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Articles from 2016 In September


Visando atrair compradores da América Latina, Hospitalar participa da ExpoMedical em Buenos Aires

Equipe se reúne com representantes de associações do setor médico-hospitalar e empresas durante sua estadia na Argentina

pedrokkkkkCom foco em divulgar seus expositores para o mercado latino-americano, assim como a geração de novos negócios e o contato com tomadores de decisão do setor, a Hospitalar está presente na 14ª Feira Internacional de Produtos, Equipamentos e Serviços de Saúde – ExpoMedical que começou nesta quarta-feira (28), em Buenos Aires. Além do estande institucional na feira, estão acontecendo alguns encontros com representantes de associações do setor e empresários. “Estamos com uma agenda de reuniões e ações visando nos aproximar do mercado argentino, inclusive já tivemos um encontro muito proveitoso com a embaixada brasileira no primeiro dia do evento e com a CAES – Cámara Argentina de Empresas de Salud”, ressaltou Viviane Silva, gerente de marketing da Hospitalar.

No decorrer da reunião com Dr. Enrique Tonelli, diretor de relações institucionais da CAES, ocorreram discussões sobre a ampliação das relações com a entidade e ações de comunicação futuras. Todas as colocações foram bem recebidas pela instituição, que participou da primeira edição da Hospitalar. “O mercado argentino tem muito interesse em tecnologia, inovação em equipamentos e soluções, por isso estamos trabalhando para ampliar a nossa comunicação e levar até esse mercado as novidades e lançamentos dos nossos expositores”, destacou a gerente.

expomedicallllDurante as reuniões, os organizadores da ExpoMedical enfatizaram que para as indústrias brasileiras, especialmente de equipamentos médicos, o mercado argentino é muito positivo. Com potencial para as empresas brasileiras em médio prazo para a prospecção de novos negócios na Argentina. “Nosso objetivo aqui é levar mais visitantes e empresários qualificados da América do Sul para os nossos expositores nacionais, assim como promover a próxima edição da Hospitalar”, pontuou Viviane. Até o final da ExpoMedical, que se encerra nesta sexta-feira (30), estão agendadas várias reuniões. A equipe da Hospitalar conta com a colaboração do Coordenador de Mercado Externo, Pedro Cilento, que está participando para ajudar a alavancar a visitação e possíveis contatos comerciais.

Facilities

A Hospitalar está investindo fortemente na área de Facilities, e para contribuir com o desenvolvimento dessa nova área na feira, a equipe se reuniu com a Asociación Argentina de Arquitectura e Ingeniería Hospitalaria, associação com 30 anos no mercado. Os representantes da entidade se interessaram pelo lançamento da nova área e estão dispostos a realizar uma parceria com a Hospitalar.

Nesta sexta (30), a equipe irá se reunir com representantes da Fundación Exportar, agência de promoção comercial que projeta e implementa atividades para promoção das exportações, com o intuito de discutir aspectos comerciais e sobre a potencialização de visitação do evento.

Novas formas de aprender

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O Ministério da Educação (MEC) autorizou, por meio de publicação no Diário Oficial da União (DOU), Portaria nº 909, o funcionamento da Faculdade Unimed. O parecer favorável era o último passo para o início efetivo das atividades da faculdade, que será mantida pela Fundação Unimed. Foram autorizados os cursos de "Tecnologia em Gestão de Cooperativas" e "Tecnologia em Gestão Hospitalar", com conceitos 5 e 4 do MEC, respectivamente.

Inicialmente, a Faculdade Unimed cetificará os dois cursos tecnológicos presenciais em Belo Horizonte, aém de cursos de curta duração e de aperfeiçoamento nas modalidades presencial e a distância (EAD). Para o presidente da Fundação Unimed, Dr. João Batista Caetano, o reconhecimento o MEC chancela o compromisso da Fundação na promoção do ensino na área de gestão, da saúde e do cooperativismo.

A Faculdade tem como finalidade a gestão do conhecimento e a responsabilidade social, promovendo a educação, a ciência e a cultura, além de promover ações de cidadania, seguindo os princípios de respeito à pessoa e ao meio ambiente, e os fundamentos éticos e sociais envolvidos nas relações de qualquer natureza. Também é ofertar, num futuro próximo, cursos de graduação a distância em todo o país, principalmente na área de cooperativismo, pois há uma carência de capacitação em gestão de cooperativas.

