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Articles from 2015 In July


A 10a. Conferência Internacional sobre Genômica (ICG-10) será em outubro

SHENZHEN, China, 31 de julho de 2015 /PRNewswire/ -- A 10a. Conferência Internacional sobre Genômica (ICG-10, www.icg-10.org) será realizada pela BGI de 22-25 de outubro de 2015, em Shenzhen, China.

A conferência está celebrando seu 10o. aniversário este ano. Desde sua inauguração em 2006, a ICG se tornou uma das reuniões mais influentes do mundo no ramo das "ômicas", e um dos encontros científicos mais dinâmicos, entusiastas e prazerosos.

A ICG-10 se concentra em inovações e avanços recentes da pesquisa sobre "ômicas" que transformação ainda mais as pesquisas científicas em melhor saúde, tratamentos e curas na próxima década. Isso vai incluir temas como genômica clínico, saúde reprodutiva, câncer, envelhecimento, medicina de precisão, metagenômica, genômica sintética, bem como bioética e as implicações sociais. A ICG-10 reunirá os líderes intelectuais mais influentes e principais cientistas, cobrindo os temas mais em polêmicos e as melhores aplicações práticas.

Destaques da conferência

  • 20 palestras
    apresentadas pelos cientistas e líderes mais destacados.
  • 16 sessões
    tratando de temas empolgantes da ciência das "ômicas" e lançando uma sessão revigorante sobre bioética e educação.
  • 100 oradores
    incluindo ganhadores do prêmio Nobel, acadêmicos, indivíduos notáveis no ramo da pesquisa e executivos seniores de todo o mundo.
  • Lançamento de produto
    apresentando os produtos e sistemas mais avançados no campo. Participe do lançamento inicial do novo sistema da BGI no local.
  • Exibição
    apresentando mais de 20 companhias importantes. Descubra suas mais recentes ofertas e soluções sobre as "ômicas".
  • Tour pelo local
    visite o maio centro de genômica do mundo e explore o recém-concluído Banco Genético Nacional da China.

Temas da conferência

  • Envelhecimento
  • Agricultura
  • Grandes dados
  • Bioética e as implicações sociais
  • Câncer
  • Genômica clínica
  • Genomas em uma comunidade
  • Imunoterapia
  • Metagenômica
  • Tecnologia ômica
  • Genômica de plantas
  • Medicina de precisão
  • Doenças raras
  • Saúde reprodutiva
  • Genômica sintética

Principais oradores

  • Lieipng Chen, diretor, programa de imunologia do câncer no Yale Cancer Center, universidade de Yale, EUA
  • Jenny Graves, professor ilustre, universidade La Trobe, Austrália
  • Leroy Hood, co-fundador, Institute for Systems Biology, EUA
  • Xin Lu, fundador, LICR Oxford no Ludwig Institute for Cancer Research, Reino Unido
  • Elaine Lyon, professora adjunta de patologia clínica, faculdade de medicina da universidade de Utah, EUA
  • Richard Roberts, cientista chefe no New England Biolabs, ganhador do prêmio Nobel em fisiologia ou medicina em 1993, EUA
  • Douglas C. Wallace, diretor, Center for Mitochondrial and Epigenomic Medicine, Hospital infantil do Philadelphia Research Institute, EUA

Veja mais oradores

Contato

Tel: +86-755-25273340
E-mail: [email protected]

FONTE BGI

Campanha da Pfizer propõe novo olhar sobre o envelhecimento

SÃO PAULO, 31 de julho de 2015 /PRNewswire/ -- Com o objetivo de redefinir o significado do envelhecimento, convocando brasileiros de todas as idades para o debate, a Pfizer acaba de lançar a campanha "Envelhecer Sem Vergonha – Qualidade de vida não tem idade", uma iniciativa com ações presenciais e digitais, como portal, fanpage e vídeos, que propõe uma conversa franca e bem-humorada sobre o assunto. "Pretendemos, de um jeito leve, ajudar a dissipar os temores da população sobre o envelhecimento e ressaltar que se trata de um processo contínuo, que depende dos hábitos adotados durante a vida toda", diz o presidente da Pfizer Brasil, Victor Mezei.

