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Articles from 2019 In August


Novo Nordisk: trazendo inovação para uma empresa tradicional

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A empresa dinamarquesa, que surgiu em função do tratamento do diabetes, está prestes a fazer 100 anos. Durante muito tempo esta foi a sua principal atuação, mas recentemente suas atividades foram ampliadas, incluindo tratamentos para obesidade, distúrbios da coagulação e do crescimento. Marcam presença em solo brasileiro há quase 30 anos. O vice-presidente corporativo e Gerente Geral, Allan Finkel, se orgulha: "Somos líderes nas 4 áreas que atuamos, com uma média de crescimento de 38% anualmente”.

A fábrica em Montes Claros (MG) foi comprada em 2003 e inaugurada em 2006 após o investimento de mais de 270 milhões de dólares. Hoje considerada uma das fábricas mais modernas do mundo, segundo o VP, é responsável por 15% de toda insulina produzida globalmente e ​assumindo 25% de ​toda a exportação brasileira de medicamentos! Sim, não somente de insulinas!

No final de 2018 foi concedida a aprovação do Ministério da Saúde para fornecimento de insulinas em caneta ao SUS, registro marcante na saúde pública. De acordo com Allan, as conversas sobre a substituição do frasco pela caneta sensibilizaram o governo mostrando o quanto a apresentação evita desperdícios e aumenta adesão ao tratamento de uma forma inovadora. A insulina NPH hoje faz parte do componente básico e a análoga do componente especializado.

Assumindo um papel no cuidado direto ao paciente

Em parceria com o CONASEMS, Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, e o IPADS, Instituto de Pesquisa e Apoio ao Desenvolvimento Social, ​foi lançado um projeto que objetiva qualificar o cuidado dos pacientes com diabetes mellitus tipo 1, apoiar a implantação de protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas, capacitar a equipe de saúde e aprimorar suas ações, além de subsidiar e fomentar a educação de pacientes e cuidadores. Foi criada uma paciente fictícia, a Glica Melito, que explica como é viver com diabetes. Conteúdo disponível inclusive em formato de vídeo pelo YouTube.

A empresa vê nos programas de adesão mais uma oportunidade de contribuir na educação dos pacientes. Nos programas de diabetes e obesidade, por exemplo, são oferecidas consultas com nutricionista e instruções para administração dos medicamentos, à distância e eventualmente até presenciais. Outro ponto relacionado, é a parceria com a Abbot para oferecer medidores de glicemia com desconto.

Simone Warmbrand Tcherniakovsky, Diretora de Assuntos Corporativos, vê nos programas de adesão uma forma de conscientizar os pacientes sobre a importância da terapia contínua, aumentando assim a adesão. “Vemos o paciente de uma forma integrada não só do ponto de vista de terapia medicamentosa”, completa.

Em questões de terapias digitais, o laboratório já tem um piloto de aplicativo chamado “Dose Check”. Nele, o médico cadastra o paciente com o objetivo de glicemia a ser alcançado. Do outro lado, o paciente insere as aferições e o programa faz as titulações necessárias na dose de insulina e ao mesmo tempo fornece mensagens educativas sobre hábitos de vida saudável.

Fora do Brasil, também estão sendo desenvolvidas as chamadas smart pens. São canetas que fazem uma interface entre o prontuário e a prescrição do paciente, permitindo um monitoramento em tempo real pelo médico. Quem sabe em um futuro próximo podendo​ até ser pareado com os sistemas de monitoramento glicêmico!

Futuro da empresa no Brasil

A Novo Nordisk pretende ser uma das empresas mais inovadoras do seu segmento. A criação de uma área de inovação está dentro de seus planos a curto prazo. “Buscamos entender melhor o mercado de inovação fora da indústria farmacêutica e como trazer este know-how para o que fazemos”, finaliza Allan.

Pesquisa Ipsos analisa performance das empresas farmacêuticas em 2019

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Levantamento traz as marcas mais lembradas em 16 especialidades

Nova edição da pesquisa da Ipsos, em parceria com a SindusFarma, analisou a performance das empresas farmacêuticas em 2019. A “3ª Pesquisa Performance Farmacêutica” é um levantamento anual com médicos de diversas especialidades para entender qual empresa do setor se diferencia entre três temas principais: imagem corporativa, presença e produto. A Eurofarma é a marca que possui os produtos com melhor custo-benefício em sete especialidades.

