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Articles from 2019 In July


Limites da Tecnologia

Douglas Calvo

Recentemente, os meios especializados informaram sobre uma nova patente desenvolvida pela Amazon, que através de uma pulseira eletrônica, mediria a produtividade do empregado e sua perfomance em tempo real.

Suposto aparelho, emitiria sinais constantes a um sistema passando informações desde a quantidade de produtos embalados (v.g.) até o número de vezes e tempo dispendido pelo empregado no banheiro.

Este sistema processaria os dados recebidos e após análise decidiria sobre a permanência ou rescisão contratual do empregado, emitindo diretamente a demissão, sem a interferência do ser humano.

Em outras palavras, seria a automatização da Supervisão, com a maximização da produção do empregado, através de sua robotização.

Para alívio dos psicólogos, gestores de RH e advogados trabalhistas que estão contorcendo enquanto leem este artigo, tal fato não ocorre no Brasil, e acredito que não virá a ocorrer tão breve.

Em que pese a locomotiva que vem avançando - por vezes, atropelando - alguns direitos dos trabalhadores, referido dispositivo não encontra amparo em qualquer legislação atual (Brasil), constituindo na verdade evidente afronta Princípio da Dignidade da Pessoa Humana, estabelecido pela Constituição Federal de 1988, entre outras ofensas.

Não é preciso ir muito longe para imaginar-se as consequências psíquicas à pessoa submetida a tal tipo de controle, que à toda evidência, configura-se por demais excessivo, um evidente Assédio Moral.

Doenças como Síndrome de Burn-out e Síndrome do Pânico, por ex., são as primeiras imaginadas quando se pensa em tal tipo de pressão direta e constante sobre alguém.

Para o advogado Douglas Calvo "se formos imaginar referida pulseira sendo utilizada no Brasil, o ganho de produtividade auferido com a Robotização do empregado, escorreria pelo "ralo" com a quantidade de empregados afastados por doenças, e ainda, a quantidade de indenizações que o empregador teria que pagar para - de alguma forma - amenizar a dor e prejuízos causados à saúde do trabalhador."

Desta forma, o interesse pela maximização da produtividade não pode ser maior do que a preocupação com a saúde daquele que irá operar esta tecnologia, lembrando sempre que a tecnologia esta para o ser humano, e não o contrário.

Se você é empresário e esta pensando em investir em algum produto novo, ou numa nova forma de fazer a mesma coisa (inovação), consulte um advogado antes de decidir, pois, o que pode ter aparência de lucro rápido de inicio, pode resultar em enormes prejuízos no médio/longo prazo.

"A participação do advogado - com viés estrategico e visão de negócio - desde o início do processo, evita enormes prejuizos e problemas legais futuros." finaliza Douglas Calvo.

Sobre o autor

Douglas Calvo é Advogado com mais de 17 anos de atuação . Palestrante convidado em conferencias e afins. Especialista em Negociação e Liderança pela Harvard Law School.

72% das empresas de médio e grande porte no Brasil registraram incidentes com proteção de dados em 2018

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  • A terceira edição da pesquisa Global Data Protection Index, encomendada pela Dell Technologies, mostra que 16% das empresas de médio e grande porte no Brasil sofreram com perdas irreversíveis de dados que ocasionaram prejuízo médio acima de U$ 388 mil.
  • Estudo apresenta que 92% dos entrevistados destaca o alto valor potencial para exploração dos dados. Mas apenas 16% estão confiantes que as atuais soluções de proteção de dados corporativos serão capazes de suprir todas as demandas futuras do negócio.
  • Cerca de 45% admitem dificuldade para encontrar uma solução apropriada para a proteção de dados para novas tecnologias, como inteligência artificial e machine learning

Uma pesquisa encomendada pela Dell Technologies em 18 países, incluindo o Brasil, mapeou o avanço do uso de soluções voltadas para a proteção dos dados no ambiente corporativo. A terceira edição do levantamento "Global Data Protection Index", conduzido pela consultoria Vanson Bourne, mostra que 72% das empresas com mais de 200 funcionários do Brasil registraram incidentes com perda ou indisponibilidade de dados em 2018, sendo que 16% sofreram com perda irreversível de dados que ocasionou um prejuízo médio de U$ 388 mil.

O estudo aponta para uma evolução global no volume de dados utilizados por essas empresas, com crescimento de 569% no ano de 2018 em comparação ao mesmo período em 2016. No Brasil, o avanço foi ainda maior com um salto de 805%. O movimento reflete o reconhecimento da importância dos dados por parte das empresas, na medida em que 92% dos entrevistados destaca o alto valor potencial de sua exploração.

"As tecnologias e recursos que impulsionam a TI corporativa geram dados valiosíssimos para a jornada de transformação digital em que essas empresas estão embarcando", explica Wellington Menegasso, Diretor de Vendas para Soluções de Data Protection da Dell Technologies no Brasil. "A importância da proteção reflete o avanço nas capacidades de análise e exploração desses dados como diferenciais competitivos no mercado", conclui.

