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Articles from 2019 In January


SulAmérica amplia Médico em Casa em SP e PE

Em 95% dos casos, a ida ao pronto-socorro mostrou-se desnecessária. Pensando nisso, a SulAmérica, maior seguradora independente do país, amplia neste mês, nos Estados de São Paulo e Pernambuco, o Médico em Casa, serviço pioneiro que permite agendar atendimento médico em domicílio para beneficiários de até 12 anos e a partir de 65 anos.

O serviço, lançado em 2017, conta hoje com um índice de cerca de 90% de satisfação e está disponível agora em 19 cidades com atendimento pediátrico e 8 munícipios com atendimento para idosos. Lembrando que tanto os residentes como os segurados que estejam de passagem podem ser atendidos por esse sistema inovador.

Os segurados de até 12 anos contam com o serviço nas cidades de Campinas, Diadema, Guarulhos, Mauá, Barueri, Jacareí, Osasco, Santana de Parnaíba, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e Taubaté, no estado de São Paulo; Em Salvador, na Bahia; e em Jaboatão dos Guararapes, Olinda e Recife, em Pernambuco.

Já para os beneficiários acima dos 65 anos, o serviço está disponível no estado de São Paulo, nas cidades de Barueri, Campinas, Osasco, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Santana de Parnaíba e São Paulo.

"O Médico em Casa é uma iniciativa inovadora que tem aprimorado a experiência dos nossos beneficiários com o plano de saúde, proporcionando o cuidado e a conveniência de agendar um atendimento médico no conforto do próprio lar. Estamos investindo na expansão gradativa do serviço para que um número cada vez maior de clientes possa ter acesso a essa facilidade", afirma a diretora Técnica Médica e de Relacionamento com Prestadores de Saúde e Odonto da SulAmérica Tereza Veloso.

Nas férias de verão, muitas famílias viajam e acabam se alimentando nas praias, se expondo exageradamente ao sol e são muito comuns os casos de intoxicação alimentar e desidratação. Neste momento, o segurado pode solicitar a visita do médico pelo próprio aplicativo da SulAmérica e nele acompanhar o status da solicitação até a chegada do profissional. Tudo isso no conforto da sua própria casa, evitando os transtornos de se deslocar ao pronto-socorro, enfrentar filas de espera, etc. E para tornar o atendimento mais rápido e seguro, o sistema do aplicativo procura o médico mais próximo e envia todos os dados do profissional, incluindo CRM e formação acadêmica.

O serviço é para atendimentos não emergenciais, como febre, vômito, diarreia, gripe, dor de garganta, entre outros, e pode ser agendado dentro das 12 horas seguintes, respeitando a disponibilidade do serviço, que vai das 7h às 23h.

Por meio do aplicativo SulAmérica Saúde os beneficiários conseguem também acessar, rapidamente, serviços como carteirinha virtual, rede médica referenciada, autorizações de procedimentos médicos, medicamentos com desconto e chat com a central de atendimento, além de solicitar o reembolso de consulta.

Quarta edição do “Simpósio do Hospital Santa Rosa em Gestão Hospitalar” acontece em maio

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Cuiabá receberá nos dias 16 e 17 de maio a quarta edição do “Simpósio do Hospital Santa Rosa em Gestão Hospitalar”. O evento – que já se consolidou como oportunidade de aprimoramento técnico para os profissionais de Mato Grosso – chega para fomentar debates estruturantes voltados para a melhoria da gestão dos serviços de saúde. O encontro será realizado no Hotel Deville.

De acordo com o diretor presidente do Grupo Santa Rosa, José Ricardo de Mello, o simpósio tem como foco reunir gestores da área de saúde, empresários do segmento, médicos e estudantes de medicina em prol de apresentar informações que visem ampliar as relações comerciais, humanas, sociais e tecnológicas.

“Discutir a saúde é o que a saúde precisa. Investir em ações que possam difundir conhecimento é primordial para a garantia de sua qualidade, sustentabilidade e segurança. Se novos olhares guiam o futuro, antes temos como desafio compreender o passado e avaliar o presente. Tanto que prezamos por temas atuais e contamos com a presença de palestrantes e convidados de prestígio nacional e internacional que pensam o setor de forma inteligente”, reforça.

