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Tele UTI não é tendência, é uma realidade

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Tecnologia exponencial apoiando o Exercício das Agulhas Negras (OPAN) simulação de defesa do Exército Brasileiro

O Exercício Agulhas Negras ocorre até o dia 29 de novembro em 15 cidades do interior do Estado de São Paulo. O objetivo do treinamento é manter o estado de prontidão das tropas paulistas em operações ofensivas, defensivas e de cooperação e coordenação com agências, além de exercitar a ação de comando e a capacidade de liderança em todos os níveis. Cerca de 4 mil militares estão empregados no adestramento.

A medicina intensiva tem passado nos últimos anos por vários desafios relacionados a sua própria expansão. Faltam profissionais especializados, disponibilização de leitos no setor público e privado. Além disso há uma elevação do número de pacientes que necessitam dos cuidados em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) devido ao envelhecimento populacional constante evidenciado nos países desenvolvidos e em desenvolvimento.

Tecnologias de telemedicina podem ajudar, permitindo o monitoramento do paciente durante 24 horas com uma equipe limitada. Pensando nisso, os militares Capitão Médico Paulo Porto, Tenente Mauricio Segóbia e Tenente Marcelo Marcon especialistas em tecnologia da informação, telecomunicações e telemedicina do Exército Brasileiro, convidaram a CARENET Longevity para utilizar a plataforma ORCHESTRA no hospital de campanha desdobrado nesta operação pelo HMASP, e, de maneira pioneira, a utilizar a primeira solução de Tele UTI das Forças Armadas Brasileiras.

Monitoração de sinais vitais e exames em alta resolução com atualizações em tempo real, supervisão de visitas ao vivo e otimização da equipe multidisciplinar são alguns dos benefícios da tecnologia em saúde que a Internet das coisas médicas proporciona (IoMT). Os prontuários são armazenados na rede e podem ser criptografados em algumas plataformas. Aplicativos possibilitam o gerenciamento de relatórios.

A tecnologia atual e a prestação de serviço de forma virtual em saúde já são capazes de alcançar pacientes negligenciados que moram em regiões afastadas ou em missões realizadas pelas forças armadas como está ocorrendo na OPAN, com uso de poucos recursos e profissionais habilitados. Com aparelhos de ponta, não necessariamente os pacientes precisam se deslocar às instituições de saúde.

A Plataforma ORCHESTRA fornece uma integração de todos os equipamentos da UTI, visualização dos sinais vitais num único dashboard digital em nuvem e funcionalidades de monitoramento, processamento, filtragem de dados e medicina de precisão, antes de alimentar o prontuário digital do hospital.

“IoMT para conectar, saúde digital para monitorar, ORCHESTRA para integrar...”

Sobre o autor

Fernando Paiva é VP de transformação digital da CareNet.

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