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Articles from 2019 In November


IDOR se une à Academia Brasileira de Ciência para contar a história de célebres cientistas brasileiros

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Em sintonia com o mês da Consciência Negra, o projeto intitulado "Ciência gera Desenvolvimento” homenageia o geógrafo Milton Santos em vídeo de divulgação científica.

O Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) se une à Academia Brasileira de Ciências (ABC) no projeto "Ciência gera Desenvolvimento", que foi criado pela ABC em 2007, com foco na produção de vídeos curtos de animação. O tema é a vida e obra, em 2 minutos, de cientistas brasileiros que se dedicaram a pesquisas com forte impacto no desenvolvimento do país. “Nosso objetivo é colaborar para que toda a sociedade possa conhecer e reconhecer as contribuições da ciência para a soberania nacional, no passado e no presente”, afirma a diretora da ABC e idealizadora do projeto, Marcia Cristina Bernardes Barbosa.

A série já contava com três vídeos: um sobre a engenheira agrônoma Johanna Döbereiner, cujo trabalho sobre bactérias fixadoras de nitrogênio foi crucial para que o Brasil se tornasse o segundo maior produtor de soja do mundo. Outro, sobre o médico Marcos Luiz dos Mares Guia, que criou um método para produzir insulina humana e fez do Brasil o líder dessa produção: antes dele, a insulina usada no tratamento de diabetes era tirada de bois e porcos. E um terceiro vídeo mostra a contribuição do almirante Álvaro Alberto da Mota e Silva, primeiro presidente da ABC e do CNPq, que além de pesquisar na área nuclear foi uma referência na institucionalização da ciência brasileira.

O professor da UFRJ e diretor de comunicação do IDOR, Stevens Rehen, considerou a parceria no projeto imprescindível ao Instituto, que é comprometido com o avanço científico e a disseminação do saber. Além disso, o pesquisador acredita que há uma necessidade de estabelecer novos canais de comunicação com a sociedade, para dar mais visibilidade à ciência nacional. “O ‘Ciência Gera Desenvolvimento’ é fascinante, uma maneira bastante criativa de contar a história da ciência brasileira”, comentou Stevens, que aposta na forma leve e lúdica das animações para atrair o interesse dos jovens. “A expectativa é que o público jovem descubra a importância do desenvolvimento científico nacional. Queremos informar e, também, inspirar crianças e adolescentes para que se interessem por assuntos das ciências, sejam exatas, biológicas, humanas ou translacionais”, afirma.

Abordar a história do geógrafo Milton Santos foi contribuição da equipe do IDOR, que agregou a perspectiva das ciências humanas e maior representatividade ao Ciência Gera Desenvolvimento. "O maior geógrafo nosso e da América Latina era negro, mas poucos sabem disso", destaca Rehen. A pesquisa de Milton Santos uniu a geografia aos estudos de urbanização em países em desenvolvimento. Sua obra “O Espaço dividido”, de 1979, é considerada um clássico mundial, apresentando sua teoria sobre os dois circuitos da economia urbana dos países subdesenvolvidos. Milton foi o único representante da América Latina a receber o prêmio Vaudrin Lud, considerado o Nobel da Geografia.

Além da representatividade negra e latino-americana, o geógrafo também é importante personalidade científica no Nordeste e na Bahia, estado onde nasceu e estudou até a sua primeira graduação. “O geógrafo Milton Santos foi além do seu tempo e do ‘espaço’ na geografia: a sua obra representa novas dimensões do urbanismo. E sem perder a baianidade!", informa Jailson Bittencourt de Andrade, principal apoiador do vídeo, que além de químico na UFBA e diretor da ABC, compartilha a origem baiana com o geógrafo.

O lançamento do vídeo ocorre na terça-feira do dia 3 de dezembro, ainda salientando o tema da Consciência Negra, que foi trazido fortemente no mês de novembro. O conteúdo é uma forma de destacar que, para além das questões culturais, a população negra também é marcante e ativa na constituição do patrimônio científico brasileiro.

A animação sobre Milton Santos e todos os outros vídeos do projeto estão disponíveis no site.