ACREDITAÇÃO – Ao completar 20 anos, o Santa Rosa é o único hospital de Mato Grosso certificado pela Acreditação Canadense, nível Diamond – uma das principais certificações de qualidade em saúde no mundo. A instituição também é certificada em Excelência, Nível III, pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e em Nível 6 da EMR Adoption Model (EMRAM) pela Healthcare Information and Management Systems Society (HIMSS) Analytics.

ECCO® faz parceria com Audima para dar voz às notícias dos clientes

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"Audima" é um software de código aberto criado por uma carioca para ler em voz alta o que está na tela

As notícias dos clientes do Escritório de Consultoria e Comunicação – ECCO® agora também pode ser ouvido. A empresa recém instalou no seu site institucional o Audima, um software que converte texto em áudio. Desenvolvido pela carioca Paula Pedroza, a implementação do Audima é simples, mas precisa ser feito pelos administradores dos websites, que vão escolher o tipo de voz e a posição da ferramenta na página. O leitor precisa apenas apertar o play.

“Nós testamos algumas opções antes de decidir pelo Audima e pesou o fato de ser tecnologia desenvolvida por uma brasileira, ter código aberto e ser referendada por investidores-anjo do porte de IBM, Amazon, Google e Facebook”, conta Silvania Dal Bosco, sócia-diretora da ECCO®. Foi dela a decisão de buscar novas ferramentas para dar acessibilidade ao site pensando em pessoas com deficiência e também àquelas que preferem ouvir notícias.

E essa é uma característica da acessibilidade conseguida com o uso do Audima. Ele é um recurso que ultrapassa as necessidades das pessoas com deficiência visual. Analfabetos funcionais, idosos, leitores com dificuldades para compreender textos escritos, usuários que preferem ouvir ao invés de ler e até mesmo quem está em movimento é beneficiado.

Startup brasileira

Desenvolvida pela brasileira Paula Pedroza, a ferramenta começou a ganhar a realidade em 2016 quando a empreendedora, formada em desenho industrial e psicologia, morava em Nova Iorque.  “Sempre aprendi melhor com áudio e gosto de fazer várias coisas enquanto escuto algo”, diz Paula Pedroza, fundadora da Audima. “Comecei a prestar mais atenção nisso quando vivenciei o ‘boom’ do audiobook nos Estados Unidos, uma tendência que ganhou força por causa da proposta de libertação dos devices (dispositivos) e do investimento em tecnologia weareble (vestível)”, conta ela nas palestras de divulgação do software.

Em outubro de 2017 Paula levou sua startup para o Vale do Silício, onde participou do Pioneer Accelerator, programa de aceleração do GSV Labs. Lá, ela aperfeiçoou seu projeto com a ajuda da Amazon, IBM, Google e Facebook. Juntos eles investiram U$S 250 mil (cerca de 942 mil reais) na empresa que lançou seu produto no Brasil e hoje já soma 2,5 mil clientes.

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No Youtube a Audima se apresenta com uma campanha de inclusão que conquistou a equipe ECCO e garantiu engajamento na empresa não só na inclusão do plugin como na divulgação da novidade. Jornalistas, webdesigner e administrativo se orgulham da inclusão da ferramenta e já incentivam os clientes a fazer o mesmo.

“Ser inclusivo é, antes de mais nada, um ato de cidadania. Significa perceber as situações de exclusão e agir para transformar a realidade. O áudio ajuda a democratizar o acesso a conteúdos online dando autonomia e independência para uma navegação sem barreiras.”

Inovação e Tecnologia são ingredientes para faturar muito com negócios disruptivos

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O conceito de Startup veio para ficar. Hoje o mundo gira em torno da inovação e de novas soluções, tanto para problemas já conhecidos, quanto para os que estão surgindo.