Fonte: O Diário de Maringá

Quem foram os premiados do Referências da Saúde 2016?

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O Referências da Saúde é um estudo anual realizado pelo portal e revista Saúde Business com apoio da PwC e que tem como propósito retratar e destacar o grau de maturidade de gestão dos players do setor da saúde. O foco do estudo são hospitais, operadoras de planos de saúde (cooperativas, seguradoras, autogestões, medicina de grupo), centros de medicina diagnóstica e empresas de home care.

O objetivo do estudo é avaliar cada segmento em cinco diferentes pilares: gestão administrativo-financeira; gestão de pessoas, gestão de tecnologia da informação, qualidade assistencial e governança corporativa.

A comissão avaliadora dos cases foi de especialistas em cada um dos pilares do estudo:

Pilar Gestão Administrativo-Financeira: Eliane Kihara, Partner, PwC

Pilar Gestão de Tecnologia da Informação: Marcelo Silva, Diretor Executivo, SBIS

Pilar Gestão de Pessoas: Marcos Hume, Principal, Korn/Ferry International

Pilar Gestão de Qualidade Assistencial e Segurança do Paciente: Bernardo Schubsky, Senior Editorial Director for Latin America, Medscape

As instituições premiadas podem ser conferidas abaixo:

Pilar Gestão Administrativo-Financeira

Instituição: Unimed Vitória - Operadora

Case: Programa de Qualificação de Rede e Valorização do Desempenho Hospitalar

Instituição: Hospital Sírio Libanês

Case: Programa de Ganho de Eficiência

Instituição: Fundação Padre Albino

Case: OPME – Desafio na gestão - Conflito de interesses

Pilar de Governança Corporativa

Instituição: Unimed Belo Horizonte

Case: Gestão Unimed BH de Indicadores Assistenciais

Instituição: Grupo Fleury

Case: Divulgação ao mercado de capitais: dados de satisfação dos clientes em conjunto com as informações financeiras

Pilar Gestão de Tecnologia da Informação

Instituição: Hospital São Vicente de Paulo

Case: Indicadores e BSC (Balanced Scorecard) alinhados ao Planejamento Estratégico e investimentos

Instituição: Viventi Home Care

Case: Casa Conectada: Internet das Coisas (IoT) em Home Care

Instituição: Hospital Unimed Recife III

Case: HUR III - Rumo a Era Digital

Pilar Gestão de Pessoas

Instituição: Grupo Infinita Diagnóstico por Imagem

Case: Programa de Desenvolvimento do Colaborador - Filosofia não é coisa de maluco

Instituição: Hospital Santa Paula

Case: Oficina de Sensibilização ao Envelhecimento

Instituição: Laboratório Femme

Case: Implementação da Metodologia do Propósito

Pilar Qualidade Assistencial e Segurança do Paciente

Instituição: São Francisco Sistemas de Saúde

Case: Programa Viver Bem - SF Bioaps

Instituição: Hospital Nossa Senhora das Graças

Case: O sonho de Laura

Instituição: Hospital Sírio Libanês

Case: Paciente como agente do cuidado

Os cases completos serão publicados na Revista e no Portal Saúde Business.

ABIMED lança campanha “Tecnologias que Transformam Vidas”

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Objetivo é mostrar o valor das inovações médicas para a população, para a sustentabilidade econômica do sistema de saúde e políticas públicas

São Paulo, 29 de setembro de 2016 – Qual é o real valor da tecnologia médica? O que é ter um filho no colo nos primeiros dias de vida e não enxergar o seu rosto? Amamentá-lo e não ver suas expressões? E se o seu coração parasse de bater durante uma maratona? Que milagre que poderia devolvê-lo a uma vida normal? E se você não pudesse ter filhos, sonho de uma vida, porque sua condição física não permitia?

Com essas perguntas, a ABIMED-Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde lançou na quarta-feira, no Hospital Innovation Show, a Campanha Tecnologias que Transformam Vidas. Cada pergunta se refere a uma situação real vivenciada por três pessoas que participaram do evento e relataram como as cirurgias e procedimentos médicos a que se submeteram salvaram ou deram novo sentido às suas vidas.

Segundo Carlos Goulart, presidente executivo da ABIMED, o objetivo da campanha é mostrar que a tecnologia é fundamental para a promoção da saúde e bem-estar da população e para todos os elos da cadeia de saúde, e que ela não é apenas uma cifra que representa custos e inflação para o sistema de saúde.

