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Articles from 2016 In May


Saúde Business Fórum 2016 – A vitória do “The Data CEO”

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Um evento simplesmente incrível: esta é a melhor descrição para o Saúde Business Fórum 2016, que aconteceu de 26 a 29 de Maio, na Reserva do Paiva, em Recife. Como mais de 100 convidados e 300 participantes no total, o evento chegou a sua 14a edição, fazendo o que melhor sabe fazer: promover conteúdo, relacionamento e negócios, com muita qualidade e naturalidade, criando uma experiência de imersão para todos os envolvidos.

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Foto: Equipe Live Healthcare Media, ZumBrasil, Cocar e Yuca Estúdio Criativo

O evento contou com grandes palestras, como Silvio Meira, fundador do Porto Digital, Romeo Busarello, CMO da Tecnisa, Ricardo Cappra, Cientista Chefe da Cappra Analytics, Márcio Zanetti, da The Economist e muitos outros. Durante o evento, pude liderar o painel: “Inovação em Saúde através das startups”, que foi simplesmente incrível! As startups Vitta, Auditor Hospitalar, Genômica e CanGame puderam apresentar suas soluções, o que nos fez brilhar os olhos perante estas novas possibilidades. Certamente, a transformação da saúde passará por estas soluções.

Durante o evento, também aprendi muito sobre trabalho em equipe, ao ver o grande esforço não somente do time da Live Healthcare Media, mas também de todas as outras empresas envolvidas no evento, como Zum Brasil, Sirin&Haguiara, Cocar, Yuca, entre outras.

Ainda mais importante foi a oportunidade de conhecer melhor tantos e tantos executivos, suas famílias e compartilhar as reflexões que o evento estava nos trazendo. Saio com a lembrança de grandes almoços e excelentes jantares compartilhados entre grandes amigos.

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Foto: Adelson Souza (Grupo IT Mídia), Vitor Asseituno (Live Healthcare Media), Fernando Cembranelli (Berrini Ventures)

Certamente, viveremos em um mundo em que dados serão cada vez mais fundamentais para o processo de tomada de decisão, e é interessante notar que um número expressivo de patrocinadores do Saúde Business Fórum deste ano foram empresas de tecnologia, algumas startups. Mesmo num cenário recessivo, a demanda por soluções de tecnologia, que ajudem as organizações de saúde a fazer a transição entre o analógico e o digital é crescente.

Tivemos também a oportunide de convidar as pessoas para o Hospital Innovation Show, dias 27 e 28 de Setembro, o maior festival de inovação em saúde da América Latina. Veja o vídeo do Hospital Innovation Show 2015.

Por úlitmo, gostaria de parabenizar meus sócios, Vitor Asseituno e Raphael Gordilho, pela liderança na realização deste incrível evento, que certamente estava muito alinhado com aquilo em que acreditamos, que é criar experiências únicas para nossos clientes, transcendendo o conteúdo de qualidade.

Fica, abaixo, o vídeo do encontro:

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=NhsuGMs3Uy8[/youtube]

Extera lança o primeiro aplicativo do setor de DMI no Congresso Brasileiro de Cirurgia da Mão

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O primeiro Aplicativo do Brasil para consulta e aquisição de Dispositivos Médicos Implantáveis - DMI, voltado para médicos cirurgiões e hospitais, acaba de ser lançado pela Extera durante o 36° Congresso Brasileiro de Cirurgia da Mão, que aconteceu em São Paulo no Hotel Maksoud Plaza.

A Extera, pioneira em Compliance no setor, disponibiliza o Aplicativo Extera sem custos para os médicos cadastrados. A ferramenta promoverá um enorme avanço na capacidade de planejamento cirúrgico.

"Atualmente, o cirurgião só descobre qual placa poderá ser usada na fratura durante a cirurgia", conta o diretor de Marketing da Extera, Marcio César Santa Vicca. Com o Aplicativo Extera, o médico pode importar uma foto retirada do negatoscópio por um smartphone e abrir a imagem. Por meio de uma régua de referência disponível no App, o especialista seleciona um leque de opções da linha de produtos Extera com espessuras e modelos para o local que deverá receber o implante.

