Nem mesmo a crise espantou o crescimento da Associação Congregação de Santa Catarina (SP), que trabalha como uma governança corporativa focada em buscar a mudança e a modernização da gestão baseada nos seus valores próprios.

A partir disso, a associação tem investido fortemente no planejamento estratégico com ferramentas de controle de desempenho. Com o objetivo de tornar a comunicação mais estreita, tanto quanto uma rede, a associação busca estimular a inovação nos seus associados. Para isso, com 11 hospitais e mais de 12 mil colaboradores, a associação aposta na TI. São previstos cerca de R$ 1,5 milhão em Data Centers e mais R$ 1 milhão na estrutura física. A ideia é identificar os trabalhos comuns dos hospitais afiliados dentro de uma única base, uma vez que cada unidade tem uma estrutura de TI diferenciada.

“Estamos em pleno processo de levantamento para elaboração do planejamento orçamentário de 2010 e os sinais são de fortes investimentos em PACs, centralização de serviços para otimização e racionalização de custos e acreditações”, conta o diretor de Logística da Associação Congregação de Santa Catarina (SP), Walmir Batista de Moraes. E ainda, o atendimento SUS será um dos principais focos da entidade para o próximo ano. “Hoje nós somos um parceiro forte do Estado e da Prefeitura Municipal de São Paulo por desempenhar um trabalho bastante interessante para a melhoria da qualidade de saúde do estado.”

O projeto de 2010 também inclui a ferramenta e-learning. Moraes destaca a intenção da associação em disponibilizar a todo momento, independente do local, atividades para manter os seus usuários in-line. Além disso, fazem parte dos planos futuros o sistema de outsourcing de impressão e padronização de processo, “muitas vezes temos métodos que seguem caminhos diferentes, gerando conflitos. Mas, é o processo ou a ferramenta que é ruim?”, indaga.

De acordo com Moraes, o estudo do orçamento 2010 está previsto para ser concluído em novembro e, após aprovação, a associação vai se preparar para a partir de janeiro próximo começar efetivamente esses investimentos e trabalhos. “Obviamente não vamos fazer nenhuma loucura de sair investindo em modismos, mas sim construindo uma base sólida para que tenhamos nos próximos três anos uma continuidade que agregue bastante valor nos negócios dos hospitais”, finaliza.

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