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Articles from 2015 In February


Como as novas tecnologias são adotadas pelos clientes?

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Ao criar um projeto novo, pensamos na genialidade da ideia e em todos os indivíduos de um mercado que poderiam fazer uso dela. No entanto, ao longo do desenvolvimento do produto, notam-se fases mais fáceis ou mais difíceis de serem atingidas.

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Geoffrey Moore, autor do livro "Crossing the Chasm", identificou uma etapa crítica na clássica curva de Bell com aplicação para a adoção de tecnologia. Para chegarmos lá, cada etapa da curva deve estar muito clara:

Inovadores (2,5%): Estas pessoas são responsáveis pela adoção imediata de tecnologias. No geral, são clientes mais novos e de maiores classes sociais e, provavelmente, com contatos dentro do mundo tecnológico.

Early adopters (13,5%): Este é o segundo grupo de clientes que adotarão uma tecnologia nova. Estes indivíduos têm posição de liderança, forte poder de tomada de decisão e são adeptos à inovação.

Early Majority (34%): Esta etapa é mais longa e atinge diferentes tipos de consumidores. Neste ponto, o produto começa a ser usado pela grande massa e passa a ter uma penetração de mercado maior.

Late Majority (34%): Depois que o indivíduo médio comprar a tecnologia, este grupo vai passar a se interessar por ela. Eles são céticos em relação à inovação e, no geral, adotam as ferramentas em estágios mais avançados do desenvolvimento delas.

Laggards (16%): Estes são os últimos a adotarem uma tecnologia. São os que ainda não têm smartphone hoje, já que preferem teclado físico ou acham que eles são muito modernos (por uma questão de escolha, claro). Eles tendem a fazer as coisas da forma tradicional e já conhecida por eles.

Pensando nisso, Geoffrey identificou que a fase entre os early adopters e early majority é um abismo que pode tomar muito tempo e um esforço estratégico muito significativo. No vídeo abaixo, ele fala um pouco sobre a dificuldade de ultrapassar este abismo e sobre alguns desafios encontrados no processo. Vale a pena conferir!

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=Zwh8ThUqeC8[/youtube]

Ministério e Anvisa anunciam novo cálculo para preço de medicamentos

Ministério e Anvisa anunciam novo cálculo para preço de medicamentos

O cálculo feito para reajustar os preços de medicamento em todo o País vai mudar. O Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciaram nesta sexta-feira (27) a definição de novos critérios.

Segundo comunicado ao mercado, a expectativa é que o percentual médio de reajuste fique abaixo da inflação, que o índice seja menor em relação ao que seria calculado com a regra anterior e que mais medicamentos tenham o menor reajuste de preço. Além disso, cada um dos fatores terá uma data fixa para ser divulgado, em prol da maior transparência ao processo, segurança e previsibilidade.

O percentual de reajuste será divulgado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos no dia 31 de março, após a publicação oficial do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), como prevê a regra.

Para o ministro da Saúde, Arthur Chioro, a nova metodologia, ao reduzir o percentual de ajuste do preço, trará um impacto expressivo nos gastos com medicamentos no País. “A expectativa é ter uma redução na ordem de R$ 100 milhões, em um ano, para o mercado geral de medicamentos, para as famílias, governos e prestadores de serviços que compram medicamento”, afirma.

A partir de agora, a atualização de dados por parte da indústria será semestral, o que, segundo o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, vai facilitar o monitoramento de mudanças e tendências no mercado.

As mudanças incluíram sugestões da consulta pública realizada pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) em 2014, com a participação de entidades que representam mais de 150 indústrias farmacêuticas, e cuja resolução será publicada no Diário Oficial da União de segunda-feira (2). São considerados para o cálculo de ajuste anual, a inflação do período (de março de 2014 até fevereiro de 2015), produtividade da indústria, variação de custos dos insumos e concorrência dentro do próprio setor.

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Impacto no consumidor

De acordo com o Ministério, um dos principais impactos da mudança é a redução do rol de medicamentos sujeitos ao maior reajuste de preço, diminuindo o peso no bolso do consumidor. Do total, 21,57% dos medicamentos regulados terão o maior reajuste. Esse grupo, composto por medicamentos de maior concorrência e que, por isso, tendem a manutenção de preços mais baixos, representa 21,57% dos medicamentos regulados e também os de menor preço e custo tecnológico.

A maioria dos medicamentos (51,73%) vai aplicar o menor índice de reajuste. São produtos de maior custo, de baixa concorrência e alta tecnologia, que compõem grupo classificado como mercado altamente concentrado. Os de mercados moderadamente concentrados respondem por 26,70% do total.