Faz parte da campanha a pesquisa "Como os brasileiros encaram o envelhecimento", um levantamento inédito do Instituto QualiBest envolvendo 989 pessoas entre 18 e 61 anos ou mais. "Realizamos esse trabalho para entender como o brasileiro vê o envelhecimento sob os vários aspectos, seja físico, emocional ou profissional, considerando que essa discussão se torna cada vez mais prioritária em uma sociedade que envelhece em ritmo acelerado", diz Eurico Correia, diretor médico da Pfizer.

O medo de envelhecer é uma das principais conclusões da pesquisa. Apenas 9% dos entrevistados afirmam que não têm receios em relação à velhice e 1% não soube responder. Para os 90% que esboçaram temores, as principais preocupações foram desenvolver problemas de saúde e limitações físicas, enfrentar a solidão e ter dificuldades de memória. Outros temores lembrados foram as preocupações financeiras e o distanciamento dos familiares, além da diminuição da atividade e do desejo sexual.

Apesar dos temores, o brasileiro quer viver muito: 46% dos entrevistados esperam chegar pelo menos aos 86 anos e, para 23% dos ouvidos, a estimativa é de que a vida se prolongue até a faixa dos 96 aos 120 anos. O aumento da longevidade é atribuído ao aprimoramento da medicina preventiva por 47% dos entrevistados. O progresso das cirurgias para doenças graves é citado por 34%, juntamente com os avanços dos medicamentos (34%).

A pesquisa mostra ainda que envelhecer é mais desconfortável para as mulheres do que para os homens. Elas também se incomodam mais em dizer a idade e estão menos confortáveis com sua aparência física, idade e vida sexual. Outro aspecto detalhado pelo levantamento é o lado econômico e profissional da velhice, mostrando como as pessoas se planejam para esse momento.

Informações  - 3643-2785

FONTE Pfizer

O retorno à vida selvagem

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Semanas atrás, meu time e eu estávamos em uma reunião de preparação para o IT Forum, quando o Miguel Petrilli entrou na sala e nos mostrou uma foto que havia tirado de um quadro, em um restaurante. A imagem trazia a seguinte frase: “Il possibile l'abbiamo già fatto; l'impossibile lo stiamo facendo; per i miracoli ci vuole un pò di tempo”. Miguel nos ajudou a traduzir o texto: “O possível nós já fizemos; o impossível nós estamos fazendo; mas o milagre leva um pouco mais de tempo”.

A vivência no garimpo, como contei nos posts anteriores, lapidou a minha capacidade de empreender e produzir riqueza. Porém, foi a TI que me proporcionou as minhas maiores conquistas, de uma forma que parecia impossível aos meus 17 anos, quando abandonei a escola para trabalhar. Ironicamente, essa decisão liderou uma sequência de escolhas que compensam e recompensam a renúncia do passado.

É assim que defino o compromisso da IT Mídia com o desenvolvimento das lideranças da indústria e do CIO: uma jornada coletiva (na qual certamente me incluo), fascinante e inesgotável pelos mais incríveis campos do conhecimento.

Uma viagem de transformação profissional e pessoal, seja por terra, ar ou mar. Por sinal, entre 30 de outubro e 2 de novembro, navegaremos durante três dias pelas águas do Rio Solimões, na Amazônia, levando a bordo do navio hotel Iberostar Grand Amazon cerca de 50 CEOs de fabricantes líderes da TI.

Aconteceu por acaso. Em março, estive nesse mesmo navio, a convite do pessoal do Iberostar. Foi a primeira vez que retornei à floresta desde minha passagem pelo garimpo, e notei a mudança nas margens do rio, hoje mais exploradas e populosas. Não fui o único, afinal, a me transformar nesses anos todos. A rede em que eu dormia se tornou uma cama larga e confortável, mas de uma coisa eu tive certeza: a imersão na vida selvagem me deixou marcas permanentes. Grandes lições. E eu queria compartilhá-las.

