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Fleury economiza recursos com Bike Courier

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Bicicletas substituíram cerca de 30% da frota de motos e evitou a geração de 881 kg de CO2 em sete meses

Não é a primeira vez que o Grupo Fleury é reconhecido por suas boas práticas na área de Responsabilidade Socioambiental pelo Referências da Saúde. Desta vez, o projeto em destaque é o “Gestão de Consequências – Mudanças Climáticas”. Apesar do tema “sustentabilidade” ser trabalhado pelo grupo desde a década de 90, quando as instituições ainda não pensavam muito no assunto, e ter sido estruturado em 2007, a empresa garante que os projetos e renovações não podem e nem vão parar.


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Tudo o que é desenvolvido em prol da sociedade e do meio ambiente é visto sob uma perspectiva ampla, incluindo compromissos éticos e práticas de governança corporativa. Exemplo concreto disso é a publicação anual do relatório de sustentabilidade segundo as diretrizes da Global Reporting Initiative (GRI), que é verificado por uma auditoria internacional.

“O tema sustentabilidade tem presença transversal na organização e compõe um dos macroprocessos de gestão, com indicadores específicos para monitoramento de desempenho e que influenciam o cálculo do resultado da companhia”, diz o presidente executivo do Fleury, Carlos Marinelli.

Para o gerente sênior de sustentabilidade do Grupo Fleury, Daniel Périgo, uma das bases dessa trajetória é o relacionamento com os stakeholders. “Quanto mais conseguir o engajamento deles e dos colaboradores, melhor para todos”, ressalta.

De que maneira o Fleury pode contribuir para a sustentabilidade do País? As possíveis respostas foram discutidas com fornecedores, operadoras, médicos, poder público, clientes e, dessa forma, chegou-se a uma “agenda sustentável” para os próximos cinco anos.

Ampliação do acesso à saúde; formação e qualidade de vida dos profissionais de saúde; educação em saúde para o cidadão; e avaliação do impacto ambiental das operações. Com foco neste último pilar é que o Fleury planejou ações com o intuito de produzir um inventário anual de gases do efeito estufa, contendo informações sobre o quanto a empresa contribui para o aquecimento global e iniciativas a fim de reduzi-lo.

Em conjunto com os fornecedores que realizam o transporte de documentos administrativos entre as sedes em São Paulo, o Fleury decidiu que parte da frota usaria veículos flex (de combustível duplo) e outra seria substituída por bicicletas. O serviço conhecido como Bike Courier, do fornecedor Carbonozero, substituiu cerca de 30% da frota de motos e evitou a geração de 881,0 Kg de CO2 entre abril e 12 de novembro de 2014. De acordo com Périgo, o tempo de entrega não caiu, pois o SLA (Service Level Agreement) é o mesmo para as empresas de moto e bicicleta, embora eventualmente o deslocamento com bicicleta seja mais rápido.

Depois dos resultados positivos, o grupo estuda a possibilidade de utilizar as bicicletas para o transporte de resultados de exames entregues em domicílio.

Outro investimento para reduzir a geração de resíduos que contribui com o efeito estufa foi a substituição de quase 1oo% do parque nacional de impressão ou 1160 equipamentos de menor impacto ambiental, das marcas Xerox e LSK. A nova solução emprega cera sólida, que reduz em até 90% o volume de resíduos em comparação aos modelos convencionais de impressão e utiliza até 40% menos energia para produzir o mesmo volume de páginas impressas.

“A nossa diretriz é engajar cada vez mais os stakeholders e buscar parceiros nessa empreitada”, ressalta Périgo, gerente de uma instituição que segue as normas ISO 14001, de gestão ambiental, é certificada em duas unidades pelo LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) e também destaque em Responsabilidade Socioambiental no Referências da Saúde de 2013, com o Projeto Dom, voltado para a capacitação de ONGs da área da saúde em gestão, qualidade e inovação no processo de atendimento. 


*Essa reportagem faz parte do estudo Referências da Saúde 2014, da revista Saúde Business. Para ler a edição na íntegra, CLIQUE AQUI



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