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Articles from 2019 In March


Nova lei formaliza a digitalização e gestão eletrônica dos prontuários médicos

A partir de agora, os hospitais e centros de saúde terão que seguir um outro padrão de atendimento de pacientes. Em dezembro do último ano, o Diário Oficial da União aprovou a lei 13.787/18, que autoriza o armazenamento eletrônico de prontuários médicos em hospitais e o manuseio das informações pelo paciente. Apesar da decisão, a prática ainda está longe de ser alcançada. Muitas instituições de saúde ainda não possuem tecnologia necessária para atualizar os sistemas. “A gestão eletrônica dos prontuários médicos no Brasil está em processo de amadurecimento. A maioria das instituições que possuem sistemas de prontuários eletrônico não consegue trabalhar com prontuários 100% eletrônicos, gerando uma quantidade representativa de documentos em papel,” afirma o gerente comercial da Arquivar, empresa de armazenamento e gestão dos arquivos, Gustavo Azevedo.

De acordo com informação do Ministério da Saúde, a informatização de todo o sistema geraria uma economia estimada de R$ 22 bilhões. Caso a iniciativa seja colocada em prática como se prevê, todos os dados de atendimento do paciente, como prescrição de medicamentos, exames e consultas ficarão registrados nacionalmente e poderão ser consultados em qualquer unidade de saúde do país.

No entanto, apesar da lei ter sido aprovada em dezembro do ano passado, ela ainda gera algumas dúvidas.

Segundo Azevedo, a norma não ficou tão clara e gerou algumas incertezas, principalmente no que diz respeito às características e requisitos dos softwares usados. A lei diz que serão especificados em um regulamento, mas ainda não se sabe muito sobre esta regulação. “O mercado ainda está cauteloso e esperando informações mais seguras. A guarda de prontuários é uma responsabilidade muito grande e deve-se ter muita cautela antes de se adotar medidas extremas como a eliminação deste prontuário.  Espera-se que o Governo regulamente a Lei de forma completa e aberta, evitando que conselhos de classe tenham o poder de regulamentação e passem a monopolizar para si todo o processo. Se um prontuário médico for assinado pelo responsável detentor do mesmo, com certificado válido pelo ICP Brasil, já deveria ser o suficiente para dar validade jurídica ao documento e não faz sentido um conselho exigir que o certificado tenha sido emitido por ele próprio para que o documento possa ser válido. Seria como exigir que os médicos só possam ir para o trabalho com um carro vendido pelo Conselho de Medicina,” ressaltou.

Participação na Hospitalar

Vale lembrar que a Arquivar é uma das empresas confirmadas para a 26ª edição da Hospitalar, que acontece entre os dias 21 e 24 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo. Durante sua primeira participação, além de conhecer e entender melhor o segmento da saúde, a companhia também vai apresentar algumas novidades.

Uma delas é um programa para administração eletrônica desses documentos. “Apresentaremos o nosso software para a gestão eletrônica de documentos, o ArqGED, um conjunto de tecnologias que permite a gestão inteligente de documentos e arquivos em qualquer suporte: digital, papel, microfilme, entre outros. É uma ferramenta totalmente via web, que não necessita de instalações nas máquinas dos usuários,” contou Gustavo Azevedo.

O gerente comercial da Arquivar ainda revelou que o diferencial do utilitário é que ele pode ser programado de acordo com a necessidade da empresa. “O software GED da Arquivar é personalizado conforme a demanda da instituição, garantindo o gerenciamento dos documentos e informações em qualquer lugar, no momento desejado. É uma solução que pode ser aplicada em qualquer segmento, inclusive no hospitalar,” explicou.

SAP Brasil recebe prêmios inéditos no Guia Exame de Diversidade 2019

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A SAP Brasil é uma das empresas reconhecidas pelo Guia Exame de Diversidade 2019 pelas iniciativas que contemplam as melhores práticas de diversidade e inclusão. A companhia ganhou o prêmio de Empresa do Ano no setor de tecnologia e destaque em ações para o público LGBTI+, por oferecer iniciativas consistentes e com forte engajamento interno. Para a presidente da SAP Brasil, Cristina Palmaka, são conquistas muito importantes, pois reconhecem todo o esforço que a empresa realiza global e localmente para tornar suas operações cada vez mais diversas.

