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Articles from 2018 In May


Confira o que aconteceu no primeiro dia do SBF’18

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Após a chegada dos convidados para o evento, Vitor Asseituno, CEO & Co-Fundador da Live, conduziu a abertura do evento e explicou a estrutura de funcionamento do Fórum. O executivo ressaltou em sua apresentação a dimensão do SBF’18, considerando uma das mais importantes edições do evento em toda a sua história.

“Eu fico muito feliz que a falta de combustível não nos impediu de juntos falarmos de futuro. E com certeza não vai nos impedir de chegar lá. Passado e Futuro são duas abstrações, a única coisa que existe é o presente, mas se não discutimos o futuro, estamos fadados a usar ferramentas e discutir assuntos do passado.” disse Vitor, e completou, “Somos seres relacionais, feitos para amar e servir as pessoas e o mundo ao nosso redor. Ser simplesmente competente é uma das melhores maneiras que podemos servir e amar as pessoas ao nosso redor. Quando alguém contrata ou depende de um serviço seu de alguma forma, a coisa mais amorosa que você pode fazer é entregar, e por isso nós nos esforçamos tanto pra fazer esse evento acontecer.”

Ele falou sobre trabalho, papel e propósito em sua apresentação. Da visão única e particular de cada presente sobre como eles encaram a vida e o trabalho. Além, é claro, da tecnologia. Como ela muda tudo no setor de saúde e em todos os setores. O que ficou de lição de casa para cada participante nesses 4 dias: se tornarem entusiastas da tecnologia. Mas não assumir a visão de mundo de que a tecnologia vai resolver tudo, e sim, assumir seu controle para a resolução das questões necessárias.

Em seguida, Paulo Vicente e Gil Giardelli entraram na plenária para discutir um tema de tecnologia e gestão: como se adaptar ao Futuro do Trabalho? Os grandes pensadores mostraram o que esperam na interface entre suas áreas de especialidades, o futurismo e a estratégia.

Paulo Vicente é Professor de Estratégia da Fundação Dom Cabral, Doutor em Administração pela Fundação Getúlio Vargas e autor de diversos livros de gestão de empresas. É graduado em Engenharia Mecânica pelo IME. Já foi nomeado candidato ao Business Professor of the Year Award da The Economist Intelligence Unit (TEIU) e HULT International Business School.

“O Futuro do Trabalho tem três grandes eixos. O primeiro é a robotização e inteligência artificial, o segundo é a longevidade humana aumentada, e o terceiro é a dispersão geográfica.”, resumiu Paulo, quando perguntado sobre os tópicos mais relevantes da seu apresentação. Para o professor, esses três eixos determinam como construiremos o futuro do trabalho e, além disso, nos fazem questionar nossos métodos educacionais para resolvermos problemas complexos das nossas instituições.

Gil Giardelli é web ativista, difusor de conceitos e atividades ligados à sociedade em rede, colaboração humana, economia criativa e inovação radical e transformação digital. Professor de MBA na ESPM, USP, estudou Radical Innovation e Social Data no MIT, é parceiro institucional no MediaX de Stanford University, co founder da 5era, Gaia Creative e Humanoide Brasil. Além disso, é autor de livros e colunista na BandNewsFM e Revista Você SA.

“Fábrica de Alfinetes, Cinco Forças de Michael Porter, planta automotiva, já não cabem mais nesse mundo. Seis Sigma, análise SWOT, BSC, entre outros, ainda são ensinados nas escolas de negócios. Porém são ferramentas que foram criadas no século passado por empresas que já não existem mais. Uma delas por exemplo, é a Xerox, comprada recentemente pela Fuji”, disse Gil, questionando as ferramentas de gestão usadas hoje e a eficácia delas em um contexto de rápida mudança e evolução.

No final da tarde tivemos o kickoff das Reuniões de Negócios. O intuito é ambientar os executivos ao clima e modelo do evento, no qual cada participante tem uma agenda personalizada de conteúdo e reuniões, de acesso digital através do aplicativo do SBF’18.

O Saúde Business Fórum começa amanhã!

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Os líderes da saúde se reunirão no Hotel Transamérica, na ilha de Comandatuba – Bahia, entre os dias 31 de maio e 3 de junho, para quatro dias de relacionamento imersivo, conteúdo e reuniões de negócio. O evento, que já está na sua 16ª edição, tem como foco conectar as lideranças, e através de conhecimento e experiências, inspirar as mudanças que o setor de saúde deve realizar.

Na edição passada contamos com 98 executivos presentes, somando 13.5 mil leitos hospitalares combinados, 10.7 milhões de beneficiários representados e 100% dos top5 laboratórios. Para 2018, esperamos 120 executivos presentes, entre os 200 maiores hospitais do Brasil, 50 maiores operadoras de saúde e 15 maiores laboratórios de análises clínicas e diagnóstico. Serão mais de 22h de conteúdo e relacionamento e realizadas a entrega de 500 reuniões one-to-one entre os participantes.

Neste ano, o encontro será destinado ao tema o futuro do trabalho, e seu impacto na economia, nas empresas e no setor da saúde, envolvendo automação, robotização, inteligência artificial, telemedicina, reforma trabalhista, novos modelos de negócio possibilitados pela tecnologia, mudança na cobertura de seguro saúde, terapias digitais, entre outros.

As previsões sobre o futuro do trabalho são bem variadas. Alguns acreditam que metade dos postos de trabalho serão extintos, que haverá necessidade, por exemplo, como no caso de Elon Musk, CEO da Tesla, da discussão de uma renda básica universal, e outros, por outro lado, acreditam na substituição das funções e na recolocação de profissionais. Como determinantes para a mudança de curso na forma como enxergamos o trabalho, podemos citar novos comportamentos, mobilidade, força de trabalho composta por millennials e as mudanças demográficas, globalização e tecnologia.

