faz parte da divisão da Informa PLC

Este site é operado por uma empresa ou empresas de propriedade da Informa PLC e todos os direitos autorais residem com eles. A sede da Informa PLC é 5 Howick Place, Londres SW1P 1WG. Registrado na Inglaterra e no País de Gales. Número 8860726.

Sitemap


Articles from 2015 In April


JPR: Digitalmed sela parceria com Presence para agilizar atendimento

farmaceuticas-relacionamento-medicos

A Digitalmed, especializada no desenvolvimento de softwares para medicina diagnóstica, integra solução com a Presence Technology, de contact centers. O objetivo é otimizar a rotina operacional dos laboratórios por meio da automatização dos agendamentos de exames e outros serviços.

O sistema prevê ligações automáticas sem a necessidade de atendentes. Ou seja, com uma chamada, o paciente poderá ligar para um número específico e confirmar sua consulta.

Já cometestes erro desta natureza? Leia o que já fiz!

disruptive

E quem sabe não discutimos o teu caso... E quem sabe não colaboramos com o sistema:

Para ilustrar a importância de um relacionamento profissional saudável e de uma boa comunicação, em capítulo de livro recém publicado pela Fiocruz, descrevi dois casos vivenciados ao longo de minha trajetória profissional e dos quais guardo forte lembrança. Em ambos, contribui em erros complexos:

Em 2001, eu era residente de Medicina Interna e estava estagiando no setor de Emergência de um hospital. O médico responsável pelo serviço chegou até mim dizendo:

– Quer fazer uma cardioversão?

– O que é o caso? – perguntei.

– Se não quiser, eu mesmo faço! - disse ele.

E, então, eu fiz!

Para realizar o procedimento, a paciente foi sedada. A cardioversão elétrica foi bem-sucedida, fazendo com que o ritmo passasse de fibrilação atrial (a arritmia) para sinusal (normal). Somente depois fui revisar o caso. Tratava-se de paciente idosa, que havia chegado ao hospital com história de palpitações há duas horas. Não apresentava critérios de instabilidade, que costumam justificar uma cardioversão de emergência. O contexto foi interpretado como de fibrilação atrial aguda (até porque a paciente trazia um eletrocardiograma prévio em ritmo sinusal), em que cardioversão elétrica costuma ser opção. Mas, em medicina e na vida, nem tudo que parece ser necessariamente é.

Dona Laura (nome fictício) sofria de hipertensão, insuficiência cardíaca e de fibrilação atrial paroxística. Ela já tinha passado por vários atendimentos em outros hospitais por episódios da arritmia. Se tivesse sido mais bem avaliada na admissão, a simples presença, no exame físico, de desvio grosseiro do ictus para além do quinto espaço intercostal ou de um sopro cardíaco mitral já poderia ter “sinalizado”. Não a examinei. E não sei se alguém a examinou até a decisão de realizar a cardioversão. Se tivéssemos aguardado os familiares da paciente, e havia tempo e estratégias para isso, o diagnóstico correto teria sido realizado. Como Dona Laura demorou a acordar da sedação, foi estimulada. Percebeu-se sinal de lateralização no exame neurológico. A paciente desenvolveu um acidente vascular cerebral – um evento adverso – como complicação do tratamento, que não costuma ser a primeira opção em casos de fibrilação atrial crônica ou paroxística.

Quando eu estava no terceiro ano de residência em Medicina Interna, um médico do serviço de Emergência de outro hospital solicitou que eu fizesse um procedimento para obter o acesso venoso central em um paciente. Questionei exatamente a mesma coisa:

– O que é o caso?

Dessa vez, recebi uma resposta em tom áspero, mandando-me fazer.

Fiz, e o paciente teve uma complicação – hemopneumotórax. A indicação do procedimento era questionável, e, além disso, o paciente tinha uma coagulopatia. A informação sobre a coagulação sanguínea alterada já estava disponível no momento do procedimento, mas só foi observada depois.

