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Articles from 2015 In March


UnitedHealth compra concorrente Catamaran

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A UnitedHealth, gigante mundial da saúde e dona Amil, anunciou nesta segunda-feira (30), a compra da Catamaran Corporation, gerenciadora de planos de saúde e operadora de PBM (Programa de Benefício de Medicamentos). De acordo com o jornal Valor Econômico, a aquisição está avaliada em US$ 12,8 bilhões. Com a operação, a área de PBM da UnitedHealth, Optum RX, se une com uma das suas principais concorrentes do mercado.

O acordo prevê ainda a aquisição de ações ordinárias em circulação da Catamaran pelo preço de US$ 61,50 cada. A transação deverá ser concluída durante o quarto trimestre de 2015 e está sujeita à aprovação dos acionistas Catamaran e também a aprovações regulatórias. A UnitedHealthplaneja financiar a aquisição de recursos de caixa existentes e novas dívidas. A empresa também afirmou que  a perspectiva de ganho será de US$ o, 30 de lucro por ação.  A  companhia também  planeja financiar a aquisição de recursos de caixa existentes e novas dívidas.

Em nota, as empresas afirmaram que a operação “criará valor significativo para sua base de clientes com escala, serviço que serão aprimorados em razão da integração de seus negócios”. Ainda no comunicado, elas informaram ainda que, “a organização combinada irá ajudar os clientes a gerenciar os custos e os resultados complexos como esta porção do mercado farmacêutico se expande a partir de uma estimativa de US $ 100 bilhões em receitas em 2014 para potencialmente US$400 milhões dólares por ano até 2020.”

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Hospital Infantil Sabará implanta projeto de alimentação lúdica kids by Sodexo

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São Paulo, março de 2015 – Uma iniciativa do Hospital Infantil Sabará, em parceria com a Sodexo, tornou as refeições mais divertidas e atraentes para as crianças usando alimentos saudáveis que atendem às suas necessidades nutricionais.

Implantada no fim do ano passado, a inciativa é pioneira no Brasil e oferece uma apresentação lúdica dos pratos servidos às crianças em período intra-hospitalar, com aparência alegre e divertida.

O projeto, chamado de Kids by Sodexo, é uma oferta pioneira no segmento de Saúde, voltada para crianças entre 2 e 7 anos, e possui 15 diferentes pratos elaborados por cozinheiros que recebem treinamento específico e preparam as refeições com base na prescrição médica de cada paciente.

A nutricionista clínica da Sodexo visita cada criança, identifica as preferências alimentares junto aos pais e o cardápio é adequado e definido conforme as informações recebidas. As refeições são servidas sempre no desjejum, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar. No caso dos lanches, as crianças recebem as Caixinhas Kids, que revelam o personagem desenhado no alimento apenas quando aberta.

Ingredientes selecionados

Feitos com pãezinhos, verduras, legumes, arroz, omeletes e hambúrgueres, entre outros ingredientes, o cardápio pode ser apresentado em formato de girafa, carrinho, boneco, jardim encantado, coelho, balão e até personagens de desenhos animados.

“As divertidas preparações estimulam a aceitação da criança, fazendo com que o momento da alimentação funcione como um recurso terapêutico, já que apresentamos novos ingredientes e sabores que se relacionam com a aparência do prato. Assim como nós, as crianças também ‘comem com os olhos’”, explica Fernanda Rabelo dos Santos, supervisora de nutrição do Hospital Infantil Sabará.

Integrando a proposta lúdica do projeto, as copeiras da Sodexo, responsáveis pela entrega das refeições, usam uniformes e utensílios coloridos e leves, além de bandejas com desenhos e pinturas no fundo que despertam a curiosidade da criança. “Nosso objetivo é despertar o interesse em experimentar um novo alimento, mesmo durante um período de internação curto”, analisa Regina Menezes, coordenadora técnica da área de Saúde da Sodexo

O cuidado do Kids by Sodexo se estende ao período pós-internação pois, no momento da alta da criança, os pais recebem orientação para que os cuidados alimentares se prolonguem em casa.

Para complementar a nova abordagem de nutrição, o Hospital Sabará e a Sodexo planejam evoluir com o projeto fazendo a sua interação com outras atividades como teatro, fantoches e músicas, para a estimulação de hábitos mais saudáveis no dia a dia das crianças. A implantação de um cardápio teen, especialmente para o público jovem e o desenvolvimento de escolha de cardápio de refeição voltado para os acompanhantes também deve acontecer neste ano.