Entre os destaques do evento estão os keynote speakers Scott Hartley, investidor do Vale do Silício e autor do best-seller “THE FUZZY AND THE TECHIE”; Gil Giardelli, futurista e difusor de conceitos e atividades ligados à colaboração, inovação e transformação digital; Paulo Vicente, Professor de Estratégia da Fundação Dom Cabral e José Salib Neto, Salibi é coautor do livro Gestão do Amanhã, obra que alcançou o primeiro lugar na lista dos mais vendidos da Folha de São Paulo.

Também serão expostos cases relacionados à novos modelos de pagamento e cooperação entre prestador, pagador e indústria, inovação e qualidade no gerenciamento da rede credenciada, valor em medicina diagnóstica e discutir como chegar ao nível de um hospital digital. Nas discussões contamos com a visão de instituições como: Hospital Alemão Oswaldo Cruz, SulAmérica, Jhonson&Jhonson, Abramed, Unimed Volta Redonda,  Amil e Bradesco Saúde.

Nas mesas de discussão serão abordados temas relacionados à inovação e tecnologia na Jornada do Paciente, tanto dentro como fora da instituição.Com painelistas das empresas Pfizer, Bradesco, Amil, Dasa, Rede Ímpar, HCor e Hospital Albert Einstein.

O evento promete fomentar novos negócios, elevar o nível de maturidade na discussão de temas relevantes para a agenda do setor e criar um alinhamento de interesses nos players da cadeia. Fique atento, nos próximos dias contaremos mais detalhes sobre a programação e destaques de cada dia do Saúde Business Fórum 2018.

[email protected] promove quatro dias de muito conteúdo qualificado

[email protected] – International Digital Healthcare Forum, promovido pela UBM Brazil em parceria com a Healthcare Information and Management Systems Society (HIMSS), apresentou em oito verticais temáticas o que há de melhor em tecnologia aplicada à saúde. Do dia 22 a 25 de maio, foram realizadas mais de 60 conferências com 35 palestrantes internacionais, além de talk shows e workshops promovidos durante o evento, reunindo os principais players da área de eHealth.

O coordenador científico do [email protected], Guilherme Hummel, acompanhou de perto todas as palestras e destacou que o evento cumpriu bem esse papel. “Foi um momento importante para a Hospitalar e para a cadeia de saúde no Brasil. Oportunidade de ver opções novas e o que está realmente acontecendo de importante no mundo, na área de digital health”, enfatizou Hummel.

Pela primeira vez na Hospitalar e também no [email protected], a Amazon Web Services (AWS) apresentou seu serviço de armazenamento de dados em nuvem. Para Alex Coqueiro, líder do time de Arquitetos de Soluções no Setor Público da AWS, a edição 2018 da Hospitalar foi muito positiva para a organização. “Entendemos a importância de eventos como esse para reunir os principais nomes das indústrias e debater diferentes desafios e oportunidades que promovam a melhoria e a inovação dos serviços”, disse.

Luiz Arnoldo Haertel, CMO da Philips EMR e um dos painelistas da vertical Innovation Solutions for Hospital Chain, concorda. “Acredito que é um momento de convergência de todas as iniciativas que existem em saúde no Brasil e no mundo, com apresentação de propostas, troca de experiências e visibilidade. Acredito que a Hospitalar seja uma agenda fundamental para a saúde no Brasil.”

Já a CEO da Optum Brazil, Patrícia Ellen, enfatizou as mudanças nos hábitos da população e os desafios novos e crescentes com o envelhecimento populacional e as doenças crônicas. “Eventos assim são a única forma de fazermos uma ponte rapidamente, criar um conceito de ecossistema mesmo, porque os problemas não serão resolvidos nas organizações individualmente, vamos resolver isso no coletivo. Essa integração, essa troca é muito importante”, destacou.

O Sales Engineer da InterSystems, Rochael Ribeiro Filho, painelista da vertical eHealth Interoperability Challenges, comentou sobre a qualidade da visitação do evento. “Essa capacidade de aglutinar diversos níveis de serviços e de fornecedores é bastante interessante. É o segundo ano da InterSystems no HIMSS, e a qualidade da visitação da Hospitalar está muito boa, bem acima do que era nossa expectativa.”

Para Claudia Toledo, diretora de Clinical Solutions da Elsevier no Brasil, a Hospitalar é a única feira que existe no Brasil para trabalhar branding por completo. “Não adianta eu querer ser um hospital moderno e não estar atualizado com as informações. É aqui que você tem essas informações, e isso também é branding. Todo mundo que pensa saúde e tecnologia, no Brasil e fora dele, vem para a Hospitalar.”

Outro palestrante do [email protected], Paulo Banevicius, diretor de Healthcare da GE Healthcare, lembrou da ocasião do primeiro jantar que deu origem à Hospitalar, no qual ele estava presente, há 25 anos. “Já naquela época, deu para ter noção não só do gigantismo, mas da diversidade da Hospitalar. Durante esses anos todos estabelecendo parceiros, como aconteceu com o HIMSS, que foi, na minha opinião, uma sacada e um golaço trazer esse novo hype de software  e tecnologia para cá”, disse, entusiasmado.

A analista de Marketing de Produto da Pixeon, Nactacha Chaves, completa: “É fundamental participar da Hospitalar por ser o maior evento do Brasil. Conseguimos estabelecer parcerias e agregar portfolio para nossos parceiros.”

Arena Tecnologia, Heath 3D, stratups e muito mais

A Hospitalar ofereceu uma programação especial destinada a novas tecnologias criadas para otimizar a vida do profissional da saúde, sendo a inteligência artificial e a inovação os principais temas deste ano. Além de trazer as mais diferentes soluções na área de saúde, surpreendeu com os convidados que estiveram presentes na Arena Tecnologia.

