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Articles from 2007 In August


Hospital das Américas, no Rio de Janeiro, tem construção embargada

A construção do Hospital das Américas, no Rio de Janeiro, foi embargada. A Procuradoria Geral da União moveu uma ação contra a empresa Bosque Medical Center S/A, responsável pelo projeto, alegando que o hospital apresenta risco ao aeroporto de Jacarepaguá. A decisão foi dada pela juíza Cláudia Maria Neiva, da 14ª Vara Federal do Estado.
A procuradoria se baseou em dois relatórios técnicos do Instituto Nacional de Aviação Civil, responsável por coordenar estudos e pesquisas de transporte aéreo e infra-estrutura aeroportuária, que considerou que o hospital pode representar risco para a segurança dos vôos. Outros argumentos dados foram que o hospital impede a ampliação do aeroporto e que o hospital está inserido numa área onde há restrição por ruído.
Na decisão, a juíza destacou que as licenças concedidas pela Secretaria Municipal de Urbanismo do Rio de Janeiro, pela Comissão Estadual de Controle Ambiental e pela Fundação Estadual de Engenharia e Meio Ambiente não são suficientes para o início das obras. A decisão também impõe multa de R$ 10 mil em caso de descumprimento da ordem.
Em resposta, a Bosque Medical Center disse que o hospital não apresenta risco algum para o aeroporto, uma vez que está localizado ao lado da pista e que a unidade opera vôos de pequeno porte. A empresa também diz que somente o estacionamento do hospital está localizado na área com restrições de ruídos. Além disso, a Bosque Medical alega que há seis anos a Infraero diz que não tem intenção em ampliar as operações do aeroporto.
O Hospital das Amércas foi recentemente adquirido pela Amil. A unidade terá mais de 50 mil m2 de área construída, com 285 consultórios. A inauguração está prevista para 2009.

Boehringer Ingelheim tira remédios das prateleiras

A farmacêutica Boehringer Ingelheim vai retirar do mercado mundial todos os medicamentos à base de Cloridrato de Clobutinol - comercializados no Brasil como medicamento isento de prescrição sob as marcas SILOMAT® e SILOMAT® PLUS -, utilizado para o tratamento da tosse não produtiva.
Estudos da empresa indicaram que o uso do produto causa arritmia cardíaca. A farmacêutica informou, por meio de comunicado, que existem alternativas terapêuticas para o tratamento.
A decisão já foi comunicada a Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária) e os procedimentos do recolhimento do produto ainda serão divulgados. De qualquer forma, o serviço de atendimento ao cliente da empresa está a disposição para mais esclarecimentos, no telefone 0800 7024170.
No Brasil, o produto foi lançado em 1961 e já usado por mais de 200 milhões de pacientes em todo o mundo.

Clean Mall organiza encontro gratuito sobre Lean Six Sigma

No dia 24 de setembro, a CLEAN MALL - Divisão Hospitalar, emrpesa do GRUPO FB, promove seu 2º QUALIENCONTRO voltado para a área de saúde. O evento, que tratará do tema "Lean Six Sigma - Reduzindo Custos, Aumentando Resultados", acontecerá durante um café da manhã, no Golden Tulip Park Plaza (SP), com o palestrante Carlos Hugo Domenech, especialista na consultoria em soluções neste sistema de gestão.

Voltado à redução de custos e à otimização de resultados, o Lean Six Sigma (LLS) foi aplicado inicialmente com sucesso em grandes empresas como Toyota, General Eletric, Motorola e, mais recentemente, em pequenas e médias organizações. Em função da importância do tema e do crescente número de adoção do sistema por parte das instituições de saúde, cases e experiências deste processo serão mostrados e debatidos na ocasião.

O Seminário, destinado a gestores da área de saúde, recebe inscrições gratuitas pelo telefone 3723-4113, com Muriel ou pelo e-mail: [email protected] .

