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Articles from 2019 In October


Facilities como parceiro estratégico em sustentabilidade ambiental

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Terceirização deve atuar como parceiro estratégico e possuir 100% de seus processos adequados às práticas de responsabilidade ambiental

Ser uma instituição de saúde ambientalmente responsável vai muito além de ser visto com bons olhos pelo mercado. Instalações que atendem aos padrões de diferentes certificações verdes vêm percebendo em seus resultados um aumento na eficiência energética, gestão de resíduos e redução no consumo de recursos finitos como água. Uma prova disso é o crescimento das edificações que vêm sendo certificadas, segundo a consultoria EcoBuilding Consultoria em Construção Sustentável, o Brasil é quinto país do mundo em quantidade de empreendimentos com certificações LEED e AQUA-HQE.

No entanto, engana-se quem pensa que o conceito de responsabilidade ambiental se restringe ao edifício. Manter práticas sustentáveis dentro dos processos administrativos e assistenciais podem gerar resultados positivos relacionados a eficiência e redução de custos. Para isso, é necessário construir uma cultura de responsabilidade que envolve todos os colaboradores, sejam eles próprios ou terceirizados.

Um caminho sem volta já trilhado pelo setor de saúde e que contribui para o conceito de responsabilidade ambiental é a transformação digital. Com a automação de processos e implantação de soluções digitais e Prontuário Eletrônico do Paciente, o tão sonhado hospital sem papel é menos burocrático e mais eficiente.

Menor consumo e emissão de papel significa preservação ambiental, menor geração de resíduos e emissão de gases na produção de papel, tinta e equipamentos para impressão, por exemplo.

Apesar do setor administrativo das instituições de saúde ser um grande parceiro dentro dessa questão há outro aliado, quase invisível aos olhos do hospital que podem colaborar significativamente para a jornada em busca da sustentabilidade. São eles os prestadores de serviços, o time de terceirizados responsáveis pela limpeza e higienização, manutenção predial, jardinagem, limpeza de fachada, controle de acesso, recepção, lavanderia, rouparia e outros serviços que envolvem a operação do hospital.

Para o diretor executivo da APOIO Ecolimp, Rodolpho Ricci, empresas de facilities que entendem o conceito de sustentabilidade e o contemple em seus processos são grandes aliadas para as instituições de saúde. “A sustentabilidade deve permear 100% do processo, desde a produção de insumos e equipamentos utilizados, até a maneira como os recursos são utilizados dentro das instituições. Não adianta economizar água, por exemplo, e usar produtos químicos que não sejam biodegradáveis ou sejam agressivos ao meio ambiente”, acrescenta.

Para que seja possível atender às exigências, cada vez mais comuns, relacionadas a sustentabilidade por parte das empresas de saúde, a APOIO Ecolimp direcionou os esforços de sua equipe de P&D e inovação para o desenvolvimento de protocolos e aquisição de tecnologias que, do início ao fim do processo de produção e utilização sejam amigáveis ao meio ambiente.

Garantir essa sustentabilidade levou a APOIO Ecolimp até a Europa, onde conheceu, uma fabricante sueca de discos para limpeza de pisos. A tecnologia desenvolvida pela multinacional chamou a atenção por contemplar conceitos sustentáveis desde o processo de fabricação dos discos de limpeza até sua utilização no cotidiano hospitalar.

Os discos, produzidos a partir de garrafas PET recicladas, e com um processo de fabricação certificado e responsável, utilizam somente água durante a limpeza eliminando o uso de removedor ou outros produtos químicos. Esse novo produto, apresentou um resultado superior aos produtos utilizados anteriormente pela empresa.

Além disso, a vida útil dos discos também é outra vantagem encontrada, uma vez que cada um pode limpar uma área de até 5mil m² e reduzem em 2/3 o consumo de água no processo de tratamento de piso.

“Buscamos o que há de mais moderno em procedimentos e equipamentos, sempre dentro dos padrões e técnicas estabelecidas e validadas pela CCIH ou departamento de qualidade de nossos clientes. A gestão adequada de recursos e redução no impacto ambiental durante nossas operações também é uma prioridade. Por isso, só utilizamos químicos biodegradáveis e inertes no despejo de esgoto”, acrescenta o diretor executivo.

Sustentabilidade em 100% do processo

A utilização dos discos somada aos protocolos desenvolvidos e novos equipamentos garantem aos clientes da APOIO Ecolimp, maior eficiência nos processos de limpeza que são realizados em menor tempo, redução no uso de produtos químicos, economia de água e consequentemente uma redução nos custos de operação para o hospital.

Todos os meses a empresa investe mais de dez mil horas em treinamento para sua equipe operacional. Neles são contemplados mais de 150 protocolos que contemplam desde o atendimento ao cliente, economia de recursos sem abrir mão da qualidade até a garantia da segurança do paciente.