Com visão 360º, a inovadora Arena Tecnologia foi um dos grandes destaques da edição comemorativa dos 25 anos da Hospitalar. A Arena, montada no Pavilhão Vermelho, foi composta pelos espaços Health Connection, Health Innovation e Health 3D e apresentou palestras simultâneas nos quatro dias do evento.

No espaço Health Connection, dezenas de palestras gratuitas chamaram a atenção dos visitantes. Um exemplo foi a palestra ministrada por Raimundo Nonato, physician executive/Gladyston Sathler da InterSystems, que apresentou um case de sucesso do Hospital Sírio-Libanês para exemplificar o uso do Health Share e do Health Connect, ferramentas desenvolvidas pela InterSystems.

Também na Arena Tecnologia, a parceria com o Hospital Oswaldo Cruz e a Faculdade de Informática e Administração (FIAP) chamou a atenção com demonstrações tecnológicas e, também, com o ciclo de palestras Digital Trends, que debateu os desafios da área médica e a necessidade de integração com as novidades tecnológicas.

Também no espaço Health Connection, aconteceu o desafio SEBRAE Like a Doctor, organizado pelo Sebrae Nacional, que consistia em apresentações de 20 startups brasileiras focadas na área de saúde. A competição aconteceu durante dois dias e contou com a participação de uma banca avaliadora com médicos, empresários e investidores. A grande vencedora foi a Portal Superação, startup do Rio de Janeiro.

Ainda no Pavilhão Vermelho, o espaço 5 Years From Now teve grande receptividade dos visitantes e do público. É o que conta Raquel Duque, da Bionexo, uma das responsáveis, junto com a Hospitalar, por pensar o espaço que, há três anos, tem presença confirmada no pavilhão voltado à tecnologia. Este ano, diariamente, especialistas do mercado compartilhavam suas visões sobre temas ligados a saúde e tecnologia. Como expositoras, HFocus, Everycare, CM Tecnologia, GTT HealthCare e Intuitive Care foram as empresas destaque do espaço.

A Bionexo é uma das grandes incentivadoras de startups em saúde do Brasil por meio do programa Whizhealth. “Vimos muitas startups na Hospitalar deste ano. Isso mostra que a ideia e o receio que se tinha em trabalhar com empresas pequenas, aos poucos, está diminuindo. As startups estão se profissionalizando, e querem estar na Hospitalar. Todo mundo está aqui”, afirma Raquel.

Hospitalar 2018: organização e visitantes falam do sucesso deste ano

A edição 2018 da Hospitalar, que ocorreu entre os dias 22 a 25 de maio no Expo Center Norte, foi especial para seus visitantes, expositores, profissionais e empresários não apenas pela comemoração dos seus 25 anos de trabalho, mas também pelas impressões positivas e geração de negócios durante o evento.

Um exemplo é a Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos (ABIMO), que conseguiu números expressivos em sua Rodada de Negócios. A entidade destacou que foram aproximadamente R$ 500 mil em negócios fechados e mais R$ 3 milhões em expectativas para o próximo ano, além disso, 95% das empresas participantes dessa edição já renovaram sua presença para 2019.

O Espaço Reabilitação, também promovido pela ABIMO em parceria com a Hospitalar, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo (SEDPcD), fechou sua participação com chave de ouro: em média, cada uma das empresas participantes realizou cerca de 100 contatos, criando expectativas positivas para os próximos meses.

Letícia Baltazar, Business Leader ERM Tazy, pela América Latina, da Philips, também faz essa análise positiva entre o relacionamento das marcas com o público. “A Hospitalar é um momento único no ano em que os clientes podem vir aqui e resolver todas suas demandas na saúde. Esse modelo de feira é imbatível, para clientes que estão em expansão, para clientes que estão começando do zero ou para aqueles que estão com expectativas de compras específicas, aqui podem comparar e comprar”, explica.

Entre os expositores, soluções para gestão médica, como o software Zero Glosa da ZG Soluções, a plataforma Carol da TOTVS e muitas outras novidades tecnológicas puderam ser vistas em primeira mão pelos visitantes da Hospitalar. “Foi um saldo muito bom. Buscamos primeiro posicionar a nossa empresa como produtora de software e destacar alguns produtos nossos, como o nosso carro chefe Zero Glosa, criado em primeira mão há 3 anos. Também fechamos negócios e estabelecemos parcerias aqui na Hospitalar”, afirma Fred Paladino, consultor de marketing da ZG Soluções. 

Os resultados em geração de negócio foram possíveis devido à qualificação do público presente, que contou com decisores e compradores das mais diversas áreas e de diferentes países. “O público presente é majoritariamente de compradores, pessoas que vêm para ver o produto e gerar leads, isso não diminuiu nunca. A qualidade das pessoas que passam por aqui continua a mesma”, destaca Fernando Rocha, diretor de compras da Getinge, que bateu sua meta de negócios durante o evento.

Donzis Demian, da empresa argentina Balphin Medicam, foi um dos compradores presentes na Hospitalar. “O Brasil é um país enorme, com muitas possibilidades e opções de produtos e indústrias. O que nos dá a possiblidade, na América Latina, de adquirir produtos com uma qualidade de nível mundial, e isso é algo que nos traz, ano a ano, a continuar visitando a Hospitalar. Este evento é a sede latino-americana dos produtos hospitalares. Este local nos ajuda e facilita a encontrar as empresas brasileiras, o que consideramos um grande benefício para nós como compradores”, destacou.