Os desafios da proteção de dados:

O levantamento constata ainda que o crescimento no volume de dados armazenados representa um desafio para a segurança da TI. No Brasil, cerca de 45% das empresas consultadas admitem dificuldades para encontrar uma solução apropriada para a segurança de dados no contexto de novas tecnologias, como inteligência artificial e machine learning. Ainda no âmbito local, o estudo apura que menos da metade (48%) das empresas conta com uma solução de segurança de dados.

A imensa maioria (95%) das empresas consultadas globalmente na pesquisa relataram enfrentar pelo menos um desafio na proteção de seus dados corporativos. Os três principais problemas registrados foram:

  1. Para 46%: a complexidade de configurar e operar software e hardware de proteção de dados e os crescentes custos de armazenamento e gerenciamento de cópias de backup devido ao crescimento rápido no volume de dados.
  2. Para 45%: a falta de soluções de segurança de dados para tecnologias emergentes.
  3. Para 41%: a necessidade de garantir atuação em acordo com normas governamentais.

De acordo com a maioria das empresas consultadas no Brasil e no mundo (84% em ambos os recortes), a transformação contínua das novas tecnologias gera um contexto no qual as atuais soluções de proteção de dados corporativos não serão capazes de suprir todas as demandas futuras do negócio.

A nuvem está transformando a proteção dos dados

Segundo o levantamento "Global Data Protection Index", 40% das empresas consultadas utilizam nuvem pública, frente às 28% que relataram o uso na última edição da pesquisa, realizada em 2016. No Brasil, a adoção chega a 43% (2018) em um crescimento de 8 pontos percentuais em relação ao levantamento anterior (2016). Quase todas essas empresas (98%) têm a nuvem pública como parte de sua infraestrutura de proteção de dados. Localmente, os principais usos da proteção de dados dentro da nuvem pública incluem:

  1. Para 58%: para back-up de fluxos de trabalho/dados locais.
  2. Para 51%: para serviços de backup/snapshot para proteção de fluxos de trabalhos desenvolvidos em nuvem pública utilizando arquiteturas legadas de aplicações.
  3. Para 48%: para serviços de backup/snapshot para proteção de fluxos de trabalhos desenvolvidos em nuvem pública utilizando novas arquiteturas de aplicações.
  4. Para 44%: para proteção de aplicativos específicos de SaaS.
  5. Para 37%: versões compatíveis com a nuvem de sofware de segurança de dados locais para proteger fluxos de trabalho de nuvem pública.

Quando consideradas as soluções de proteção de dados em ambientes de nuvem pública, o crescimento dos dados tem um papel essencial, como foi indicado por 64% das empresas globais que reconhecem a importância da escalabilidade. Mais especificamente, 41% delas citaram a importância do impacto da infraestrutura de proteção de dados ou serviços requisitada para proteger um ambiente escalável, enquanto 40% mencionaram a relevância da escalabilidade para atender ao crescimento dos fluxos de trabalho em nuvem pública.

Sobre a Dell Technologies

A Dell Technologies (NYSE: DELL) é uma família única de empresas que ajuda as organizações e pessoas a construir seu futuro digital e transformar a maneira como trabalham e vivem. A empresa fornece aos clientes o portfólio de tecnologia e serviços mais inovador e amplo do setor que vai das áreas periféricas, passando pelo núcleo, até a nuvem. A família Dell Technologies inclui a Dell, Dell EMC, Pivotal, RSA, Secureworks, Virtustream e VMware.

BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo inaugura leitos hospitalares privados na zona leste da capital paulista

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Com investimentos de R$ 4,5 milhões, instituição passa a atender convênios na unidade localizada no bairro da Penha

Dando continuidade ao processo de expansão e atendendo as necessidades da região leste da capital paulista, a BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, um dos maiores polos de saúde privados da América Latina, amplia a oferta de serviços na Unidade Penha com a inauguração de 33 leitos hospitalares para atendimento de clientes de convênios e particulares.

"Depois de fechar um ciclo importante de mudanças na instituição, demos início à fase de expansão dos serviços para clientes de diferentes perfis, de acordo com a segmentação das nossas unidades de negócio. Dos diversos cenários já desenhados em nosso planejamento estratégico, esse é, sem dúvida, um importante passo para ampliarmos nossa atuação em uma região onde há demanda por leitos privados" explica Denise Santos, CEO da BP.

Com investimento aproximado de R$ 4,5 milhões em obras e aquisição de equipamentos, a Unidade Penha passa, portanto, a contar também com o BP Essencial, que é a oferta de serviços hospitalares da BP destinada a clientes de convênios básicos, isto é, aqueles que oferecem acomodação em enfermaria. Os 33 leitos estão distribuídos em apartamentos semiprivativos de dois leitos cada, destinados para procedimentos de baixa e de média complexidades.

