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Saúde mental representa 30% das buscas por atendimento na Sami

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No setembro amarelo, operadora de saúde ressalta a importância de um olhar mais atento a comportamentos que possam indicar problemas psicológicos, e à necessidade de se falar sobre o tema sem tabus

A campanha do Setembro Amarelo nos leva a refletir sobre pautas como depressão, suicídio - que, segundo o Ministérios da Saúde, é uma das 20 principais causas de morte no mundo -, e como oferecer ou pedir ajuda. Na Sami, operadora que é a revolução dos planos de saúde, 30% dos atendimentos realizados pelo time de saúde estão relacionados à saúde mental. “São pacientes, em sua maioria, com desgaste emocional, que precisam de acompanhamento, mas que às vezes não percebem que estão chegando no limite e que receber ajuda é necessário. Por isso, é importante sempre estarmos atentos a sinais, como insônia, ansiedade, isolamento, desesperança, mudanças bruscas de humor, e excesso de preocupação ou insatisfação com trabalho ou aspectos da vida pessoal”, ressalta Karina Santos, médica de família da Sami.

A quem pensa que essa é uma realidade muito distante, um levantamento da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e do Conselho Federal de Medicina (CFM) revelou que de cada 100 brasileiros, 17 já pensaram pelo menos uma vez em tirar a própria vida. Cerca de 97% dos casos estão relacionados a condições mentais, especialmente a depressão. Dados do IBGE de 2019 apontam que pelo menos 16,3 milhões de brasileiros e brasileiras sofrem com depressão. “Falar sobre esses temas, que ainda são tabu, pode ajudar pessoas a identificarem nelas mesmas ou em pessoas próximas a necessidade de procurar auxílio profissional. Pode parecer simples, mas falar pode ser o primeiro passo para amenizar o sofrimento de muita gente e também salvar vidas”, afirma Santos.

A médica salienta ainda que existem fatores tanto biológicos quanto genéticos e psicossociais que podem aumentar o risco de alguém desenvolver depressão, e que buscar conhecer e se aprofundar mais na história do paciente faz toda a diferença no diagnóstico e na recuperação nesse tipo de caso. “Com o modelo da Sami, por exemplo, no qual o membro conta com um time de saúde formado por médico, enfermeiro e coordenador de cuidado, graças à proximidade que temos nos atendimentos, conseguimos identificar rapidamente sinais de alerta.”, afirma.

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