A pesquisa traz a análise em 16 especialidades: ortopedia, reumatologia, cardiologia, otorrinolaringologia, psiquiatria, neurologia, ginecologia, pediatria, dermatologia, oncologia, urologia, endocrinologia, gastroenterologia, pneumologia, hematologia e clínica geral. O levantamento analisou a imagem corporativa (inovação, ações de marketing, confiança, preferência e recomendação), presença (mais próximo, visitas mais frequentes e melhor representante) e produtos (genéricos de qualidade, produtos de qualidade e melhor custo benefício). O estudo completo está disponível no link.

Na especialidade de clínica geral, a Eurofarma (13%) foi a mais lembrada no quesito confiança, seguida por Pfizer e Aché, ambas com 12%, e Boehringer Ingelheim (6%). Já quando a questão é a recomendação, a Aché lidera, com 63%, seguida de Pfzier e Novartis, ambas com 61% e Sanofi, com 56%. A Eurofarma também lidera como melhor representante, com 13%, seguida por Aché (11%) e Novartis e Sanofi, ambas com 6%.

Na cardiologia, a Pfizer lidera em confiança, com 20%. Em seguida estão: Novartis (16%) e Bayer (14%). A Pfizer também lidera em recomendação, com 76%, seguida de Novartis (72%) e AstraZeneca (62%). A Pfizer ainda lidera como melhor representante, com 11%. Logo em seguida estão: Novartis (10%) e AstraZeneca e Biolab (9%).

Em oncologia, a Roche lidera em confiança, com 49%, seguida por MSD (20%) e Pfizer e Novartis (6%). No quesito recomendação, o ranking é o mesmo, com mudanças nos percentuais: Roche (84%), MSD (74%), Novartis e Pfizer (68%). A Roche também lidera como melhor representante, com 27%. Em seguida estão: Novartis (14%) e AstraZeneca e MSD (12%).

“Após três anos, a pesquisa vem se consolidando como uma ferramenta importante para a indústria acompanhar a evolução de seus investimentos junto ao target médico, principal steakholder do setor”, ressalta Fabrizio Rodrigues Maciel, diretor de Healthcare na Ipsos no Brasil.

A pesquisa online foi realizada no Brasil em junho e julho de 2019 com 650 médicos de 16 especialidades diferentes.

Sobre a Ipsos

A Ipsos é uma empresa de pesquisa de mercado independente, presente em 90 países. A companhia, que tem globalmente mais de 5.000 clientes e 18.130 colaboradores, entrega dados e análises sobre pessoas, mercados, marcas e sociedades para facilitar a tomada de decisão das empresas e das organizações. Maior empresa de pesquisa eleitoral do mundo, a Ipsos atua ainda nas áreas de marketing, comunicação, mídia, customer experience, engajamento de colaboradores e opinião pública. Os pesquisadores da Ipsos avaliam o potencial do mercado e interpretam as tendências. Desenvolvem e constroem marcas, ajudam os clientes a construírem relacionamento de longo prazo com seus parceiros, testam publicidade e medem a opinião pública ao redor do mundo. Para mais informações, acesse:

Entenda como ter uma rede de nobreaks é essencial para a manutenção de atividades críticas da área Hospitalar

power transmission & Sunset
power transmission & Sunset

Com a modernização de hospitais e clínicas, além da crescente informatização de processos e procedimentos internos, os nobreaks têm sido cada vez mais importantes em ambientes hospitalares. Os hospitais, certamente, têm geradores de energia que mantém suas atividades e instalações protegidas contra quedas de energia de longo prazo. No entanto, existem ocasiões em que distúrbios elétricos sejam internos à distribuição de energia, o que pode prejudicar a rede e, por fim, processos e equipamentos dependentes dela. Por isso, a aplicação de um sistema de nobreaks é a melhor solução para combater os desafios que a qualidade de energia da rede elétrica impõe.

A queda de energia pode colocar vidas em risco. A unidade de tratamento intensivo (UTI), por exemplo, possui pacientes que dependem de aparelhos sofisticados e sensíveis a mínimas oscilações dos padrões de energia. Outro ponto, são os sistemas de imagens médicas ou equipamentos sensíveis em laboratórios, onde existe a necessidade de proteção de energia para eventos de duração muito curta e falhas de qualidade de energia, que poderiam atrapalhar o bom funcionamento dos testes de diagnóstico e sua manutenção de registros eletrônicos on-board. Uma pequena falha de energia em um equipamento de ressonância magnética pode causar onerosas interrupções, reagendamento de pacientes e danos caros a componentes eletrônicos sensíveis.