Os três níveis de reajuste de preço são definidos conforme a concorrência dos grupos de mercados, classificados como não concentrados, moderadamente concentrados e altamente concentrados. A ampliação do grupo autorizado a fazer o menor reajuste de preço ocorre porque o novo cálculo adotará modelo internacional para a medição do poder de mercado individual de empresas ou grupos econômicos, o Índice Herfindahl-Hirschman (IHH). A partir de agora, também será considerado o mercado como um todo, não somente o varejista, tanto que pela primeira vez serão incluídas as vendas hospitalares e compras públicas.

Cada um dos fatores que compõem a fórmula, como produtividade (x), os ajustes de preços relativos entre setores (y) e intrassetor (Z), terá uma data para serem publicados pela CMED. O fator X deve ser divulgado em setembro, o Y 30 dias antes do ajuste e o Z até 60 dias após as empresas entregarem seus relatórios de comercialização com informações sobre faturamento e quantidade de produtos vendidos.

Acompanhamento dos medicamentos

Também foram apresentadas novidades relacionadas ao Sistema de Acompanhamento do Mercado de Medicamentos (Sammed), que passam a vigorar para o setor farmacêutico a partir de setembro de 2015. Agora, as informações que compõem esse banco de dados deverão ser enviadas pelas empresas semestralmente ao invés de uma vez ao ano.

Outra novidade é que a Sammed trará informações de comercialização das empresas produtoras de medicamentos por tipo de comprador. Será possível identificar se o comprador do medicamento é o governo, distribuidor, estabelecimento privado ou público de saúde, rede de farmácias e drogarias privadas ou pessoa física.

O Ministério afirma que essa medida “vai permitir estimar melhor os preços adotados no mercado privado e público, dando mais precisão na elaboração de políticas públicas para o setor farmacêutico. Será possível, por exemplo, mensurar o impacto e acompanhar com mais rapidez as tendências e o comportamento do mercado farmacêutico e os efeitos da nova medida”.

*Com informações da Agência Saúde

"Partner to Win" é o tema do Saúde Business Forum 2015

Partner to Win é o tema do Saúde Business Forum 2015

Parcerias entre empresas, empresários, equipes, como o meio para o sucesso e também para a sustentabilidade,  melhoria contínua e para promoção de um ecossistema mais coeso. É nisso que a Live Healthcare Media aposta como o pano de fundo do próximo Saúde Business Forum - não por acaso depois da fusão do Empreender Saúde com a IT Mídia, que culminou com o nascimento da Live, no final do ano passado.

Na teoria o ser isolado e individualizado não prospera. Muitos sabem disso e é por esta razão que o  movimento pela união, pelo compartilhamento de ideais e sentimentos, pela quebra de barreiras entre patrão – empregado, empresa – consumidor, médico – paciente, governo – sociedade, professor – aluno, começa a ficar cada vez mais evidente, fazendo surgir um mundo onde a colaboração é a força motriz.

E para falar disso e de todas as possibilidades que norteiam este objetivo, alguns nomes já confirmaram presença em Punta Cana (DO), cenário do Saúde Business Forum 2015, onde líderes da Saúde se relacionam, entram em contato com um rico conteúdo e realizam negócios.

  • Gil Giardelli, CEO da Gaia Creative, Professor da ESPM e Fundação FIA, com toda a sua expertise sobre a interdependência de um mundo cada vez mais digital.
  • Sérgio Petrilli, Superintendente médico do GRAAC, e Janete Vaz, Sócia-Fundadora do Laboratório Sabin, mostrando a força da colaboração para a sustentabilidade do negócio.

E muitos outros ainda estão por vir...

Para conhecer e participar, CLIQUE AQUI 

Saúde em xeque: reflexões para o futuro

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Enquanto os escândalos abundam, o país vive algumas incertezas para o futuro próximo. Não que os escândalos não sejam importantes, mas a natureza e a reincidência dos mesmos os banalizam.

O sistema de saúde é um exemplo — continua a sofrer e frustrar as expectativas dos cidadãos. De forma reincidente, ao reconhecer alguns dos problemas do sistema de saúde, surge novamente a busca por mais recursos da forma mais fácil e singela, ou seja, a proposta de criação da CSS (nova CPMF) retorna como pauta prioritária e salvadora do sistema de saúde. Por um instante, a emoção procura se sobrepor à razão.

Antes da criação de qualquer nova contribuição, sem a mínima avaliação das consequências, nossos líderes deveriam responder a algumas questões:

  1. Que sistema de saúde nós queremos ter daqui a 10 ou 20 anos? Um sistema único? Um sistema único, público e para todos, com um sistema privado suplementar? Com um sistema privado complementar? Ou manteremos o atual sistema único e suplementar, caracterizado hoje mais como um sistema “de conveniência”, devido às indefinições estruturais e assistenciais, além da insegurança jurídica que o cerca?

