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Saúde pública e privada: 53,3 milhões de brasileiros tem dificuldade de acessar serviços de saúde

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O levantamento mostra como os brasileiros são impactados pela dificuldade de provar a identidade para acessar serviços de saúde. Dados mostram que mais da metade teve prejuízo financeiro, e pessoas entre 30 e 45 anos residentes no Nordeste, e que possuem plano de saúde, se destacam entre os que mais enfrentam burocracias

Na saúde pública ou privada, o brasileiro vem sentindo dificuldade para ter acesso aos sistemas. Segundo levantamento realizado em julho pelo Ipec/O Globo, no setor público, a demora para agendamento de consulta é carro chefe em reclamações, com 44% dos respondentes, no privado, as queixas estão concentradas na baixa cobertura para alguns procedimentos como exames ou cirurgias. Mas outra pesquisa mostra que a dor do brasileiro em relação a saúde começa bem antes, no simples ato de provar a identidade.

Ao longo da vida, 53,3 milhões de brasileiros já enfrentaram dificuldades para comprovar a própria identidade para cuidar da saúde. Se avaliarmos os últimos doze meses, o impacto atingiu quase 30 milhões de pessoas. Esses números são da pesquisa “Qual o custo de provar que você é você”, realizada pelo Instituto Locomotiva a pedido da Unico, empresa líder de identidade digital.

De acordo com o levantamento, sete em cada dez brasileiros perderam tempo ao deixar de fazer consulta/exame médico/tomar vacina por ausência de algum documento. Mais da metade dos brasileiros (51%) afirmam ter tido prejuízos financeiros ao passar por alguma situação envolvendo burocracia para cuidar de sua saúde. Aqueles que perderam alguma consulta médica representam 59% dos respondentes. Já entre as pessoas de 30 e 45 anos, o índice foi ainda maior, 62%.

A pesquisa ouviu 1.561 pessoas, em todo território nacional, com mais de 18 anos, das classes A à D e com acesso à internet. Outras dificuldades em relação à saúde:

  • 72% perderam tempo desnecessariamente ao deixar de fazer consulta/exame médico/tomar vacina por ausência de algum documento.
  • 65% dos trabalhadores registrados também já perderam alguma consulta médica por alguma situação cotidiana envolvendo burocracias relacionadas a saúde.
  • 59% perderam alguma consulta médica por alguma situação cotidiana envolvendo burocracias relacionadas à saúde. Entre 30 e 45 anos, o índice foi de 62%.
  • 33% deixaram de fazer uma consulta, exame médico, tomar vacina, por ausência de algum documento. Entre 30 e 45 anos, o índice é de 40% e na classe D, 42%.

Nordeste e Sul são os que mais sofrem com burocracias para cuidar da saúde

As burocracias enfrentadas para cuidar da saúde estão mais presentes no Nordeste (41%) e no Sul (38%) do país, seguido por Norte e Centro-Oeste, com 30%. A região onde a burocracia é menos perceptível é no Sudeste, onde 29% relataram que tiveram alguma dificuldade.

Os brasileiros entre 30 e 45 anos, da região Nordeste e que possuem plano de saúde se destacam no perfil de quem passou por pelo menos uma situação burocrática envolvendo cuidados à saúde.

A biometria facial, por exemplo, é uma tecnologia capaz de otimizar a liberação do procedimento e garantir o cumprimento das regras, visto que uma das causas mais comuns de fraudes e burocracias nos planos de saúde se dá justamente quando pacientes emprestam a carteirinha do plano para uma pessoa que não é beneficiária.

“Hoje a Unico realiza 30 milhões de análises de identidade por mês e já freou nesse primeiro semestre do ano, mais de 2 milhões de tentativas de fraudes em diversos segmentos. A aplicação dessa tecnologia na saúde não só auxiliaria na redução de fraudes, mas na eliminação de burocracias por meio da assinatura de contratos digital. É a melhor opção para planos de saúde atualmente”, explica Paulo Alencastro, VP executivo e cofundador da Unico.

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