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Articles from 2016 In February


"É preciso tornar o paciente agente do seu cuidado", diz Chapchap

Dr Paulo Chapchap_8445

Fui conversar com Chapchap, recém-nomeado CEO do Hospital Sírio Libanês. Logo na entrada, Paulo se apresentou e, com extrema cordialidade seguiu o restante da entrevista me contando um pouco sobre sua história entre os ambientes clínicos e gestores de diferentes instituições de saúde e os desafios dentro da instituições e no setor de saúde como um todo.

Dr. Paulo fez faculdade de Medicina na Universidade de São Paulo e se especializou em cirurgia e cirurgia pediátrica na mesma instituição. Em seguida, viveu seus primeiros momentos entre a clínica e a gestão ao estudar transplante de fígado em Pittsburgh, nos Estados Unidos.

Quando voltou, fez carreira acadêmica na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, e teve que participar da organização do serviço de transplante de fígado, ainda em contato com o lado mais gerencial da saúde.

Ao longo da carreira, participou do Centro de Estudos e Pesquisa (atual Instituto de Ensino e Pesquisa) do Hospital Sírio Libanês e começou a dividir seu horário entre a clínica e a gestão, até chegar na porcentagem atual do trabalho. Segundo ele, 80% do tempo é dedicado a gestão, mas 20% da sua semana ainda é distribuída entre centro cirúrgico e consultório.

Já nos últimos oito anos, esteve ao lado de Gonzalo Vecina Neto, que estava como Superintendente Corporativo, tempo em que, segundo Chapchap, aprendeu muito e pôde dar início a alguns projetos e planejamentos que serão continuados em sua gestão como CEO.

“Era uma gestão a quatro mãos e, inclusive, aprendi muito, porque o Gonzalo era um super gestor e, além disso, é um pensador da saúde brasileira. Então não teve uma quebra de gestão, então existe uma continuidade dos projetos”, disse o CEO.

Ao falarmos sobre o momento atual do país, Chapchap diz que o maior desafio é, de fato, a o potencial das despesas e do custeio frente à uma economia em contração, em que não se estima que haverá um crescimento de receita na mesma dinâmica que elas vinham acontecendo. Isso diz que você precisa ser mais eficiente no que você faz: continuar perseguindo de forma obsessiva a qualidade e segurança do paciente e ser mais eficiente na nossa organização.

Segundo Chapchap, os projetos de eficiência seguem alguns focos:

  1. de pessoas, ou seja, o seu desenvolvimento nas suas áreas de atuação;
  2. de processos, onde eles pretendem redesenhar os processos dentro do Sírio e, por fim, criar várias clínicas especializadas dentro do Sírio, já que há, segundo alguns gestores, uma vantagem de eficiência dessas clínicas em relação a hospitais que entregam diferentes serviços para diferentes públicos;
  3. de tecnologia, com investimentos para automatizar os processos pré-estabelecidos;
  4. de ativos, em que o hospital pretende reduzir a ociosidade de tecnologias, principalmente, as com maiores custos de aquisição e manutenção; e
  5. socioambiental, com redução de consumo de água e energia para uma maior responsabilidade ambiental e redução de custos.

“Assim estamos nos preparando para este momento de desafios econômicos e sairemos dela mais eficientes para quando a economia melhorar - e isso vai acontecer!”, afirma Chapchap.

A expansão da instituição para Brasília já é um reflexo deste posicionamento citado de criar diferentes clínicas especializadas. Na cidade, o Hospital Sírio Libanês já abriu operação de dois centros oncológicos e em processo de construção de um Centro Diagnóstico para um dia, talvez, nas palavras do CEO, ter um hospital geral.

Desde 2009, foram investidos R$1 bilhão e 400 milhões para projetos de expansão e modernização e, agora, estão fechando este ciclo de investimento para abrir outro.

Pensando na estratégia da própria instituição e do setor de saúde como um todo, Chapchap diz que a saúde suplementar precisa estar mais integrada com o serviço público - “senão criaremos dois países cada vez mais distantes, o que é uma injustiça enorme. Em vez da qualidade do Sírio ser um motivo de enaltecimento, isso nos indigna, porque é muito diferente.”

Para conseguir essa integração, segundo ele, a primeira barreira a ser vencida é a visão um pouco corporativista dos dois lados.

“No lado da saúde suplementar há uma venda de que o atendimento é muito melhor que o público e um mecanismo de sustentabilidade baseado no mecanismo de um serviço público ruim. Se o serviço público fosse muito bom, diminuiria a busca pelo serviço suplementar; e tem um outro lado, o público, que acha que não pode haver lucro no setor saúde, o que é um discurso anacrônico, já que a máquina pública tem que lidar com diferentes empresas que são lucrativas, como de medicamentos e equipamentos, por exemplo.”, afirma o gestor.

Havendo maior integração, outros problemas serão mitigados, como, por exemplo, a carência de profissionais dentro do setor de saúde. Havendo esta maior integração, o ente privado consegue participar na formação desses novos profissionais. A mesma coisa vale para a produção da indústria nacional. Se houver participação de entes públicos e privados no desenvolvimento do setor, o desenvolvimento dessa indústria pode ter uma base mais forte.