O Aplicativo Extera também permite compartilhar um formulário para a empresa com o aviso pré-operatório, nome do paciente e hospital, por exemplo. "Com isso, o cirurgião terá a certeza de que no momento da intervenção terá a placa solicitada e todos os parafusos e ferramentas necessárias para o sucesso da cirurgia", afirma o executivo. A ferramenta coloca cirurgiões e pacientes em contato diretamente com o fornecedor, sem intermediários.

O paciente também pode ter acesso às informações do que será realizado, já que o cirurgião tem a chance de mostrar através da imagem da fratura e da placa que será colocada o que será realizado durante a cirurgia. "Mais uma vez a Extera prioriza a transparência em seus negócios. O Aplicativo Extera vem de encontro com nossa política de Compliance onde o paciente estará ciente do que será realizado de forma bastante clara e visualmente muito compreensível", conclui Marcio César Santa Vicca.

O Aplicativo Extera não tem nenhum custo e está disponível, apenas para médicos cadastrados, em IOS (www.extera.com.br/instalar) ou Android (www.extera.com.br/app).

SOBRE A EXTERA

Logo ExteraA Extera é uma empresa de importação e distribuição de produtos e tecnologia para saúde, com foco em produtos implantáveis voltados a todas as especialidades da ortopedia: Mão, Pé, Ombro, Cotovelo, Joelho, Quadril, Medicina Esportiva, Artroscopia e Neurocirurgia.

Há 11 anos no mercado brasileiro, a companhia possui certificação de Boas Práticas e atua em conformidade com a exigente regulamentação padronizada e controlada pela ANVISA para a importação, distribuição e armazenamento de produtos médicos, estando preparada para atender seus clientes com o padrão requerido pelas melhores práticas globais exigidas neste setor.

Prestadores discutem a melhor maneira de promover o engajamento do paciente

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Grande parte dos profissionais da saúde acreditam que quanto maior o engajamento do paciente em seu cuidado com a saúde, melhor é o seu resultado em qualquer tratamento. Com isso em mente e o objetivo de empoderar o paciente para que ele perceba a sua importância como agente ativo na cadeia de saúde, discutimos algumas estratégias para alcançar esse envolvimento.

Uma pesquisa publicada pelo blog NEJEM Catalyst com 340 hospitais, executivos da saúde, líderes de clínicas e médicos relatou que um quarto dos seus pacientes demonstram estar altamente engajados nas decisões de cuidados e apenas 9% estavam no nível máximo da pesquisa de envolvimento os procedimentos.

"Estes resultados destacam os desafios adiante de nós, enquanto ter pacientes envolvidos com a saúde e com o sistema de saúde é importante, as baixas taxas de engajamento parecem norma no setor," escreveu os autores do estudo Kevin Volpp MD, Ph.D, da Universidade da Pensilvania e Namita S. Mohta, MD, do Brigham de Boston e Hospital da Mulher também de Boston.

Os dados da pesquisa mostram como a internet, em que os portais e inovações da nuvem podem auxiliar a revolucionar como o paciente cuida da própria saúde. A tecnologia de encontrar respostas para dúvidas de saúde, por exemplo, o internauta já tem, mas os prestadores podem trabalhar para oferecer uma comunicação bem mais ampla a partir desses recursos.

60% dos entrevistados acreditam que a melhor solução para esse problema é ter médicos, enfermeiros ou outras partes do staff que possam passar mais tempo com os pacientes. Além disso sugeriram métodos de comunicação alternativos como e-mail para potenciais abordagens que aproximem o médico do paciente de forma simples e sem custos extras.

Já 54% dos respondentes também acreditam que outra solução seria uma ferramenta de tomada de decisão compartilhada, pois garante a transparência em relação aos tratamentos.