Por mais simples que pareçam, os protocolos aplicados pela APOIO Ecolimp possuem muitos pontos de atenção. Além de cumprir as normas e legislações a empresa também atende as exigências das organizações acreditadoras nacionais, como a ONA e internacionais como Joint Commission Internatioal (JCI) e Qmentun.

“A sociedade cobra, cada vez mais, atitudes ambientalmente responsáveis por parte da iniciativa privada. É nossa obrigação fazer isso antes que sejamos cobrados. Ser responsável é garantir a saúde e segurança de nossos colaboradores, pacientes e equipes assistenciais de nossos clientes”, finaliza o executivo.

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Grupo Fleury adquire CPC e fortalece presença no Rio Grande do Norte e no Nordeste

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33ª aquisição da Companhia, o CPC fortalece estratégia de crescimento e de presença no Rio Grande do Norte e a estratégia de oferta integrada de serviços diagnósticos laboratoriais e de imagem nos mercados em que atua

Como parte da sua estratégia de crescimento, o Grupo Fleury anuncia a aquisição de 100% do Centro de Patologia Clínica Ltda (CPC), empresa de análises clínicas de referência do Rio Grande do Norte. O grupo  atua no Estado desde 2018, quando adquiriu o Instituto de Radiologia.

O CPC acumula tradição de mais de 35 anos em serviços de diagnóstico laboratorial, com um portfólio robusto de exames laboratoriais na região metropolitana de Natal (RN). Tornou-se uma das maiores referências potiguares em exames de análises clínicas, com reputação consolidada entre clientes e comunidade médica. Com uma equipe de cerca de 150 profissionais, o CPC conta com sete unidades.

O presidente do Grupo Fleury, Carlos Marinelli, afirma que a aquisição do CPC vai fortalecer a presença da Companhia e oferta de serviços diagnósticos no mercado potiguar, bem como a sua atuação no Nordeste como um todo.  “O CPC fortalece nossa estratégia de crescimento e diversifica a nossa oferta com um portfólio complementar de serviços diagnósticos nos mercados em que atuamos, entregando excelência e maior conveniência à comunidade médica e aos clientes”, avalia.

Esta é a 33ª aquisição realizada pelo Grupo Fleury desde 2002, reforçando o interesse da empresa em seguir expandindo seus negócios nos mercados que oferecem oportunidade de ampliação geográfica e integração de soluções diagnósticas com exames laboratoriais e de imagem, a exemplo de movimentos recentes no Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro, com as aquisições de Serdil e Lafe, respectivamente, além da Diagmax, em Pernambuco, que ainda aguarda aprovação do Cade. O valor de aquisição do CPC foi de R$ 12 milhões.

Sobre o Grupo Fleury

Com mais de 90 anos, o Grupo Fleury é uma das mais respeitadas organizações de medicina e saúde do Brasil, reconhecido pela comunidade médica e opinião pública pela excelência técnica, médica, em atendimento e em gestão. Com mais de 9 mil colaboradores e cerca de 2 mil médicos, a empresa conta com mais de 200 unidades de atendimento das marcas Fleury Medicina e Saúde, a+ Medicina Diagnóstica, Weinmann Laboratório, Labs a+, Clínica Felippe Mattoso, Diagnoson a+, Serdil e Instituto de Radiologia de Natal e Lafe. Além de serviços de medicina diagnóstica, operações diagnósticas em hospitais e de laboratório de referência, o Grupo Fleury tem avançado fortemente em novos serviços relacionados à medicina personalizada e de precisão, bem como no desenvolvimento de sua Plataforma de Negócios em Saúde, com soluções que fornecem suporte na coordenação de cuidados do paciente da prevenção à terapêutica com serviços como Saúde Corporativa, Centro de Infusões de Medicamentos e Day Clinic (cirurgias de baixa complexidade com foco em ortopedia).

Hospitais empregaram 3,7 mil pessoas em setembro de 2019

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Responsável por metade dos postos de trabalho formais criados no setor da saúde durante o mês de setembro, as atividades hospitalares geraram 3.709 empregos, 41% a mais do que o observado no mesmo período de 2018. No acumulado de 12 meses até setembro, 50 mil pessoas foram empregadas pelo setor. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) divulgados na semana passada pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

Os hospitais membros da Anahp foram responsáveis por 4.237 contratações, no acumulado de 12 meses até agosto de 2019 (dado mais recente disponível), segundo levantamento do Sistema de Indicadores Hospitalares Anahp (SINHA).

"Notamos uma melhora constante nos índices de emprego do setor hospitalar em comparação a 2018, e isso se dá graças aos investimentos em expansão, qualidade, segurança do paciente, entre outros", avalia Marco Aurélio Ferreira, diretor executivo da Anahp. Além disso, o executivo acredita que a Lei da Liberdade Econômica, aprovada no mês passado, deve auxiliar em uma melhora ainda mais expressiva indicadores.

