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Articles from 2015 In June


O avanço da saúde na era do big data

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Flickr - r2hox

Texto escrito por Paulo Magnus, Presidente da MV.

A última década tem sido acompanhada por grandes avanços no processamento de dados digitais, cuja quantidade gerada aumenta de forma extraordinária. Tecnologias capazes de lidar com esse volume, variedade, veracidade e velocidade de dados estão mudando a natureza dos negócios. Estamos na era da inteligência artificial e cognitiva, do cruzamento de inúmeras informações que permitem detectar padrões, prever ameaças e obter diversas aplicações à prática cotidiana.

Reunindo soluções capazes de analisar e compreender qualquer tipo de informação digital em tempo real, o big data é hoje considerado a mais importante ferramenta estratégica. Apesar de ainda existirem dificuldades para entender como a massa de dados gerada diariamente pode ser aproveitada, as promessas do big data são muitas. Porém, suas maiores possibilidades de aplicações já são observadas na área da saúde.

Além de reduzir os custos de P&D Farmacêutico em mais de US$ 70 bilhões e a quantidade de tempo para a decodificação do genoma humano de 10 anos para uma semana, a medicina preditiva e preventiva são vistas como a maior oportunidade do big data na saúde. Com a popularização do mobile health, aplicativos e wearables que ajudam as pessoas a monitorar hábitos e doenças, é possível compartilhar dados particulares com o médico não só para auxiliá-lo num diagnóstico individual, mas, sim, para que informações de saúde não sejam mais tratadas de forma isolada.

Com os avanços tecnológicos, atingimos a Quarta Onda da Saúde, em que o envolvimento crescente do indivíduo na reunião de informações aprimora a emissão de alertas às condutas médicas, a formulação de hipóteses diagnósticas, o apontamento de melhores práticas de tratamento, a prevenção primária e o acompanhamento da evolução da saúde do paciente. Avaliando direcionamentos de tratamentos, sobretudo, de Oncologia e outras condições crônicas, supercomputadores já interagem (inclusive, por voz) diretamente com médicos.

Nessa era da ampla captura, do cruzamento e da interpretação de dados, a medicina adquire maior embasamento para ampliar chances de cura e prevenção de doenças, disponibilizar diagnósticos antecipadamente, promover agilidade a tratamentos, desenvolver novos medicamentos e diminuir mortes evitáveis. Além disso, é certo prever que o uso da inteligência artificial no cruzamento de dados clínicos das pessoas, não necessariamente pacientes, evitará agravos à saúde da população e, consequentemente, aumentará a expectativa e a qualidade de vida.

Planos de assistência farmacêutica já atendem pacientes de doenças raras

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O Ministério da Saúde anunciou que vai implantar até o final do ano os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para pacientes de 12 doenças raras. Esses documentos orientam médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e outros profissionais no diagnóstico, tratamento e reabilitação dos pacientes e ajudam a reduzir a mortalidade e melhorar a qualidade de vida desses pacientes.

Um dos pilares do atendimento ao paciente de doenças raras é o fornecimento de produtos biológicos e de alta complexidade das indústrias farmacêuticas. Prevendo o avanço dessa demanda, a ePharma, líder no mercado de assistência farmacêutica, comprou em 2014 a In Health, especializada no setor. “Estamos preparados para oferecer gestão de programas de acesso, adesão e monitoramento de pacientes com necessidades de tratamento de patologias de alta complexidade e doenças raras”, diz Carlos Pappini Jr, diretor da Unidade de Negócios Farma e de Marketing do grupo.

Segundo ele, a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras, lançada em 2014, deve ampliar a demanda por produtos biológicos para tratamento de doenças complexas. “Nossa estrutura é capaz de atender os pacientes de Norte a Sul do país. Muitos desses tratamentos necessitam de cuidados especiais com equipe multidisciplinar como enfermeiros, fisioterapeutas e nutricionais. Além disto, boa parte dos medicamentos precisam de acondicionamento especial. Estamos preparados para garantir todas essas condições”, ressalta o executivo.

As doenças raras são aquelas que afetam até 65 pessoas a cada 100 mil indivíduos, segundo a organização Mundial da Saúde (OMS). O setor de saúde ainda não conhece o número exato de doenças raras no mundo, mas atualmente são descritas de sete a oito mil doenças na literatura médica. A maioria delas, cerca de 80%, decorrem de fatores genéticos e os outros 20% estão distribuídos em causas ambientais, infecciosas e imunológicas.

