faz parte da divisão da Informa PLC

Este site é operado por uma empresa ou empresas de propriedade da Informa PLC e todos os direitos autorais residem com eles. A sede da Informa PLC é 5 Howick Place, Londres SW1P 1WG. Registrado na Inglaterra e no País de Gales. Número 8860726.

Sitemap


Articles from 2015 In May


SBF 2015: Sua empresa tem uma estratégia coerente?

Texto alternativo
shutterstock

As organizações, no geral, já têm que tomar decisões para a garantia da sustentabilidade financeira e operacional, mas, quando a economia apresenta momentos difíceis, tais decisões se tornam ainda mais importantes e decisivas para o bem-estar da instituição. Pensando nisso, em tempos de crise, vemos que a gestão estratégica é um dos principais desafios dos tomadores de decisão nas organizações. O mercado está cada vez mais preparado, requerendo players mais competitivos e, por isso, um gerenciamento contínuo de processos.

Para falar sobre este assunto, fechamos uma parceria com a Fundação Instituto de Administração (FIA/USP) e Marcelo Pedroso levará o tópico para discussão no Saúde Business Forum, encontro que acontece em Punta Cana com os maiores gestores do setor.

LEIA MAIS:

PhD em Física Quântica é keynote do Saúde Business Forum 2015

Inovação e colaboração em rede são temas do Saúde Business Forum 2015

SBF 2015: Design Thinking é tema de workshop

SBF 2015 realiza workshop sobre excelência da marca

Saúde Business Forum debate como será o plano de saúde do futuro

Perfil

Marcelo Pedroso: Professor do Departamento de Administração da FEA (USP), atuando em ensino, pesquisa e consultoria em gestão estratégica e inovação no setor de saúde. Doutor em ciências pela Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina (USP). Doutor, mestre e graduado em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica (USP). Pós-doutorado em administração na FEA (USP). Coordenador do Programa de Estudos em Saúde (Pró-Saúde) da FIA. Vice Coordenador do Mestrado Profissional em Empreendedorismo (FEA-USP). Experiência executiva em consultoria (IBM, Deloitte, Ernst&Young Consulting, KPMG) e no setor de saúde (Grupo Fleury).

*O Saúde Business Forum ocorre de 3 a 7 de junho em Punta Cana, na República Dominicana

O impacto da legibilidade das informações médicas

papel-legivel
Flickr - Turinboy

Informações médicas de um paciente demandam o máximo de precisão e legibilidade por parte dos profissionais de saúde. Isso porque a possibilidade de erros de grafia e dificuldade de compreensão de laudos médicos podem comprometer a precisão necessária nos processos de diagnóstico e tratamento.

Como os dados muitas vezes são redigidos à mão, os riscos de interpretação equivocada e dificuldade de entendimento por outros especialistas são altos. A grafia complicada pode chegar a impactar negativamente a qualidade do atendimento oferecido, fazendo com que o paciente tome dosagem errada do medicamente ou até leva-lo ao óbito.

Uma lei de 1973 e o Código de Ética Médica, editado pela resolução nº 1.246/88 do Conselho Federal de Medicina, trazem cláusulas com o objetivo de evitar os erros de interpretações que podem ser gerados pela ilegibilidade em um laudo médico, porém, a falta de fiscalização impede que esses erros sejam mitigados. No entanto, a legislação e o código de ética não trazem bem claro o que vem a ser uma letra legível, o que dificulta a criação de um consenso no assunto.

Embora tenhamos um cenário em que profissionais da saúde atuam com sobrecarga de trabalho, altos índices de estresse e, muitas vezes, dupla jornada de trabalho, a informatização pode ser uma maneira de prevenir esse tipo de erro.

Hoje, enfermeiros, farmacêuticos ou outros profissionais da área da saúde são os responsáveis por tentar “traduzir” essas receitas ilegíveis, afinal, é muito raro o caso de pacientes que voltam ao médico para entender a letra do médico.

O Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) entra em cena como a solução para todos os perigos e desvantagens trazidos pelos modelos tradicionais de papel. Além de congregar o histórico de informações médicas do paciente, o PEP armazena os dados em um único local com a eficiência e o sigilo necessários, otimizando o acesso, que pode ser feito de qualquer local e a qualquer momento.

Seguro e funcional, já que elimina extravios e estimula o preenchimento correto dos dados, um prontuário eletrônico também oferece a rastreabilidade ao controlar últimas ações e usuários do sistema.

Fundo de Cingapura compra 16% da Rede D´Or por R$ 3,3 bi

Fundo de Cingapura compra 16% da Rede D´Or por R$ 3,3 bi
shutterstock

O Banco BTG Pactual e a família Moll assinaram a venda de parte das ações, aproximadamente 16%, da Rede D'Or São Luiz para o fundo soberano de Cingapura Government of Singapore Investment Corporation (GIC) por aproximadamente R$ 3,3 bilhões.

Segundo agências internacionais, o GIC é um dos maiores fundos soberanos do mundo, com investimentos em mais de 40 países e mais de US$ 100 bilhões em ativos.

A transação acontece apenas um mês depois do fundo de private equity Carlyle ter adquirido 8% do grupo por R$ 1,75 bilhão, configurando-se como o primeiro grande negócio desde que o governo federal permitiu a entrada de capital estrangeiro no setor hospitalar.

Já havia rumores no mercado sobre a movimentação, confirmada nesta quarta-feira (27/05) em broadcast pelo banco BTG Pactual, segundo maior acionista da empresa. Até o momento a Rede D’Or não se pronunciou oficialmente.

Agora o BTG e o GIC têm, cada um, cerca de 15% da Rede D’Or, enquanto o americano Carlyle detém 8% e o restante permanece com a família Moll, que fundou o negócio em 1977.

As operações evidenciam a ambição do grupo de crescer ainda mais no País, onde já detém 27 hospitais em quatro Estados, com faturamento de R$ 5,5 bilhões.

SBF 2015 propõe união de governança corporativa e clínica

time-bi-pronto-saude

Unir a governança corporativa e a clínica parece ser a receita para a tão almejada integração entre todas as áreas de uma instituição de saúde. Harmonizar os interesses de todos os envolvidos em prol do propósito de cuidar da saúde é um dos maiores desafios dos gestores do setor e a governança demonstra ser um caminho para isso.

Dessa forma, o Saúde Business Forum 2015 vai discutir com o diretor geral do Biocor Instituto, Mario Vrandecic, e o diretor presidente do Grupo São Lucas & Ribeirânia de Ribeirão Preto, Pedro Palloci, “Os Desafios da Governança: como os líderes devem conduzir a governança clínica e corporativa em prol de entidades mais sustentáveis”?

Para aguçar seu interesse, vale a pena ler:

Você já ouviu falar em governança integrativa?

Governança Corporativa: Etapa fundamental nas organizações de Saúde

Governança corporativa: primeiro passo para a sustentabilidade

Acompanhe por aqui tudo o que vai rolar no Saúde Business Forum!

LEIA MAIS SOBRE O SBF2015:

SBF 2015 discute “do apagão à sustentabilidade”

PhD em Física Quântica é keynote do Saúde Business Forum 2015

Inovação e colaboração em rede são temas do Saúde Business Forum 2015

SBF 2015: Design Thinking é tema de workshop

SBF 2015 realiza workshop sobre excelência da marca

Saúde Business Forum debate como será o plano de saúde do futuro

SBF 2015 discute “do apagão à sustentabilidade”

SBF 2015 discute “do apagão à sustentabilidade”
shutterstock

Além de renomados keynote speakers, o Saúde Business Forum 2015 traz também temas bastante atuais para serem discutidos pelos elos do setor entre os dias 3 a 7 de maio, em Punta Cana (DO). A escassez de recursos naturais está entre eles.

Quais as alternativas utilizadas pelas instituições de saúde para lidar com a crise hídrica e elétrica? Vocês já sabem?