Há mais de 30 anos as grandes economias mundiais estão se concentrando na geração de novas tecnologias e novas soluções. Veja, por exemplo, o estado da Califórnia nos Estados Unidos, onde fica o chamado Vale do Silício, polo gerador de novas tecnologias e onde estão concentradas inúmeras das mais importantes empresas do setor.

A Califórnia, muito em razão da inovação e tecnologia, se fosse um país, teria o 5º maior PIB do mundo, ultrapassando inclusive o Brasil. Somente para ilustrar, esse estado possui 40 milhões de habitantes, enquanto o Brasil se aproxima de 220 milhões.

Este é apenas um exemplo, mas poderíamos citar Israel, Estônia, Chile e Coréia do Sul. Todos estão crescendo e se desenvolvendo a partir da geração de novas tecnologias.

2018 para as Startups Brasileiras

O ano de 2018 foi um dos mais relevantes, se não o mais importante, para as Startups brasileiras. O ecossistema se fortaleceu em todos os sentidos, pois os players se tornaram muito mais ativos.

Aceleradoras e incubadoras se espalharam pelo território brasileiro de uma maneira nunca antes vista. Cidades interioranas receberam projetos importantes de inovação, como, por exemplo, Campo Grande no Mato Grosso do Sul, que possui um projeto muito importante, chamado Living Lab, vinculado ao SEBRAE/MS.

Importante destacar que dois grandes bancos (Bradesco e Itaú) se consolidaram neste ambiente. O Bradesco inaugurou seu espaço chamado InovaBra e o Itaú ampliou o já conhecido Cubo.

Também tivemos algumas startups brasileiras classificadas como unicórnios, aquelas que em valor de mercado, batem 1 bilhão de dólares: 99, Nubank, PagSeguro, Stone, Movile, iFood e Arco.

No setor de investimento, pudemos assistir o ganho de musculatura dos fundos especializados em startups e um aquecimento nas operações de injeção de dinheiro em startups. O capital público também passou a fazer parte dos investimentos, algo ainda pequeno, mas já muito maior do que nos anos anteriores, principalmente via FINEP.

Isso tudo levou a uma acentuada contratação de mão de obra e de serviços especializados, o que demonstra a pujança do ecossistema.

Expectativa para 2019

Já 2019 tem tudo para fazer o ecossistema se consolidar e ganhar um papel de destaque na retomada econômica.

Não se pode esquecer que o país passou por uma profunda crise nos últimos anos. Verificamos um acentuado recrudescimento econômico.

Para a retomada econômica e a geração de emprego e renda, as teorias econômicas contemporâneas demonstram que uma saída ótima e eficiente ocorre por intermédio da inovação e tecnologia.

É neste instante que o papel das startups ganha musculatura, pois inovação e tecnologia são características indissociáveis destes novos negócios.

Portanto, acredito que esse ano será de consolidação do ecossistema e de maior atratividade de investimentos. Com isso, as operações de Fusões & Aquisições (M & A) se tornarão recorrentes, fazendo com que o setor de serviços cresça juntamente com as startups.

Dessa forma, o empresário, mais do que nunca, deve estar atento aos movimentos econômicos sinalizados pelo governo. Com a criação do chamado Superministério da Economia, parece saudável acompanhar de perto os cadernos econômicos dos principais jornais do país.

Vidalink intermediou mais de R$ 1 bilhão em vendas de medicamentos em 2018

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Com 18 anos de atuação e pioneira no mercado de planos de medicamentos no Brasil, a Vidalink é líder do segmento e tem foco em auxiliar o RH das empresas a fechar o ciclo de atenção à saúde, a partir de subsídios na compra de medicamentos. Com investimento da CVS Health, maior empresa de saúde do mundo, e do Grupo Martins, líder do segmento atacadista distribuição para o segmento de atacado, a empresa cresceu a receita de planos de  medicamentos em cerca de 40% por ano nos últimos quatro anos. A marca é responsável por até 1.400 transações medicamentosas por minuto e por intermediar mais de R$ 1 bilhão de vendas de medicamentos por ano.