A enfermeira Daiane Rodrigues, da área de educação do HCor, participou da Hospitalar pela primeira vez este ano. “Vim conhecer as novidades de tecnologia na área para implementar em meus estudos e estou muito impressionada com todas as opções que encontramos aqui”, apontou. A farmacêutica Miriã Carvalho também esteve presente pela primeira vez e aproveitou o momento para fazer contato com fornecedores. “Há muita inovação e soluções em um lugar só. Aqui é uma ótima oportunidade de adquirir conhecimento e fazer novos contatos. Consegui falar com todos os fornecedores que pretendia, todos foram muito atenciosos, me mostrando seus novos produtos. Trocamos contato e vamos nos falar após a feira”, destaca.

Para a organização do evento, a Hospitalar foi um sucesso de público e gerou oportunidade de negócios, destacando-se mesmo em um cenário de crise econômica. Para eles, o setor da saúde se mostrou fortalecido.

Dra. Waleska Santos, fundadora e presidente da Hospitalar falou da sua alegria e emoção ao ver o crescimento do evento. “Esses 25 anos foram coroados por esta edição como a melhor de todas, e essas são palavras de quem visitou a feira. E mesmo com o problema político que vivemos no país, nós nos surpreendemos de ouvir dos expositores e das instituições que este foi o primeiro ano em que eles venderam desde o primeiro dia, um sucesso de negócios. Foi uma edição cheia de homenagens e comemorações. Nós mesmos fizemos uma homenagem às 26 empresas que participam da feira conosco desde a sua primeira edição, tivemos muitos encontros e oportunidades de negócios em todas as áreas”, diz a presidente.

O presidente e CEO da UBM Brazil, Jean-François Quentin, falou sobre a impressão que teve do evento a partir do seu contato com expositores e empresários. “Estamos muito felizes com os resultados desta 25ª edição da Hospitalar. Acredito que fizemos um trabalho muito forte para reposicionar o evento abrangendo setores como tecnologia da informação, facilities, entre outros. De todos os comentários que recebi todos os dias, percebi que os clientes estão muito felizes. Eles encontraram uma boa dinâmica na Hospitalar que reflete a dinâmica do mercado. Vemos que o setor da saúde está se recuperando, e tivemos uma boa percepção disso durante o evento”, afirma.

Rodrigo Moreira, diretor de estratégia da UBM Brazil e diretor da Hospitalar, também comemora o resultado. “Para nós e os nossos parceiros, profissionais e empresários que estiveram presentes na Hospitalar 2018, o cenário foi absolutamente positivo. Esta foi uma semana complexa em todo o Brasil e, apesar desta situação, nós tivemos dias extremamente produtivos, em que as empresas fizeram negócios, abriram novos canais de discussão, conectaram-se com as lideranças do setor, relacionaram-se com diversos profissionais qualificados de todo país e do mundo. Tivemos uma grade de seminários e congressos muito boa, que trouxe a possibilidade das pessoas adquirirem conhecimento e levarem para os seus estabelecimentos e, por consequência, gerar benefícios para aquele que é o centro da nossa atenção: o paciente”, afirmou.

Para Jeff Kratz, da AWS, solução em nuvem permite que hospitais invistam seus recursos no atendimento ao paciente

A Amazon Web Services (AWS) se destaca no mundo inteiro pelas soluções em nuvem que oferece para empresas dos mais diversos setores e, em especial, para as organizações de saúde. Como parte da série de entrevistas com grandes empresas de tecnologia, a Hospitalar conversou com Jeff Kratz,  head da AWS para América Latina, Canadá e Caribe.

O executivo falou sobre a estratégia da empresa no Brasil, a importância de um evento como o [email protected] para o mercado brasileiro e porque as soluções em nuvem têm ganhado força nos últimos anos, principalmente no setor de saúde.

Kratz possui mais de 25 anos de experiência em liderança de tecnologia global, é bacharel em Ciências Políticas & Matemática pela Principia College (EUA), e concluiu o trabalho de pós-graduação na Pepperdine Graziadio Business School. Ele atua na Amazon Web Services desde 2012. Acompanhe a entrevista.

H - Na sua opinião, como está o mercado de tecnologia voltado para o setor de saúde no Brasil?

JK - As empresas de saúde dependem de uma forte infraestrutura de TI, como todas as áreas e, no Brasil, estão cada vez mais conscientes das vantagens da computação em nuvem. Para os serviços de saúde, a nuvem é uma opção ideal, pois permite que elas se concentrem e invistam no atendimento ao paciente, em vez de ter uma equipe dedicada apenas à infraestrutura de TI. Com a escalabilidade e elasticidade da nuvem, hospitais e centros de pesquisa também podem suportar picos de acessos, mantendo a estrutura funcionando. Além disso, como a nuvem permite que as empresas paguem apenas pelo que utilizam, é a solução mais econômica, evitando a ociosidade de data centers.

H - Qual a estratégia da AWS para o mercado brasileiro?

JK - O Brasil é um mercado muito importante para a AWS. Temos milhares de clientes no Brasil, empresas de todos os portes, migrando para a nuvem e nascendo na nuvem. Empresas brasileiras de todas as áreas e até mesmo governos percebem cada vez mais os benefícios da nuvem e procuram a AWS como seu fornecedor, devido aos nossos 12 anos de experiência e milhões de clientes em mais de 190 países.

H - Atualmente, as soluções em nuvem tem ganhado mercado. Quais as vantagens da tecnologia baseada em nuvem?

JK - As cinco principais vantagens são:

- Agilidade, porque a AWS permite que você crie recursos rapidamente, conforme necessário, implementando centenas ou até milhares de servidores em minutos;

- Reduz os custos de TI, uma vez que os clientes pagam pelos recursos à medida que os consomem;

- Elasticidade, que permite que apenas a quantidade necessária de recursos seja contratada e pode ser aumentada ou diminuída instantaneamente de acordo com a demanda;

- Ampla gama de recursos da AWS, maior do que qualquer outro provedor de nuvem, com 1.300 novos recursos e serviços lançados em 2017 até novembro

- E implementação global em minutos, possibilitada pelas 54 zonas de disponibilidade em 18 regiões geográficas.