Liderança para sustentabilidade é o tema que esse grupo vivenciará na teoria e, mais do que nunca, na prática. Primeiro, com passeios por terra e mar para entender o ecossistema da Amazônia; depois, com palestras e workshops que solidificam esses aprendizados e conectam, de forma clara e pragmática, natureza e negócios, aprimorando a visão desses executivos como líderes. Quem nos ajudará nessa missão é a ex-ministra do Meio Ambiente e ex-candidata a presidente Marina Silva, que conhece o meio ambiente com a propriedade de quem cresceu na floresta.

O que tudo isso significa? Inicialmente, demonstra que a IT Mídia está inteiramente envolvida com o mundo da educação, como você perceberá em outras diversas iniciativas que planejamos para este ano. Queremos contribuir para uma formação completa e humana dos executivos que fazem parte dessa comunidade. E vamos juntos nessa jornada. Porque, pessoalmente, essa é também uma forma de retribuição a um setor que não me deixa acreditar no impossível.

Quem investe em wearable devices?

Quem investe em wearable devices?
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Para quem ainda não sabe, wearables devices são dispositivos vestíveis, atualmente em alta para a área da saúde. Alguns exemplos são:

Realidade aumentada: soluções como o Google Glass, integrado com outros softwares, é capaz de receber mensagens de texto e coordenadas de GPS.

Monitoramento corporal (Health & Fitness): companhias que oferecem ferramentas que te permitem acompanhar o desempenho do seu próprio corpo e mente. Exemplo delas são Fitbit e Jawbone.

Monitoramento cerebral: biosensores que monitoram o cérebro e são capazes de medir a performance mental e indicar a necessidade de cuidados antiestresse.

Controlled Computing: dispositivos vestíveis que permitem que o usuário seja o controlador do computador por meio de seu corpo, sem a necessidade de controles convencionais como teclados.

POV (Point of View): especializas em câmeras portáteis e gravadores de áudio como a GoPro e o Nugg-it.

Tendências de financiamento

Ao longo dos últimos cinco anos, o mercado de wearables registrou mais de US$ 1,4 bilhões de investimentos em startups emergentes no mundo, segundo CB Insights.

LEIA MAIS: Gartner prevê crescimento da área de wearable devices

O que o ano de 2015 reserva para o setor de Wearable Devices?

Entre 2012 e 2013, houve um salto de 135% em relação aos negócios e o financiamento atingiu alta de US$ 502 milhões em investimentos,38% a mais do que 2013.

Financing Trends

A maioria dos negócios nos últimos dois anos ocorreram nas fases iniciais do investimento de venture capital, assim que houve um boom no mercado. Mais de dois terços de todos os acordos recentes ocorreram na fase chamada Seed, primeira camada de investimento acima do investidor anjo, com um total de 56 ofertas nos últimos dois anos. O financiamento tem-se concentrado nas rodadas da Série A e B, com US $ 249 milhões e 193 milhões.

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A Califórnia (EUA) tem dominado os investimentos em wearables. Foram mais de US$ 745 milhões em 34 empresas diferentes. Isso representa quase 77% do financiamento total. No entanto, muitas empresas de wearables também são de outros países.

As companhias mais bem financiadas

Enquanto a indústria ainda está amadurecendo, algumas  empresas têm recebido os montantes mais significativos em financiamento. Jawbone leva o primeiro lugar, com US$ 471 milhões, seguido por Fitbit e MC10. Das 10 maiores empresas de wearables melhor financiadas, Khosla Ventures investiu em três delas.

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LEIA MAIS: Quem são os fundos de investimento mais ativos em saúde digital?

Fonte: Com informações do cbinsights.com

ABIMED capacita pequenas e médias empresas em compliance

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A ABIMED – Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde - desenvolveu um conjunto de iniciativas para ajudar pequenas e médias empresas do setor a implementar programas de compliance. O objetivo é capacitar as empresas para se adequarem ao novo Código de Conduta da entidade e à Lei Anticorrupção vigente no país.