Sobre o Hospital Infantil Sabará

O Hospital Infantil Sabará, instalado em um moderno edifício de 17 andares na avenida Angélica, no Centro da capital paulista, opera segundo o conceito dos "Children's Hospital". Este modelo assistencial conta com a retaguarda em todas as especialidades pediátricas, tais como Neurologia, Nefrologia, Cardiologia, Oncologia, Ortopedia, Urologia, Gastroenterologia, Cirurgia Pediátrica e Anestesia, num modelo multidisciplinar integrado e altamente resolutivo de atenção à criança. Atendimentos pediátricos especializados, em que crianças e adolescentes podem se consultar de forma integral e integrada junto a um grande time de especialistas transdisciplinares, também são oferecidos em 19 Centros de Excelência em Pediatria.

O Sabará é o primeiro hospital exclusivamente pediátrico no Estado de São Paulo a conquistar a acreditação do Joint Comission International (JCI) – mais importante órgão certificador dos serviços de instituições de saúde no mundo. A acreditação é um instrumento que avalia desde a estrutura hospitalar às práticas de gerenciamento e cuidados com o paciente, garantindo o tratamento adequado e a assistência necessária em todos os âmbitos. Para atender às exigências das metas internacionais e estar no mesmo patamar de instituições que possuem um padrão internacional em saúde, o Hospital Infantil Sabará investiu mais de R$ 4 milhões e passou por um rigoroso processo de avaliação que abrange mais de 1,3 mil itens em todos os serviços como atendimento, gestão, infraestrutura e qualificação profissional.

Sobre a Sodexo On-site

No Brasil, atuando nessa área há 35 anos, com 35,5 mil colaboradores e cerca de duas mil unidades operacionais, a Sodexo trabalha para oferecer as melhores opções em Serviços On-site – Alimentação e Facilities Management. Tem ampla gama de serviços integrados e atende a clientes de segmentos como: Bases Remotas, Corporativo, Indústrias, Educação e Saúde.

A empresa possui atuação em todo o território nacional. Por oito vezes, foi eleita no prêmio Top of Mind Fornecedores de RH, na categoria Serviços de Alimentação Coletiva, e oito vezes ao Top Hospitalar, da ITMidia, que é o mais importante do setor Médico-Hospitalar no País.

 

 

Educação em saúde é assunto abordado em cruzeiro para 3ª idade

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Aconteceu entre os dias 1 e 7 de março o primeiro Cruzeiro Senior, organizado em parceria entre o Instituto Lado a Lado pela Vida e a empresa Costa. A viagem reuniu 3500 pessoas, que foram atraídas pelas tradicionais atividades de lazer, mas também pelo conteúdo voltado para temas de saúde. Foi lançada, por exemplo, a campanha Xi… escapou!, voltada para a conscientização da incontinência urinária, além de terem sido trabalhados outros temas, como o câncer de próstata, que também já foram alvo de campanhas desenvolvidas pelo Instituto.

Sobre essa interessante parceria, conversei com Marlene Oliveira, presidente do Instituto Lado a Lado pela Vida.

1) O Instituto foi o responsável, no cruzeiro senior, por trazer os temas de educação em saúde, que foram inseridos nas atividades da programação. Como se deu essa interação entre temas e atividades?

Estivemos no 1º Cruzeiro Senior, em parceria com a Costa Cruzeiros, e foi uma experiência de muito sucesso. O Instituto Lado a Lado pela Vida esteve inserido em todas as atividades temáticas a bordo, interagindo com o público, conversando e dando recadinhos, sempre com bom humor e leveza.

Para as pessoas da melhor idade, a atividade lúdica envolvendo a dança, a ginástica e o movimento corporal é muito importante. Nestes momentos, as pessoas se exercitam sem perceber e ficam felizes por vencerem, às vezes, muitas barreiras. E o acesso a informações de qualidade sobre a saúde nesta fase da vida é de extrema importância para manter o bem estar, a alegria de viver e as muitas realizações que, sem dúvida, ainda podem ser alcançadas.

2) Esses elementos (educação em saúde) foram usados para a atração de passageiros ao cruzeiro senior? De que maneira?

O Instituto Lado a Lado pela Vida proporcionou vivências e informações importantes para este público, que com certeza se lembrará da importância de cuidar da saúde para viver melhor, não importando a idade que se tem.

Foram ações interativas nas aulas, distribuição de materiais informativos nas cabines, orientações sobre a prevenção do câncer de mama utilizando a mama amiga (uma réplica da mama feminina), recadinhos de saúde e entrevistas.

O Instituto também contou com o apoio de todos os professores e palestrantes que fizeram parte da programação do Cruzeiro Senior para reforçar a importância da saúde na vida de cada um dos participantes.

3) As atividades oferecidas no cruzeiro foram moldadas pelos temas trabalhados? Parece que esse foi o caso, por exemplo, das aulas da professora Maria Corazza, que abordou a questão da incontinência urinária.