Veja essa pesquisa completa no NEJEM Catalyst.

7 maneiras simples e baratas de usar a tecnologia para melhorar a saúde

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O sub-financiamento crônico da saúde no Brasil não é novidade para ninguém. O país gasta no setor cerca de 9% do PIB, o que dá um montante por cidadão de cerca de $1.00 dólares/ano, bem abaixo do praticado pelos países desenvolvidos. É preciso gastar mais, melhorar a gestão, e claro, acabar com os desvios oriundos da corrupção. Mas além disso, existem ações baratas e eficientes que podem ser implementadas utilizando a tecnologia para melhorar a saúde das pessoas, vamos falar um pouco sobre elas.

  1. Aplicativos com foco em saúde comportamental. Todo mundo sabe que hábitos de vida tem uma influência importante na saúde. As causas mais comuns de morte, cardiovasculares e vários tipos de câncer, estão relacionadas a hábitos como por exemplo má alimentação, bebidas alcóolicas, cigarro e falta de atividade física. Aplicativos que podem ser usados no celular são uma forma comprovada de ajudar as pessoas a adotar e manter um estilo de vida mais saudável. Um exemplo desse tipo de aplicativo é o Omada Health, um programa de 16 semanas que ajuda as pessoas a mudarem seus hábitos diminuindo o risco de diabetes e hipertensão.
  2. Gamification com foco em saúde para educar crianças. É um fato hoje que as crianças tem passado uma parte importante do tempo em frente as telas do celular, tablet e computador. Uma forma de usar essa tendência em benefício da saúde tanto física quanto mental das crianças é criando jogos educativos. Brincando elas podem aprender a cuidar melhor de si mesmas e ainda se tornarem multiplicadoras, ajudando amigos e familiares a fazerem o mesmo. O aplicativo Digital Compass, por exemplo, é um jogo desenvolvido para crianças e que ajuda a enfrentar problemas de relacionamento na escola cujo modelo pode ser replicado para diversas áreas da saúde.
  3. Telemedicina para levar especialistas a regiões remotas. Se já é dificil levar médicos e profissionais de saúde generalistas para atender em regiões mais remotas do Brasil, essa dificuldade é muito maior quando estamos falando de especialistas. Porque não então usar a internet para conectar pediatras e clínicos generalistas com especialistas dos grandes centros? Esses especialistas poderiam inclusive trabalhar de casa (o que seria excelente para médicas com filhos pequenos, por exemplo) auxiliando colegas em regiões mais distantes. Um modelo de sucesso de uso da telemedicina para salvar vidas está sendo desenvolvido em cardiologia pediátrica na Paraíba e pode ser replicado em várias áreas da medicina
  4. Monitoramento em tempo real de ocorrências para localização de ambulâncias. Nos principais centros urbanos hoje quase todo mundo usa aplicativos como o Waze para diminuir o tempo de trânsito. Um sistema semelhante poderia ser desenvolvido para localizar estrategicamente as ambulâncias da cidade ganhando tempo que pode significar vidas. Com a tecnologia podemos facilmente identificar as regiões da cidade onde tem acontecido um número alto de ocorrências médicas e localizar as ambulâncias perto delas.
  5. Educar para saúde usando a internet. Atualmente os jovens de 13-24 anos gastam mais tempo assistindo o Youtube do que as TVs tradicionais. Produzir conteúdo para o Youtube é muito mais barato do que para a TV tradicional. Porque não fazer parcerias com Youtubers conhecidos pela juventude para orientar a respeito de hábitos de vida saudáveis, sexo seguro, prevenção de uso de drogas e abuso de bebidas alcóolicas?
  6. Financiar pequenos empreendedores interessados em inovar na área da saúde. Problemas de saúde normalmente são melhor solucionados localmente, com ferramentas nacionais. O governo poderia promover a inovação oferecendo linhas de crédito mais baratas através de aceleradoras ou incubadoras com o objetivo de fomentar o empreendedorismo inovador na área da saúde.  Outra maneira de fazer isso, seria concedendo algum tipo de benefício fiscal para empresas que fizessem investimentos nesses empreendedores iniciantes.
  7. Divulgação em tempo real do tempo de espera nos locais de Pronto Atendimento públicos. A não ser que seja um caso gravíssimo com perigo de morte iminente, a regra são horas e horas de espera para conseguir ser atendido no pronto socorro, mesmo na rede privada. Com isso, as pessoas na fila acabam sendo expostas a outros doentes, inclusive portadores de doenças contagiosas. Além do desconforto da sala de espera. Não seria simples criar um site em que as pessoas pudessem consultar o tempo de espera no PS em tempo real e até abrir ficha e esperar em casa até o horário próximo ao atendimento? Melhor ainda, se pessoas fossem orientadas a distância por uma equipe qualificada que pudesse inclusive agendar uma consulta na rede básica para os casos que não são necessários atendimento na urgência.