O programa oferece conhecimento prático e visa principalmente empresas que não possuem uma área estruturada de compliance. “Nosso objetivo é oferecer ferramentas para ajudá-las a implementar boas práticas de negócios no seu dia a dia e na interação com todos os públicos” destaca Carlos Goulart, presidente-executivo da ABIMED.

Segundo Goulart, disseminar uma cultura de compliance é fundamental para o segmento da Saúde, que tem grande interação com o setor público, como a área regulatória e a Receita Federal, além de participar de licitações. “São empresas que também dependem de terceiros na sua prática comercial, como distribuidores, representantes e despachantes aduaneiros, e que interagem muito com profissionais de saúde”, diz ele.

O programa de capacitação prevê a realização de uma série de treinamentos, que deverão se prolongar até março de 2016. Além de presenciais, eles serão gravados e disponibilizados no site da ABIMED.

Para apoiar as empresas, a ABIMED criou ainda o Grupo de Estudos de Compliance (GEC), ligado à Comissão de Ética, com a missão de criar ferramentas práticas que possam ser utilizadas no dia a dia. A primeira delas é um documento com perguntas e repostas sobre a aplicação do Código de Conduta da ABIMED.

O Código, que está na quarta edição revista, inovou ao recomendar e detalhar um programa de compliance para a interação das empresas com terceiros e intermediários. Ele também altera as regras para o relacionamento com profissionais de saúde, propondo um novo modelo de patrocínio em substituição ao patrocínio direto.

“O programa de capacitação tem uma dupla finalidade: ao mesmo tempo que exerce uma ação profilática para evitar que as empresas se envolvam em más práticas, visa protegê-las de eventuais condutas irregulares de terceiros” avalia Goulart.

Sobre a ABIMED

A ABIMED congrega cerca de 170 empresas de tecnologia avançada na área de equipamentos, produtos e suprimentos médico-hospitalares. O setor responde por 0,6% do PIB brasileiro e gera cerca de 147 mil empregos diretos e indiretos que, na maioria, requerem capacitação e promovem a formação de mão de obra qualificada nas áreas de engenharia e saúde.

A ABIMED entende que a inovação melhora a qualidade de vida dos pacientes, eleva os indicadores de saúde do país, promove desenvolvimento por meio da geração de riquezas e empregos qualificados e contribui para elevar o patamar tecnológico do Brasil, possibilitando uma melhor inserção do país nas cadeias globais de valor agregado.

Fundada em 1996, a entidade coopera com a Anvisa, - órgão regulador e sanitário -, e com autoridades da Saúde, fomentando a implementação de políticas e regulamentações que proporcionem à população acesso rápido a novas tecnologias e a inovações, em um ambiente ético de negócios.

Grupo Perinatal amplia equipe de executivos com foco em business

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O Grupo Perinatal fortalece seu quadro de executivos de mercado e marketing com duas novas contratações. Theiza Conte Paiva ficará à frente da diretoria de Marketing e Inovação e Almir Soares Junior assume o posto de Diretor Comercial.

Theiza é Mestra em Administração pela PUC Rio, em Gestão da Inovação; tem MBA pela Fundação Getúlio Vargas em Marketing Estratégico; e fez programas de extensão em Branding na Kellog School, Universidade de Chicago e do Executive Program de Warthon University, em Strategic Thinking and Management for Competitive Advantage. A profissional tem uma carreira consolidada como gestora executiva de Planejamento Estratégico de Marketing, Gestão de Marca, de Comunicação e de Soluções de Inovação em Serviços (Design de Serviços) em empresas nacionais e multinacionais, de diferentes segmentos. Ela foi, por mais de 10 anos, Sócia-Diretora de Planejamento da Crama Design Estratégico.

Almir Soares Junior é médico pediatra, pós-graduado em Gestão de Saúde pelo Ibmec e em Auditoria Médica pela Fundação Unimed. Por oito anos, Amir foi gerente médico do Grupo Amil onde atuou em diversos estados do Brasil como gestor da rede credenciada, gerente de credenciamento e relacionamento da rede e gerente comercial dos Hospitais próprios da assistência de saúde.