O Instituto Lado Pela Vida esteve presente no Cruzeiro com as campanhas Xi... Escapou (incontinência urinária), Novembro Azul (câncer de próstata) e Siga Seu Coração (doenças cardiovasculares). Todas as campanhas foram inseridas, de maneira lúdica, nas atividades do Cruzeiro que já estavam programadas.

A professora de educação física Maria Alice Corazza, assim como a professora Raquel Mesquita, foram parcerias no objetivo de mostrar para os passageiros como identificar e tratar da incontinência, de forma lúdica e simples para cumprir o nosso propósito de humanizar e desmistificar o problema.

4) Por que fazer um cruzeiro senior, especificamente, se pessoas mais velhas já são um público bem frequente em cruzeiros?

O Instituto acredita no envelhecimento ativo. Hoje, sabemos que o público sênior está cada vez mais buscando novidades e com muita vontade de viver e desfrutar de bons momentos. E é exatamente esse “clima” que permeou o cruzeiro, quando durante 7 dias, quase 4 mil passageiros se reuniram para cantar, dançar, trocar experiências e celebrar a vida. É um público em potencial muito grande, que gosta de se reunir para se divertir. Por isso, merece que sejam realizadas atividades específicas para eles.

5) Na sua avaliação, quais pontos deram mais certo e quais nem tanto, se é que houve, dessa aproximação entre educação em saúde e lazer?

A parceria com a Costa foi tão positiva que já estamos conversando sobre os cruzeiros de 2016. Sempre acreditamos que falar sobre saúde de maneira lúdica e interativa é a melhor forma de fornecer informações sobre mudança de hábitos. Aproveitar a atmosfera descontraída de um cruzeiro para protagonizar essa interação foi extremamente proveitoso, sem pontos negativos, já que o foco do Instituto Lado a Lado pela Vida não é tratar sobre doenças: é disseminar os conceitos de qualidade de vida e mudança de hábitos.

Laboratório Multilab – Análises Clínicas: Foco na Governança Corporativa, o exemplo do Mato Grosso do Sul para o Brasil

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O ano de 2014 foi marcado por uma série de mudanças técnicas, administrativas e até no pensamento cultural da empresa, de Campo Grande, Mato Grosso do Sul (MS), que estabeleceu um novo modelo de governança corporativa. Foi fundado há 31 anos pelo Diretor Técnico, o Dr. Donevir José Cividini e pelo Diretor Científico, o Dr. Hélio Ceni. Atualmente tem como Gerente Geral, o Dr. João Batista Costa Neto. O fruto de toda a evolução foi à publicação, pela primeira vez, do Relatório de Sustentabilidade 2014 (www.laboratoriomultilab.com.br).

Apesar do mercado de Análises Clínicas no Brasil apresentar uma retração e forte desaceleração de investimentos pela maioria das empresas, o Laboratório Multilab assume um postura empreendedora e Nacionalista, pois acredita no trabalho ético, sério, honesto e na força de seus colaboradores. Por isso, iniciou a expansão da sua área técnico-administrativa em 2014, com expectativa de inaugurar ainda em 2017, quase 3000m2. Tivemos um grande ano, voltado na melhoria da qualidade da nossa atividade, investimos em treinamentos (Universidade Corporativa Virtual Multilab – UCVM), nas seleções e oportunidades de nossas lideranças, na renovação do nosso parque de equipamentos laboratoriais, na modernização do núcleo da Tecnologia da Informação (TI) e na aquisição do novo software gerenciador do laboratório, que hoje é único e integrado. Inauguramos 02 (duas) unidades de atendimento no decorrer de 2014. Marcamos presença como referência Nacional em LCR – Líquido Cefalorraquiano no Congresso Brasileiro de Análises Clínicas com as palestras do Gerente Geral, o Dr. João Batista Costa Neto. Inauguramos o braço do apoio e referência Nacional com o Multilab Líquor (www.multilabliquor.com.br), recebendo amostras e pacientes de vários Estados do Brasil, Paraguai e Bolívia, principalmente para casos de meningites agudas, crônicas, de Esclerose Múltipla e da Doença de Alzheimer. Participamos da campanha Nacional do Ministério da Saúde/IBGE na Pesquisa Nacional de Saúde como único Laboratório no MS e um dos poucos do Brasil a receber menção honrosa cumprindo mais de 90% da meta estabelecida em parceria com o DASA.

O ano de 2015, para o Laboratório Multilab, começa ambicioso e está investindo na abertura de mais 02 (duas) grandes unidades de coleta, e uma na área de ensino. O Centro de Capacitação e Treinamento Multilab (CTCM), que tem como slogan: “Excelência na Prática”, oferecerá cursos em todos os níveis da área laboratorial, atendendo todos públicos (interno e externo).

