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Articles from 2016 In July


IoT a favor do relacionamento médico-paciente

iot tecnologiaA Internet das Coisas Conceito de Internet das Coisas emergiu em meados dos anos 80 para ilustrar um futuro onde tudo se comunica. Hoje, novos recursos tecnológicos vêm aperfeiçoando a comunicação no setor e oferecendo experiências positivas a médicos e pacientes

Por Flávia D’Angelo

Quando surgiu, em meados dos anos 80, a comunicação entre máquinas era vista como coisa do futuro e era retratada como ficção científica em filmes como Blade Runner (1982) ou De volta para o futuro II (1989). Quem não se lembra da roupa automatizada de Marty McFly, dos carros voadores ou até mesmo dos garçons holográficos que atendiam no bar em que o personagem visitou em 2015? Embora intangível na época, nascia ali o conceito de Internet das Coisas (Internet of Things – IoT). Ali era um simples exercício de futurologia, mas o que não se previa era que a revolução estava prestes a explodir e, em poucas décadas, o impacto da internet seria tremendo.

Hoje, a Internet das Coisas promove mais que uma mudança de paradigma. Em linhas gerais, ela representa a interação de objetos físicos e reais através de uma conexão de Internet e armazenamento em nuvens. Ou seja, com o uso de tecnologias de rastreamento, identificação e troca de informações esse novo padrão de comunicação é capaz de gerar uma avalanche de dados que fica armazenado e disponível ao mundo físico no chamado Big Data. Em um futuro próximo, uma imensa quantidade de informações sobre temperatura, trânsito, consumo de energia, localização, entre outros, será enviada periodicamente por todos os carros, medidores elétricos, torradeiras e celulares para a internet.

A IMS Research estima que, em 2020, existirão cerca de 22 bilhões de sistemas embarcados e outros dispositivos portáteis conectados à Internet que produzirão mais de 2,5 quintilhões de bytes de dados novos a cada dia. Segundo a consultoria Gartner, entre 2014 e 2015, houve um aumento de 30% no uso de aparelhos inteligentes, alcançando 4,9 milhões de dispositivos conectados no período, e esse número deve chegar a 23,4 milhões, em 2017, e 25 bilhões, em 2020.

Na área de saúde, a contribuição é ainda maior visto que o conceito de IoT engloba não só a conexão de dados em tempo real, mas também a análise e a reação com base no entendimento dos dados capturados. Por exemplo, a conexão de monitores acoplados pode permitir ao médico, por exemplo, acompanhar pacientes e até fazer prescrições de remédios com base nas informações coletadas. A tecnologia RFID, que utiliza código de barras, também permite o monitoramento de medicamentos, localização de arquivos ou movimentação de um paciente no hospital.  Basicamente, é a IoT faciltando os processos, atuando a favor da saúde e aprimorando o relacionamento entre médico e paciente.

Em estudo sobre os impactos da IoT no mercado de Saúde, a Deloitte aponta que a análise dos dados é fundamental para o sucesso do uso desse conceito. “Em cinco anos, a maioria dos dados clinicamente relevantes será recolhido fora do ambiente clínico”, aponta estudo do instituto. Ainda, de acordo com o levantamento do instituto, nas próximas décadas, mudanças demográficas aumentarão as oportunidades para aplicar a IoT no apoio aos cuidados de bem-estar e saúde para segmentos específicos da população. No entanto, a Deloitte alerta: é preciso melhorar a infraestrutura e a segurança para a geração e análise desses dados. Devido à natureza distribuída, a IoT multiplica os riscos das organizações, forçando a revisão das políticas de segurança dos sistemas.

De todas as indústrias, a de saúde será a mais beneficiada com a IoT. Ela permite a criação, por exemplo, de novos tratamentos, mais precisos e com uma maior riqueza de informações, já que se baseiam em informações obtidas em tempo real. Os diagnósticos passam a ser mais precisos, uma vez que o perfil do paciente é criado com registros de longa duração. Isso pode eliminar a necessidade de rotina check-ups e compromissos, mas permitirá, por outro lado, um relacionamento mais próximo com o médico.