Santa Isabel é homenageado pelo resultado em transplantes de órgãos

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Instituição foi lembrada em Sessão da ALESC alusiva aos 20 anos da SC Transplantes

O Hospital Santa Isabel, de Blumenau – Santa Catarina, e médicos do Corpo Clínico foram homenageados na noite desta quinta-feira na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, em Florianópolis. O evento, alusivo aos 20 anos da SC Transplantes, entregou ao HSI o mérito de hospital com o melhor resultado em transplantes de órgãos de Santa Catarina. A placa foi entregue ao Dirceu Rodrigues Dias, Diretor de Operações do Santa Isabel, e à Giselia Theiss, Coordenadora de Enfermagem da Comissão Hospitalar de Transplantes – CHT - do HSI. Também foram homenageados o Dr. Mauro Rafael da Igreja, como médico captador de órgãos, e o Dr. Frederico José Di Giovanni, pelas captações e transplantes cardíacos em Santa Catarina.

A premiação aconteceu em Sessão Especial da Assembleia Legislativa e contou com a presença de dezenas de pacientes transplantados, familiares destes pacientes e familiares de doadores de órgãos – pessoas que disseram SIM à doação no momento da confirmação da morte encefálica. As homenagens feitas ao Hospital Santa Isabel e seu Corpo Clínico são resultados da sensibilização das famílias no momento da abordagem feita pela CHT. Até outubro de 2019, o Hospital Santa Isabel realizou 236 procedimentos de transplantes, com destaque para Rins – 124 cirurgias.

Capacitação para abordagem

Os profissionais da Comissão Hospitalar de Transplantes possuem capacitação para abordagem familiar quando algum paciente vem à óbito por morte cerebral e existe a possibilidade de captação dos órgãos. Todos os enfermeiros da CHT fazem o Curso de Más Notícias, que é disponibilizado pela SC Transplantes. Eles buscam conhecimento e desenvolvimento contínuo, com objetivo de aprimorar o trabalho e realizar o melhor acolhimento para estas famílias que perdem seu ente querido. O trabalho de transplantes de órgãos envolve a SC Transplantes, motoristas, pilotos, além da equipe de saúde que realiza o procedimento cirúrgico.

Histórico de conquistas

Em 2007, a equipe multidisciplinar do Hospital Santa Isabel foi homenageada no Congresso Brasileiro de Transplantes por ter iniciado os serviços de fígado, coração e pâncreas-rim simultâneo em Santa Catarina. Em 2010, o HSI recebeu o Troféu Rui Braga, entregue pela Central de Transplantes de Santa Catarina, por ter sido o segundo principal hospital de transplantes de fígado do Brasil.

Em 2011, o trabalho de reabilitação com pacientes do Hospital Santa Isabel que fizeram transplante de fígado foi apresentado no 16º World Confederation for Physical Therapy (Confederação Mundial de Fisioterapia), em Amsterdã, na Holanda. No mesmo ano, o HSI realizou 96% dos transplantes de fígado em Santa Catarina.

Em 2015, o HSI comemorou a realização do milésimo transplante renal. Em 2016, alcançou a marca histórica do milésimo transplante hepático, sendo o hospital que realizou o maior número de transplantes de fígado em 2016 - superandos hospitais renomados do Brasil. Em 2017, foi eleito o melhor Hospital Transplantador de Santa Catarina. Em 2018, ficou entre os cinco hospitais que obtiveram os melhores resultados na doação de órgãos em Santa Catarina e, em 2019 até o mês de julho, HSI foi o hospital com maior número de doadores de múltiplos órgãos e de córneas do estado. Ainda em 2019, o Governo do Estado de Santa Catarina homenageou o Hospital Santa Isabel por ser de grande importância para os serviços de transplantes de órgãos em Santa Catarina.

Dados e coordenação de cuidado para a medicina do futuro

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Nessa semana conferimos a palestra do Pedro Bueno, Presidente da Dasa, sobre o futuro da Saúde e a visão da empresa sobre estratégias que visem colocar o paciente no centro de um cuidado coordenado. Um dos principais pontos citados foi a importância e a dificuldade da interoperabilidade, item técnico fundamental para a gestão integrada e tomada de decisões baseada em dados.

Ele contextualiza mostrando a fragmentação do setor, tanto no cuidado contínuo da saúde, quanto nos dados. Por exemplo, existem muitas abreviações e denominações para um mesmo elemento, ou mesmo diferentes valores de referência, no caso de exames, dependendo do fornecedor do equipamento.

“Quando começamos a entrar no mundo da interoperabilidade vimos que o desafio era enorme. Passamos os últimos três anos só investindo nisso dentro da Dasa, já que crescemos através de aquisições. Hoje temos mais de 40 marcas e gastamos três anos somente para interoperar internamente”, diz ele, deixando implícito o esforço que seria para tornar dados interoperáveis entre empresas sob grupos de controle diferentes.

