faz parte da divisão da Informa PLC

Este site é operado por uma empresa ou empresas de propriedade da Informa PLC e todos os direitos autorais residem com eles. A sede da Informa PLC é 5 Howick Place, Londres SW1P 1WG. Registrado na Inglaterra e no País de Gales. Número 8860726.

Inovações na gestão hospitalar e experiência do paciente são debatidas na comunidade de Facilities durante a Digital Journey

Livance_Digital Journey - 05_05.jpg
De 4 e 20 de maio acontece a Digital Journey by Hospitalar. O encontro ocorre em uma plataforma inteligente que transmite debates ao vivo, palestras e favorece a conexão entre fornecedores e compradores do setor de saúde. A programação tem início sempre às 18 horas.

No dia 5 foi a vez da Comunidade de Facilities discutir temas relacionados às áreas de Hotelaria e Serviços. As tendências de gestão, mais do que nunca, colocam o paciente no centro dos cuidados.

Inovações tecnológicas no atendimento ao cliente

A apresentação inicial foi de Claudio Mifano, CEO da Livance Consultórios Inteligentes e coordenador do Comitê de Inovação do Hospital Israelita Albert Einstein. A Livance, startup nascida há pouco mais de três anos, já faz barulho no mercado com seus consultórios repletos de recursos tecnológicos para otimizar processos, reduzir custos e aprimorar a experiência do paciente. Mifano compartilhou o case de sua empresa com o público de vários estados, que enviou perguntas pela plataforma da Digital Journey.

O modelo da Livance é o seguinte: os profissionais de saúde pagam as salas pelo tempo que as ocupam, como corre nos coworkings. As novidades aparecem também na estrutura física. “Os consultórios são coloridos e a questão de tecnologia, que está no DNA da Livance, fica aparente nos totens de atendimento e cabos de internet à mostra”, afirmou Mifano. “Estudamos a questão de design para o paciente e montamos ambientes que trazem acolhimento e tranquilidade com a mistura de tecnologia e design moderno.”

O executivo explica que os totens são para auto-atendimento, pois não há secretárias. “O próprio médico vai até a sala de espera para receber os pacientes, o que denota humanização no processo, segundo nossas experiências”, disse. Ao final da consulta, o médico aperta uma tecla no tablet e avisa que a sala está liberada para ser higienizada. O paciente paga a consulta no totem, onde existe uma máquina de cartão de crédito. Se o usuário tiver alguma dificuldade, basta apertas um botão e uma recepcionista o ajudará pessoalmente.

Hoje, cerca de 2 mil médicos têm seus consultórios na Livance. O modelo também é dirigido a operadoras e hospitais. “Temos conseguido mostrar que o caminho da saúde é o da inovação que melhora a experiência do paciente, reduz custos e aumenta a aderência aos tratamentos. Também aperfeiçoamos a experiência dos próprios profissionais da saúde”, encerrou Mifano.

A palestra completa pode ser encontrada na plataforma da Digital Journey by Hospitalar. Para acessar, é necessário realizar a inscrição gratuita no site Hospitalar.com.

Painel de Debate: Interfaces das Áreas de Hotelaria e Serviços de Facilities com o Controle de Infecção Hospitalar

Até onde deve ir a responsabilidades do CCIH e dos serviços de Facilities? Existe um encaixe necessário para potencializar a execução das atividades? Qual a tendência a médio prazo? Para responder questões como essas, a troca de ideias do Painel de Debate reuniu três profissionais, sob a moderação de Marcelo Boeger, consultor da Hospitalar e Vice-Presidente no Brasil da Associação Mundial de Turismo de Saúde e Bem-Estar.

Gladys Antonioli, Gestora de Operações do Hospital Santa Catarina, crê que o alinhamento e a clareza das responsabilidades de cada setor do hospital contribui para a eficiência das respectivas áreas, independentemente se os serviços de Facilities são terceirizados ou internalizados. “O instrumento de medição deve ser realizado, não importa a forma do contrato com a instituição de saúde.”