Por exemplo, um portador de Alzheimer pode se beneficiar da integração de sensores com smartphones, que rastreiam a intensidade do tremor das mãos e cruzam com o local em que o usuário se encontra. Com esses dados, o médico pode identificar os avanços da doença e o impacto que ela possui na rotina da pessoa. Tudo isso remotamente e em tempo real. Aplicativos móveis podem se conectar a dispositivos diversos para obter e relacionar dados sobre o nosso corpo em busca de insights médicos.

Nossos carros, relógios e celulares passarão a serem vistos como uma fonte de registros digitais sobre a nossa vida. Camisetas com sensores para monitoramento da frequência cardíaca e temperatura, além de dispositivos em miniatura embutidos embaixo da pele do paciente para monitorar os níveis de açúcar, ou até sensores ingeríveis, que podem ser consumidos junto com o medicamento para verificar como ele age no organismo, também tendem a revolucionar e promover um relacionamento ainda mais próximo entre médico e paciente. 

Academia Lean Healthcare realiza curso de Mapeamento de Fluxo de Valor

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No dia 28 de julho,será realizado no auditório do Hospital Bandeirantes o curso teórico pratico de  “Mapeamento do Fluxo de Valor” que é um ponto de partida para o Lean Healthcare. Trata-se de uma metodologia que descreve visualmente as principais etapas de um processo para que as pessoas possam enxergar todas as perdas (desperdícios) no fluxo de matérias e informações. Na programação serão abordados temas como: o conceito de valor percebido pelo cliente; as etapas do Mapeamento do Fluxo de Valor;  redução/eliminação das atividades que não agregam valor, identificar perdas e oportunidades de projetos de melhoria, entre outros.

Os temas dos próximos cursos da Academia Lean Heathcare, coordenada pelo Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP), serão: Kaizen – Melhoria Contínua, no dia 31 de agosto; Workshop Prático de Lean nos dias 29 e 30 de setembro; A3 – Metodologia Lean de Melhoria em 26 de outubro; e Liderança e Gestão Lean HealthCare no dia 30 de novembro. As inscrições poderão ser feitas pelo site:WWW.hospitalbandeirantes.com.br.

Serviço

Tema: Mapeamento do Fluxo de Valor

Data: 28 de julho de 2016 (quinta-feira)

Horário: 8h às 17h

Local: Auditório do Hospital Bandeirantes – Rua Barão de Iguape, 209 – Liberdade.

Sobre o Hospital Bandeirantes:

Com 70 anos de história, o Hospital Bandeirantes é reconhecido por seus Centros de Referência e atendimentos em alta complexidade. Com uma média de 14 mil internações/ano e 10 mil cirurgias/ano, a Instituição possui certificação em nível diamante concedida pela Accreditation Canada International (ACI) – Qmentum. São mais de 3 mil médicos e 2 mil colaboradores focados em um único objetivo: manter-se referência no segmento hospitalar, preservando a qualidade de seus tratamentos clínicos e cirúrgicos. Aliado ao atendimento humanizado e ao amadurecimento da gestão sustentável na busca do crescimento com riscos mínimos, o Hospital visa fortalecer seu compromisso com o colaborador, comunidade e meio ambiente.

Site: www.hospitalbandeirantes.com.br

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Hospital Metropolitano inaugura UTI pediátrica

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. Além disso, também foram entregues mais 19 leitos de maternidade, totalmente reformados. “Os novos leitos fazem parte da estratégia do Metropolitano de investir continuamente na atualização de suas instalações e em novos serviços, aprimorando a qualidade de atendimento aos pacientes”, ressalta a diretora do hospital, Maria Claudia Dalaneze Gomes.