H - Fale um pouco das soluções em nuvem da Amazon.

JK - A AWS é, desde 2006, a plataforma de nuvem mais abrangente do mundo, com mais de 100 serviços completos para computação, armazenamento, bancos de dados, redes, análises, aprendizado de máquina e inteligência artificial (IA), Internet das Coisas (IoT), segurança, realidade híbrida, virtual e aumentada (VR e AR), mídia e desenvolvimento, implantação e gerenciamento de aplicativos. A AWS tem 53 zonas de disponibilidade (AZs) em 18 regiões geográficas e uma região local, abrangendo os EUA, Austrália, Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Índia, Irlanda, Japão, Coréia, Cingapura e Reino Unido. Os serviços da AWS têm a confiança de milhões de clientes ativos em todo o mundo - incluindo as startups de maior crescimento, as maiores empresas e as principais agências governamentais - para potencializar sua infraestrutura, torná-las mais ágeis e reduzir os custos.

H - Como você avalia a iniciativa da Hospitalar de criar um fórum com conteúdo totalmente voltado às tecnologias aplicadas à área da saúde?

Jeff Kratz - A área de saúde é uma das áreas que recebem os maiores investimentos em TI no mundo. Ter um fórum local dedicado a discutir tecnologias que melhorem a saúde de várias maneiras - da pesquisa médica à assistência ao paciente - é uma forma muito valiosa de trocar informações e ajudar os clientes no Brasil e em todo o mundo. A Amazon Web Services está muito animada para participar e apoiar um evento tão importante para o setor de eHealth.

H - O que motivou a Amazon Web Services a patrocinar o [email protected] 2018?

JK - A AWS patrocina a Hospitalar pela primeira vez em 2018. Esse é um dos eventos de saúde mais importantes do mundo. Muitos de nossos clientes dessa área participam dela, que é uma oportunidade única para apresentarmos nossas soluções em nuvem para o setor.

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Jeff Kratz – Amazon Web Services – nuvem – investimento – tecnologia – entrevista – AWS – [email protected] – Hospitalar – inovação

SCHOTT reforça a plataforma iQTM com novas seringas de vidro prontas para encher

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A syriQ BioPure® é um novo produto da SCHOTT que assegura estabilidade do medicamento facilita  a sua administração

A SCHOTT, empresa de tecnologia global que fornece embalagens primárias de alta qualidade de vidro Tipo I ou polímero COC para a indústria farmacêutica, apresenta a syriQ BioPure®, uma seringa de vidro pré-enchida que atende o mercado farmacêutico no segmento de injetáveis produzidos a partir de biotecnologia.

As seringas foram projetadas para manter estáveis os medicamentos sensíveis durante sua vida útil e reduzir o tempo de comercialização para a indústria farmacêutica – como exigido pela Food and Drug Administration (FDA) -, tornando a administração mais conveniente aos pacientes. De acordo com o Gerente de Produtos da SCHOTT para a América do Sul, Jayme Fagundes, “medicamentos sensíveis e complexos são muitas vezes altamente viscosos, o que torna mais difícil a administração dos mesmos. Além disso, são mais propensos a reagir com o recipiente por conta de sua complexa estrutura molecular”.

Diante disso, as seringas syriQ BioPure® são fabricadas sob processos aperfeiçoados que reduzem os resíduos de tungstênio e adesivo, além de garantir uma camada uniforme de silicone. A produção é documentada de acordo com as mais recentes orientações da FDA, agência americana para controle de medicamentos. A syriQ BioPure® é produzida a partir do vidro FIOLAX®, Tipo I, borosilicato e altamente resistente, considerado uma referência entre os vidros de qualidade premium da primeira classe hidrolítica para embalagem de medicamento injetáveis.

As seringas syriQ BioPure® estão disponíveis com uma grande variedade de stoppers e êmbolos de borracha adaptados para aplicações sensíveis. Mais de 48 combinações têm sido autenticadas e incluem vários sistemas de fechamento, como por exemplo, o Aptar 4800, Aptar 4900, West 7025 e West 7028. O uso de materiais de alta qualidade promove às seringas syriQ BioPure®  excelentes características  E&L (Extractables & Leachables).

Desenvolvidas a partir de um elevado grau de segurança, as novas seringas de vidro da SCHOTT correspondem às exigências do mercado com relação aos produtos que podem ser administrados em casa para o conforto do paciente. A perfeita integração desses dispositivos é alcançada devido à elevada qualidade dimensional das seringas, que são inspecionados com o processo big data perfeXion™, da SCHOTT. Essa tecnologia oferece novas tolerâncias geométricas e dimensões adicionais que vão além das exigências feitas pela ISO. Ela garante ainda a compatibilidade com os dispositivos de administração, elevando a funcionalidade do produto e melhorando a experiência do paciente.

As amostras das seringas syriQ BioPure® estão disponíveis sob demanda, sendo fornecidas pré-esterilizadas e em berços. Assim, facilitam o enchimento e  a produção em uma  ampla variedade de linhas de envase que seguem os critérios RTU (ready-to-use) e são fáceis de manusear.

Dentalis inova em gestão de consultórios odontológicos com softwares especializados

Dentalis inova em gestão de consultórios odontológicos com softwares especializados

Empresa fornece soluções em nuvem para redes de clínicas, instituições de ensino e consultórios

Com o intuito de facilitar a rotina dos dentistas, a Dentalis, empresa brasileira líder em softwares odontológicos, criou uma linha de programas que atendem às necessidades de gestão de consultórios, clínicas de graduação e pós-graduação.

