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Prevenção de pandemias custaria menos de 1 dólar por pessoa

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Doenças pandêmicas custam ao mundo mais de 58 bilhões de dólares por ano, estimou relatório, ainda em comparação com outras ameaças de alto perfil, a preparação para pandemias é cronicamente subfinanciada

Investindo menos de $0,72 dólares por pessoa anualmente faria com que o mundo fosse mais resistente doenças pandêmicas infecciosas potencialmente devastadoras, de acordo com um grupo de peritos em saúde global convocado durante a crise do Ebola.

Doenças pandêmicas custam ao mundo mais de 58 bilhões de dólares por ano, estimou relatório, ainda em comparação com outras ameaças de alto perfil, a preparação para pandemias é cronicamente subfinanciada.

"Poucos evetos globais correspondem à epidemias e pandemias em potencial para perturbar a segurança humana e infligir perda de vidas, danos econômicos e sociais", disse Jeremy Farrar, diretor da empresa de caridade em saúde global Wellcome Trust. "Ainda por muitas décadas o mundo investiu muito menos em prevenir, preparar e obter respostas para essas ameaças em comparação com riscos à segurança internacional e financeira".

A análise foi coordenada pela U.S. National Academy of Medicine durante o início da epidemia Ebola, que se espalhou por três países do oeste África  no ano passado, matando mais de onze mil pessoas e causando estragos na esfera econômica e social.

Em entrevista em Londres, Farrar disse um fator crucial para se preparar para futuros surtos seria a criação de um centro forte e independente sob a supervisão da World Health Organization (WHO), que lideraria a preparação para sustos e respectivas respostas à estes.

O novo centro, que ele afirmou que poderia ser montado em um ano se ajudado pela WHO e seus 194 Estados membros, deveria ser uma parte permanente do sistema WHO e também ter "considerável independência operacional e orçamento sustentável".

"O que nós precisamos ver agora são ações", disse Farrar. "A liderança WHO e seus Estados membros devem fazer de 2016 o ano em que eles aprendem lições sobre epidemias e pandemias passadas e implementar essas medidas valiosas para construir sistema global de saúde mais resistente".

*Com informações de Reuters em 13/01/16.

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