“No Brasil, o mercado de plano de medicamentos ainda não é muito difundido, mas nesses 18 anos de atuação percebi que as empresas passaram a entender melhor o valor desse benefício”, comenta Luis González, CEO da Vidalink. O executivo contextualiza que, apenas em 2015, os gastos com medicamentos dos brasileiros representou 31,1% (R$ 92.5 bilhões) do total de gastos com saúde (R$ 204.4 bilhões), de acordo com o IBGE.

Para o funcionário, o plano de medicamentos significa poder contar com uma ajuda importante da empresa na compra dos prescritos (via subsídio da empresa). Já para a companhia, essa solução ajuda a completar a assistência de saúde - que inclui plano de saúde e odontológico - e estimular o tratamento. Assim, é possível ter um menor índice de faltas por motivos de saúde e redução no uso do convênio médico corporativo, já que a sinistralidade interfere diretamente no valor de reajuste das mensalidades.

“Nosso objetivo vai além do plano de medicamentos, queremos auxiliar o RH das empresas a entender melhor as necessidades de sua população, antecipar os problemas contribuindo para a queda do absenteísmo, da sinistralidade e oferecendo um ambiente de trabalho melhor aos colaboradores”, explica Gonzalez.

A companhia conta, ainda, com a área de Business Intelligence apoiada pela área Médica-Farmacêutica,

que realiza estudos que vão além de apenas identificar as tendências do consumo de medicamentos, eles indicam comportamentos e patologias da população da empresa. Apenas com esse tipo de estudo é possível conhecer em profundidade o perfil e necessidades da população da empresa para que, então, os RHs e gestores médicos possam melhorar o cuidado e ter uma atuação preventiva muito mais efetiva e assertiva por meio de um panorama geral dos hábitos de consumo de medicamentos.

“Acompanhamos os dados de consumo de medicamentos para entender onde a população da empresa carece de mais cuidados medicamentosos. Com base nisso, sabemos quais tipos de tratamento têm impacto mais positivo, empoderando, assim, o RH a tomar melhores decisões e realizar uma gestão de saúde mais assertiva”, explica o diretor Médico e coordenador de BI da Vidalink, Dr. Rafael Canineu. Vale ressaltar que as informações de uso individual dos funcionários são totalmente sigilosas, o RH só tem acesso à dados gerais das vidas contratadas.

Convida Digital

A Vidalink também pode oferecer aos beneficiários que utilizam medicamentos de uso contínuo um assistente de saúde, o Convida Digital, que envia mensagens para quem se cadastra e opta por receber, orientações, dicas de saúde e perguntas relacionadas ao Diabetes. O serviço é oferecido para todos os clientes sem custo extra. Nas trocas de mensagem, caso o paciente apresente alguma situação crítica, irá receber ativamente o contato telefônico de um profissional de saúde do Convida Digital para ter orientações mais específicas.

“As equipes de saúde das empresas têm acesso aos relatórios de monitoramento para que possam utilizar os dados para a gestão de saúde dos seus colaboradores”, explica Canineu.

O Convida Digital é uma evolução do Convida, programa da Vidalink com uma central de atendimento especializada em saúde que há seis anos já realiza esse acompanhamento via telefone. Nesse período, o Convida atendeu a mais de 20 mil pessoas.

O que não é um Hospital de Transição?

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Termo ainda gera dúvidas e entendimentos equivocados; hospital de transição atua pela desospitalização segura

Os hospitais de transição estão ganhando espaço no setor de saúde brasileiro. A Nobre Saúde, por exemplo, que é a primeira unidade de retaguarda e transição hospitalar do Grande ABC, acaba de ampliar em 20% o número de leitos disponíveis em suas instalações. Porém, por ser um termo recentemente integrado ao dia a dia da população, ainda há muitas dúvidas sobre o que, de fato, é um hospital de transição.