O nosso maior desafio de superação se soma a ampliação do Plano de Participação de Resultados – PPR, que está dando a todos os colaboradores um grande impulso na gestão de pessoal, sendo que a motivação tem como base 03 (três) pilares: Ensino, Excelência e Ética. Os resultados preliminares mostraram que o PPR chegou para ficar e fazer história na nova governança corporativa.

A grande projeção e amplitude do Laboratório Multilab cresce a cada dia, e vai além das fronteiras do MS, chegando a âmbito Nacional em caráter técnico-científico e de gestão. Os esforços de todos os colaboradores das áreas do laboratório, com as chefias e lideranças, em treinamentos constantes, seguem alinhados com os pensamentos da gerência e da diretoria. Ampliar a eficiência de nossos processos com foco total na qualidade de serviços e na grande satisfação dos clientes vem sendo determinante para resultados acima das expectativas.

A nova sede técnico-administrativa contará com uma área de quase 3000m2, terá capacidade instalada para 400.000 exames/mês, uma ala de consultórios, para exames de imagem e para clínica de vacinas. Em anexo a ampliação foi adquirida uma grande área para o Centro de Treinamento e Capacitação Multilab (CTCM) e se planeja, talvez acoplar exames de Tomografia e Ressonância Magnética até 2018. Com uma meta ambiciosa, com base na gestão corporativa sustentável e estratégica, o Laboratório Multilab segue com metas traçadas até 2020.

Laboratório Multilab – Análises Clínicas: Foco na Governança Corporativa, o exemplo do Mato Grosso do Sul para o Brasil.

Você sabe o que é o Resseguro Saúde ?

Você sabe o que é o Resseguro Saúde ?

Os custos com os planos de saúde vêm crescendo a cada ano como consequência do rápido avanço da medicina, que permitem por muitas vezes acelerar a cura de diversas doenças e até mesmo salvar vidas.  Todo este progresso aumenta a qualidade dos tratamentos, mas por outro lado impacta financeiramente a estrutura de custeio dos planos de saúde privados e consequentemente eleva a sua sinistralidade, provocando reajustes elevados.

Diante deste cenário foi criado um produto com o intuito de proteger os desvios causados por sinistros incomuns ou de alto-custo dentro de uma apólice de benefício saúde. Este produto é chamado como “Employer Stop-Loss”(ESL), ou Resseguro Saúde. As coberturas do produto seguem o rol mínimo de procedimentos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) além das coberturas particulares de cada contrato de Plano de Saúde.

O objetivo do produto é de proteger a sinistralidade das apólices e/ou contratos de benefício saúde das empresas contra sinistros de valores elevados causados por doenças de alta complexidade ou reclamações atípicas que aumentam substancialmente os gastos em um ano específico. Com a cobertura do resseguro saúde a companhia poderá garantir um orçamento consistente no longo prazo no que se refere a manutenção do “budget” destinado ao custeio do benefício saúde dentro do ano fiscal e impedirá reajustes abusivos na data de renovação do plano.

Com a contratação do Resseguro Saúde, as empresas passam a visualizar os custos futuros reais do plano de saúde, ou seja, o orçamento ficará protegido de gastos excessivos com utilização de serviços médicos hospitalares. Com esta proteção, se reduz a possibilidade de surpresas, em relação ao aspecto financeiro do plano de saúde, permitindo ao gestor que dedique seu tempo a estudos e análises relevantes ao aprimoramento da qualidade e resolubilidade dos serviços e não apenas ao caráter financeiro do programa.

São vários os benefícios na contratação do Resseguro Saúde, dentre eles, podemos destacar:

  • Proteção contra reajustes elevados;
  • Proteção do fluxo de caixa das empresas;
  • Proteção contra custos crescentes com saúde;
  • Manutenção da margem de solvência de um plano pós-pagamento;
  • Revisão adicional nas contas médicas hospitalares.

O produto pode ser contratado para proteger tanto os planos de saúde estruturados na modalidade de pré-pagamento quanto na modalidade de pós-pagamento. Para cada tipo de plano, há um produto específico a ser oferecido.  A contratação deste seguro oferece a possibilidade de uma mensuração e projeção real dos custos futuros do plano de saúde, eliminando impactos financeiros não esperados referente a utilização do plano.

O custo do Resseguro Saúde é calculado através de histórico de utilização do benefício saúde de cada empresa, das condições de saúde dos seus funcionários e dependentes (se inclusos na apólice), da sua exposição ao risco, suas idades e respectivos históricos de saúde.