Fórum reúne líderes da logística da cadeia fria de medicamentos e do segmento da saúde em São Paulo

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Row of bottles and pills on a chemists counter

Em debate: a nova norma da Anvisa, inovações, tecnologias e o cenário  e econômico brasileiro

O segmento de logística farmacêutica passa por desafios que envolvem desde exigências regulatórias dos órgãos fiscalizadores, até às necessidades de inovação,  de novas tecnologias, além de mudanças no modelo global de negócios. Para debater essa conjuntura, a Associação Nacional de Farmacêuticos Atuantes em Logística (Anfarlog) reúne autoridades, integrantes do governo e os principais líderes da indústria e da logística no 8º Fórum da Cadeia Fria. O evento acontece no próximo dia 19 de novembro, no Cinesystem Morumbi Town, em São Paulo.

O Secretário Especial de Logística e Transporte do Estado de São Paulo, João Octaviano Machado Neto, é o convidado para a abertura. O fórum terá a presença de Jair Calixto, diretor do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma)  e Serafim Branco Neto, assessor da presidência da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), e de outros representantes de entidades de classe.

Nova norma da Anvisa

Eles participam da mesa redonda que discutirá novas regras sobre as Boas Práticas de Distribuição, Armazenagem e Transporte de Medicamentos, que entrará em vigor em março de 2020: “O Impacto da RDC 304/2019 (Anvisa) na Cadeia Logística Farmacêutica”. A medida trará mudanças em processos e exigirá um plano especial de implantação, além de capacitação em gestão e planejamento.

“O momento é de transição, por isso é fundamental entendermos o novo cenário”,  afirma Saulo de Carvalho Júnior, presidente da Anfarlog. Segundo ele, as empresas do setor terão um árduo desafio. Primeiramente para interpretar corretamente o que a nova norma pede, gerir essas informações e implantar as determinações.

“Isso exigirá investimento financeiro, em pessoas e no modelo do negócio para evitar prejuízos”. destaca. A cadeia fria é a mais sofisticada da logística farmacêutica, e é fundamental para garantir a qualidade de medicamentos de alto custo para pacientes de doenças graves e raras, ressalta Carvalho Junior.

Sindusfarma e políticos

Outra mesa redonda “Conexão da Indústria com as Agências Reguladoras” reunirá Nelson Mussolini, presidente do Sindusfarma, José Henrique Germann Ferreira (Secretário Estadual de Saúde), José Ricardo Santana (CMED), Renato Porto (ANVISA),  Vinicius Pacolla (COVISA), além da senadora Mara Gabrilli (PSDB), e de Ana Amélia Lemos, secretária Extraordinária de Relações Federativas e Internacionais do Rio Grande do Sul.

Destaques internacionais

O evento recebe Charlotte Gallogly,    presidente do World Trade Centers Association Miami (WTC) e Ivan Barrios,    vice-presidente WTC Miami.  O WTC estimula oportunidades de comércio e investimento para empresas internacionais que desejam se conectar globalmente e prosperar localmente.

Participam também outros executivos e líderes de atuação na indústria. Entre eles, Lucia Freitas (Biogen), Richard Moralez (Ex Sanofi),    Fabricio Vilhena (Eli Lilly and Company), Marcus Aurélio Miranda de Araújo (ANVISA), Bruna Figueiredo( Aeroporto Rio Galeão), Cleverton Vighy (Lufthansa Cargo), Paulo Maia(Abradimex).

Sobre a Anfarlog

Fundada em 2009 a Associação Nacional de Farmacêuticos Atuantes em Logística reúne profissionais e empresas que compõem a Cadeia Logistica Farmacêutica como prestadores de serviço, transportadores, operadores logísticos dentre outros. A entidade promove cursos, seminários,  palestras e discussões através de seus grupos de trabalho.

Digisystem anuncia plataforma para atender sociedade 5.0

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Desenvolvida para otimizar a experiência do usuário, a Plataforma 5.0 utiliza inteligência artificial e machine learning para oferecer agilidade, simplicidade e facilidade ao usuário, que passa a ser o centro da transformação digital

Digisystem, companhia brasileira fornecedora de soluções de negócios que ajudam as empresas a passarem pela jornada da transformação digital, acaba de anunciar o lançamento da Plataforma 5.0. A Solução de Negócio é fundamentada no conceito de Sociedade 5.0 - movimento disruptivo que visa promover, por meio da tecnologia, soluções para o bem-estar dos seres humanos -, e foi desenvolvida para otimizar a experiência do usuário.

