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Articles from 2016 In August


Finesse Solutions nomeia novos executivos

SANTA CLARA, Califórnia, 31 de agosto de 2016 /PRNewswire/ -- A Fineza Solutions, Inc., fabricante de soluções de medição e controle para aplicações em processos de ciências da vida, ampliou sua equipe executiva com a nomeação de três importantes executivos: Sara Kaur, como diretora financeira, Robert Hayes, como vice-presidente de operações e Saroj Patnaik, como vice-presidente de vendas empresariais.

"Com esses três importantes executivos, a Finesse irá se beneficiar de um conjunto diversificado de experiências e conhecimentos que visam acelerar nossa execução, simplificar a maneira como fazemos negócios e estimular rigor operacional em tudo o que fazemos", disse a Dra. Barbara Paldus, CEO e cofundadora da Finesse Solutions. "A dinâmica que temos em nossa empresa é inegável, e estamos muito satisfeitos com nosso rápido crescimento nos últimos três anos. Nossa estratégia está funcionando, e com a nossa nova equipe de liderança, estou confiante de que a Finesse irá evoluir mais rápido ainda, inovar como nunca antes visto neste setor e finalmente, após quase uma década, se afastará radicalmente da concorrência".

A Sra. Kaur atuou como vice-presidente financeira desde julho de 2015 e foi recentemente promovida. Antes de ingressar na Finesse, a Sra. Kaur foi diretora financeira e controladora internacional da Kulicke & Soffa, uma empresa de capital aberto sediada em Cingapura. Ela ocupou cargos seniores de contabilidade na Ameresco Inc., Microsemi Corporation e Varian Inc. Ao longo de sua carreira, a Sra. Kaur também foi consultora da Google, Symantec Corporation e da Hercules Capital. A maior parte da educação da Sra. Kaur foi na Inglaterra: ela tem um diploma de mestrado em Contabilidade e Finanças da Birmingham City University e graduou-se com uma bolsa no Chartered Institute of Management Accountants de Londres. A Sra. Kaur também é contadora pública certificada pelo Conselho de Contabilidade da Califórnia.

O Sr. Hayes entrou na Finesse em julho e supervisionará todo o planejamento e operações da empresa. Ele foi presidente, CEO e atuou em outros cargos executivos administrativos de desenvolvimento de software e hardware, sistemas de controle, operações e fabricação. Entre as empresas que ele foi cofundador ou administrou estão: Atherton Fiber, Purfresh Inc. e Veraloft LLC. O Sr. Hayes também foi vice-presidente de tecnologia da Chroma Systems Solutions, Inc., vice-presidente de desenvolvimento e fabricação da CellNet Data Systems Inc. e vice-presidente de fabricação da Everex Systems Inc. O Sr. Hayes possui diploma de mestrado e bacharelado em Engenharia Civil da Rice University de Houston e começou sua carreira em engenharia estrutural na Brown & Root, Inc., uma empresa de engenharia e construção global.

O Sr. Patnaik traz à Finesse muitos anos de experiência em vendas de conta e gestão global de ciências da vida. Ele passou mais de 17 anos na Emerson Process Management, uma empresa global da Emerson, onde mais recentemente liderou a equipe global de ciências da vida. Antes disso, ele ocupou cargos de gestão de conta global e de desenvolvimento empresarial, abrindo novos negócios e novas regiões para a Emerson. O Sr. Patnaik iniciou sua carreira na ABB em operações e desenvolvimento. Ele possui um MBA da Southern New Hampshire University e um diploma de bacharel em tecnologia em Instrumentos e Controle do Madras Institute of Technology da Índia. O Sr. Patnaik entrou na Finesse em maio e será responsável pela SmartFactory(TM) e vendas empresariais.

Sobre a Finesse Solutions, Inc.
A Finesse Solutions, Inc., sediada na Califórnia, possui um histórico comprovado em fornecer soluções prontas para uso e ajustáveis para bioprocessamento upstream descartável e começou a inovar com soluções para bioprocessamento downstream também. A plataforma de produtos da Finesse inclui sensores descartáveis de última geração, hardware de automação modular e software inteligente que pode harmonizar a transferência de dados e tecnologia mundialmente. A Finesse também oferece um conjunto completo de serviços, incluindo preparação e validação para implementação rápida e confiável de equipamentos descartáveis. Para obter mais informações, visite o endereço www.finesse.com.