As fontes de alimentação ininterruptas (UPS), conhecidas como nobreaks, protegem sistemas críticos, evitando picos de tensão e uma inconsistência dos equipamentos conectados a ele. Nesse caso, o nobreak não apenas fornece a “ponte” de proteção até que um sistema de geradores entre em ação, mas uma vez que esteja devidamente dimensionado e aplicado também fornece condicionamento de energia que isola os equipamentos médicos contra distúrbios de energia. Esses distúrbios podem surgir na rede elétrica ou internamente ao sistema de distribuição do hospital. Eles podem até mesmo ser causados por desligamentos de emergência ou temporários para a manutenção exigida pelos equipamentos elétricos existentes, aos quais os equipamentos hospitalares estão conectados.

“Aparelhos de imagem, como ultrassom, raio x e outros, costumam, inclusive, exigir a utilização de um nobreak para a manutenção da garantia do produto. Isso acontece porque a rede elétrica brasileira é muito instável e as oscilações na energia podem provocar diagnósticos errôneos em exames, por exemplo”, explica Pedro Al Shara, CEO da TS Shara, fabricante nacional de nobreaks e estabilizadores de tensão.

É importante verificar para qual finalidade os nobreaks serão usados, pois além de existirem modalidades específicas para cada setor, também se encontra diferenciação na aplicação e autonomia que os nobreaks podem oferecer, algo muito além de tarefas mais simples como tempo adicional para que os arquivos sejam salvos corretamente. “Sua melhor aposta é conhecer o consumo de energia das suas fontes de alimentação e, em seguida, obter com o fabricante de nobreak um gráfico de tempo de execução estimado para o modelo que você está interessado”, concluí Al Shara.

No mercado de saúde, a realidade é que diversos produtos de nobreak são necessários, desde nobreaks para proteger estações de enfermagem ou PCs nos escritórios a soluções que ofereçam energia de reserva aos equipamentos médicos, sala de servidores ou armário de rede.

Sobre a TS Shara

Com 29 anos de atuação, a TS Shara é uma empresa nacional, fabricante de nobreaks e estabilizadores de tensão. No segmento de baixa e média potência, é hoje uma das maiores e mais produtivas empresas no mercado brasileiro de equipamentos de proteção e energia, oferecendo uma linha completa de produtos que somam mais de 200 itens para atender o mercado.

Aché é eleita a empresa do ano no setor farmacêutico pela Melhores & Maiores

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Brasileira está entre as maiores companhias em vendas e nos 200 maiores Grupos do país segundo o ranking de 2019

O Aché Laboratórios Farmacêuticos acaba de conquistar o primeiro lugar na categoria setor farmacêutico do prêmio Melhores & Maiores, promovido pela Revista EXAME. O evento de premiação foi realizado nesta semana (26/08), na Sala São Paulo, e reuniu os executivos das Companhias que mais se destacaram em 22 setores da economia, durante o ano de 2018. A premiação traz as empresas que conseguiram apresentar bons resultados financeiros em vendas líquidas em um ano desafiador, além de um ranking das 500 maiores do país.

 O Aché já havia ganhado esta premiação em outros anos, porém evoluiu sua posição no ranking, alçando o primeiro lugar em 2019. A Companhia atribui os resultados positivos aos contínuos investimentos em pesquisa e inovação, além do seu olhar para o mercado e novas oportunidades de atuação.

As inovações no Aché em números

  • Lançamento de 17 produtos em 2018
  • Previsão de lançamento de mais de 30 novos produtos em 2019
  • Mais de R$ 90 milhões para investir em inovação em 2019
  • Cerca de R$17 milhões investidos em inovação nos últimos 2 anos
  • Investimento de R$ 650 milhões em uma nova fábrica em Pernambuco

Sobre o Aché Laboratórios Farmacêuticos

Aché é uma empresa 100% brasileira, com 53 anos de atuação no mercado farmacêutico, e tem como propósito levar mais vida às pessoas onde quer que elas estejam. Emprega 4.900 colaboradores e possui uma das maiores forças de geração de demanda e de vendas do setor farmacêutico no Brasil. Para atender às necessidades dos profissionais da saúde e consumidores, o Aché oferece um portfólio com 320 marcas em 734 apresentações de medicamentos sob prescrição, genéricos e MIP (isentos de prescrição), além de atuar nos segmentos de dermocosméticos, nutracêuticos, probióticos e biológicos. Ao todo, são 131 classes terapêuticas e 25 especialidades médicas atendidas. Os produtos do Aché são desenvolvidos para registro nos mercados mais regulamentados do mundo e estão presentes em mais de 26 países das Américas, África, Ásia e Europa.

