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Grupo DG Sênior aposta em formato de investimento inédito no Brasil

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Modelo de negócio que tem muito a ser explorado no Brasil, permite mais flexibilidade para o investidor

O licenciamento de marcas ainda é pouco disseminado no Brasil. O modelo de negócios ainda não é tão popular em território nacional quanto no exterior, mas tem tomado espaço no mundo do empreendedorismo. Nem todo mundo sabe que é uma opção na hora de investir, ou talvez pense que apenas se aplique na vertente do varejo.

Uma unidade licenciada tem direitos à marca, imagem ou propriedade intelectual e artística do negócio. Alguns exemplos são a Rede Globo, a LePostiche e, claro, a mais conhecida Disney, que gera bilhões ao ano licenciando a venda de produtos com seus personagens. A marca Star Wars, por exemplo, leva de 2 a 3 bilhões no ano para a megacorporação.

Essa grande rentabilidade faz com que o licenciamento imediatamente seja associado à venda de produtos. Porém, licenciar a prestação de serviços também é possível.

O Grupo DG Sênior, que há 35 anos atua no segmento de ILPIs (Instituições de Longa Permanência a Idosos), realizou essa aposta inédita. Com aporte de 50 milhões de reais de um Fundo de Investimento, o Grupo passou a licenciar a marca de seus residenciais em 2020, com a ideia de expandir seu modelo de negócio para todo o território nacional.

“Como estamos falando de pessoas e famílias em um país extremamente regionalista, onde a cultura varia muito de estado para estado, acreditamos que um modelo de negócio que não engessa suas unidades seja o ideal”, explica Eduardo Peres, sócio fundador do Grupo SG Sênior.

Para o sócio do Grupo DG, é importante que a ILPI tenha um formato adequado para a região que atua, mas que mantenha todo perfil de atendimento e DNA do grupo. O investimento, que começa em 400 mil reais, inclui reforma e obra civil, mobiliário, equipamentos hospitalares e de segurança, infraestrutura e TI, marketing inicial, treinamento, rouparia, capital de giro, taxa de licenciamento e royalties. O licenciado tem a liberdade de divulgar seu serviço e infraestrutura de forma independente. “Diferente da franquia, no licenciamento o empreendedor pode decidir quanto quer investir com publicidade e em quais locais. Além disso, cada licenciado pode operar a unidade e fazer mudanças quando for necessário”, explica.

A primeira unidade no formato será inaugurada ainda este ano em Maringá, no Paraná, e esperam-se mais expansões não só para o estado sulista, mas também para cidades do Rio de Janeiro. “A expectativa para estes novos residenciais é de uma rentabilidade que pode chegar a 35% e ter retorno em até 12 meses”, complementa Peres.

Para o empreendedor, apesar de ser uma aposta em um modelo ainda não utilizado no país, o negócio tem muita oportunidade de expansão. “Em cidades com mais de 300 mil habitantes, onde a oferta de espaços para um envelhecimento saudável e cuidadoso é menor, pode-se esperar um faturamento de 2,5 milhões de reais por ano. Nossa proposta é ser a nova referência no setor de ILPIs no Brasil”, finaliza.

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