Em ambos os casos, o gradiente de autoridade entre o médico residente e o médico supervisor gerou problemas para os pacientes envolvidos. Erros como esses, nos quais um jovem médico (ou, muitas vezes, uma enfermeira) suspeita que alguma coisa está errada ou apenas quer mais informações, mas não se sente confortável em reforçar suas preocupações, infelizmente são frequentes. Isso não ocorre somente na área de saúde. Na maior colisão de tráfico aéreo de todos os tempos, o acidente de Tenerife, pouco antes de dois aviões colidirem causando a morte de 583 pessoas, o copiloto fez ao comandante uma pergunta muito parecida com a minha: “O que é o caso?”. O final desta história todos sabemos.

Para refletir

Você já vivenciou ou soube de alguém que tenha vivenciado alguma situação semelhante às relatadas no texto? Qual foi o resultado? Como você imagina que esse tipo de situação possa ser contornada?

Oswaldo Cruz abre inscrição para MBA em administração hospitalar

estrategia-saude

Estão abertas as inscrições para o MBA em Administração Hospitalar e Gestão em Saúde da Faculdade de Educação e Ciências (FECS) do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Voltado para profissionais que atuem direta ou indiretamente na área da saúde, o curso busca desenvolver competências essenciais aos gestores.

“Queremos desenvolver nos participantes a capacidade de contribuir para a sustentação e crescimento das instituições, além de promover uma visão empreendedora para atuação no mercado competitivo e complexo dos sistemas de saúde do Brasil. O crescimento do mercado da saúde no Brasil vem proporcionando grandes oportunidades para profissionais qualificados.”, explica Prof. Dr. Jefferson Gomes Fernandes, coordenador do curso e diretor geral da FECS.

Este MBA é dirigido a profissionais que estejam atuando ou pretendam atuar em instituições e empresas do setor de saúde, ou estejam buscando empreender nessa área. A proposta pedagógica do curso visa proporcionar uma experiência de aprendizado global e contemporânea, com participação ativa dos alunos. Busca aliar o conhecimento às práticas e desafios do mercado corporativo, capacitando seus alunos a desenvolver uma visão estratégica sobre pessoas, processos, tendências e negócios. Além disto, o curso permite criar uma rede de relacionamento de potencial valor para a vida profissional. As aulas são ministradas por professores com experiência na área da saúde e as atividades educacionais são complementadas pelo acesso a conteúdos das áreas de gestão e negócios em saúde.

A carga horária total do curso é de 465h/a. com uma duração estimada de 18 meses e as inscrições para a primeira turma já estão abertas. As aulas serão realizadas às sextas-feiras, das 18h30 às 22h10, e aos sábados, das 8h30 às 12h10 e das 13h30 às 17h10, em finais de semana alternados, sempre que possível​. As aulas serão realizadas na FECS, situada nas dependências do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

Informações sobre investimento e matrículas pelo telefone (11) 3549-0654 ou pelo e-mail [email protected]
Faculdade de Educação e Ciências em Saúde – www.fecs.org.br
Hospital Alemão Oswaldo Cruz – www.hospitalalemao.org.br
Gerência de Marketing e Comunicação do Hospital Alemão Oswaldo Cruz
Melina Beatriz Gubser – [email protected]

Custos das operadoras sobem 17,7%, diz IESS

estrutura-organizacional-vendas-equipe-saude

Os custos das operadoras de planos de saúde com consultas, exames, terapias e internações, apurado pelo Índice de Variação de Custos Médico-Hospitalares (VCMH) do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), cresceram 17,7% nos 12 meses encerrados em junho de 2014. Esse é o segundo maior índice da série histórica do VCMH/IESS, menor apenas do que os 18,24% do período encerrado em março de 2014. O resultado de 17,7% é 11,2 pontos porcentuais superior ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que ficou em 6,5% no mesmo período.

O VCMH/IESS é o principal indicador utilizado pelo mercado de saúde suplementar como referência sobre o comportamento dos custos. O cálculo utiliza os dados de um conjunto de planos individuais de operadoras, e considera a frequência de utilização pelos beneficiários e o preço dos procedimentos.

Dessa forma, se em um determinado período o beneficiário usou mais os serviços e os preços médios aumentam, o custo apresenta uma variação maior do que isoladamente com cada um desses fatores. A metodologia aplicada ao VCMH/IESS é reconhecida internacionalmente e aplicada na construção de índices de variação de custo em saúde nos Estados Unidos, como o S&P Healthcare Economic Composite e Milliman Medical Index.