A meta da SAP é criar e manter um ambiente inclusivo para todos, independentemente de características pessoais. Um dos desafios constantes é fortalecer as redes de funcionários (Employee Network Groups) focadas em promover a diversidade, englobando atividades direcionadas para mulheres, LGBTs, gerações, raça/etnia e pessoas com capacidades diferentes (PCDs). Essas redes garantem a representatividade e atuam no engajamento interno para promover a inclusão e políticas antidiscriminação.

No Guia foram analisadas quatro categorias de diversidade (gênero, etnia e raça, orientação sexual e acessibilidade a pessoas com deficiência) e 11 indicadores, como estratégias para a gestão da inclusão internamente e na cadeia de suprimentos, diversidade e governança, relacionamento com clientes e na promoção da equidade de gênero, racial e de direitos LGBTI+. Está é a segunda edição do Prêmio, realizado em parceria pela revista Exame e o Instituto Ethos, com o objetivo de analisar as melhores práticas de diversidade e inclusão, trazer ideias, trocar experiências e falar sobre a importância das iniciativas para os negócios.

Infoway amplia atuação no setor de tecnologia para planos de saúde

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Especializada em modelos de negócio baseados em tecnologia para o setor de plano de saúde, a Infoway assinou contrato com a Caixa Econômica Federal – Saúde Caixa para prestação de serviços de auditoria e assessoria em saúde.

A empresa fará a operacionalização do Plano de Assistência à Saúde e dos programas e campanhas relacionadas à saúde, prevenção e qualidade de vida da instituição financeira. A prestação dos serviços será realizada no âmbito da gerência da Filial de Gestão de Pessoas Salvador/BA, que tem abrangência nas Superintendências Regionais do Piauí, Bahia, Sergipe, Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Paraíba e Alagoas. Com o contrato de dois anos, a Infoway passará atender os 49.318 usuários do Saúde Caixa.

Referência em âmbito regional há bastante tempo, a empresa piauiense amplia ainda mais sua atuação fora do estado no setor de planos de saúde, após a parceria com a Caixa Econômica. Em setembro de 2018, a Infoway também assumiu a operação do Plano de Assistência à Saúde dos Servidores Públicos do Estado do Tocantins – Plansaúde, que conta com 86.691 usuários.

Há 23 anos no mercado, a health tech atuava nos estados de Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Tocantins, no segmento público, sempre alinhada com a mudança permanente e a inovação por ruptura, contribuindo não somente com tecnologia, mas principalmente com a criação e manutenção de novos modelos de negócio em planos de saúde. Hoje aproximadamente 585 mil vidas são atendidas através de recursos da Infoway.

Ministério da Saúde: Os Desafios para a Saúde no Brasil

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Durante o CLAVS, Congresso Latino Americano de Saúde Baseada em Valor, Denizar Vianna Araújo, Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, discursou sobre os últimos movimentos do Ministério e a importância da discussão de valor em saúde para a sustentabilidade do sistema.

Para a abertura, ele destaca que alguns pontos da estrutura organizacional do Ministério serão refeitos. A primeira, entre as mudanças, é a criação da Secretaria Nacional de Tecnologia da Informação, um demonstrativo claro de que a informação é o ponto de partida para qualquer tipo de ação crítica. Também será enfatizada a Atenção Básica, pautada na evidência científica existente que mostra o impacto na população desse serviço. De acordo com um estudo brasileiro citado, realizado em mais de 1600 municípios, a medida que a cobertura da atenção primária aumentava: sem cobertura, até 30%, entre 30% e 70%, e mais de 70%, se observou um aumento exponencial na redução hospitalar por doenças crônicas e mortalidades por doenças cardiovasculares. Em decorrência, a Secretaria de Atenção a Saúde (SAS) será dividida em Secretaria Nacional de Atenção Primária e Secretaria de Atenção Especializada.

“O Ministério da Saúde tem mais advogado do que médico na gestão, tem alguma coisa errada.” disse Denizar em um momento de descontração, mas atentando o público ao fato de que o modelo de gestão pública está engessado. “Técnicos muito bem capacitados ficam a maior parte do tempo respondendo órgãos de controle, judicialização das mais diversas modalidades e imprensa. Quer dizer, a atividade-fim fica comprometida. Esse modelo de gestão tem que ser reinventado. Nós temos que evoluir para um modelo de gestão mais eficiente, com monitoramento dos processos e dos resultados. Hoje, um gestor inovador pode pagar caro ao final da sua gestão por uma série de improbidades que possam ocorrer.”