FONTE Finesse Solutions, Inc.

Finesse Solutions, Inc.

Vacina inédita para esquistossomose inicia nova fase de estudos

Iniciativa é fruto de parceria público-privada entre a Fiocruz e a empresa Orygen Biotecnologia

esquistossomoseO Brasil inicia neste ano a nova fase de estudos clínicos para a vacina de esquistossomose, chamada de Vacina Sm14. O anúncio foi feito na última sexta-feira (26), no Rio de Janeiro pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Os testes acontecerão entre setembro e dezembro de 2016, período que corresponde à mais alta endemicidade da doença em território africano. A produção e desenvolvimento da vacina é uma parceria público-privada (PPP) entre a Fiocruz e a empresa Orygen Biotecnologia S.A. O projeto é um dos priorizados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Ao longo das três etapas de Fase II, está prevista a participação de 350 voluntários, entre adultos, inicialmente, e em criança. A Vacina Sm14 será administrada em três doses, com intervalos de um mês entre cada uma. A conclusão e os resultados dos estudos estão previstos para 2017. “É a primeira vez no mundo que uma vacina parasitária produzida com tecnologia brasileira de última geração chega à Fase II de estudos clínicos. Um importante passo para o enfretamento desse problema de saúde que atinge principalmente populações pobres de diferentes países”, comemorou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Desenvolvida e patenteada pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), a vacina utiliza a proteína Sm14, sintetizada a partir do Schistosoma mansoni, verme causador da esquistossomose na América Latina e na África. Será produzida a partir de um antígeno – substância que estimula a produção de anticorpos, evitando que o parasita causador da doença se instale no organismo ou que lhe cause danos. “Esse tipo de iniciativa fortalece o Brasil como uma base tecnológica capaz de assegurar o atendimento das demandas do sistema público de saúde”, afirmou o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha.

Nessa fase do estudo, os testes serão realizados em adultos moradores da região endêmica no Senegal, na África, local atingido simultaneamente por duas espécies do parasito Schistosoma, causador da doença. Essa característica, que não existe em nenhuma região brasileira, é muito importante para que se possa verificar a segurança da Vacina Sm14.

ESQUISTOSSOMOSE

Os casos da doença acontecem em ambientes onde não há infraestrutura adequada de saneamento básico: fezes de pessoas infectadas com o verme Schistosoma, quando despejadas inapropriadamente em rios e outros cursos de água doce, podem infectar caramujos do gênero Biomphalaria. Por sua vez, os caramujos liberam larvas do verme na água, podendo infectar outras pessoas por meio do contato com a pele, reiniciando o ciclo da doença. A vacinação terá potencial de interromper o ciclo de transmissão, induzindo uma imunidade duradoura.

Ministério da Saúde avança na informatização do SUS

Plataforma vai unificar nove sistemas de dados hospitalares e ambulatoriais utilizados para registro de atendimentos

sssssusO Ministério da Saúde deu um passo fundamental para informatização do Sistema Único de Saúde (SUS). Foram assinadas na última quinta-feira (25), pelo ministro Ricardo Barros durante a Comissão Intergestores Tripartite (CIT), duas resoluções que vão aprimorar o registro de dados de serviços, reduzindo custos e tempo de alimentação por parte dos gestores de saúde: a que constitui o Conjunto Mínimo de Dados (CMD), ferramenta que unificará os sistemas existentes, e a que institui o Comitê Gestor da Estratégia E-Saúde, um grupo de ações de saúde por meio eletrônico.

O aperfeiçoamento dos sistemas de informação do SUS é uma das prioridades já anunciadas pelo ministro. O objetivo é integrar o controle das ações, permitindo a correta aplicação dos recursos públicos e o fornecimento de dados adequados para o planejamento e para a execução das prioridades do setor.