De acordo com João Paulo Nieto, Diretor Executivo da Digisystem, em um mundo em que a transformação digital está cada vez mais presente na sociedade, é imperativo que as empresas inovem e tragam soluções de negócio que atendam todos os stakeholders envolvidos em um processo. “A plataforma 5.0 é totalmente integrada para dar ao usuário agilidade, simplicidade e facilidade, uma vez que ele é o centro de toda a transformação digital. A tecnologia é aplicada para melhorar a experiência do usuário, seja cliente, gestor ou fornecedor”, enfatiza o executivo.

Usuário no centro da transformação digital

Para o desenvolvimento da nova tecnologia, a Digisystem realizou grandes investimentos para mudar processos, pessoas e ferramentas, além de parcerias estratégicas para integração com Uipath, IBM Watson, entre outros. “Utilizando o conceito de machine learning, a plataforma 5.0 integra as soluções de inteligência artificial no atendimento primário, tornando-a mais assertiva e eficiente a interação humana no próximo estágio do processo”, explica Nieto.

A plataforma utiliza tecnologias como inteligência artificial, por exemplo, a fim de transformar as empresas, que a partir de uma consultoria para identificação dos problemas são unificadas para atender melhor todos os usuários. A solução de negócio promove o estudo do comportamento do usuário, com o objetivo de oferecer a melhor experiência e qualidade de vida através de resolução de problemas e execução de tarefas de maneira automatizada.

Experiência customizada e flexível

A nova solução da Digisystem é destinada aos gestores de TI que sofrem com a inatividade de serviços, longo tempo de resposta, atendimento de baixa qualidade, experiência ruim do usuário na utilização das tecnologias, falta de gestão a vista e ainda a falta de conhecimento dos processos de melhoria de User Experience.

Para as empresas, os principais benefícios incluem a melhoria e controle da user experience, integração de todos os pontos do processo em uma única plataforma, controle de compliance de todas as etapas do processo, swat team (equipe de especialistas pronta para atender a qualquer momento), zero call resolution, rapidez na solução de crises, controle de BI (gestão a vista). Já para os usuários, envolvem a facilidade de execução através de entradas ominichannel, automatização de tarefas repetitivas, maior agilidade e rapidez na resolução de qualquer tipo de problema e consequentemente maior qualidade de vida.

“O atendimento ao cliente precisa ser mais inteligente, fornecendo a experiência de serviço certo, para o usuário certo, no momento certo, dentro das restrições de custo e dos objetivos de cada organização. Nosso grande intuito é entender e suprir a real necessidade das empresas e seus clientes, trazendo uma experiência customizada e flexível”, finaliza Nieto.

Sobre a Digisystem

Empresa 100% brasileira, com 29 anos de experiência e unidades de negócios focadas nas tecnologias mais avançadas, capaz de entender as necessidades dos clientes e propor soluções de negócios end-to-end desde a consultoria, planejamento, processos, implementação e sustentação, para ser o melhor parceiro na jornada da transformação digital. A companhia possui relação próxima e de confiança com os principais provedores/fabricantes de tecnologia, com parcerias estratégicas com Microsoft | Oracle | WMWare | Symantec | Veritas | CommVault | IBM | Philips | UiPath. A Digisystem conta com mais de 600 profissionais atuando em São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Ceará, Maranhão, Amazonas, Piauí, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Atende mais de 300 clientes dos segmentos de educação, governo, indústria, saúde, finanças, utilities e varejo.

Time de tecnologia da Unimed FESP leva bronze em hackathon promovido pela Nasa

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·      Durante o evento, profissionais da TI foi representado pelo time Space Vitall que conquistou o 3º lugar no evento

·      O evento é uma iniciativa da Agência Espacial Americana que realizou a ação em mais de 200 cidades, simultaneamente, em todo o mundo

·      Com a terceira colocação nesta etapa, além da premiação, a equipe se classificou para a fase mundial.

Com o projeto de um aplicativo para identificar aglomeração de lixo e possíveis pontos de alagamento nas cidades, representantes do time de tecnologia da Unimed Fesp e Unimed Guarulhos conquistaram o 3º lugar no NASA Space Apps Challenge Brasil nos dias 19 e 20 de outubro, em São Paulo. No evento, a Unimed Fesp e o Vitall, hub de inovação lançado pela operadora em julho, também marcaram presença na mentoria do evento.

No modelo hackathon, o evento é uma iniciativa da Agência Espacial Americana que realizou a ação em mais de 200 cidades, simultaneamente, em todo o mundo com o intuito de resolver desafios e encontrar novas ideias para melhorar a vida em sociedade. O hackathon reúne jovens profissionais de diferentes habilidades como arte, design, tecnologia, negócios, engenharia, saúde, cultura, educação, ciência de dados, meio ambiente, entre outros.