A ePharma

Consolidada como principal player no recente mercado brasileiro de assistência farmacêutica, a ePharma dispõe de tecnologia que conecta, em tempo real, aproximadamente 22 mil farmácias e drogarias de todo o país a um sistema autorizador ancorado em um potente banco de dados, dando acesso a medicamento a mais de 27 milhões de pessoas.

O portfólio de serviços da ePharma traz ainda serviços inovadores voltados à saúde e ao bem-estar dos beneficiários. Dentre eles, destacam-se o Plano de Medicamentos no modelo de pré-pagamento baseado no levantamento da estimativa de gastos com medicamentos de acordo com o perfil dos colaboradores, como o ePharma Plenus; o gerenciamento de doentes crônicos; o concierge da saúde, que é um serviço multidisciplinar de aconselhamento telefônico que oferece assistência nutricional, enfermagem, psicóloga, médica e farmacêutica; Unidade de negócios Farma responsável pelo acompanhamento dos pacientes via call center especializado; Specialty Care, direcionado a promover o acesso e a gestão do tratamento de pacientes portadores de doenças complexas e raras.

A companhia detém ainda mais da metade do mercado de assistência farmacêutica, com uma carteira de cerca de 150 empresas, constituindo 1.610 programas.

Informações para a imprensa:

Ex-Libris Comunicação Integrada – (11) 3266-6088

Edmir Nogueira – [email protected] – (11) 98937-3503 / r. 234

Marco Berringer – [email protected] – r. 223

Carla Italia – [email protected] – r. 222

Como usar as redes sociais sem comprometer imagem do médico

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Hoje são mais de 1,39 bilhão de usuários mensais ativos apenas no Facebook. Uma pesquisa do Instituto Ipsos, de setembro 2013, mostrou que os brasileiros estão entre os que mais misturam a vida pessoal e profissional, inclusive nas redes sociais. Além disso, o país tem um grande potencial de crescer ainda mais nas mídias sociais, uma vez que lidera em número de usuários de smartphones na América Latina (cerca de 38,8 milhões usam aparelhos celulares inteligentes).

Como no Brasil as redes exclusivas para médicos ainda não deslancharam, os profissionais acabam utilizando as redes sociais comuns para fins profissionais. Esse costume envolve riscos, pois pode acontecer de informações sigilosas dos pacientes vazarem. Dessa forma, é preciso estar muito atento às configurações de privacidade, qualquer informação postada, mesmo em grupos privados, pode ser compartilhada.

Outra questão delicada está na interação entre médicos e pacientes nas redes. Até onde a relação deve ser profissional ou de amizade?

De olho nessa demanda, a Ology, rede profissional exclusiva para médicos, e o escritório de direito digital Patrícia Peck Pinheiro Advogados se uniram e desenvolveram em conjunto uma série de recomendações práticas. O guia exclusivo “Melhores Práticas no Uso Seguro das Mídias Sociais por Médicos” traz orientações aos profissionais para que estejam cientes de suas ações online e evitarem de cometer falhas que comprometam sua imagem profissional.

*Para baixar PDF: OLOGY_-_MELHORES_PRATICAS_MIDIAS_SOCIAIS_PPP.pdf

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Como lidar com os dados dos pacientes na era digital?

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As redes sociais na saúde

7 redes sociais de saúde que você precisa conhecer!

10 Dicas de como aumentar a produtividade no processo de laudo

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Processos longos e complexos impactam na produtividade dos profissionais. Para garantir uma otimização, muitas empresas de diferentes áreas, principalmente da indústria, automatizaram processos e simplificaram fluxos. Todas as atividades corriqueiras foram informatizadas. Dessa forma, o colaborador utiliza seu tempo para produzir de acordo com a sua área de conhecimento.

A indústria já possui um alto nível de maturidade em relação a produtividade e se faz necessário usar todo esse conhecimento gerado há décadas para aprimorar outras áreas. Revisar processos, melhorá-los, automatizá-los, seja através de robôs, equipamentos ou software, ter indicadores que possam medir a produtividade, utilizar o ciclo PDCA foram ações utilizadas pela indústria.