Inicialmente, o atendimento será focado nas especialidades de Urologia, Ginecologia, Mastologia, Cirurgias Vascular, Geral e de Cabeça e Pescoço, além de oferta de serviços de ambulatório médico, internação cirúrgica e exames pré-operatórios e para internados.

"Embora no momento o atendimento privado nessa unidade se dê por meio do BP Essencial, nossa oferta de serviços hospitalares destinada a planos de saúde básicos, a maior das três torres desse complexo ainda não está sendo utilizada, o que demonstra que continuaremos investindo nesse endereço para oferecer saúde privada para outros segmentos da população da região, que é uma das mais importantes da zona leste da capital paulista. Nos próximos anos estão previstos investimentos de R$ 100 milhões nesse endereço da BP" conclui Denise Santos.

Raios-X da Unidade Penha

Em 2017, a BP venceu um leilão público e adquiriu, pelo valor de R$ 25 milhões, o complexo hospitalar que já pertenceu ao Hospital Geral da Penha e ao Hospital Nossa Senhora da Penha. Em duas das três torres do complexo, desde 2012 já funcionava o BP Hospital Filantrópico, voltado exclusivamente ao atendimento de clientes encaminhados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Agora, a unidade passa a contar também com atendimento para clientes privados com o BP Essencial.

Sobre a BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo

A Beneficência Portuguesa de São Paulo agora é BP, um polo de saúde moderno e atualizado que valoriza a vida de todos e de cada um. Composto por 4 hospitais com foco em alta complexidade e que atendem diferentes perfis de clientes e outros 3 serviços que contemplam medicina diagnóstica, atendimento ambulatorial e educação e pesquisa, a BP compreende mais de 220 mil m² construídos, 7.500 colaboradores e 4.500 médicos distribuídos em 8 edifícios e cerca de 50 clínicas nos bairros da Bela Vista, onde são concentrados os serviços privados, e da Penha, onde são oferecidos os serviços para clientes regulados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Médicos de 139 países usam o UpToDate Advanced para oferecer atendimento de qualidade

UpToDate Advanced

A solução da Wolters Kluwer Health, utilizada inclusive no Brasil, traz protocolos interativos que ajudam a reduzir a variabilidade do cuidado, a prescrição desnecessária, além de auxiliar nas interpretações de exames laboratoriais que evitam a realização novos procedimentos injustificados

Wolters Kluwer Health anunciou recentemente que o uso do UpToDate® Advanced, como uma solução para entregar uma melhor atenção e reduzir a variabilidade no cuidado com pacientes continua crescendo de forma significativa em todo o mundo, desde o seu lançamento em 2018. Em 16 meses, 700 hospitais e sistemas de saúde distribuídos em 25 países, e mais 17 mil assinantes individuais do UpToDate provenientes de 139 países, já estão usando a solução para melhorar a qualidade do atendimento ao paciente e reduzir a variabilidade do cuidado.

A variabilidade do cuidado é extremamente onerosa para instituições de saúde. Após avaliar essa problemática em 468 hospitais, a Advisory Board - empresa de melhores práticas que utiliza uma combinação de pesquisa, tecnologia e consultoria para melhorar o desempenho das organizações de assistência médica em todo o mundo –, revelou que entregando cuidados em linha às melhores práticas de hospitais de alta qualidade, uma instituição de saúde pode economizar mais de US$29 milhões anualmente.

O UpToDate Advanced fornece os subsídios necessários para que os médicos possam tomar decisões apropriadas de tratamento por meio de evidências clínicas já comprovadas e, com isso, direcionar o tratamento em condições de saúde que normalmente levam à variabilidade do cuidado. A solução traz duas funcionalidades diferentes, o UpToDate® Pathways e o Lab Interpretation™, que podem ser utilizadas pelos profissionais da saúde para dar suporte às suas decisões clínicas, em diferentes momentos do cuidado, desde a triagem, exames de diagnósticos, tratamento e até internação. No UpToDate® Pathways os protocolos podem ser construídos tanto no formato fluxograma/árvore de decisão ou em tópicos que descrevem mais profundamente cada uma das etapas, ambas atendendo os padrões nacionais e internacionais que garantem a qualidade do atendimento.

"Instituições de saúde em todo o mundo trabalham arduamente para reduzirem a variabilidade do cuidado que impede um resultado mais efetivo", comenta Priti Shah, Vice-Presidente de Produtos e Soluções de Efetividade Clínica da Wolters Kluwer Health. "Estamos comprometidos em apoiar os nossos clientes a oferecerem o melhor tratamento para seus pacientes, e o UpToDate Advanced que ajuda a tornar isso possível ao disponibilizar 58 protocolos interativos (Pathways) que cobrem as condições de saúde nas quais a variabilidade do cuidado já é conhecida", acrescenta.