O governo, na sua visão, tem conseguido fazer uma boa formulação do que precisa ser feito na atenção básica e na vacinação, por exemplo, mas precisa se transformar em um melhor regulador e conceder mais prestação de serviços para iniciativa privada.

Já dentro do setor de saúde suplementar, Dr. Paulo Chapchap é a favor do Pagamento por Performance. “Acho que deveria haver uma responsabilização maior do que temos hoje, em um modelo de pagamento por serviço. Para haver este tipo de responsabilização, você precisa compartilhar o risco e, para compartilhá-lo, você tem que remunerar mais quem tiver uma performance melhor. Não dá para comparar situações diferentes, mas devemos comparar o que é comparável.” E, indo contra discursos de outras lideranças, Chapchap afirma. “Acho que os hospitais têm que ser agentes dessa transformação e não criar barreiras para sua implementação. Não se pode ficar protegendo o Fee-for-Service e mudar só quando for fundamental.” Para ele, por mais que haja uma sustentabilidade institucional neste modelo de remuneração, não há uma sustentabilidade ao setor.

Ao definir as prioridades da gestão do Sírio, Paulo Chapchap diz que o foco é ser mais eficiente para garantir o maior acesso ao Sírio Libanês, garantindo a qualidade e a sustentabilidade do paciente. Para isso, “é preciso tornar o paciente agente do seu cuidado, porque, assim, eu dou conta das três coisas. Se o paciente for mais ouvido nas suas expectativas e necessidades, eu vou ser mais eficiente e vou dar para ele aquilo que ele precisa.”

Boehringer Ingelheim lança medicamento inédito para doença rara e revoluciona panorama de tratamento da Fibrose Pulmonar Idiopática

SÃO PAULO, 29 de fevereiro de 2016 /PRNewswire/ -- A Boehringer Ingelheim, uma das 20 principais farmacêuticas do mundo, anuncia o lançamento de OFEV® (nintedanibe) no Brasil, medicamento inédito2 para o tratamento da fibrose pulmonar idiopática (FPI). Os pacientes com essa doença pulmonar rara e fatal, que até então não dispunham de alternativas3, passam a contar com uma esperança que desacelera a velocidade de progressão da doença em 50%¹. OFEV® é o único medicamento comprovadamente capaz de reduzir as crises de piora súbita, chamadas exacerbações1 – responsáveis pelo falecimento de mais de 60% dos pacientes com FPI que são hospitalizados4. Estima-se que a doença atinja de 14 a 43 em cada 100.000 pessoas no mundo3, afetando mais homens que mulheres. Quanto aos dados de prevalência no Brasil, Dr. Adalberto Rubin, pneumologista da Santa Casa de Porto Alegre (RS) e um dos maiores especialistas do país, explica que "ainda não existe um levantamento epidemiológico de precisão, mas considerando os padrões globais e comparando com a população brasileira, estima-se que a prevalência da doença no país seja de 13 a 18.000 pessoas5, mas é importante ressaltar que a taxa de diagnósticos é extremamente baixa".

Embora as causas da FPI não tenham sido completamente esclarecidas, evidências apontam para um aumento descontrolado das células que causam cicatrização (fibrose) no pulmão. OFEV® tem como princípio ativo uma molécula inibidora, chamada nintedanibe. Seu mecanismo de ação inovador impede a multiplicação das células que causam as cicatrizes (fibrose) no tecido pulmonar, diminuindo assim a velocidade de progressão da doença. Em relação ao tratamento de FPI, essa questão é prioritária para 88% dos especialistas brasileiros, segundo pesquisa global com pneumologistas6. "A fibrose pulmonar idiopática não tem causa conhecida e não tem cura, por isso a classe médica reconhece a importância da possibilidade de desacelerar o avanço da doença. Retardar a perda de função pulmonar é nossa prioridade e o nintedanibe é considerado uma mudança no panorama do tratamento justamente por isso", pondera o Dr. Adalberto.  

Luca Richeldi, Professor de Medicina Respiratória da Universidade de Southampton (Reino Unido) e especialista internacional em FPI, liderou as pesquisas sobre o medicamento e comenta: "Os pacientes, após receberem o dignóstico de FPI têm, em média, 3 anos de vida3– um tempo  menor do que muitos tipos de cânceres, como mama e próstata7. Após uma série de resultados de estudos desanimadores com vários outros medicamentos, finalmente mostramos que nintedanibe é seguro e eficaz para pacientes com  fibrose pulmonar idiopática". Segundo o especialista, a posologia indicada de nintedanibe para o tratamento de fibrose pulmonar idiopática é de uma cápsula de 150mg via oral duas vezes ao dia8. A segurança e eficácia de nintedanibe a longo prazo também foram estudadas e Richeldi destaca como a medicação demonstra ser segura e ter uma eficácia sustentada mesmo após 2 anos de uso9.