Fora isso, há um desalinhamento de interesses. O sistema foi construído para ser remunerado por tratamento de doenças e não para, de fato, gerar saúde. Seja de forma individual ou coordenada. Para citar, um provedor receberá muito mais tratando um paciente oncológico, do que se detectar o tumor em estágio precoce. 

O diálogo e sinergia entre os players para promover a integração definitivamente passa pelo paciente. Incentivar que este esteja na liderança e seja seu ​próprio gestor de saúde, com o apoio do setor é indispensável. Para isso, devemos conscientizá-lo com o potencial da sua própria informação, apresentar dado​s de forma correta, que gere engajamento para transformar as suas escolhas do dia a dia.

As novas tecnologias vêm para auxiliar no processo, a inteligência artificial e o monitoramento remoto, segundo Pedro, são exemplos de viabilizadores para a mudança da dinâmica do paciente. Também deve existir um esforço para a mudança cultural de utilização dos planos. “O Brasil é super hospitalocêntrico. Há a cultura de ir ao pronto-socorro em vez de marcar uma consulta. O problema é que, por o hospital ser muito mais complexo, o custo é maior. É um ambiente transacional, que trata pontualmente e não há uma continuidade”, diz, citando o dado de cerca de 3 visitas ao ano por pessoa nos serviços de emergência.

Se hoje vemos o paciente desconectado do sistema, o trabalho de aproximação passa pelo médico. Segundo o executivo, o diagnóstico é de profissionais sobrecarregados sem uma visão completa do paciente. “E não adiantaria jogar todos os dados do paciente lá [no sistema], não há tempo de gerir tudo aquilo. O médico que gasta, por exemplo, 1 hora antes da sua consulta para analisar os dados do paciente e fazer uma super consulta, ganha o mesmo que um médico que faz isso em 10 min, pede um monte de exames e passa o paciente para frente. Então como podemos gerar uma nova forma do médico olhar o paciente?”. Pedro enxerga um caminho através de dados transformados em informações acionáveis, com dois ou três insights que auxiliem o profissional em vez de lhe causar ansiedade.

E o que vai ser imprescindível para isso? Um sistema de financiamento que suporte a medicina baseada em valor. De acordo com o presidente da Dasa, temos falado muito sobre atenção primária nos últimos tempos, mas falamos pouco sobre coordenação de cuidado. A estratégia consiste em olhar o paciente e ger​í-lo de forma mais inteligente. É identificar uma mulher que está há 5 anos sem fazer mamografia e recomendar que este seja feito, ou verificar se um diabético está tomando a sua medicação corretamente.

“É claro que sem a atenção primária não adianta fazer coordenação de cuidado. E a coordenação sem a inteligência baseada em dados se torna muito cara. Então esse é o desafio, mastigar e conectar os dados dos pacientes, transformar dados em informações que possam ser lidas de forma muito rápida e simples. Se continuarmos atuando da mesma forma, não atingiremos resultados diferentes”

Para finalizar, ele cita a junção da Dasa com a rede Ímpar e a intenção de, com o movimento, começar a conectar os agentes do setor, empoderar os médicos e aplicar o hub de inteligência já existente na Dasa. Pedro comenta que a ação pode ser de certa forma encarada como um modelo de Accountable Care Organization (ACO). “As ACOs foram boas nos EUA, mas ainda são um pequeno passo. Podemos fazer muito mais agregando tecnologia e inteligência de dados. Temos massa crítica no Brasil para fazer diferença. Acho que a diferença é que temos investido muito mais em inovação do que os grupos dos EUA, que são menores. Outra diferença é que lá as empresas de medicina diagnóstica não entraram ou entraram de forma bastante superficial no acordo, sendo que o dado diagnóstico é super estratégico para fazer a coordenação de cuidado. Podemos ir muito além, vamos testar vários pilotos com as operadoras, não existe uma solução única”

Medtronic anuncia novo diretor de acesso ao mercado no Brasil

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Renato Arruda liderava a área de Diabetes da companhia desde 2016

A Medtronic, líder mundial em tecnologia, soluções e serviços médicos, anuncia Renato Arruda como novo Diretor de Acesso ao Mercado. O executivo liderava a unidade de Diabetes desde 2016.

Nessa posição, teve grande destaque na renovação do portfólio da divisão e no desenvolvimento de novos modelos de acesso no SUS. Na nova área, Arruda será responsável pela implementação de estratégias de acesso e desenvolvimento de projetos em Value-Based Healthcare no Brasil, além de outros modelos de negócio inovadores para a empresa.