“Essa estratégia vai facilitar o registro de informações, em um layout único, evitando o abastecimento da mesma informação em sistemas diferentes, e ainda possibilitando economia financeira com a manutenção de cada sistema, tanto no nível local quanto nacional, e de capacitação de usuários”, avaliou o ministro Ricardo Barros. Para ele, este avanço colocará o SUS no patamar de sistemas de saúde avançados do ponto de vista do gerenciamento das informações.

A implantação do Conjunto Mínimo de Dados (CMD) será gradual e unificará nove sistemas adotados no SUS: Boletim de Produção Ambulatorial (BPA), Autorização de Procedimento Ambulatorial (APAC), Registro das Ações Ambulatoriais de Saúde (RAAS), Autorização de Internação Hospitalar (SISAIH01), Coleta da Comunicação de Informação Hospitalar e Ambulatorial (CIHA01), Sistema de Informação Ambulatorial (SIA), Sistema de Informação Hospitalar (SIH), Processamento da Comunicação de Informação Hospitalar e Ambulatorial (CIHA02) e Sistema de Regulação, Controle e Avaliação (SISRCA).

O registro das informações no CMD será realizado por todos estabelecimentos de saúde públicos e privados em território nacional, e poderá ser realizado por meio dos sistemas já existentes que serão integrados no Barramento da Saúde, ou por meio de solução gratuita disponibilizada pelo Ministério da Saúde.

A previsão é que o funcionamento do CMD ocorra em três etapas. O sistema começará a receber dados da Atenção Básica, por meio do e-SUS Atenção Básica, e da Saúde Suplementar, por meio das Guias da Troca de informações da Saúde Suplementar, (TISS), a partir da publicação das resoluções assinadas durante a CIT, com o desligamento da alimentação por meio dos respectivos sistemas ao longo de setembro. Já a segunda etapa prevê o recebimento no CMD de dados hospitalares e ambulatoriais, tanto dos procedimentos realizados no SUS quanto nas redes privada e suplementar, com o desfecho dos demais sistemas em meados de 2017. Na última etapa, já será possível realizar todo o faturamento ambulatorial e hospitalar do SUS por meio do CMD.

e-SAÚDE

Também está avançando o projeto e-Saúde, conjunto de ações que qualifica a gestão da saúde por meio eletrônico, como o CMD, o Registro Eletrônico de Saúde (RES) e a Telemedicina. Na última quinta-feira, foi firmado o entendimento com estados e municípios, por meio da CIT, para a instituição de um comitê gestor, que vai definir a política e as estratégias para o aprimoramento e expansão do SUS no campo virtual.

O Comitê será composto por representantes de todas as secretarias do Ministério da Saúde, da ANS, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde e do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde.

Os trabalhos do grupo deverão ser iniciados em 15 dias, a partir da indicação dos membros de cada órgão integrante e da elaboração do seu Regimento Interno. Os membros vão coordenar o desenvolvimento de aplicações informatizadas no âmbito do Ministério da Saúde, além de apoiar atividades administrativas de estabelecimentos de saúde e de fluxo na rede de atenção à saúde, garantindo maior resolutividade em um menor número de sistemas.

Também foi apresentada durante a CIT a plataforma Mapa da Saúde, que permite a descrição geográfica da distribuição de recursos humanos e de ações e serviços de saúde ofertados pelo SUS e pela iniciativa privada. A ferramenta passa por ajustes e deverá ser utilizada na identificação das necessidades de saúde da população de cada município, região ou estado, orientando o planejamento e contribuindo para o estabelecimento de metas.

A tecnologia como aliada na gestão da saúde

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As empresas buscam diariamente o equilíbrio entre um bom plano de saúde, que atenda de forma satisfatória sua população, e que mantenha as metas de gastos dentro do planejado. A luta pela redução de custos, a necessidade de centralizar as informações para tomada de decisões e ter o máximo de dados da forma mais rápida possível, transformam a tecnologia, sem dúvida, numa das mais fortes aliadas para o sucesso dessa empreitada.