Para compartilhar iniciativas e provocar a discussão, teremos Denise Soares dos Santos, CEO da Beneficência Portuguesa de São Paulo, abordando mais especificamente a contenção da crise hídrica, e a presidente executiva do Laboratório Sabin, Lídia Abdalla, ao apresentar alternativas para manter a sustentabilidade da instituição, inclusive ambiental.

Acompanhe por aqui tudo o que vai rolar no Saúde Business Forum!

LEIA MAIS:

PhD em Física Quântica é keynote do Saúde Business Forum 2015

Inovação e colaboração em rede são temas do Saúde Business Forum 2015

SBF 2015: Design Thinking é tema de workshop

SBF 2015 realiza workshop sobre excelência da marca

Saúde Business Forum debate como será o plano de saúde do futuro

Perfil

Denise Soares dos Santos

Desde abril de 2013, Denise Santos é CEO da Beneficência Portuguesa de São Paulo, a maior instituição hospitalar privada da América Latina. Engenheira elétrica formada pela Faculdade de Engenharia Industrial de São Paulo (FEI), possui MBA na Business School em São Paulo, além de MBA Interno (Siemens) por meio de parceria com instituições renomadas, como Fundação Getúlio Vargas, onde também foi docente recentemente e Babson College University.

Membro integrante da Comissão de Governança em Saúde do IBGC desde 2013, Denise participou também da elaboração do livro “Governança Corporativa em Saúde – Conceitos, Estruturas e Modelos” publicado em 2014.

Lídia Abdalla

Lídia Abdalla é bioquímica formada pela Universidade Federal de Ouro Preto e Presidente Executiva do Laboratório Sabin, onde atua há 15 anos. Também é Mestre em Ciências da Saúde pela Universidade de Brasília, possui MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Dom Cabral. É Auditora Interna da qualidade das normas ISO 9001, ISO 14001 e da Acreditação PALC, da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica (SBPC), além de ser membro do Conselho Fiscal da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (ABRAMED).

10 motivos para adotar tecnologia na gestão do consultório médico

10 motivos para adotar tecnologia na gestão do consultório médico
shutterstock

As inovações tecnológicas não se restringem apenas ao setor de TI. Na era da Internet, todas as áreas se beneficiam com soluções que otimizam processos e facilitam a vida das pessoas. No caso da saúde não é diferente. Pesquisa da Phillips apresentada no evento SXSW 2015 mostra que sete em cada dez médicos em todo o mundo já utilizam sistemas online para a gestão de clínicas. Confira dez motivos para abandonar o papel no consultório e implementar novas soluções:

Otimização do espaço – sem arquivos grandes e de pastas suspensas, há um melhor uso dos ambientes do consultório. Além disso, representa economia: um metro quadrado em São Paulo, por exemplo, custa R$ 7 mil – dinheiro demais para ser gasto apenas com papeletas.

Segurança – os prontuários eletrônicos funcionam na nuvem, ou seja, não há o risco de perder um documento importante, como o histórico médico de um paciente ou guias de convênios.

Acesso remoto – o médico consegue visualizar informações sobre o paciente e a própria clínica por meio do celular ou tablet em qualquer lugar que tenha conexão com a Internet. Ideal para ter controle total do consultório sem precisar estar fisicamente nele, e também para casos de urgência e emergência.

Comunicação rápida – a plataforma consegue agilizar a comunicação com o paciente, enviando informações sobre consulta ou exames via e-mail ou SMS.

Agenda eficiente – com a lista de compromissos na nuvem, a secretária pode gerenciar de forma mais prática o horário do médico, permitindo remanejamentos para pacientes atrasados ou que precisem de atendimento urgente. Além de permitir o médico acessar sua agenda de qualquer lugar, inclusive pelo celular.

Compartilhamento – a troca de informações com outros profissionais da clínica é mais rápida e eficaz quando é feita pela Internet. A sincronia facilita a vida de pacientes que precisam de atendimento com vários especialistas, por exemplo.

Performance – a plataforma preenche automaticamente guias de convênios, recibos, entre outros documentos. Assim, a secretária ganha tempo para se dedicar a outras tarefas.

Barato – na ponta do lápis, o consumo de papel que um consultório possui com prontuários, fichas de exames e convênios é mais caro do que a contratação de um prontuário eletrônico.