O número de colocação de contratos de resseguro saúde pelas empresas vem aumentado nos últimos anos e o resultado das apólices vigentes foi positivo. Esta informação consolida um aumento real da procura por cotações/consultorias o que torna sua contratação como uma tendência real.

*Alexandre Fernandes Fonseca é Especialista em Resseguro Saúde da Benefex Consultoria de Resseguros e Membro do Instituto de Atuária – MIBA 1.700.

A importância das soluções departamentais

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Muitas entidades de saúde buscam sistemas de gestão hospitalar (HIS) para fazer o controle de suas informações em toda a instituição. Dessa forma, o gestor tem o controle de todas as unidades e departamentos. No entanto, cada setor de um hospital tem suas necessidades e fluxos específicos. A solução HIS para fazer a gestão do setor de radiologia atende as necessidades básicas deste. Mas esse departamento tem mostrado diversas especificidades que o HIS atende parcialmente ou, em alguns casos, não atende. Esses “gaps” impactam na produtividade dos profissionais da área, principalmente do médico radiologista.

Um desses “gaps” do HIS, referente a radiologia, é o próprio agendamento. O setor necessita de um agendamento inteligente, que leve em consideração diversas regras e fatores. Por exemplo, uma ressonância magnética com contraste pode sofrer interferência de diversos medicamentos. O agendamento inteligente e os campos com essas informações não são possíveis na solução HIS. Dessa forma, esse conhecimento de quais medicamentos interferem em determinados exames e como agir em cada situação fica concentrado em papeis e pastas que a recepcionista ou telefonista utiliza, impactando na sua produtividade e estando sujeita a erros humanos ou manuais.

Uma outra situação que pode ser exemplificada é realização de laudos referente a exames que necessitam de interação ou complemento de outro exame. O MIBI, por exemplo, precisa ser feito em duas situações: em repouso e esforço. Neste segundo momento, o exame é feito em paralelo ao de ergometria. Pelo sistema HIS, o radiologista só poderá realizar os laudos para cada um deles de forma independente. Mas neste caso, o laudo precisa ser composto e complementar a mais de um exame.

Situação semelhante acontece com o residente de medicina, que já realiza laudos, mas precisa da revisão e assinatura do radiologista responsável. Esse controle também não é feito de forma automatizada pelo HIS. O HIS também não aceita o reconhecimento de voz, uma das ferramentas que promove a produtividade.

Essas e outras particularidades do setor de radiologia são resolvidos pelo sistema de gestão de radiologia RIS X Clinic Nexus, desenvolvido pela Pixeon, por isso, ressalta-se a importância de utilizar sistemas departamentais. O modelo ideal é utilizar a integração dos sistemas HIS, RIS e PACS. Dessa forma, todas as informações do paciente ficam concentradas na gestão hospitalar, assim como o faturamento como um todo, mas as especificidades de agendamento, fila de trabalho médico, central de laudos são utilizadas pelo RIS, e a aquisição e interpretação de imagens, pelo PACS. Um ambiente integrado permite atender as necessidades de todo o fluxo e promove alta produtividade.

Pra não dizer que não falei das próteses – Parte 1

Pra não dizer que não falei das próteses – Parte 1

O paraibano Geraldo Pedrosa de Araújo Dias, melhor conhecido como Geraldo Vandré, é um daqueles compositores no qual a história injustamente colocou num local desproporcional ao seu talento. As gerações mais novas talvez não tenham uma noção muito exata do contexto em que ele se tornou popular, mas, dificilmente, aqueles que frequentaram rodinhas de violão nas universidades e barzinhos da década de setenta e oitenta vão esquecer-se de como seu sucesso mais popular, “Pra não dizer que não falei das flores”, era tocado e cantado, às vezes a plenos pulmões, tanto pela beleza da obra, quanto pelo que ela significava. Mas a semelhança entre essa introdução e o que trata esse texto fica por aqui.

Para aqueles que acham que o propósito desse comentário é justamente acrescentar alguma proposta inovadora de solução para a forma incômoda como convivemos com o problema das próteses no nosso país, vou logo adiantando que nada tenho a somar. Desde que mais uma vez foi trazida à tona recentemente, após uma denúncia no programa “Fantástico” da Rede Globo de Televisão em janeiro deste ano (para quem não viu, acesse http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2015/01/mafia-das-proteses-coloca-vidas-em-risco-com-cirurgias-desnecessarias.html e http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2015/01/hospitais-recebem-parte-de-propina-de-empresas-de-proteses.html ), a notícia foi multiplicada e discutida à exaustão em diversos outros meios e redes sociais. Em todos os meios, a reação foi de perplexidade e indignação quanto a essa forma criminosa com que médicos e hospitais tratam a saúde das pessoas que necessitam de uma prótese para a melhora de sua condição de saúde, privilegiando ganhos pessoais envolvendo grandes somas em dinheiro de maneira ilícita, algumas vezes prioritariamente em relação ao bem estar do paciente. Na denúncia em apreço, os envolvidos citados eram entes públicos em sua maioria, mas se engana quem pensa que tal fato não ocorra em hospitais privados: pode ser que nestes o volume de transações seja até mesmo maior.

