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A dicotomia entre segurança e usabilidade em debate no Healthcare Innovation Show

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Existe maneira de ter 100% de segurança das informações? O debate da questão Dicotomia segurança x usabilidade reuniu grandes experts na 7ª edição do Healthcare Innovation Show (HIS).

O painel aconteceu no último dia do evento, 23 de setembro, e ficará disponível para ser assistido integralmente durante três meses na plataforma do HIS para quem adquiriu o Executive Pass.

O médico, mestre e doutor em Informática em saúde, Cláudio Giuliano, CEO da Folks, conduziu a conversa.

O ponto de vista de um fornecedor de soluções para a saúde foi colocado por Sócrates Cordeiro, da MV. Ele  é diretor da unidade de negócios Gestão Estratégica e Qualidade e lidera um time de mais de 50 profissionais focados em oferecer ao mercado soluções que apoiem uma gestão 360º e ajudem as instituições na melhoria de performance. “Vivemos essa dicotomia entre usabilidade e segurança”, afirmou. “Por isso, é importante o time de segurança trabalhar em parceria com a equipe de UX, ou user experience.”

Valter Ferreira da Silva, Senior IT Advisor do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), também mencionou a importância do profissional de tecnologia se colocar no lugar do usuário. “Quando aplicamos mais uma camada de segurança nos sistemas, ela compete com a usabilidade. O nosso objetivo é ter as melhores ferramentas de segurança que causem o menor impacto possível no dia a dia dos colaboradores”.

O representante de um player da área de diagnósticos contribuiu com o debate. João Alvarenga, CIO do Hermes Pardini, contou que o tráfego do grupo é equivalente a 16 milhões de exames por mês. “São dados sensíveis, lidamos com vidas, e temos extremo zelo com isso”, disse. “Nosso trabalho se baseia em dois pilares: prevenção e recuperação”. Segundo o executivo, são realizados investimentos vultosos em ferramentas de segurança e auditorias, à procura de pontos de vulnerabilidade. Se eventualmente houver algum ataque de hacker, os dados serão rapidamente recuperados.

Roberto Rebouças, Country Manager da Kaspersky, enfatizou que hoje há condições de permitir acesso de maneira segura dos colaboradores das empresas. “Temos que calcular o risco com que trabalhamos”, afirmou. O executivo fez um paralelo da segurança de dados com a eficácia de vacinas. “Não significa que a imunização protege 100% as pessoas, mas ela representa uma boa e importante segurança”, disse. O mesmo caso se aplicaria aos sistemas de segurança de dados: é fundamental contar com proteção.

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