Representando a Unimed Fesp, o grupo batizado de Space Vitall era formado por Luís Fernando Bezerra Lima,  Nagib Sabbag Filho (ambos Unimed Fesp), Raphael Godoi (Unimed Guarulhos) e Marcelo Guimarães e Weslley Garcia.

A equipe desenvolveu um aplicativo chamado “Super Cidadão”, com intuito de colaborar para que as cidades sofram menos com problemas relacionados a enchentes antrópicas, aquelas que são geradas devido a interferência do homem. Colaborativo e com  ideias do conceito de Sociedade 5.0, o protótipo/aplicativo incentiva as pessoas a registrarem problemas que ocasionam enchentes, como o lixo nas ruas, para que utilizando os dados da NASA, consiga-se identificar locais em tempo real com probabilidade de chuva e enchente, para que órgãos públicos em conjunto com os "Super Cidadãos" criem meios de diminuir o impacto das enchentes em áreas de riscos.

Com a terceira colocação nesta etapa, além da premiação, a equipe se classificou para a fase mundial.

Representando a Vitall, o superintendente de TI, Mauricio Cerri e a consultora de inovação Carolline Andresi Bezerra foram mentores da ação que reuniu nove times que apresentaram trabalhos criados e desenvolvidos durante o hackathon. Durante a mentoria, eles deram conselhos, supervisionaram e colaboraram com os times compartilhando experiências e conhecimento.

Sobre a Unimed Fesp

Criada em 1971, apenas quatro anos após a fundação da primeira Unimed, em Santos, a Federação das Unimeds do Estado de São Paulo (Unimed Fesp) nasceu com o intuito de integrar as cooperativas singulares de todo o Estado. A Unimed Fesp atua no mercado como operadora de saúde e como uma federação sendo que, entre suas atribuições está o oferecimento de assessoria comercial/relações empresariais, jurídica, em projetos hospitalares, em saúde ocupacional, em educação cooperativista, entre outras áreas, orientando, coordenando e normatizando a filosofia cooperativista entre dirigentes, médicos cooperados e funcionários.

Decisão judicial a favor do ato médico

Decisão judicial a favor do ato médico

Justiça acata ação do Cremesp e impede dentista de ministrar curso sobre blefaroplastia

A juíza da 4ª Vara Cível Federal de São Paulo, concedeu, na tarde deste 29 de outubro, liminar que impede o dentista Antônio Fernando Gentil (CRO/SP 28223) de ministrar o “Curso de Blefaroplastia superior, inferior e castañares”, na cidade de Porto Ferreira/SP, nos dias 31 de outubro, 01 e 02 de novembro de 2019.

A decisão da juíza Ana Lúcia Petri Betto acolheu os pedidos de ação ajuizada pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp).

A blefaroplastia é uma cirurgia plástica a fim de melhorar a função e/ou a aparência das pálpebras e trata-se de um procedimento privativo de profissional com formação em Medicina.

De acordo com a lei 12.842/13, que regulamenta o exercício da Medicina, é privativo ao médico o ensino de disciplinas especificamente médicas. A mesma lei dispõe claramente no artigo 4º que os atos privativos do médico não se aplicam a Odontologia.

Frente a este fato, que pode configurar exercício ilegal da Medicina, e à possível infringência da Lei 5.081/1966, que regula o exercício da Odontologia, o Cremesp oficiou Ministério Público do Estado de São Paulo e o Conselho Regional de Odontologia do Estado de São Paulo, para apuração dos fatos que podem gerar sérios prejuízos à saúde da população..

Vigilância

Ainda em fevereiro deste ano, o Cremesp notificou o Ministério Público do Estado de São Paulo e o Conselho Regional de Odontologia do Ceará, apontando a prática ilegal da Medicina pelo dentista Marco Antonio Botelho Soares.

Após tomar conhecimento da atuação ilegal, via redes sociais, o Conselho solicitou aos órgãos a imediata apuração dos fatos. A ação incluiu ainda Karina Lorenzon May, que ministra palestra neste mesmo curso. O Conselho Regional de Odontologia de Santa Catarina, em que Karina possui registro, também foi notificado à época.

O dentista Marco Botelho foi impedido, judicialmente, de ministrar cursos ligados ao tema 'modulação hormonal' e/ou prescrever tratamentos sem reconhecimento científico e de cunho médico.

Prevenção é o caminho para empresas reduzirem custos com saúde

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Em fórum voltado para gestores de RH, Gilberto Ururahy e Claudia Marchi apontam os desafios para a gestão da saúde nas organizações

Se por um lado, o plano de saúde está entre os três maiores desejos do brasileiro, por outro, é o segundo maior custo de uma empresa, respondendo, em média, de 12 a 15% da folha de pagamento. Foi para debater esse cenário e apresentar soluções às organizações, que aconteceu na manhã desta terça-feira, na Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro (Amcham Rio), o Fórum “Quando o RH Solicita Saúde”. O diretor médico da Med-Rio Check-up, Gilberto Ururahy, e a CHRO & Partner da Degoothi Consulting, Claudia Marchi, destacaram ações necessárias para que as organizações melhorem a gestão de saúde.