Busca rápida – com as informações na nuvem, o médico e a secretária conseguem localizar uma informação de forma mais ágil do que procurando em fichas de arquivos de dez ou quinze anos atrás.

Imagem – por fim, ao utilizar recursos tecnológicos que ajudam indiretamente os pacientes, o consultório reforça a marca de organização que se preocupa com o cidadão, melhorando a imagem perante clientes e stakeholders.

* Tiago Delgado é sócio-fundador da Medicina Direta, empresa especializada em serviços digitais para hospitais e consultórios médicos

**As opiniões dos artigos/colunistas aqui publicadas refletem unicamente a posição de seu autor, não caracterizando endosso, recomendação ou favorecimento por parte da Live Healthcare Media ou quaisquer outros envolvidos nesta publicação

Pacientes residentes preocupam hospitais no Brasil

cuidador-idosos

No observatório publicado pela Associação Nacional dos Hospitais Privados (Anahp), o desempenho assistencial foi explicitado em um capítulo com a apresentação da estrutura e produção anual dos hospitais-membros, análises de indicadores operacionais, assistenciais, qualidade e segurança e protocolos institucionais.

O primeiro índice tratado é a taxa de ocupação, que tem apresentado crescimento ao longo dos anos. Em 2014, o número fechou em 79%, dentro da média considerada adequada, que vai de 75 a 85%. Este dado apresenta alta sazonalidade ao longo do ano e acompanha outro dado, de média de permanência, que tem estado em alta linear desde 2009, fechando em 4,6 dias em 2014.

Observatorio_Anahp-2015_site-page0074

Um dos fatores para o aumento da média de permanência é a transição epidemiológica, com a internação de pacientes crônicos e o aumento do número de pacientes residentes, ou seja, que permanecem internados por mais de 90 dias.

No caso destes pacientes, somente 38% dos hospitais possuem serviços específicos para eles e 14% utilizam score prognóstico para a gestão dos casos.

Observatorio_Anahp-2015_site-page0075

Dentre os fatores que preocupam a Anahp, está a ocorrência de casos em que os pacientes se tornam residentes do hospital, ou seja, permanecem por mais de 90 dias internados. Em muitos casos, o atendimento a este perfil de paciente poderia ser muito melhor realizado em serviços de home care ou de hospitais de retaguarda.

Acompanhe outros dados do Observatório Anahp:

Receita líquida de hospitais Anahp cai em 4%

Hospitais priorizam sistemas de segurança e dispositivos móveis

Nas ruas do passado

adelson2Centro da cidade de São Paulo. Eu tinha 14 anos quando comecei a percorrer essas ruas, atrás de um emprego. Eu queria trabalhar em um banco. E, aos 15 anos, fui contratado como office boy pelo BCN.

Hoje, retornei ao lugar onde meus sonhos começaram a se materializar. O motivo inicial era renovar meu passaporte, só que me dei conta, apenas quando cheguei, de que havia esquecido o título de eleitor.

Olhei ao redor. Parei na mesma lanchonete onde, tantos anos atrás, tomei meu primeiro lanche, animado com o novo emprego - naquela época, uma grande conquista.

Teria sido uma viagem perdida. Mas se tornou mesmo uma inesperada e enriquecedora viagem de volta ao passado.

*Adelson de Sousa é Chairman da Live Healthcare Media. Trabalhando desde os 11 anos de idade, amealhou uma grande e diversificada experiência empresarial. Com 17 anos entrou no comércio de equipamentos de informática, tornando-se logo um grande atacadista. Lançou a revista BYTE Brasil em 1991. O sucesso desse empreendimento tornou-o uma figura conhecida no setor editorial. Fundou a IT Mídia em 1997 com seu sócio Miguel Petrilli. Inventou e desenvolveu o vitorioso conceito de Fóruns da empresa. Educação Executiva: INSEAD – França. Atual Presidente da IT Mídia.