Essas são ideias simples, de fácil implementação e que podem melhorar os resultados da saúde. Claro que eles não esgotam o tema, existem várias outras formas simples de usar a tecnologia em benefício da medicina. É hora de pensarmos em soluções criativas, já que as caras estão cada vez menos disponíveis. Convido vocês então a pensarem em outras ideias como essas para melhorar a saúde dos brasileiros.

Transplante de Medula Óssea no Brasil

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O transplante de medula óssea é um procedimento que vem crescendo graças ao aumento de tecnologia e técnicas procedimentais na área. Com a facilidade de acesso ao diagnóstico, a incidência da doença tem aumentado nos últimos anos. Em 2015, foram realizados 19 mil transplantes de medula óssea nos Estados Unidos e, no Brasil, este número chegou a 2137.

O Complexo Hospitalar de Niterói realizou a primeira Jornada de Transplante de Medula Óssea no local para a discussão de novas tecnologias e técnicas, além dos desafios inerentes à prática, como os números do Banco de Medula Óssea. Foram convidados médicos e gestores especialistas na área para a mesa.

Dentre os convidados, o Dr. Luis Fernando Bouzas, Diretor-Geral do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), falou sobre a “Escolha do doador: Do irmão ao alternativo sistema de busca REREME/REDOME”.

Segundo ele, a procura do doador segue a ordem de busca por doação familiar, seguida por busca em registros nacionais e internacionais e, por último, em doação de bancos de sangue de cordão umbilical.

No Brasil, o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea, REDOME, instalado no Instituto, cruza  informatizado cruza as informações genéticas dos doadores voluntários cadastrados com as dos pacientes que precisam do transplante. Quando é verificada compatibilidade, a pessoa é convocada para efetivar a doação.

O número de doadores voluntários tem aumentado nos últimos anos. Em 2000, existiam apenas 12 mil cadastrados. Segundo o INCA, naquele ano, dos transplantes de medula realizados, apenas 10% dos doadores eram brasileiros localizados no REDOME. Atualmente, há mais 3,9 milhões de doadores inscritos e a chance de se identificar um doador compatível, no Brasil, na fase preliminar da busca é de até 88%, e ao final do processo, 64% dos pacientes têm um doador compatível confirmado.

“O Brasil tornou-se o terceiro maior banco de dados do gênero no mundo, ficando atrás apenas dos registros dos Estados Unidos (quase 7,9 milhões de doadores) e da Alemanha (cerca de 6,2 milhões de doadores).”, relata o Instituto.

Todo o sistema de registro e doação necessita de atenção e desenvolvimento. “O transplante não existe se não houver uma fonte de coleta adequada”, finaliza Luis.

