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3 dicas para trabalhar com inteligência artificial na saúde

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Tecnologia promete empoderar os pacientes e apoiar os médicos na tomada de decisão

Seja para apoiar a decisão médica, especialmente em diagnósticos com grandes volumes de imagens e dados clínicos; para apoiar cuidadores e familiares responsáveis por idosos incapacitados; aumentar o engajamento dos pacientes e sua aderência ao tratamento, estimular comportamentos saudáveis ou fornecer subsídios para o desenvolvimento de novos medicamentos, a inteligência artificial tem se mostrado uma ferramenta útil no contexto da saúde.

Quer saber mais sobre inteligência artificial na saúde? Inscreva-se para a Health 2.0 Latin America.

A popularização de conceitos como IoT (internet das coisas, na sigla em inglês) e big data dá um impulso a mais para a tecnologia. Um estudo da consultoria PwC, conduzido pela Unidade de Inteligência da revista The Economist, aponta o potencial da inteligência artificial para entender o status de saúde do paciente, prover diretrizes corretivas e oferecer apoio clínico contínuo, especialmente para pacientes crônicos.

Aliada à mobilidade, essa tecnologia favorece o engajamento e empoderamento dos pacientes de forma mais conveniente, o que favorece o autocuidado e ajuda a reduzir os custos gerais de saúde. Do lado dos profissionais, um dos principais benefícios é o aumento da produtividade.

Para quem quer explorar esse nicho de mercado, a PwC lista três dicas para o desenvolvimento dos apps:

1) Não tema os órgãos reguladores - Embora esteja claro que agências como Anvisa, FDA e órgãos de saúde da União Europeia irão regulamentar o uso desses apps, ainda mais se eles forem considerados acessórios médicos para apoio à decisão, não se pode desenvolver aplicativos simples demais, porque os usuários podem se desinteressar. A pesquisa da The Economist mostra que 67% dos usuários de aplicativos para esporte e bem-estar desistem de usá-los dentro de seis meses se tiverem de inserir os dados manualmente. Para a consultoria, terão sucesso os aplicativos que realmente possam oferecer conselhos e direcionamentos a partir dos dados coletados, no modelo "clinicians in a box" (médicos numa caixa).

2) Eficácia clínica é fator determinante - os desenvolvedores devem manter um olhar atento às validações e demandas dos médicos, considerando que cada tipo de profissional terá um perfil diferente e por isso perceberá algumas características como mais úteis do que outras.

3) Determine a estrutura de pagamento - A pesquisa mostra que apenas 25% dos entrevistados pagaria mais do que US$ 5 por um aplicativo para smartphones. As alternativas para garantir a receita são: oferecer o aplicativo gratuitamente para os usuários e cobrar os prestadores de serviços ou fabricantes de produtos; ou utilizar o modelo "freemium", em que os serviços básicos são gratuitos, mas o upgrade é pago.

Para a consultoria, qualquer que seja o modelo, a preocupação dos players deve ser com a adoção da tecnologia em longo prazo e o atingimento das expectativas dos consumidores.

Serviço – A Live Healthcare Media convida você a participar desse debate no Health 2.0 Latin America, que acontecerá dentro do Hospital Innovation Show.

O quê: Health 2.0 Latin America

Onde: Hospital Innovation Show – Centro de Convenções Rebouças (Av. Rebouças, 600 – Pinheiros, São Paulo – SP – CEP 05402-000)

Quando: 28 e 29 de setembro de 2015

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