Uma frente importante de atuação é o trabalho junto aos colaboradores para que façam um uso mais responsável e consciente do benefício saúde. Não adianta apenas resultados rápidos e de curto prazo. A realização de ações emergenciais, como redução do benefício, troca de operadora de saúde e inclusão de coparticipação, podem ser fundamentais para redução dos custos, mas devemos lembrar que a cultura de como utilizar o benefício da maneira mais consciente é a maior barreira. Baseado nesses fatos, ações educacionais podem e devem ser desenvolvidas. A desinformação é a grande vilã. A melhor forma de educar é por meio de uma comunicação direta e eficaz, que trate o indivíduo de forma particular.

Hoje em dia, com a popularização dos smartphones, as empresas têm uma excelente ferramenta nas mãos.O celular é um aliado tanto para a comunicação como para o monitoramento de pacientes. Por meio dele é possível atender todas as áreas envolvidas no processo, por exemplo: documentação do plano, pedidos de reembolsos, clubes de descontos, rede de prestadores e, até, alertar o paciente de que ele precisa tomar sua medicação ou mesmo questioná-lo sobre a interrupção de um tratamento. Ou ainda aliá-lo a uma central médica, orientada a preservar e melhorar a qualidade de vida dos funcionários.

As possibilidades são muitas. A tecnologia está aí para otimizar os recursos, facilitar o compartilhamento de informações e contribuir para a melhora da sua saúde e das estratégias da empresa.Uma empresa que tem todas as informações importantes em suas mãos terá sempre as melhores condições para tomada de decisões. Decisões que antes eram apenas do RH, hoje são estendidas às áreas de compras. A tecnologia está aí, basta utilizá-la de forma inteligente!

A Extraordinary Conceptions Retorna Ao Brasil Em Setembro

SAN DIEGO, 30 de agosto de 2016 /PRNewswire/ -- A agencia internacional  de doação de óvulos e barriga de aluguel Extraordinary Conceptions, baseada nos Estados Unidos, recentemente anunciou seu retorno ao Brasil, e estará se reunindo com futuros pais interessados no processo de Barriga de Aluguel.  Localizada no sul da Califórnia, a Extraodinary Conceptions estará oferecendo palestras gratuitas no Rio de Janeiro, São Paulo e em Belo Horizonte no mês de Setembro.

Estarão representando a agencia uma advogada brasileira, assim como uma advogada americana especializada em casos de reprodução assistida e considerada uma das melhores advogadas nesta área.

As duas estarão auxiliando aqueles interessados a melhor entender o processo de reprodução assistida via barriga de aluguel nos Estados Unidos.

Elas estarão explicando como casais ou indivíduos que residem na América do Sul, incluindo casais homo afetivos, os tramites judiciais e médicos,  e custos relacionados ao processo de barriga de aluguel.  Elas estarão esclarecendo  a parte jurídica , assim como a obtenção do passaporte e certidão de nascimento, antes dos pais retornarem ao pais de origem.

Adicionalmente, elas estarão oferendo informações a respeito das clinicas de Fertilização In Vitro, como e feito o processo de seleção das candidatas, profissionais médicos com quem trabalham e outros tópicos fundamentais desta jornada.

Para aqueles interessados em marcar um horário ou participar de uma de suas palestras, favor enviar um e-mail para tatiana@extraconceptions.com.

Um pouco a respeito da Extraordinary Conceptions
A Extraordinary Conceptions e uma agencia internacional de doação de óvulos e barriga de aluguel, localizada no sul da Califórnia, nos Estados Unidos. O foco da empresa e de ajudar o maior numero de indivíduos a realizarem seu sonho de formarem uma família. A empresa se destaca no campo de igualdade e na luta contra o preconceito, ajudando pessoas no mundo inteiro a se tornarem pais e mães.  Para maiores informações, visite www.extraconceptions.com e descubra como você pode se tornar um pai ou mãe.

Contato:
Tatiana W.
tatiana@extraconceptions.com

FONTE Extraordinary Conceptions

Interligação da cadeia de Saúde é tendência das soluções de gestão

Interligação da cadeia de Saúde é tendência das soluções de gestão

O futuro das soluções de gestão hospitalares passa pela colaboração. "A interligação da cadeia de Saúde, com médicos, laboratórios, seguradoras e hospitais compartilhando as informações de utilização dos recursos pelo paciente, como acontece hoje com os cartões de crédito; e o monitoramento remoto do paciente, com dispositivos e smartphones para que eles continuem o tratamento em casa e liberem os leitos de alta complexidade, são as principais tendências para a área", na visão de Severino Benner, CEO do Grupo Benner.