Para ambos, é fundamental que as empresas invistam continuamente em prevenção. Segundo Claudia, há organizações que criam ações esporádicas ou que participam de campanhas, mas sem desenvolver uma cultura voltada para saúde. Para ela, isso é reflexo da forma como os gestores compreendem a saúde. “Ela não pode ser percebida como custo, porém é essa a visão que ainda persiste em muitas empresas”, observa a CHRO & Partner da Degoothi Consulting.

Para mudar isso, é preciso que as empresas tangibilizem em números o retorno que a gestão da saúde traz, inclusive no aspecto financeiro. Gilberto observou que colaboradores saudáveis reduzem o uso do plano de saúde com consultas, exames e internações. O resultado é o controle da sinistralidade do benefício, o que permite a empresa negociar melhores valores com a operadora na hora de renovar o contrato.

Diabetes, obesidade, hipertensão arterial são algumas das doenças crônicas citadas pelo diretor médico da Med-Rio que atingem boa parte da população e poderiam ser prevenidas com mudanças nos hábitos de vida. Em muitos casos, são elas as responsáveis pelo afastamento médico do colaborador. Além disso, a falta de uma rotina saudável aumenta o risco de sofrer um infarto, um AVC e até mesmo do desenvolvimento de vários tipos de câncer. Todas representam altos custos para o sistema de saúde. “Atualmente, 73% das mortes no mundo estão relacionadas ao estilo de vida”, alertou Gilberto, ao citar pesquisa da Universidade de Stanford.

Ele observa que é preciso que o indivíduo tome as rédeas do seu próprio cuidado. Porém, não é fácil promover mudanças sem apoio. A maior parte costuma alegar falta de tempo para realizar os exames preventivos. Por isso, é importante que a saúde seja um item primordial dentro da estratégia da empresa. “Tenho visto um relevante aumento no número de casos de depressão e de burnout no mundo corporativo. Isso reforça a necessidade das empresas olharem com mais atenção para a saúde dos seus funcionários”, afirma Gilberto.

Alerta aos RHs

Os palestrantes alertaram que é preciso que as empresas tenham cuidados na hora de contratar fornecedores e prestadores de serviço. Eles criticaram o fato de que muitos gestores olham apenas para o valor do serviço na hora da tomada de decisão. “Isso não pode ser o principal critério. Competência técnica inquestionável, serviços singulares e integridade no relacionamento são fatores essenciais”, ponderou Claudia.

Para Gilberto, as empresas também enfrentam um desafio por não terem pessoas especializadas em saúde. Ele explicou que são as áreas de RH e de Suprimentos que respondem, na maioria das vezes, pela contratação de um fornecedor, porém são formadas por profissionais que não costumam conhecer as singularidades do setor de saúde. “Tomar uma decisão sem conhecer os prestadores in loco, utilizando-se de e-mails e propostas, sem realizar uma visita técnica, é uma decisão extremamente frágil e arriscada. O resultado é a contratação de serviços que não atendem a necessidade da empresa. Isso significa aumento de custos e desperdício de recursos”, explica Gilberto, que contou a sua própria experiência. “São 30 anos trabalhando com check-up e durante todo esse período nunca recebi um pedido de um profissional de RH ou Suprimentos para conhecer nossas instalações e avaliar o nosso serviço”.

Aspen Pharma Brasil anuncia aquisição de Magnésia Bisurada

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Com o novo produto, a farmacêutica será um dos principais players do mercado no segmento de antiácidos sem prescrição médica

A filial brasileira da sul-africana Aspen Pharma, uma das maiores fabricantes de medicamentos do mundo, anuncia a aquisição do antiácido Magnésia Bisurada da Pfizer, indicado para o alívio dos sintomas como azia, queimação e dor de estômago. A aquisição reforça o portfólio de medicamentos isentos de prescrição da companhia. O CEO Alexandre França destaca que a Magnésia Bisurada irá receber fortes investimentos. "Trata-se da primeira negociação realizada com recursos exclusivos da filial brasileira. Em 2019 completamos 10 anos de atuação no país, e continuamos investindo e acreditando no Brasil, crescendo com portfólio orgânico e aquisições", destaca França.

Com um plano focado em compra de produtos tradicionais em especialidades estratégicas, a farmacêutica finalizou o último ano fiscal (2018/2019) com crescimento de 48%, totalizando R$ 375,3 milhões, considerado o melhor resultado do ano entre as 11 filiais do grupo no mundo. De 2015 a 2019 a Aspen Pharma Brasil mais que dobrou de tamanho, com crescimento de 118%.