Para contextualizar, ele conta que a Secretaria tem como norte orientar a incorporação tecnológica, a provisão da assistência farmacêutica do SUS, fomentar o complexo industrial da saúde, com as parcerias de desenvolvimento produtivo (PDP), e desenvolver pesquisas, com um núcleo dedicado à isso. A Secretaria, segundo ele, é estratégica na geração de evidência para a tomada de decisão nas ações feitas pelos outros Ministérios. Ela não tem participação direta na assistência, mas tem papel na produção de conhecimento.

Uma discussão em pauta é a definição de priorizações, explícitas. “Se temos uma restrição orçamentária, nós temos que definir o que é prioridade em saúde. Parte desse processo é o estudo da carga de doença, necessidades não atendidas, monitoramento do horizonte tecnológico…”, e continua, “Hoje a CONITEC é muito reativa, ela espera uma demanda para se pronunciar. Esse processo tem que ser proativo. Tem que existir uma definição de prioridade. Toda a inteligência tem que estar disponível para a tomada de decisão.”, disse o secretário. As sociedades médicas também estão mais próximas do Ministério, pois possuem legitimidade científica para serem a interface entre a demanda da indústria, o regulador e o sistema de saúde, no sentido de ajudar no processo de priorização. Planejar para que haja um mínimo de previsibilidade.

Outro tópico é o compartilhamento de riscos. Segundo ele, hoje muitas decisões de saúde são tomadas baseadas em estudos clínicos, que não necessariamente, refletem as situações do dia a dia. “O tomador de decisão precisa fazer uso da evidência para suportar a sua decisão. Diante dessa incerteza, diversos países, com características de saúde de sistemas semelhantes ao SUS, adotaram o modelo de compartilhamento de risco.” Ele cita o primeiro projeto publicado sobre isso como exemplo, dedicado à doenças raras. No caso, dentro de uma previsão de pacientes, o governo se coloca como financiador da tecnologia da indústria, e a partir de um teto, entra a contrapartida da empresa. Esses pacientes receberão o tratamento e seu desfecho clínico será monitorado. Foi elaborada uma estrutura especial dentro do núcleo de pesquisa, com especialistas em registros, para criar a estrutura de pesquisa comparativa e acompanhar esta população.

“Decidimos fazer isso porque a judicialização já paga essa conta, mas sem o monitoramento do paciente. Eu, diariamente, libero esses recursos que caem direto na conta do paciente. Mas o que acontece depois? O tratamento está realmente fazendo efeito? Nós temos que trazer isso para o nosso controle. Então vamos organizar isso e negociar preço com a indústria.”, justifica a decisão. Ele conta que o Ministério não pode receber nenhum recurso de volta caso o tratamento não tenha funcionado, por questões legais. Sendo assim, conversas estão sendo iniciadas para que este recurso retorne como doações, por parte da indústria, para ser utilizado em alternativas terapêuticas para aqueles pacientes que não responderam como previsto ao primeiro tratamento.

“É importante dizer que o modelo de compartilhamento de risco não tem receita de bolo. Vai depender da doença, da história natural, do desfecho clínico, da população-alvo. É caso a caso. Também não adianta fazer um modelo para mensurar os resultados daqui 5 anos. Os desfechos tem que ser mais próximos, com uma população pré-determinada, tudo isso bem amarrado para garantir o êxito das duas partes. Nós queremos grande transparência nos contratos”, disse Denizar.

No futuro, ele imagina que as demandas de incorporação tecnológica e evidências científicas da saúde pública e da saúde suplementar caminharão juntas, respeitando suas diferenças econômicas, mas como uma agência única, e possivelmente independente. Segundo ele, é inaceitável o gap existente entre a evidência científica e o que está disponível, especialmente no SUS. Para ilustrar, ele diz que expectativa de vida de um paciente tratado na rede suplementar, com câncer de mama, é 10 vezes maior do que um paciente tratado no SUS.