Para Renata Pereira Guerra, Gerente de Qualidade do Núcleo de Estatística da Fundação São Francisco Xavier, os pactos precisam ser claramente estabelecidos. “O processo precisa ser muito bem desenhado e passar por todas as áreas. É importante ter uma visão multidisciplinar e definir todas as etapas das ações que devem ser realizadas”, afirmou.

A enfermeira Gisele Mota Regis, responsável pela CCIH no Hospital SAMOC, concorda que é preciso definir responsabilidades no contrato com terceiros ou internamente. “O dia a dia é muito pesado para as áreas de Hotelaria e Controle de Infecções. Os acordos precisam ser claros até para sabermos cobrar os indicadores.”

Marcelo Boeger comentou com as convidadas sobre a importância dos indicadores. “Errar na escolha do indicador pode significar olhar para o lado errado e correr o risco de tomar decisões equivocadas”, disse o moderador do debate.

Gladys finalizou com bom humor: “Costumo brinca que não existe gestão se não conseguimos medir e não conseguimos planejar a próxima ação para melhorar o processo.”

A palestra completa pode ser encontrada na plataforma da Digital Journey by Hospitalar. Para acessar, é necessário realizar a inscrição gratuita no site Hospitalar.com.

Entrevista: Impactos para o prestador e para o tomador de serviços

O encontro da Comunidade de Facilities contou também com a entrevista de Andréa Vaine Rodrigues da Costa, Diretora de Operações & Relacionamento do Hospital Vila Nova Star/Rede D’Or.

Na conversa com Marcelo Boeger, a executiva afimou que a pandemia obrigou todos os gestores a repensar a forma de trabalhar, sempre priorizando a experiência do paciente. “No ambiente hospitalar, onde o paciente costuma estar amedrontado, é importante perceber que os profissionais estão ali para cuidar dele, com calor humano, independente dos equipamentos de proteção individual e dos aparatos tecnológicos.”

Quando questionada pelo público a respeito do aumento de custos na operação dos hospitais com a pandemia, Andréa Vaine explicou que acredita que as estratégias de cada instituição de saúde tenham sido distintas. “No caso do Hospital Vila Nova Star, tivemos que encontrar um lugar dentro de nossos recursos para abarcar os custos dos novos processos. Mas esse é o exercício diário de gestores.”

Todos os conteúdos podem ser acessados através da plataforma da Digital Journey by Hospitalar, porém, é necessário realizar a inscrição gratuita no site Hospitalar.com.

No dia 5 foi a vez da Comunidade de Facilities discutir temas relacionados às áreas de Hotelaria e Serviços. As tendências de gestão, mais do que nunca, colocam o paciente no centro dos cuidados.

Inovações tecnológicas no atendimento ao cliente

A apresentação inicial foi de Claudio Mifano, CEO da Livance Consultórios Inteligentes e coordenador do Comitê de Inovação do Hospital Israelita Albert Einstein. A Livance, startup nascida há pouco mais de três anos, já faz barulho no mercado com seus consultórios repletos de recursos tecnológicos para otimizar processos, reduzir custos e aprimorar a experiência do paciente. Mifano compartilhou o case de sua empresa com o público de vários estados, que enviou perguntas pela plataforma da Digital Journey.

O modelo da Livance é o seguinte: os profissionais de saúde pagam as salas pelo tempo que as ocupam, como corre nos coworkings. As novidades aparecem também na estrutura física. “Os consultórios são coloridos e a questão de tecnologia, que está no DNA da Livance, fica aparente nos totens de atendimento e cabos de internet à mostra”, afirmou Mifano. “Estudamos a questão de design para o paciente e montamos ambientes que trazem acolhimento e tranquilidade com a mistura de tecnologia e design moderno.”

O executivo explica que os totens são para auto-atendimento, pois não há secretárias. “O próprio médico vai até a sala de espera para receber os pacientes, o que denota humanização no processo, segundo nossas experiências”, disse. Ao final da consulta, o médico aperta uma tecla no tablet e avisa que a sala está liberada para ser higienizada. O paciente paga a consulta no totem, onde existe uma máquina de cartão de crédito. Se o usuário tiver alguma dificuldade, basta apertas um botão e uma recepcionista o ajudará pessoalmente.