A produtividade no setor da saúde continua sendo um ponto de gargalo para muitas clínicas e hospitais. Na radiologia, por exemplo, o médico utiliza seu tempo para diversas atividades corriqueiras. Para poder realizar um laudo, ele depende de diversas ferramentas, que nem sempre conversam de maneira adequada. Além disso, ele ainda precisa gerenciar o próprio sistema que utiliza. São diversos processos e fluxos que tomam seu tempo. Mas sua principal atividade deve ser realizar seus laudos de forma precisa e eficiente para cuidar do que realmente importa: a saúde de seu paciente.

Os profissionais da saúde devem dedicar seu tempo para atender bem as pessoas e não para serem especialistas em sistemas e processos. Dessa forma, o grande desafio é automatizar processos e atividades cotidianas, reduzindo a dependência de pessoas.

Mas como aumentar a produtividade e garantir controle e qualidade na área da radiologia? Confira 10 dicas que facilitam o dia a dia do radiologista e demais colaboradores da saúde no processo de laudo.

  1. Para as instituições de saúde e radiologistas é importante ter processos simples e bem definidos. Processos que tornem o trabalho de todos os profissionais envolvidos mais fácil e organizado.
  2. Integração completa de sistemas: é fundamental ter sistemas de gestão clínica, de imagem e de laudo integrados, que troquem todo o tipo de informação.
  3. Automatizar processos e atividades cotidianas: O processo de automatização traz também como benefício a redução da dependência de pessoas.
  4. A instituição deve funcionar com fluxos de trabalho flexíveis e configuráveis para cada necessidade específica da clínica ou hospital.
  5. O mesmo deve acontecer com as filas de trabalho. Algumas soluções do mercado oferecem filas de trabalho inteligentes baseadas em SLAs de atendimento, que permitem às clínicas e hospitais serem mais produtivos, com garantia de qualidade e controle.
  6. O radiologista ganha tempo quando ele consegue realizar todo o laudo em uma única tela, sem a necessidade de abrir várias janelas para encontrar os dados que precisa. Realizar laudos em poucos cliques e em um único ambiente é um pré-requisito importante para a produtividade.
  7. Toda a responsabilidade sobre os fluxos de trabalhos e processos precisam ser gerenciados automaticamente por sistemas, por meio de uma engine de workflow. Assim o radiologista não precisará mais se preocupar com filas de trabalho e prioridade de exames.
  8. Quando as filas de trabalho são realizadas automaticamente por um sistema de gestão de laudo, ao finalizar o laudo de um exame, o médico recebe em sua tela automaticamente o próximo exame a laudar. Essa ferramenta aumenta a produtividade e garante que a fila de trabalho seja seguida a risca, de acordo com as urgências e prioridades da instituição.
  9. Tudo que o radiologista precisa estar sempre à mão. Em uma única tela, ele deve ter a acesso aos exames anteriores, guia médica, anmenese e até mesmo exames que o paciente está realizando em paralelo. Esses documentos são fundamentais para garantir a qualidade do laudo. E buscar cada um desses arquivos em um sistema diferente reduz a produtividade.
  10. Se uma das preocupações é a produtividade, o profissional deve poder acompanhar esses indicadores de maneira fácil e rápida. Um dashboard de indicadores que dá visibilidade da produtividade em tempo real e o controle de SLA (níveis de Serviço) ajuda a garantir que radiologista e instituição cumpram o prazo de entrega de laudos aos pacientes. Com indicadores de produtividade, é possível determinar metas aos profissionais, incentivando o aumento de sua performance.

Com processos definidos, automatizados e monitorados por indicadores em tempo real, o radiologista tem mais tempo para garantir que sua atividade principal seja bem realizada: dar laudos eficientes e cuidar da saúde de seus pacientes. Diagnósticos realizados de forma precoce podem salvar vidas.

Primeiro app brasileiro de mindfulness é lançado

Primeiro app brasileiro de mindfulness é lançado
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Promoção, prevenção, bem-estar, empoderamento do paciente sobre sua saúde, muitos são os aspectos que estão delineando o caminho que a Saúde do mundo tem perseguido. No meio disso, se insere a consciência de que cuidar da mente é fundamental para a vitalidade do corpo. A medicina do ocidente, cada vez mais, se abre para o aprendizado de técnicas milenares, nascidas no oriente, como é o caso da meditação.