Fleury é uma das Marcas Brasileiras Mais Valiosas em 2019

Fleury é uma das Marcas Brasileiras Mais Valiosas em 2019

No ranking da consultora Interbrand, marca é a única do setor de medicina diagnóstica a compor a lista pela terceira vez desde 2017

A marca Fleury Medicina e Saúde foi eleita, pela terceira vez consecutiva, uma das 25 Marcas Brasileiras Mais Valiosas 2019, pela consultoria global Interbrand. O Fleury é novamente a única empresa do setor de medicina diagnóstica a integrar o ranking, que está em sua 13ª edição.

Destinado às práticas de boa gestão, espírito inovador e consistência nos resultados, o Grupo Fleury integra a Marcas Brasileiras Mais Valiosas desde 2017, quando estreou na lista. A marca Fleury Medicina e Saúde, no ranking de 2019, foi avaliada em R$ 481 milhões, um crescimento de 9% em relação ao ano passado.

Na 24ª posição, a marca Fleury Medicina e Saúde, do Grupo Fleury, destacou-se por seu forte e claro propósito, que se alinha com a demanda cada vez mais exigente dos clientes que procuram marcas que assumem um compromisso legítimo com a sociedade. O Fleury tem como pilares a excelência médica, acolhimento ao paciente e inovação, sempre buscando oferecer serviços integrados e resolutivos, influenciando toda a cadeia de cuidado integrado do paciente e incorporando tecnologias que agregam valor à saúde.

Sobre o Grupo Fleury

Com mais de 90 anos, o Grupo Fleury é uma das mais respeitadas organizações de medicina e saúde do Brasil, reconhecido pela comunidade médica e opinião pública pela excelência técnica, médica, em atendimento e em gestão.Com mais de 9 mil colaboradores e cerca de 2 mil médicos, a empresa conta com mais de 180 unidades de atendimento das marcas Fleury Medicina e Saúde, a+ Medicina Diagnóstica, Weinmann Laboratório, Labs a+, Clínica Felippe Mattoso, Diagnoson a+, Serdil, Instituto de Radiologia de Natal e Lafe. Além de serviços de medicina diagnóstica, operações diagnósticas em hospitais e de laboratório de referência, o Grupo Fleury tem avançado fortemente em novos serviços relacionados à medicina personalizada e de precisão.

Tecnologia brasileira para diagnosticar câncer é adotada em 50 países

Laptop with medical diagnostic software and stethoscope
Creative abstract healthcare, medicine and cardiology tool concept: laptop or notebook computer PC with medical cardiologic diagnostic test software on screen and stethoscope on black wooden business office table with selective focus effect

Uma ferramenta para diagnósticos de leucemias e linfomas, hoje, utilizada em mais de 50 países, incluindo três mil laboratórios, através de um software conhecido como Infinicyt, tem também tecnologia brasileira. O software é distribuído por uma empresa espanhola e a modelagem matemática no processamento de dados é uma parceria de grupo da Coppe/UFRJ, Universidade de Salamanca e o consórcio EuroFlow. Os resultados renderam artigos publicados e patentes.

O EuroFlow é um consórcio que inclui 12 universidades, 11 europeias e mais a UFRJ. O responsável pelo software é o engenheiro e pesquisador da Coppe, Carlos Eduardo Pedreira, que contou com a parceria da médica Elaine Sobral da Costa, do Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira, ambos da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Ele conta que foi desafiado pelos parceiros do consórcio a criar modelos matemáticos para aplicação em diagnóstico de câncer através do uso da citometria de fluxo - um equipamento há muito utilizado e que permite aplicações clínicas e de pesquisa tanto para o diagnóstico como prognóstico de doenças, de forma mais precisa. Daí, o projeto de mineração de dados em saúde surgiu e possibilitou, além do depósito de patentes, diagnósticos rápidos e precisos para leucemias e linfomas e, mais recente, para tumores sólidos, além de informações úteis sobre a resposta dos pacientes ao tratamento e o avanço da doença.

Antes da concepção desses modelos matemáticos, os diagnósticos por citometria eram muito dependentes de se ter um excelente especialista, analisando os resultados. Com o modelo matemático, a medicina diagnóstica oferece resultados muito mais confiáveis e menos dependente do especialista.

