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Articles from 2018 In June


Lifemed completa 40 anos no mercado de desenvolvimento de produtos, dispositivos e equipamentos para a saúde

A Lifemed, empresa nacional que desenvolve produtos, dispositivos e equipamentos médicos e hospitalares, neste ano completa 40 anos de muita atividade e dedicação.

 A Lifemed, empresa nacional que desenvolve produtos, dispositivos e equipamentos médicos e hospitalares, neste ano completa 40 anos de muita atividade e dedicação. Fundada em 1978 por oito cirurgiões cardíacos, a empresa iniciou a fabricação da primeira válvula cardíaca artificial totalmente brasileira. Hoje, está presente em mais de 2.000 hospitais do país, dentre públicos e privados, com seus diversos serviços, produtos, cursos e treinamentos.

Com a missão de trazer soluções para a área da saúde, o diretor de marketing da Lifemed, Paulo Purchio, comenta quais foram os passos para se chegar aos 40 anos de consolidação no mercado. “O DNA da Lifemed sempre foi alicerçado pela pesquisa, desenvolvimento e inovação. Há mais de 20 anos, dividimos o desenvolvimento dos equipamentos com a área acadêmica (Universidades), com a área assistencial (Hospitais) e com a Engenharia Clínica.”

A empresa, que marcou presença na Hospitalar novamente neste ano, percorreu um longo caminho durante seu desenvolvimento para se tornar uma referência para o setor. “Posso afirmar que o divisor de águas, sobretudo para embarcarmos no conceito pleno de User Experience, ponto de grande foco e atenção do mercado, ocorreu a partir da Bomba de Infusão Smart Touch”. O equipamento serve para administrar de forma segura fármacos e drogas mais delicadas e que precisam de mais atenção no controle de fluxo. “Ele garante uma relação muito amigável com quem opera a bomba, o que é fruto de tecnologia e benchmarking, principalmente, de smartphones e tablets, facilitando o dia a dia da enfermagem e médicos e garantindo a segurança de quem opera através do sistema de redução de erros de dosagem. Agora, os próximos passos da Lifemed miram novas integrações e todos os esforços para a segurança do usuário e do paciente”, analisa Purchio.

“É um orgulho para a Lifemed ter feito parte de cada capítulo dessa história com o apoio da Hospitalar. Nesse ano de 2018, o time Lifemed surpreendeu na feira e podemos afirmar que foi o melhor ano em relacionamento, estrutura de estande e vendas. Certamente, foi a melhor comemoração para esses 40 anos de história de uma empresa vencedora”, finaliza Purchio.

A Amazon encontrou mais uma indústria para disruptar

FILE PHOTO: An Amazon package is seen after being delivered in London
FILE PHOTO: An Amazon package is seen after being delivered in London, Britain February 29, 2016. REUTERS/Toby Melville/File Photo

A Amazon anunciou nesta quinta-feira que comprará a PillPack, em acordo previsto para fechamento no segundo semestre desse ano. Apesar dos termos do acordo não terem sido divulgados, fontes próximas dizem que a empresa pagou cerca de US$ 1 bilhão. A notícia é recente, mas já está abalando a indústria de farmácias dos EUA. A aquisição fez com que os preços das ações de players tradicionais relacionados ao setor despencassem.

Após meses de especulação, a Amazon entra de fato no mercado de saúde através da aquisição da PillPack. Criada logo após seus fundadores vencerem uma hackaton no MIT em 2012, a empresa já havia arrecadado US$ 118 milhões em financiamento de investidores, e alcançou mais de US$ 100 milhões de receita em 2017.

A startup tem como negócio o envio personalizado e fracionado de medicamentos prescritos pelo correio, através de sua farmácia online, e está licenciada em cerca de 50 estados americanos. Ela também desenvolveu um sistema operacional proprietário o PharmacyOS - que organiza dados de pacientes e farmacêuticos. "A equipe visionária da PillPack tem uma combinação de profunda experiência em farmácia e foco em tecnologia", diz Jeff Wilke, CEO da Amazon para consumidores em todo o mundo. “A PillPack está melhorando significativamente a vida de seus clientes e queremos ajudá-los a continuar facilitando a economia de tempo, simplificando a vida e a saúde das pessoas. Estamos felizes em ver o que podemos fazer juntos em nome dos clientes ao longo do tempo. ”

O CEO da PillPack estará na administração do negócio após a compra e, em comunicado, disse à imprensa: "Juntamente com a Amazon, estamos ansiosos para continuar trabalhando com parceiros em todo o setor de saúde para ajudar pessoas em todo os EUA que podem se beneficiar de uma melhor experiência de farmácia".

