O conceito de saúde deixou de ser reativo
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Impostos sobre remédios
No Brasil se cobra do contribuinte 11 diferentes tipos de impostos sobre medicamentos. O que se pode fazer para reduzir esta carga ao consumidor?
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Existe luz no fim do túnel para o médico generalista?
Há alguns anos atrás, um dos autores deste texto escreveu outro parecido onde defendia categoricamente que sim – através da Medicina Hospitalar. Recentemente, os autores resgataram o assunto em uma conversa informal, em razão da publicação no New England Journal of Medicine, de junho deste ano, do artigo Primary Care Update – Light at the […]
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Todos os pesos e nenhuma medida!
Os órgãos de governo seguem publicando normas e marcos regulatórios de forma unilateral, sem ouvir a população ou os mercados. O resultado é a dificuldade crescente da enmtrada de novas e malhores tecnologias no país.
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Planos Coletivos: brecha para as operadoras deitarem e rolarem
“Como a ANS não controla reajustes referentes a essa modalidade, que dependem da livre negociação entre operadoras e contratantes, as primeiras deitam e rolam na hora de aumentar as mensalidades ou cancelar o contrato”
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Faturamento maior pode significar ‘nada’ para o hospital, e ‘tudo’ para o médico
Para a operadora R$ 1,00 gasto é R$ 1,00 gasto, independente se foi para pagar um exame ou diária. Para um hospital não. R$ 1,00 recebido em diária fica ?no bolso? do hospital mas R$ 1,00 recebido de UM exame pode ficar 100 % ?no bolso? do médico
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Homens, mulheres e máquinas
Rastreabilidade total contribui para segurança do paciente e redução de custos hospitalares, mas enfrenta barreiras culturais
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Uma sombra paira sobre o mercado da saúde
Quase dois milhões de usuários se enquadram nos planos coletivos também chamados de PME (Pequenas e Médias Empresas) com menos de 30 vidas, que representam mais de 86% dos contratos de planos de saúde no País.