Com sólida experiência em marketing, vendas, estratégia e desenvolvimento de mercado na área da saúde, Arruda soma passagens por companhias como Sanofi e Roche.  Graduado em administração de empresas pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP) e MBA pela FIA-USP, Arruda possui especializações em Estratégia em Saúde, na Harvard Business School, e Liderança Empresarial, na London Business School. 

Sobre a Medtronic 

A Medtronic, com sede em Dublin (Irlanda), está entre as maiores empresas de tecnologia, serviços e soluções médicas do mundo - aliviando a dor, restabelecendo a saúde e prolongando a vida para milhões de pessoas em todo o mundo. A Medtronic emprega mais de 84 mil pessoas em todo o mundo, atendendo médicos, hospitais e pacientes em aproximadamente 160 países. Presente no Brasil, desde 1971, a empresa emprega atualmente, 500 funcionários em seu Centro de Inovação, em São Paulo, e mais 500 pessoas entre funcionários das duas fábricas localizadas em São Sebastião do Paraíso (MG) e Ribeirão Preto (SP), respectivamente. O foco da empresa é colaborar com os públicos de interesse em todo o mundo para que juntos possam levar os tratamentos de saúde além. 

Prêmio reconhece apoio social da Panvel à Santa Casa de POA

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Ao promover inciativas como o Troco Amigo, a Panvel tem expressado sua preocupação em contribuir com o desenvolvimento das comunidades nas quais está inserida. Essa dedicação foi recentemente reconhecida através do Troféu Amigos da Boa Causa, entregue recentemente pela Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre. O mérito homenageia parceiros que contribuem para a melhoria da qualidade da assistência prestada pela Instituição. Representada na cerimônia de entrega pelo conselheiro do Grupo Dimed, Roberto Weber, a Panvel foi agraciada em três categorias: IdososCultura e Causas Diversas - segmentos representam as áreas de projetos apoiados. O Diretor Administrativo e Comercial, Roberto Coimbra, ainda recebeu uma placa especial em homenagem à companhia.

A Santa Casa é uma das instituições mais beneficiadas pela campanha Troco Amigo da Panvel. Com a próxima entrega prevista para o início de 2019, a entidade pode ultrapassar os mais de R$ 1,5 milhão recebidos pela campanha no acumulado dos cinco anos de participação. O programa permite que os clientes da Panvel façam a doação de qualquer quantia em dinheiro do seu troco no ato da compra e, desta forma, ajudem os hospitais participantes, incluindo a Santa Casa. Com os valores arrecadados, as instituições realizam melhorias, reformas, aquisições de novos equipamentos e outras benfeitorias. Em 10 anos de mobilização foram arrecadados R$ 9.624.233,15.

Sobre a Panvel

Com quase 50 anos de história e cerca de 450 filiais no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo, a Panvel está entre as principais redes de farmácias da Região Sul do Brasil. São 13 mil itens à venda, entre medicamentos e produtos de higiene e beleza, e mais de 700 Produtos Panvel, incluindo maquiagem, proteção solar, ortopédicos, infantis e cuidados masculinos. É uma rede multicanal, com lojas físicas conectadas à uma série de facilidades, como telentrega Alô Panvel, Aplicativo Panvel, Serviço Click & Retire e loja online, com entrega para todo país.

A rede faz parte do Grupo Dimed, também detentor da distribuidora de medicamentos e produtos de higiene e beleza Dimed e do laboratório Lifar, divisão de desenvolvimento e fabricação de cosméticos, medicamentos e alimentos, responsável pela elaboração de produtos para grandes marcas no Brasil e no exterior, além dos produtos de marca própria Panvel.

A qualidade no atendimento e seu mix completo fidelizam seus clientes. A Panvel investe também em ações de responsabilidade socioambiental, com destaque para o Troco Amigo, que beneficia hospitais da Região Sul; Destino Certo, em que medicamentos vencidos ou em desuso são recolhidos e descartados de forma correta; e o Menos Sacolas na Natureza, que reduz o uso de sacolas plásticas.

Grupo Sabin chega ao Mato Grosso

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O Grupo Sabin atua há 35 anos no setor de medicina diagnóstica e realizou recentemente mais um novo investimento na região Centro-Oeste. A nova aquisição do grupo acaba de acontecer em Cuiabá, Mato Grosso, com a compra do Laboratório Carlos Chagas. O maior laboratório do estado. Dessa forma o Sabin amplia sua atuação na região, onde já atua no Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e Goiás. Para a presidente executiva do Grupo Sabin, Lídia Abdalla, a aquisição faz parte do planejamento estratégico do grupo. “A expansão para o Mato Grosso faz parte do projeto de crescimento sustentável da empresa que neste ano completou de 10 anos de sua primeira expansão fora do Distrito Federal, local onde o Sabin foi fundado”, pontua.