A compra é mais um indício da intenção da Amazon em entrar definitivamente no setor de saúde. A empresa já vendia medicamentos sem prescrição em sua plataforma através de uma parceria om a Perrigo, e agora avança para tentar conseguir uma parcela do mercado de US$ 450 bilhões de medicamentos prescritos.

O movimento coloca a gigante do e-commerce em concorrência direta com farmácias tradicionais como a Walgreens e a CVS. Somente no dia de ontem, estima-se que as grandes cadeias farmacêuticas perderam cerca de US$ 13 bilhões em valor de mercado. Enquanto a Amazon se valorizava em 5,5 bilhões.

Em pronunciamento, o CEO da Walgreens, Stefano Pessina, disse que o mundo da farmácia é muito mais complexo do que a entrega de pílulas. “Não estamos particularmente preocupados", disse sobre o acordo da Amazon com a PillPack. No último ano os lucros da Walgreens aumentaram 15%, enquanto as vendas aumentaram 14%, para US$ 34 bilhões.

A empresa está investindo centenas de milhões de dólares em novos sistemas e rebranding. No início deste mês, por exemplo, a Walgreens anunciou uma parceria para desenvolver clínicas com a operadora de saúde Humana, que vende milhões de planos Medicare Advantage para idosos. Outra aposta é o estreitamento das relações com os serviços de saúde da Optum, da UnitedHealth Group, para desenvolvimento de centros de urgência ligados à farmácia da Walgreens. “Temos um plano claro e acredito que continuaremos com a execução do nosso plano.", esclareceu Pessina.

Segundo especialistas, é importante notar que a CVS tem uma oferta muito semelhante à da PillPack, e não notaram uma grande mudança de seus consumidores na aderência dessa modalidade de serviço. A CVS está em processo de aquisição da operadora Aetna por US$ 69 bilhões em um acordo que combinaria suas farmácias de varejo, clínicas ambulantes e benefícios de farmácia da Caremark com os planos de seguro da Aetna.

Outro player que sentiu o impacto da aquisição foi o Walmart. A empresa já tinha considerado comprar a PillPack no passado por cerca de US$ 700 milhões, mas demorou a fechar o negócio por preocupações regulatórias. A perda do negócio acabou custando quase US$ 3 bilhões em valor para a rede no dia de ontem.

Lembrando que, na semana passada ocorreu o anuncio do CEO Atul Gawande, para a empresa de saúde formada pela Amazon, Berkshire Hathaway e JPMorgan Chase, para repensar a saúde de seus 1 milhão de funcionários. Ainda não se sabe como esses negócios operarão e o papel da PillPack no conjunto.

Clínica Fares lança plataforma para capacitação de médicos

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Novidade, batizada de ONE STOP LIFE, disponibilizará palestras, conteúdos virtuais e presenciais e coaching, entre outros. Potencializar o contato médicos e pacientes é um dos principais objetivos da Clínica Fares. Nesse caminho há 30 anos, a rede de clínicas, considerada referência em atendimento humanizado e acessível, lançou nesta segunda quinzena de junho a plataforma ONE STOP LIFE.

A novidade é a primeira plataforma destinada exclusivamente à comunidade médica. O objetivo é desenvolver a capacidade do corpo clínico em explorar a consulta, fazendo-o enxergar o paciente como um todo, independente da sua especialidade.

A Fares acredita que a fórmula do bom atendimento à saúde é a somatória desses dois fatores: medicina preventiva e medicina humanizada. E com base nesse contexto, a ONE STOP LIFE irá colaborar para que profissionais da saúde possam desenvolver comportamos fundamentais para um bom atendimento.

O conteúdo disponibilizado será dividido em dois formatos: on-line e presencial. Os vídeos postados na plataforma abordarão temas importantes como capacitação humana, desenvolvimento, negócios e comportamentos. Os encontros presenciais terão palestrantes renomados no mercado da saúde e, além dos conteúdos presenciais e virtuais, os médicos das quatro unidades terão à disposição coaches para encontros que podem ser quinzenais ou até mensais.

Adiel Fares, fundador e presidente do conselho administrativo, explica que a Fares enxerga o processo de expansão como algo muito além de novas unidades em funcionamento. “A Clínica Fares é a primeira no segmento da saúde a investir nesse ponto. Queremos que os nossos médicos cresçam junto com a empresa. Para a Fares não basta crescer em tamanho ou unidade, minha missão pessoal é fazer com que esses jovens médicos também possam evoluir e fazer carreira”.

Para extrair o melhor de seus mais de 400 médicos, a plataforma irá focar em três pilares: desenvolvimento, reconhecimento e relacionamento.