A CLEAN MALL - Divisão Hospitalar atua há 25 anos no mercado de prestação de serviços especializados para hospitais, com uma equipe de 3.500 profissionais treinados e capacitados para atender com qualidade, dentro das especificações e normas ISO e da Acreditação Hospitalar, os seus mais de 20 clientes da área de saúde em todo o Estado de São Paulo, entre eles o GRAAC, Hospital do Câncer e Hospital e Maternidade São Cristóvão.

2º QUALIENCONTRO CLEAN MALL HOSPITALAR

DATA: 24 de setembro de 2007

Plano Plurianual garante 28% do orçamento para Saúde e Educação

O Plano Plurianual (PPA) correspondente aos anos de 2008 a 2011, será entregue hoje, 31, pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. As despesas destes próximos quatro anos estão previstas para R$ 3,526 trilhões.
Do total de gastos, 28% serão destinados à área social, o que inclui programas de educação e saúde; 20% irão para infra-estrutura; 36% irão para o setor produtivo, o que é caracterizado pelo desenvolvimento e agricultura.
Sob o slogan "Desenvolvimento com Inclusão Social e Educação de Qualidade", o PPA prevê a redução da carga tributária do governo federal para 24,7% do PIB até 2011.

Carestream Health elege nova diretoria

A Carestream Health, Inc. acaba de eleger novos membros para o Conselho de Diretores fundadores da empresa. O novo Conselho será responsável por fiscalizar a estratégia da empresa e apoiar a visão de mudar o cenário da saúde para as gerações futuras, fornecendo soluções que melhoram a qualidade e o custo do atendimento ao paciente.

Robert M. Le Blanc, Diretor Administrativo da Onex Corporation, será o Chairman do Conselho. Os outros membros do Conselho são: Robert M. Haft, Kevin J. Hobert, James T. Kelly, Michael C. Pomeroy, e Eliot L. Siegel, M.D.

Robert M. Haft, atua na MainStreet Lender, um concessor de empréstimos comercial nacional direto, e um dos 14 concessores de empréstimos não-bancário autorizados pela Administração de Pequenos Negócios nos Estados Unidos. James T. Kelly é um investidor privado e atuou como Presidente e CEO da Lincare Holdings Inc. de 1986 a 1996. Michael C. Pomeroy é Chief Financial Officer da Carestream Health. Eliot L. Siegel é professor e vice-presidente da Escola de Medicina da Universidade de Maryland, Departamento de Radiologia Diagnóstica.

Frischmann Aisengart/DASA inaugura unidade em Paranaguá

O Frischmann Aisengart / DASA, no Paraná, inaugura no dia 10 de setembro a Unidade Paranaguá, a primeira da marca no litoral. Com investimentos de R$ 400 mil, o novo laboratório segue o conceito de integração e irá oferecer análises clínicas e, em breve, ultra-som e vacinas.

O laboratório já realizava atendimento em domicílio no litoral e devido a boa aderência decidiu investir numa unidade fixa.

Fazenda nega liberação de recurso e Saúde não se opõe

No início da semana, o Ministério da Saúde anunciou que os recursos já estavam disponíveis e que a destinação estava em estudo. Hoje,  a assessoria de imprensa negou o conteúdo do comunicado enviado e declarou que o governo não voltou atrás da decisão de liberação dos R$ 2 bilhões, simplesmente porque essa decisão nunca aconteceu.
Mesmo com a divulgação da informação de que o recurso havia sido liberado e com as declarações de Temporão sobre a destinação do recurso, o ministério alega que essa decisão nunca foi tomada.
De acordo com o porta-voz, o que houve foi um pedido do ministro José Gomes Temporão para o descontingenciamento da verba, e que há uma expectativa de que seja liberado um valor aproximado de R$ 2 bilhões, mas ainda não há previsão para que isso aconteça.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou ontem que o Governo Federal ainda não liberou os R$ 2 bilhões para o Ministério da Saúde e que a proposta está sendo analisada, sem previsão para ser aprovada.
Saiba mais sobre a liberação da verba:
Mantega nega liberação de R$ 2 bilhões para a Saúde
Governo aprova liberação de R$ 2 bilhões para a saúde
Temporão pede liberação de R$ 2 bilhões para saúde

