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Articles from 2015 In August


O que analisar na hora de contratar um plano de saúde?

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O benefício saúde é um dos itens que mais pesa nos custos de uma empresa, por isso é preciso ter muito cuidado na hora de contratar ou trocar de plano de saúde. Além da escolha correta, é preciso investir em campanhas para incentivar os colaboradores a usá-lo de forma consciente.

O primeiro passo é conhecer o perfil de seus colaboradores em detalhes. Esses dados ajudarão a escolher o plano de saúde mais adequado, além de contribuir para a empresa desenvolver ações focadas em promoção da saúde.

Ao planejar a aquisição de um plano de saúde ou mesmo a migração do benefício para outra empresa, é preciso fazer uma análise contemplando diversos itens como: o tipo de operação (seguradoras, medicinas de grupo, empresas de auto-gestão ou cooperativas); reputação na Agência Nacional de Saúde (ANS); abrangência e qualidade da rede credenciada; valor do reembolso; e políticas para tratamento de doenças pré-existentes, como câncer, doenças crônicas e autoimune.

É preciso analisar bastante antes de definir o formato de contratação, levando em consideração o impacto de cada modelo. Por exemplo, o plano contributário, que tem desconto parcial do valor na folha de pagamento, pode reduzir o custo à primeira vista, mas implica ao empregador oferecer a continuidade do benefício no caso de demissão sem justa causa ou aposentadoria. No médio e longo prazos, isso poderá gerar um passivo para a empresa e necessidade de provisionamento, com impacto direto no caixa.

Uma vez contratado o plano, a empresa precisa investir em um trabalho de conscientização sobre sua utilização. O uso inadequado do benefício eleva a sinistralidade e, consequentemente, o valor da mensalidade. O foco tem que ser na saúde, e não na doença. Ou seja, além de investir em programas de prevenção contra doenças, é preciso manter o colaborador com hábitos saudáveis.

Outro ponto é conscientizar que apesar do benefício ser coletivo, o mau uso individual traz impacto para todos os envolvidos. A utilização errada encarece o plano de saúde. As pessoas não compreendem, ou talvez não se importem, que o plano pertence a uma grande comunidade e que a ação delas prejudica ao outro e a si mesmas.

Estudo conduzido pela AzimuteMed em uma carteira empresarial com 2.350 vidas revela que 13,55% usam o plano de saúde de forma abusiva, o que gera um sinistro anual por pessoa no valor de R$ 2.677,71, quando a média do mercado gira em torno de R$ 906,96. Por outro lado, 13% não utilizam o plano, o que indica total ausência de ações de prevenção nesse grupo. A pesquisa foi feita entre maio de 2012 e abril de 2013, em uma população com 1.183 homens e 1.167 mulheres. Do total, 28.06% são titulares do plano de saúde e o restante é dependente.

A alta sinistralidade também está presente entre os doentes crônicos, portadores de doenças como diabetes e hipertensão, e que representam 14% da população. A média anual de gasto por vida gira em torno de R$ 2.480,42.

No caso dos doentes crônicos, é comum o paciente abandonar o tratamento e como, consequência, a doença sai do controle e surge a necessidade de ir ao pronto atendimento, com explosão dos custos e deterioração da qualidade de vida.

Para este grupo de pessoas é importante a conscientização a respeito da doença, o que pode ser feito através de um programa de monitoramento. Ao cuidar de cada um deles de maneira diferenciada, mostrando a importância de entender melhor sua doença e de tomar a medicação correta, entre outras ações, o doente crônico passa a fazer uso do plano de saúde de forma inteligente.

Outro dado alarmante é que as pessoas não estão fazendo exames preventivos de patologias oncológicas. Na carteira analisada, das 592 mulheres ativas elegíveis, entre 25 e 29 anos, 55,41% não efetuam o exame de prevenção de câncer de colo de útero. Já entre as acima de 50 anos (175 vidas), 38,29% não fazem exames de câncer de mama. Entre os homens (196 vidas), 46,43% não realizam exame de próstata

Não usar o plano de saúde também é um problema sério. Cerca de 13% das vidas analisadas (123 homens e 56 mulheres) não fizeram uso do plano de saúde por um período de dez meses ou mais. Desse total, pelo menos 47 vidas com idade acima de 34 anos deveriam ter usado o benefício para ações de prevenção (exames, consultas, check-ups).