No aspecto desenvolvimento, além dos coaches, os médicos terão acesso a fóruns clínicos, tendências, suporte e marketing. No reconhecimento, pontos como gestão de desempenho, títulos de reconhecimento, P&D, entre outros fazem parte do conteúdo disponível.

Em relacionamento, os médicos terão ciclos de eventos, boletins e conteúdos relacionados à governança. Os eventos acontecerão sempre nas quatro unidades para que todos os médicos possam ter acesso presencial ou vídeo via sistema Fares.

“Escolhemos esses três pilares, pois acreditamos que isso faz com que o médico seja completo. Cada aspecto foi pensado nas principais competências que um bom especialista deve ter. E tudo isso também serve como um incentivo para que ele possa melhorar diariamente”, explica Marcelo Abrahão, CEO da Clínica Fares.

O CEO ainda explicou que os coordenadores das equipes médicas também estão passando por um processo de coaching e estarão ativos em todos os processos e conteúdos da plataforma.

A ideia é que a mudança seja para todos e que os médicos possam se inspirar em seus colegas de trabalho.

Atualmente, a Clínica Fares conta com mais de 340 salas de consultórios e exames, 450 médicos associados e 400 colaboradores nas quatro regiões onde atua. O Centro de Reabilitação e Fisioterapia é considerado o 8º maior do mundo e por mês as unidades realizam 70 mil atendimentos.

Pesquisa revela que provedores enfrentam desafios para manter segurança dos dispositivos médicos

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Menos de metade dos entrevistados tem orçamento destinado a estratégia de segurança e menos de um terço utiliza captura de dados em tempo real e recursos analíticos para embasar as decisões de compra

Uma nova pesquisa da Unisys Corporation (NYSE: UIS) revela que menos de metade dos prestadores da área de saúde tem orçamento aprovado para garantir a segurança dos dispositivos médicos, apesar da grande maioria considerar isso uma prioridade estratégica. Além disso, a maioria dos provedores não está acessando ou utilizando dados em tempo real para conquistar vantagem competitiva. A HIMSS conduziu a pesquisa online com 101 profissionais de saúde nos Estados Unidos e na região Ásia-Pacífico, em nome da Unisys.

Ataques recentes, entre eles os do vírus WannaCry, colocaram em destaque as vulnerabilidades de segurança associadas a dispositivos médicos, fato que não passou despercebido entre esses provedores: 85% dos entrevistados apontaram a segurança dos equipamentos médicos como prioridade estratégica, e 58% se referiram a ela como alta prioridade. No entanto, apenas 37% dos entrevistados disseram ter um orçamento aprovado para estratégias de cibersegurança. Essa diferença foi ainda maior entre provedores de saúde de pequeno e médio porte, com apenas 29% desse grupo afirmando contar com um orçamento destinado a segurança de dispositivos médicos.

"É extremamente preocupante que maioria dos provedores de saúde concorde que segurança é prioridade, mas apenas uma pequena parcela disponha de orçamento para ela", comenta Bill Parkinson, diretor sênior global da área de Ciências da Vida e Saúde da Unisys. "Embora a maioria das organizações nesses setores compreenda a necessidade de reforçar a segurança dos dispositivos, muitas enfrentam desafios com dispositivos legados que não foram projetados para serem acessados pela internet e com ataques sofisticados do tipo ransomware, como o WannaCry, que podem colocar os provedores e os pacientes em risco", completa.

Quanto às ferramentas de segurança, 85% dos entrevistados disseram que estão usando firewalls e sistemas de controle de acesso às redes, enquanto mais da metade (52%) declarou o uso de redes segregadas para dispositivos médicos.

"Para garantir a segurança adequada, todos os dispositivos devem contar com sistemas de proteção igualmente fortes - apenas firewalls já não são suficientes hoje em dia. Nesse sentido, a microssegmentação, ou a capacidade de segmentar e restringir acesso a dados e dispositivos em rede a grupos de usuários e equipamentos pré-autorizados, pode ser um recurso fundamental para hospitais e prestadores de assistência médica", disse Parkinson.

O estudo também explorou como as organizações capturam e gerenciam os dados coletados por dispositivos médicos. Enquanto seis entre 10 provedores disseram estar preparados para realizar auditorias dos dispositivos a qualquer momento, apenas 30% afirmaram estar capturando dados de dispositivos em tempo real. Além disso, apenas 34% dos prestadores de serviços de saúde utilizavam dados analíticos para embasar futuras compras de equipamentos médico.

"Não podemos subestimar a importância do acesso aos dados em tempo real. Os dados analíticos não só podem ajudar as organizações das áreas de Ciências da Vida e Saúde a reduzir o tempo ocioso dos equipamentos, garantindo a disponibilidade operacional deles, como também podem melhorar significativamente os processos de auditoria e guiar melhor as futuras decisões de compra", acrescenta Parkinson.