Na última divulgação do VCMH/IESS, em agosto do ano passado, o indicador acumulava alta de 16% nos 12 meses encerrados em dezembro de 2013. Agora, a alta foi intensificada para 17,7% e, na projeção do IESS, o VCMH deve ter encerrado 2014 com uma variação entre 17% e 18%.

Para o superintendente-executivo do IESS, Luiz Augusto Carneiro, a permanência do VCMH/IESS em um patamar de dois dígitos deve ser fator de preocupação para a sustentabilidade da saúde suplementar brasileira. "Sabemos que as variações de custos da saúde acima da inflação é um fenômeno mundial. Entretanto, o caso brasileiro é muito preocupante, porque o aumento dos custos tem se mantido em patamar muito alto", argumentou em comunicado. "A diferença de 11,2 pontos porcentuais entre VCMH/IESS e o IPCA é muito relevante."

Os gastos com Internações registraram alta de 17,3% nos 12 meses encerrados em junho. As despesas com Terapias subiram ainda mais, 21%, no mesmo período. Contudo, entre os grupos de procedimentos analisados, Internações é o responsável pela maior parte dos gastos das operadoras, respondendo por 61% do total. No período, os gastos com Exames subiram 14,1% e, com Consultas, 10,8%.

Astellas: alinhamento de valores é crucial para crescimento da empresa

astellas-luiz
Diretor geral da Astellas, Luiz Dutra (foto | Divulgação)

A Astellas ficou em primeiro lugar entre as melhores empresas para trabalhar (GPTW) no segmento Farmacêuticas.

“Não se deve levar problemas para casa, tem de sair daqui com um bom astral e com a certeza de ter tido um bom dia”. É assim que o diretor-geral da Astellas, Luiz Claudio Dutra, define o  sentimento que o colaborador deve ter diariamente na companhia.

Para isso, a empresa vencedora do ranking da GPTW Saúde 2014, na categoria farmacêuticas, considera a área de recursos humanos como estratégica para manter e incentivar a valorização do ambiente de trabalho.

Ao visitar a Astellas, pode-se notar entre os colaboradores - 90, incluindo chefia -, um sentimento de satisfação no trabalho. Ele é atestado pela pesquisa do GPTW, que mostra que o alinhamento dos princípios dos colaboradores com os da companhia é o item mais valorizado para 36%; em segundo lugar está a qualidade de vida com 31%; em seguida está o desenvolvimento profissional com 25%. “A questão dos valores é o mais gratificante para mim”, ressalta Dutra.

São cinco os pilares fundamentais que gerem a política interna da Astellas: foco no paciente, entusiasmo, resultados, comunicação e integridade. Estes valores não existem somente no papel e são passados para os colaboradores, refletindo nos resultados da empresa no Brasil.

Para ter sucesso nos times, a organização contrata pessoas que se identifiquem com os princípios da companhia e, segundo o executivo, currículo não é o único fator considerado no processo de contratação. “Precisamos sentir que a pessoa vai agregar ao time. Esta é a parte importante,” afirma.

Preocupados com o futuro da empresa e do time que vai geri-la, a matriz, sediada no Japão, colocou em pauta a discussão sobre a geração milênio - nascidos a partir da década de 80 - com os diretores gerais. A empresa quer olhar a tecnologia e a comunicação de forma diferente e, assim, aumentar os resultados dessa força de trabalho.

O desenvolvimento profissional desse grupo também é ponto de discussão interna e de grande valia para a gestão. De início, estão criando um programa de estágio com etapas em diversas unidades de negócios e atividades, desenvolvendo, de fato, os ingressantes. Os programas de desenvolvimento são realizados em todos os níveis, do estagiário até o diretor-geral, todos passam por formações específicas. Dutra acaba de participar da versão para altos executivos, enquanto futuras lideranças são levadas a Chicago (Estados Unidos) para um treinamento direcionado à revelação de líderes talentosos - chamado Emerging Leaders Program.