“Ao contrário, além de transformar as vidas de pessoas e daqueles que as cercam, as inovações médicas, quando bem utilizadas, têm o poder de melhorar a produtividade do sistema do sistema e impactar positivamente nas definições de políticas públicas, ajudando a controlar custos e a ampliar o acesso da população às tecnologias”, explicou.

A campanha Tecnologias que Transformam Vidas terá duração de dois anos e será implementada em sete fases que incluirão geração local de conteúdo e ações com todos os públicos da área da saúde, como sociedades médicas, hospitais, planos de saúde, Governo, gestores e associações de pacientes.

Fabrício Campolina, presidente do Conselho de Administração da ABIMED, destacou que, nas três últimas décadas, o tempo de internação caiu 58% graças às cirurgias minimamente invasivas. Ele lembrou que, há apenas 15 anos, era necessário abrir os pacientes para operar, enquanto que hoje as cirurgias robóticas já apresentam excelentes resultados no tratamento de doenças como o câncer de próstata.

“Estamos caminhando para novas transformações que causarão impactos ainda maiores na vida das pessoas. É muito importante que a tecnologia seja democratizada e acessível. Para isso, têm que ser usadas racionalmente e sem desperdícios, de modo que os recursos sejam alocados da melhor maneira possível e de acordo com os protocolos médicos adequados”, disse.

O valor da tecnologia para os pacientes

Cristiano Goldenberg, de 41 anos, um dos três pacientes que participaram do evento e deram um depoimento pessoal, teve uma parada cardiorrespiratória enquanto corria a Meia Maratona do Rio de Janeiro no ano passado. Ficou 16 minutos com o coração parado e foi salvo por outro maratonista, o médico cardiologista Bruno Bussade, que corria logo atrás.

Cristiano voltar a correr 3 meses depois do episódio e hoje leva vida normal porque implantou no peito um desfibrilador interno - um microcomputador que monitoriza os batimentos cardíacos durante 24 horas e dispara choques elétricos em caso de arritmia, prevenindo a morte súbita.

“Essa experiência mudou completamente a vida. Em maio deste ano, corri novamente a Meia Maratona do Rio e refiz o trajeto que não conseguiu completar em 2015. Foi uma grande vitória para mim e para todas as pessoas que me ajudaram a viver novamente”, afirmou ele, que lançou recentemente o livro “Km 19” relatando sua experiência.

Para Cláudia Araújo Costa Hernandes, 39 anos, a tecnologia representou a possibilidade de realizar um sonho de infância: ser mãe. Aos 15 anos, descobriu que tinha endometriose e se submeteu sem sucesso a diversos tratamentos. Em função da situação e de distúrbios hormonais, começou a ganhar peso e chegou a pesar 108 quilos. Desenvolveu diabetes, hipertensão, dores na coluna e outras doenças associadas à obesidade.

Tentou inúmeros caminhos e tratamentos para emagrecer que não deram certo, comprometeram sua autoestima e a afastaram da família e do convívio social. Há 10 anos, Cláudia se submeteu a uma cirurgia bariátrica, perdeu e não recuperou 51 quilos, e, há três anos, deu à luz dois filhos gêmeos.

“Costumo dizer que, no dia da cirurgia, operaram não somente o meu estômago, mas também o meu cérebro e a minha essência. Minha saúde física e emocional foi reestabelecida, permitindo que eu me abrisse novamente para a vida e fizesse novas escolhas”, revelou.

A médica Náthalie Reigada, 29 anos, começou a usar óculos aos 4 anos e, com grau elevado de miopia e astigmatismo, dependia deles para tudo. Tinha dificuldades nas aulas de educação física e, na adolescência, evitava dormir na casa das amigas, viajar, ir a festas e fazer os programas normais da idade. Tentou vários procedimentos e lentes, mas não havia nenhum recurso que corrigisse totalmente o seu problema.

Em 2013, deu à luz um menino e, durante o parto, sua preocupação era não poder enxergar o filho logo que nascesse e ao amamentar. No ano passado, Náthalie se submeteu a uma cirurgia para implantar uma lente intraocular fácica. Segundo o oftalmologista que a operou, Eduardo Martines, que participou do evento, a lente é especial para pessoas com alto grau de distúrbio de refração e que, como a médica não tinham indicação para cirurgia a laser.