Para mudar este cenário de mau uso do plano de saúde e da falta de conscientização da prevenção, as pessoas deveriam buscar um médico de confiança, um profissional que possa atendê-las nas horas críticas.

Outra solução é recompensar quem se cuida. O mercado deveria pensar em formas de premiar aqueles que fazem bom uso do plano de saúde. As empresas deveriam oferecer bônus aos funcionários que têm boas condutas em relação a sua saúde.

*Luciana Lauretti é sócia da empresa de saúde AzimuteMed 

Oobj lança e-book gratuito sobre a Lei da Rastreabilidade de Medicamentos

A Oobj, empresa do segmento de Tecnologia da Informação do grupo E-Sales, anuncia o seu e-book gratuito com instruções e informações sobre a Lei de Rastreabilidade de Medicamentos, que deve impactar 400 fabricantes e importadores de remédios, 300 distribuidores, 50 hospitais federais, 500 hospitais estaduais, mil hospitais municipais, 40 mil postos de saúde, 20 mil clínicas e 50 mil consultórios – segundo levantando da PwC (PriceWaterhouseCoopers).

Idealizado pela equipe da Oobj, o manual pode ser baixado gratuitamente no endereço: http://conteudo.oobj.com.br/ebook-sncm-anvisa-o-prazo-sera-prorrogado mediante ao preenchimento de formulário simples para controle de dados da empresa. Após o download, o usuário encontrará informações detalhadas sobre os prazos de implantação da Lei, andamento do processo de implantação do Projeto Piloto da ANVISA (RDC 54), entre outras informações como:

o O que é Rastreabilidade de Medicamentos (RDC-54)?

o Quais são os prazos de Implantação?

o Esses prazos serão cumpridos?

o Como esses prazos poderiam ser prorrogados?

o Como é a tramitação dos projetos no Legislativo?

o Esses projetos conseguirão passar por votação até dezembro de 2015?

o Como o mercado tem se posicionado em relação aos prazos?

o O que eu preciso para implantar o Projeto Piloto?

o O que pode acontecer com quem não se adequar à norma RDC 54 da ANVISA?

“Muitas indústrias já investiram em tecnologia de rastreabilidade de medicamentos para entrar em conformidade em todos os seus processos, desde o momento da fabricação até a comercialização dos medicamentos no mercado. O e-book traz questões sobre andamento da Lei, possíveis prorrogações para que o usuário consiga acompanhar todo o processo”, afirma André Ramos,

diretor de Novos Negócios da Oobj.

A lei federal, sancionada em janeiro de 2009, criou o Sistema Nacional de Controle de Medicamentos, que visa combater a falsificação por meio de tecnologia de rastreamento. Para isso, todo o setor da saúde deve entrar em conformidade com a nova legislação e implementar sistemas de rastreamento em todos os produtos produzidos e comercializados. A primeira fase determina a rastreabilidade de três lotes e deve ser cumprida até dezembro de 2015. A segunda e última fase encerra em dezembro de 2016, com a determinação de rastreabilidade completa em todo o setor.

Sobre o Noov

O sistema Noov conta com as mais atuais tecnologias para armazenamento e transmissão de Documentos Eletrônicos Fiscalizatórios (NF-e, NFC-e, CT-e, MD-e e Documentos do Sistema Nacional de Controle de Medicamentos – SNCM). No contexto do SNCM, cabe ao Noov integrar a comunicação entre os elos da cadeia de produtos farmacêuticos, coletando, armazenando e transmitindo todos os documentos decorrentes dos eventos previstos na RDC 54/2013 da ANVISA (Embalagem Transporte, Movimentação, Produção, Importação, Finalização, Recuperação, Retificação e Declaração de Eventos). Outro diferencial é a escalabilidade, a solução pode aumentar seu poder de processamento conforme aumenta a demanda do mercado, sem isso não seria viável atender todo o mercado.