As três versões do Dentalis Net foram feitas sob medida para três diferentes modalidades de atendimento: consultórios (Dentalis Net online), redes de clínicas (Dentalis Net - Rede de clínicas) e instituições de ensino (Dentalis Net Clínica Escola).

O Dentalis Net online oferece ferramentas de agenda, controle de caixa e controle clínico, como o odontograma. O grande diferencial do software é a possibilidade de acesso em qualquer dispositivo, seja ele web ou móvel, permitindo aos gestores maior mobilidade e integração.

Além dos atributos acima, o Dentalis Net – Rede de clínicas, presente em redes como a Clínicas Inteligentes, oferece ainda a possibilidade de gestão de diversas unidades, centralizando as informações de todos os consultórios da rede e fornecendo relatórios gerenciais acessíveis vias dispositivos web ou móveis.

Já o Dentalis Net Clínica Escola, que é adotado pela Estácio de Sá e pela APCD, entre outras instituições, é voltado para a automatização de processos de clínicas em ambientes de graduação, pós-graduação e especialização. Disponível para instalação nos servidores das instituições ou na nuvem de servidores Dentalis. A versão permite o controle de atendimentos supervisionados por professores, com indicadores de desempenho financeiro e de atendimento. Neste caso, os relatórios podem ser agrupados por curso, disciplina ou aluno.

Inovando desde 1996

Líder no mercado brasileiro com aproximadamente 17 mil clientes e 36% do mercado, a Dentalis se destaca pelo pioneirismo em inovações tecnológicas: ainda em 1996, criou uma ferramenta de controle de voz para agilizar o preenchimento de odontogramas; saindo na frente também em 2007, a Dentalis lançou a primeira versão de software odontológico inteiramente em nuvem, inaugurando a era da portabilidade no setor.

Hospital em Itajubá é o primeiro candidato à certificação da qualidade para procedimentos cirúrgicos e invasivos do CBA-CBC

Hospital em Itajubá é o primeiro candidato à certificação da qualidade para procedimentos cirúrgicos e invasivos do CBA-CBC

O Hospital Escola de Itajubá (MG) é a primeira unidade a se candidatar à Certificação em Segurança e Qualidade em Cirurgia Segura e Procedimentos Invasivos, nova avaliação desenvolvida pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA) e o Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC) para assegurar a eficiência nos procedimentos cirúrgicos dos hospitais brasileiros e dar mais assertividade a esses métodos. A unidade buscou o processo para poder oferecer um serviço mais seguro e com qualidade aos pacientes.

“Essa procura vai ao encontro dos projetos de transformação da estrutura física e humana que nossa instituição vem desenvolvendo ao longo de oito anos de gestão, o que vem possibilitando nos tornarmos referência em alta complexidade na região sul de Minas Gerais. Para participar, fizemos mudanças expressivas com obras de reforma e ampliação, possibilitando readequar setores e abrigar novos serviços, fundamentais para o atendimento de alta complexidade. Instalamos um moderno Centro de Medicina Diagnóstica por Imagem e Laboratorial e um serviço de Hemodiálise, que atualmente assiste cerca de 500 pacientes”, conta o diretor geral da instituição, Rodolfo Cardoso.

A instituição também implantou um serviço de alta complexidade na área cardiovascular, que inclui uma Sala Híbrida para os procedimentos endovasculares, radiologia, cardiologia e neurologia intervencionistas, além das cirurgias vasculares abertas, cirurgias cardíacas e transplantes de coração. O hospital realiza, ainda, procedimentos de alta complexidade em ortopedia e traumatologia e cirurgia bariátrica. Recentemente, a instituição tornou-se o primeiro e único Centro Transplantador de Órgãos, Tecidos e Células do Sul de Minas e um dos poucos do estado, realizando captação e transplantes de rim, fígado e coração, e caminha para a implantação do programa de transplantes de medula óssea e córnea.

Para se adequar ao processo, o Hospital vem se mobilizando internamente e já realizou treinamentos na área de segurança do paciente, promoveu campanhas sobre higiene das mãos, risco de queda, identificação do paciente e cirurgia segura, padronizou documentos norteadores para a qualidade assistencial, que estão disponíveis na intranet para acesso de todos os colaboradores, realizou auditorias e formou comissões e grupos de trabalho buscando melhorias contínuas.

Para Rodolfo Cardoso, a certificação irá proporcionar o gerenciamento dos indicadores que envolvem a estrutura e os processos, e contribuir para o monitoramento contínuo e a manutenção das boas práticas, vindo ao encontro do planejamento estratégico da instituição, no que se refere aos serviços de cirurgias e procedimentos invasivos, para serem gerenciados e ofertados aos pacientes com qualidade e segurança.

Garantia de qualidade

A nova certificação do CBA-CBC tem como premissa garantir o cumprimento de técnicas seguras em todas as etapas que envolvam o procedimento cirúrgico, aprimorar a educação dos profissionais, melhorar o gerenciamento do risco e fortalecer a confiança da comunidade na instituição de saúde. O manual tem como base a cartilha sobre os princípios de Cirurgia Segura, lançada há oito anos pela OMS.

“As avaliações para essa nova certificação abrangem etapas que vão muito além do ato cirúrgico, já descritos nos dez objetivos da cirurgia segura traçados pela OMS. Essa certificação também engloba temas como gestão dos serviços de cirurgia e estabelecimento dos privilégios de cada profissional”, explica o coordenador de acreditação do CBA, José de Lima Valverde Filho.

De acordo com ele, cirurgia segura tem a ver com protocolos e condutas corretas, profilaxia, uso de antibióticos, alta hospitalar e com parâmetros avaliados e seguidos na recuperação anestésica. “Como todas essas recomendações vão muito além do ato cirúrgico, elaboramos um manual que se preocupa com essas questões. Um exemplo é o estabelecimento de uma lista ou catálogo de abreviaturas, acrônimos, siglas que possam ser usados ou não no prontuário ou em outros documentos ligados aos cuidados dos pacientes cirúrgicos e de procedimentos invasivos”, destaca.