“Recuperei minha autoestima. Perdi medos e inseguranças que me acompanharam a vida inteira e que me privaram de muita coisa por receio de não enxergar. Os resultados têm a ver com qualidade de vida e felicidade”, resumiu Náthalie.

Sobre a ABIMED

A ABIMED congrega 200 empresas de tecnologia avançada na área de equipamentos, produtos e suprimentos médico-hospitalares. As empresas associadas da ABIMED respondem por 65% do faturamento do segmento médico-hospitalar. O setor de produtos para saúde tem participação de 0,6% no PIB brasileiro, conta com mais de 13 mil empresas e gera em torno de 140 mil empregos. Criada em 1996, a ABIMED foi pioneira no Brasil na elaboração de um Código de Conduta para as empresas do setor. É sócia-fundadora do Instituto Coalizão Saúde e membro do Conselho Consultivo do Instituto Ética Saúde. A entidade também coopera com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e com autoridades da Saúde, fomentando a implementação de políticas e regulamentações que proporcionem à população acesso rápido a novas tecnologias e a inovações, em um ambiente ético de negócios.

Solução de TI para hospitais, clínicas e laboratórios em expansão

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Nos processos de expansão de hospitais, clínicas e laboratórios é necessário ficar atento à infraestrutura tecnológica para disponibilizar rapidamente o sistema de serviços para a equipe. Além de fazer a expansão com a operação em funcionamento, é importante integrar os dados de todas as unidades facilitando a leitura de informações de maneira macro e micro da companhia e colaborando, dessa forma, para a tomada de decisão mais embasada.

Por isso, as instituições buscam cada vez mais as soluções em nuvem, pois elas permitem o crescimento do negócio de maneira mais eficiente no que se refere à TI.

As vantagens da cloud

A mudança para a solução em nuvem requer o planejamento estratégico de executivos e membros da área de TI, pois as possibilidades são tantas, que precisam ser mapeadas e orientadas conforme as necessidades da corporação.

Hoje, nem 50% das entidades se beneficiam do recurso, mas o movimento de implementação é crescente. Isso porque a solução em cloud apresenta vantagens consideráveis.

Primeiro os executivos buscam-na com a expectativa de aumento da receita, segundo, com a redução dos custos de TI. Ademais, com os serviços em nuvem, há significativa diminuição de manutenção pela equipe de tecnologia e a empresa é percebida como inovadora pelos seus colaboradores e também pelos seus clientes e pacientes.

É inovador, mas é seguro?

A maior preocupação dos gestores, no quesito nuvem, é a segurança e a integridade dos dados. Porém, existem soluções no mercado que garantem a defesa do sistema, viabilizando, assim, todas as vantagens da cloud.

Vale relembrar que a introdução da nuvem em uma instituição requer uma mudança no perfil da equipe de tecnologia da informação e o mercado se refere a isso como uma "terceira onda". Nela, os executivos colaboram com as estratégias e metas definidas pela companhia, planejam as novas regras dos sistemas e autorizações de cada membro e comandam tudo o que pode ser apresentado nos equipamentos pessoais, que aliás, é uma outra tendência que acompanha o serviço.

Muitos profissionais, para otimizar o tempo, usam seus próprios aparelhos para trabalhar (BYOD - Bring Your Own Device) isso porque, podem acessar remotamente os dados, preencher as informações do conforto do lar e estão aptos a terem acesso, em casos de urgência, às informações necessárias para orientar a equipe à distância, o que é possível quando se trabalha em nuvem.

Ser inovador, gerar melhor atendimento, equalizar informações e estar adequado às novas tecnologias são motivos suficientes para que as fundações considerem uma rápida entrada nessa nova era.

Solução de gestão hospitalar: cuidados funcionais e técnicos

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Como acontece em qualquer projeto de tecnologia, adquirir uma solução de gestão hospitalar exige preparo. Não se trata de apenas instalar um software: é preciso treinar a equipe para recebê-lo, conhecer todos os potenciais benefícios e entender se eles atendem às necessidades do hospital, e, por fim, revisar a estrutura de TI.

O cuidado começa ao fechar o contrato com o fornecedor. A aquisição de um sistema altera muito o dia a dia de um hospital e, por isso, deve estar alinhado ao que a área que será beneficiada realmente precisa”, diz Heitor Gottberg, conselheiro da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (Sbis). Segundo ele, é preciso olhar para dois aspectos: as questões funcionais e as técnicas.

