A companhia também atua nas áreas autoimunidade, neurociência e infecção. A AstraZeneca opera em mais de 100 países e seus medicamentos inovadores são usados por milhões de pacientes em todo o mundo.

Seguros Unimed está entre as melhores operadoras especializadas do país, no IDSS 2018

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Empresa de odontologia do grupo, a Unimed Odonto também é destaque no segmento

A Seguros Unimed e a Unimed Odonto estão entre as melhores operadoras do país, em seus segmentos de atuação, conforme o Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS 2018). As duas empresas do Sistema Unimed conquistaram, ainda, nota máxima em Sustentabilidade no Mercado, dimensão que considera o equilíbrio econômico-financeiro das operações, passando pela satisfação dos beneficiários e pelo cumprimento de compromissos com a rede prestadora. A avaliação oficial do setor foi divulgada na última semana pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), tendo como referência dados de 2017.

Pelo terceiro ano consecutivo, a Seguros Unimed se mantém na faixa de excelência do IDSS. A Seguradora obteve a nota 0,9062, que corresponde ao seu melhor desempenho desde o início da série histórica e a posiciona como segunda melhor seguradora especializada em saúde do país. Embora a agência ressalte a nova metodologia adotada a partir desta edição, o resultado é ainda mais expressivo diante da queda de 9,39% no índice geral do setor após a mudança (de 0,8051 para 0,7295).

Além de se destacar nos indicadores de sustentabilidade, a Unimed Odonto também obteve nota máxima na dimensão de Qualidade em Atenção à Saúde, que enfatiza as ações de promoção da saúde, prevenção e assistência prestada aos clientes. Comparada às operadoras odontológicas de grande porte (com mais de 100 mil beneficiários), a empresa é a segunda mais bem avaliada do país.

"Os resultados refletem o comprometimento de toda a Companhia com a qualidade das nossas operações, além da maturidade do processo de gestão", afirma o diretor-presidente da Seguros Unimed, Helton Freitas. "O desempenho positivo segundo os critérios da agência reguladora nos credencia para a avaliação que mais importa: a conquista diária da satisfação e da confiança de nossos clientes e parceiros", analisa.

Sobre a Seguros Unimed

´Cuidar para transformar´. Essa é nossa especialidade, a nossa essência. Temos mais de 28 anos de trajetória no mercado brasileiro, ofertando soluções em seguros para o Sistema Unimed, para as Cooperativas e para o Sistema de Saúde. Nossa missão inicial era comercializar planos de previdência privada para os médicos cooperados ao Sistema Unimed em todo o país. Com o passar dos anos, ampliamos os nossos negócios e ganhamos participação no mercado segurador brasileiro, atendendo a 6 milhões de clientes também nos segmentos de Saúde, Odontologia, Vida e Ramos Elementares – estes com ênfase nos seguros de Responsabilidade Civil Profissional. Atualmente, possuímos 1,2 mil colaboradores presentes em 22 escritórios regionais, além da Matriz e da Central de Relacionamento, situadas em São Paulo. Com faturamento global de R$2,92 bilhões em 2017, a Companhia projeta crescimento da ordem de 12,7% neste ano – e está entre as maiores e mais sólidas do mercado, segundo os rankings da imprensa de negócios.

Inteligência artificial facilita o processo de acreditação

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Sistemas de inteligência artificial têm sido fortes aliados de instituições de saúde que buscam promover segurança e máxima qualidade no atendimento ao paciente. O recurso também pode ter papel fundamental na conquista da acreditação, selo que comprova padrões de excelência na gestão e nos procedimentos hospitalares. Com três anos de funcionamento, a Laura - primeiro robô gerenciador de riscos do mundo - promove o empoderamento de equipes assistenciais, previne a deterioração clínica e permite o mapeamento de processos, fatores importantes para conquistar a acreditação.

A acreditação é um método de avaliação e certificação que busca promover a qualidade e a segurança da assistência no setor de saúde. Metodologias como Joint Commission International (JCI), Accreditation Canada e a própria ONA submetem os hospitais a um longo e minucioso processo de avaliação para que os aprovados recebam um selo que reconhece o compromisso com práticas de excelência, o que gera mais credibilidade e vantagens em negociações com operadoras de saúde.

“A Laura é um excelente suporte para acreditação porque possibilita condições para o gerenciamento do cuidado ao paciente de forma segura e muito mais efetiva”, afirma a executiva de negociação e relacionamento com hospitais do Instituto Laura Fressatto, Andréa Drummond, que também é diretora executiva da Sociedade Brasileira para a Qualidade do Cuidado e Segurança do Paciente (SOBRASP) e educadora de projetos e avaliação para acreditação pela JCI.

Usando algoritmos, a inteligência artificial da Laura lê as informações dos pacientes e emite alertas para a equipe assistencial a cada 3,8 segundos, com o objetivo de sinalizar o risco de deterioração clínica, como a Sepse. Já ajudou a salvar 12.283 vidas, em 1.003 dias de operação, e funciona em 13 hospitais brasileiros, entre eles, o Hospital Márcio Cunha, acreditado em nível de excelência pela ONA.

“Todas as instituições acreditadoras estabelecem padrões de qualidade assistencial e requerem a conformidade esses padrões, para a gestão do risco clínico, da avaliação do paciente e dos cuidados de forma geral, além da segurança. A Laura atua na continuidade do cuidado e apoia a gestão dos protocolos assistenciais na sistematização das informações do paciente, analisando e identificando os riscos de agravamento do quadro clínico. Isso colabora para o amadurecimento da cultura de segurança, na medida em que potencializa o engajamento dos profissionais e times assistenciais. Contar com uma tecnologia que torna esses processos mais práticos e seguros faz toda a diferença”, diz Andréa.