Um levantamento com 500 pacientes em 23 países aponta apreensão no momento do diagnóstico. Pelo menos 94% dos entrevistados comentaram ter sentido medo e preocupação ao serem diagnosticados e 23% relatam que o maior impacto da doença é não ser mais capaz de fazer as atividades de rotina10. Dr. Rubin reforça que: "quando comunicamos o diagnóstico para os pacientes é um choque, afinal a maioria nunca ouviu falar da doença. Dentre as queixas mais frequentes, a falta de ar causada pela redução da função pulmonar faz com que eles realmente sintam muita dificuldade em realizar as ações mais simples, como caminhar e até mesmo vestir-se sozinhos. Por isso a importância do diagnóstico precoce. Nintedanibe é indicado para todos os estágios da doença, desde aqueles com função pulmonar preservada ou muito deteriorada. O ideal é chegar ao diagnóstico e tratamento o quanto antes".

Para a Boehringer, OFEV® é considerado um dos mais importantes lançamentos dos últimos anos. "Temos como visão gerar valor pela inovação e nintedanibe reforça este posicionamento. Estamos revolucionando o tratamento de milhares de pacientes que passarão a contar com uma alternativa para desacelerar o avanço da FPI, com apenas um comprimido duas vezes ao dia. Estamos orgulhosos em apresentar o resultado de anos de pesquisa como uma entrega de grande valor para a sociedade", comenta a Dra. Patrícia Rangel, Diretora Médica da Boehringer Ingelheim do Brasil.

A Boehringer também esta comprometida com a educação e apoio para transformar os resultados clínicos em benefícios para pacientes que sofrem de FPI, através de colaborações relevantes com foco nas necessidades médicas não atendidas, programa de paciente especifico para FPI e nas discussões sobre o tema, com a sociedade e com o governo, visando tornar essa inovação acessível aos pacientes.

Sobre FPI
FPI é uma doença de causa desconhecida (idiopática), progressiva, crônica e rara que afeta os pulmões, ocasionando cicatrizes (fibrose). Embora os sintomas típicos da doença como falta de ar e tosse crônica seca  sejam evolutivos, na fase inicial da doença  estes são comumente confundidos com o envelhecimento, doenças cardíacas, enfisema pulmonar, bronquite crônica ou outras doenças inflamatórias do pulmão4. Estima-se que 50% dos pacientes são diagnosticados erroneamente e o tempo médio para o diagnóstico é de 1 a 2 anos após o início dos sintomas11. Por isso a importância da conscientização sobre esta doença.

Assim que os sintomas da FPI são percebidos, a ação recomendada é procurar um médico pneumologista. As principais técnicas que possibilitam o diagnóstico da FPI são o histórico médico, o exame físico, o resultado de uma tomografia computadorizada de alta resolução (TCAR)  e em alguns casos , uma biópsia de pulmão.

A Boehringer Ingelheim
O Grupo Boehringer Ingelheim é uma das 20 principais farmacêuticas do mundo. Com sede em Ingelheim, na Alemanha, a companhia opera globalmente com 146 afiliadas e com um quadro de mais de 47.700 funcionários. Há 130 anos, a empresa familiar mantém o compromisso com pesquisa, desenvolvimento, fabricação e comercialização de novos medicamentos de alto valor terapêutico para a medicina humana e veterinária.

A responsabilidade social é um elemento importante da cultura empresarial da Boehringer Ingelheim, o que inclui o envolvimento global em projetos sociais como o "Mais Saúde" e a preocupação com seus colaboradores em todo o mundo. Respeito, oportunidades iguais e o equilíbrio entre carreira e vida familiar formam a base da gestão da empresa, que busca a proteção e a sustentabilidade ambiental em tudo o que faz.

Em 2014, a Boehringer Ingelheim obteve vendas líquidas de cerca de 13,3 bilhões de euros e investiu 19,9% do faturamento em pesquisa e desenvolvimento.

No Brasil, a Boehringer Ingelheim possui um escritório em São Paulo e uma fábrica em Itapecerica da Serra. Há 60 anos no país, a companhia estabelece parcerias com instituições locais e internacionais que promovem o desenvolvimento educacional, social e profissional da população.

Para mais informações, visite www.boehringer-ingelheim.com.br e www.facebook.com/ajudareomelhorremedio.

INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA:

Beatriz Calachebeatriz.calache@edelmansignifica.com
Telefone: 11 3066 7778

Laís Camargo lais.camargo@edelmansignifica.com
Telefone: 11 3060 3147

1 Richeldi L, du Bois RM, Raghu G, et al; for the INPULSIS Trial Investigators. Efficacy and safety of nintedanib in idiopathic pulmonary fibrosis. N Engl J Med. 2014; 380(22):2071-2082.
2 Nota de aprovação da Anvisa. Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br/wps/content/anvisa+portal/anvisa/sala+de+imprensa/menu+-+noticias+anos/2015/anvisa+concede+o+registro+de+quatro+medicamentos+inovadores. Acesso em: 22/01/2016.
3 Raghu G, Weycker D, Edelsberg J, Bradford WZ, Oster G. Incidence and prevalence of idiopathic pulmonary fibrosis. Am J Respir Crit Care Med 174 (7), 810 - 816 (2006)
4 Raghu G, et al, ATS/ERS/JRS/ALAT Committee on Idiopathic Pulmonary Fibrosis
AnofficialATS/ERS/JRS/ALATstatement: idiopathic pulmonary fibrosis: evidence-based guidelines for diagnosis and management. Am J Respir Crit Care Med 183 (6), 788 - 824 (2011)
5 Baddini-Martinez J, Pereira CA. Quantos pacientes com fibrose pulmonar idiopática existem no Brasil? J Bras Pneumol. 2015;41(6):560-561
6 Pesquisa "Think of Everything". Realizada por Kantar Health e Boehringer Ingelheim, em outubro de 2015, com 400 pneumologistas de 10 países, sendo 50 entrevistados brasileiros. Metodologia: entrevistas quanti e qualitativas.
7 American Cancer Society, Cancer Facts and Figures 2010. www.cancer.org.
8 Bula OFEV, aprovada pela ANVISA em 26/10/2015.
9 Crestani B, et al. Interim analysis of nintadanib in an open-label extension of the INPULSIS trials (INPULSI-ON). Abstract presented ar the ERS International Congress 2015, Amsterdam, September 26 -30, 2015.
Safety, Tolerability and PK of Nintedanib in Combination With Pierfidone in IPF. Disponível em: https://clinicaltrials.gov/ct2/show/results/NCT02579603. Acesso em: 21/10/2015.
10 Pesquisa online "When I think of IPF, I think of…". Realizada por Boehringer Ingelheim, em novembro de 2015, com 500 pessoas (pacientes, cuidadores e familiares), Não há amostra brasileira. Metodologia: entrevistas online quatitativas.
11 Collard HR, Tino G, et al. Respir Med 2007;101:1350–4.

FONTE Boehringer Ingelheim

MV manteve desempenho positivo no ano de 2015

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O ano de 2015 foi desafiador para o mercado brasileiro. Nos segmentos de TI e Saúde, desacelerações de crescimento foram registradas devido à estagnação econômica do País. Apesar desse cenário, a MV superou as expectativas e manteve o desempenho positivo registrado em anos anteriores, principalmente, com a adoção de estratégias voltadas para o mercado internacional.

Como as soluções MV têm a capacidade de operar em múltiplos idiomas e absorver com facilidade requisitos e funcionalidades específicos de cada localidade, além de avançar com projetos que já estavam em desenvolvimento no Chile e na República Dominicana, a MV assinou contrato com hospitais no Peru e no Uruguai. “A América Latina é uma enorme oportunidade para quem tem condições de exportar produtos e serviços. Receita em dólar e custo em real, é um cenário ideal para crescimento”, disse Paulo Magnus, presidente da MV.

Ao longo do ano, englobando os segmentos hospitalar, operadoras de planos de saúde e saúde pública, a quantidade de novas instituições incorporadas à Comunidade MV totaliza mais de 60 unidades, considerando também o mercado nacional. Entre os novos clientes estão a Secretaria Municipal de Saúde de Santos; o Hospital Anchieta, que é referência na região Centro-Oeste; o Hospital das Forças Armadas do Distrito Federal; e cinco operadoras Unimed. Essas conquistas são reflexo da qualidade dos sistemas e dos serviços oferecidos pela MV.

Com soluções que já atendem mais de 1 mil instituições de saúde, a MV está sempre em busca de evoluções nos produtos para manter seu posicionamento como principal player no fornecimento de software especializado na gestão de informações na saúde. No segmento de medicina diagnóstica, a novidade em 2015 foi a integração do novo módulo Cockpit ao Radiology Information System (RIS). A solução desktop ligada à web garante ao médico radiologista a possibilidade de preparação de laudos on-line, promovendo com isso maior produtividade e alta performance.

Na saúde pública, com a aquisição de 100% dos ativos da Consulfarma, empresa especializada há 16 anos no desenvolvimento de soluções para secretarias municipais e consórcios intermunicipais de saúde, a MV expandiu sua atuação no segmento com um portfólio de produtos ainda mais completo, que envolve desde a marcação de consultas e a gestão de estoque de medicamentos até o gerenciamento de informações do setor de vigilância sanitária e o controle de notificações de agravos e investigações epidemiológicas.

No segmento hospitalar, ferramentas de busca foram integradas ao Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) para garantir inteligência clínica à solução. Por meio do UpToDate, recurso da Wolters Kluwer, do ClinicalKey, criado pela Elsevier, e da Micromedex, solução da Truven Health Analytics, médicos passaram a ter acesso direto no PEP a conteúdos sobre doenças, tratamentos e medicamentos para apoio a diagnósticos e decisões clínicas.