A Unisys explora sua profunda experiência de domínio em setores de atividade como Ciências da Vida e Saúde. Recentemente, a companhia anunciou que seu premiado pacote de software de segurança Unisys Stealth® recebeu atualizações para estender a proteção a dispositivos da Internet das Coisas (IoT) e outros equipamentos conectados, incluindo aparelhos médicos, como monitores e bombas. A Unisys atende a mais de 1 milhão de incidentes solicitações de serviços por ano por meio de suas soluções globais de service desk.

Para ler o relatório completo, clique aqui

ANS define regras para cobrança de coparticipação e franquia em planos de saúde

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Resolução estabelece percentual máximo que pode ser cobrado do beneficiário e isenta mais de 250 procedimentos de cobrança

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou nesta quinta-feira (28), no Diário Oficial da União, a Resolução Normativa nº 433, que atualiza as regras para a aplicação da coparticipação e franquia em planos de saúde. A norma protege o consumidor ao estabelecer um percentual máximo a ser cobrado pela operadora para realização de procedimentos; ao determinar limites (mensal e anual) para exposição financeira do consumidor (o máximo que o consumidor pode pagar, no total, por coparticipação e franquia); e ao isentar a incidência de coparticipação e franquia em mais de 250 procedimentos, como exames preventivos e tratamentos de doenças crônicas, entre eles, tratamento de câncer e hemodiálise. Com a medida, a reguladora supre lacunas existentes na legislação, garantindo maior previsibilidade, clareza e segurança jurídica aos consumidores.

Outra novidade trazida pela norma é a possibilidade de operadoras de planos de saúde oferecerem descontos, bônus ou outras vantagens aos consumidores que mantiverem bons hábitos de saúde. A expectativa é que a medida incentive a adesão de beneficiários a iniciativas como programas de promoção da saúde e prevenção de doenças mantidos pelas operadoras.

Segundo o diretor de Desenvolvimento Setorial da ANS, Rodrigo Aguiar, a norma tem, entre suas premissas, "a transparência nas relações, a prestação de informações claras ao beneficiário, previsibilidade e segurança jurídica, liberdade na formatação dos produtos dentro de parâmetros claros e objetivos definidos, garantindo uma variabilidade dos produtos, conferindo mais opções de escolha ao beneficiário". O diretor destaca que o tema é de grande relevância, visto que, em 10 anos, a participação desses planos subiu de 22% para 52% do mercado. "Hoje, mais de 50% dos quase 48 milhões de beneficiários de planos de saúde estão vinculados a planos com coparticipação ou franquia", explicou.

  • A coparticipação é o valor pago pelo consumidor à operadora em razão da realização de um procedimento ou evento em saúde.
  • A franquia é o valor estabelecido no contrato do plano de saúde até o qual a operadora não tem responsabilidade de cobertura.

Um dos principais pontos da nova normativa é o estabelecimento de limites (mensal e anual) de exposição financeira do beneficiário: ou seja, o valor máximo a ser pago pela coparticipação e/ou franquia não pode ultrapassar o valor correspondente à própria mensalidade do consumidor (limite mensal) e/ou a 12 mensalidades no ano (limite anual).

  • Limite de exposição financeira é o valor máximo a ser pago por um beneficiário em razão da incidência de coparticipação ou franquia.

As novas regras também preveem isenção de cobrança de coparticipação e franquia em mais de 250 procedimentos e eventos em saúde, tais como: consultas com médico generalista, exames preventivos e de pré-natal e tratamentos crônicos, incluindo os pacientes com câncer e com problemas renais. Atualmente, os mecanismos incidem em qualquer procedimento. Com o estabelecimento de isenções, a ANS busca incentivar o adequado cuidado à saúde. Veja abaixo os procedimentos que não poderão ter cobrança de coparticipação e franquia:

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Caso seja ultrapassado o limite de exposição financeira anual, os custos de utilização do plano de saúde passarão a ser integralmente arcados pela operadora, sendo proibida a cobrança de valores excedentes no ano seguinte.

No caso de atendimentos em pronto-socorro, somente poderá ser cobrado valor fixo e único – não importando a quantidade e o tipo de procedimento realizado. O valor deverá ser previamente conhecido pelo beneficiário e não poderá ser superior a 50% do valor da mensalidade, nem maior que o valor pago pela operadora ao prestador.

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Outro aspecto importante é a determinação de um percentual máximo de coparticipação a ser cobrado do beneficiário, que não poderá ultrapassar 40% do valor monetário do procedimento ou evento em saúde efetivamente pago pela operadora ao prestador ou do valor da tabela de referência de procedimentos sobre os quais incidirá a coparticipação. Atualmente, não há um percentual máximo definido nas normas da ANS.