Fundado em Brasília pelas bioquímicas Janete Vaz e Sandra Soares Costa, o Sabin abriu suas portas com apenas três funcionários, em 1984. Em 2009, o Grupo iniciou sua expansão geográfica para outras regiões do país por meio de crescimento orgânico. A partir de 2012, começou seu ciclo de crescimento inorgânico que hoje já conta com 24 aquisições. Barreiras, no oeste da Bahia foi a primeira cidade, fora do DF, que recebeu a bandeira Sabin. Atualmente o Grupo está presente em 50 cidades, nas cinco regiões do país, com 5.500 colaboradores.

Em seu portfólio estão exames de análises clínicas, diagnóstico por imagem, check-up executivo e serviço de imunização. O Sabin conta com programas de acreditação e certificações que chancelam sua constante busca pela excelência, entre eles a ISO 9001:2015, norma técnica que estabelece um modelo de gestão da qualidade para organizações; PALC (Programa de Acreditação para Laboratórios Clínicos) chancelado pela Sociedade Brasileira de Patologia; além da ISO 14001, norma de responsabilidade ambiental e da ISO 31.000, que atesta a implementação das normas da gestão de riscos. O Sabin é certificado também pelo Programa de Acreditação em Diagnóstico por Imagem (PADI) do Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR), que qualifica nacionalmente os serviços da área avaliando os requisitos de qualidade, segurança e sustentabilidade.

Reconhecimento

Os reconhecimentos também vêm através de prêmios. A empresa está há 13 anos consecutivos na lista das 10 Melhores Empresas para Trabalhar pelo Instituto Great Place To Work e há três anos entre as Melhores Empresas para a Mulher Trabalhar no Brasil. Há quatro anos consecutivos figura na lista das 10 empresas mais inovadoras do Brasil na categoria Serviços Médicos, segundo a premiação Valor Inovação. Pelo sétimo ano consecutivo, está presente na lista de melhores companhias do Brasil de acordo com o Anuário Época Negócios 360º e foi destaque no Guia Você S/A – As 150 Melhores Empresas para Trabalhar na categoria Gestão do Conhecimento.

Laboratório Carlos Chagas

O Laboratório Carlos Chagas foi fundado em 1968 e hoje conta com 16 unidades de atendimento e realiza em média de 250 mil exames por mês. Os gestores do Laboratório Carlos Chagas Jerolino Lopes de Aquino, Carmem Aparecida Aquino Neves e José Joel Vieira se mantém como sócios e nas operações do laboratório. “Para nós é um imenso orgulho fazer parte de um grupo tão importante no setor de saúde do país. Nossa qualidade nos serviços agora ficará aliada ao tradicional atendimento humanizado e de excelência do Sabin”, explica o sócio e gestor, Jerolino Aquino.

Amparo

Neste ano, o Sabin ampliou sua plataforma de serviços realizando investimento na Amparo Saúde, startup de atenção primária à saúde. Com uma participação de 30% na startup, o grupo reforçou seu posicionamento de investidor em projetos que buscam gerar mais sustentabilidade para o setor de saúde além se impulsionar o crescimento da startup com a abertura de unidades em outras regiões do país , além de São Paulo. Neste mês a startup inaugurou sua primeira unidade de atenção primaria à saúde in company do Brasil. Na sede do Grupo Sabin, a unidade realiza atendimento a mais de 2700 colaboradores do Distrito Federal por meio de equipe multidisciplinar composta por médico clínico, especializado em Medicina da Família e Comunidade, enfermeiros, psicólogo e nutricionista. Os profissionais de saúde realizarão consultas para desenvolver um plano de cuidado coordenado e personalizado nos diferentes ciclos de vida dos colaboradores.

Mercado brasileiro de produtos para a saúde dá sinais de melhora e cresce 2,4% no ano

Mercado brasileiro de produtos para a saúde dá sinais de melhora e cresce 2,4% no ano

Entre janeiro e setembro, foram abertas 4.095 novas vagas de empregos, totalizando o contingente de 143.035 trabalhadores em atividades industriais e comerciais

Depois de um primeiro semestre praticamente estagnado, o índice de consumo aparente de Dispositivos Médicos registrou alta de 2,4% no acumulado de janeiro a setembro deste ano, em comparação ao mesmo período de 2018. O resultado positivo reflete a elevação de 3,2% na produção domés­tica e de 2,1% nas importações (totalizando US$ 3,4 bilhões). Os dados são do Boletim Econômico da Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde (ABIIS), que acaba de ser divulgado.