O PEP não só garantiu a mais um cliente MV, o Hospital Unimed Volta Redonda, o ingresso no grupo de elite mundial dos hospitais com EMRAM 6, certificado da HIMSS Analytics, como também consolidou o posicionamento da empresa no mercado internacional. Integrado ao SOUL MV, o software foi o responsável pelo destaque da empresa em relatórios publicados pelo instituto norte-americano KLAS, que apontou a MV como fornecedora do melhor prontuário eletrônico e com maior market share na América Latina e Caribe.

Para enfrentar a retração que se estenderá ao ano de 2016, a estratégia da MV é manter o desempenho com apoio do mercado externo. Já presente no Chile, México, Uruguai, Paraguai, Peru, República Dominicana e Angola, a empresa pretende expandir ainda mais seu processo de internacionalização. Em relação a portfólio, neste ano a MV vai lançar novas soluções para o segmento de clínicas, aumentar a oferta de sistemas para hospitais filantrópicos e de pequeno porte, ampliar a atuação junto a operadoras de planos de saúde, dar continuidade ao desenvolvimento do Global Health (plataforma 100% cloud), hospedar outras soluções em nuvem e manter em constante atualização o roadmap para evolução da plataforma SOUL MV e dos sistemas vinculados às empresas Hospidata, Microdata e Consulfarma, que fazem parte do grupo MV.

Sobre a MV

A MV é líder em software de gestão de saúde no Brasil. Com soluções para hospitais, clínicas, operadoras de planos de saúde, centros de medicina diagnóstica e redes de saúde pública, detém também o maior market share de Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) na América Latina, segundo o instituto norte-americano KLAS. Atualmente, mais de 1000 instituições e 375 mil usuários utilizam as soluções MV para responder com eficiência, agilidade, precisão e segurança as necessidades de gestão de informações de saúde. Para saber mais sobre a MV, acesse www.mv.com.br. Acompanhe-nos também no Facebook, Twitter e LinkedIn.

Pesquisa utiliza pedômetro para perda de peso de candidatos à cirurgia bariátrica

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De acordo com resultados prévios o uso do aparelho eletrônico que conta os passos aponta que a população obesa dá em média menos de mil passos por dia; participantes do estudo que intensificaram atividades relatam melhorias na qualidade do sono, sensação de fadiga, imagem corporal e qualidade de vida

Incentivar os pacientes candidatos à cirurgia bariátrica a aumentarem seus níveis de atividade física é o objetivo da pesquisa feita com postulantes da fila do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco. Para isso, alguns pacientes receberam um aparelho eletrônico chamado de pedômetro, que conta os passos dados em movimentos básicos com atividades de vida diária, que são utilizados para medir o nível de atividade física dos pacientes.

O incentivo à mudança de pequenos hábitos se deu por identificar que, devido a comprometimentos na mobilidade, alguns pacientes se queixam em realizar vinte ou trinta minutos de caminhada.

“A pesquisa aponta que a população obesa dá em média menos de mil passos por dia, enquanto o número recomendado para jovens adultos é de 8 mil a 10 mil passos dependendo da estatura de cada paciente. São recomendados 150 minutos semanais de atividade aeróbia moderada ou 75 minutos de atividade aeróbia vigorosa. Para conter mais benefícios o fortalecimento muscular pode ser realizado nos demais dias da semana em grandes grupos musculares de acordo com a OMS”, explica o profissional de educação física e idealizador da pesquisa, Bruno Barreto, que é mestrando do programa de pós-graduação em cirurgia pela UFPE e membro da COESAS – SBCBM (Comissão de Especialidades Associadas da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica).

Com orientação do Dr. Josemberg Campos, presidente da SBCBM, e o título ''A influência da atividade física na qualidade de vida e autoimagem de pacientes candidatos à cirurgia bariátrica'', a pesquisa acompanhou três grupos distintos durante três meses cada. O primeiro, com 31 pacientes, respondeu um questionário sobre qualidade de vida e imagem corporal. O segundo, também com 31 pacientes, recebeu acompanhamento nutricional e psicológico, enquanto o terceiro grupo, em andamento, com 6 pacientes, recebeu o pedômetro e acompanhamento de nutricionista, psicóloga, assistente social e enfermeira.

“O aumento na quantidade de passos por dia já tem demonstrado bons resultados. O fato de percorrer pequenas distâncias a pé ou simplesmente realizar atividades domésticas que anteriormente eram evitadas já traz uma melhora na qualidade de vida desses pacientes, que relatam melhorias na qualidade do sono, sensação da fadiga periférica e principalmente na imagem corporal e qualidade de vida”, revela Bruno Barreto.

Sobre a SBCBM

A SBCBM - Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica foi fundada em 1996. Inicialmente batizada como SBCB - Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica, em 2006 a entidade inseriu a palavra “Metabólica” em seu nome, devido à crescente importância da cirurgia metabólica na comunidade médica.

Possui atualmente mais de 1,6 mil sócios entre cirurgiões e especialidades associadas (endocrinologista, cardiologista, educadores físicos, cirurgiões plásticos, fisioterapia, enfermagem, odontologia, fonoaudiologia, nutricionista e nutrólogo e psiquiatra e psicólogo) com representantes no país por meio de capítulos e delegacias.