Os profissionais da saúde também podem acessar por meio do Lab Interpretation™, a mais de 100 temas suportam as interpretações de exames laboratoriais. A funcionalidade tem como objetivo reduzir os exames desnecessários, evitar erro nos diagnósticos e desfechos adversos para os pacientes devido à falha na interpretação de exames, aspectos esses responsáveis também pela variabilidade do cuidado. Orientações concisas guiam para ação imediata, ou seja, não apenas para avaliação, mas também para determinar se são necessários futuros procedimentos ou medicamentos a prescrever.

Em 2019, de acordo com pesquisas internas, o UpToDate Advanced ajudou a solucionar casos clínicos complexos, como fibrilação atrial, hiponatremia, hipertensão, diabetes tipo 2, entre outros.

Eduardo Guilherme Sanchez, Supervisor Médico do Hospital Quinta D'OR, instituição que fica no Rio de Janeiro (RJ), explica que começou a usar o UpToDate Advanced para atendimento a pacientes com hiponatremia e embolia pulmonar. "A solução é muito eficiente no processo de decisão clínica em casos complexos referentes a estes temas comuns. Recentemente, eu tive um caso de hiponatremia recorrente e síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético. Eu consegui classificar e tratar o paciente adequadamente com ureia graças ao UpToDate Pathways e seus protocolos interativos de cuidado, baseados em evidência", comenta.

Dr. Sanchez é endocrinologista e soma mais de 30 anos de experiência em Medicina Hospitalar. À frente da supervisão médica do Hospital Quinta D'Or, Sanchez dedica a maior parte de seu tempo ao cuidado de pacientes de casos complexos. Atualmente, o Hospital dispõe de mais de 340 leitos, entre quartos, Terapia Intensiva e Semi-Intensiva, Emergência. São realizados procedimentos e cirurgias de alta complexidade como cirurgias oncológicas e transplantes de fígado e de medula óssea.

Para mais informações sobre como o UpToDate Advanced pode ajudar a sua organização, visite o site.

Sobre a Wolters Kluwer

A Wolters Kluwer N.V. (AEX: WKL) é líder global em serviços de informação e soluções para profissionais nas áreas de saúde, fiscal e contábil, risco e compliance, finanças e jurídica. Por meio de soluções especializadas, que combinam profundo conhecimento com serviços e tecnologia, ajudamos nossos clientes todos os dias a tomarem decisões críticas.

Adoção do SAP S/4 HANA tem início nesse segundo semestre e irá integrar sistemas de back-office de toda a empresa

Abstract blur and defocused pharmacy and drug store
Abstract blur and defocused pharmacy and drug store interior for background

Referência no setor farmacêutico, pioneira e líder absoluta no mercado de Minas Gerais, a Drogaria Araujo vem consolidando seu projeto de expansão em todos os aspectos. Para dar suporte a este crescimento, várias ações estruturais foram tomadas, como a construção do novo Centro de Distribuição Marco Antonio Araujo em Contagem, capaz de atender até 650 lojas e já preparado para uma ampliação. Também como parte da estratégia, a Araujo concretiza parceria com a SAP, que irá transformar todo o back-office da empresa por meio da troca dos sistemas atuais pela mais nova versão do SAP S/4 HANA,solução de gestão integrada (ERP).

"Esse movimento traz mais agilidade e segurança para a Araujo, elevando a arquitetura de TI para um novo patamar, capaz de dar um suporte mais forte ao nosso crescimento. A jornada de implementação do S/4 HANA inicia no segundo semestre, com a virada dos sistemas prevista para 2021", afirma Modesto Araujo Neto, presidente da Araujo. O plano de expansão também prevê inaugurar mais de 40 novas lojas até o fim de 2019.

"Acompanhamos a trajetória de sucesso da Drogaria Araujo e estamos muito empolgados em integrar o projeto de crescimento da companhia. O SAP S/4 HANA será grande aliado para tornar a operação mais ágil, simples e em uma plataforma amigável e intuitiva para os usuários e que, ao mesmo tempo, vai oferecer uma visão completa e analítica dos negócios, para todo o time de tomadores de decisão, que terão muito mais controle sobre todos os processos operacionais da empresa", explica Rui Botelho, Vice-Presidente da área de Digital Core da SAP Brasil.

Sobre a Drogaria Araujo

Com 113 anos e mais de 7 mil funcionários diretos, a Drogaria Araujo atende 50 milhões de clientes por ano e é referência para os mineiros. Sua história começou em 1906 com a chegada do jovem Modesto Carvalho de Araujo (avô do atual presidente da Araujo) na recém-fundada capital, Belo Horizonte. Homem de visão e fortes valores como ética, seriedade, honestidade e pioneirismo, o Sr. Modesto construiu em bases sólidas essa empresa que hoje está presente em Belo Horizonte, região metropolitana e interior de Minas Gerais, com mais de 250 lojas e atendendo a todo Brasil pelo site.