“Vivemos dois trimestres bastantes complicados este ano, mas o mercado. em geral, dá sinais de reação, impulsionado principalmente pelo aumento do número de estabelecimentos, notadamente as clínicas, policlínicas, unidades de serviço de apoio à diagnose e terapia e os estabelecimentos de Home Care, que geraram demanda para materiais e equipamentos para a saúde no período”, explica o diretor-executivo da ABIIS, José Márcio Cerqueira Gomes.

Entre janeiro e setembro deste ano, foram abertas 4.095 novas vagas de empregos, totalizando o contingente de 143.035 trabalhadores em atividades industriais e comerciais (exceto empregados em serviços de complementação diagnóstica e terapêutica). O segmento de “Indústria de materiais para uso médico e odontológico” foi o que mais abriu vagas, 1.568. Seguido de “Comércio atacadista de instrumentos e materiais para uso médico, ortopédico e odontológico”, com 1.352 postos de trabalho abertos.

As exportações, no período, recuaram 1,6%, em relação aos nove primeiros meses de 2018, somando US$ 456 milhões. A balança comercial do setor ficou deficitária em US$ 2,9 bilhões.

O Boletim Econômico ABIIS é desenvolvido pela Websetorial Consultoria Econômica.

Sobre a ABIIS

A Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde – ABIIS nasceu em 2011, da união das entidades Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde – ABIMED, Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Produtos para Saúde – ABRAIDI e Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial – CBDL; interessadas em produzir e difundir conhecimento e propostas ligados ao ambiente social, econômico e normativo próprio para o florescimento da inovação em Saúde no Brasil. Com o apoio da Advanced Medical Technology Association – AdvaMed, a ABIIS é formuladora de propostas para aprimoramento de políticas públicas em saúde de uma maneira ampla e sustentável para o Estado e a sociedade. A ABIIS trabalha com foco em cinco pilares: Incorporação Racional de Tecnologias, Ambiente de Negócios Ético, Redução dos Custos da Saúde no Brasil, Aprimoramento Institucional dos Reguladores e Regulação Inteligente.

Hospital Samaritano Paulista conquista certificação JCI em neurologia

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O Hospital Samaritano Paulista, do Americas Serviços Médicos, conquistou neste mês de novembro uma importante acreditação internacional de unidades de saúde, a americana Joint Commission International (JCI), por seu Programa Clínico de AVC, em neurologia. Além deste selo, a unidade soma os de insuficiência cardíaca e infarto. “Este certificado atesta a excelência e segurança do hospital, assim como o conhecimento e experiência de nosso corpo clínico”, diz o diretor da unidade, Dr. Valter Furlan.

Inaugurado em 2019, o complexo integra emergência, cirurgia e reabilitação, com foco nas especialidades cardiológica e neurológica. Destacam-se em neurologia os microscópios de alta definição e o neuronavegador de última geração, que permitem visualizar e atuar em áreas profundas do cérebro, com menor risco de lesões ao paciente. “A tecnologia avançada e as equipes multidisciplinares representam a inovação e qualidade de nosso atendimento na neurologia, e isso se reflete na experiência do paciente”, diz Dr. Renato Anghinah, chefe do núcleo de neurologia.

A instituição conta também com um espaço voltado para a reabilitação, de 1.000 m² e piscinas para hidroterapia, além de um andar inteiro dedicado à cirurgia, com salas híbridas e inteligentes.

A JCI é uma instituição internacional que realiza acreditações em unidades de saúde, por meio de auditorias para as certificações com ciclos de três em três anos. 

Sobre o Americas Serviços Médicos: 

O Americas Serviços Médicos é um grupo médico-hospitalar composto por hospitais-referência e clínicas especializadas. Está presente em cinco estados brasileiros – Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte – e no Distrito Federal, totalizando mais de 2,6 mil leitos. O Americas Serviços Médicos faz parte do UnitedHealth Group Brasil.

Algoritmo criado por brasileiros é premiado em desafio internacional de inteligência artificial

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Equipe FIDI-Iara-Ness conquistou a melhor colocação entre os times brasileiros

O projeto de detecção de hemorragia intracraniana em tomografias de crânio, desenvolvido pelo time Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI), Iara Health e NESS Health, foi medalha de prata no RSNA Intracranial Hemorrhage Detection and Classification Challenge, da Sociedade Norte-Americana de Radiologia (RSNA, em inglês), a maior de radiologia do mundo. Este ano, o desafio lançado foi a criação de um algoritmo para detectar hemorragia intracraniana aguda e seus subtipos.