  1. Caso seja aceita a presença de dois sistemas, qual é o número de beneficiários desejável para cada um deles daqui a 10 anos? A definição certamente influenciará decisões em ambos.

  1. Qual percentual do PIB devemos investir em saúde considerando-se o atual estágio de desenvolvimento do país? O investimento (e custeio) em saúde é de cerca de 8% do nosso PIB. Somente teremos condições de avaliar a propriedade desta alocação se identificarmos como estão sendo utilizados os outros 92% do PIB. Investimentos em educação, habitação, alimentação, saneamento básico, transportes e segurança pública também produzem saúde e bem-estar. É possível que o investimento feito, numa visão de longo prazo, produza mais saúde do que simplesmente investir mais em saúde!

  1. Podemos ou temos condições de dar de tudo para todos, em assistência à saúde, reconhecendo a estrutura de nosso sistema de saúde, a carga de doença existente, e a disponibilidade de recursos (no sentido amplo)?

  1. Caso não seja possível dar tudo para todos, quais as restrições e de que forma as faremos ou as justificaremos? Ao restringir, quais são as prioridades para os próximos 10 anos em saúde?

  1. Qual o percentual do investimento (e do custeio) que será destinado à prevenção de doenças em relação ao orçamento total destinado ao(s) sistema( s) de saúde? Ao se investir mais em prevenção, sacrifícios adicionais precisarão ser assumidos hoje para a obtenção de uma sociedade mais saudável no futuro! Como justificar esta generosidade intergeracional?

  1. Qual a quantidade e com que qualificação nossos profissionais precisarão ser formados para atender as demandas do sistema daqui a 10 anos? Quais os incentivos que precisamos para estimular e direcionar a formação e qualificação profissional?

  1. O que devemos fazer hoje para que no futuro próximo as decisões possam ser orientadas e justificadas por dados e informações acreditadas e confiáveis? A obtenção destes dados e informações requer um planejamento e uma estruturação que é dependente de pessoas e tecnologia.

  1. Quais as políticas públicas e ações que deveremos promover no processo que envolve a educação do cidadão para torná-lo consciente de suas responsabilidades enquanto cidadão? A manutenção ou preservação da saúde, acima de tudo, é uma responsabilidade individual.

  1. Quais as políticas públicas e projetos de médio e longo prazo a serem propostos que serão capazes de viabilizar o complexo industrial da saúde como um complexo que faça parte da matriz de desenvolvimento socioeconômico do país, num mundo já globalizado?

Apesar de reconhecer o processo e o ambiente político, urge a mudança de foco. A criação da CSS sem argumentos sólidos e uma discussão fundamentada só atende a interesses de partes, e não necessariamente ao interesse do sistema de saúde ou da sociedade. A manutenção das demandas e suas “novelas” irresponsáveis e sem justificativas consistentes só denigrem ainda mais o que entendemos ser política e políticos.

O que os melhores hospitais têm em comum?

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O pólo de saúde no Brasil gira em torno de São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, e nos Estados Unidos? Pesquisa do Healthgrades responde a pergunta ao trazer uma lista de hospitais norte-americanos considerados top. O ponto em comum entre eles é que todos têm uma mistura de visão, colaboração e tomam decisões baseadas em evidências. Apenas vale o lembrete de que o Saúde Business Forum deste ano será norteado pelo tema “Partner to Win”, ou seja, Parcerias para a Vitória, abordando fortemente o conceito de colaboração.

A lista do Healthgrades anual traz os 50 mais tops, e estes representam 1% dos hospitais norte-americanos considerados excelentes no atendimento clínico e na consistência de suas condições e procedimentos por pelo menos seis anos consecutivos. Os 100 mais tops fazem parte de 2% dos prestadores do País caracterizados como excelentes pelos últimos três anos.

O Estado da Califórnia lidera o ranking, com 22 na lista dos 100 melhores hospitais e 8 na lista dos 50, seguido pelo estado de Nova York, com nove e 5 respectivamente.

O estudo estima que se todos os hospitais, entre 2011 e 2013, desempenhassem de maneira similar aos 100 mais tops, aproximadamente 173 mil vidas poderiam ter sido salvas.

Os pacientes dessas instituições de excelência têm risco de morte menor em 26.4% quando comparado a 19 condições classificadas. De acordo com o Healthgrades, o resultado foi melhor do que o percentual de 24.53% do ano passado.

Em geral, os hospitais de alto escalão superam os outros em seis condições: insuficiência cardíaca, insuficiência respiratória, sepse, derrame e ataque cardíaco.