Segundo Valverde, é preciso ainda avaliar outros aspectos que interferem na segurança da cirurgia como: se o hospital está preparado para fazer o procedimento, se tem recursos tecnológicos suficientes para a realização da cirurgia e de apoio, em caso de complicações cirúrgicas. Outra questão a ser analisada é com relação à qualificação dos profissionais que vão fazer o procedimento e à qualidade do cuidado recebido pelo paciente durante sua permanência no hospital.

Responsável pelo desenvolvimento desse novo produto junto ao CBA, o ex-presidente e atual membro do Conselho Superior do CBC, Heládio Feitosa de Castro Filho, assegura que a certificação confere uma garantia de que a instituição está, realmente, cumprindo as determinações relativas à cirurgia segura da OMS e indo além do que preconiza o órgão, já que o manual elaborado pelo CBC-CBA é mais abrangente.

“A OMS já tinha definido alguns critérios mínimos, mas estamos indo além e introduzindo outros elementos estabelecidos na forma de padrões divididos em três grupos, para que haja maior profundidade nessa avaliação e, consequentemente, maior segurança na certificação”, considera.

Processo de certificação

As unidades de saúde que quiserem se submeter à avaliação poderão restringi-la a um determinado serviço de cirurgia ou procedimento invasivo ou mesmo a avaliação de todo o departamento de cirurgia do hospital, incluindo todos os serviços cirúrgicos.

De acordo com a superintendente do CBA, Maria Manuela Alves dos Santos, “o que percebemos durante o processo de acreditação é que o centro cirúrgico é uma área de muito risco. Por isso, ter uma certificação específica torna esse processo mais seguro para o paciente”.

Para receber a certificação, a instituição de saúde deverá solicitar ao CBA uma avaliação de suas práticas, a fim de averiguar se as mesmas estão condizentes com a cirurgia segura. É o próprio CBA que vai aferir se os padrões e critérios analisados atendem às exigências determinadas. Nos casos em que os padrões não são cumpridos na primeira avaliação, o hospital tem um prazo para entrar em conformidade com os critérios exigidos. Para solicitar a participação, é preciso estar inserido em uma instituição de saúde que tenha boas condições de funcionamento e totalmente legalizada para trabalhar de acordo com as regras, leis e regulamentos exigidos pelas autoridades federais, estaduais e locais.

Dados mundiais

A OMS estima que nos países industrializados a taxa de complicações das internações cirúrgicas chegue a até 22% e a de mortalidade seja em torno de 0,4 a 0,8%. A organização aponta ainda que quase metade desses eventos adversos poderiam ser evitados. De acordo com o órgão, nos países em desenvolvimento, a taxa de mortalidade associada a uma grande cirurgia gira entre 5 a 10% e pelo menos metade dos eventos ocorre durante procedimentos cirúrgicos, chegando-se a quase sete milhões de pacientes vitimados por complicações significativas a cada ano. Desses, cerca de milhão morre durante ou imediatamente após a cirurgia.

ABRAIDI dobra número de visitantes em seu estande na 25ª Hospitalar

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Entre os dias 22 e 25 de maio, foi realizada a 25º Hospitalar, no Expo Center Norte, em São Paulo. A Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Produtos para Saúde – ABRAIDI – marcou presença em mais essa edição e promoveu em seu estande quatro palestras, abordando temas como Ética, Compliance e Consignação de materiais e implantes. O presidente Sérgio Rocha foi um dos convidados especiais da solenidade de abertura, ao lado de autoridades políticas nacionais e internacionais e outros representantes da indústria da saúde no Brasil.

O diretor executivo da Associação, Bruno Bezerra, recebeu no estande dezenas de associados e executivos do setor. “Este ano, a ABRAIDI investiu em um espaço maior e melhor localizado dentro da feira e com isso conseguimos dobrar o número de visitantes e aumentar a participação nas palestras”, comemora Bezerra.

Compliance

‘Desenvolvendo o compliance em empresas de distribuição’ foi a primeira palestra promovida pela ABRAIDI, na terça-feira (22). Ela foi ministrada pelo advogado Giovani Saavedra, que elencou pontos fundamentais para a implantação de um programa de compliance nas empresas. Para o especialista, é importante conhecer os parceiros por meio de um cadastro minucioso.

Ele frisou ainda que um projeto de compliance envolve analisar os riscos e detalhes da organização como um todo. Além disso, é preciso ter um código de ética de conduta, um comitê de ética e gestão de pessoas. “É importante ter clareza nos relacionamos empresariais e conhecer todos que trabalham na companhia. Um programa de compliance exige um plano de gestão de pessoas, pois quem irá atuar no dia a dia são os colaboradores”, esclareceu Saavedra.

QualIES

No segundo dia de palestras, a ABRAIDI abriu espaço para o Instituto Ética Saúde apresentar o ’Programa de Qualificação Ética Saúde - QualIES’, que protege as empresas associadas do Ética Saúde na contratação de consultorias e oferece garantia de atendimento aos requisitos mínimos promovendo a prevenção mais efetiva dos desvios de conduta.

O diretor executivo do IES, Carlos Eduardo Gouvêa, explicou que “monitoramento, sensibilização e qualificação são os três eixos que dão base ao QualIES e irão garantir que os preceitos básicos para a prevenção de desvios de conduta sejam atendidos, sem a necessidade de inúmeras auditorias”. Ele destacou ainda que a certificação terá reconhecimento internacional.