Para o executivo, o prontuário eletrônico do paciente (PEP)  deve ser utilizado como uma quebra de paradigma na Saúde, com a informação indo para as mãos do usuário, e não representando meramente uma eletronização de procedimento. "Os grandes hospitais estão investindo no prontuário eletrônico do paciente, mas seu eu viajar e passar mal, um outro hospital que me atenda e não seja o de minha referência não vai conseguir acessar minhas informações. É muito dinheiro investido num negócio que só interessa ao hospital, não ao cliente. É como criar um negócio não focado no cliente e isso precisa mudar", ressalta.

O PEP como agente da  interligação da cadeia de Saúde ganha força com a segunda tendência apontada por Benner: o monitoramento remoto, fortalecido pelos chamados dispositivos vestíveis, permitindo tratamento em casa e liberando leitos de alta complexidade. Segundo a consultoria Gartner, devem ser vendidos 274,6 milhões de wereables devices apenas em 2016, o que representa um aumento de 18,4% sobre os 232 milhões de 2015. Apesar de o número ser geral, não contendo, portanto, somente dados de saúde, fica claro o fortalecimento da tendência.

Contudo, para não ser mais uma tecnologia isolada, a incorporação de  wearable devices no ambiente clínico requer uma integração desses dados de forma independente de instituições específicas. No caso de gestão de crônicos, por exemplo, os dispositivos devem analisar os sinais vitais de uma pessoa com problemas para aconselhá-la a ir ao hospital antes que a situação se agrave. Esses mesmos dados podem amparar o médico em suas decisões assim que o paciente der entrada no pronto socorro - seja qual unidade escolher para o atendimento. "Ele pode levar a informação para quem lhe atende melhor, não para quem tem seu histórico de saúde. O hospital vai precisar chegar nesse nível de informatização. Hoje, mesmo dentro das grandes redes, os sistemas ainda não são interligados, imagine entre as pequenas instituições", prevê Benner.

A interligação da cadeia de Saúde impulsionaria a evolução de todos os players, em sua visão. "Com essas duas tendências, podemos ter outras mudanças, como a expansão dos hospitais de retaguarda, que têm um custo menor e focam na recuperação do paciente, o que liberaria os leitos de UTI para os casos mais críticos; e o avanço da acreditação", finalizou.

Rounds Assistenciais: a César o que é de César

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Escrevi recentemente neste espaço sobre Rounds Multiprofissionais Estruturados e suas vantagens, mas tenho visto má aplicação no Brasil.

Em uma experiência que observei recentemente, subespecialidade passou a fazer rounds semanais. Dispõe de um embrião de programa de MH com hospitalistas subespecialistas, e possui um coordenador, cuja atuação no grupo envolve procedimentos da especialidade. Este coordenador faz então encontros periódicos onde, em conjunto com enfermeira coordenadora, reúnem equipe de linha de frente e “discutem os casos”.

Esta é uma abordagem que não é nova. Fora de áreas abertas, é bastante empregada na terapia intensiva, em alguns estados brasileiros. Não incomumente, coordenadores cuidam de várias UTI’s e passam todo dia, ou em dias alternados, por cada uma delas. Aplicam estes rounds e outras ações – não são quem de fato toca os pacientes.

Encontros assim podem assumir algumas características, não excludentes. Muitas vezes são para pura fiscalização do trabalho alheio ou imposição de ideias ou estilo de um “cacique”. Mesmo quando possuem um foco mais técnico, numa estrutura de tipo matricial e sob uma gestão participativa, na qual se estabelece troca de saberes, não consigo entender: não sendo residência médica, é muito médico – redundância - para um sistema já sufocado por espiral de custos e desperdícios.

Olha, já perdi a conta de quantos hospitais visitei no exterior, principalmente nos EUA e Canadá. Nunca vi exatamente esta formatação.