A regulamentação dos mecanismos financeiros de regulação foi discutida pela ANS em diversas oportunidades. Em meados de 2016, os debates ganharam mais vigor, tendo sido constituído um Grupo Técnico específico sobre o assunto para ampla discussão com a sociedade. Na sequência, o tema passou por audiência pública, consulta pública, e, por último, foi realizada pesquisa aberta à participação de toda a sociedade. A consulta pública recebeu cerca de 1.140 contribuições da sociedade e a pesquisa contou com 645 contribuições.

As novas regras entrarão em vigor em 180 dias.

GeneXus simplifica a inovação para empresas usuárias do ecossistema SAP

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Desenvolvedora global de produtos para software baseados em Inteligência Artificial lança soluções que agilizam a construção de aplicações Web e Mobile para o universo SAP

A GeneXus, desenvolvedora global de soluções baseadas em Inteligência Artificial, apresenta seu pacote de ferramentas que aceleram o desenvolvimento de aplicações web e mobile no universo SAP, automatizando a concepção, a integração e a evolução de aplicativos para diferentes pontos de contato digitais entre empresas, equipes e clientes.

De acordo com a GeneXus, as novas extensões são formas de simplificar a inovação para empresas que trabalham com o ecossistema SAP. “Estamos lançando uma maneira rápida de fornecer soluções sofisticadas, sem a necessidade de aprender a codificar uma única linha. Com essas ferramentas, o desenvolvedor pode se concentrar em inovações e soluções ao invés de focar em variações de programações”, pontua o country manager da GeneXus Brasil, Ricardo Recchi.

A plataforma cross da GeneXus é um caminho para gerar aplicações nativas e web padrão Fiori a partir dos dados corporativos dos sistemas SAP, S/4 HANA e SAP Leonardo, permitindo deploy automático para o SAP Cloud Platform. “Com ela, os desenvolvedores do GeneXus só precisam aprender uma única tecnologia, em vez de seis ou mais", pontua Recchi.

A nova forma de simplificar a inovação para empresas que trabalham com o universo SAP foi apresentada no Sapphire Now e na Conferência Anual da ASUG, em Orlando, na Flórida, que aconteceu este mês. O principal evento de tecnologia empresarial do mundo e a maior conferência SAP oferecem aos participantes a oportunidade de aprender e interagir com clientes, executivos da SAP, parceiros e especialistas em todo o ecossistema SAP.

“Foi o cenário ideal para testemunhar o aumento de produtividade que um desenvolvedor pode alcançar com GeneXus para projetos que incorporam tecnologias SAP, bem como na criação de extensões para SAP S/4HANA visando minimizar o tempo necessário no desenvolvimento de sistemas pelo uso de Inteligência Artificial”, finaliza Recchi, acrescentando que a GeneXus é um SAP Silver Partner e o GeneXus 15 possui integração certificada pela SAP com SAP S/4 HANA.

Conceito revolucionário de justiça social norteia novo MBA em Gestão da Qualidade, Ética e Equidade em Saúde

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Com abordagem inédita no Brasil, curso destina-se à formação e aprimoramento de diretores e líderes de instituições de saúde

Um dos princípios doutrinários do Sistema Único de Saúde (SUS), a equidade em saúde representa um passo adiante no conceito de justiça social. Não é apenas promover igualdade de oportunidades e de distribuição. A ideia é dar mais assistência a quem mais precisa, para eliminar as diferenças. Aliada à ética, a equidade é um fator imprescindível na busca pela qualidade na gestão do setor da saúde, o que vale tanto para instituições particulares e públicas. Esta visão inovadora da busca pela qualidade é um dos pontos-chave do MBA em Gestão da Qualidade, Ética e Equidade em Saúde, fruto de uma parceria entre o Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA), o Instituto Educacional Luterano Bom Jesus (IELUSC) e o Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Dona Helena (IDHEP), e que terá a sua primeira turma no próximo mês de julho, em Santa Catarina.

Atualmente, o CBA mantém também parcerias com a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e com a Faculdade de Educação em Ciência da Saúde do Hospital Alemão Oswaldo Cruz (SP), para a realização de cursos de especialização ou MBA para gestão da qualidade. “Estes cursos são importantes porque nos possibilitam treinar e capacitar um número cada vez maior de pessoas e, principalmente as lideranças”, afirma a médica Maria Manuela Alves dos Santos, superintendente do CBA. “Hoje, está claro que se não tivermos lideranças capacitadas, treinadas e informadas sobre a qualidade, não alcançaremos os padrões de qualidade e segurança importantes para toda a cadeia do processo de cuidado”, conclui.