Sistema reduz riscos de interações medicamentosas

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O uso de medicamentos deve ser sempre acompanhado por cuidados especiais. Pacientes em UTI, por exemplo, muitas vezes precisam utilizar mais de 10 medicamentos simultaneamente. Por isso, os sistemas que avaliam as interações entre os medicamentos vêm sendo cada vez mais utilizados como ferramenta para reduzir riscos em ambientes hospitalares.

Henrique Pereira, gerente de negócios da Micromedex, sistema de suporte à decisão clínica da Truven Health Analytics e líder mundial de informações sobre medicamentos, explica que o sistema aumenta a eficiência e qualidade do cuidado ao paciente, apoiando as atividades dos farmacêuticos clínicos e outros profissionais de saúde. “A ferramenta não substitui o trabalho do profissional – este ainda tem a responsabilidade da tomada de decisão -, mas oferece informações baseadas em evidência para apoiar essa decisão, diminuindo as possibilidades de erro”, afirma.

Segundo ele, um grande número de hospitais brasileiros já utiliza diariamente essa ferramenta, inclusive integrada em prontuários eletrônicos. “O sistema ainda traz as interações dos medicamentos com alimentos, álcool, e o risco do uso durante a gravidez e lactação”, explica Pereira.

“Interações medicamentosas são comuns e difíceis de serem identificadas sem um sistema de apoio. Elas podem aumentar risco de sangramento, diminuir a eficácia de um antibiótico ou anticonvulsivante, ou ainda causar uma overdose. Todos esses desfechos contribuem para a diminuição do cuidado ao paciente e aumento dos gastos da saúde. O farmacêutico é em geral o profissional mais envolvido nesta questão, mas os médicos e enfermeiros também devem estar atentos às interações, para também identificá-las e intervir antes que um evento adverso aconteça”, reforça Pereira.

Internacional

Presente em 90 países, o sistema de apoio à decisão Micromedex é uma das soluções da Truven Health Analytics, com faturamento mundial anual de US$ 600 milhões. Há mais de 40 anos, o Micromedex é líder mundial na área de informações em saúde baseadas em evidência. Além do Micromedex, Truven Health Analytics é detentora das marcas MarketScan, 100 Top Hospitals, Simpler, CareDiscovery, Heartbeat Experts e JWA.

Centro Paulista de Oncologia tem nova unidade

Centro Paulista de Oncologia tem nova unidade

Referência em atendimento oncológico na capital paulista há mais de três décadas, o Centro Paulista de Oncologia (CPO) – Grupo Oncoclínicas inaugurou uma nova unidade na cidade – o CPO Faria Lima. Fundado pelos oncologistas clínicos Sergio Daniel Simon e Rene Gansl, o Centro Paulista de Oncologia é reconhecido nacionalmente pela excelência no cuidado integral e individualizado ao paciente oncológico.

Estas que são consideradas “marcas registradas” do serviço, segundo Simon, permitem que o CPO atue por meio de um modelo de cuidado que vai além dos muros dos hospitais, com mais conforto, tranquilidade e segurança, “sem perder de vista a humanização e a medicina baseada em evidência, o que proporciona a cada paciente uma conduta terapêutica exclusiva de forma a atender de maneira precisa e integrada as necessidades caso a caso”.

Instalado em uma das áreas mais nobres de São Paulo, o novo endereço conta com um ambiente de 2.000 m2, no qual foram investidos mais de 10 milhões de reais. O local abriga uma infraestrutura composta por uma ampla sala de espera, consultórios amplos, cabines individuais para quimioterapia, farmácia de dispensação de fármacos, além de um acolhedor e espaçoso jardim à céu aberto – um espaço criado sob medida, destinado a proporcionar conforto e bem-estar aos pacientes, familiares e/ou acompanhantes durante toda a estadia no serviço. A nova unidade oferece também um serviço telefônico de apoio aos pacientes disponível 24 horas por dia; além de acompanhamento médico durante internações hospitalares e/ou quando preciso.