No Brasil, a tecnologia foi aplicada inicialmente no tratamento de crianças atendidas no hospital pediátrico da UFRJ e, em seguida, nos hospitais da Lagoa, da Criança e Servidores do Estado, todos no Rio de Janeiro, e nas universidades federais da Bahia, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul e no Hospital Amaral de Carvalho, em Jaú, São Paulo.

A inteligência artificial aplicada neste projeto contribuiu também para a classificação dos diversos tipos de tumores sólidos. “Temos mais de 350 casos de tumores sólidos estudados por citometria, e o grande impacto do trabalho é diminuir o tempo de espera pelo diagnóstico. Os resultados de alguns exames demoravam até 15 dias, enquanto a citometria dá o resultado em algumas horas, explica Pedreira. No caso dos cânceres hematológicos, o grupo já fez mais de três mil exames em crianças, no Rio de Janeiro, cujos resultados dão suporte à formulação de novos modelos matemáticos.

O projeto conta com recursos da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro (Faperj) desde 2005, o que possibilitou, entre outros apoios, a compra do citometro de fluxo - instrumento essencial no diagnóstico de linfomas e leucemias. A aquisição possibilitou que as crianças tratadas em hospitais públicos no Rio de Janeiro tivessem o que há de mais moderno no mundo em diagnostico de leucemias. O uso dos citômetros modernos contribuiu para o aumento de forma exponencial da capacidade de gerar dados e podem ainda ser usados para diagnóstico e prognóstico. “O desafio é transformar informação em conhecimento útil”, afirma Pedreira. Segundo ele, no Brasil não existe nenhum grupo que esteja pesquisando análise de dados de citometria, visando construir novos modelos matemáticos e computacionais para fins de diagnósticos.

Hisnëk é uma das selecionadas pelo projeto de aceleração da Neo Química

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Programa Neo Acelera primeira aceleradora de saúde do país com foco em inovação social e direcionada aos desafios da atenção primária escolheu a startup focada em wellness 

Hisnëk é a primeira startup a desenvolver um benefício corporativo que contempla diversos serviços de saúde e bem-estar para colaboradores. Fundada pela economista Carol Dassie em 2014, hoje cobre mais de 80 mil vidas de funcionários em gigantes como DASA, Alelo, Pirelli, Love Mondays e Nokia. Agora, a startup comemora mais uma conquista: a empresa é uma das selecionadas para o programa de aceleração da Neo Química, a Neo Acelera.  

Dentre os critérios para a seleção das startups escolhidas estavam o potencial de impacto social, a qualificação da equipe de liderança responsável pelo projeto e o potencial de escalabilidade.

“Os objetivos da NeoAceleradora estão completamente alinhados com o que buscamos oferecer com a Hisnëk. Em um país no qual a ansiedade atinge 9,3% da população, segundo a OMS, incentivos para iniciativas como a nossa nos enchem de esperança e alegria”, destaca Carol Dassie. 

Recentemente, a Hisnëk lançou a robô Ivi (Inteligência Virtual Interativa), sistema de video bot capaz de conversar e entender o comportamento de funcionários. A partir de um relatório entregue mensalmente aos gestores, é possível analisar se as ações de bem-estar promovidas pela empresa estão sendo eficazes e proveitosas. A Ivi consegue, inclusive, oferecer conteúdos específicos para a necessidade do colaborador, com total foco na prevenção da Síndrome de Burnout, ou esgotamento profissional. 

Os selecionados passarão por um programa de três meses, que inclui mentorias e encontros focados na capacitação dos empreendedores, apoio da Yunus Negócios Sociais. Para ampliarem e aprimorarem sua atuação, os escolhidos poderão ter ainda um aporte de R$ 150 mil.

Sobre a Hisnëk:

A Hisnëk é a primeira startup a desenvolver um benefício corporativo que contempla diversos serviços de saúde e bem-estar para colaboradores. Fundada em 2014 pela economista Carol Dassie, a startup criou a robô IVI, inteligência artificial capaz de monitorar e criar um relatório mensal que analisa se as ações de bem-estar promovidas pela Hisnëk foram eficazes para as equipes assistidas. Além da seleção de snacks saudáveis a IVI oferece material audiovisual, podcast, textos e exercícios personalizados para cada colaborador. É uma forma de fomentar o wellness e prevenir doenças. Saiba mais pelo site

Sobre a Neo Química

A Neo Química tem seis décadas de história, ao longo das quais se consolidou como uma das principais marcas do setor farmacêutico brasileiro. É líder nos mercados de similares e genéricos em que está presente, detendo um portfólio mais de 80 moléculas e 160 apresentações de genéricos; e mais de 140 marcas e 240 apresentações de similares. Em 2018, a marca foi responsável por cerca de um terço do faturamento líquido da Hypera Pharma.