Este problema é muito antigo, um “câncer” agressivo não erradicado da prática médica na sua relação com o complexo industrial da saúde, com repercussões em toda uma coletividade que, há décadas, aponta para a necessidade de orçamentos mais robustos voltados para as ações de saúde pública. A medicina suplementar, ao contrário daqueles que acham que não apresentam problemas dessa natureza, convive com margens apertadas e ações regulatórias/fiscalizatórias cada vez mais rígidas, eternamente refazendo seus cálculos atuariais e percebendo ao final que as contas não fecham. Em ambos, o somatório de perdas resultantes pode representar ao final um percentual significativo em seus orçamentos, valor esse ainda não mensurado pois não é possível uma estimativa precisa.

Minha preocupação é outra, e diz respeito ao papel do gestor clínico e o quanto esse problema impacta na sua labuta diária.

É dispensável recapitular os condenáveis aspectos morais, legais, éticos e até mesmo religiosos que envolvem a prática de obtenção de ganhos pessoais, muitas vezes em detrimento da saúde do próprio paciente, quando da indicação de órteses, próteses e materiais/drogas/tratamentos especiais. Nesse cenário, a busca por valores ou benefícios diretos ou indiretos (objetivo de toda a cadeia envolvida), tem como origem uma distorção muito própria do meio, e que nunca vai deixar de existir: a assimetria de informações.

A assimetria de informações aqui se constata no comportamento do médico, detentor dos saberes que teoricamente deveriam se reverter em benefício do paciente que o procura, e é quem indica, sugere, induz ou mesmo obriga a aquisição daquilo que julga como necessário para o paciente aos seus cuidados após sua avaliação baseada em suposta expertise.  Quase sempre o faz sem que o paciente, instituição ou fonte pagadora obtenha em tempo hábil alguma forma de contestação, argumentação ou alternativas de solução. A perspectiva de discutir em termos técnicos o que está sendo proposto e da forma como está sendo proposto, é exceção e não regra. É um exemplo clássico em que o conhecimento e manipulação desse conhecimento geram poder. E que poder.

O fenômeno dos incentivos à prática médica, tanto os justificáveis quanto os inaceitáveis, e sobejamente conhecido dentro do campo da Economia da Saúde, infelizmente encontra pouco espaço para discussão nos meandros da administração hospitalar, dos conselhos de classe e dos tribunais em geral, quando deveriam ser aprofundados em nome de contribuição efetiva à sociedade, uma obrigação do ponto de vista pecuniário e moral, e não ficar restrito às teses acadêmicas que tratam do assunto (apesar da enorme contribuição das mesmas para uma melhor compreensão do tema).

O público leigo e um grande contingente de pessoas ligadas ao setor saúde acredita que as situações denunciadas são pontuais e se restringem apenas àqueles casos que ganham maior notoriedade na mídia. Há um equívoco colossal nessa percepção. Negócios obscuros tendo médicos como protagonistas de um sistema que visa lesar orçamentos públicos ou privados em benefício pessoal, mesmo que não tragam prejuízos detectáveis aos seus pacientes, não são tão raros assim.

Em outro aspecto mais negligenciado ainda, talvez por serem mais diluídos no cotidiano da organização de saúde, esses benefícios enviesados são alcançados por médicos através de pequenos ganhos de natureza discutível, e não envolvem próteses, órteses e materiais especiais. Para ficar em apenas alguns exemplos:

* Drogas mais caras são estimuladas na sua prescrição pelos seus representantes comerciais, em detrimento de outras com a mesma função e padrão de qualidade, e com menor custo para quem paga a conta, tendo como contrapartida vantagens para quem as prescreveu;

* Procedimentos em pacientes da rede pública ou da medicina suplementar, dos mais simples aos mais complexos, só são realizados em alguns locais se o paciente contribuir de alguma maneira para uma complementação de honorários (estes anteriormente previstos na prestação do serviço através de tabelas próprias, e tácita ou explicitamente acatados pelo profissional), muitas das vezes sendo evocada uma suposta legitimidade a título de compensação, em função dos valores defasados em relação ao valor que é repassado ao profissional pelos entes pagadores;