Na nova UTI pediátrica – totalmente decorada com temas infantis –, os pacientes poderão ser acompanhados pelos pais durante todo o período de internação e serão assistidos por uma equipe multiprofissional, formada por pediatras, fonoaudiólogos, fisioterapeutas e nutricionistas especializados em cuidados intensivos. Os leitos de maternidade possuem camas automatizadas, televisão, frigobar e ar-condicionado, e foram projetados para acolher, com conforto e privacidade, os pacientes e seus acompanhantes.

Hepatite B e C atinge mais de 1,5 milhão de pessoas por ano

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Em 28 de julho, data que é celebrado o Dia Mundial de Luta Contra a Hepatite, o dr. Eduardo de Souza Pacheco, Coordenador da UTI Adulto, faz um alerta à população sobre a importância de ter um acompanhamento médico, uma vez que esta doença vem crescendo ao longo dos anos. Só entre 1999 e 2010 foram registrados 307.446 casos de hepatites virais no Brasil, incluindo as cinco variações da doença – A, B, C, D e E, com foco principal nas B e C, que juntas, provocam cerca de 80% de todas as mortes por câncer de fígado no Brasil.

Segundo o médico, a elevação nos casos de hepatite B é um fato preocupante porque influencia diretamente na incidência de casos do tipo D, já que este vírus depende da presença do tipo B para infectar uma pessoa. “É importante que todos os profissionais da área de saúde sejam obrigatoriamente vacinados contra a hepatite B”, ressalta.

Pacheco explica que a patologia tem como agente causador o vírus que se espalha por meio de sangue contaminado, injeções e compartilhamento de drogas injetáveis, além de doenças autoimunes, metabólicas e genéticas. “As hepatites B e C crônicas, em seus estágios iniciais, podem não apresentar sinais da doença”, explica.

Os sintomas mais frequentes são os das hepatites agudas, que podem estar relacionados ao cansaço, tontura, enjoo e/ou vômitos, febre, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras. “Por ser uma doença silenciosa é importante consultar um médico regularmente e fazer o teste”, alerta.

Cada variação da hepatite tem sua particularidade na hora da transmissão. Os tipos A e E são transmitidos pelo contato entre indivíduos ou por meio de água ou alimentos contaminados. Já os B, C e D ocorrem através de relações sexuais com uma pessoa infectada sem o uso de preservativo, por meio de materiais de uso pessoal – como lâminas, agulhas, alicates de unha, escova de dente – compartilhados entre um indivíduo contaminado e um saudável. Outro meio de contaminação é durante a confecção de tatuagens ou colocação de piercings sem o uso de materiais descartáveis ou esterilizados.

O diagnóstico é feito por meio de exame de sangue para identificar os anticorpos. Nos tipos B, C e D, é necessário um exame de sangue específico. “É de extrema importância descobrir precocemente a doença para o tratamento ter maiores chances de sucesso”, conclui.

UpToDate ganha ainda mais praticidade com interação com funcionalidade multitarefa do iPad

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A Wolters Kluwer, líder mundial em fornecimento de informações para profissionais e estudantes da área de saúde, anuncia a realização de uma importante atualização na versão para iOS de seu recurso de apoio à decisão clínica UpToDate®. Com a iniciativa, uma das mais populares fontes de referência para médicos e estudantes em todo mundo, já está habilitada a interoperar com a importante funcionalidade multitarefas do iPad.

O recurso iPad MultiTasking permite que o usuário utilize o UpToDate simultaneamente com outras aplicações, como por exemplo, o prontuário eletrônico do paciente (PEP) móvel, o Safari ou o e-mail. Esta funcionalidade é especialmente útil se o médico estiver trabalhando em uma apresentação e necessita consultar algo rapidamente, ou então reportar algo via e-mail para o paciente, durante o atendimento. Além de alternar de um app para outro no dispositivo iOS, é possível voltar ao ponto em que se havia parado, o que facilita a pesquisa e a checagem de informações. A alteração entre apps pode ser feita através de gestos (para ativar ou desativar o multitarefa, basta acessar Ajustes > Geral > Multitarefa). Já a função Slide Over permite ao usuário interagir com um segundo app sem sair do UpToDate. Isso é útil, por exemplo, quando se quer checar mensagens de texto, consultar a ficha de um paciente, responder a e-mails, analisar imagens raios-x, ou criar uma nota, enquanto faz a consulta ao recurso. Para ver o app usado anteriormente, basta deslizar o dedo no meio da borda direita da tela para a esquerda. Já com o Split View, é possível abrir e usar dois apps ao mesmo tempo, tocando o arrastando o divisor de apps.