Enxergando o câncer: o papel do diagnóstico por imagem na evolução da oncologia

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Historicamente, a oncologia, especialidade médica dedicada ao estudo e tratamento do câncer, teve como sua primeira disciplina a cirurgia. Datando de milhares de anos atrás, antes mesmo da descoberta da anestesia e da assepsia 150 anos atrás, as cirurgias oncológicas possuíam baixos índices de cura acompanhados por altas taxas de morbidade e mortalidade. Com o passar dos anos e com o desenvolvimento científico e tecnológico, a especialidade passou a se desenvolver, valendo-se, entre outras coisas, da evolução das técnicas de imagem.

Segundo o médico nuclear e diretor do serviço especializado MND Campinas, Celso Dario Ramos, as informações propiciadas a partir do desenvolvimento da radiologia, por exemplo, foram decisivas para o maior entendimento da configuração dos tumores e de sua operabilidade. A sofisticação e sensibilidade crescente das imagens passaram a guiar cirurgiões e oncologistas, ajudando a aperfeiçoar as margens cirúrgicas, mostrando a extensão dos tumores e até aonde ele deve ser removido.

“Mais do que isso, as técnicas de imagem cada vez melhores diminuíram drasticamente a realização de cirurgias desnecessárias. Se tomarmos como exemplo o tratamento para câncer de esôfago e compararmos as imagens tradicionais com aquelas obtidas pelo PET/CT vemos que a técnica mais recente chega a mudar a estratégia de intervenção em 40% dos casos, causando a queda do número de cirurgias desnecessárias para a remoção do tumor. Isso porque com ele é possível detectar focos de metástases em linfonodos, o que muda o tratamento a ser seguido”, explica.

O PET, sigla em inglês para a Tomografia por Emissão de Pósitrons, é um dos principais avanços da medicina nuclear, especialidade que usa quantidades mínimas de substâncias radioativas (radiofármacos) como ferramenta para obter imagens e oferecer tratamentos precisos para diversas doenças. Incorporado à prática médica há mais de duas décadas, o PET foi melhorado com a incorporação das técnicas de tomografia computadorizada. Dessa forma, o PET/CT une os avanços das duas tecnologias para permitir ao médico obter maior resolução anatômica dos órgãos e tecidos humanos em pleno funcionamento.

O diretor da MND ainda conta que o PET/CT está entre o que há de mais avançado para o diagnóstico preciso, sendo utilizado também em especialidades como neurologia, cardiologia e endocrinologia, entre outras. Por fundir a imagem anatômica com a funcional, o exame define o local exato onde o tumor está.

“Na oncologia, o PET propicia ainda um estadiamento mais preciso do câncer, possibilitando a escolha do melhor tratamento, seja quimioterapia, radioterapia, cirurgia ou paliativo, diminuindo a morbidade da doença. Em outras palavras, à luz do conhecimento atual, não é mais possível praticar oncologia com elevada qualidade sem dispor dessa tecnologia”, ressalta o especialista.

Acesso da população

Atualmente, na saúde suplementar (planos de saúde), há a indicação para o exame PET, prevista em portaria, para oito casos: detecção de nódulo pulmonar solitário, câncer de mama metastático, câncer de cabeça e pescoço, melanoma, câncer de esôfago, tumor pulmonar para células não pequenas, linfoma e câncer colorretal.

“Muitas indicações importantes estão de fora. A lista não foi estendida para câncer de tireoide, colo do útero, testículo e ovário, entre outros, uma prática que já é comum em diversos países em todo o mundo. O Uruguai, nosso vizinho de América Latina, é um exemplo que contempla os também outros tipos de câncer na saúde suplementar”, comenta.

Na saúde pública, porém, a realidade é outra. Apenas três indicações são ressarcidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS): câncer de pulmão de células não pequenas, câncer colorretal com metástase exclusivamente hepática com potencial ressecável e linfomas de Hodgkin e não Hodgkin.

“Seria necessário que essa lista de indicações fosse ampliada. Até o presente momento, não houve a decisão final do Ministério da Saúde (MS) de oferecer PET/CT aos pacientes mais carentes, como ocorre em diversos países, inclusive da América Latina”, finaliza o diretor da MND Campinas.