Único no país

“O tema desse curso vem suprir uma necessidade totalmente inovadora, que é a questão da ética e da equidade. Esse é o diferencial do curso”, destaca a coordenadora geral do MBA, Solange Abrocesi, enfermeira com mestrado e doutorado em saúde pública. De acordo com ela, são esses conceitos aplicados à gestão que vão possibilitar que o profissional assuma um comportamento diferente. “Estamos falando de uma gestão voltada para pessoas, que pense em pessoas, na saúde e na doença, sobretudo naquelas decisões que são críticas. Com esta base, o profissional vai estar preparado para tomar uma atitude subsidiado por conceitos introjetados, no que diz respeito à equidade, pensando na justiça e na igualdade”, completa ela, que é professora do curso de graduação em enfermagem da Faculdade IELUSC.

Coordenador técnico do MBA, o patologista Carlos José Serapião é o idealizador do curso e explica que os temas centrais qualidade, ética e equidade se sustentam no tripé formado pelas instituições que se uniram para a realização do MBA: a estrutura acadêmica do IELUSC, que garantiu o cumprimento de todas as normas para a regularização do curso junto ao Ministério da Educação. Outro ponto é a questão da qualidade e do esforço de melhoria continuada dos serviços de saúde, onde se encaixa a missão do CBA, relacionada à qualidade e a segurança no cuidado ao paciente. E por fim, o Hospital Dona Helena, que através do Instituto de Ensino e Pesquisa, é o principal orientador da estrutura técnica do curso. “A junção dessas três entidades se dá porque cada uma delas tem uma diferente responsabilidade em relação ao novo curso de pós-graduação”, afirma ele que é o coordenador do Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Dona Helena e atual presidente da Regional de Santa Catarina da Sociedade Brasileira de Bioética.

Maria Manuela reforça que o MBA tem conteúdo técnico desenvolvido a partir de demandas reais do CBA para a formação de especialistas na área. “O programa do curso está totalmente de acordo com as diretrizes que guiam o nosso trabalho pela melhoria da qualidade e segurança na saúde há 20 anos”, completa ela.

Ética ou compliance?

Aliada ao conceito de equidade, a ética será abordada em diversos aspectos, como conta Serapião. “Começamos com a ética do atendimento do profissional de saúde e os diversos níveis em que se manifesta: a autonomia do paciente, a reprodução assistida, o cuidado paliativo, o cuidado com o final da vida, para citar alguns. Outro componente é a eticidade do profissional frente a essa ação, em que temos um humano cuidando de outro humano. Uma relação que não pode ser poluída por nenhum conflito de interesse. E por fim, temos os profissionais médicos entre si”, destaca ele. O coordenador do curso destaca que paralelamente às questões relativas à ética, surge a discussão a respeito do compliance, que seria a garantia de observação de toda a questão ética de acordo com as melhores práticas, “sem esquecer que estamos tratando de uma empresa que vai lidar com a vida humana, com a dignidade da vida”, reforça ele.

Estrutura inovadora

Não são só os temas do MBA em Gestão da Qualidade, Ética e Equidade em Saúde que são novidade. A estrutura do curso também foi concebida de forma diferenciada. Multidisciplinar, o programa foi dividido em eixos temáticos, para que em cada módulo, os alunos tenham foco nos tópicos propostos dentro de assuntos mais amplos. “Esse curso é inovador também no que diz respeito à transmissão do conhecimento e traz os temas distribuídos dentro desses eixos construtivos”, ressalta Serapião. Responsável pela divisão dos temas, a professora Solange Abrocesi explica que os eixos construtivos se complementam e aprofundam o conhecimento à medida em que o aluno vai progredindo. Ela é taxativa: “não existe no Brasil nem um outro curso de MBA com essa proposta, do que jeito que este está elaborado”, garante.

De caráter multidisciplinar, o MBA em Gestão da Qualidade, Ética e Equidade em Saúde é destinado “a todos os profissionais graduados que tenham interesse na questão da administração, sejam eles advogados, enfermeiros, médicos, psicólogos ou arquitetos. O foco é a gestão, independente da formação”, esclarece a professora.

Para garantir o nível de excelência do MBA, os coordenadores não pouparam esforços para encontrar profissionais com expertise em cada um dos temas e subtemas. “Esse curso tem 10 doutores, 12 mestres e 3 especialistas. Não é um curso para iniciantes”, afirma Serapião. O MBA em Gestão da Qualidade, Ética e Equidade em Saúde está previsto para começar em julho. Com aulas mensais, sempre no terceiro fim de semana do mês, o MBA terá duração de 18 meses e carga horária de 474h, divididas em aulas presenciais, EAD, orientação e elaboração de TCC. As aulas presenciais serão ministradas em Joinville (SC), nas dependências do IDHEP e do IELUSC.