Sobre a Oobj

A Oobj é uma empresa do segmento de tecnologia da informação com sede em Goiânia (GO) e escritórios próprios em São Paulo (SP) e Porto Alegre (RS). A empresa foi criada em 2008 e é responsável pelo desenvolvimento de soluções emissão, armazenamento, transmissão e validação de documentos do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), especialmente Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), Nota Fiscal Eletrônica ao Consumidor (NFC-e) e Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e). Com a legislação que cria o Sistema Nacional de Controle de Medicamentos (SNCM), a Oobj criou uma vertical de negócios para o tema. Hoje a empresa atende mais de 7 mil CNPJs emitindo, auditando e recepcionando documentos fiscais. Em sua carteira de clientes, constam nomes como P&G, Coca-Cola, Burger King, Editora Abril, Panasonic e Panpharma.

Pequenas doses de radiação podem ser benéficas para o organismo, diz estudo

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As pequenas doses de radiação às quais os pacientes são submetidos em exames de imagem como raio-X, tomografias computadorizadas e cintilografias podem não ter efeito nocivo no aumento dos casos de câncer. Na verdade, essa exposição reduzida poderia ter efeito contrário, fortalecendo os mecanismos de reparo celular do organismo e diminuindo o risco de câncer. É o que sugere um artigo publicado recentemente pelo periódico Technology in Cancer Research & Treatment.

Segundo o médico nuclear e diretor da clínica especializada MND Campinas, Celso Darío Ramos, o estudo realizado em conjunto por físicos e médicos norte-americanos apresenta uma nova perspectiva no entendimento sobre os efeitos das pequenas doses de radiação no organismo.

“Os pesquisadores discutem a validade do modelo utilizado em grande parte dos estudos atuais para a medição das doses de radiação, chamado de Linear Non-Threshold Model (LNT), algo como ‘modelo linear sem limiar de resposta à dose de radiação’. Basicamente, esse tipo de aferição pressupõe que o câncer pode resultar de uma única ionização de uma célula crítica, concluindo que não existiria dosagem segura para o uso de radiação”, explica.

Mecanismo de defesa

O especialista esclarece que o processo natural de reprodução celular cotidiano do organismo é responsável por milhares de mutações no DNA todos os dias. Por conta disso, existem mecanismos de reparo dessas estruturas, impedindo que essas alterações provoquem neoplasias.

O modelo linear colocado em xeque no estudo não leva em conta esse mecanismo básico do organismo, algo vital para um entendimento mais completo dos efeitos da radiação. Segundo o artigo, as pequenas doses de radiação utilizadas nos exames ajudariam a prevenir alguns tipos de câncer exatamente por ’exercitar’ esse mecanismo de reparo com quantidades seguras de mutação.

Medo do desconhecido

Outro ponto levantado pelos pesquisadores diz respeito à radiofobia, medo exagerado dos efeitos da radiação. Segundo o estudo, a reação exacerbada de temor das pessoas frente a desastres como o de Fukushima, em 2011, chega a ser mais letal do que a exposição à radioatividade em si.

O artigo aponta que o Japão registrou por volta de mil mortes ocasionadas por conta das evacuações forçadas, enquanto a exposição à radiação em si não ocasionou nenhum efeito direto à saúde da população. Os pesquisadores ainda atentam para outros dados que não podem ser estimados, mas que são comuns em casos como o de Fukushima, como o número de suicídios e até abortos desnecessários causados pela radiofobia.

Radioatividade para a saúde

Segundo o diretor da MND Campinas, esse mesmo medo da radiação está presente no cotidiano da medicina nuclear, especialidade que usa quantidades mínimas de substâncias radioativas (radiofármacos) como ferramenta para obter diagnósticos e oferecer tratamentos precisos. Utilizando esses elementos, o médico nuclear consegue obter imagens minuciosas que mostram o funcionamento dos órgãos do corpo humano e seus tecidos em pleno funcionamento.