Há um trabalho recorrente para que os funcionários entendam o propósito e percebam o efeito que eles têm na vida das pessoas. “No final de cada ano, a  farmacêutica faz uma camiseta com o número de vidas que o time ajudou a salvar durante o ano e as pessoas ‘compram a ideia’, sentem integram algo maior.”

Para a área de RH, bons resultados no GPTW  significam baixo turnover e altos índices de engajamento dos colaborares. A diretora de Recursos Humanos da Astellas, Fátima Neri, não escondeu a empolgação ao citar os números que mostram como o trabalho da equipe tem sido recompensado por bons resultados.

*Para ler a revista Saúde Business na íntegra, CLIQUE AQUI

Curso: propaganda de produtos sujeitos a vigilância sanitária

inovacao-em-saude-ti-investimento

O objetivo do curso é preparar o profissional, do setor privado e do setor público, para a prática diária dos trabalhos afeitos à propaganda de produtos sujeitos à vigilância sanitária, iniciando ou aprofundando seu conhecimento, seja quanto aos aspectos puros da legislação, como aspectos do entendimento prático da matéria.

Aborda: Histórico, Legislação Sanitária para a Propaganda, RDC nº 96/08 (Propaganda de Medicamentos Isentos de Prescrição, de Medicamentos de Venda sob Prescrição Médica, Amostras Grátis), Propaganda de Alimentos, Propaganda de Produtos para Saúde,Cosméticos e Saneantes, Infrações Sanitárias Relacionadas à Propaganda.

Presencial: acontece em 28/maio/2015 (quinta-feira).

**Data limite para inscrições: 8/maio**

Inscrições: [email protected]

Bioclin Quibasa cresce mais de 100% em três anos

Bioclin Quibasa

Fundada em 1977, a Bioclin Quibasa é uma empresa fornecedora de soluções de diagnóstico in vitro com atuação destacada no âmbito nacional por figurar entre as cinco maiores companhias deste mercado no Brasil. Desde sua criação, vem somando esforços para viabilizar o desenvolvimento de pesquisas e soluções inovadoras para melhorar as análises clínicas no setor de saúde.

Nos últimos quatro anos, a companhia dobrou seu faturamento, saltando de R$ 16 milhões para cerca de R$ 33 milhões (previstos para este ano). Este rápido crescimento trouxe como consequência a necessidade de um maior controle sobre os custos de produção e os gastos gerais. “Neste momento, percebemos que era preciso encontrar no mercado uma solução de gestão empresarial para acompanhar nossa evolução, oferecendo novos recursos para gerirmos melhor o negócio”, diz Anderson Mitkiewicz, gerente de projetos da Bioclin.

A Sankhya foi a fornecedora que apresentou as funcionalidades mais aderentes ao negócio da companhia. “Fizemos um levantamento no mercado com os principais players de ERP e optamos pela Sankhya por apresentar entre todas uma versão para web altamente customizavél, além de um controle prático e fácil das vendas”, afirma Mitkiewicz explicando que o sistema anterior já não estava mais dando conta. “Faltavam recursos e inovações”.

Inicialmente, a Bioclin implantou os módulos Comercial, Compras, Importação, Produção, Financeiro, Pessoal, Fiscal, Metas e Orçamento, BI Móvel, Planejamento e Controle da Produção (PCP), Inventário, Patrimonial, Dashboard e Construtor de BI.

Benefícios e estrutura para gestão

De acordo com o gerente da Bioclin Quibasa, um dos maiores impactos positivos da solução da Sankhya foi na área de Planejamento e Controle da Produção. “Anteriormente precisávamos de vários gráficos e planilhas em Excel que eram atualizadas manualmente. Como o módulo da Sankhya, ganhamos performance e agilidade do processo, que passou a ser todo automatizado. Além disso, é possível ter todo o controle da produção em apenas uma única tela, sem precisar consultar outros setores envolvidos, agilizando a tomada de decisão que ficou bem mais rápida e precisa.

Outro processo da Bioclin Quibasa que foi impactado pelo projeto foi a área de gestão fiscal. “A solução da Sankhya não só ofereceu mais ferramentas, como por exemplo, dashboards de indicadores em tempo real, como também ampliou as possibilidades de melhorar a gestão fiscal da empresa. Conseguimos criar processos fiscais paralelos ao processo de tributação normal, e, com isso, utilizar melhor o e-Social, a plataforma fiscal do governo”, declara.