InterSystems e Premera Blue Cross reúnem sinistros e dados clínicos para melhorar os serviços de saúde

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A InterSystems Corporation, líder mundial em tecnologia de informações de saúde, anuncia uma parceria inovadora com a Premera Blue Cross, licenciada sem fins lucrativos da Blue Cross Blue Shield no Alasca, e licenciada da Blue Cross no estado de Washington. A Premera está usando a solução InterSystemsHealthShare® para reunir dados clínicos obtidos a partir das trocas de informações de saúde e dos registros médicos eletrônicos (EMRs- Electronic Medical Record) dos grupos de prestadores de saúde, juntamente com sinistros, para construir um quadro completo de cada um de seus clientes. Ao fazer isso, a Premera pode gerenciar os riscos com mais eficiência e utilizar os dados para fundamentar seu propósito de “melhorar a vida dos clientes, fazendo com que os serviços de saúde sejam melhores”.

“Ao combinar sinistros e dados clínicos, permitimos aos prestadores entender melhor os problemas de saúde de um paciente, em tempo real”, afirma Colt Courtright, diretor de dados corporativos e análises da Premera. “Por exemplo, um médico sabe quais receitas foram escritas, mas não se foram preenchidas. Ao combinar dados clínicos e sinistros em tempo real, essa lacuna é preenchida, oferecendo aos médicos uma visão muito mais completa sobre a saúde de seus pacientes, possibilitando uma experiência de atendimento mais abrangente”.

A Premera e a InterSystems iniciaram sua parceria em 2017, quando usaram o HealthShare para se conectar ao sistema de troca de informações de saúde do Alaska, o healtheconnect Alasca, e reunir 150.000 registros de pacientes de todo o estado. Depois de alcançar rapidamente uma série de objetivos por meio do acesso a dados em tempo real do HealthShare, a Premera expandiu os serviços para incluir no sistema seus clientes residentes em Washington, e depois de outros 11 estados. Até o momento, a Premera recebe alertas do Departamento de Internação e Emergência (DE) de fontes de dados de instituições nesses 11 estados dos Estados Unidos, a partir de mais de 400 EMRs, possibilitando cuidados eficientes e holísticos a seus clientes.

“Ainda estamos engatinhando quando se trata de explorar ao máximo o potencial do Big Data na área da saúde. Estamos trabalhando com a InterSystems como parte da estratégia da Premera de alavancar dados de uma maneira significativa, que proporcione benefícios diretos para nossos clientes”, diz Courtright. “Desde a implementação do HealthShare, a Premera tem o potencial de avaliar melhor os riscos de saúde e auxiliar os pacientes que possuem necessidades de cuidados médicos em um nível mais elevado”.

“Enviamos sinistros todos os anos para CMS (Centers for Medicare and Medicaid Services), que demonstram o risco que assumimos orientados pela na nossa base de clientes”, afirma Courtright. “Acreditamos que um maior insight sobre o quadro de saúde completo de um cliente, e a capacidade de gerenciar riscos em tempo real, serão funções inestimáveis para nossa organização.”

“A falta de alinhamento entre prestadores de saúde e pacientes tem sido, e continuarão a ser, um enorme obstáculo em nosso sistema de saúde”, conclui Don Woodlock, vice-presidente do HealthShare na InterSystems. “Reunir dados clínicos e sinistros proporciona à Premera maior insight sobre seus clientes, permitindo-lhes inovar de forma bastante empolgante. Isso lhes permite serem parceiros e mais colaborativos em sua rede de provedores, o que leva a melhores resultados para todos”.

Doenças crônicas impactam negativamente no PIB do país

Doenças crônicas impactam negativamente no PIB do país

Muito além de um problema de saúde pública que atinge diretamente a população, as doenças crônicas também têm um impacto significativo na produtividade e nos custos da gestão de saúde nas empresas. Para se ter uma ideia, a Brazil-US Business Council, organização que se dedica ao fortalecimento das relações econômicas e comerciais entre os Estados Unidos e o Brasil, estima que no país, até 2030, os casos de absenteísmo, presenteísmo e aposentadoria precoce, cuja causa são as doenças crônicas, atinjam perdas de 8,7% do PIB (dados do Sesi).

Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde – parceria entre o Ministério da Saúde e o IBGE - realizada em 2013, 45,1% dos entrevistados reconheceram ter pelo menos uma doença crônica não transmissível, sendo a Região Sul do país a de maior prevalência, com 52,1% dos casos. De acordo com os dados, em primeiro lugar está a hipertensão arterial com 21,4%. Responsável por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal terminal, ela é a causadora de 40% dos casos de aposentadoria precoce e de absenteísmo no trabalho. Por sua vez, a obesidade e o excesso de peso também pesam muito nesta equação. Uma pesquisa do Centro de Controle e Prevenção de Doenças, agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, apurou que um obeso custa US$ 1,4 mil por ano a mais ao empregador do que uma pessoa com peso normal, sendo que a redução de apenas 10% deste peso é capaz de resultar em ganhos de saúde ao trabalhador e refletir diretamente na produtividade da empresa.

De acordo com Alexandre Berger, médico e CEO do Imtep, um dos líderes no segmento de gestão de saúde empresarial no país, é essencial que as corporações revejam seu modelo de administração nesta área. Segundo ele, o setor de Recursos Humanos das empresas precisa ter conhecimento que 85% dos problemas de saúde podem ser resolvidos por meio de um programa de atenção primária.

“Baseados neste índice da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e em dados comprovados por outras pesquisas do mercado, aconselhamos às empresas a implantação do conceito da Medicina de Família que se baseia na atenção primária à saúde do funcionário. Por meio de um programa denominado de Núcleo de Atenção Primária (NAP), o ambulatório passa a coordenar o cuidado de cada indivíduo, dando prioridade ao vínculo e ao acolhimento, somente encaminhando aos médicos especialistas quando necessário”, afirma.

Os benefícios do programa para os funcionários e para empresa são expressivos no controle do índice de doenças crônicas e na prevenção dos agravos decorrentes delas. “Para se ter uma ideia, dados da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, apontam que este tipo de sistema similar pode trazer um índice de resolutividade de até 90% dos casos. Desta forma, previne-se a doença com diversas ações antes da instalação de cronicidade. Além disto, estima-se uma redução de 25% dos custos médios com saúde, 30% de redução no absenteísmo e 46% de redução da sinistralidade. Os ganhos para o setor de Recursos Humanos e Financeiro da empresa são tremendos. Além de promover diretamente o aumento do bem-estar dos funcionários, o impacto na redução dos custos com saúde das empresas é significativo”, finaliza Berger.

Instituto Ética Saúde comemora o apoio da ABRAMED

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A Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (ABRAMED) passou a integrar o Conselho Consultivo do Instituto Ética Saúde, que agora conta com 18 representantes da indústria da saúde e de entidades médicas, trabalhando em conjunto pela transparência e concorrência leal do setor.

“É uma enorme vitória termos a Medicina Diagnóstica ao nosso lado, nesta jornada. Recentemente também se uniu ao IES a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML). Com a adesão destes importantes players, expandimos o diálogo e, consequentemente, fortalecemos o Acordo Setorial”, analisa o presidente do Conselho Administrativo do Instituto Ética Saúde, Gláucio Pegurin Libório.

Fundada em 2010, a ABRAMED surgiu como instrumento aglutinador de um segmento que mobiliza uma vasta cadeia de valor. Representante de mais de 60% de todos os exames realizados pela saúde suplementar no país, a Associação dialoga com instituições públicas, governamentais e regulatórias, buscando contribuir para o debate nacional sobre saúde e influenciar na adoção de políticas e medidas que levem em conta a relevância da medicina diagnóstica para a população do país.

Fazem parte também do Conselho Consultivo, o Instituto Ethos, a Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Produtos para Saúde - ABRAIDI, a Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde – ABIIS, Associação Brasileira de Auditores em Saúde – AUDIF, Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde – ABIMED, Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios – ABIMO, Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial – CBDL, Associação Nacional de Hospitais Privados – ANAHP, Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo - FEHOSP, Associação Médica Brasileira – AMB, Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista – SBHCI, Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular – SBCCV, Sociedade Brasileira de Cardiologia – SBC, Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – SBOT, Associação Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização – SOBECC, a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial – SBPC/ML e o Colégio Brasileiro de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial – CBCTBMF.

Sobre o Ética Saúde

O Instituto Ética Saúde busca garantir a segurança do paciente e a sustentabilidade do sistema de saúde por meio de uma conduta ética entre os atores em um ambiente de concorrência justa e transparente. Os objetivos consentidos do Instituto Ética Saúde incluem evitar incentivos ilegais ou antiéticos para agentes públicos e privados, prática de atos médicos ilegais ou antiéticos, evasões fiscais, irregularidades regulatórias, concorrência desleal, violação de direitos do consumidor e falsificação.

Este arcabouço é fiscalizado por meio de denúncias anônimas ou identificadas, com apuração justa e realização de um cadastro público positivo, para revelar à sociedade quais empresas atuam efetivamente de forma ética. O Canal de Denúncias é o www.eticasaude.org.br ou o 0800-741-0015.