“Existe um temor quando os procedimentos envolvem elementos radioativos. Isso se deve, sobretudo, à falta de conhecimento. A quantidade de radiação envolvida é ínfima e utiliza radioisótopos de meia-vida muito curta, que são rapidamente retirados do organismo. Esses fatores tornam o diagnóstico da medicina nuclear mais seguro do que muitos exames mais invasivos e menos precisos”, explica Ramos.

Entre as áreas de atuação da especialidade, estão o diagnóstico e tratamento de diversos tipos de câncer, doenças crônicas como as cardiovasculares e renais, alterações na tireoide e tumores neuroendócrinos.

Sobre a MND Campinas

Fundada em 1995, a Medicina Nuclear Diagnóstica Campinas une uma equipe de profissionais pioneiros em PET/CT no Brasil, um dos principais avanços da especialidade. A clínica oferece a médicos e pacientes serviços em diagnóstico por imagem, trazendo o que há de mais moderno em medicina nuclear. A clínica tem como diferencial a capacitação do corpo clínico, com médicos, biomédicos e enfermeiros em processo de constante aperfeiçoamento para acompanhar os avanços da especialidade.

Dos US$ 120 bilhões no mundo, farmacêuticas investem US$ 300 milhões no Brasil

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- Shutterstock

A indústria farmacêutica investe entre 12% e 16% de seu faturamento anual em pesquisas, o que representa US$ 120 bilhões a US$ 160 bilhões mundo afora. Contudo, o Brasil recebe apenas US$ 300 milhões para pesquisa e desenvolvimento de novas terapias. “Esse investimento é muito pequeno. Precisamos resolver dois problemas no País para que possamos nos tornar mais competitivos no cenário mundial”, afirmou Antônio Britto, presidente-executivo da Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa), em nota ao mercado.

O principal problema é o tempo de aprovação da pesquisa clínica. Um estudo é avaliado em 30 dias na Coréia, em 60 dias nos Estados Unidos, em até 75 dias na Europa, mas no Brasil é preciso esperar 12 meses; o dobro da média mundial.

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Isso acontece por causa da dupla avaliação do sistema CEP/CONEP, em que a CONEP (Comissão Nacional de Ética em Pesquisa) avalia novamente os estudos submetidos ao CEP (Comitê de Ética em Pesquisa). “É fundamental mantermos um padrão elevado de análise ética das pesquisas clínicas submetidas à aprovação, mas não podemos demorar tanto para isso. Essa morosidade acaba fazendo com que muitos estudos deixem de ser feitos no país, o que dificulta o acesso dos pacientes às drogas experimentais e também prejudica o avanço da ciência no país”, disse Britto.

Recentemente, os principais pesquisadores da área médica no País assinaram uma carta aberta à presidente Dilma Rousseff, em que reivindicavam atenção para o problema. Eles argumentavam que a pesquisa não poderia se tornar refém da burocracia sob o pretexto de proteger a ética. Mais de 40 médicos participaram da iniciativa.

Outra questão é referente à integração entre universidade e iniciativa privada. “Os principais centros geradores de novas drogas são centros em que o governo apoia pesadamente a pesquisa básica; a indústria e a universidade trabalham de forma muito integrada para transformar a pesquisa básica em pesquisa aplicada, o que significa novos medicamentos no mercado. No Brasil, a universidade resiste em trabalhar com a iniciativa privada e a iniciativa privada resiste em assumir riscos”, avaliou o presidente-executivo da Interfarma.

Estudos perdidos

No primeiro semestre, as associadas da Interfarma deixaram de realizar 16 estudos no Brasil devido à morosidade dos órgãos regulatórios. As pesquisas tinham como objetivo investigar alternativas de combate a problemas como câncer, doenças raras, diabetes e esclerose múltipla.