A equipe, formada pelos médicos radiologistas Dr. Igor Santos e Dr. Osvaldo Landi Junior, engenheiro Álesson Scapinello Selhorst, e cientistas de dados Daniel Souza e Bernardo Henz, conquistou a melhor colocação entre os times brasileiros da competição, que contou com 1.345 equipes participantes de todo o mundo.

Para o desafio, a equipe FIDI-Iara-Ness trabalhou intensamente por dois meses para desenvolver um algoritmo de inteligência artificial para análise de imagens de tomografia computadorizada de crânio para detecção de sangramento intracraniano.

"Os desafios de machine learning, hoje, são umas das principais formas de avanço do conhecimento para resolução de problemas de visão computacional. O desafio anual da RSNA fomenta a utilização desse novo tipo de tecnologia, garantindo, ainda, dados de altíssima qualidade para sua realização", diz Dr. Igor Santos, médico radiologista e chefe de inovação da FIDI.

A competição foi aberta a indivíduos, empresas e grupos interessados em desenvolver uma ferramenta capaz de diagnosticar rapidamente a hemorragia intracraniana aguda. Para isso, um rico banco de imagens e dados foi providenciado pela RSNA, em colaboração com os membros da Sociedade Americana de Neurorradiologia (ASNR, em inglês) e a plataforma MD.ai.

"Para a FIDI, é um imenso reconhecimento estar entre as empresas que veem as novas tecnologias como uma forma de realizar a prática médica de maneira mais eficiente, segura e de maior qualidade para os nossos pacientes", conta.

Sobre a FIDI

A Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI) existe há mais de 30 anos e é responsável por gerir sistemas de diagnóstico por imagem na rede pública de saúde. Fundada em 1985 por médicos professores integrantes do Departamento de Diagnóstico por Imagem da Escola Paulista de Medicina - atual Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) -, a FIDI nasceu com o objetivo de prestar assistência à população, além de contribuir para o aprimoramento de médicos radiologistas por meio de programas de educação continuada, bolsas de estudo e cursos de especialização.

Com 2.500 colaboradores e um corpo técnico formado por mais de 500 médicos, a FIDI realiza anualmente 5 milhões de exames entre ressonância magnética, tomografia computadorizada, ultrassonografia, mamografia, raio-X e densitometria óssea. Desde 2006, a FIDI deixou de ser Instituto e passou a ser denominada Fundação. Em 2009 ganhou status de Organização Social, expandido sua atuação e hoje está presente em 85 unidades de saúde nos estados de São Paulo e Goiás, além de ter participado da primeira Parceria Público-Privada de diagnóstico por imagem na Bahia. As unidades Goiás e SEDI III receberam o selo de "Excelente Empresa Para se Trabalhar" (GPTW) em 2018 e 2019. Neste ano, a unidade de São Caetano do Sul elencou o guia "Melhores Empresas para Trabalhar GPTW - Saúde 2019".

Vitta lança primeiros planos de saúde com remédios de farmácias no Brasil

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Lançamento marca uma das maiores quebras de paradigma no sistema de saúde suplementar brasileiro; beneficiário pagará apenas 10% dos remédios prescritos

Pouco tempo após lançar, em parceria com as seguradoras Unimed e Omint, os únicos planos de saúde exclusivos para startups do Brasil, a Vitta apresenta mais um modelo inédito no mercado nacional: o primeiro produto que une planos médicos à remédios de farmácias. Desenvolvido junto com a ePharma, empresa líder no segmento de benefícios farmacêuticos, o serviço – também  exclusivo para startups – conta com uma rede de 8,3 mil farmácias conveniadas, incluindo gigantes como Drogaria São Paulo, PagueMenos e Extrafarma. 

O beneficiário pagará apenas 10% no valor quando os medicamentos forem genéricos, e 50% se fizer questão da marca que originalmente gerou a patente. As prescrições serão feitas por médicos da Vitta Network, rede composta por profissionais que utilizam o software de prontuários eletrônicos da Vitta e possuem excelência comprovada pelo alto índice de satisfação de pacientes e resolutividade de casos. Ao receber a receita, o membro dos planos poderá adquirir os remédios apresentando o Cartão Digital do Plano de Medicamentos Vitta nas drogarias associadas, todas encontradas pelo aplicativo da empresa por geolocalização.