Simon esclarece que embora a evolução em termos de infraestrutura contribua para a manutenção da excelência dos processos do CPO, “a relação entre o médico, o paciente e a equipe multiprofissional é o fator de maior impacto no processo terapêutico”. Esta interligação é estabelecida desde o primeiro contato com o paciente e é responsável por motivar cada ação empreendida no CPO pelos mais de 60 médicos – entre oncologistas e hematologistas, que compõem o corpo clínico e de toda equipe de profissionais envolvidos no atendimento – enfermeiros, psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas, farmacêuticos clínicos, entre outros. O CPO conta também com terapias complementares, como reflexologia, que podem contribuir no tratamento. Além disso, o centro adota ainda o conceito de “Choose Wisely” (escolha com sabedoria, na tradução livre) – que consiste em estratégias que evitem exames e tratamentos desnecessários no campo da oncologia.

Internacionalização e intercâmbio em educação e pesquisa

O CPO conta com uma parceria internacional com o Dana Farber Institute / Harvard Cancer Center, que garante aos pacientes a possibilidade de discussão de casos clínicos, entre os médicos e especialistas americanos e ainda, proporciona a educação continuada de seu corpo clínico, com aulas, intercâmbios e eventos com novidades em estudos e avanços no tratamento da doença.

Acreditações

O CPO possui a Acreditação em nível III pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e acaba de conquistar a Acreditação Canadense Diamante (Accreditation Canada), do Canadian Council on Health Services Accreditation. O que confere ao serviço os certificados de “excelência em gestão e assistência” e como uma instituição qualificada no exercício das melhores práticas da medicina de acordo com os padrões internacionais de avaliação.

CPO em São Paulo

O CPO Faria Lima está localizado na Av. Brigadeiro Faria Lima, 4.300. Atualmente a instituição possui mais duas unidades de atendimento na cidade, no Tatuapé e em Higienópolis. O antigo endereço, localizado na Avenida Europa – espaço que ocupava desde 1997, encerrou suas operações no mês de julho, dando lugar a nova unidade Faria Lima.

A importância da logística contra fraudes e desvios das OPMEs

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Em 2012, um escândalo de grandes proporções no setor da saúde trouxe à tona o que todos já sabiam: a necessidade de um investimento efetivo para monitoramento e rastreabilidade de órteses e próteses. O caso envolvendo próteses mamárias atingiu milhares de mulheres que apresentaram vazamentos no implante. Os produtos eram impróprios, sem certificação sanitária e rompiam-se facilmente, e apesar de muita divulgação muito pouco ou quase nada foi feito para mudar este cenário.

Mais recentemente, novas denúncias, desta vez divulgando desvios e fraudes no segmento de órteses e próteses vieram à tona. Como são materiais especiais, caros e com fácil envolvimento de glosa, é fato de que necessitam de cuidados diferenciados de gestão e monitoramento em todos os processos envolvidos.

Conforme divulgado recentemente pelo Ministro da Saúde, Arthur Chioro, chama a atenção o lucro de 10% a 30% decorrente de uma diferença entre o preço final dos produtos e o custo final que é apresentado.

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OPME: uma conta perigosa e compartilhada

OPMEs e os custos da assistência

A despeito do mal caráter dos envolvidos, muitas destas ocorrências poderiam ser evitadas ou melhor controladas pelos serviços de saúde com um eficiente serviço de logística hospitalar, cuja responsabilidade é gerir todo o fluxo de materiais e medicamentos nas unidades de saúde, desde o momento em que são recebidos no centro de distribuição até chegar ao paciente.

Com o devido cadastro e identificação com número de série dos produtos, tem-se o cruzamento de dados de cada paciente, com todas as especificações do material a ele destinado, como procedência, lote, validade, indicação de uso etc.