Dentsply Sirona: Fusão cria a The Dental Solutions Company(TM)

YORK, Pensilvânia e SALZBURGO, Áustria, 29 de fevereiro de 2016 /PRNewswire/ -- A Dentsply Sirona Inc. (NASDAQ: XRAY) anunciou hoje que completou com sucesso a fusão de iguais entre a DENTSPLY International Inc. ("Dentsply") e a Sirona Dental Systems, Inc. ("Sirona"). A fusão da DENTSPLY, líder do mercado de produtos odontológicos de consumo com a Sirona, a líder do mercado em tecnologia e equipamentos odontológicos, cria a maior e mais diversificada fabricante de produtos e tecnologias odontológicos profissionais de todo o mundo. A Dentsply Sirona terá posições de liderança e algumas das marcas melhor estabelecidas de produtos de consumo, equipamentos, tecnologia e, especialmente, produtos para atender as necessidades dos profissionais, especialistas e laboratórios de odontologia. Todos os dias, aproximadamente 600.000 profissionais de odontologia usarão um produto da Dentsply Sirona. Nova companhia desenvolverá e suportará soluções clínicas inovadoras de ponta a ponta que melhoram os cuidados com os pacientes.

Através da combinação entre a plataforma de produtos de consumo da DENTSPLY com a tecnologia e equipamentos da Sirona, a nova companhia oferece mais produtos e soluções integradas do que qualquer outra organização odontológica. A vasta série de produtos da Dentsply Sirona para profissionais e laboratórios de odontologia, permite o tratamento de procedimentos gerais e específicos incluindo implantodontia, endodontia e ortodontia. Com a maior plataforma de educação clínica da indústria, a companhia está impulsionando a adoção de tecnologia nova e aprovada e soluções integradas para fluxos de trabalho mais eficientes. O atendimento e a satisfação do cliente continuarão a ser valores-chave da nova companhia e serão suportados pela maior infraestrutura de vendas e serviços formada por vendas diretas e distribuidores líderes.

A fusão reúne duas companhias inovadoras do setor odontológico, cada uma delas com mais de 100 anos de experiência. Combinada, a Dentsply Sirona terá a maior e a mais forte plataforma de P&D com mais de 600 cientistas e engenheiros experientes para promover o desenvolvimento de cuidados odontológicos melhores, mais seguros e mais rápidos.

Comunicado para a imprensa completo e imagens, disponíveis em: http://www.dentsplysirona.com/en/news/press-releases/corporate/dentsply-sirona-merger-creates-the-dental-solutions-company.html

Contato: Marion Par-Weixlberger
Tel:+43(0)662-2450-588
E-mail: marion.par-weixlberger@sirona.com

 

FONTE Sirona Dental GmbH

Teremos médicos robôs?

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Quando a gente pensa em inteligência artificial normalmente a primeira coisa que vem à cabeça são os robôs humanóides. Mas na verdade a inteligência artificial nada mais é do que um software, programado com um algorítimo para tomada de decisão.

Um exemplo famoso desse tipo de inteligência artificial é o IBM Watson, que já mostrou ser um ótimo jogador de xadrez, responder perguntas de jogos de trivias, fazer algumas receitas de drinks e mais recentemente está sendo usado na medicina como uma ferramenta para auxiliar os médicos a escolherem os melhores tratamentos para os pacientes. O IBM Watson está por exemplo, no aplicativo Curely que conecta médicos a pessoas do mundo todo que tem dúvidas a respeito da saúde. No Curely, o Watson “lê” a pergunta e sugere ao médico fontes que auxiliam a resposta a ser dada.

Existem outras formas de inteligência artificial que já fazem parte do nosso dia a dia. A Siri, por exemplo, que responde as nossas perguntas no iPhone é uma espécie de inteligência artificial com reconhecimento de voz. O próprio Google usa inteligência artificial para fazer uma busca mais adequada para a pessoa que está buscando, levando em conta não só o lugar onde você mora e a língua que você fala, mas também o seu histórico de busca. Por isso, se você e seu amigo buscarem a mesma coisa no Google, os resultados tendem a ser diferentes.

Os carros que dirigem sozinhos são outro exemplo de inteligência artificial que logo deve estar disponível. Aqui na California é relativamente comum a gente ver esses carros andando na rua como teste, mas em breve eles vão estar disponíveis comercialmente. Esses carros usam algorítimos de inteligência artificial para controlar a velocidade, a distância do carro da frente e parar para obstáculos como sinais ou pedestres.

Na verdade, qualquer tarefa humana parametrizada, ou seja, que segue um fluxo de decisões relativamente fixo, pode ser realizado por inteligência artificial. Isso vale até para profissões consideradas nobres como direito, jornalismo e arquitetura.

Na medicina eu acredito que a inteligência artificial deve chegar primeiro na área de diagnósticos por imagem, seja na radiologia ou na patologia. É meio óbvio que o computador será melhor que o humano para reconhecer padrões de imagem e correlacionar o que está sendo visto com dados clínicos.