“Tudo o que fazemos é colocar nossos membros em primeiro lugar. Estamos quebrando um grande paradigma da saúde brasileira em nome de nossos beneficiários. Queremos ser o produto escolhido pelas startups e seus times. Queremos servir os missionários”, explica João Gabriel Alkmim, CEO da Vitta

Nos últimos anos, a Vitta desenvolveu uma rede própria de médicos ao se tornar a maior empresa de prontuários eletrônicos do país, com mais de 15 mil médicos em 25 estados brasileiros usando seu software, o ClinicWeb, para atender melhor os pacientes, gerenciar suas agendas e organizar as finanças do consultório.

“Utilizando as tecnologias que a Vitta e a ePharma desenvolveram, os médicos podem fazer suas prescrições a partir de uma lista de mais de sete mil itens, que contempla 96% dos princípios ativos mais prescritos. Já o farmacêutico autoriza a transação nas lojas por meio de um software e o usuário paga sua contribuição na própria farmácia”, informa Alkmim.

Enquanto os primeiros planos para startups que a Vitta lançou no país recentemente, juntos às seguradoras Omint e Unimed, custam cerca de 15% a menos que as apólices convencionais, as assistências com medicamentos  têm ainda valor médio 10% mais em conta que o serviço equivalente tradicional e sem medicamentos. Segundo o executivo, além de ser um serviço pioneiro no país, a empresa aposta que o produto será um divisor de águas no mercado ao inverter a lógica de monetização da saúde suplementar brasileira.  

Para Luiz Carlos Monteiro, presidente da ePharma, 90% das patologias podem ser tratadas ambulatorialmente com medicamentos, mas a população ainda convive com dificuldades de acesso e não recebe estímulos para monitorar adequadamente sua saúde. “É gratificante constatar que os principais players ligados ao setor estão integrando conhecimentos e recursos em prol da assistência farmacêutica e da melhoria da jornada do paciente. Só assim podemos mudar uma cultura baseada no combate à doença e que não prioriza o cuidado preventivo”, avalia Monteiro.

Tecnologia rompendo paradigmas

Os usuários dos novos planos para startups com e sem medicamentos também contam com o atendimento de uma equipe médica por WhatsApp, telefone e telemedicina 24 horas por dia e sete dias por semana. A missão desses profissionais é entregar um cuidado proativo e personalizado, orientando tratamentos clínicos e check-ups.

Ao se conectar no app, o membro tem acesso a um time de médicos, enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas e nutricionistas para tirar dúvidas com rapidez e comodidade, sem precisar ficar horas na espera de um atendimento no pronto-socorro ou aguardar por uma consulta. O usuário ainda consegue agendar consultas e acessar resultados de exames, prontuários, históricos de tratamentos e prescrições.

“Ao não ganharmos dinheiro com a assistência em si, mas sim com a saúde dos nossos membros, estamos investindo no que faz diferença para eles. Estamos criando um novo ecossistema de saúde a partir do uso de tecnologia e da prescrição adequada de medicamentos, diz Alkmim. 

O lançamento ocorre em um momento crítico para o setor. Após de mais de 10 anos recebendo reajustes que invariavelmente ultrapassaram 15% ao ano, as empresas que oferecem planos de saúde estão cada vez mais sem fôlego para acompanhar o constante aumento de preços, sendo obrigadas a incluir e aumentar os valores de coparticipação, fazer downgrades de produtos ou ainda mudar para operadoras verticalizadas, causando grande insatisfação nos beneficiários finais.

Sobre a Vitta    

Fundada em 2014 por um time de empreendedores que têm como chamado usar a tecnologia para transformar a saúde do Brasil, a Vitta iniciou suas operações ao criar um software de gestão de clínicas e consultórios médicos com prontuário eletrônico. O crescimento acelerado fez a empresa comprar, em 2016, o ClinicWeb, seu maior concorrente, e passou a liderar o segmento com mais de 15 mil médicos clientes em 25 estados do país. Em 2018, entrou no segmento de gestão de planos de saúde de empresas ao adquirir uma corretora. Em apenas 11 meses,  passou a administrar mais de 80 mil vidas. Neste ano, a Vitta inovou ao lançar os primeiros Planos de Saúde exclusivo para Startups, onde além de acesso à rede médica-hospitalar das operadoras-parceiras, a Vitta oferece atendimento 24/7 por app e WhatsApp e a Vitta Network, uma rede de médicos que usam seus softwares escolhidos por critérios de excelência e atendimento humanizado. A empresa, que opera em um modelo de meritocracia, é formada por uma Partnership, 17 dos 125 empreendedores que trabalham na empresa são sócios.