Esse olhar para o funcionamento da mente e o poder de intervenção que todos têm sobre isso já é tema de pesquisa em vários hospitais e centros médicos no mundo. No Brasil, a Unifesp tem sido pioneira no estudo e prática do mindfulness – técnica de atenção plena e meditativa.

As pesquisas comprovam que o mindfulness diminui os níveis de cortisol (hormônio do estresse), sendo aliado para pacientes com hipertensão arterial, distúrbios do sono, dores e doenças crônicas.

Para difundir a prática, a terapeuta Mirna Grzich lança o aplicativo Medita!, primeiro app brasileiro de meditação, lançado para IOS e em breve para Android. Segundo Mirna, a técnica despertou o interesse da medicina por atuar sobre a pressão arterial e índices hormonais, reduzindo estresse, atuando sobre a saúde física e mental, trazendo tranquilidade, foco e produtividade.

Como?

O Mindfulness vem do Vipassana, meditação clássica budista, focada na respiração. Induz a prestar atenção total e plena a tudo o que acontece no corpo, na mente e nas sensações. Hoje, tirada de seu contexto religioso, foi transformada num dos maiores métodos modernos para o equilíbrio do corpo e da mente, conforme estudo realizado pelo médico Jon Kabat-Zinn, da Universidade de Harvard.

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Dez exemplos de como a meditação melhora a Saúde

1 - Pode ajudar pessoas com artrite – um estudo do jornal Annals of Rheumatic Disease mostra que a meditação da mente plena diminui o estresse e a fadiga das pessoas com artrite reumatoide.

2 - Pesquisadores da Universidade do Oregon/EUA descobriram que o treino de técnicas de meditação integrando corpo e mente pode resultar em mudanças nas sinapses do cérebro, protegendo contra doenças mentais. A prática da meditação altera a densidade do corpo caloso e a proteção da mielina, na região singular do cérebro.

3 - A meditação nos torna mais focados porque com sua prática alcançamos um melhor controle do processo da dor e das emoções, especificamente através do controle dos ritmos alpha do córtex, que determinam a maneira e em que sentidos nossas mentes colocarão a atenção, de acordo com estudo no jornal Frontiers in Human Neuroscience.

4 - Pesquisa do Jefferson-Myrna Brind Center of Integrative Medicine/EUA mostra que a meditação da mente plena reduz os sintomas de estresse de mulheres com câncer no seio. Não somente isso, mas testes com meditação e imaginação mostram que ocorrem mudanças positivas no cérebro relacionadas ao estresse, emoções e satisfação.

5 - Pesquisadores da Universidade da Califórnia, Los Angeles/EUA, descobriram que a meditação da mente plena ajuda a diminuir a sensação de solidão dos idosos que vivem sozinhos, dinamizando o sistema imunológico e diminuindo a expressão dos genes responsáveis por processos inflamatórios.

6 - A meditação diminui o efeito deletério dos resfriados e gripes, segundo pesquisa da Wiscosin School of Medicine and Health/EUA. Pessoas que praticam meditação perdem menos dias em processos de infecções respiratórias, com menos sintomas e duração diminuída.

7 - A meditação diminui a possibilidade de depressão em mulheres grávidas, segundo pesquisa da Dra. Maria Muzik, professora assistente de psiquiatria da Universidade de Michigan/EUA.

8 - O ato de meditar diminui a possibilidade de depressão entre adolescentes. Estudo da Universidade de Leuven/Bélgica mostra que a meditação da mente plena faz com que os jovens experimentem menos estresse, ansiedade e depressão.

9 - O treino em meditação é considerado excelente como estratégia para ajudar pessoas em processo de perda de peso, segundo pesquisa conduzida por psicólogos para o Consumer Reports and the American Psychological Association.

10 - A meditação melhora a qualidade do sono. A Universidade de Utah/EUA realizou pesquisa que comprova o auxílio da meditação nas emoções e comportamentos, contribuindo para melhor qualidade do sono à noite.

*Mirna Grzich - Jornalista e terapeuta, criou o programa Música da Nova Era, em várias rádios brasileiras, escreveu Anjos, livro que vendeu dois milhões de exemplares, editou a revista Meditação por cinco anos, e produziu centenas de CDs e coleções de meditação, que venderam mais de 100 mil cópias cada.