Cuidados funcionais

O primeiro passo é saber por que o sistema atual não atende ao hospital: é apenas uma questão de atualização ou a tecnologia está realmente ultrapassada? “É essencial ter em mente que a adoção de uma solução de gestão hospitalar deve ir além de uma ferramenta para anotar informações. Trata-se de uma assistência à saúde”, diz Gottberg. Ele recomenda observar se a tecnologia tem algumas funcionalidades:

  • A checagem beira leito emite alertas no caso de duplicidade de medicamentos, dose errada ou interação com outros medicamentos?
  • O sistema é capaz de apoiar a decisão médica? Ou seja, o prontuário eletrônico do paciente (PEP) está integrado, é capaz de sugerir um sistema de protocolo e conta com prescrição padrão que agiliza o processo?
  • Além de registrar dados, auxilia na melhora da segurança no paciente e a qualidade do atendimento?

Cuidados técnicos

Essas questão são tão importantes quanto podem mostram se a tecnologia vai funcionar corretamente. Verifique:

  • Se o fornecedor possui certificação a Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (Sbis), que conta com um metodologia que identifica se o sistema está de acordo com as regras do Conselho Regional de Medicina (CRM);
  • A infraestrutura necessária para a implementação do sistema - rede de computadores, WI-FI suficiente e data center;
  • As regras do licenciamento;
  • O suporte oferecido pelo fornecedor, caso surja algum problema durante a implementação e manutenção;
  • A gestão da empresa fornecedora, ou seja, o que possui para gerenciar e acompanhar o andamento da implementação do sistema e os prazos.

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29% dos brasileiros monitoram saúde e condição física por meio de aplicativos e wearables, segundo a GfK

SÃO PAULO, 29 de setembro de 2016 /PRNewswire/ -- Uma recente pesquisa internacional da GfK realizada com mais de 20.000 usuários de internet de 16 países, revelou que 29% dos brasileiros monitoraram a própria saúde e condição física por meio de aplicativos móveis, pulseiras, clipes e relógios inteligentes.  O percentual coloca Brasil e Estados Unidos lado a lado na segunda posição do ranking dos países em que esse hábito é mais popular.  A lista é liderada pela China, onde 45% dos entrevistados declarou fazer uso de tais recursos para fins de monitoramento das condições físicas e de saúde.  Na terceira posição da lista está a Alemanha (28%), seguida pela França (26%).

Dentre os países estudados, cinco se destacaram por apresentar um maior número de mulheres entre os adeptos do hábito: a China (48% das mulheres e 43% dos homens), a Rússia (21% das mulheres e 17% dos homens), a França (27% e 25%), a Austrália (20% e 18%) e o Canadá (20% e 19%). No Brasil a diferença é de apenas 1 ponto percentual em favor das mulheres.

A análise dos resultados por faixa etária demonstra que no Brasil, o hábito é mais popular entre os entrevistados com 20 a 29 anos de idade (36%). Os entrevistados adolescentes (de 15 a 19 anos) concentram o maior número de pessoas que já monitoraram sua saúde e condição física no passado, mas que não o fazem atualmente.  "Isso sugere que o mercado oferece oportunidades para reconquistar um grande volume de "ex-adeptos, com ofertas ou mensagens certas enviadas pelos varejistas ou fabricantes", explica a diretora de Market Opportunities & Innovation da GfK, Eliana Lemos.  "Essas descobertas demonstram a atração que o monitoramento da saúde e da aptidão física exercem sobre grupos muito mais amplos do que o público óbvio, que seriam os jovens esportistas.  Fabricantes e varejistas podem usar essas percepções, combinadas com nossos dados de vendas de wearables, para entender quem são seus usuários na vida real, e para ajustar suas estratégias", complementa a executiva.

As razões para monitorar

A GfK também pediu aos mais de 4.900 entrevistados que declararam monitorar a saúde ou atividade física que apontassem que motivos que os levam a fazer esse acompanhamento.  A manutenção ou melhoria das condições físicas foi a principal razão, apontada por 55% da amostra.




