“A inauguração do novo prédio é a ponta do iceberg”, afirma o diretor geral do Hospital e Maternidade São Camilo Pompeia, Emanuel Salvador Toscano, ao se referir a inauguração do novo prédio da unidade.

A grande demanda no mercado fez com que a segunda fase do projeto de expansão do hospital fosse concluída no início de fevereiro. Os problemas logísticos de volumes de investimentos fizeram com que o plano fosse divido em três etapas: aumentar em 100% a capacidade de atendimento; inaugurar o novo prédio; e a implosão de um prédio existente.

“Os dois primeiros passos consumiram R$ 85 milhões do hospital e nos permitiram um adicional de mais de 70 leitos e 30 consultórios no ambulatório da unidade”, destaca. O terceiro passo será o mais difícil, de acordo com Toscano, pois deve requerer um estudo prévio sobre a implosão do empreendimento. O retorno financeiro deve acontecer entre três e quatro anos.

O objetivo do planejamento estratégico de expansão da unidade Pompeia é chegar aos 370 leitos até 2012. Já o plano da rede São Camilo é conseguir 700 leitos no mesmo período.

A compra de novos equipamentos também está prevista no projeto do hospital, como complemento dos novos leitos. “Nós adquirimos três equipamentos de neologia por R$ 800 mil e agora vamos investir em diagnóstico por imagem.” O executivo conta que vai comprar uma tomografia de 64 canais com foco em expandir também em serviços como, por exemplo, na realização de exames cardiológicos.

Em 2009, a unidade Pompeia faturou R$ 236 milhões e a expectativa é que o novo prédio aumente esse número em R$ 40 milhões.

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