Instituto Mérieux premia pesquisadores brasileiros na área de Microbiologia

microbiologia

A bioMérieux, empresa francesa líder mundial em diagnóstico in vitro, por meio do Instituto Meriéux, estimula projetos de inovação científica capazes de atender aos novos desafios da saúde pública mundial. Uma dessas iniciativas é o Prêmio bioMérieux, que pelo segundo ano consecutivo acontece juntamente com o 28º CBM (Congresso Brasileiro de Microbiologia), que será realizado entre os dias 18 e 22 de outubro de 2015, em Florianópolis (SC).

O objetivo é premiar trabalhos que demonstrem claramente o impacto clínico de testes rápidos em Microbiologia, nos mais diversos aspectos: redução na mortalidade, redução no tempo de permanência em unidades de tratamento intensivo, redução do tempo de internação, redução da densidade de uso ou do tempo de uso de antimicrobianos ou redução em taxas de infecções relacionadas aos cuidados com a saúde.

O Instituto Mérieux concederá um prêmio no valor de US$ 5,000 ao autor do melhor trabalho, que deve atuar em Microbiologia Clínica nas sub-áreas de diagnóstico clínico ou pesquisa e ter idade inferior a 35 anos.

Poderão ser inscritos trabalhos originais ou submetidos em forma de artigo ou ainda publicados no ano de 2015 em periódico indexado no Pub Med (o projeto deve ser brasileiro). Para trabalhos ainda não submetidos a periódicos, o autor deverá enviar o texto completo, redigido em Inglês, estruturado no formato de artigo científico, segundo as normas do Brazilian Journal of Microbiology. No caso de artigos já publicados ou já submetidos, deverá ser enviado o arquivo em formato pdf.

A data limite para inscrição dos trabalhos para concorrer ao Prêmio bioMérieux é 30 de agosto de 2015. Os manuscritos deverão ser enviados para o e-mail: [email protected].

A comissão avaliadora será composta por dois pesquisadores indicados pela SBM e um indicado pelo Instituto Mérieux, que irá selecionar os três melhores trabalhos para apresentação oral. Será considerado vencedor o trabalho com maior pontuação.

Para a Dra. Marina Baquerizo Martinez, presidente da Sociedade Brasileira de Microbiologia, a premiação é uma forma de reconhecimento aos trabalhos, sejam eles científicos ou profissionais. “O Prêmio bioMérieux, em especial, por ser focado em métodos rápidos em microbiologia, mostra a relevância do tema e estimula o desenvolvimento de uma área da microbiologia ainda incipiente no Brasil”, diz a especialista, que é professora titular do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP.

O Congresso Brasileiro de Microbiologia, já em sua 28ª edição, é o evento mais importante na área de microbiologia no País. Estima-se que o público este ano supere os 3 mil congressistas, em sua maioria pós-graduandos, além de 40 palestrantes estrangeiros, entre eles o cientista norte-americano Fred Tenover, um dos maiores pesquisadores na área da Microbiologia na atualidade.

Conheça a programação completa do 28º SBM no site: http://www.sbmicrobiologia.org.br/28CBM2015/

Para obter mais informações sobre o Prêmio bioMérieux, clique aqui.

Sobre a bioMérieux

Líder mundial na área de diagnóstico in vitro por 50 anos, a bioMérieux fornece soluções (reagentes, instrumentos e softwares) que determinam a origem da doença e de contaminações de produtos industrializados, a fim de melhorar a saúde do paciente e garantir segurança aos consumidores. Seus produtos são utilizados para o diagnóstico de doenças infecciosas e fornecem resultados clinicamente relevantes para a detecção e acompanhamento do câncer e das emergências cardiovasculares.

Fundada na França em 1963, a bioMérieux tem cerca de 5.800 colaboradores e está presente em mais de 150 países por meio de 41 filiais (inclusive no Brasil) e uma ampla rede de distribuidores. Em 2013, suas vendas atingiram € 1,588 bilhão com 87% das vendas fora da França.

A família Mérieux tem uma tradição ao longo de um século de compromisso na luta contra as doenças infecciosas. Marcel Mérieux, que trabalhou com Louis Pasteur e fundou o Instituto Mérieux, o Dr. Charles Mérieux, Alain Mérieux e Dr. Christophe Mérieux dedicaram suas vidas à biologia, com o objetivo de melhorar a saúde mundial. 