CEO da Maganamed é reconhecido como um dos 100 mais influentes da Saúde

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O CEO da Magnamed, Wataru Ueda, foi escolhido como um dos 100 profissionais mais influentes da saúde na categoria Negócios, de acordo com o Grupo Mídia. A premiação foi entregue no dia 20/05, último dia da 23ª edição da Hospitalar - Feira Internacional de Produtos, Equipamentos, Serviços e Tecnologia para Hospitais, Laboratórios, Farmácias, Clínicas e Consultórios.

A escolha dos premiados se deu em três fases distintas. Na primeira fase houve uma votação aberta no site oficial do prêmio (http://100maisinfluentesdasaude.com.br/) para a comunidade médica indicar pessoas, empresas e personalidades que se destacaram no meio.

A segunda fase se deu por meio de pesquisa das ações que as empresas desenvolveram para fomentar o mercado da saúde. Na última fase o conselho editorial do Grupo Mídia escolheu os 100 nomes mais relevantes para receber o prêmio.

Wataru Ueda_3Wataru Ueda é formado em Engenharia Eletrônica no Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), trabalhou durante 15 anos na Itautec e possui 20 anos de experiência em Medical Devices. Em 2005 fundou a Magnamed junto com outros dois sócios nipo-brasileiros, Tatsuo Suzuki e Toru Miyagi Kinjo, com objetivo de criar inovações no segmento de critical care.

A empresa possui inovação em seu DNA, destacando-se no desenvolvimento de equipamentos médicos hospitalares de alta tecnologia, eficiência e qualidade que ajudam a preservar vidas. Em pouco mais de 10 anos a empresa se tornou líder no mercado de ventilação pulmonar no Brasil e é reconhecida em mais de 40 países.

“Esse prêmio é o reconhecimento do trabalho consistente que temos realizado com a missão de levar inovações inteligentes para a vida por meio dos colaboradores, fornecedores e principalmente da parceria dos nossos clientes” diz Wataru Ueda, CEO da Magnamed.

Educação Médica Continuada: Como os recursos de apoio à decisão podem agregar conhecimento científico à prática clínica

2013 Esri International User Conference - San Diego, CA
http://www.esri.com/userconference Kris Krüg: http://www.staticphotography.com

É fato que o cenário da saúde mudou significativamente nos últimos anos. Reflexo não só da necessidade de acompanhar todos os avanços científicos e tecnológicos, que têm ocorrido em ritmo acelerado, como também de preparar os prestadores de cuidados médicos para atender às novas exigências, no que diz respeito à qualidade, segurança e eficiência do atendimento aos pacientes. Outro ponto importante é que cerca de 50% do conhecimento médico, especialmente aquele relacionado diretamente a tratamentos, torna-se obsoleto apenas quatro anos após a graduação do profissional de saúde.

Além disso, em uma revisão sistemática, 45 de 60 estudos que analisaram resultados clínicos encontraram uma queda no desempenho mesmo entre médicos com mais anos de experiência. Esses dados em nível mundial mostram que, ao contrário do que muitos imaginam, a prática não elimina a necessidade de renovar o aprendizado.

Atualizar-se é, portanto, imperativo. Os programas de educação médica continuada, em suas diversas frentes, surgem exatamente para responder a esses desafios e, principalmente, para agregar conhecimento científico à prática clínica e, quanto mais fácil o acesso, maior o impacto. Isso porque a exaustiva rotina do dia a dia e a indisponibilidade de tempo, associadas aos custos elevados e até mesmo à dificuldade de mobilidade acabam inibindo e até inviabilizando a participação dos profissionais da saúde em eventos científicos, congressos e outros tipos de situações em que estar presente fisicamente é primordial.