Profissionalização e humanização: as palavras chaves para o crescimento do Grupo Nasa

Profissionalização e humanização: as palavras chaves  para o crescimento do Grupo Nasa

O Grupo NASA completou 43 anos em 2015, em meio ao crescimento e diversificação dos serviços, o grupo também está finalizando o processo de implementação da Governança Corporativa. A profunda reestruturação da empresa e seus processos já produziu frutos como maior controle e melhoria dos processos, redução de perdas e maior precisão ao estabelecer metas.

O atendimento também teve foco especial, as equipes são treinadas e recicladas frequentemente com ênfase nos cuidados com o paciente e na humanização.

Contando com mais de 1.000 profissionais em suas 14 unidades de negócios, o Grupo NASA vem ampliando sua atuação no segmento de diagnóstico, o que só foi possível com a inauguração do seu Hospital Dia. O suporte hospitalar completo permite a realização de exames de maior complexidade como biópsias de rins, fígado, pulmão e pleura, guiados por Tomografia, Ressonância Magnética e Ultrassom. Estas biópsias profundas permitem diagnóstico sem a necessidade de cirurgias exploradoras, que são muito mais traumáticas para o paciente.

Além da expansão do segmento diagnóstico, seu carro chefe, o Grupo NASA diversificou seus serviços criando os departamentos de infusão para medicamentos especiais, dentre eles imunoterápicos, quimioterápicos e vacinas. Destaca-se o departamento de Apoio Laboratorial, que oferece suporte para pequenos e médios laboratórios e hospitais para a realização de exames de maior complexidade.

"Estruturas tão amplas e complexas só funcionam com uma gestão eficiente, com controles rígidos de qualidade e resultados" - afirma Dr. Eduardo Manna Filho, presidente e fundador do GRUPO NASA.

As atividades realizadas pelo NASA são inéditas em centros diagnósticos no Brasil, pois até então eram prerrogativas de alguns poucos hospitais, com alto índice de internações e aumento significativos de custos e riscos.

"É uma tendência mundial a desinternalização, em procedimentos que podem ser realizados com segurança em ambientes com menores índices de infecção hospitalar." - garante Dr. Eduardo Manna Filho.

Desta forma o NASA oferece aos pacientes e à classe médica o ciclo completo do diagnóstico, iniciando com os exames laboratoriais, os exames de imagem em suas diversas formas, biópsias profundas, exames de anatomia patológica, quimioterapia e imunoterapia.

Centro integrado de saúde será lançado em Londrina (PR)

Fachada

Palhano Medical Center, o primeiro do interior do país, espelha tendência mundial de concentração de serviços da área médica para oferecer alta comodidade aos pacientes e infraestrutura inovadora para profissionais da saúde

Até o final de 2017, Londrina contará com uma estrutura diferenciada de prestação de serviços na área da saúde. Localizado na Gleba Palhano, no alto da avenida Ayrton Senna da Silva, o Palhano Medical Center será um Centro Integrado de Saúde que reunirá consultórios médicos de diversas especialidades, consultórios odontológicos, clínicas médicas, centro de diagnóstico médico, laboratório clínico, hospital geral, hospital dia e serviços de apoio. O empreendimento é uma iniciativa de um grupo de investidores formados pela GBX Incorporadora, com ampla experiência em projetos imobiliários para áreas de saúde e atuação no Brasil e exterior, e de parceiros locais como a Ultramed, referência em exames por imagem em Londrina e região, e a Richards Desenvolvimento e Participações, também responsável pela estruturação do projeto em conjunto com a GBX Incorporadora. O investimento está estimado em R$ 70 milhões.

Espelhado no conceito internacional de Medical Centers, o empreendimento que será construído em Londrina tem similares nas cidades de São Paulo (Higienópolis Medical Center, Itaim Prime Medical Center com atuação do Hospital Sírio Libanês e Campo Belo Medical Center com serviços do Hospital Alemão Oswaldo Cruz e Fleury Diagnósticos), Salvador (Itaigara Memorial Medical Center e Linus Pauling Medical Center), Florianópolis (Baía Sul Medical Center), Rio de Janeiro (MDX Medical Center) e Manaus (Millennium Medical Center). “O Palhano Medical Center será ainda mais inovador e uma referência para o atendimento médico de Londrina e região”, afirma Fábio Navajas, diretor presidente da GBX Incorporadora.