   Para manter ou melhorar minhas condições ou aptidões físicas

55%


   Para me motivar a fazer exercícios

50%


   Para melhorar meu nível de energia

35%


   Para me motivar a comer e beber saudavelmente

34%


   Para melhorar o sono

29%


   Porque é parte de minha rotina diária

29%


   Para perder peso

29%


   Para ser mais produtivo

24%


   Porque é divertido

22%


   Para monitorar ou rastrear uma condição de saúde específica

17%


   Para treinar para um evento (corrida, esporte, etc.)

14%


   Para competir com outras pessoas

8%


   Por alguma outra razão

2%


   Não sabe dizer

1%


 

Fonte: Pesquisa da GfK com mais de 4.900 usuários da internet (com mais de 15 anos) em 16 países, que, atualmente, monitoram sua saúde ou aptidão física; pergunta de múltipla escolha; Trabalho de campo realizado entre junho e agosto de 2016.



Sobre o estudo

A GfK conduziu a pesquisa online com mais de 20.000 consumidores de mais de 15 anos de idade, em 16 países. O trabalho de campo foi concluído entre junho e agosto de 2016. Os dados foram ponderados para refletir a composição demográfica da população online com mais de 15 anos em cada mercado. A pesquisa foi feita na Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Itália, México, Holanda, Rússia, Coreia do Sul, Espanha, Reino Unido e EUA.

Para mais informações, acesse www.GfK.com/br ou siga a GfK no Twitter: https://twitter.com/GfK_brasil

FONTE GfK

Tome uma atitude neste Dia Mundial do Coração

GENEBRA, 29 de setembro de 2016  /PRNewswire/ -- Neste Dia Mundial do Coração (29 de setembro de 2016), a Federação Mundial do Coração (WHF -- World Heart Federation) está exortando os habitantes de todos os países do mundo a usar o poder da informação para transformar as vidas de 1 em 10 pessoas que morrem prematuramente por causa de doenças cardiovasculares (DCV).[1]

(Logo: http://photos.prnewswire.com/prnh/20160927/412404LOGO )

A DCV é a principal causa de morte no mundo, terminando mais de 17 milhões de vidas por ano. Entretanto, pelo menos 80% das mortes prematuras por DCV poderiam ser evitadas. [2]

O website do Dia Mundial da Saúde (World Heart Day) traz muitas informações para capacitar indivíduos a lidar com suas próprias saúdes, tais como o novo teste do QI do coração (Heart IQ Test), uma ótima maneira de conhecer seu nível de conhecimento do coração. A Federação Mundial do Coração também está conclamando os formuladores de políticas e governos a utilizar o poder da informação e assumir o compromisso de implementar sistemas confiáveis e adequados de vigilância e monitoramento da DCV.

Esse chamamento é apoiado por um sumário executivo de informe de política que mostra inconsistências preocupantes sobre como a DCV e monitorada em todo o mundo e descreve algumas das dificuldades enfrentadas, como falta de recursos, capacidade limitada da força de trabalho e falta de vontade política. O sumário também oferece recomendações, como fortalecer os sistemas de registro civil nacional, compartilhar melhores práticas e ajudar a enfrentar a inércia política.

A chief executive da Fundação Mundial do Coração, Johanna Ralston, disse: "A doença cardiovascular pode ser prevenida em muitos casos e é por isso que estamos encorajando as pessoas a tomar uma atitude neste Dia Mundial do Coração. Pequenas mudanças como consumir comidas mais saudáveis, reduzir o consumo de bebidas alcoólicas e parar de fumar podem realmente melhorar a saúde do coração. Também precisamos de monitoramento mais eficiente e detalhado, para podermos desenvolver um quadro melhor dos países que precisam de apoio e o que podemos aprender dele".

No momento, pensa-se que apenas 42 países têm sistemas de vigilância e monitoramento de doenças não comunicáveis (NCD -- non-communicable disease), que dão suporte a relatórios que podem ser comparados com os objetivos da Organização Mundial de Saúde para reduzir as NCDs.[3]

Para mais informações sobre o Dia Mundial do Coração, por favor, visite http://www.worldheartday.org

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1. Organização Mundial da Saúde, 2012

2. http://www.world-heart-federation.org/what-we-do/world-heart-day/about-world-heart-day/

3. Kroll et al. Desafios da vigilância de doenças não comunicáveis -- um exame de métodos selecionados BMC Public Health (2015) 15:1243 DOI 10.1186/s12889-015-2570-z

FONTE The World Heart Federation (WHF)

O futuro da prática médica depende do domínio das novas tecnologias

Temática foi abordada durante o Fórum Médicos S/A

medicossaAs novas tecnologias farão do médico um gestor de informações municiadas por tecnologias cada vez mais disruptivas. Entender esse novo lugar é uma das prerrogativas para o exercício da prática médica, segundo o presidente da SoPE (Society of Physician Entrepreneurs), o otorrinolaringologista, consultor e empresário estadunidense Arlen Meyers. O executivo integrou a mesa “Samsungs, Googles, Apples e o futuro da medicina”, do Fórum Médicos S/A, que aconteceu no último dia 15, no Auditório Steffi e Max Perlman do Insper, em São Paulo.