“Vamos parar de perguntar somente o que o Ministério pode fazer para aumentar o acesso da população, e se perguntem o que vocês, especialmente a indústria farmacêutica e de materiais médicos, podem fazer. Tragam as suas experiências exitosas. Não adianta adotar uma medida populista e abrir as portas para incorporar todos os medicamentos e quebrar o sistema em um ano. Se nós não formos responsáveis, e a responsabilidade é dos dois lados, nós não vamos conseguir transformar o sistema. E digo mais uma vez, as minhas portas estão abertas. Para discutir desde ideias até o passo a passo de modelos de compartilhamento de risco, desde que no canal oficial. Não em conversa de corredor, no Ministério da Saúde em Brasília”, finalizou.

Health Tech piauiense é selecionada para participar de Programa da Endeavor

ENDEAVOR

Segundo o Índice de Cidades Empreendedoras (ICE), o principal estudo sobre o ambiente de negócios das cidades brasileiras, Teresina está em quinto lugar no ranking de cidades com maior potencial para empreender com alto impacto, ou seja, com crescimento acelerado de negócio e inovação.

Um exemplo de empresa da região considerada de alto impacto é a Infoway. A empresa piauiense especializada em tecnologia para gestão em saúde vem se destacando no setor rapidamente e acaba de ser selecionada para fazer parte do Programa Scale-Up da Endeavor Brasil, uma organização sem fins lucrativos que apoia empreendedores de alto impacto.

Adalton Sena, um dos sócios da empresa, explica que o Scale-Up é um programa que seleciona empresas no Brasil para passar por um processo de mentoria, com o objetivo de formar empreendedores de alto impacto. “É motivo de orgulho para nós participar do Scale-Up. Poucas empresas tiveram a oportunidade de passar por este programa. Das 300 selecionadas na primeira fase do Scale up Ceará, apenas 10 chegaram até a final e a Infoway é uma delas”, afirma.

Durante o programa, os empreendedores selecionados têm a oportunidade de melhorar o desempenho de suas empresas com o apoio e orientações de empreendedores de sucesso do país. “A partir de agora a agenda é de encontro mensais, participação em eventos e tarefas internas. Ao final do programa, no mês de julho, certamente nós estaremos muito melhores em termos de formação e maturidade. Poderemos contribuir para construção de uma empresa melhor, servindo de inspiração para empresas do setor de saúde no Brasil”, pontua Adalton Sena.

Empresas brasileiras se destacam e faturam Prêmio Best in KLAS 2019

Depois de analisar mais de 4 mil hospitais e 2500 clínicas com o intuito de saber a perspectiva e opinião a respeito de 1200 produtos e serviços tecnológicos de fornecedores de todo o mundo, a empresa de pesquisa e insights norte-americano KLAS reconheceu duas empresas brasileiras como as melhores em suas categorias de atuação.

O PACS (Picture Archiving and Communication System) da Pixeon, sistema de comunicação e arquivamento de imagens, foi classificado como o melhor da América Latina. O reconhecimento avaliou a empresa como Best in KLAS na categoria PACS Latin America. A companhia recebeu a maior pontuação do relatório, que foi de 87.7, no total de 100 pontos.

De acordo com o diretor de Marketing e Novos Negócios da Pixeon, Iomani Engelmann, o prêmio reflete o trabalho que a Pixeon tem desenvolvido não apenas no Brasil, mas também na América Latina. “Ficamos felizes com o resultado. É gratificante saber que nossa solução é considerada uma das melhores do mercado.  Isso nos dá credibilidade e mostra que estamos no caminho certo, uma vez que trabalhamos sempre visando alcançar a eficiência diagnóstica e a satisfação de nossos clientes. Nos próximos anos, e com mais intensidade em 2019, faremos investimento para aprimorar ainda mais nosso PACS, garantindo aos nossos clientes sempre a melhor solução do mercado”.

A MV também foi reconhecida. E, pela quarta vez, teve seu prontuário eletrônico aprovado como o melhor EMR (Electronic Medical Records) da América Latina. O recurso, que faz parte da plataforma de gestão hospitalar SOUL MV, foi avaliado com base na experiência do cliente, e outros seis pilares também foram levados em consideração. São eles cultura, relacionamento, operação, produto, valor e lealdade. “O nosso produto obteve 5% de aumento de performance. Isso é reflexo dos nossos esforços para ajudar os profissionais de saúde a entregarem, por meio da TI, o melhor atendimento ao paciente”, destacou o presidente da MV, Paulo Magnus.