Em um primeiro momento, é preciso explicar que hospitais de transição não são casas de repouso, muito menos hospitais gerais, mas sim espaços totalmente preparados para atender as necessidades de pacientes que, durante algumas semanas ou meses, necessitam de cuidados, acompanhamento médico e atendimento multidisciplinar 24 horas por dia, mas não carecem de uma infraestrutura hospitalar de alta complexidade. Os hospitais de transição são espaços de saúde habilitados a promover a assistência especializada em cuidados paliativos e reabilitação e contam, também, com a realização de exames como hemogramas, raioX e ultrassonografia, além de outros procedimentos diversos.

“A Nobre Saúde tem uma equipe completa para atender, com segurança, pacientes que necessitam da continuidade do tratamento hospitalar por uma curta, média ou longa permanência. Contamos com médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos, nutricionistas, farmacêuticos, terapeutas ocupacionais, dentistas e assistentes sociais”, explica o doutor Richard Rosenblat, médico e sócio da instituição.

Desta forma, é preciso acabar com o mito de que hospitais de transição são espaços de atendimento exclusivo ao idoso. Essas instituições estão totalmente aptas a atender qualquer faixa etária, visto que sua especialidade está em prover segurança e cuidado multidisciplinar a pacientes que estão saindo de internações hospitalares e carecem de atendimento a fim de retornar às suas rotinas e atividades normais.

“Temos diversos casos de pacientes jovens que, aos 30 ou 40 anos de idade, sofreram um AVC, passaram por um intensivo trabalho de reabilitação na Nobre Saúde e, em menos de três meses, tinham retornado às suas casas realizando atividades básicas da vida diária sem a necessidade do uso de equipamentos hospitalares”, comenta Eduardo Santana, fundador e diretor executivo da instituição.

E quando pensamos nessa transição, estamos inclusive falando sobre pacientes que estavam internados em unidades de tratamento intensivo. Os hospitais de transição, justamente por estarem equipados, oferecem uma infraestrutura completa para receber pacientes que estão saindo diretamente da UTI.

O paciente fica para sempre na unidade de transição? – Outra percepção muito equivocada e que está sendo quebrada com a ampliação do acesso à população é a de que hospitais de transição são instituições nas quais o paciente entra e fica para sempre. “Trabalhamos para que o paciente chegue, seja atendido com toda a qualidade possível, se recupere e se prepare para retomar suas atividades”, esclarece Santana.

Nessas instituições, o paciente está sempre no centro da atenção. Tem todas as suas necessidades atendidas e há um tratamento bastante humanizado que envolve também os familiares, sempre muito bem recebidos e com acesso liberado sem restrições de horário.

Essa transição que é proposta realmente deve ser percebida como uma etapa intermediária entre o hospital de alta complexidade e a casa do paciente. Porém, diferentemente do homecare, no qual o paciente acaba acompanhado apenas por um enfermeiro ou um técnico de enfermagem, nos hospitais de transição ele tem acesso à equipe multidisciplinar 24 horas por dia, o que promove mais segurança e confiabilidade a ele e à família.

O ambiente de um hospital de transição é diferente e muito mais leve do que o de um hospital de alta complexidade. Na Nobre Saúde, por exemplo, os quartos são mais aconchegantes e podem ser personalizados de acordo com os desejos e perfis de cada paciente. “A ideia é que ele tenha a sensação de não estar mais em um ambiente hospitalar para que perceba que está prestes a voltar à sua casa”, comenta o diretor.

Muitas vezes vistos como locais de tristeza, os hospitais de transição são justamente o oposto disso. “Acreditamos que nosso espaço seja um espaço de vida, alegria, conforto e realizações. Costumo dizer que nosso papel é dar novo sentido à vida das pessoas. Justamente por isso temos realizado muitos sonhos dentro da Nobre Saúde: já fizemos casamentos, levamos um paciente para assistir a um jogo do Santos – sonho que ele e o filho ainda não haviam realizado –, acompanhamos outro paciente em fase final de vida à praia, que era um de seus grandes desejos, além de contribuir com a realização de inúmeras vontades para que ele recuperasse o sentido da vida e da reinserção social quando for possível. De fato, não medimos esforços para que a vida seja valorizada e vivida ao máximo em nossa instituição”, finaliza Santana.