Investir em novas abordagens de capacitação para aproximar o médico do conhecimento é compulsório. Além da educação à distância, neste cenário, o uso constante dos recursos de apoio à decisão clínica são uma excelente alternativa não só para o profissional da saúde optar por um determinado tratamento, como para ampliar o seu conhecimento. Esse tipo de ferramenta, graças a uma série de vantagens práticas como, por exemplo, a possibilidade de ser acessada por dispositivos móveis e de integrar-se com prontuários eletrônicos, permite o aprendizado à beira do leito, em tempo real. Sem falar que combina tecnologia e plataformas de publicação avançada a um rigoroso e sofisticado processo editorial, gerido por autores médicos e editores especialistas.

Outro ponto interessante é o fato de existir um elevado grau de comprometimento com a qualidade da informação, ampliando o leque de possibilidades de diagnósticos e assegurando a aplicação de critérios validados. Um estudo realizado pelo Mayo Clinic com um desses recursos evidenciou que 20 minutos por dia de pesquisa aos conteúdos disponíveis equivalem a um ano inteiro de residência, impactando nos resultados durante exames de avaliação.

Em todo o mundo, associações e sociedades médicas das mais diversas especialidades reconhecem as consultas realizadas em recursos de apoio à decisão clínica como créditos de EMC para o desenvolvimento profissional contínuo e para as revalidações necessárias. É o caso do Royal College of General Practitioners (RCGP), associação que reúne os médicos com especialidade em clínica geral do Reino Unido e permite aos associados utilizarem este tipo de ferramenta a fim de revalidar suas licenças. Mais próximo à realidade do Brasil temos o exemplo do Colégio de Medicina Interna de México A.C. (CMIM), uma das universidades de medicina de maior destaque na América Latina. A instituição conseguiu que a FEMECOG, federação que conglomera as instituições de ensino de obstetrícia e ginecologia, acreditasse um recurso de apoio à decisão clínica como ferramenta utilizada para ajudar os profissionais médicos a atingirem os seus objetivos de formação continuada.

No Brasil, ainda não existe um padrão estabelecido capaz de redimir esses créditos de EMC e muitas instituições desconhecem essa rica utilização. O que acontece é que alguns hospitais, mesmo que em pequena proporção, empregam esse tipo de recurso em programas próprios, utilizando os relatórios de acessos gerados por essas ferramentas para nortear ações e até para verificar quais conhecimentos são mais buscados. Além disso, um indicador inicial positivo de progresso é que algumas sociedades já estão começando a explorar o reconhecimento de tópicos lidos em sistemas de apoio à decisão clínica como uma atividade de EMC válida.

Embora ainda exista um longo caminho a percorrer, existe uma forte expectativa e mesmo a necessidade de criarem-se padrões locais que permitam redimir esses créditos. Para isso, é preciso que as acreditações deixem de ser voluntárias e tornem-se obrigatórias e, principalmente, que as sociedades reconheçam o valor dos recursos de apoio à decisão clínica ao proporcionar acesso fácil à informação e conhecimento científico de qualidade. Quanto mais rápido for esse processo, maiores serão as chances de ampliar os horizontes e romper barreiras do conhecimento.

* Wendy Walsh, é gerente de Educação Médica Continuada da Wolters Kluwer Health, empresa que desenvolveu o UpToDate®, recurso de suporte a decisões clínicas baseado em evidênciasWendy Walsh

Importância do ultrassom no processo do parto natural

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O parto natural tem vários benefícios para a mãe e para o bebê, como, por exemplo, menor chance de infecção, trombose e hemorragia, além de proporcionar uma recuperação mais rápida para a gestante. Também é menos invasivo, pois nem sempre há a necessidade de intervenção cirúrgica. Mas, como qualquer outro procedimento médico, é necessário um acompanhamento constante para o sucesso do processo.

A Samsung, líder mundial em tecnologia, coloca sua expertise em inovação também em equipamentos médicos para que seus produtos ofereçam o melhor desempenho. “Além de avançarmos em termos de inovação e a tecnologia, a Samsung acredita que pode ajudar profissionais especializados da área da saúde a salvarem vidas por meio de diagnósticos mais precisos e antecipados”, comenta Denílson Kuratomi, diretor da divisão de HME da Samsung Brasil.

