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5 perguntas para responder antes de adotar um PEP

PEP, perguntas, prontuário eletrônico

O sistema de PEP (Prontuário Eletrônico do Paciente) já é realidade em grande parte dos consultórios e unidades de saúde pelo mundo. Em recente estudo, a Frost & Sullivan mostrou que o faturamento deste mercado no Brasil em 2012 foi de US$ 145 milhões e a previsão para 2018 é US$ 336 milhões, com uma taxa de crescimento anual de 15%.

A evolução do prontuário eletrônico, embora ainda pouco massificada no Brasil, promete mais agilidade, segurança, eficiência e redução de custos. No entanto, médicos e hospitais ainda possuem muitas dúvidas sobre a adoção da nova tecnologia e a manutenção do arquivo em papel. Veja abaixo cinco pontos para começar a adotar o PEP.

1- Quais as melhorias que o prontuário eletrônico traz para a relação Médico-Paciente?

Um software de PEP tem a capacidade de se tornar um enorme banco de dados para o profissional e toda a equipe médica de apoio ao paciente. Além disso, permite que as informações sejam acessadas por qualquer dispositivo conectado na internet (celular, notebooks e tablets).

O PEP (Prontuário Eletrônico), além de aumentar o acesso e centralizar as informações, traz também um ganho na qualidade da relação médico-paciente, que passa a ter mais foco na humanização do atendimento, aumento da atenção prestada e incremento na segurança das informações colhidas.

2- Quais são os requisitos para iniciar a implantação do PEP?

Para implantar o PEP basta que o hospital, clínica ou unidade de saúde tenham pontos de rede de computadores e elétrica. Depois, para ser 100% eletrônico, a legislação brasileira estabelece como obrigatório o uso da certificação digital, que é um arquivo de computador que identifica uma pessoa física ou jurídica no mundo digital.

3- A Certificação SBIS-CFM é obrigatória?

Com o intuito de estabelecer as normas, padrões e regulamentos para o PEP no Brasil, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS) estabeleceram um convênio de cooperação técnico-científica que está em vigência desde 2002. Assim, nasceu a resolução CFM Nº 1821/2007, que aprova as normas técnicas para a digitalização e uso dos sistemas informatizados para manuseio e armazenamento dos documentos dos prontuários dos pacientes. Nem a SBIS, nem o CFM, exigem que qualquer sistema seja certificado.

4- O PEP é seguro? Existe risco em perder as informações?

Os softwares de prontuário eletrônico, além de contar com um seguro sistema de backup dos dados registrados, ainda trabalham com a divulgação de senhas e autorizações para profissionais da área, evitando a divulgação de informações sigilosas para outro fim. Os sistemas devem adotar mecanismos de segurança capazes de garantir autenticidade, confidencialidade e integridade das informações de saúde. Neste caso, a certificação digital é a tecnologia que melhor provê estes mecanismos. No caso da Certificação SBIS-CFM foram definidos requisitos de segurança que os sistemas devem obrigatoriamente atender.

5- Qual é a importância do PEP para um controle eficiente das informações administrativas relacionadas ao paciente?

Com o PEP é possível conhecer os custos, lucros e prejuízos em determinada janela de tempo. Também provê um melhor acompanhamento dos recursos materiais e humanos alocados, informações que podemos utilizar para fazer previsões de investimentos a médio e longo prazo.

TAG: PEP Hospital
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