Mais para frente essa ferramenta será usada para diagnóstico e até para cirurgias que poderão ser programadas por computador e realizadas inteiramente por robôs. Viajando um pouco mais no futuro, um dia teremos inclusive os nanorobôs que poderão ser colocados na nossa corrente sanguínea para resolverem problema específicos, como desobstruir uma artéria, por exemplo.

Nesse video eu converso com o Reinaldo Normand, especialista brasileiro e autor de livros sobre inovação sobre as oportunidades e ameaças da inteligência artificial. E você está mais animado ou mais preocupado com o desenvolvimento dessa tecnologia?

[youtube]https://youtu.be/jRCGZ4dsVRU[/youtube]

Beneficência Portuguesa de São Paulo anuncia novos superintendentes

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A Beneficência Portuguesa de São Paulo contrata dois novos superintendentes que terão a oportunidade de aplicar o seu conhecimento de mercado.

Patrícia Holland liderará a superintendência recém-criada de Serviços Auxiliares de Diagnóstico e Terapia (SADT). Será responsável por gerir o centro diagnóstico da Beneficência Portuguesa de São Paulo, atendendo a todas as unidades hospitalares do complexo. Há 20 anos no mercado, Patrícia acumulou experiências nas áreas de negócios e marketing em grandes empresas multinacionais, como Philips Healthcare, Johnson & Johnson, Reckitt Benckiser, entre outras.

Já Luiz Sérgio Santana terá o desafio de gerir o Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, maior unidade das três do complexo hospitalar, e que concentra a maior parte dos casos cirúrgicos de alta complexidade. Dentre seus desafios estão a gestão da enfermagem, operações e área médica. O executivo possui mais de 20 anos de atuação nas áreas de operações e planejamento em empresas de saúde, como Rede D´Or São Luiz, Intermédica, Grupo VITA e Hospital Aliança.

Dessa forma, a instituição reafirma seu compromisso de desenvolver estratégias que tornem a instituição ainda mais competitiva e sustentável.

Sobre Beneficência Portuguesa de São Paulo

Fundada em 1859, a Beneficência Portuguesa de São Paulo (www.beneficencia.org.br) é a maior instituição hospitalar privada da América Latina, contando com aproximadamente 7.500 colaboradores e 3.000 médicos, e com uma gestão baseada na qualidade assistencial, humanização, ensino e pesquisa, além de um corpo clínico formado por renomados especialistas. A instituição é referência no atendimento médico hospitalar em mais de 50 especialidades, como cardiologia, oncologia, neurologia, gastroenterologia, ortopedia, urologia, entre outras. Atualmente, a Beneficência Portuguesa conta com três hospitais que somam mais de 1.200 mil leitos de internação. O Hospital São Joaquim, primeiro pilar da Instituição, realiza atendimento ao Pronto Socorro, UTIs, Internações e Cirurgias. Em 2007, foi inaugurado o Hospital São José, que se destaca pelo atendimento oncológico com padrões internacionais, entre outras especialidades. Em 2012, o Hospital Santo Antônio foi criado com o objetivo de oferecer atendimento a pacientes usuários do Sistema Único de Saúde, reforçando a responsabilidade social e carácter beneficente da Associação. Já em 2013, a Instituição criou o Centro Oncológico Antônio Ermírio de Moraes para ser um dos maiores e mais completos núcleos de tratamento de câncer no país.

Hospital 9 de Julho investe R$6 milhões em unidade de Transplante de Medula Óssea

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Ontem, no dia 25 de fevereiro, o Hospital 9 de Julho inaugurou uma nova unidade de Transplante de Medula Óssea. O espaço recebeu investimento total de R$6 milhões e vem para otimizar a recuperação de pacientes que passaram pelo procedimento.

“Após a realização do procedimento, o paciente precisa ficar em isolamento para não correr risco de infecção, já que o sistema imunológico está comprometido”, diz  o onco-hematologista do Hospital 9 de Julho, Dr. Celso Massumoto.

O46A2249 Foto: Dr. Celso Massumoto - Divulgação

Por este motivo, os hospitais têm unidades separadas e com rigorosas políticas de isolamento para minimizar o risco de infecções. Entre os principais diferenciais da nova unidade do Hospital 9 de Julho está a filtragem do ar dentro de todo o setor. “Normalmente, a filtragem é feita somente dentro do quarto e, por isso, o paciente não pode sair de lá. Nós implantamos um sistema que vai permitir que eles circulem também pelos corredores”, afirma o médico ao salientar que esse é um diferencial no Brasil.

Durante a inauguração, estiveram presentes nomes como Edson Bueno, proprietário da instituição, Dráuzio Varella, que falou sobre suas impressões sobre o sistema de saúde brasileiro, e David Uip, secretário de saúde do Estado de São Paulo.

Para David, "um gestor se prova em momentos de crise" e, por isso, teceu elogios à gestão de Edson Bueno e aos projetos de expansão do hospital em um momento de restrição orçamentária do sistema de saúde.