O prêmio tem como objetivo reconhecer os esforços para contribuir com a entrega dos melhores cuidados para a saúde dos pacientes. As categorias do Best in KLAS reconhecem soluções de fornecedores do mercado de software e serviços com o maior impacto operacional e clínico nas organizações de saúde. Além da América Latina, o Best in KLAS também analisa outras cinco regiões como Canadá, Europa, Ásia, Oceania e Oriente Médio.

A entrega da premiação aconteceu em fevereiro, durante um evento em Orlando, nos Estados Unidos.

Executivos reiteram parceria com a Hospitalar e reforçam importância da entidade

Representantes das associações que garantem o apoio à Hospitalar reiteraram o compromisso renovando o acordo de parceria entre as partes na última semana. A ocasião contou com a presença do presidente da Informa Exhibitions, Marco Basso e do Diretor de estratégia do portfólio saúde, Rodrigo Moreira, que ressaltou a importância da colaboração. "Este é um momento importante para o evento. Estamos renovando as nossas tradicionais parcerias com o objetivo de continuarmos engajados com o mercado, continuarmos a crescer. Juntos, certamente vamos ter cada vez mais peso e apoiaremos ainda mais o desenvolvimento do setor no Brasil", disse Moreira.

O presidente da Confederação Nacional de Saúde (CNSaúde), Breno de Figueiredo Monteiro comemorou a colaboração e lembrou a relevância da Hospitalar no âmbito mundial. “Estar entre o rol de apoiadores institucionais da Hospitalar é um orgulho para nós da CNSaúde, por toda a grandiosa representatividade que o evento possui nacional e internacionalmente. Renovamos nossa parceria com a certeza de sucesso”, salientou.

A Federação Nacional dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde (FENAESS) é uma das empresas colaboradoras que não abriram mão da parceria com a Hospitalar. "Para nós da FENAESS é uma honra fazer parte da história da Hospitalar desde a sua criação, quando o fundador da Federação, Dr. Francisco Ubiratan Dellape, deu o apoio institucional para a realização deste grande evento. Desejamos vida longa à Hospitalar, que poderá contar sempre com o apoio de nossa entidade," comentou o vice-presidente Pedro Wanderley de Aragão.

O presidente do Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (SINDHOSP), Yussif Ali Mere Jr., também comemorou a renovação e parceria com a instituição. “O SINDHOSP é parceiro da Hospitalar desde a sua primeira edição. Acreditamos e apostamos no projeto porque sabíamos como era importante proporcionar aos empresários, gestores e profissionais da saúde contato com a inovação e a mais alta tecnologia. A história mostra que estávamos certos,” disse.

Já o vice-presidente do SINDHOSP, Luiz Fernando Ferrari Neto lembrou da importância da entidade para o mercado de saúde. “Durante a feira, SINDHOSP, FENAESS e CNSaúde, com o apoio do IEPAS, realizam congressos de gestão que reúnem empresários, gestores, autoridades e profissionais da área da saúde de todo o país. Portanto, além de contato com o que há de mais moderno em tecnologia e serviços, a Hospitalar abre esse importante espaço de debate. A renovação da nossa parceria permite a continuidade desse trabalho,” finalizou.

GESTO se destaca e se torna a primeira startup brasileira de saúde selecionada para programa de aceleração do Google

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A GESTO, health tech do setor de corretagem de benefícios que atua com corretagem de seguro saúde baseada em ciência de dados para cuidar de vidas e gerenciar de maneira inteligente todo o ciclo de saúde empresarial, se juntou a outras oito startups brasileiras escolhidas para a terceira edição do programa Google Launchpad Accelerator Brazil. Essa é a primeira vez que um negócio de saúde integra a iniciativa regional que já acelerou mais de 40 startups ao redor no País.

Através de soluções Google, o intuito do programa é contribuir para que startups locais desenvolvam tecnologias atraentes, escaláveis e impactantes para resolver com aplicação de machine learning – inteligência artificial capaz de aprender com dados e que, com o tempo, pode se tornar mais eficiente do que os humanos – problemas locais de maneira inteligente. Além disso, outra frente de atuação é o networking.