Congresso Brasileiro de Patologia discute paradigmas da especialidade em São Paulo

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Comemorado em todo o mundo em 28 de maio, o Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher marca a busca pela conscientização a respeito das doenças que afetam essa parcela da população. Aproveitando a data, a Sociedade Brasileira de Patologia (SBP) traz esclarecimentos sobre o câncer do colo do útero, um dos cinco mais comuns no Brasil.

 De acordo com o último levantamento do Instituto Nacional de Câncer (Inca), foram estimados 15.590 novos casos da doença em 2014, com um risco estimado de 15,33 casos para cada 100 mil mulheres. Estimativas globais, por sua vez, colocam esse tipo de câncer como o quarto mais comum entre as mulheres em todo o mundo.

Segundo a médica patologista Luciana Salomé, diretora da SBP, é preciso que o Governo e a sociedade tenham consciência da importância dessa doença no Brasil. “Estamos falando de uma doença muito comum, mas de evolução lenta, com um período de progressão de cerca de 20 anos. Nesse cenário, temos todas as ferramentas necessárias para um potencial de cura elevado em nosso país: métodos eficientes de diagnóstico precoce e estratégias de prevenção”, afirma a médica.

Rastreamento

Popularmente conhecido como Papanicolaou, o exame de rastreamento do câncer do colo uterino é fácil de ser executado. Como conta a especialista, trata-se de uma “ferramenta de extremamente importância na prevenção e de fácil coleta, já que não requer recursos técnicos sofisticados para sua realização”. Ainda segundo Luciana “as lesões intraepiteliais que podem levar ao desenvolvimento do câncer são predominantes nas mulheres em fase reprodutiva, com fatores de risco característicos de uma doença sexualmente transmissível”.  

O Ministério da Saúde recomenda que o exame de Papanicolaou seja oferecido às mulheres na faixa etária de 25 a 64 anos e que já tiveram atividade sexual. A rotina recomendada para o rastreamento no Brasil é a repetição do exame Papanicolaou a cada três anos, após dois exames anuais normais consecutivos. Caso o resultado apresente alterações, pode ser necessária a repetição em menor tempo ou então a realização de outros testes para a confirmação diagnóstica.

Importância da vacinação

A partir dos anos 1980, várias pesquisas demonstraram que os dois tipos de câncer mais comuns no colo do útero (carcinoma escamoso invasor e adenocarcinoma cervical) são causados, em grande parte dos casos, por tipos específicos de HPV (human papillomavirus). Esse micro-organismo é sexualmente transmissível e infecta tanto homens quanto mulheres. Entretanto, só apresenta efeitos realmente nocivos no corpo feminino, atuando no trato anogenital.

Assim, a instituição de programas de vacinação populacional contra o HPV é um instrumento essencial para o combate desse tipo de câncer. “As duas vacinas disponíveis no mercado têm ação profilática, sendo indicada sua administração em meninas pré-adolescentes, entre nove e 12 anos, antes que iniciem sua atividade sexual”, conta a médica da Sociedade Brasileira de Patologia.

A expectativa é de que programas desse tipo possam reduzir a mortalidade causada pelo câncer do colo do útero após cerca de uma década, por isso a importância de uma rotina de exames de rastreamento. “É vital que a população continue fazendo o exame de Papanicolaou mesmo com a vacinação. Essa é a única forma de realizar um diagnóstico precoce, quando a doença ainda está começando. Só assim conseguiremos reduzir efetivamente a mortalidade por esse tipo de câncer”, ressalta.

Nas mãos de um especialista

Luciana ainda destaca que a qualidade do diagnóstico depende diretamente da formação e experiência do examinador, sendo fundamental que o profissional tenha um bom treinamento técnico e atue com rigoroso controle de qualidade. “Desde novembro de 2014, uma decisão judicial entendeu que o laudo citopatológico positivo (aquele em que há alterações ou atipias celulares) é um diagnóstico médico e, como tal, deve ser realizado por um patologista”, esclarece a médica.