A Araujo foi a responsável por implantar o primeiro plantão 24 horas, o primeiro telemarketing, a primeira drogaria com serviço drive-thru e a primeira rede de farmácias no modelo drugstore. Modesto Araujo Neto, terceira geração à frente da empresa, está realizando o sonho de seu avô com a inauguração de lojas por toda a capital mineira e ainda expandiu esse desejo, chegando em 25 cidades do estado de Minas Gerais.

Sobre a SAP

Como empresa de experiência impulsionada pela estratégia de Intelligent Enterprise, a SAP é líder do mercado mundial de aplicações de software empresarial e ajuda empresas de todos os tamanhos e setores do mercado a funcionar melhor – 77% das transações mundiais são realizads usando sistemas SAP. Nossas tecnologias de machine learning, Internet das Coisas (IoT) e análise avançada de dados ajudam a transformar os negócios de nossos clientes em empresas inteligentes. A SAP também proporciona às pessoas e organizações uma visão de negócios profunda e promove colaboração que os ajuda a permanecer à frente de seus concorrentes. Simplificamos a tecnologia para as empresas para que possam consumir nosso software do modo que quiserem – sem interrupções. Os serviços e aplicações da SAP dão a mais de 437 mil clientes ao redor do mundo condições para operar com rentabilidade, adaptar-se continuamente e fazer a diferença. Com uma rede global de clientes, parceiros, colaboradores e líderes de pensamento, a SAP ajuda o mundo a funcionar melhor e a melhorar a vida das pessoas.

Novas regras de gestão de dados e o impacto para as empresas

Novas regras de gestão de dados e o impacto para as empresas

A proteção e o tratamento de dados pessoais são temas de extrema relevância para uma sociedade com interações virtuais sensíveis entre o poder público, empresas e indivíduos. E esse assunto será cada vez mais discutido no Brasil por conta da Lei nº 13.709/2018, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), promulgada em agosto do ano passado.

As novas regras relacionadas à gestão de dados passarão a valer no ano que vem depois de 24 meses da sua promulgação. As empresas só poderão coletar, armazenar ou tratar os dados das pessoas físicas com a autorização do chamado "titular dos dados", que se trata das pessoas às quais se referem os dados pessoais em questão, que podem se tratar de nomes, endereços, telefones, e-mails, características físicas, localização, hábitos, preferências, entre outros.

A autorização terá de ser obtida de forma clara e direta e com a informação de para qual fim os dados serão usados, além de ser necessária nova autorização no caso de uso para outra finalidade. A permissão da utilização também poderá ser anulada a qualquer momento pelo titular dos dados.

Mas, afinal, por que essa legislação é importante?

Juntamente com o Marco Geral da Internet, o objetivo da LGPD é garantir a privacidade dos indivíduos e garantir a segurança jurídica, a transparência, o consentimento e a adequação dos dados fornecidos e coletados.

Além do impacto nas empresas, que terão que realizar processos internos para mudar a gestão que fazem dos dados os quais têm acesso – e não correr o risco de infringirem a lei e sofrerem multas correspondentes a nada menos que 2% do seu faturamento bruto e que podem chegar até R$ 50 milhões – a pessoa física e titular dos dados terá mais condições de evitar, por exemplo, ser alvo de propagandas de empresas que obtém seus dados de contato por meio do compartilhamento de dados entre empresas.

É importante que as empresas se planejem e efetuem as mudanças internas necessárias até que a legislação passe a valer. A lei no Brasil segue tendência global, a exemplo de legislação similar aprovada pela União Europeia já há dois anos.

O presidente Jair Bolsonaro ainda sancionou a Lei nº 13.853/2019, que estabeleceu o rol de competências da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), órgão da administração pública federal, integrante da Presidência da República e que ficará responsável por fiscalizar e aplicar as normas da LGPD.

Uma das alterações legislativas relevantes foi a vedação ao tratamento de dados sensíveis, relacionados à saúde, para prática de seleção de riscos à contratação de modalidades de planos privados de assistência à saúde.

Merece destaque também a permissão legislativa outorgada às empresas públicas para realizar o tratamento de dados pessoais coletados pelo Poder Público para fins exclusivos de segurança pública, defesa nacional, segurança do Estado ou atividades de investigação e repressão de infrações penais.

A nova legislação também estabelece a possibilidade de transferência de dados pessoais detidos pelo Poder Público às entidades privadas, desde que essa transferência seja amparada por previsão legal, contratos, convênios ou instrumentos similares.

Ficará sob responsabilidade da ANPD, dentre outras ações, a fiscalização e aplicação de sanções em caráter administrativo, dentre as quais, advertências, multas, publicização da infração, bloqueio ou eliminação dos dados pessoais.