Ajudar os profissionais da saúde a encontrarem respostas para suas perguntas clínicas de forma rápida, independente de onde estiverem, vem totalmente de encontro à missão da Wolters Kluwer de melhorar a eficácia dos cuidados à saúde em todo o mundo. Ao habilitar o recurso multitarefa do iPad para o UpTodate a companhia contribui para aumentar a praticidade, assegurando que os médicos sempre tenham rápido acesso às informações clínicas confiáveis e possam empregá-las em seus atendimentos.

O UpToDate é uma fonte confiável de informação que traz impactos substanciais na saúde dos pacientes. Mais de 1.1 milhão de médicos em 180 países e 90% dos centros acadêmicos de medicina nos Estados Unidos confiam no recurso. Inclusive, um relatório recém-publicado pelos pesquisadores membros do Projeto Global Health Delivery da Universidade de Harvard reconhece a eficiência do UptoDate, que combina tecnologia e plataformas de publicação avançada a um rigoroso e sofisticado processo editorial, gerido por autores médicos e editores especialistas. Outro ponto interessante é o fato de existir um elevado grau de comprometimento com a qualidade da informação, ampliando o leque de possibilidades de diagnósticos e assegurando a aplicação de critérios validados, o que por sua vez acarreta em uma avaliação apropriada dos casos.

Certificação Digital na Saúde: o médico é a peça chave

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A busca pela agilidade operacional da Saúde no Brasil está impulsionando a evolução tecnológica no setor e contribuindo para melhorar a qualidade dos serviços e do atendimento ao paciente. A informatização dos procedimentos e da gestão em toda a cadeia produtiva impulsiona a adoção de novos procedimentos e recursos, entre eles o prontuário eletrônico e o uso da certificação digital na emissão de prescrições, exames e laudos médicos. Neste cenário, os profissionais médicos são fundamentais, porque somente um profissional - e não uma empresa – tem competência legal e intelectual para assinar tais documentos médicos relacionados à saúde das pessoas.

Mesmo que não exista no Brasil a obrigatoriedade legal para que os médicos adotem a certificação digital padrão ICP-Brasil, é crescente o número de e-CPF emitidos para esta categoria profissional, o que também motiva a indústria a investir na oferta de tecnologias avançadas rumo à “saúde paperless” (sem papel), que vai além da eliminação do papel em prol do meio ambiente e,  na verdade, tem mais a ver com a melhoria dos procedimentos, processos de gestão e armazenamento de dados dos pacientes e dos agentes envolvido no atendimento à Saúde em todos os níveis. A possibilidade de  o médico acessar o prontuário do paciente em qualquer computador ou dispositivo móvel significa mais agilidade no atendimento e acesso a informações corretas.

Sendo o papel substituído pelos processos eletrônicos, surge a necessidade de se garantir a validade da assinatura do profissional médico responsáveis nestes procedimentos. A certificação digital responde a esta questão e ela é fortemente motivada por dois novos recursos envolvidos na informatização dos procedimentos médicos: o Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP), que, traz as informações sobre o tratamento ao paciente em andamento, e o Registro Eletrônico de Saúde (RES), um repositório eletrônico de informações em torno da saúde das pessoas para que os médicos tenham um panorama de seus históricos clínicos. Ambos podem ser acessados online em qualquer unidade de saúde vinculada à rede de atendimento. Por se tratar de documentos digitais, somente um certificado digital garante a validade da assinatura empregada em tais documentos.