*  Exames e outros procedimentos diagnósticos/terapêuticos de alta complexidade são estimulados na sua realização, através de indicações discutíveis e de frágil sustentação, no intuito de gerar receita adicional pela super-utilização, seja para a organização que adquiriu aquele aparato, seja para o profissional ou grupo de profissionais que arcou com sua aquisição (e, portanto, não só tem que pagar pela compra do mesmo como tem que gerar lucro com a utilização deste, quando no âmbito de algumas organizações privadas);

*  A permanência hospitalar do paciente internado além da devida, ou a indicação de internação hospitalar inadequada (fazendo uso, inclusive, de justificativas maquiadas para a permanência dos pacientes aos seus cuidados), principalmente para o profissional que tem muitos pacientes sob sua responsabilidade, traz ganhos em escala para a organização e para o profissional, que recebe uma valor pré-determinado a cada visita que faz. Alguma vezes a visita médica se restringe a dar um bom dia ao paciente e ir embora.

A maneira como o assunto chega às discussões tem um comportamento em forma cíclica e frequentemente hipócrita (recomendo a leitura do texto de Claudia Collucci em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/claudiacollucci/2015/01/1577424-mafia-das-proteses-e-as-reacoes-hipocritas.shtml): alguém, em algum lugar, se utilizando dos meios apropriados, torna pública uma denúncia, geralmente através de um meio forte de comunicação. Fica-se debatendo a questão por algumas semanas, um representante da lei fala sobre penas mais duras, um representante do governo ameaça com resoluções que não saem do papel, alguns “bois de piranha” são presos temporariamente, as redes sociais esculacham a ordem vigente e começam a discutir, discutir e discutir a questão. Efetivamente, não há nenhuma medida de impacto. Nunca houve. E assim o problema volta para a obscuridade, sem deixar nunca de existir, para mais tarde uma nova leva de denúncias promoverem a indignação geral.

Há uma chance real de que nada sério seja feito no futuro porque (tomara que esteja enganado) a pureza de intenção do homem quando o assunto é dinheiro é uma utopia (como sempre é bom lembrar, salvo honrosas exceções). E não se trata de uma exclusividade do nosso país, ou de países com características semelhantes, e nem se trata de um fenômeno recente. No âmbito dos sistemas de saúde em geral, a diferença está no fato de que existem países em que mecanismos regulatórios e fiscalizatórios são mais sérios, dificultando qualquer atitude pessoal ou coletiva suspeita. E em outros não.

Resta o alívio de saber que as práticas listadas acima não são generalizadas. Médicos e demais profissionais de saúde podem ser criticados de diversas formas em suas ações, mas geralmente cumprem aquilo para o qual são treinados, com honestidade e ética acima de tudo.

Cabe ao gestor clínico fiscalizar e coibir abusos na forma como as atividades do Corpo Clínico dentro do hospital sob seu comando ocorre, sejam eles quais forem. Seu universo é composto por tudo que se relaciona à atividade médica. E seu papel de fiscal da boa prática é, de longe, o mais importante.

E, certamente, o mais difícil.

3 usos frequentes do BI na saúde

BI, business intelligence na saúde
Flickr - Elif Ayiter

Mais do que um emaranhado de dados, como o seu próprio nome diz, o conceito de BI (Business Intelligence) provê inteligência ao negócio na medida em que suas ferramentas trabalham no apoio às tomadas de decisões dos profissionais de níveis táticos e estratégicos. As informações agrupadas em banco de dados oferecem séries histórias permitindo, inclusive, o cruzamento entre elas.

Na área de saúde, independente do porte da instituição, as ferramentas de um BI contribuem para a busca e interpretação de informações armazenadas em tempo real não só para apoio nas decisões como também para medir produtividade, controle, avaliação e gestão dos estabelecimentos.

Ao garantir a qualidade das informações e o controle, o BI se torna atrativo ao setor de saúde já que pode trazer redução de custos sem comprometer a qualidade do atendimento. Veja abaixo três principais ganhos de um BI para a gestão de uma instituição de saúde:

1- Análise inteligente dos dados

Qualquer instituição de saúde gera diariamente uma infinidade de dados. Com ferramentas de um BI é possível converter a grande quantidade de dados disponíveis para a informação em conhecimento valioso e estabelecer uma comunicação rápida e eficaz com dados fáceis de serem interpretados. Assim, a partir de filtros, o processo analítico pode trazer pontos de vista multidimensionais, aprofundamentos, rotação de dados que permitirão não só o fornecimento dos dados detalhados para os analistas, mas também o monitoramento do desempenho.

2- Redução de custos

Ter um processo analítico das informações da instituição permite entender os acontecimentos passados e fazer previsões sobre o futuro. Além de usar certificado digital, o que elimina a necessidade de impressões no processo de atendimento, proporciona redução de custos sem comprometer a qualidade do atendimento. O uso do BI em saúde visa a geração de uma Inteligência que permite a identificação de problemas e a redução de desperdícios, tendo um impacto direto e significativo nos negócios.