Em um único local, haverá uma estrutura integrada que permite ao médico realizar consultas, solicitar diagnósticos, realizar cirurgias e otimizar o seu tempo de atendimento para ampliar a dedicação aos pacientes, evitando deslocamentos e agilizando o conhecimento de resultados de exames. “Realizamos vários estudos no mercado americano para desenvolver projetos adequados às necessidades da área médica no Brasil. O empreendimento é construído levando-se em conta as necessidades de cada especialização médica, com capacidade física e instalações apropriadas para atender aos equipamentos médicos atuais e às tecnologias futuras. É um projeto que nasce completo com previsão para crescer sem ter que passar por reformas estruturais”, enfatiza Navajas.

Segundo ele, o grande diferencial do empreendimento é a sinergia entre todos os procedimentos médicos que passam a ser realizados em um mesmo local. “No momento da consulta, o médico solicita os exames pela intranet diretamente ao Centro de Diagnóstico por Imagem e ao Laboratório Médico. Os resultados retornam via sistema. Se o caso for grave, a liberação de sala de cirurgia é imediata. O profissional faz toda esta gestão usando o computador e o elevador, sem perda de tempo e proporcionando agilidade e o máximo conforto ao paciente”, enfatiza.

ESCOLHA DE LONDRINA

A definição de Londrina para a construção do 10º empreendimento com conceito integrado de serviços de saúde pela GBX Incorporadora, levou em conta a referência médica da cidade como polo de saúde e a carência de estrutura local com concentração de alta tecnologia na área médica. A localização na região da Gleba Palhano foi pautada pela vertente de crescimento da cidade. “Os empreendimentos que construímos no Brasil contam com parcerias locais de empresas referenciais na área da saúde. Em Londrina, a parceria foi realizada com a Ultramed que está há mais de 30 anos no mercado apostando sempre em investimentos e atualizações tecnológicas”, aponta Navajas.

Para Mauro Takeda, diretor da Ultramed, o Palhano Medical Center representa o resgate da medicina em Londrina como uma grande referência para região. “A iniciativa privada vem realizando um grande esforço para investir na melhoria da estrutura médico hospitalar da cidade nos últimos anos. O Palhano Medical Center traz um novo conceito, audacioso e fascinante, já implantado com sucesso em outros centros no país. Será a um empreendimento totalmente dedicado à saúde, em uma localização privilegiada que proporciona agilidade, integração multidisciplinar, conforto e segurança para pacientes e profissionais da área”, aponta.

INFRAESTRUTURA

Em um terreno de 4,3 mil metros quadrados, o empreendimento terá área construída de 33 mil metros quadrados, abrangendo 23 pavimentos, sendo quatro subsolos para estacionamento com mais de 400 vagas de garagem. No térreo estarão o Pronto Atendimento e o Centro de Diagnóstico Médico, com três recepções independentes para acesso ao Hospital, Consultórios e Centro de Diagnóstico. Quatorze andares serão destinados a consultórios, totalizando 186 salas modulares com cerca de 35 metros quadrados, servidos por outros seis elevadores, sendo um exclusivo para uso dos médicos.

O sistema hospitalar para atendimento particular e convênios, está disposto em quatro andares e servido por quatro elevadores exclusivos, com mais de 100 leitos, unidades de terapia intensiva e salas cirúrgicas para o Hospital Geral e Hospital Dia. “Com o avanço das técnicas e tecnologias cirúrgicas, medicações e técnicas anestésicas, foi possível tornar uma unidade cirúrgica ambulatorial em um local para a realização de procedimentos de menor complexidade, com segurança, qualidade e competitividade”, afirma Newton Quadros, diretor da Evolutio Saúde, empresa responsável pelo planejamento, implantação e gestão das unidades hospitalares do Palhano Medical Center.