Quanto menos papel envolvido no processo de atendimento ao paciente, maior também é o controle e melhor é a gestão das informações sobre o paciente, o que garante ao médico acompanhar o histórico de saúde do paciente, garantindo elevar a qualidade e correção dos diagnósticos e prescrições.

A certificação digital também possui outras importantes aplicações, tais como no acesso ao TISS (Troca de Informações na Saúde), que é o padrão obrigatório para as transferências eletrônicas de dados de atenção à saúde dos beneficiários de planos da Saúde Suplementar, e também na entrega da DMED (Declaração de Serviços Médicos e da Saúde) à Receita Federal pelos prestadores de serviços médicos e de saúde, operadora de plano privado de assistência à saúde.

A certificação digital também contribui com o combate às fraudes em todos os níveis, desde as prescrições, atestados e exames e laudos não realizados, isto porque ela identifica eletronicamente uma pessoa física ou jurídica no mundo digital e somente pode ser emitida e lida eletronicamente, o que combate a adulteração manual destes documentos.

Neste cenário, nota-se que os médicos reiteram seu importante papel – não apenas no trato com os pacientes – mas também em todos os processos que envolvem a melhoria da gestão e informatização do setor de Saúde. O uso da certificação digital torna-se, então, uma ferramenta de igual valor.

luis_correia_aet_europe(*) Gerente de Desenvolvimento de Negócios no Brasil da AET Europe.

Estudo brasileiro desenvolve ferramenta para evitar sub-diagnóstico em câncer de tireoide

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Publicado no periódico JAMA Otolaryngology-Head & Neck Surgery, artigo de pesquisadores brasileiros investigou ferramentas mais precisas para evitar o sub-diagnóstico de metástases linfonodais cervicais do carcinoma papilífero de tireoide.

O estudo mostrou que utilizando o exame Linfocintilografia com SPECT/CT (Single-photon emission computed tomography) para Pesquisa de Linfonodo Sentinela, seguido de uma Biópsia Radioguiada desse linfonodo sentinela é possível detectar metástases linfonodais ocultas aos métodos convencionais de imagem.

A pesquisa avaliou 42 pacientes com carcinoma papilífero de tireoide menores que 1 cm e sem suspeita de metástases linfonodais cervicais, que foram submetidos a Linfocintilografia com SPECT/CT para Pesquisa de Linfonodo Sentinela, seguidos de biópsia radioguiada.

Ao final do estudo, os pesquisadores identificaram metástases ocultas em 46% dos pacientes, que passariam despercebidas se eles fossem submetidos apenas à avaliação clínica e ultrassom. Mais do que isso, a utilização desse exame levou a uma alteração na conduta terapêutica de 38% dos pacientes e identificou metástases linfonodais em regiões cervicais inesperadas em 18% dos pacientes.

Segundo a médica nuclear Profa. Dra. Elba Etchebehere, principal autora do estudo e Diretora do Serviço de Medicina Nuclear da MND Campinas, esse exame torna mais preciso o estadiamento oncológico e enriquece os tratamentos clínico e cirúrgico de pacientes com câncer papilífero de tireóide.

Link para o estudo:

http://archotol.jamanetwork.com/article.aspx?articleid=2530677

Os benefícios da Certificação Digital ao setor da saúde

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A Certificação Digital está presente em todos os setores que precisam garantir a autenticidade e a integridade de ações no meio eletrônico, seja por meio da assinatura de um documento, seja para o envio de uma obrigação fiscal. No setor da saúde, não é diferente. Tanto que, desde o dia 19 de julho, os laboratórios de análises clínicas devem utilizar o Certificado Digital como meio de assinatura de laudos eletrônicos.

E os benefícios vão além. O uso da Certificação Digital melhora a eficiência operacional, já que possibilita a migração de 100% dos processos físicos para o meio digital. O Hospital Regional de Cotia (HRC) e o Hospital Geral de Itapecerica da Serra (HGIS), geridos pelo Serviço Social da Construção Civil do Estado de São Paulo Seconci-SP, são exemplos de instituições que vivenciam esses benefícios na prática.