Ferramenta auxilia empresas a identificar e tratar doenças mentais em seus colaboradores

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Conceptual image of stressed woman with electronic devices at office

Depressão e ansiedade causam perda anual de produtividade de mais de um trilhão de dólares por ano

O Brasil já é líder no ranking mundial de depressão e ansiedade, sendo responsável por 10% dos casos no mundo. Estima-se que 10% a 18% da população brasileira terá depressão em algum momento ao longo da vida, impactando os meios sociais, profissionais e até mesmo os cofres públicos do País.

“Depressão e doenças mentais, além de prejudicar a pessoa em sua qualidade de vida, na redução do desenvolvimento cognitivo, físico e absenteísmo, também afeta as empresas em seus resultados com colaboradores apresentando dificuldades sociais e improdutivos”, afirma Primo Paganini diretor Médico da eCare. “Isso também gera impacto para os cofres públicos, que identificaram um aumento de 20 vezes nos pagamentos de auxílio doença nos últimos 10 anos”, completa.

No ambiente corporativo o impacto é grande: dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que 44% dos funcionários apresentam algum problema relacionado à doença mental, que hoje já é a segunda maior causa de afastamento do trabalho, chegando ao número médio de 100 dias por ano.

Visando combater essas doenças e tratar as dores dos pacientes, a eCare oferece às empresas ferramentas para mapeamento, diagnóstico, planejamento, intervenções e acompanhamento de seus funcionários por psiquiatras. E empresa é responsável por mais de 200 mil consultas por ano e 4,5% do volume de mercado no País.

“Quando olhamos para os números, vemos que depressão e ansiedade apresentam perda de produtividade anual de mais de um trilhão de dólares ao redor do mundo. Nossa missão é fornecer recursos necessários para promover e melhorar a saúde mental, ajudando pessoas a empresas em todo o Brasil.

Sobre o eCare Group

Um grupo focado em ajudar pessoas e empresas a melhorar os cuidados com a saúde mental. É formado por dois segmentos:

eCare Life: com mais de vinte anos de atuação em atendimento ambulatorial, psiquiatria e psicologia, com 8 clínicas próprias em São Paulo que atendem cerca de 200 mil pacientes por ano;

eCare Corporate: focada na saúde mental dentro do ambiente corporativo, é uma ferramenta que oferece às empresas soluções para identificar e tratar problemas de seus colaboradores.

FenaSaúde e associadas atuam para promover mais saúde e evitar doenças

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As operadoras associadas à FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) vêm adotando iniciativas voltadas a promover saúde, aumentar cuidados, prevenir riscos e evitar doenças. Trata-se de esforço conjunto que orienta estratégias e ações em busca de ampliar o foco da atenção prestada aos beneficiários: cuidar mais da saúde e não apenas tratar doenças. O benefício para o paciente é duplo: melhora sua qualidade de vida e reduz custos, com impacto positivo também sobre o preço das mensalidades.

“As operadoras de planos privados são, cada vez mais, agentes importantes de promoção à saúde no Brasil. Quanto mais pudermos prevenir, mais vamos gerar valor e qualidade de vida para nossos beneficiários, menos vamos onerar a rede de atendimento e, com isso, também vamos conseguir reduzir custos, cuja alta penaliza todos”, afirma Vera Valente, diretora executiva da FenaSaúde, que representa 15 grupos de operadoras de grupos privados de saúde que atendem cerca de 26 milhões de beneficiários.

Os tratamentos de saúde têm se tornado cada vez mais caros, não apenas no Brasil. São várias as razões: crescimento da população idosa, maior longevidade, aumento da incidência de doenças crônicas e maior uso de modernas tecnologias. O aspecto positivo é que as pessoas estão vivendo mais. O desafio comum é evitar a alta dos custos de assistência e tratamento, para o que a maior atenção primária, a promoção de cuidados com a saúde e a prevenção de doenças mostrem-se essenciais.

As operadoras associadas à FenaSaúde estão atuando intensamente em estratégias e iniciativas para prevenir doenças, promover saúde, gerar mais valor e qualidade de vida para mais pessoas e reduzir custos.