3- Qualidade do atendimento

Com mecanismos adequados, o BI contribui para a gestão da oferta de serviços, o gerenciamento de programas e unidades de saúde bem como o acompanhamento da situação e histórico de saúde dos pacientes. A padronização das informações permite a geração de relatórios e indicadores com dados de exames, hábitos alimentares, internações, altas e outras informações sobre os pacientes. Além disso, pode proporcionar ao médico um ganho de agilidade na prestação do serviço e na satisfação dos seus clientes.

Como um hospital adotou um sistema de comunicação entre profissionais

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Há vários esforços, de diferentes tipos, para a adoção de ferramentas de comunicação entre profissionais de saúde. Alguns locais utilizam ainda os pagers e outros não tem um sistema próprio, gerando um compartilhamento de dados possivelmente inseguro para o paciente.

Whatsapp e outros aplicativos de conversação não são o local adequado para este tipo de informação. Por isso, devem ser criadas ferramentas semelhantes ao que já é utilizado pelo profissional de saúde e, se for o caso, até em seu próprio device.

Foi o que fez Ed Ricks, CIO do Beaufort Memorial Hospital, na Carolina do sul. O hospital fez uma parceria com a empresa Imprivata para o desenvolvimento de um aplicativo de mensagem HIPAA compliant que não tivesse requerimento de novos devices.

Segundo Ricks, os médicos já estavam utilizando os seus próprios smartphones para conversar com os outros, então ele precisou de uma solução que fosse segura e que permitisse a continuação do que eles já estavam fazendo.

Depois de um piloto de três anos, o aplicativo se provou bem-sucedido entre 200 profissionais do hospital e já é um procedimento padrão, substituindo os pagers em quase todas as áreas, menos em departamentos como anestesia, que continuarão fazendo uso de dispositivos de voz para não haver uso das mãos na comunicação.

Segundo Ed, o recrutamento inicial foi feito com cinco ou seis médicos e, dentro de uma semana, eles já tinham 40 adeptos do sistema. Em um piloto de dois meses, mais de 60 já estavam fazendo uso do aplicativo e, atualmente, eles têm 360.

Eles perceberam que todo este procedimento não era uma questão de tecnologia, mas de workflow. A lição, para o hospital, é simples: não jogue os últimos gadgets nos médicos e espere que eles adotem imediatamente.

Quanto ao uso destas informações como registros médicos, Ricks explicou que isso não será considerado, a princípio. "Decidimos que isso será comunicação informal. Não estamos tratando como parte dos registros médicos... Algum dia podemos mudar de ideia."

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Pixeon apoia primeiro evento "Como eu laudo" no Rio de Janeiro

Pixeon -Pixeon apoia primeiro evento “Como eu laudo” no Rio de Janeiro

A Pixeon (www.pixeon.com.br), uma das maiores empresas de tecnologia para a saúde do país, apoia a 1a edição do evento “Como eu laudo”, promovido pela Sociedade de Radiologia do Rio de Janeiro, que acontece no dia 28 de março, das 8:30h às 13:30h, no Iate Club do Rio de Janeiro. Especialista em software de gestão e medicina diagnóstica para clínicas, laboratórios e hospitais, a Pixeon disponibilizará a todos os participante do evento acesso a uma plataforma de interpretação de imagens, que permitirá acompanhar em tempo real as imagens analisadas pelos palestrantes.

"É uma honra poder apoiar e estar presente em eventos de classe como este. O nosso time tem o desejo de fazer parte da transformação do mercado de medicina diagnóstica, e temos certeza que faremos isso com a ajuda dos profissionais da área.", afirma Roberto Ribeiro da Cruz.

O evento é uma sessão clínica radiológica mensal, com cunho eminentemente prático e interativo. Todos os meses serão convidados dois palestrantes renomados para tratar de temas semelhantes ou relacionados, geralmente de grande interesse da comunidade radiológica. Em março, o tema será Neuroradiologia e trará como convidados o Prof. Emerson Gasparetto, do Rio de Janeiro, e o Prof. Nelson Fortes, de São Paulo. Os palestrantes convidados trarão para o evento casos médicos para apresentar para o público, que terão a oportunidade de participar de uma discussão interativa e prática sobre como laudar exames do tema discutido.

 

A primeira edição do “Como eu laudo” possui patrocínio da Clínica de Diagnóstico por Imagem - CDPI, e apoio do Colégio Brasileiro de Radiologia, e da Pixeon. Para obter mais informações, acesse http://www.srad-rj.org.br.