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Smarthospital, smartdocs e smartphones [Infográficos]

Médicos e hospitais conectados
Os infográficos dessa semana nos oferecem uma visão bastante rica em exemplos sobre como os smartphones poderiam ser utilizados por hospital e profissionais de saúde.

Alguns exemplos podem sugerir um exercício de imaginação um tanto descompromissado; porém em outros a realidade parece mais próxima do que nossa imaginação poderia vislumbrar há poucos anos atrás.

No caso dos hospitais as principais categorias de aplicação nos apontam na direção de três tendências:

  1. o uso de soluções que visam impactar o paciente com conteúdo sobre saúde
  2. as aplicações que visam otimizar a comunicação entre as equipes profissionais dentro do hospital
  3. aquelas que praticamente tornam o smartphone num dispositivo médico - e sobre as quais o FDA exerce um papel regulador, visto que nos EUA já existem guidances sobre quais tipos de aplicativos móveis não devem ser regulamentados, quais devem ser descartados e quais necessitam de regulamentação.

No hospital do exemplo a triagem utilizaria smartphones com sensores para realizar exames como eletrocardiograma e níveis de glicose e oxigenação no sangue.

Na sala de emergência, tablets e smartphones poderiam apresentar resultados de exames de diagnóstico por imagem, o mesmo acontecendo na maternidade, onde o telefone poderia realizar e registrar exames de ultrassom.

Nos quartos os pacientes seriam monitorados em tempo real por sua equipe médica enquanto assistiriam a vídeos educativos, escutariam programas em rádios online e fariam vídeo conferência com suas famílias. Ali eles também poderiam receber mais informações sobre os procedimentos a que estão sendo submetidos.

Nos corredores do hospital as equipes receberiam confirmações diversas, agendamentos, informações sobre cuidados, listas de pacientes, dentre outros. Elas também poderiam monitorar seus pacientes remotamente e alimentar os sistemas centrais com dados atualizados.

No caso de uma remoção as ambulâncias poderiam utilizar aplicativos para realização de eletrocardiograma capacitados com GPS, o que poderia ajudar a preparar procedimentos de emergência antes que o paciente chegasse ao hospital.

As mesmas rotinas de monitoramento remoto poderiam ser utilizadas uma vez eu o paciente recebesse alta, conectando seus dados vitais às equipes médicas do próprio hospital.

Hospital inteligente, interopelabilidade, tecnologia

No caso do médico temos alguns exemplos de como o smartphone poderia servir como um substituto de alguns equipamentos médicos com economia de espaço e ganho de eficácia.

Além da utilização do telefone como leitor de ultrassom, conforme já citado acima, o médico também poderia utilizá-lo como otoscópio, capturando imagens do tímpano do paciente, oftalmoscópio, medidor de pressão arterial, glucômetro e eletrocardiograma.

Nem o tradicional estestocópio estaria a salvo dessa invasão digital na maleta do médico futurista. Além de permitir que fossem ouvidas as pulsações do paciente, ele também iria armazenar, analisar e permitir a visualização dos dados registrados.

Isso tudo sem esquecer que o smartphone também poderia ser utilizado pelo médico para receber um telefonema de seu paciente em caso de urgência, é claro.

Médico inteligente, interopelabilidade, tecnologia

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