Nos programas de MH onde passei, a maioria tinha rounds assistenciais multidisciplinares, todos coordenadores. Os encontros serviam como ferramenta para otimizar o trabalho da equipe, pela própria equipe. Coordenadores eram responsáveis por garantir o bom andamento, por vezes até participavam, por exemplo observando desempenhos ou se um membro do time não dominava completamente a discussão, gerando um gradiente de autoridade inadequado que comprometesse o alcance da iniciativa.

Há formas distintas e validadas de fiscalizar o trabalho médico alheio. Não confundir rounds assistenciais com Executive Walk Rounds, que refere-se a visitas que membros da alta liderança das organizações podem fazer ao ambiente dos profissionais da linha de frente. São a versão para a área de saúde da velha estratégia de negócios Managing by Walking Around (MBWA). Apesar de o gestor da unidade poder estar presente durante a visita, o resultado mais importante é a discussão franca entre lideranças acima e o pessoal da ponta sobre problemas da unidade, e um brainstorming de soluções, com foco em segurança do sistema.

Reuniões clínicas são cenários ideais para questionamento de um plano terapêutico, sob vários olhares e opiniões, todos no mesmo nível.

Periodicidade de 1 semana pode significar muito mais demonstração/demarcação de poder (ou bem que poderia ser um MBWA) do que estratégia que venha a trazer os resultados já publicados internacionalmente a partir de rounds assistenciais, a reforçar:

  • Melhora de processos específicos (como adequação de caterização vesical, algo a ser checado diariamente);
  • Melhora da comunicação e colaboração entre os membros da equipe;
  • Diminuição do tempo médio de internação.

Nosso Brasil precisa urgentemente abreviar seus tempos de permanência hospitalar, que muitas vezes giram em torno dos intervalos dos rounds que exemplificam esta postagem, compreendem?

É necessário gerar na equipe assistencial uma percepção de que são o meio e o fim no processo assistencial. Não estando aptas para tal, devem ser amparadas, auxiliadas ou capacitadas (isto sim função das coordenações), muito eventualmente profissionais precisam ser substituídos. Duplicidade é desperdício.

No exemplo da subespecialidade com hospitalista, o médico “supervisionado” pelo coordenador é tão bom, na minha opinião, que tempos atrás encaminhei meu próprio pai para uma avaliação clínica com ele. É ele que deveria ser o líder condutor dos rounds multidisciplinares envolvendo pacientes dele! Seria bom para ele, para os pacientes, para o sistema e para a especialidade em que atua: que poderia ser ainda qualquer uma das minhas originais (clínica médica ou medicina intensiva), prova de que o sistema não precisa valorizar mais apenas os médicos generalistas, mas profissionais “chão de fábrica” em geral, elevando médicos e enfermeiros a parceiros táticos.

Em “Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus", dizem que Jesus não propôs algo dicotômico: a obediência absoluta seria a Deus (Deus é Senhor de tudo o que existe e não há nada que seja de César que não seja, primeiro, dele). Mas transferiu autoridade e respeito. Nós, nos hospitais, precisamos empoderar e provocar os profissionais da ponta, sejam eles intensivistas, emergencistas, hospitalistas ou enfermeiros. Cobrar à altura da responsabilidade. Somente assim, buscando que as iniciativas sejam também de baixo para cima, resultados mais fortes surgirão.

Em paralelo, é assertivo ajudar o pessoal, e não somente fiscalizar e cobrar. Lembro de outra iniciativa em hospital, para agilização de altas, onde os responsáveis, ao detectar supostas condições clínicas para alta hospitalar, literalmente emparedavam os médicos assistentes. Partindo de uma avaliação que demonstrava existir “constipadores”, a comissão mandava notificação a todos exigindo ação. Mas tratava-se de um cenário à semelhança da maioria: cheio de médicos querendo fazer o seu melhor, obstáculos sociais e administrativos, falta de suporte institucional para transposição das barreiras.