Para Mitkiewicz, os benefícios também foram perceptivos na apuração dos custos dos produtos e despesas gerais da empresa. “Melhoramos os seguintes processos: rastreabilidade dos produtos, expedição, faturamento, importação, cobrança, Planejamento da Produção, entre outros”, analisa, confirmando que a migração para um sistema mais robusto foi fundamental para propiciar o crescimento da empresa. “Customizar o ERP ao nosso dia a dia de acordo com as nossas necessidades possibilitou que em três anos pudéssemos administrar e aprimorar nossos processos para um crescimento de mais de 100%. Definitivamente, a Sankhya teve um grande papel nisso, ao oferecer um software apto para acompanhar a evolução do nosso negócio”, destaca.

Atualmente mais de 40 usuários utilizam a solução e a estimativa é que este número seja ainda maior, já que a fábrica da indústria também deve ser ampliada em breve, expandindo o uso do ERP para outros colaboradores.

Sysmex do Brasil prevê aumento de 15% no faturamento para 2015

logo sysmex

São Paulo, abril de 2015 - A Sysmex do Brasil, subsidiária da Sysmex Corporation Japão,  completa neste mês quinze anos de atuação no desenvolvimento de reagentes nas áreas de Hematologia, Urinálise e Coagulação para o mercado de diagnóstico in vitro. A instalação da primeira unidade fabril no Brasil foi no estado do Paraná, Instituto Tecnológico do Paraná, em uma área de 250 m² localizado em Curitiba. Em 2005, com investimento de R$ 3,2 milhões, a empresa mudou para uma sede própria em São José dos Pinhais com área construída 1.700 m², num terreno de 3.900 m², voltadas para fabricação de reagentes.

Desde a inauguração da empresa em 2000, a Sysmex apresenta um histórico constante de crescimento na produção de reagentes. Segundo o gerente geral da Sysmex, José Floresta, em 2014 o faturamento foi da ordem de 33 milhões de reais, com previsão de aumento de 15% para o ano de 2015.

A Sysmex Corporation Japão, foi fundada em 1968, está presente em mais de 170 países, possui mais de 6.400 empregados e seu lucro global em 2014 foi cerca de 2 bilhões de dólares. A empresa investe 10% desse faturamento global em pesquisa e desenvolvimento de equipamentos para os setores médicos e laboratoriais. A Sysmex do Brasil, juntamente com unidades fabris instaladas em outros países, faz parte do plano estratégico de produção e fornecimento de reagentes de hematologia e uroanálises, com o diferencial de ser uma empresa competitiva e de grande destaque no mercado.

Informações para imprensa

KB Assessoria em Comunicação

(11) 4332.9808 | 9 9211.7420

Kelly Boscarioli – [email protected]

Ana Flávia Farias – [email protected]

Novas soluções para rastreabilidade estarão na FCE Pharma 2015

rastreabilidade_saudebusiness

A Sunnyvale marca presença na FCE Pharma, que acontece entre os dias 12 e 14 de maio, no Expo Transamérica, em São Paulo, e traz soluções para atender as necessidades dos laboratórios que precisam se adequar à rastreabilidade de medicamentos. Em seu estande situado na rua D-125 a empresa apresentará todas as tecnologias de impressão Domino para cartuchos de medicamentos, sistema de impressão e etiquetagem automática Foxjet para agregação e também uma solução completa em rastreabilidade farmacêutica Sunnyvale.

O gerente de vendas exclusivo para a indústria farmacêutica, João Roberto Fortes Alves, ressalta que a Sunnyvale está preparada para atender desde pequenos até grandes laboratórios Farmacêuticos, apresentando a solução adequada para linhas de baixa, média ou até mesmo alta produtividade. “Temos expertise em codificação industrial por mais de duas décadas representando a Domino Printing e formamos parcerias com fornecedores globais de rastreabilidade. Praticamente todos estão prontos para trabalhar com nossas impressoras Jato de Tinta Térmico, Laser e Termo-Transferência. A solução Sunnyvale dispõe de um módulo de serialização e inspeção de cartuchos de medicamentos para saída de encartuchadora automática, um módulo de agregação e também um sistema de serialização off-line para suprir a necessidade de laboratórios com linhas de produção manual. Todos estes controlados por um software de gestão de seriais de alta performance que garante a adequação aos mais variados processos de produção dos laboratórios nacionais. Como destaque, poderemos citar a robustez, a alta qualidade de fabricação com componentes de ponta, ótimo custo-benefício e por ser nacional facilidades de financiamento que poderá ajudar muito nossos clientes”, explica o executivo.