O relatório também encontrou três características em comum entre os listados no ranking: cultura e prática que vão além das medidas fundamentais exigidas pelos centros Medicare e Medicaid; práticas e decisões baseados na análise de dados; alto nível de colaboração e ampla cooperação entre os departamentos e unidades. A liderança é fator essencial para a manutenção desse alto desempenho.

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Especial Capital Estrangeiro na Saúde

Especial Capital Estrangeiro na Saúde

Desde a sanção da Lei 13.097, pela presidente Dilma Rousseff, que permite investimento de capital estrangeiro em hospitais e clínicas de saúde, o Saúde Business vem acompanhando este tema, inclusive na manhã desta quinta-feira (26) foi realizado um debate com executivos do setor.

Acompanhe o que foi repercutido desde janeiro, quando a lei foi sancionada, e fique por dentro de como o setor está encarando essa mudança:

Icesp abre centro de simulação realística

Icesp abre centro de simulação realística

Com investimento de R$ 1,5 milhão, o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), unidade ligada à Secretaria de Estado da Saúde e a Faculdade de Medicina da USP, inaugurou um Centro de Simulação Realística em Saúde (CSRS) nesta quinta-feira (26). O centro é voltado para o ensino dos profissionais de oncologia do Estado.

As simulações de atendimento vão utilizar cenários clínicos num ambiente controlado. Os bonecos imitam os mesmos sintomas e sinais vitais de um ser humano, como abertura ocular espontânea, sons cardíacos, movimento pulmonar, podendo ainda transpirar, tossir e vomitar.

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Além dos robôs, que respondem a estímulos como um paciente, o CSRS ainda conta com outros equipamentos de treinamento, entre manequins adultos, jovens, bebês e partes do corpo humano. Com isso, é possível realizar simulações de procedimentos de alta complexidade como intubação, manipulação de cateteres, ressuscitação cardiopulmonar, administração de medicação intravenosa e outros procedimentos.

As salas de treinamento são idênticas aos leitos do próprio hospital, os consultórios médicos e os banheiros. Dentro dos cenários de atendimento o profissional vivencia exemplos de tomada de decisão que enfrentará no dia a dia. De acordo com o comunicado do Icesp, as cenas geradas são revistas e debatidas em grupo.

“Temos no hospital, pacientes críticos e que estão sujeitos a inúmeras intercorrências durante o tratamento oncológico. O objetivo do treinamento é capacitar nossos profissionais para lidarem com os imprevistos de maneira rápida e mais organizada, proporcionando qualidade e melhoria na assistência”, destacou, em nota, o diretor geral do Icesp, Paulo Hoff.

Microsoft divulga pacote para desenvolvedor do seu wearable device

Microsoft divulga pacote para desenvolvedor do seu wearable device

Já sabemos que a colaboração das startups é ponto de extrema importância para os novos produtos de empresas como Google, Apple, IBM e Microsoft. Não podemos imaginar um iPhone sem todos os aplicativos criados por desenvolvedores no mundo todo ou o Watson sem startups criando novas soluções.

A Microsoft está atualizando seu wearable device hoje, construindo novas ferramentas, lançando um portal e divulgando um SDK que permite o desenvolvimento de aplicativos por equipes de diversos países. As atualização estão liberadas para iOS, Android e Windows Phone.

O wearable device tem uma ferramenta dedicada para ajudar pessoas na medição de variáveis de exercícios. A ferramenta inclui uma análise de velocidade, um medidor de altitude e outros sensores para auxiliar no acompanhamento de exercícios físicos.

De acordo com o anúncio da Microsoft, há uma ferramenta chamada Insights, que permite que  usuários coloquem seus dados em um dashboard na plataforma Microsoft Health, onde o Band está inserido. Há versões mobile e web da plataforma, já que a empresa acredita que ainda há valor na experiência obtida em telas maiores.

A liberação para desenvolvedores é uma das partes mais importantes do anúncio, já que permite que novos aplicativos sejam criados e que o produto seja desenvolvido. Na página dedicada aos desenvolvedores, a empresa diz que os profissionais poderão ter acesso aos sensores e a ferramentas para criação de  aplicativos para o gadget.

Ao vivo: debate sobre capital estrangeiro

Acompanhe debate sobre capital estrangeiro na Saúde

Nesta quinta-feira (26) a Live Healthcare Media está promovendo um debate sobre a permissão da entrada de capital estrangeiro na saúde (Lei 13.097). Assunto importante e que tem gerado controvérsias no mercado.

Acompanhe toda a cobertura minuto a minuto:

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Debate capital estrangeiro na Saúde