SulAmérica Saúde investe em Atenção Primária à Saúde

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A SulAmérica, maior seguradora independente do País, está reorganizando o atendimento em saúde para aprimorar ainda mais a experiência do cliente. A proposta é inserir o segurado no centro do cuidado, com uma jornada coordenada e efetiva. Uma das iniciativas da seguradora tem base no modelo de Atenção Primária à Saúde (APS), que prevê cuidado integral do paciente e já está disponível na capital paulista. Em três meses, o projeto já atingiu uma resolutividade de 97% e um nível de satisfação de 89%.

Na prática, a Atenção Primária à Saúde coloca o indivíduo (não a doença) no centro da atenção, vale para todas as fases de sua vida (da infância à terceira idade) e atende à maioria das questões de saúde da população. Em suas publicações, a Organização Mundial da Saúde aponta que cerca de 80% dos problemas de saúde podem ser resolvidos pelo médico de família. Dessa forma, todos os elos da cadeia de assistência à saúde se beneficiam: a seguradora, os prestadores de serviços e, especialmente, os segurados, já que essa abordagem previne o surgimento de doenças, além de evitar complicações de doenças crônicas, garantindo melhor qualidade de vida.

A Amparo Saúde é parceira da SulAmérica neste projeto, proporcionando um atendimento único e humanizado, em que o paciente é o centro das atenções. O prestador possui consultórios clínicos multifuncionais, equipados para atendimentos de todas as faixas etárias e gêneros, posto de coleta de exames laboratoriais, sala de medicação e sala de procedimentos. Os agendamentos de consulta são baseados no fácil acesso e podem ser feitos via telefone, WhatsApp, e-mail ou presencialmente – tudo para se adequar à rotina do paciente, gerando uma melhor experiência.

Nessa facilidade oferecida pela SulAmérica para os segurados, médicos de família, enfermeiros e técnicos de enfermagem fazem parte de uma equipe dedicada, que constrói um plano de cuidado personalizado, com base em informações clínicas integradas, e conhece o paciente de perto. Com essa proximidade no cuidado, é possível perceber um acolhimento muito maior do que em um atendimento comum. Estabelecer o vínculo entre os profissionais e o paciente promove o engajamento no autocuidado e está entre as práticas que buscam a melhoria da qualidade no sistema de saúde.

Quando é preciso que o paciente seja atendido por outros profissionais da área da saúde, a equipe da Amparo faz o encaminhamento para o Núcleo de Cuidado Coordenado da SulAmérica. Por meio de enfermeiras, o Núcleo acompanha e ajuda o paciente em sua navegação pela rede referenciada e indica os profissionais participantes do projeto. O Núcleo de Cuidado Coordenado promove a integração das informações de saúde de cada paciente, permitindo a construção de um plano de cuidado único e integrado entre médicos.

"Quando o paciente começa a caminhar na cadeia de saúde de forma coordenada, temos desfechos clínicos mais satisfatórios, bem como uma experiência completa e efetiva de saúde", avalia a diretora Técnica Médica e de Relacionamento com Prestadores da SulAmérica, Tereza Veloso. "A Atenção Primária promove uma jornada do cuidado única para os pacientes, além de permitir a sustentabilidade e o equilíbrio do sistema de saúde", complementa.

IBCC inaugura UTI humanizada

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Poucas instituições de saúde no Brasil possuem uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) humanizada. No IBCC, esse já era um projeto almejado pela diretoria e toda equipe que atua no atendimento e na assistência ao paciente, uma vez que a experiência do paciente é um dos pilares da instituição dentro de seus objetivos estratégicos. Um projeto arquitetônico dedicado a pensar na melhor ambientação ao paciente, para que fosse possível iniciar o trabalho humanizado na UTI o IBCC contou com o envolvimento da diretoria de operações, serviços de apoio, administrativo e assistencial para que o projeto fosse o mais bem estruturado para o paciente.