Infecção Hospitalar: problema ainda afeta 14% dos pacientes internados no Brasil

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Novos estudos mostram soluções para ajudar a reduzir esse número e os custos para o sistema de saúde

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS)[1], 10% dos pacientes hospitalizados terão pelo menos uma infecção associada aos cuidados com a saúde. Esse número sobe para 30% em pacientes nas Unidades Intensivas de Tratamento (UTIs) de países desenvolvidos e pode até triplicar em países em desenvolvimento.

No Brasil, a cada ano, aproximadamente 14%[2] dos pacientes internados contraem algum tipo Infecção Relacionada à Assistência à Saúde (IRAS). A ocorrência de IRAS, muitas vezes, está relacionada ou associada à falta de higiene adequada no ambiente hospitalar e nos procedimentos cirúrgicos, bem como à falhas na prática clínica e nos processos. Com isso, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estima que 60% das Infecções Primárias de Corrente Sanguínea (IPCS) estejam relacionadas a algum dispositivo intravascular, como os cateteres[3].

A gravidade do tema é evidenciada através do Programa Nacional de Prevenção e Controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde da ANVISA, lançado em 2016 com metas específicas a serem atingidas até 2020. No documento, a agência reconheceu as IRAS como “grave problema de saúde pública”, pois são os eventos adversos mais frequentes associados ao sistema de saúde. Além disso, a Agência ainda reforça em seu manual de Medidas Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde de 2017 como a prática correta da antissepsia antes da realização de procedimentos invasivos, bem como a utilização de novas tecnologias disponíveis no mercado auxiliam na redução dessa complicação.

Uma dessas tecnologias é a seringa pré-enchida comercialmente para flushing de cateteres – procedimento realizado para garantir a permeabilidade do dispositivo e evitar infecções. Estudos mostram que a utilização de seringas pré-enchidas apresentou redução de 77% nas ocorrências de infecções de corrente sanguínea associada ao cateter central comparada à seringa de preenchimento manual[4]. Além disso, a solução inovadora demonstrou economia de 67% considerando os custos médicos diretos decorrentes do tratamento das complicações, ou seja, relacionados a diárias hospitalares, exames complementares, medicamentos e honorários médicos.

Quando o assunto é antissepsia, apesar do Brasil já ter avançado nas tecnologias utilizadas em salas cirúrgicas e na realização de técnicas assépticas, o processo ainda é complexo e não evolui há muitos anos. Tal complexidade impacta não somente o tempo de procedimento, bem como dificulta a padronização e fiscalização, afetando diretamente a eficácia esperada. Além disso, os antissépticos disponíveis no mercado brasileiro não seguem os guidelines internacionais e são apresentados em forma de almotolia, ou seja,  estão propensos a contaminação pelo multiuso, assim como favorecem o desperdício de produto. Hoje, no Brasil, porém, já existem tecnologias prontas prontas para uso que combinam o princípio ativo e concentração ideias para antissepsia que oferecem mais segurança para os pacientes ao reduzir os riscos de falha na prática, contribuindo com o combate às IRAS.

Para Helena Romcy, Presidente da Associação Brasileira dos Enfermeiros Auditores (ABEA), é essencial que os hospitais padronizem processos, principalmente protocolos recomendados pela ANVISA e Guidelines nacionais e internacionais aliados a introdução de novas tecnologias que auxiliem na redução desses números. “A não introdução de novas tecnologias, aliada a falta de boas práticas no ambiente hospitalar, além de prejudicar o paciente, acarreta em prejuízo para o sistema de saúde devido à elevação dos custos por paciente e suas complicações”.

Sobre a BD

A BD é uma das maiores empresas de tecnologia médica do mundo que está promovendo o avanço da saúde ao investir na descoberta médica, no diagnóstico e na prestação de cuidados com a saúde humana e animal. A empresa apoia os profissionais que estão na linha de frente dos cuidados da saúde por meio do desenvolvimento de tecnologia, serviços e soluções inovadoras que ajudam a avançar na terapia clínica para pacientes e no processo clínico para os prestadores de cuidados de saúde.

A BD e os seus 65 mil funcionários têm paixão e compromisso em ajudar a melhorar os resultados dos pacientes e a segurança e a eficiência do processo de atendimento clínico, além de permitir aos cientistas de laboratório diagnosticar melhor a doença e promover as capacidades dos pesquisadores de desenvolver a próxima geração de diagnósticos e terapêuticos.

A BD tem presença em praticamente todos os países e parceiros com organizações de todo o mundo para abordar alguns dos problemas de saúde globais mais desafiadores. Ao trabalhar em estreita colaboração com os clientes, a BD ajuda a melhorar os resultados, reduzir os custos, aumentar a eficiência, melhorar a segurança e ampliar o acesso aos cuidados de saúde. Em 2017, a BD recebeu a C. R. Bard e seus produtos na família BD.

[1] Health care-associated infections. World Health Organization. 

[2] Organização Pan-Americana de Saúde.

[3] Orientações para Prevenção de Infecção Primária de Corrente Sanguínea.

[4] Gomes M, Romcy H. Avaliação econômica da utilização de seringa pré-enchida versus seringa preenchida manualmente para flushing em pacientes com cateter venoso central na perspectiva de operadoras de saúde. J Bras Econ Saúde 2018;10(3): 239-45.