O Google Launchpad Accelerator trabalha sempre com startups que estão em estágio de mercado mais avançado, com modelo de negócio validado e que estejam em momentos de expansão. Na nova turma, além da GESTO, participam Accountfy, Agilize, Blu365, Estante Mágica, Rebel, Smarttbot e Social Miner.

Com duração de abril à junho, os participantes passarão por rodadas de mentoria e contarão com suporte técnico contínuo para desenvolver um projeto específico que é definido no início do programa. Alguns temas trabalhados serão a implementação das tecnologias de inteligência artificial e machine learning; práticas de liderança; e acesso a capital global. As startups também receberão entre 20 mil e 100 mil dólares em créditos de produtos Google.

Atualmente a GESTO conta com mais de 100 clientes e gerencia mensalmente um banco de 6 milhões de vidas, maior do que a população de 95% das cidades brasileiras, por exemplo. Além disso, anualmente é responsável por gerir mais de R$500 milhões de investimentos em saúde.

Sua principal ferramenta é uma plataforma de gestão inteligente de planos de saúde que transforma dados em informações precisas para suportar todo o ciclo do benefício, em três frentes de trabalho: gestão da informação, gestão médica e gestão do benefício.

“Fomos escolhidos entre mais de mil empresas para compor esse time e poder agregar ao nosso negócio todos os aprendizados e ferramentas que o Google pode nos proporcionar como, por exemplo, mentoria e network com a sua rede e também aprofundamento nas tecnologias e metodologias que eles já usam no seu negócio. Com tudo que já construímos nesses anos de mercado e com o que traremos para a GESTO de novidade do programa, acreditamos que teremos ainda mais potencial de colaborar com o desenvolvimento do país e do ecossistema da saúde”, conta a CEO da GESTO, Fabiana Salles.

EMS participa de fórum para discutir a entrada de empresas latino-americanas no mercado global de saúde

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A EMS, maior laboratório farmacêutico no Brasil, está participando do II Fórum de Inovação e Acesso a Mercados Globais de Saúde, que acontece hoje, no Hotel Vitória Concept, em Campinas, no interior de São Paulo, com o objetivo de reforçar a discussão em torno da presença de empresas latino-americanas no mercado global de saúde, passando a atuar como protagonistas ao lado de grandes players como Estados Unidos, Alemanha, Japão, França, Índia e China. A ideia do evento é que empresas de saúde latino-americanas, com destaque para as farmacêuticas, reúnam forças para diminuir as barreiras que hoje se impõem e para capturar parte desse mercado, de forma a ampliarem o acesso a produtos inovadores aos povos que mais necessitam deles mundialmente.

O evento é um desdobramento do I Fórum, realizado com o mesmo público em outubro de 2018, em Buenos Aires, na Argentina, além de um alinhamento sobre os próximos passos da "Carta de Buenos Aires" – documento elaborado após o primeiro encontro e enviado aos ministros de saúde do G-20 para reforçar o potencial da região para atuar de maneira decisiva nesse segmento mundialmente. A ideia também é fomentar a discussão do cenário latino-americano no que tange à produção e disponibilização, para as nações mais pobres do globo, de medicamentos voltados para doenças epidêmicas.

"Unidas, as farmacêuticas da América Latina têm o potencial de atuar de forma competitiva no mundo inteiro, e contribuir ativamente para suprir necessidades de saúde, oferecendo terapias inovadoras, acessíveis e de excelência a todos os povos. O Brasil tem totais condições de assumir esse protagonismo com seus conterrâneos latinos", diz Carlos Sanchez, presidente do Conselho de Administração do Grupo NC, holding detentora da EMS.

A EMS, com 55 anos de história, é líder há 13 anos consecutivos do mercado farmacêutico no Brasil e tem se dedicado com intensidade à pesquisa e desenvolvimento, à expansão dos negócios dentro do País e também à internacionalização da marca, com estudos próprios ou realizados em parceria com grandes centros de inovação no mundo. "Exportamos para mais de 40 países na Europa, África, Ásia, Oriente Médio e na própria América Latina; estamos presentes em importantes países com a fabricação e comercialização de medicamentos e, ainda, com pesquisa de ponta ligada, por exemplo, à oncologia, virologia e imunologia, e com compromissos sociais ambiciosos assumidos perante o mercado internacional. Estamos prontos para ampliar os horizontes", afirma.