Segundo a diretora da SBP, o patologista não é conhecido por grande parte da população, mas é uma peça-chave para o diagnóstico eficiente dessa e outras doenças: “As pessoas costumam pensar que esse tipo de laudo sai impresso e pronto de uma máquina, o que não é verdade. É um processo que envolve a atuação de um profissional altamente qualificado, que consulta as amostras coletadas minuciosamente para emitir o laudo que guiará todo o tratamento ao qual o paciente será submetido”.

Informações para a imprensa

RS Press

Matheus Steinmeier

Tel: (11) 3875-6296

Telemedicina: como fazer o paciente se sentir seguro?

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Há pouco mais de dois anos, conversei com Mark Blatt, atual diretor médico global da Intel, e ele me contava como percebeu que estava desperdiçando tempo e dinheiro dos pacientes em seu consultório médico. Cerca de 70% das queixas que chegavam até ele poderiam ser facilmente solucionadas por um contato telefônico. Essa percepção está cada vez mais evidente e não param de surgir soluções – por parte das operadoras, hospitais e novos entrantes do setor – menos custosas e mais assertivas. A telemedicina é, sem dúvida, uma boa alternativa, mas ainda enfrenta barreiras culturais, regulatórias e de infraestrutura no caso do Brasil.

Com mais de 85 milhões de vida e um faturamento previsto de US$ 143 bilhões para 2015, a americana UnitedHealth tem o poder de influenciar os rumos da Saúde no mundo, e uma de suas empreitadas justamente são no sentido da telemedicina. Recentemente, a seguradora anunciou que cobrirá consultas em vídeo por meio da parceria com as empresas de tecnologia Doctor on Demand, AmWell e NowClinic. O objetivo é criar facilidade tanto para o médico quando para o usuário, como em um bate papo via facetime. Entretanto, o contato dessa maneira, com uma cara mais de aplicativo, ainda não é tão fácil como por meio do computador e uma web cam.

Em entrevista para o site Wired, a VP de produto do Doctor on Demand, Katie Ruigh, descreve que o encontro virtual deve promover a mesma sensação de segurança que o presencial. Por isso recomenda que os médicos que trabalham de casa estejam de jaleco branco e tenham um pano de fundo adequado, até – de repente – com os diplomas emoldurados na parede.

Para o médico Jay Parkinson, co-fundador da empresa Sherpaa - que oferece uma rede de médicos para atendimento e propõe uma mudança radical na relação médico-paciente -, a “vídeo-visita” não é o meio mais recorrente e eficaz. A Sherpaa encoraja os pacientes a se engajarem com os médicos através de mensagens de texto via site ou aplicativo. Para se ter uma ideia, a empresa envia cerca e 40 bilhões de mensagens (iMessages) por dia e apenas 15 milhões de chamadas via facetime. Segundo ele, a aceitação e uso de mensagens de texto é bem maior do que via vídeo.

No Brasil, já começam a nascer novos entrantes, com propostas que fogem da via tradicional – de hospital e plano –, mas ainda de maneira bastante fragmentada e pontual. É indiscutível que uma mudança de mentalidade está em jogo, para que todos – tanto paciente como médico – se envolvam e convivam nesse tipo de atendimento. Todo esse movimento me faz pensar que é positivo a expansão de alternativas mais fáceis e baratas de exames e consultas, mas ao mesmo tempo me faz questionar: e a alta complexidade? E quando teremos um sistema integrado e menos fragmentado? Enfim, deixo os profissionais, executivos e pensadores do setor que me respondam.

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Rotina do médico é transformada

UnitedHealthcare passa a cobrir consultas de telemedicina

Editage se torna parceira da Wolters Kluwer para oferecer serviços editoriais a autores

FILADÉLFIA, 30 de Junho de 2015 /PRNewswire/ -- A Editage, líder nos serviços de revisão da língua inglesa e suporte à publicação, anuncia o lançamento de um novo website de serviços para autores, em parceria com a Wolters Kluwer, líder global no fornecimento de serviços de informação e soluções para a indústria de assistência médica. Com esta parceria, a Wolters Kluwer oferecerá serviços editoriais e recursos educacionais para autores que submeterem manuscritos científicos para seu portfólio de revistas Lippincott Williams & Wilkins (LWW), na área de saúde.