Em ambos houve a integração da tecnologia ao Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP), o que facilitou o armazenamento de dados, a consulta ao histórico e aos prontuários e a troca de informações entre todos os profissionais dos hospitais. Com isso, foi possível reduzir a burocracia e agilizar o atendimento.

Outra vantagem do uso do Certificado Digital na área da saúde é a segurança, já que os processos no meio eletrônico são mais fáceis de serem administrados e rastreados. Com ele, é possível minimizar o risco de extravio de documentos e registros. Também é possível reduzir o risco de interpretação errônea de receitas manuscritas.

A sustentabilidade também é um benefício. Com o PEP integrado à Certificação Digital é totalmente eliminada a necessidade do uso do papel para a assinatura/autorização de um procedimento, por exemplo. Todas as etapas podem ser assinadas ou autorizadas no meio eletrônico, com validade jurídica, por meio da utilização da assinatura digital, que é gerada a partir do uso do Certificado.

Em 20 anos, o Certificado Digital nunca esteve tão presente em todos os setores econômicos como nos últimos tempos. Isso é o reflexo de como a utilização dele ajuda, e muito, o dia a dia dos profissionais e das empresas.

Rio de Janeiro recebe seu primeiro hospital de transição

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A rede de hospitais Placi cresceu. Em julho, foi inaugurada a unidade de Botafogo do Placi, pioneiro no Brasil na implantação do conceito de cuidados de transição. E a expansão não para por aí. Unidades em São Paulo e no Distrito Federal já estão sendo estudadas pelo grupo. O objetivo é expandir a rede de hospitais de transição para 500 leitos em até dois anos.

Diretores, integrantes da equipe, novos colaboradores, médicos e profissionais de saúde de diversos hospitais marcaram presença no evento e puderam conhecer as instalações do novo hospital da rede. Entre os visitantes, estiveram presentes a Dra. Martha Oliveira, diretora de desenvolvimento setorial da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar); Dr. José Elias Pinheiro, presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia; Dra. Claudia Burlá, integrante do Conselho Consultivo da Academia Nacional de Cuidados Paliativos; e Dr. Mário Kandelman, superintendente regional da Unidas Rio.

“É fundamental que profissionais de saúde, sociedade e operadoras de convênios médicos compreendam o desafio desta nova área de atuação e os indicadores técnicos que norteiam essa proposta de tratamento. No Brasil, assim como já acontece fora do País, os cuidados pós-agudos precisam ser integrados à prática assistencial corrente", aponta o Dr. Luiz Guilherme Soares, diretor técnico do Placi e especialista em medicina intensiva, lembrando que nos hospitais gerais o objetivo é estabilizar o paciente dia a dia e, nos hospitais de transição, a equipe interdisciplinar atua com o intuito de formular metas de melhoria do estado clínico.

Ao reunir uma equipe interdisciplinar — são médicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, psicólogos e assistentes sociais —, o Placi oferece acompanhamento integral a pacientes crônicos ou com necessidade de recuperação prolongada, seja para reabilitação, cuidados continuados ou de fim de vida. Esta equipe está preparada para lidar com a reabilitação e com o restabelecimento da saúde dos pacientes, e não somente com as condições agudas, tão típicas dos hospitais e de suas emergências.

“Alguns pacientes precisam mesmo de um prazo maior para se recuperar. Porém, a grande questão é organizar o fluxo dos indivíduos de acordo com suas necessidades, permitindo que cada um seja tratado no local certo, com recursos tecnológicos adequados e com equipe profissional preparada para aquele atendimento”, explica o Dr. Carlos Alberto Chiesa, diretor-presidente do Placi, ressaltando que é neste contexto que se inserem os procedimentos de transição no universo da linha de cuidado.