“Os médicos de família, em todo o mundo, estão precisando assumir uma grande quantidade de habilidades que vão além dos cuidados primários, incluindo problemas mais complexos e até ferramentas de mídia, como redes sociais, e tecnologias. Mas o médico ainda não está preparado para isso”, avisa Meyers.

Com a moderação da professora e coordenadora do Núcleo de Telessaúde da UFPE, Magdala Novaes, o talk show também contou com a participação do fundador e CEO do Medicinia BR, Daniel Branco, do CEO da Live Healthcare Media, Vitor Asseituno, e do CEO da Care Unit, Luiz Tizatto.

Mudança de cultura

É preciso uma adaptação do comportamento de todos os envolvidos no processo, como defende Vitor Asseituno. “Às vezes a tecnologia chega, mas a cultura de uso dela demora mais a chegar”, afirma. Ele chama a atenção para a velocidade com a qual a tecnologia tem avançado, citando que em pouco tempo 10% das pessoas que vivem em países em desenvolvimento estarão utilizando próteses impressas em 3D. “Isso na saúde terá grande impacto. Por exemplo, quando uma pistola puder ser impressa com essas máquinas, quantos serão os feridos por arma de fogo? ”, convida Asseituno à reflexão.

Daniel Branco acredita que as novas tecnologias, como as redes sociais, podem favorecer a aproximação entre o médico e paciente. “Algo que os latino-americanos valorizam muito”, ressalta. É preciso, no entanto, cautela no uso dessas tecnologias, defende Branco, e entender que elas ajudam, mas não substituem as relações interpessoais. “Servem a simplificar processos, como um grande aliado do médico”.

Para o CEO da Care Unit, Luiz Tizatto, a tecnologia tem favorecido a todos os setores da economia, uma vez que torna o sistema mais eficiente e eficaz. “Mas no caso da saúde, essa evolução tem ocorrido de forma mais lenta. Porque no Brasil, por exemplo, a telemedicina ainda não pode ser adotada”, lamenta. Tizatto defende a necessidade de um maior envolvimento do Conselho Federal de Medicina nesse processo. “É preciso criar um ambiente propício dentro da ética, claro, com cada profissional e empresa respondendo por suas ações, mas que permita o surgimento da inovação”, orienta.

Moderadora da mesa, a professora e coordenadora do Núcleo de Telessaúde da UFPE Magdala Novaes afirma ser necessária uma maior atenção para a formação dos futuros profissionais de saúde, que neste momento não estão sendo capacitados para dominar a tecnologia. “O perfil do médico e o cenário vem mudando, mas os profissionais não estão se adequando. É preciso trabalhar a tecnologia também na formação deles”, alerta a acadêmica, que também é membro titular da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS).

Hospital Santa Catarina anuncia novo coordenador de Cardiologia

Doutor Diego Gaia será responsável pela coordenação de toda a linha de serviço cardiológica

hospitalsantacatarinaDiego Felipe Gaia, coordenador da área de Cardiologia da InstituiçãoO Hospital Santa Catarina (SP), pertencente à Associação Congregação de Santa Catarina, anuncia o cardiologista Diego Felipe Gaia como coordenador da área de Cardiologia da Instituição. Com a chegada do profissional, o hospital fortalece ainda mais a atuação na especialidade.

Com mais de 20 anos de experiência na área, o médico, que é Professor Adjunto e Chefe da Disciplina de Cirurgia Cardiovascular da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), possui mestrado e doutorado em Cirurgia Cardiovascular, também pela UNIFESP, e MBA em Gestão de Saúde pelo Insper/SP.

Doutor Diego Gaia será responsável pela coordenação de toda a linha de serviço cardiológica, que inclui as unidades de internação, Unidade de Terapia Intensiva e Pronto Atendimento Cardiológico.