Ao perder estudos, o País vai caindo no ranking mundial de pesquisas clínicas e, por consequência, desperdiça oportunidades de se tornar inovador. Hoje, embora o Brasil seja o quinto mercado farmacêutico do mundo, ele ocupa apenas a 15ª colocação entre as nações que mais realizam estudos clínicos. Apenas 2,3% das 186 mil pesquisas em andamento mundo afora são realizadas no Brasil; equivalente a 4.309 protocolos.

Sobre a Interfarma

Fundada em 1990, a Interfarma possui atualmente 56 empresas associadas. Hoje, esses laboratórios são responsáveis pela venda, no canal farmácia, de 80% dos medicamentos de referência do mercado e também por 33% dos genéricos produzidos por empresas que passaram a ser controladas pelos laboratórios associados. Além disso, as empresas associadas respondem por 46% da produção dos medicamentos isentos de prescrição (MIPs) do mercado brasileiro e por 52% dos medicamentos tarjados (50% do total do mercado de varejo).

Cloud Computing na Saúde deve gerar US$ 5,4 bilhões até 2017

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A área da saúde muitas vezes é resistente quando o assunto é adoção de tecnologias de ponta. No caso do Cloud Computing não poderia ser diferente. As instituições do setor, muitas vezes, demoram a compreender de forma plena os benefícios da nuvem para os negócios, mas é viável dizer que já há uma maturidade nesse sentido, mesmo que relativa. De acordo com um estudo do instituto de pesquisas Marketsandmarkets, a previsão é de que, até 2017, o Cloud Computing na área de saúde gere US$ 5,4 bilhões no mundo.

Alguns segmentos já vem utilizando esse recurso plenamente, especialmente nos últimos anos, em que houve uma melhoria na estrutura de telecomunicações no Brasil. A autorização de exames de convênios médicos, por exemplo, já é feita muitas vezes via internet, além disso, o preenchimento de formulários que padronizam as trocas eletrônicas de informações em saúde suplementar, as guias TISS, também já funcionam amplamente em Cloud.

As operadoras de saúde foram uma das primeiras áreas a incluir a nuvem em sua rotina e em sua comunicação com as clínicas, inclusive, para distribuição de resultados de exames. Segundo dados da Transparency Market Research, até 2018, 80% dos dados das instituições focadas em saúde passarão por essas tecnologias, o que poderá transformar alguns aspectos do setor, tornando os processos mais dinâmicos e funcionais.

*Roberto da Cruz - CEO da Pixeon (NR-7 Comunicação)

Hospital Santa Paula recebe 2ª acreditação da JCI

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- Divulgação

O Hospital Santa Paula, centro de excelência em saúde da zona sul de São Paulo, acaba de receber a segunda acreditação da Joint Commission Internacional (JCI), a mais importante certificação hospitalar do mundo. A primeira foi concedida em julho de 2012.

Dentre os mais de 6 mil hospitais do sistema de saúde brasileiro, apenas 26 se destacam como centros de excelência internacional e possuem esta certificação. Com validade de três anos, os avaliadores checam mais de 1.300 itens antes de conferir a acreditação, que leva em consideração itens como atendimento, gestão, infraestrutura, qualificação profissional, entre outros.

“Para a reacreditação, a JCI exigiu comprovação de melhorias nos processos de qualidade em relação aos demonstrados na certificação anterior. Isso só comprova o empenho de toda equipe em seguir um plano continuo de aprimoramento em seus processos internos. Quem ganha com isso é o paciente, que tem a segurança de ser bem atendido desde sua entrada no hospital”, afirma George Schahin, presidente do Hospital Santa Paula.

Sobre a Joint Commission International (JCI)

A Joint Commission International surgiu a partir da Joint Commission on Accreditation of Healthcare Organizations (JCAHO) com o objetivo de melhorar a qualidade da assistência à saúde em todo o mundo. No Brasil, a JCI está representada pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA).