Por outro lado, a estrutura administrativa da ANPD ficará à cargo da Presidência da República ao longo dos próximos dois anos e será necessário avaliar se tal estrutura será suficiente para causar algum impacto em relação ao rol de competências designadas pela nova lei.

Certamente, é importante destacar que, em um mundo cada vez mais conectado, é essencial que as empresas e pessoas físicas cada vez fiquem mais atentas à forma de lidar com as montanhas de dados com os quais temos acesso diariamente. A legislação surge para garantir direitos e deveres relacionados aos dados e é preciso adaptar-se à nova realidade jurídica que ela propõe.

Sobre a autora

Juliana D'Macedo é advogada especialista em Compliance e Proteção de Dados e sócia do escritório Meirelles Milaré Advogados.

O modelo de negócios da DaVita Serviços Médicos

O modelo de negócios da DaVita Serviços Médicos

DaVita é uma empresa norte-americana operando globalmente que no Brasil possui duas frentes de atuação​ independentes: Tratamento Renal e Serviços Médicos. Conversamos com Dr. Mauro Figueiredo, CEO da DaVita Serviços Médicos e Ana Vailati, diretora de Marketing e Experiência do Paciente, sobre o início da operação no país e os próximos passos da marca.

A entidade DaVita Serviços Médicos foi criada em 2017 e está em operação desde julho de 2018. O início de tudo foi com a aquisição das clínicas que pertenciam à Porto Seguro, seguradora de saúde. “Hoje a rede já é 50% maior do que quando adquirimos, um ritmo forte de expansão”, afirma Mauro.

A proposta da empresa é atuar como prestador de serviços no setor ambulatorial, englobando atenção primária e secundária. Encontram-se hoje apenas na grande São Paulo, mas o projeto é nacional e 100% focado no setor privado, diferentemente da DaVita Tratamento Renal que faz interface com o SUS, explica o CEO. O projeto visa inaugurar entre 40 e 50 unidades, em um espaço de tempo e evolução que serão determinadas pelo mercado, mas com previsão de até 5 anos.

Os produtos providos vão desde pronto atendimento à consultas, exames e procedimentos de baixa complexidade, oferecendo também tratamento de quimioterapia. O diferencial, segundo Mauro, é como são prestados. “Não são serviços que existem isoladamente”, diz, “não temos a atenção primária e a especialidade pra ter tudo que é possível oferecer, temos estas duas coisas para conseguir prover um serviço integrado”. ​

A ideia é prestar a cada indivíduo um atendimento personalizado em linhas de cuidado, gerindo suas necessidades médicas ao longo da vida. Para isso, Mauro explica que existem dois elementos fundamentais: o primeiro sendo uma diretoria médica totalmente voltada ao desenho destas linhas de cuidado e protocolos clínicos; o segundo sendo uma plataforma tecnológica que suporte este objetivo, deixando o paciente sempre no centro.

Os serviços básicos existem em todas unidades, mas outros somente em pontos específicos. A rede foi mapeada de forma que em um raio de 5 km todos os serviços sejam oferecidos. Estruturação pensada para o menor deslocamento do beneficiário.

Não faz parte dos planos do grupo a aquisição de hospitais, uma vez que suas ações estão desenhadas de forma a coordenar os cuidados do paciente independentemente se houver uma internação hospitalar ou não. De toda equipe médica hoje, praticamente 1/3 são de cirurgiões que garantem a integração dentro dos serviços hospitalares, realizando as cirurgias necessárias nos hospitais validados. Desta forma, todo cuidado é coordenado pela DaVita evitando desperdícios.

Ana nos contou sobre as readaptações das unidades adquiridas e mostrou as ambientações feitas, todas pensadas estrategicamente para que os pacientes se sintam acolhidos e possam engajar no seu cuidado. No último junho a empresa superou seu próprio record de NPS com o indicador atingindo a marca de 76. “Somos uma empresa que zela pela transparência e pelo diálogo com o paciente. Estamos felizes com este indicador [NPS] mas a ideia é que ele melhore, que se posicione pela diferenciação”, conta a diretora. “Avaliar as manifestações que o paciente tem é um movimento crucial para nossas atividades”, reforça Mauro.

Opty anuncia novo diretor

Dr. Jonathan Lake

O Dr. Jonathan Lake assumiu o cargo de diretor médico regional do Centro-Oeste do Opty este mês. Com base em Brasília, passa a liderar alguns projetos médicos estratégicos para o maior grupo de oftalmologia da América Latina.

Dr. Jonathan é formado em medicina pela Santa Casa de São Paulo, realizou residência na mesma instituição e em 2010 concluiu seu Doutorado em Oftalmologia pela Unifesp. É especialista em catarata e catarata congênita. Além do reconhecimento na oftalmologia nacional e internacional, sua trajetória profissional inclui passagens como cirurgião sênior no Oftalmed, chefe da seção de Catarata da Santa Casa de São Paulo, participações no Comitê Científico do Conselho Brasileiro de Oftalmologia e a vice-presidência da Sociedade Brasiliense de Oftalmologia. Atualmente, é membro da Comissão de Relações Internacionais na Associação Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa.