A nova UTI permanece com a mesma quantidade de leitos já existentes na instituição (10), agora, com telemetria, sistema tecnológico de monitoramento para medir e rastrear os sinais vitais do paciente em tempo real, espaço de conforto para um acompanhante que, dependendo das condições clínicas do paciente, pode permanecer por 24h junto ao paciente. Climatização individual, internet sem fio gratuita, serviço de hotelaria e banheiro privativo são alguns dos diferenciais.

“Precisamos pensar na experiência do paciente durante todo o seu tempo de internação. Estar numa UTI, muitas vezes é estar impossibilitado de receber por mais tempo carinho e atenção dos familiares e amigos. Quando nos propomos a ter uma UTI humanizada invertemos essa lógica e passamos a inserir o acompanhante do paciente no seu processo de cuidado por mais tempo. Carinho e presença também fazem parte do tratamento”, afirma Suzana Mosquim, diretora de Práticas Assistenciais do IBCC.

“Afastamento dos familiares é um dos principais fatores estressores relatados pelo paciente internado em UTI, do outro lado temos os familiares que trazem a ansiedade do desconhecimento sobre o que acontece neste ambiente e a falta de notícias neste momento de intensos cuidados. Trazer o familiar para este momento proporciona conforto para ambas as partes e completa a tríade do cuidado [paciente-equipe-família]”, conclui Gisele Melo, gerente de serviços assistenciais do IBCC.

Os dados de saúde na quarta revolução industrial

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Nosso planeta está se tornando um grande ser vivo digital. Com o avanço da internet das coisas, processadores podem ser colocados em produtos com as mais diversas finalidades. Em várias partes do mundo, sensores embutidos em objetos medem a vibração, a temperatura, a composição química etc. Algumas das aplicações dessa tecnologia serão úteis a ponto de nos fazer pensar como conseguimos viver tanto tempo sem elas.

Um exemplo? Assim que os sensores químicos ficarem suficientemente baratos, eles poderão ser colocados dentro das caixinhas de leite para avisar quando o produto, de fato, azedou. Em vez de respeitar a data de validade da embalagem (baseada em um cálculo estatístico sobre a duração média do produto), o consumidor terá uma informação precisa para saber se o leite ainda está bom. Uma informação única, individualizada e capaz de evitar muitos desperdícios.

Na saúde, há múltiplos desdobramentos e possibilidades. Surgem balanças que registram não só o peso, como também o nível de hidratação e outros parâmetros e suas variações. Os dados são enviados para um aplicativo de celular. Há também relógios que fazem bem mais do que apenas registrar as horas. É o caso da nova versão do Apple Watch, capaz de realizar um eletrocardiograma e enviar o resultado para o celular. A partir daí, o cliente pode compartilhar a informação com o médico, se desejar.

A inovação tecnológica que já estamos vivendo e os debates acerca do futuro da informação, como o promovido durante o 4º Fórum da FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar), no final de outubro, nos levam a refletir sobre as implicações deste novo mundo, no qual os consumidores aceitam fornecer dados pessoais com a contrapartida de receber melhores serviços. No nosso setor, é preciso ter um cuidado extremo na transição para a quarta revolução industrial – a da informação. É imperdoável errar quando o que está em jogo são os dados de saúde, como ressaltou Henrique von Atzinger do Amaral, líder do ThinkLab da IBM Brasil. Todo e qualquer serviço que pretenda usar esse tipo de informação precisa oferecer conveniência, relevância, segurança e controle.

O grande entusiasmo despertado pelos avanços da inteligência artificial aplicada à área médica só vão se concretizar no Brasil se os dados dos pacientes estiverem digitalizados e disponíveis, de forma organizada e comparável. Só assim os algoritmos poderão contribuir para a melhoria dos diagnósticos por imagem, a descoberta de novas drogas, a priorização de pacientes em hospitais, entre outros usos.

