A Associação Brasileira CIO e Gestores em TI na Saúde Privada e Pública (Abcis) anunciou alterações estratégicas em sua diretoria. Vitor Tadeu Ferreira renunciou ao mandato de presidente para assumir a posição de Chief Information Officer (CIO), um movimento que reforça o foco técnico e estratégico da entidade.

Mais do que uma mudança de cargo, Ferreira enxerga sua transição como parte de um momento institucional relevante para a associação e para a evolução da tecnologia na saúde brasileira.

“Gostaria, antes de tudo, de agradecer publicamente à diretoria da associação e aos parceiros de jornada pela confiança depositada em mim. Assumir a função de CIO, ao lado da CEO Sônia Poloni e sob a liderança do novo presidente Alex Vieira, é uma honra — mas, acima de tudo, é uma responsabilidade proporcional ao momento que estamos vivendo”, afirma o executivo.

Sônia Poloni, CEO da ABCIS, e Vitor Ferreira, novo CIO da entidade.

A diretoria destaca que a nova estrutura busca ampliar a execução, a proximidade com os CIOs e a capacidade de transformar discussões em resultados concretos. Ferreira aponta três pilares centrais para sua atuação: execução consistente, articulação com propósito e entrega de valor real para os CIOs e instituições de saúde.

Alex Vieira, novo presidente da ABCIS.

Alex Vieira, vice-presidente da associação, assume a presidência e garante a continuidade do mandato do corpo diretivo e a estabilidade administrativa da Abcis.

“Estamos vivendo um momento decisivo para a saúde. A tecnologia deixou de ser suporte e passou a ser elemento central na estratégia das organizações. Nosso papel na ABCIS é acelerar esse movimento, conectando pessoas, fomentando inovação e, principalmente, transformando discussão em entrega”, explica Vieira.

A entidade reforça que este movimento estratégico visa fortalecer seu papel institucional e ampliar o impacto da tecnologia nos hospitais brasileiros.

“Estamos diante de uma inflexão importante: um amadurecimento institucional, uma evolução do papel da associação no ecossistema de saúde e uma oportunidade real de ampliar o impacto da tecnologia nos hospitais brasileiros”, conclui Ferreira.