Consignação de materiais e implantes

Com recorde de inscritos, a palestra da quinta-feira (24) foi sobre os ‘Aspectos gerais da consignação de materiais e empréstimo de equipamentos em hospitais: direitos e deveres dos distribuidores’, comandada pela diretora executiva do NASCECMEgroup, Ana Miranda. Ela tratou de temas bastante relevantes no dia a dia do distribuidor, como o cuidado que se deve ter com o armazenamento e esterilização dos produtos e como minimizar o risco para os pacientes.

"É fundamental a integração dos distribuidores e dos prestadores de serviços que atuam dentro dos hospitais. Essa interface permite um atendimento mais seguro e assertivo, uma vez que ao estreitar a relação entre distribuidor e todos os agentes dos hospitais, a qualidade do produto poderá melhorar consideravelmente, garantindo um diagnóstico e tratamento adequado às pessoas”, enfatizou Ana.

E para encerrar o ciclo de palestras da ABRAIDI na Hospitalar, Ana Miranda ministrou também a palestra ‘Consignação de implantes não estéreis: relacionamento cooperativo entre hospitais e distribuidores no contexto da RDC 15/2013’, com foco nas boas práticas do processamento de produtos da saúde em estabelecimentos especializados em implantes ortopédicos.

“Estamos muito satisfeitos com o sucesso da ABRAIDI na Hospitalar 2018, um evento que completou 25 anos com ampla participação de representantes de toda a cadeia da Saúde do Brasil e com o merecido reconhecimento internacional”, finalizou Sérgio Rocha. A entidade já renovou contrato com a Hospitalar e garantiu presença no evento de 2019.

Sobre a ABRAIDI

A ABRAIDI - Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Produtos para Saúde - representa hoje cerca de 310 fabricantes, importadores e distribuidores de produtos para saúde e tem como pilares a ética e a transparência, promovendo ações que tornem o setor mais sustentável e, as associadas, referências no mercado de saúde.

Em 2006, foi uma das primeiras entidades do setor a lançar um Código de Ética e Conduta, agora em sua 3ª edição e, em 2015, em parceria com o Instituto Ethos, criou o Ética Saúde - Acordo Setorial dos Importadores, Distribuidores e Fabricantes de Dispositivos Médicos, mecanismo de autorregulação da conduta dos signatários, que se tornou Instituto independente, a partir de 2016, e conta com a participação e colaboração da ABRAIDI no seu Conselho Consultivo.

Infraestrutura de TI e segurança eletrônica: integração desde a instalação em clínicas e hospitais

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A tecnologia não é mais opcional. Atualmente, nenhuma empresa ou instituição é sustentável sem infraestrutura de TI e um projeto bem implementado de segurança eletrônica. É assim também no setor da saúde, que gradativamente aumenta os investimentos nesse sentido. O fato é que a chegada dos equipamentos IP e os hospitais 4.0 estabeleceram novos padrões para os serviços e para o funcionamento eficiente dos sistemas implementados no mercado de saúde, que dependem de base de infraestrutura confiável para continuarem como solução e não problema.

No entanto, se não há dúvidas sobre a eficácia da tecnologia na tarefa de salvar vidas e melhorar o atendimento em hospitais, clínicas e outros estabelecimentos de saúde, a instalação ainda gera algumas inseguranças: quais empresas escolher e como evitar o desperdício de infraestrutura física, afinal, será que tudo que está sendo implementado será realmente utilizado? Além de reclamações sobre a demora e falta de comunicação entre as empresas que estão realizando o serviço.

Essas dúvidas são comuns e contam com uma resposta prática – não divida a instalação de infraestrutura e segurança eletrônica entre duas ou mais empresas. Com a chegada da tecnologia IP, segurança e a área de TI são complementares. É difícil para muitas pessoas visualizarem a mudança, mas as câmeras de segurança de rede são também computadores que podem ser utilizados além da segurança, como um dispositivo de informação e captura de dados .

Outro fator que pesa a favor da escolha de uma única empresa para a realização do serviço está na economia. Duas empresas diferentes representam duas equipes de trabalho diferentes, o que aumenta (e muito) os custos. A experiência de 30 anos da Teleinfo em projetos de infraestrutura de TI mostra que quanto menor o número de envolvidos no projeto, mais fácil é a realização, além de otimizar o investimento, quando uma única empresa se responsabiliza de ponta a ponta há menos chances de erros e desperdício de infraestrutura física – já que está ciente de todo o plano de ação e não apenas de uma parte.

As recomendações dos sistemas já serão atendidas desde o projeto e da concepção da infraestrutura de rede, fazendo com que as recomendações e prioridades, por exemplo, de um sistema de controle de acesso e segurança já tenha seus requisitos de acordo com as especificações do sistema, e isso faz diferença tanto na operação quanto na hora de fechar o orçamento de uma nova obra ou mesmo para melhorar as instalações atuais de TI, estabelecer novas soluções para aumento de performance, como investir em virtualização.

No pós-projeto, poder contar com a possibilidade de realizar de maneira rápida os upgrades dos softwares e hardwares é, além de um facilitador, uma forma de economia em longo prazo. Na outra ponta, a capacitação do pessoal interno para gerenciar o ambiente operacional acontece de forma organizada e sem a necessidade de contratar diversos fornecedores de soluções que são complementares.

Contudo, a especialista em soluções e na oferta de projetos únicos de infraestrutura e segurança, sobretudo para a área da saúde, a Teleinfo identificou ainda um grande desafio não superado: a integração de todos os sistemas em uma única plataforma de gerenciamento. E para 2019 prepara para dar um passo em direção de maior autonomia e praticidade de gestão, uma aplicação para o gerenciamento de todos os sistemas utilizados. Mas, na prática, o que já é possível alcançar com a decisão de centralizar projeto e instalação representa um ganho que não pode ser mensurado em apenas uma área – todos os setores saem em vantagem.