Logo: http://photos.prnewswire.com/prnh/20150629/752598

"O fluxo de artigos científicos para revistas ocidentais, vindos da Ásia e de outros mercados emergentes em que o inglês não é a língua primária do autor, cria desafios no processo de submissão e de peer-review para autores, editores e revisores. Esta parceria com a Editage nos possibilita ofertar serviços editoriais de importância vital para auxiliar pesquisadores ao redor do mundo. Os serviços ajudam a melhorar a qualidade dos manuscritos e, em última instância, a qualidade da pesquisa publicada", afirmou Jayne Marks, Vice Presidente, Global Publishing, Wolters Kluwer, Health Learning Research & Practice.

Pelo site assinado por ambas as empresas, a Editage oferecerá serviços de revisão de linguagem e de tradução para autores Wolter Kluwer. O site também apresentará recursos didáticos extensos, relativos à preparação de manuscritos e às tendências da indústria de publicação.

Donald Samulack, Presidente de Operações da Editage nos EUA complementa: "A Editage tem orgulho de se alinhar com a Wolters Kluwer para auxiliá-los a servir às necessidades da comunidade acadêmica global. Juntos, os serviços de suporte editorial e o material de treinamento para autores auxiliará acadêmicos a superar as barreiras geográficas e de linguagem, fazendo uma ponte entre autores e revistas revisadas por pares, acelerando o processo de publicação da pesquisa de alta qualidade".

Sobre Wolters Kluwer

A Wolters Kluwer é líder global em serviços profissionais de informação. Profissionais nas áreas jurídica, de negócios, tributário, contabilidade, finanças, auditoria, risco, compliance e saúde confiam nas ferramentas líderes de mercado habilitadas para informações e nas soluções de software da Wolters Kluwer para gerenciar os seus negócios de forma mais eficiente, entregando resultados aos seus clientes e auxiliando-os a ser mais bem sucedidos em um mundo cada vez mais dinâmico.

A Wolters Kluwer reportou uma receita anual em 2014 de €3.7 bilhões. O grupo atende clientes em mais de 170 países e emprega mais de 19 mil pessoas em todo o mundo. A companhia tem sede em AlphenaandenRijn, na Holanda. Suas ações são cotadas na Euronext Amsterdam (WKL) e estão incluídas nos índices AEX e Euronext 100. A Wolters Kluwer possui um programa de Nível 1 patrocinado pela American Depositary Receipts. Os ADRs são negociados no mercado OTC (over-thecounter) nos Estados Unidos (WTKWY).

Visite www.wolterskluwer.com, e siga @WKHealth ou @Wolters_Kluwer no Twitter.

Sobre a Editage

A Editage é a marca principal da Cactus Communications - líder global de serviços de apoio a comunicações científicas, com escritórios nos EUA, Japão, Índia, Coreia do Sul e China, reconhecida em todo o mundo pelas comunidades de publicação, farmacêuticas e acadêmicas. Editage – tornando-o mais próximo de seus autores e auxiliando pesquisadores a publicarem com alta qualidade.

Visite www.editage.com.br ou www.cactusglobal.com, e siga @EditageBrasil no Twitter.

Contato:

Donald Samulack,
President, U.S. Operations of Editage
+1 (877) 334-8243

FONTE Cactus Communications Pvt Ltd

Alceu Silva substitui Claudio Seferin na direção geral do Sistema Mãe de Deus

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Divulgação

Alceu Alves da Silva é o novo diretor geral do Sistema de Saúde Mãe de Deus (SSMD). Silva, que foi superintendente executivo da instituição por 17 anos, substituirá Claudio Seferin, que esteve por 31 anos à frente da instituição.

Silva é especialista em Administração Hospitalar.  Foi coordenador de planejamento estratégico no Grupo Hospitalar Conceição (de 1977 a 1984); vice - presidente administrativo do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (de 1988 a 1996) e atuou no Ministério da Saúde nas gestões de Carlos César Albuquerque e de José Serra (de 1996 a 1998). É membro titular da Academia Brasileira de Administração Hospitalar e Coordenador do Comitê Técnico de Acompanhamento Associativo da Associação Nacional dos Hospitais Privados (Anahp).

A escolha do executivo ocorreu via processo de sucessão realizado pela Associação Educadora São Carlos (AESC), mantenedora do Sistema de Saúde Mãe de Deus. A posse de Silva ocorrerá nesta terça-feira (30).

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Mãe de Deus inaugura centro de combate ao AVC