Sobre o Hospital Santa Paula

O Hospital Santa Paula, centro de excelência em saúde da zona sul de São Paulo, foi inaugurado em 1958. O HSP ocupa uma área de 15 mil m², possui 200 leitos, 09 salas de cirurgia e 50 leitos dedicados à terapia intensiva: 32 na UTI Geral, 9 na UTI Cardiológica e 9 na UTI Neurológica. O Centro Cirúrgico HSP possui 09 salas de cirurgia e 10 leitos para recuperação anestésica. Anualmente, o HSP realiza 7.500 procedimentos cirúrgicos, 12 mil internações e atende no Pronto Atendimento cerca de 100 mil pacientes. O hospital emprega mais de 1.200 colaboradores e possui um corpo clínico aberto com 1.500 médicos. O HSP é acreditado ONA - Organização Nacional de Acreditação, nível 3, desde 2008; em 2012, conquistou a certificação Joint Commission International (JCI) e em 2014 conquistou certificação Joint Commission International para tratamento de AVC.

Endereço: Av. Santo Amaro, 2468 – Vila Olímpia - (11) 3040-8000

Para mais informações acesse: www.santapaula.com.br

Sepaco realiza eleições eletrônicas para CIPA

O Sepaco sai na frente mais uma vez e é uma das primeiras instituições de saúde a realizar eleições eletrônicas para CIPA. Isso só foi possível pelo empenho da área de TI que vem utilizando a experiência da era digital, fazendo uso da tecnologia para buscar as melhores práticas do mercado.

Segundo David Oliveira, gerente de Tecnologia, Comunicação, Qualidade e Processos do Sepaco, em 2014 já foi implantando um modelo automatizado, com o uso de tablets nos setores, mas ainda dependia de um ou dois colaboradores dedicados a coleta de votos. Este ano, a decisão foi inovar e criar um sistema tão eficiente quanto à urna eletrônica e que os colaboradores pudessem votar em qualquer estação de trabalho. O desenvolvimento desse novo sistema levou uma semana para ser concluído e foi avaliado pelo Comitê organizador e candidatos antes de sua utilização.

O executivo comenta que os resultados foram imediatos e, já no segundo dia, havíamos atingido 50% dos quase 1400 colaboradores, um recorde em comparação ao modelo manual. “Para os participantes, fica o dinamismo de poder receber seu voto com segurança e isenção de tabulações manuais, pois o voto era computado imediatamente. Para o departamento de TI, fica mais um aprendizado em relação à integração com toda área de negócio, levando o uso massivo das tecnologias existentes”, avalia David.

Hamilton Inforzato Fanale, gerente de Recursos Humanos do Sepaco, avalia que a votação eletrônica foi um grande avanço em relação à manual, principalmente porque o processo ficou mais ágil, transparente e simples. “Ao votar a pessoa teve acesso as fotos dos candidatos o que facilitou muito.

“O processo foi muito seguro, impossibilitando que uma pessoa votasse mais de uma vez por exemplo. A apuração pode ser acompanhada em tempo real e o resultado da eleição foi divulgado na presença de alguns candidatos. Nossos colaboradores elogiaram muito todo o processo”, ressalta Hamilton.

Para Cristina Rosa Nascimento, encarregada de Hotelaria, a votação eletrônica foi bem positiva. “Achei ecológica pela economia de papel, bastante segura, além de prática, fácil e rápida, economizando tempo”.

A nutricionista Neusa Unger destacou a segurança que sentiu na votação e a simplicidade no uso da ferramenta. Já Tatiane Rodrigues de Souza, analista administrativa, comentou que a importância de ter as estações de trabalho liberadas, pois foi possível votar quando houvesse tempo disponível. “Vivemos em um mundo virtual. O voto eletrônico tem muitas vantagens, facilita o processo de votação, precisão, clareza, e agilidade na apuração dos votos, me sinto segura na votação, é uma garantia de que não haverá alteração de resultados”.

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Rafaela França e a informatização do Hospital Mater Dei