Leituras complementares:

How Empowered Patients and Doctors Can Improve Health Care

5 Things Smart Leaders Do to Empower Employees

Improving Employee Performance Is All About Communication

13 Characteristics of an Employee Empowered Culture

Growing Physician Leaders: Empowering Doctors to Improve Our Healthcare

A explosão do Big Data & Analytics na Saúde

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 Apesar dos desafios, ninguém duvida que a saúde está passando por uma revolução. Tanto no sistema público, como no privado, teremos um volume cada vez maior de informação de pacientes e este mar de informações tem o potencial de trazer novos conhecimentos e melhorar a saúde da população.

Mas para fazer lógica com um mar de informações, não só é necessário dados muito estruturados, mas também de equipes capazes de extrair valor destas informações.

Este mercado, que já conta com grandes players como GE e Optum, também tem atraído novas startups, como a Murabei, que estão desbravando este mercado.

Através do BigData, é possível prever epidemias, descobrir quais pacientes estão propensos a aderir a seu tratamento, ou ter informações mais precisas de diagnóstico e tratamento.

Para todos eles, encontrar banco de dados estruturados é o passo inicial e há também a urgente necessidade de formar profissionais para lidar com estes desafios.

A fim de despertar a paixão pela ára de Big Data&Analytics, nos dias 27 e 28 de Setembro, ocorrerá a Hackathon Hack4Health 2016 no SP Expo São Paulo, para que 100 participantes trabalhem com dois desafios, um de cada patrocinador.

Serão somente 100 vagas para um evento incrível e o evento contará com um encontro de preparação no dia 17 de Setembro.

HACKATHON HACK4HEALTH 2016 

INSCRIÇÕES: CLIQUE AQUI

O número de mortes por doenças do coração é o dobro das causadas pelo câncer alerta o Instituto Lado a Lado pela Vida

SÃO PAULO, 30 de agosto de 2016 /PRNewswire/ -- As doenças cardiovasculares matam 17,5 milhões de pessoas ao ano no mundo, ou seja, 31% de todas as mortes no planeta. De cada três mortes, uma é causada por doença cardiovascular. Elas são a principal causa de morte em pessoas de 40 aos 65 anos e responsáveis por 20% de todos os óbitos em adultos acima dos 30 anos.

O Brasil está entre os 10 países com mais mortes por doenças cardiovasculares. Em nosso país também são a primeira causa de mortes e o número de óbitos chega a 350 mil em um ano. A principal doença é o derrame, seguido pelo infarto e pressão alta. 

Para fazer frente à essa epidemia silenciosa, o Instituto Lado a Lado pela Vida realiza o terceiro ano da campanha Setembro Vermelho – Siga o seu Coração.

"Queremos mostrar para a população, que a prevenção é um estilo de vida que se deve adotar desde criança e que muitas das doenças do coração são genéticas, mas outras são adquiridas. Por isso, comer bem, praticar exercícios, diminuir o estresse e consultar o médico periodicamente, entre outros hábitos simples, podem salvar o nosso coração", explica a presidente do Instituto Lado a Lado pela Vida, Marlene Oliveira.

O lançamento da campanha será do dia 1º de setembro, no Mercado Municipal de Pinheiros. A equipe do Instituto, ao lado do cardiologista do Comitê Científico, dr. Marcelo Sampaio, irá às compras. Será que a sua compra é boa para o seu coração? Quanto de alimento saudável entra na sua casa? A ideia é trocar experiências e orientar a população sobre o melhor cardápio e os cuidados com a saúde cardiovascular.

Outros eventos estão na agenda do Instituo Lado a Lado. Nas redes sociais será lançado o Desafio Setembro Vermelho – Siga seu Coração. A cada semana os internautas terão um desafio proposto, como caminhar, comer uma salada antes da refeição, meditar e a semana para avaliar o IMC, a circunferência abdominal e medir a pressão arterial.

O Instituto vai disponibilizar em seu site a cartilha Diálogos do Coração, e convida as pessoas a usarem algo vermelho – pode ser uma peça de roupa, um batom - no dia 29 de setembro, Dia Mundial do Coração.