"Um dos principais desafios hoje é o acesso da população à saúde. A baixa visão e cegueira têm custos socioeconômicos muito altos. No Grupo Opty a integração entre tecnologia de ponta e medicina humanizada permitem que possamos unir forças para melhorar a vida dos nossos pacientes", afirma o Dr. Jonathan Lake, sobre o que o motivou a fazer parte do Opty.

Sobre o Opty

O Grupo Opty nasceu em abril de 2016, a partir da união de médicos oftalmologistas apoiados pelo Pátria Investimentos, que deu origem a um negócio pioneiro no setor oftalmológico do Brasil. O grupo aplica um novo modelo de gestão associativa que permite ampliar o poder de negociação, o ganho em escala e o acesso às tecnologias de alto custo, preservando a prática da oftalmologia humanizada e oferecendo tratamentos e serviços de última geração em diferentes regiões do País. No formato, o médico mantém sua participação nas decisões estratégicas, mantendo o foco no exercício da medicina.

Atualmente, o Grupo Opty é o maior grupo de oftalmologia da América Latina, agregando doze empresas oftalmológicas, 1500 colaboradores e mais de 400 médicos oftalmologistas. O Instituto de Olhos Freitas (BA), o DayHORC (BA), o Instituto de Olhos Villas (BA), a Oftalmoclin (BA), o Hospital Oftalmológico de Brasília (DF), o Hospital de Olhos INOB (DF), o Hospital de Olhos do Gama (DF), o Hospital de Olhos Santa Luzia (AL), o Hospital de Olhos Sadalla Amin Ghanem (SC), o Centro Oftalmológico Jaraguá do Sul (SC), a Clínica Visão (SC) e o HCLOE (SP) fazem parte dos associados, resultando em 25 unidades de atendimento.

100 Open Startups revela as 10 startups selecionadas no ranking Top Healthcare

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Mais de 10 mil empresas e startups se candidataram para o ranking geral, que é considerado termômetro de Open Innovation no Brasil

A 100 Open Startups divulga a lista completa da edição 2019 do seu ranking anual, que elege as startups que mais se destacaram no mercado corporativo, fechando contratos e despertando interesse de grandes empresas no último ano. 

Além da listagem geral com as 100 startups, outras 112 startups se classificaram para entrar nos 21 rankings por categoria: Educação, Energia, Meio Ambiente, Saúde, Indústria, Transporte e Logística, Retail, Agricultura, Construção, Serviços Financeiros, Marketplace, Big Data, Biotech, Visão Computacional, IoT, VR/AR, Produtividade, Customer Service, Recursos Humanos, Legal e Marketing.

Neste ano, as 212 startups selecionadas demonstram ainda mais potencial de crescimento e atratividade para investidores: juntas, já somavam mais de R$ 142 milhões em investimentos antes da publicação do ranking. Historicamente, as startups que entram no ranking têm 2,5 vezes mais chances de captar investimentos. A projeção de faturamento entre as selecionadas é de R$ 324 milhões em 2019.

“O crescimento da participação do ranking, batendo todos os recordes até agora, revela o poder do Open Innovation no Brasil. Comparando o mercado quatro anos atrás, quando começamos, com agora, vemos muita maturidade, abrangência e cada vez mais oportunidades de inovar em todos os setores”, avalia Bruno Rondani, CEO da 100 Open Startups.

Outro destaque da edição 2019 fica com a maturidade dessas startups: 82% estão em fase de mercado, com produto e faturamento, e 54,2% dos fundadores já haviam empreendido anteriormente. 

Categorias e critérios de avaliação

No total, 8.600 startups se candidataram para o ranking. Dentre elas, 895 declararam relacionamentos que foram validados pelo mercado corporativo. Já entre as grandes empresas, que são ranqueadas no Top 50 Open Corps, com as 50 que mais investiram no relacionamento com startups para promover inovação, houve 2.200 candidaturas e 876 relacionamentos válidos com startups.

O ranqueamento entre as selecionadas é feito com uma metodologia objetiva, relacionada aos relacionamentos de negócios entre startups e grandes empresas, de acordo com a pontuação obtida. São, ao todo, 16 tipos de relacionamento, divididos em 4 grandes grupos, que levam em consideração critérios como Reconhecimentos e premiações, Acesso a base de colaboradores, Fornecimento de serviço ou produto inovador e Programa de aceleração com equity. Essas informações são fornecidas pelas empresas à plataforma da 100 Open Startups, onde os dados reunidos são posteriormente checados pela organização.

Atratividade para o mercado

Entre as vantagens para as startups que participam do ranking, estão maior visibilidade e atratividade para o mercado, que resultam em mais investimentos e contratos fechados com grandes empresas.