Hoje, cerca de 2 mil médicos têm seus consultórios na Livance. O modelo também é dirigido a operadoras e hospitais. “Temos conseguido mostrar que o caminho da saúde é o da inovação que melhora a experiência do paciente, reduz custos e aumenta a aderência aos tratamentos. Também aperfeiçoamos a experiência dos próprios profissionais da saúde”, encerrou Mifano.

A palestra completa pode ser encontrada na plataforma da Digital Journey by Hospitalar. Para acessar, é necessário realizar a inscrição gratuita no site Hospitalar.com.

Painel de Debate: Interfaces das Áreas de Hotelaria e Serviços de Facilities com o Controle de Infecção Hospitalar

Até onde deve ir a responsabilidades do CCIH e dos serviços de Facilities? Existe um encaixe necessário para potencializar a execução das atividades? Qual a tendência a médio prazo? Para responder questões como essas, a troca de ideias do Painel de Debate reuniu três profissionais, sob a moderação de Marcelo Boeger, consultor da Hospitalar e Vice-Presidente no Brasil da Associação Mundial de Turismo de Saúde e Bem-Estar.

Gladys Antonioli, Gestora de Operações do Hospital Santa Catarina, crê que o alinhamento e a clareza das responsabilidades de cada setor do hospital contribui para a eficiência das respectivas áreas, independentemente se os serviços de Facilities são terceirizados ou internalizados. “O instrumento de medição deve ser realizado, não importa a forma do contrato com a instituição de saúde.”

Para Renata Pereira Guerra, Gerente de Qualidade do Núcleo de Estatística da Fundação São Francisco Xavier, os pactos precisam ser claramente estabelecidos. “O processo precisa ser muito bem desenhado e passar por todas as áreas. É importante ter uma visão multidisciplinar e definir todas as etapas das ações que devem ser realizadas”, afirmou.

A enfermeira Gisele Mota Regis, responsável pela CCIH no Hospital SAMOC, concorda que é preciso definir responsabilidades no contrato com terceiros ou internamente. “O dia a dia é muito pesado para as áreas de Hotelaria e Controle de Infecções. Os acordos precisam ser claros até para sabermos cobrar os indicadores.”

Marcelo Boeger comentou com as convidadas sobre a importância dos indicadores. “Errar na escolha do indicador pode significar olhar para o lado errado e correr o risco de tomar decisões equivocadas”, disse o moderador do debate.

Gladys finalizou com bom humor: “Costumo brinca que não existe gestão se não conseguimos medir e não conseguimos planejar a próxima ação para melhorar o processo.”

A palestra completa pode ser encontrada na plataforma da Digital Journey by Hospitalar. Para acessar, é necessário realizar a inscrição gratuita no site Hospitalar.com.

Entrevista: Impactos para o prestador e para o tomador de serviços

O encontro da Comunidade de Facilities contou também com a entrevista de Andréa Vaine Rodrigues da Costa, Diretora de Operações & Relacionamento do Hospital Vila Nova Star/Rede D’Or.

Na conversa com Marcelo Boeger, a executiva afimou que a pandemia obrigou todos os gestores a repensar a forma de trabalhar, sempre priorizando a experiência do paciente. “No ambiente hospitalar, onde o paciente costuma estar amedrontado, é importante perceber que os profissionais estão ali para cuidar dele, com calor humano, independente dos equipamentos de proteção individual e dos aparatos tecnológicos.”

Quando questionada pelo público a respeito do aumento de custos na operação dos hospitais com a pandemia, Andréa Vaine explicou que acredita que as estratégias de cada instituição de saúde tenham sido distintas. “No caso do Hospital Vila Nova Star, tivemos que encontrar um lugar dentro de nossos recursos para abarcar os custos dos novos processos. Mas esse é o exercício diário de gestores.”

Todos os conteúdos podem ser acessados através da plataforma da Digital Journey by Hospitalar, porém, é necessário realizar a inscrição gratuita no site Hospitalar.com.

Ocultar comentários
account-default-image

Comments

  • Allowed HTML tags: <em> <strong> <blockquote> <br> <p>

Plain text

  • No HTML tags allowed.
  • Web page addresses and e-mail addresses turn into links automatically.
  • Lines and paragraphs break automatically.
Publicar