A região que abrigará a estrutura de 2.000 m² da nova unidade, com 42 leitos, não foi escolhida à toa: o bairro de Botafogo hoje concentra as principais referências da rede hospitalar carioca. Fundado em 2013, em Niterói, o Placi vem alcançando reconhecimento do setor de Saúde por preencher uma importante lacuna no atendimento a pacientes que necessitam de reabilitação, assistência continuada ou cuidado paliativo.

Com um ambiente confortável e acolhedor, excelência em hotelaria, monitoramento 24h por câmera e sem restrições para visita, sala de reabilitação, o Placi envolve os familiares e cuidadores na recuperação e os prepara para a extensão do cuidado em ambiente domiciliar. A nova unidade conta ainda com diferenciais. Um setor de cuidados complexos com 10 leitos individuais que, além de garantir a segurança assistencial de uma unidade semi-intensiva, foi estruturado para proporcionar conforto e privacidade aos pacientes mais frágeis e dependentes. Além disso, uma clínica de imagem terceirizada, com recursos de tomografia computadorizada, ressonância nuclear magnética e ultrassonografia interligada ao prédio do Placi, poderá ser utilizada pelos pacientes conforme indicação médica.

Difundidos nos Estados Unidos e em países da Europa, os hospitais de transição estabelecem uma ponte entre o hospital e a casa do paciente, proporcionando mais qualidade de vida durante o tratamento, integração com as famílias e racionalização de custos. Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 25% dos pacientes internados em hospitais gerais permanecem por mais de 15 dias, enquanto 10% continuam na internação por mais de 30 dias.

Avert reposiciona marca e apresenta nova versão do Sinustrat® para bebês e o público infantil

Avert reposiciona marca e apresenta nova versão do Sinustrat® para bebês e o público infantil

Já estão disponíveis nos pontos de venda duas novas versões do descongestionante nasal Sinustrat®. Criado especialmente para o público infantil e os bebês, a nova apresentação do medicamento melhora a respiração da criança sempre que houver uma situação ambiental adversa e alivia a obstrução do nariz antes das mamadas, além de facilitar a respiração durante o sono.

Os novos produtos Sinustrat® também ganharam nova embalagem e o manuseio com o conta-gotas garante mais praticidade, conforto para a criança e controle da dosagem da medicação.

A linha Sinustrat®, que possui três itens consolidados no mercado: Sinustrat® para resfriados e sinusites, Sinustrat® Descongestionante Nasal e Sinustrat® Vasoconstritor, ganha também nova identidade visual sem alteração na composição da fórmula.

A versão Sinustrat® para resfriados e sinusites é a fluidificante, que umedece o muco acumulado nas narinas, o que facilita sua eliminação e garante alívio na respiração. Além disso, sua composição favorece a restauração fisiológica da mucosa lesada, muito comum quando estes problemas estão instalados. É indicada para resfriados, rinites e sinusites agudas ou crônicas.

Já o Sinustrat® Descongestionante Nasal traz benefícios para pessoas que trabalham em ambientes com ar condicionado, realizam longas e frequentes viagens aéreas e ficam expostas a ambientes com fumaça e outros poluentes, pois estes fatores podem irritar as narinas e prejudicar a respiração. E o Sinustrat® Vasoconstritor tem ação antisséptica e de descongestionante nasal, com ação imediata e efeito prolongado.

Sobre a Avert

Empresa 100% brasileira, a Avert Laboratórios atua em medicamentos isentos de prescrição (MIP), linha de receituário médico (RX) e saúde animal. Sua missão é facilitar o acesso da família brasileira a medicamentos eficazes que colaborem com a qualidade de vida, além de investir constantemente na descoberta de novas tecnologias.

Com unidade fabril em Bragança Paulista (SP) e Força de Vendas atuante em todo o país, a Avert tem em seu portfólio produtos tradicionais, como Acnase, Novarrutina e Serenus. A empresa busca ser referência para a classe médica e a sociedade, com o compromisso de colaborar para o desenvolvimento e o acesso às melhores práticas farmacêuticas.

Mais informações: www.avert.com.br.