Em janeiro deste ano, o CEO Alexandre França recebeu na sede da multinacional na África do Sul o prêmio de executivo do ano, que veio para solidificar todos os resultados conquistados na última década.

A estimativa é que a venda da Magnésia Bisurada pela Aspen Pharma inicie a partir de outubro no Brasil.

A indústria farmacêutica já possui o Leite de Magnésia de Phillips em seu portfólio, e incluiu também o Magnésia de Phillips Tabs, suplemento mineral, a base de hidróxido de magnésio e carbonato de cálcio.

A farmacêutica oferece ao mercado brasileiro medicamentos anestésicos, fitoterápicos, de prescrição, SNC e OTC, cardiometabólicos e biotecnológicos.

Atualmente é a empresa número 1 em anestésicos do Brasil, e seus produtos estão presentes em mais de 3.100 hospitais espalhados por todo o país. Integram o portfólio da companhia diversos medicamentos de referência no mercado, como: Alcachofra, Diprivan, Calman, Omcilon-A Orabase, Kwell, Zyloric, Suplan, entre outros.

Entre o planejamento estratégico para os próximos cinco anos está o investimento de quase R$ 50 milhões na fábrica no Espírito Santo. A maior parte desse aporte será destinado para a área de anestésicos visando o mercado nacional a curto prazo e a exportação para países da América do Sul em um segundo momento.

Sobre a Aspen no Brasil

Com dez anos de atuação no Brasil, sede no Rio de Janeiro e fábrica em Serra/ES, a Aspen Pharma oferece ao mercado brasileiro medicamentos anestésicos, fitoterápicos, de prescrição, SNC e OTC, cardiometabólicos e biotecnológicos. Integram o portfólio da companhia diversos produtos de referência no mercado, como: Diprivan, Calman, Leite de Magnésia de Phillips, Omcilon-A Orabase, Kwell, Zyloric, Digoxina, Insunorm, Alcachofra, Imuran, Enablex, Aldomet, Suplan, entre outros.

A Aspen Pharma Brasil é reconhecida há cinco anos (2014 a 2019) pelo Great Place To Work como uma das melhores empresas para se trabalhar, já tendo conquistado os selos nas categorias Rio de Janeiro, Farmacêutica, Mulher e Brasil.

Sobre a Aspen no mundo

A Aspen Pharmacare é a principal companhia farmacêutica do continente africano, a maior indústria farmacêutica do Hemisfério Sul e uma das maiores fabricantes de medicamentos no mundo. Com 24 plantas produtivas, em 18 indústrias nos seis continentes, a companhia desenvolve seus produtos sob o comando de cientistas altamente qualificados e em parceria com outras farmacêuticas globais e centros de pesquisa de renome. Atualmente, o Grupo conta com mais de 10 mil funcionários em todo o mundo e fornece produtos para 144 países ao redor do globo.

PROADI-SUS completa dez anos com mais de R$ 4,6 bilhões aplicados no Sistema Único de Saúde

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Os principais desafios e resultados do Programa foram debatidos durante evento realizado em parceria com o Estadão, em Brasília

O Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS) completa dez anos este ano. Até o momento, foram aplicados R$ 4,6 bilhões no SUS por meio de aproximadamente 550 projetos que levam inovação e contribuem com o aperfeiçoamento, fortalecimento e qualificação da saúde pública brasileira.

Os principais resultados e iniciativas da última década foram debatidos no Fórum Estadão Think: 10 anos de PROADI-SUS – Resultados e Desafios, no dia 24 de outubro, em Brasília. O evento contou com a presença do Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e dos presidentes do Conselho Nacional de Secretarias de Saúde (CONASS), Alberto Beltrame, e do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS), Wilames Freire Bezerra, entre outros convidados.

O Programa é uma parceria do Ministério da Saúde com cinco hospitais filantrópicos que são referência em qualidade no Brasil: Hospital Alemão Oswaldo Cruz, HCor, Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Moinhos de Vento e Hospital Sírio-Libanês. Os projetos, executados dentro de triênios, são realizados pelos hospitais para atender as necessidades do SUS em abrangência nacional.

Luiz Henrique Mandetta afirma que o Ministério da Saúde quer a ampliação dessa iniciativa. “É importante que o setor privado e o público dialoguem”, afirma. O Ministro ainda explana que em meio a um País com tantas diferenças e desafios, não existe um sistema isolado de saúde. “Não existe PROADI sem SUS. Precisamos ter o entendimento que coberturas e acessos à saúde, para serem universais como consta na Constituição, precisam da parceria público-privada”, concluí.