Antes disso, os agentes da saúde suplementar têm o desafio de mostrar ao paciente o que será feito com as informações dele e conseguir consentimento para qualquer de suas ações. É o que exige a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, sancionada em agosto. O prazo de adequação dado às empresas é insuficiente: apenas 18 meses. O marco legal impõe um desafio, mas não impedirá o avanço dos projetos baseados no registro e compartilhamento de dados de saúde. As primeiras iniciativas das operadoras têm demonstrado que os indivíduos concordam em permitir o acesso a seus prontuários eletrônicos quando recebem informações claras e entendem os benefícios oferecidos. Com transparência, ética e respeito à legislação, o futuro da informação pode ser um grande aliado na reorganização do sistema de saúde.

Brasil: Uma superpotência da cirurgia plástica

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O número de cirurgias plásticas no Brasil cresce a cada ano. O mais recente estudo realizado pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica e Estética (ISAPS) demonstra os dados mais importantes de 2017 relacionados à cirurgia plástica. A Pesquisa demonstra um aumento de 5% no total de procedimentos cirúrgicos no Brasil.

No ranking mundial de cirurgias plásticas o país fica a frente de Japão e México. “O Brasil ocupa a posição de destaque no levantamento, nós realizamos mais procedimentos cirúrgicos do que Japão e México, estamos atrás apenas dos Estados Unidos”, explica o Dr. Carlos Oscar Uebel, Professor de Cirurgia Plástica do Hospital São Lucas (PUCRS) e Diretor Internacional da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica e Estética, ISAPS e presidente do Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica.

A busca por cirurgias plásticas é uma tendência que cresce a cada ano, e os números comprovam, o crescimento foi de 10 milhões para 11 milhões. Em contrapartida, nos Estados Unidos, de acordo com a Associação Americana de Cirurgia Plástica, o número de cirurgias caiu 34% nos últimos 10 anos.

Neste período no qual o cenário brasileiro é muito favorável para o setor, São Paulo se transformará na cidade do bisturi durante os dias 15 e 16 de março, quando acontece o 20º Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica, maior e mais importante evento da categoria.

Papas do bisturi de todo o mundo já confirmaram presença! Da Colômbia, os doutores Boris Henríquez González e Francisco Vilegas. No time da Argentina, os cirurgiões Guillermo Blugerman, Jorge Herrera, Luis Heredia e Raul Banegas. Diretamente da França, a presença confirmada e tão esperada do Dr. Henry Delmar. Dos EUA, o Dr. Patrick Sullivan. O Canadá será representado pelo Dr. Giancarlo McEvenue. E O Dr. Ramon Vila Rovira trará as maiores novidades utilizadas na Espanha, assim como farão o chileno Dr. Stefan Danilla e o turco Dr. Suleyman Tas.

Serão 6 cirurgias ao vivo, que demonstrarão as novidades tecnológicas do setor para mais de mil cirurgiões plásticos nacionais e internacionais. “Este será o maior intercâmbio científico da Cirurgia Plástica em toda América Latina”, afirma Dr. Uebel.

As inscrições podem ser feitas pelo site, www.simposiointernacional.com.br.

Os 10 procedimentos de cirurgia plástica mais populares são:

1. Aumento de mama 15,6%

2. Lipoaspiração 14,6%

3. Cirurgia das Pálpebras 12,5%

4. Rinoplastia 8,1%

5. Abdominoplastia 7,5%

6. Elevação do Seio 1%

7. Enxerto de Gordura - Face 5,6%

8. Redução de Mama 4,5%

9. Facelift 4,3%

10. Aumento de nádegas - transferência de gordura 3,1%

Os procedimentos não-cirúrgicos mais populares continuam a ser injetáveis com a Toxina Botulínica no top trend dos procedimentos. Foram , aproximadamente, 5 milhões no total, o que representa um aumento de 1% em relação ao ano anterior.

A cirurgia estética menos popular em 2017 foi o a de Contorno Facial, que teve a maior queda nos números, -11%.

Os Procedimentos Cosméticos que mais cresceram foram:

1. Labioplastia e Rejuvenescimento Vaginal - aumento de 23%

2. Lift corporal - um aumento de 22%

3. Aumento das nádegas, implantes - aumento de 18%

4. Aumento de nádegas usando transferência de gordura - aumento de 12%

5. Lift das nádegas - um aumento de 17%