As que foram ranqueadas nas últimas três edições aumentaram em 133% a captação de recursos, com valor médio de captação pós-ranking por startup de R$ 1,7 milhão. 55% das startups inscritas que nunca haviam captado recursos conseguiram seu primeiro investimento após aparecerem em alguma edição do ranking. 

“A principal tendência que vimos em 2019 é o uso das tecnologias disruptivas, como  Inteligência Artificial, Machine Learning, Big Data, Analytics, Internet das Coisas, Realidade Aumentada e Realidade Virtual, em produtos e serviços de mais de 50% das startups selecionadas”, revela Rondani. “Isso reafirma a importância da Open Innovation para fomentar a Indústria 4.0 em todos os setores no Brasil, e revela que nossa missão, de conectar grandes empresas, startups e investidores para criar oportunidades de negócios, está sendo cumprida”.

Ranking Top Healthcare

RankStartup
13,2,1 Beauty
2Carefy
3N2B Brasil
4MSC MED
5Salvus
6Oxiot
7Psicologia Viva - Psyalive
8HTX Systems - Garantindo que cada ser humano é único
9Ambra Saúde
10CleverCare

A classificação completa pode ser vista no site do Ranking Top 100 Open Startups.

Dicas para escolher o melhor plano de saúde para sua empresa

Foto Leandro Almeida 3

Um dos benefícios mais importantes para os colaboradores é o plano de saúde e ele representa uma fatia importante da folha de pagamento algo em torno de 8% a 15%. Por isso é muito importante que você, gestor de RH e empresário, escolha corretamente qual das opções existentes no mercado atenderá melhor as necessidades do seu público interno. Trata-se de um processo complexo, mas que se for realizado da forma correta pode enxugar e muito os custos de sua empresa e ainda atender a expectativa dos colaboradores.

Primeiramente, é preciso considerar e avaliar as diferenças entre medicina de grupo, com operação médica verticalizada, seguradora, cooperativa e operadoras de saúde. Feito isso, chegou a hora de avaliar a rede credenciada de atendimento e os diferenciais de serviços oferecidos nos produtos.

Também é fundamental mapear as necessidades de seus funcionários – características geográficas de sua empresa, perfil do público interno, perfil epidemiológico e casos crônicos, gestantes, etc. - e adequar o modelo de gestão de acordo com essas particularidades.

Algumas dicas na hora da escolha: buscar uma prestadora que possa verticalizar a gestão do sinistro, que tenha programas de controle em seu aparato de produtos e serviços, ofereça mecanismos de controle de sinistro e qualidade de vida. Além disso, opte por um contrato que possua cláusulas flexíveis de acordo com a performance de utilização dos serviços

Como “dica de ouro” posso sugerir que, no momento da contratação do benefício saúde, o gestor estipule modelos e gatilhos de controle para a utilização do plano, tais como coparticipação, limitadores de procedimentos, meritocracias e contratos flexíveis. Uma opção muito vantajosa é buscar por produtos regionais/nacionais e, se possível, dividir os contratos entre duas operadoras, a depender do tamanho da empresa e de sua localidade.

Caso a empresa já tenha contratado o serviço de benefício saúde, mas ele não está atendendo seu público interno de forma positiva, o gestor pode solicitar um redesenho do contrato atual, junto à operadora, e negociar novas condições e adequações do produto e abrangência. Também é possível readequar os valores do contrato e, até mesmo, redesenhar modelos de elegibilidade.

Para otimizar ainda mais o serviço, o gestor de RH pode criar programas de conscientização para que o seu público interno tome conhecimento de todas as particularidades de seu benefício saúde. Isso ajuda a minimizar o desperdício e pode apresentar, de forma clara, todos os itens disponíveis, gerando maior satisfação no usuário.

Um dos maiores erros que os gestores cometem ao contratar o plano de saúde para seus colaboradores é, justamente, não realizar um mapeamento adequado para entender quais são as reais necessidades do seu público interno, escolher o plano pelo baixo custo e não pela oferta de um serviço de qualidade. O valor é importante, mas não é o principal quesito a ser avaliado no momento de contratar um plano de saúde.

Os gestores e empresários precisam compreender que o maior ativo de uma empresa, sem nenhuma dúvida, são as pessoas e principalmente suas habilidades e diferenciais que, juntos, podem favorecer a corporação de inúmeras maneiras.

Por fim, gostaria de ressaltar que a realização de uma boa gestão da saúde e um controle assertivo da sinistralidade são essenciais para todas as empresas que buscam um serviço de qualidade, sem comprometer a saúde financeira do seu negócio!

Sobre o autor

Leandro Almeida é fundador e diretor da DynamicCare Benefícios. Formado em comunicação e marketing, Pós-graduado em Seguros e Resseguros, especialista em vendas consultivas e legislação de saúde, o executivo atua no mercado de saúde suplementar há 20 anos.