Projeto de deputado gera controvérsias

Em debate nesta quinta-feira, 30, o deputado Albano Franco discutiu os prós e contras do projeto de lei que induz a regulamentação da venda fracionada de remédios.
A idéia é diminuir os gastos do consumidor, que muitas vezes encontra-se na situação de comprar caixas de medicamentos fechados com uma quantidade superior a que efetivamente irá utilizar. Além disso, a forma inadequada de armazenamento contribui para a ocorrência de acidentes, como intoxicação.
Por outro lado, a obrigatoriedade da medida não agradou aos pequenos e médios laboratórios. O argumento é a falta de condições para a readequação dos parques industriais, visto que os custos de produção poderão subir e conseqüentemente o cenário afetará o bolso dos consumidores finais.
O parlamentar reviu o parecer sobre o projeto e implementou um substitutivo que retira a obrigatoriedade: "as indústrias farmacêuticas poderão fabricar e comercializar embalagens fracionáveis de medicamentos".
No entanto, a indústria farmacêutica atenta sobre os riscos que essa medida poderá trazer no que diz respeito à preservação da qualidade dos produtos, afinal os produtos estariam propensos a falsificação. Afinal o fracionamento do medicamento poderia acarretar na perda de mecanismos como lacre de segurança, número do lote, entre outros.
Dentro do termo substitutivo do deputado ainda há uma licença especial para as farmácias que optarem fracionar os medicamentos, desde que haja a presença de farmacêuticos no ato do fracionamento e a apresentação de receita médica para esse tipo de compra. Esse ato implicaria na fiscalização.
Entre os lados positivos e negativos, a medida ainda será ajustada antes de ser levada para votação das Comissões de Seguridade Social e Família e a de Constituição e Justiça. Após isso, o projeto deverá ser aprovado pelo Senado.
 

Grupo AeC aposta em novas verticais

O Grupo AeC, que atua no fornecimento de soluções em tecnologia e gestão, pretende investir em iniciativas segmentadas, sendo que a vertical de saúde mostra-se um mercado promissor para a instituição.
De acordo com a administração do Grupo, não existem softwares de gestão hospitalar de ponta, tendo em vista que o mercado é pulverizado.
A empresa prevê um faturamento de R$ 150 milhões em 2007 e para o próximo ano, com base nas novas iniciativas, a receita deve atingir R$ 210 milhões.
Atualmente, o AeC atua com um software em hospitais de Belo Horizonte. O sistema movimenta 5 milhões de transações diariamente, porém o produto ainda não foi para o mercado. Apesar da parceria estabelecida com a entidade, o Grupo pretende testar o sistema em outras instituições hospitalares e ouvir consultores, para aprimorar o módulo de custo.
A solução já foi julgada pela Microsoft dos Estado Unidos e obteve reconhecimento como a melhor criada no padrão.

Mantega nega liberação de R$ 2 bilhões para a Saúde

E o alívio financeiro da Saúde durou pouco. Na reunião ministerial realizada na quinta-feira,30, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, negou a liberação dos R$ 2 bilhões para o setor.
Na ocasião, o ministro ressaltou que o valor do descontingenciamento ainda está em análise. Na próxima segunda-feira, Mantega se reunirá com o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, para definir o volume dos recursos.
A liberação dos R$ 2 bilhões foi divulgada na última segunda-feira, 28, depois de uma reunião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a coordenadoria política do Palácio do Planalto. O valor seria destinado para a correção da tabela do Sistema Único de Saúde para determinados procedimentos. Do total, R$ 1,2 bilhão seria repassado para Estados e municípios e R$ 800 milhões seria destinado à compra de medicamentos.