Codificação – A Sunnyvale é representante exclusiva no Brasil da fabricante inglesa de codificadoras Domino Printing, referência na codificação da indústria farmacêutica em países que já contam com leis de rastreabilidade, como Turquia, França e Argentina. As codificadoras atendem as normas 21 CFR part 11 e GAMP 5, que são específicas para validação dos processos e definem as boas práticas para a indústria farmacêutica.

Rastreabilidade – Todos os medicamentos com registros na Anvisa estarão sujeitos à norma, inclusive amostras grátis, e terão de contar com o IUM (Identificador Único do Medicamento), espécie de RG dos remédios. As embalagens secundárias de todos os medicamentos, incluindo as embalagens múltiplas, embalagens secundárias para fracionados e embalagens hospitalares, devem conter o IUM.

O IUM é composto, no mínimo, dos seguintes dados: Nº de registro do medicamento junto à Anvisa, Nº serial, Data de Validade e Lote.

A impressão é feita na linha de produção, que precisará passar por alterações em suas configurações e ter equipamentos de impressão e leitura do código que possibilitem a serialização das embalagens. A etapa seguinte é a de agregação, quando eles irão para caixas maiores para estoque e distribuição.

Veja os destaques da nova edição da revista

capa-revista-saude-business-forum

Há quase cinco anos atuando como jornalista no setor de saúde, testemunhei muitas discussões sobre a proibição do capital estrangeiro em hospitais. Elas sempre estavam em pauta nas entrevistas com os executivos, nas reportagens que escrevi e em eventos que participei. A partir de janeiro deste ano, uma nova lei mudou as regras. Agora, começamos a discutir as oportunidades do mercado, como os hospitais devem se preparar para receber os recursos e como esses novos investidores devem agir, se vão ajudar na profissionalização das entidades e se respeitarão, sobretudo, a atividade fim da instituição: o cuidado à saúde. A discussão desse novo momento para o setor de saúde, você encontrará nas próximas páginas.

Nesta edição também trazemos o segundo ranking Great Place to Work Saúde. Este ano, ao analisar um setor tão complexo, optamos por segmentar as empresas em seis diferentes categorias e assim, compreender as especificidades e as melhores práticas de gestão de pessoas em cada um dos segmentos. Assim, a seguir, você verá todos os resultados deste ano e as entrevistas com as campeãs de cada categoria.

As novidades desta edição ainda vão além. Nesta primeira revista Saúde Business do ano, mostramos que estamos de “cara nova”. E as transformações permeiam a forma e o conteúdo de todos os nossos produtos, pois são intrínsecas ao nascimento de uma nova empresa, a Live Healthcare Media, fruto da fusão da área de Saúde da IT Mídia e da Empreender Saúde.

Mas, afinal, qual a diferença? A diferença é que estamos juntos, verdadeiramente juntos. Somando experiências, conhecimentos e talentos para ajudar a desenvolver o setor de saúde.

Esse sentimento de união e de trabalho em conjunto é também o nosso principal desejo para o setor. Assim, não é à toa que levaremos a colaboração como tema principal do Saúde Business Forum 2015, que ocorrerá de 3 a 7 de junho, em Punta Cana, República Dominicana. Queremos refletir e discutir com setor, como o espírito coletivo pode ajudar a desenvolver o diálogo entre os agentes, como podemos transformar isso em novos negócios, enfim, como fazer mais e melhor pela saúde.

Nos vemos lá,

Boa leitura!

*Para ler a revista Saúde Business na íntegra, CLIQUE AQUI e gradualmente as reportagens estão sendo publicadas no portal