“Estes programas mostram como as operadoras estão trabalhando para promover melhor saúde para seus beneficiários, além de, com isso, agir diretamente para reduzir a necessidade de tratamentos. Estão tratando a saúde e não apenas curando a doença. Maior prevenção traz benefícios diretos para as pessoas: melhor qualidade de vida e despesas menores, que ajudam a conter os custos dos planos e, com isso, os preços das mensalidades. É um jogo da ganha-ganha”, completa Vera.

Uma das mais importantes frentes de prevenção são as equipes multidisciplinares lideradas por médicos de família. Elas atuam na atenção primária e na promoção de saúde, com maior eficiência e qualidade na assistência prestada aos beneficiários. O foco das ações é evitar o adoecimento e, consequentemente, a realização de consultas e internações desnecessárias.

Exemplos de iniciativas

A seguir, alguns exemplos de iniciativas de prevenção e promoção desenvolvidas por operadoras associadas à FenaSaúde.

Gestão integrada da saúde, promoção de hábitos de vida mais saudáveis e prevenção de doenças e suas complicações, por meio de conscientização, orientação e monitoramento de mais de 90 mil beneficiários atualmente, apenas numa operadora. Um dos resultados foi a redução de 47% nas cirurgias de coluna em 2018, obtido a partir da realização de tratamento fisioterápico de alta complexidade em clínicas especializadas.

- Atenção dedicada a pacientes após alta hospitalar de casos complexos, com monitoramento telefônico e visitas domiciliares compostas por equipe multidisciplinar, resultou em 34% de reinternações evitadas.

- Cuidados a idosos, por meio da integração de equipes multidisciplinares compostas por médico, nutricionista, fisioterapeuta, psicólogo, entre outros especialistas, de acordo com a necessidade clínica, evitaram 21% de idas a prontos-socorros.

- Orientações a mamães quanto a cuidados necessários em toda a gestação e após o nascimento do bebê, como exames previstos do protocolo de pré-natal, fidelização com o médico ginecologista e obstetra, alimentação, atividade física e ações preventivas em geral, diminuíram as internações em UTI neonatal em 13% e os custos médios de internação em 11%.

- Programas de combate ao tabagismo atingiram, apenas numa operadora, mais de mil pessoas só nos últimos 12 meses. Destes, 34% reduziram o número de cigarros e 16% cessaram o hábito de fumar.

- Unidades com médicos de família, enfermeiros e agentes de saúde, além de fisioterapeutas, nutricionistas e psicólogos, num modelo baseado em atenção primária e coordenação do cuidado. Hoje, numa operadora, 9 de cada 10 beneficiários atendidos por médicos de família nestas unidades têm seus problemas de saúde solucionados sem necessidade de encaminhamento para especialistas. O conceito já reduziu em 20% a hospitalização desses pacientes. Atualmente já foram contemplados 220 mil beneficiários.

Sobre a FenaSaúde

A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) representa 15 grupos de operadoras de planos privados de assistência à saúde, que atendem cerca de 26 milhões de beneficiários, ou seja, 36% do mercado de saúde suplementar do país e responde por 39% da arrecadação do mercado.

Grupo Pardini anuncia líderes da nova unidade de negócios de medicina personalizada

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Armando Fonseca assume como Diretor Médico-Científico e Débora Fonseca Filgueiras como Diretora de Negócios na nova área. Ambos atuavam na DLE, empresa adquirida pela companhia no ano passado

Após investir mais de R$ 140 milhões em aquisições de laboratórios especializados nos últimos anos, o Grupo Pardini, um dos maiores players de medicina diagnóstica do Brasil, avança na consolidação definitiva de uma unidade de negócios dedicada à Medicina Personalizada. Para liderar esse processo, foram nomeados dois profissionais de ponta no segmento.

Uma das principais referências em doenças raras no país, o médico Armando Fonseca é o novo Diretor Médico-Científico da Unidade de Negócios Medicina Personalizada do Grupo Pardini. Fundador e diretor-geral do laboratório DLE - Diagnósticos Laboratoriais Especializados, Fonseca passa a ser responsável também pela estratégia de genética e genômica do Grupo com as marcas Progenética, Diagnóstika e Biocod, integrando ainda a área de genética do Hermes Pardini. Já a diretoria de Negócios de Medicina Personalizada passa a ser liderada pela gestora de saúde Débora Fonseca. Ambos estarão vinculados à Vice-Presidência Comercial, Marketing e Inovação, liderada por Alessandro Ferreira. “Incorporamos as melhores empresas do Brasil para dar robustez à Unidade de Negócios Medicina Personalizada. Para o Grupo Pardini, faz sentido consolidar essa área, ampliar o acesso e levar solução para quem precisa, independentemente da localidade. Esse é o objetivo e o propósito do Grupo”, destacou Alessandro Ferreira.