A EMS, por exemplo, firmou em 2017 parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS) para erradicação, no planeta, nos próximos anos, da bouba – uma infecção bacteriana crônica e contagiante que afeta a pele e, em casos mais avançados, compromete os ossos e cartilagens. A doença acomete principalmente crianças em comunidades pobres e ainda se faz presente em 13 países.

Só no Brasil, em 2017, foram movimentados R$ 69,5 bilhões pela indústria farmacêutica, segundo dados do Anuário Estatístico do Mercado Farmacêutico, publicado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Uso de aplicativos de saúde deve aumentar nos próximos anos

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Termos como inteligência artificial, aprendizado de máquina e análise preditiva são cada vez mais comuns no universo da saúde. Cresce também no mundo todo os investimentos das HealthTechs no desenvolvimento de dispositivos que permitam o melhor gerenciamento da saúde das pessoas, especialmente de informações médicas dos indivíduos.

Mas, apesar disso, dados de uma análise conduzida pela Kantar, nos Estados Unidos, sobre a situação da tecnologia na saúde, apontam que somente 30% dos médicos americanos já recomendaram apps de saúde e bem-estar ou “wearables” aos seus pacientes.

Do lado do usuário, a percepção é outra. Quase metade dos americanos entrevistados entendem como positivo o uso da tecnologia para saúde. O estudo integrou informações de diversas pesquisas conduzidas pelo Instituto no último ano.

No Brasil, 29% das pessoas utilizam aplicativos móveis e dispositivos vestíveis para monitorar a própria saúde. Os dados são de um levantamento internacional feito pela GfK e realizado com mais de 20mil usuários de internet de 16 países. Por aqui, foram 4.900 entrevistados. De acordo com os números, o país já está lado a lado ao Estados Unidos quando o assunto é o uso destes recursos.

E os números tendem a aumentar. De acordo com o Gartner, o mercado de wearables deve crescer 16,7% ao ano, atingindo US$ 34 bilhões em 2020. Estimativas apontam que serão mais de 830 milhões de dispositivos conectados em 2020.

Especialistas afirmam que a utilização adequada dos recursos tecnológicos na saúde pode contribuir para aumentar a prevenção de doenças crônicas, reduzir fatores de risco e melhorar a qualidade e a expectativa de vida dos usuários. A consequência é diminuição da necessidade de cuidados médicos e os custos associados, beneficiando todo o ecossistema de saúde.

“Temos observado cada vez mais que o paciente é o foco do cuidado e o uso destas soluções permitirá maior informação e autonomia para que ele tenha mais recursos para gerenciar sua saúde. Por isso,  desenvolvemos uma plataforma baseada em códigos de linguagem de programação de alto desempenho e API’s (application programming interface) para integrar em único sistema todas as informações de saúde de mais de 70 milhões de vidas em todo o mundo.”, afirma Nicolas Toth Jr., diretor geral da Sharecare na América Latina.

O aplicativo Sharecare, disponível para download na App Store e no Google Play, é o primeiro do Brasil a integrar diversas funcionalidades em um único dispositivo, além de ajudar na tomada de decisões e na adoção de hábitos saudáveis, de forma interativa e personalizada. O app foidesenvolvido para colocar o indivíduo no centro do cuidado.

O app Sharecare permite medir a RealAge, teste que calcula a idade real; Green Day, métrica que ajuda o usuário a acompanhar o progresso diário em direção às próprias metas; análise do estresse pela voz nas ligações, que permite avaliar a saúde emocional; controle de sono, passos, e conteúdos personalizados para engajá-lo a criar novos hábitos saudáveis diariamente na palma da mão.

Além do próprio usuário, o aplicativo também pode ser utilizado por empresas. O dashboard corporativo permite que os gestores tenham uma visão clara da saúde dos seus colaboradores e, assim, fazer investimentos assertivos e criar estratégias efetivas para redução de custos em saúde e melhorar a qualidade de vida do seu time.

“Nossa plataforma foi e está sendo desenvolvida para compreender o perfil e as necessidades de cada indivíduo, de forma completa e personalizada, para dar o suporte que cada usuário precisa no momento certo, com a melhor efetividade e o menor custo. Isto significa uma revolução para o mercado da saúde e irá impactar significativamente a forma como empresas, operadoras e governos lidam com a saúde de suas populações, afirma  Nicolas Toth Jr. ”