A companhia disponibiliza para o mercado o ultrassom WS80A Elite* com tecnologia 5DCNS e monitor de LED 21,5’’. O aparelho oferece mais nitidez e qualidade nas imagens para auxiliar obstetras em todas as etapas do desenvolvimento do bebê e no cuidado com a mãe. Com o equipamento é possível acompanhar desde a primeira contração, a dilatação da mãe, o nível de líquido amniótico, o estado da placenta, entre outras análises importantes até o nascimento do bebê.

Além disso, o ultrassom tem a ferramenta 5D Heart, que realiza o exame do coração do bebê de forma rápida e prática com a automatização do processo. O equipamento também tem um aquecedor de gel integrado, que permite que o exame seja feito com mais conforto para as gestantes.

* A Samsung oferece dois anos de garantia em seus equipamentos médicos.

Sobre a Samsung Electronics Co., Ltd.

A Samsung Electronics Co. Ltd. inspira o mundo e molda o futuro com ideias e tecnologias transformadoras. A empresa está redefinindo o mundo de televisores, smartphones, dispositivos vestíveis, tablets, câmeras, linha branca, impressoras, equipamentos médicos, sistemas de rede e soluções de semicondutores e LED. Para conhecer as últimas novidades, visite a Samsung Newsroom em news.samsung.com.

Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas recebe evento de rastreabilidade de medicamentos

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Será realizado no próximo dia 02 de junho, no Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas, seminário para explorar as mudanças nos cenários de rastreabilidade dos participantes da cadeia farmacêutica à Luz da Quarta Revolução Industrial. Organizado pela Gestão em Automação e Tecnologia da Informação do Departamento de Engenharia e Automação Elétrica, da Escola Politécnica, da USP (GAESI), o evento pretende promover a integração e a troca de experiências entre diferentes setores, como agências governamentais, academia, indústrias de saúde, distribuidores, farmácias, hospitais e clínicas, de forma a acelerar a implantação do Sistema Nacional de Controle de Medicamentos – SNCM.

Um dos líderes desse projeto, o Prof. Dr. Eduardo Mario Dias, Professor Titular da POLI, destaca que a proposta do seminário é incentivar a discussão sobre os diversos itens necessários para a implementação do SNCM, além de apresentar as soluções já aplicadas em outros países pelas empresas dos setores de engenharia e automação e sistema de informação. Para Márcia Bueno, Diretora de Relações Institucionais da Libbs Farmacêutica e uma das convidadas para participar do debate, o evento é uma oportunidade para debater os desafios do mercado para implementar a rastreabilidade. Isso resultará em transformações positivas em termos de eficiência de gestão e, sobretudo, de segurança para o paciente.

A iniciativa vai contar com a participação de figuras importantes do setor, como o Dr. Jarbas Barbosa, Diretor-Presidente da ANVISA, Dr. Ivo Bucarescky, Diretor da DNSV da ANVISA, Prof. Dr. Giovanni Guido Cerri, Presidente do Conselho Diretor do Instituto de Radiologia do HCFMUSP, Dr. Vidal Melo, Coordenador Técnico Do GAESI/USP, e Dr. Alcebíades de Mendonça Athayde Júnior, Presidente da Libbs Farmacêutica, além de outros líderes e empresas envolvidas com este assunto.

Serviço:

Seminário de Tecnologia para Rastreabilidade de Medicamentos – SETRM2016

Data: 02 de junho de 2016 / 8h30 às 17h30 - Evento Gratuito – vagas limitadas.

Local: Auditório Instituto de Radiologia (INRAD)

Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, s/n – Rua 1

Cerqueira César – São Paulo/SP – CEP 05403-900

Informações e inscrições:

Tel. Luiza Namiki: (11) 3091-5113 – e-mail: inscrições@setrm.org ou site www.setrm.org