Medicina Personalizada é uma nova abordagem mundial e começou a ser disponibilizada, de forma pioneira no Brasil, pelas empresas que compõem o Grupo Pardini. Pode ser definida como o uso da genética e das técnicas de genômica para identificar padrões específicos em pacientes e/ou em doenças manifestadas em uma pessoa. Dessa forma, é possível a classe médica adotar uma conduta personalizada na prevenção ou no tratamento de patologias, auxiliando na utilização de drogas e medicamentos de acordo com o perfil genético de cada paciente. A partir do momento em que se reúne informações clínicas e laboratoriais, por meio das quais é possível identificar precisamente a doença, a mutação e o tratamento, existe a Medicina Personalizada. Mais do que uma nova tecnologia, é uma nova abordagem clínica e terapêutica. Considera-se o tratamento certo, na hora certa, para a pessoa certa.

Atualmente, o Grupo Pardini oferece diagnóstico de Medicina Personalizada em diferentes especialidades graças à expertise de cinco empresas: Progenética, pioneira em oncologia laboratorial; Diagnóstika, especializada em imunohistoquímica e patologia molecular; DLE, empresa especializada em Genética Humana, Doenças raras e Erros Inatos do Metabolismo; Biocod, com aconselhamento genético, e o próprio Hermes Pardini, com mais de 20 anos de pesquisa e experiência em genética. O Grupo possui mais de 8 mil tipos de exames em seu portfólio. No ano passado, foram mais de 3 milhões de testes realizados nessa área.

Agora, tendo concretizado a integração de profissionais e serviços, o Grupo Pardini entende que é o momento adequado para consolidar a atuação em uma unidade de negócios dedicada. Com isso, espera-se trazer mais celeridade aos avanços científicos, bem como ampliar as possibilidades para médicos e pacientes. “Uma coisa é lançar um programa de trabalho ainda experimental. Outra é construir pilares que partem de aquisições de empresas sólidas e relevantes. É assim que fazemos no Grupo Pardini. Atualmente, com cinco empresas referência e uma parcela relevante do mercado, nos sentimos confortáveis para assumir uma postura mais ativa, simplesmente porque as entregas e os resultados são concretos - tanto para pacientes e médicos, quanto para os negócios da companhia”, explica o presidente do Grupo Pardini, Roberto Santoro. A projeção é de que em cinco anos a Unidade de Negócios Medicina Personalizada corresponda a 30% do faturamento total do Grupo Pardini.

Armando Fonseca é médico, formado pela Faculdade de Medicina de Campos, especialista em Pediatria e Patologia Clínica pela Associação Médica Brasileira com MBA pelo instituto COPPEAD da Universidade Federal do Rio de Janeiro. É fundador e diretor geral da DLE, empresa especializada em Genética Humana, Doenças raras e Erros Inatos do Metabolismo que, desde 2018, passou a integrar o Grupo Pardini. Membro associado das Sociedades Brasileiras de Pediatria, Patologia Clínica, Genética Médica e Genômica, Sociedade Portuguesa de Doenças Metabólicas, Society for the Study of Inborn Errors of Metabolism - SSIEM e Sociedad Latinoamericana de Errores Innatos del Metabolismo y Pesquisa Neonatal. É ex-presidente e atual conselheiro da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial (SBPC/ML) e da Sociedade Brasileira de Triagem Neonatal e Erros Inatos do Metabolismo.

Débora Fonseca Filgueiras é graduada em Relações Internacionais pelo IBMEC, com especialização em Marketing pela Coppead/UFRJ, pós-graduação em Administração pela Fundação Getúlio Vargas e MBA em Economia e Gestão em Saúde pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Por seis anos, atuou como Executiva de Negócios e Diretora de Negócios do DLE, empresa especializada no diagnostico de genética humana, doenças raras e erros inatos do metabolismo. Desde maio de 2019 é Diretora de Negócios da Medicina Personalizada do Grupo Pardini, que responde pela atuação das empresas DLE, Progenética, Diagnóstika e o departamento de genética do Hermes Pardini.