O Projeto de Lei 17/2015, do governo federal, pretende classificar como crime as fraudes envolvendo fornecimento e prescrição de próteses e órteses. A proposta é necessária para que aja uma fiscalização eficiente. Porém, é essencial a implantação de sistemas de gerenciamento e rastreabilidade que combatam este mal crônico envolvendo as OPMEs e que tanto lesa o sistema de saúde, com consequências muito ruins para todos.

Quais são as empresas de saúde mais inovadoras?

Quais são as empresas de saúde mais inovadoras?

Estamos carecas de saber que falta uma cultura de inovação no Brasil. Isso quer dizer que os brasileiros não têm criatividade? Não. Não é isso. O fato é que tem uma série de obstáculos para que a inovação seja considerada um aspecto estratégico dentro das organizações brasileiras.

As reclamações de empresários e investidores se assemelham nos quesitos: falta apoio governamental; o custo da inovação é alto, ou seja, vários fatores no sistema de produção, infraestrutura e educação encarecem a atividade de P&D no País; excesso de burocracia atrelada aos processos P&D; distanciamento entre empresas e academias; entre outros.

No índice global de inovação de 2014, organizado pela Organização Mundial de Propriedade Intelectual (Wipo, na sigla em inglês), o Brasil ocupa a 61° posição de 143 países. Na Europa, por exemplo, o registro de um produto leva seis meses para acontecer e de uma patente até três anos. Já no Brasil, o tempo de três anos é para o registro de produtos e acima de sete anos para patentes.

Apesar de estarmos atrás em relação a muitos outros países, a inovação já virou assunto recorrente, principalmente depois da Lei de Inovação, promulgada no fim de 2004, e o advento de políticas públicas de fomentos nos últimos anos. Segundo o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a soma dos aportes públicos e privados em P&D foi de R$ 54,93 bilhões em 2012, o equivalente a 1,24% do PIB – percentual ainda longe da meta de 2%.

Quais são as empresas de saúde mais inovadoras? 

De acordo com a publicação “As 100 Maiores Empresas mais Inovadoras”, do Valor Econômico em parceria com a Strategy& (julho de 2015), as farmacêuticas e as empresas de Ciências da Vida aparecem em primeiro lugar como as que mais investem em inovação, 100% das que participaram do estudo do Valor, com 136 empresas de diferentes ramos, afirmaram investir mais do que 5% de seu faturamento em P&D. O estudo contempla apenas instituições que faturam acima de R$ 750 milhões.

Em seguida, os nichos que mais investem são: TI e Telecom (38% delas investem mais do que 5% do faturamento); Serviços Financeiros (18% investem acima dos 5% do faturamento); Bens de Capital (8%); e Bens de Consumo (6%).

Na divisão por setor, a pesquisa traz as cinco que mais se destacaram entre as farmacêuticas:

  • Aché Única empresa nacional entre as primeiras do rankingInvestiu R$ 58 milhões em P&D em 2014Em 2014 lançou 19 novos produtosO pipeline contém 184 projetos a serem desenvolvidosEm 2015, vai manter 10% da geração de caixa operacional em P&D e Inovação
  • BayerPrevisão de investir R$ 213 milhões no Brasil em P&D este anoLíder no segmento de Saúde da MulherResponsável por 10% das exportações da indústria farmacêutica brasileira
  • NovartisReceita anual: R$ 3,3 bilhõesDe 3000 pessoas no Brasil, 300 são dedicadas à inovaçãoR$ 170 milhões investidos em estudos clínicos no BrasilCom faturamento anual de US$ 58 bilhões (sede Suíça), US$ 9,9 bilhões vão para P&D (2014)
  • JanssenÁreas mais importantes: oncologia, imunologia, doenças infecciosas, sistema nervoso central, cardiologia e metabolismoLaboratório tem 679 pesquisas em diferentes moléculas
  • SanofiCom unidade de estudos clínicos em São Paulo, a empresa emprega cem funcionáriosProduz 54 testes clínicos, entre estudos globais e regionais para quatro empresas de saúde humana do grupo – Farma, Medley, Sanofi Pasteur e GenzymeNa última década, a empresa investiu mais de U$$ 125 milhões em P&D

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