Contato:
Ana Lúcia Moretto
4Press
11-5096-0439
anamoretto@4pressnews.com.br  

FONTE Instituto Lado a Lado Pela Vida

Varian expande acesso a tratamento avançado do câncer na Bolívia

PALO ALTO, Califórnia, 30 de agosto de 2016 /PRNewswire/ -- Dando continuidade a seus esforços para aumentar o acesso à radioterapia para o tratamento do câncer em todo o mundo, a Varian Medical Systems (NYSE: VAR) anunciou a instalação de um acelerador linear médico Clinac® iX no Instituto Oncológico del Oriente Boliviano, em Santa Cruz, Bolívia. Os primeiros tratamentos de pacientes começaram no início de agosto.

Além da instalação do Clinac iX, a Varian, em associação com sua distribuidora na Bolívia, a HP Medical, realizou um seminário de dois dias em Santa Cruz, na Bolívia, para médicos e radioterapeutas. No seminário, os participantes foram informados sobre os últimos avanços no tratamento do câncer, incluindo geração de imagem, planejamento e execução do tratamento.

A principal palestrante do seminário, Dra. Beatriz Amendola, rádio-oncologista do Instituto Inovador do Câncer, declarou: "Ao fazer parceria com a Varian nesse bem-sucedido primeiro seminário na Bolívia, foi possível prestar informações importantes sobre o tratamento do câncer aos médicos e radioterapeutas. Estou ansiosa para trabalhar com a Varian, com o Dr. Oliver Pinto e o Dr. Oscar Javier Urenda do hospital de Oncológia e treinar mais as equipes no futuro".

Projetado para oferecer uma ampla variedade de geração de imagens e opções de tratamento dos pacientes, o sistema Clinac iX dispõe de recursos que facilitam tratamentos avançados, incluindo a radioterapia de intensidade modulada (IMRT -- intensity-modulated radiation therapy), radioterapia guiada por imagem (IGRT -- image-guided radiation therapy), e radiocirurgia estereotáxica. O Instituto Oncológico del Oriente Boliviano também irá utilizar o software de planejamento de tratamento Eclipse e o sistema de gestão de informações ARIA® da Varian para administrar, planejar e realizar tratamentos de pacientes.

"Com a instalação do Clinac iX e do software da Varian, estamos capacitados agora para oferecer tratamentos de câncer necessários mais rapidamente a um número maior de pacientes na Bolívia", disse o Dr. Oliver Pinto, chefe de Radioterapia do Instituto Oncológico del Oriente Boliviano.

"Como descrevemos no relatório da "Lancet Oncology Commission" em 2015, a falta de investimentos em serviços de radioterapia no passado limitou grandemente o acesso a tratamentos radioterapêuticos em todo o mundo", disse o presidente de Sistemas de Oncológia para as Américas da Varian, Chris Toth. "Temos orgulho por trabalhar com o Instituto Oncológico del Oriente Boliviano e por disponibilizar esse tratamento avançado de combate ao câncer a uma população maior de pacientes na Bolívia".

Sobre a Varian Medical Systems
A Varian Medical Systems, Inc., sediada em Palo Alto, Califórnia, concentra energia em salvar vidas, ao equipar o mundo com tecnologia avançada para combater o câncer e para geração de imagens por raio X. A empresa é a principal fabricante do mundo de instrumentos médicos e de softwares para o tratamento do câncer e outros problemas de saúde com radiação. A empresa disponibiliza soluções completas para radioterapia, radiocirurgia, terapia de prótons e braquiterapia. A empresa fornece software de informática para o gerenciamento de clínicas de câncer completas, centros de radioterapia e práticas de oncologia médica. A Varian também é uma importante fornecedora de componentes de geração de imagens de raio X, como tubos, detectores digitais, cabos e conectores, bem como software de processamento de imagens e estações de trabalho para uso em ambientes médicos e industriais, bem como para segurança e testes não destrutivos. A Varian Medical Systems emprega aproximadamente 7.700 pessoas, que trabalham em unidades de manufatura na América do Norte, Europa e China e dispõe de escritórios de venda e suporte em todo o mundo. Para mais informações, visite http://www.varian.com ou nos siga no Twitter.

Contato com a imprensa
Mark Plungy
Varian Medical Systems
+1 (650) 424-5630
mark.plungy@varian.com

FONTE Varian Medical Systems