As iniciativas do PROADI-SUS foram estabelecidas para aprimorar e tratar de temas urgentes para a sociedade brasileira, como, por exemplo, incorporação de políticas de saúde, pesquisas e avaliação de tecnologias em saúde, assistência altamente especializada, segurança do paciente e gestão.

Henrique Neves, Diretor Geral da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, explica a origem dos recursos. “Os projetos são executados pelos cinco hospitais com recursos próprios, equivalente no mínimo ao valor da imunidade de contribuições sociais de que são imunes”.

Um dos hospitais beneficiados é o Socorrão II, em São Luís do Maranhão, que enfrentava superlotação em seu pronto-socorro, com grandes filas, pacientes nos corredores e dificuldade de internação. Fabrícia Cavalcante Rocha, Coordenadora do Núcleo de Segurança do Paciente, participou do evento para compartilhar sua experiência com o projeto Lean nas Emergências, realizado pelo Hospital Sírio Libanês. “O tempo para internação dos pacientes diminuiu em 27%; o tempo médio de permanência no hospital, que era 15 dias no ano passado, hoje tem média mensal de 8 dias. Temos ganhos de diversos indicadores, mas por trás de tudo isso, também tem um valor. O Lean foi um resgate de como atender o paciente no pronto-socorro. O projeto veio no momento que mais precisávamos, pois tínhamos tentado diminuir a lotação do pronto-socorro, mas não sabíamos exatamente como. Por meio de todas as ferramentas trazidas pela iniciativa, tivemos diversos ganhos”, finaliza.

Para Bernardete Weber, Superintendente de Responsabilidade Social do HCor, os benefícios dos projetos executados englobam o curto, médio e longo prazo. “Além de atingir resultados concretos, como diminuir taxas de infecção nas UTIs ou filas para o atendimento, o PROADI-SUS provoca uma mudança de cultura no serviço público, demonstrando que é possível atingir gradativamente a excelência por meio do conhecimento e da adoção de melhores práticas na gestão de saúde”, afirma.

Temas de atuação

O PROADI-SUS atua em projetos de diversas frentes. Vânia Bezerra, Superintendente de Responsabilidade Social do Hospital Sírio-Libanês, explica que as iniciativas de gestão aplicam metodologias específicas. “Para atender o paciente de forma ágil e qualificada, diversos processos operacionais precisam ser otimizados, o que significa também reduzir desperdícios. É com esse conhecimento que os hospitais integrantes do PROADI-SUS contribuem com os hospitais do SUS”, explana. Nesses dez anos, 111 programas de gestão foram executados, com mais de 313 mil atendimentos realizados.

Outro destaque são as iniciativas focadas em Segurança do Paciente, que impactaram 32 mil profissionais de saúde na última década. Luciano Hammes, Superintendente de Educação, Pesquisa e Responsabilidade Social do Hospital Moinhos de Vento, explica como funciona a atuação do PROADI-SUS nessa temática. “Trabalhamos para a redução de infecções hospitalares em UTIs, além da avaliação do impacto clínico e financeiro da resistência antimicrobiana no SUS. Esses dados permitem a consolidação de evidências para o direcionamento de políticas públicas em saúde, beneficiando diretamente milhões de brasileiros”.

Para Ana Paula Pinho, Superintendente de Responsabilidade Social do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, os projetos que levam inovação e tecnologia também aumentam o acesso da população à uma saúde de qualidade. “Projetos de telemedicina garantem um diagnóstico ágil na atenção primária e promovem análise de exames e regulação de casos por meio da consultoria e atuação dos hospitais membros do Programa”. Nessa área de atuação, cerca de 13 projetos foram executados nos últimos dez anos, com mais de 1 milhão de atendimentos realizados.

Sobre o PROADI-SUS

O Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS) foi criado em 2009 com o propósito de apoiar e aprimorar o Sistema Único de Saúde (SUS) por meio de projetos de capacitação de recursos humanos, pesquisa, avaliação e incorporação de tecnologias, gestão e assistência especializada aprovados pelo Ministério da Saúde. Hoje, o programa reúne cinco hospitais sem fins lucrativos que são referência em qualidade médico-assistencial e gestão: Hospital Alemão Oswaldo Cruz, HCor, Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Moinhos de Vento e Hospital Sírio-Libanês. O PROADI-SUS é mantido com recursos dos hospitais participantes, equivalente no mínimo ao valor da contribuição social de que são imunes. Os projetos levam à população a conhecimento dos hospitais em iniciativas que atendem necessidades do SUS. Entre os principais benefícios do PROADI-SUS, destacam-se: redução de filas de espera; qualificação de profissionais; pesquisas do interesse da saúde pública para necessidades atuais da população brasileira; gestão do cuidado apoiada por inteligência artificial e melhoria da gestão de hospitais públicos e filantrópicos em todo o Brasil. Para mais informações sobre o Programa e projetos vigentes no atual triênio, acesse o site.