A companhia farmacêutica Nycomed Pharma adotou o serviço de teleconferência no Brasil há 18 meses, com foco em substituir as reuniões presenciais. O sistema é compartilhado entre 350 funcionários, distribuídos em todos os Estados e até em outros países.

Além de evitar o deslocamento de funcionários, a videoconferência começa a ganhar novos tipos de uso. O Hospital Edmundo Vasconcelos, de São Paulo, iniciou um projeto de visita virtual, pelo qual o paciente interage, por vídeo, com familiares e amigos. O projeto começou em 20 apartamentos e a meta é chegar a todos os 115 até o fim do mês.

Essa facilidade foi uma evolução natural da implantação de terminais com acesso à internet (thin clients) em todos os quartos e da oferta de rede WiFi para quem tem notebook, segundo o hospital. A instituição estuda agora como levar a televisita para salas de UTI, local de acesso difícil aos visitantes. O projeto consumiu R$ 32 mil no desenvolvimento do software e instalação de câmeras web. O servidor de vídeo – um equipamento essencial para o sistema funcionar – fica hospedado em uma empresa de serviços que faz a administração e manutenção do sistema, por uma quantia mensal de R$ 1 mil. A conexão é feita por meio de dois links dedicados de banda larga, um da Embratel e outro da Telefônica, que são redundantes para não haver problema de queda da rede.

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