Os grandes desafios dos médicos empreendedores

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 Muitos médicos têm o sonho de empreender, contudo a formação médica não os prepara para realizar este sonho. Para agravar, o médico assim que sai da faculdade já constitui, em sua grande maioria, um CNPJ, a fim de poder atuar nos diferentes serviços que irá trabalhar. Como médico empreendedor, sei bem como é esta realidade!

Por isso, no dia 23/02/16 realizei um Hangout com médicos empreendedores e empreendedores da área da saúde para entender melhor estes desafios e ver o que é necessário para preparar melhor o médico para ser um empreendedor.

A discussão contou com o anestesista Cristiano Englert, com a oncologista Jurema Telles, com o otorrinolaringologista Bruno Rossini e com o empreendedor em saúde Fábio Tiepolo, fundador da Docway.

Entre os pontos levantados para termos profissionais de saúde mais empreendedores foi que o médico tem um tempo muito limitado para pensar em seu ou seus negócios, em função da sua altíssima demanda profissional, que dificulta se dedicar com intensidade a outras atividades.

Outro ponto fundamental é a necessidade de capacitação, que passa obrigatoriamente por buscar se aprimorar profissionalmente através do aprendizado de técnicas de gestão, marketing e até mesmo de programação para os mais geekies.

Ainda é vital que o médico busque pessoas com habilidades complementares para compor o time que desenvolverá esta startup, pois mesmo numa clínica é interessante que os sócios não sejam todos médicos, mas sim de diferentes áreas, a fim do negócio ser muito forte na assistência e ainda mais na sua gestão.

Já para projetos muito inovadores, especialmente na área digital, foi destacado a importância dos médicos empreeendedores se mobilizarem e terem uma maior atuação frente aos diferentes conselhos de medicina, em especial a APM e a AMB para que todas as tecnologias em desenvolvimento e as já desenvolvidas possam ser amplamente debatidas e, quando possível, incorporadas para a prática clínica.

Enfim, foi ótimo ter realizado este Hangout que trouxe grandes aprendizados sobre os desafios que os médicos empreendedores estão vivenciando e temos certeza que ao identificar e apoiar médicos empreendedores pelo Brasil iremos criar um ecosistema mais forte de inovação em saúde.

Para manter os  médicos empreendedores (e empreendedores em geral) em saúde unidos, organizamos um grupo de empreendedores em saúde no WhatsApp e Facebook. Para participar basta CLICAR AQUI

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Osteoartrite de joelho: soro autólogo condicionado (ACS) em conjunto com fisioterapia leva a melhoras significativas em dor e função

MADRI e DÜSSELDORF, Alemanha, 25 de fevereiro de 2016 /PRNewswire/ -- A osteoartrite (OA) do joelho afeta de 10-15 por cento dos adultos com mais de 60 anos de idade em todo o mundo (OMS, 2013). Há opções de tratamento cirúrgicas e não cirúrgicas. Medicamentos como ácido hialurônico, corticosteróides, plasma rico em plaquetas ou soro autólogo condicionado (ACS/ Orthokine®) pode ser injetado diretamente na junta.

A equipe espanhola do Dr. Jaime Baselga García-Escudero e Dr. Pedro Miguel Hernández Trillos iniciou um estudo prospectivo observacional sobre osteoartrite de joelho unilateral, que foi publicado recentemente na revista científica "PLoS ONE, intitulado: "Tratamento de osteoartrite do joelho em conjunto com soro autólogo condicionado e fisioterapia: um estudo observacional de dois anos".  

Nesse experimento, 118 pacientes de 34-81 anos participaram durante 24 meses. A dor em média no início do experimento era de 8,1 na Escala de Estimativa Numérica (NRS 0-10) que correlacionou com aumento nas pontuações do Western Ontario and McMaster Universities Osteoarthritis Index (WOMAC). Os pacientes receberam quatro injeções intra-articulares de 2 ml de ACS uma vez por semana, durante quatro semanas. A terapia com injeção foi acompanhada de 30 sessões de fisioterapia.

Resultados

Nesse estudo, as pontuações de dor da NRS declinaram significativamente mais de 60% durante os primeiros três meses após tratamento e permaneceram estáveis. A pontuação de função e dor global WOMAC também diminuiu significativamente. Os resultados deste estudo foram independentes de idade, gênero, peso e estágio da doença. "A melhoria em dor e função relatada neste estudo observacional é impressionante", declarou o Prof. Dr. Peter Wehling, CEO da Orthogen AG, Düsseldorf, Alemanha.

Sobre o ACS/ Orthokine® 

O Orthokine®, na Alemanha Orthokin®, é um produto de sangue autólogo derivado do sangue do próprio paciente. Para fazer o produto, são usadas as seringas EOTII (Orthogen Lab Services GmbH, Düsseldorf, Alemanha).

http://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0145551 (22.2.2016)

Comunicado na íntegra em: http://www.presseportal.de/nr/59057

Contato:
Peter Wehling
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FONTE Orthogen AG