Segundo ele, só nos Estados Unidos são mais de 5 mil unidades de saúde voltadas à realização de cirurgias ambulatoriais. “No Brasil ainda temos hospitais superlotados, com pacientes na fila aguardando pela realização de cirurgias, muitas que poderiam ser tratadas em estruturas mais simples e com menor custo. A estrutura do Hospital Dia oferece aos médicos a possibilidade de um trabalho mais eficiente com realização da recuperação pós-operatória em âmbito domiciliar, diminuindo risco de infecção hospitalar e custo do tratamento para o paciente”, pontua Quadros.

De acordo com Quadros, este modelo de unidade hospitalar encontra forte tendência para o seu crescimento no Brasil. “Mais de 700 tipos de cirurgias poderiam ser direcionados pelas operadoras de planos de saúde para unidades de cirurgias ambulatoriais, o que representaria redução de cerca de 30% nos custos. Precisamos de ações inovadoras e sustentáveis diante dos grandes desafios para a sobrevivência do sistema privado e público de saúde no país”, sublinha.

SISTEMA CONSTRUTIVO

O empreendimento não terá pavimentos tipo. “As lajes são planas, sem vigas e com 22 centímetros de espessura, o que garante sustentabilidade e permite total mobilidade para o planejamento das instalações internas dos consultórios”, aponta Navajas. As paredes são em drywall e inseridas de acordo com as exigências das especialidades médicas, do piso ao teto, com total isolação acústica. Para cada consultório está previsto um estudo de layout que será realizado pelos arquitetos londrinenses Élcio Mello e Nádia Diniz com o objetivo de otimizar os espaços de acordo com as especialidades.

O sistema de shaft irá concentrar todas as tubulações, facilitando o acesso atual e modificações futuras. “Todos os andares contam com o fornecimento de gases medicinais”, destaca Navajas. Os tetos nos andares terão forro de alumínio removível também para facilitar ampliações futuras e os corredores estão projetados com dois metros de largura para passagem e manobra de macas. Todas as portas têm 90 cm de largura, permitindo a circulação de macas e cadeirantes. “A altura de piso a piso entre pavimentos é de 3,42 metros, facilitando a distribuição das instalações, especialmente quando houver união entre dois ou mais consultórios”, afirma Ivan Smarcevscki, arquiteto responsável pela obra.

Outro diferencial está nos banheiros. Eles serão construídos no piso de recepção e em todos os andares, proporcionando comodidade aos pacientes. E dentro de cada consultório, os banheiros são instalados de acordo com a melhor localização apontada pelo profissional de saúde. “Entregamos os consultórios prontos com tudo o que o profissional precisa e personalizados de acordo com a mobilidade exigida pela especialidade médica. Não é o profissional que se adapta ao empreendimento, mas o contrário”, salienta Navajas. Segundo ele, alguns grupos de referência na área médica no Brasil já manifestaram interesse em vir para Londrina para atuar dentro da estrutura que o Palhano Medical Center vai oferecer.

O projeto arquitetônico do empreendimento leva também a vertente da sustentabilidade ambiental com a utilização de vidros reflexivos para o aumento do conforto térmico e a diminuição do consumo de energia elétrica por ar condicionado. O empreendimento terá sistema de captação de água da chuva, iluminação de leds nas áreas comuns, elevadores inteligentes, coleta seletiva de resíduos e bike parking. O revestimento externo em pele de vidro e pastilhas, e interno em laminado melamínico, exclui a utilização de tintas acrílicas para pintura das paredes, o que facilita a higienização.

A obra será realizada pela Construtora Mazzia, com sede em Londrina, em consórcio com a Consplan, que tem sede na Bahia e foi responsável pelo projeto piloto deste novo conceito de atendimento médico no Brasil, reunindo amplo conhecimento na edificação de empreendimentos médico-hospitalares. A construção está prevista para iniciar em junho deste ano, com previsão de entrega em 30 meses. “O empreendimento de Londrina será ainda mais avançado que os demais já inaugurados, agregando mais tecnologia e sofisticação. Reservamos uma área dentro do empreendimento que, futuramente, poderá dobrar a capacidade de atendimento da área hospitalar”, adiantou Navajas.