“Durante muito tempo a TI não foi vista como uma estratégia dentro do hospital, mas por causa de uma mudança administrativa a necessidade surgiu e foi rapidamente planejada pela nossa instituição”, afirma o coordenador de TI do Hospital de Base de São José do Rio Preto (SP), Miguel Freddi. Num primeiro momento, a unidade hospitalar firmou contrato com a MV para a implantação de um sistema integrado.
A falta de integração entre as áreas teria gerado, por muito tempo, excesso de trabalho manual e falta de informações gerenciais, suprindo apenas o foco assistencial. De acordo com Freddi, estes problemas refletiam na falta de controles internos, de indicadores e até mesmo de rastreabilidade dos materiais e medicamentos. “Estamos no início da implantação do sistema MV e a receptividade está sendo muito grande, tanto por parte da alta administração quanto pelos colaboradores. Isso é um bom indicativo de que vamos alcançar o sucesso na implantação”.
A expectativa é de ter um sistema integrado para agilizar o atendimento ao paciente, reduzir custos com os desperdícios que, segundo Freddi, hoje não têm nem como ser mensurados, e reduzir o estoque financeiro de material e medicamentos. “Queremos passar de 2 meses para 15 dias a utilização do estoque”, almeja.
Para suportar a implantação e produção do sistema de TI, o hospital precisou investir simultaneamente numa reestruturação de infraestrutura. Para esse trabalho, a instituição buscou as soluções da Comp-lan, que há 2 meses está desenvolvendo a revisão da rede interna,a parte de virtualização dos servidores e a parte da segurança de acesso.
“Precisávamos dessa reestruturação para otimizar e facilitar o gerenciamento dos servidores, por exemplo”, argumenta o coordenador de TI do HB. Por outro lado, o diretor administrativo da Comp-lan, Alexandre Alem, complementa que a rede do hospital teve um crescimento significativo, o que possibilitou a implantação de um sistema rápido e confiável.
Atualmente, a parte de cabeamento de rede da instituição está sendo reestruturada. O próximo passo será a parte de segurança de dados. “Há pouca resistência dos usuários. É uma aceitação que está nos surpreendendo”, finaliza Alem.
O Hospital de Base de São José do Rio Preto tem atendido pacientes de Goiás, Minas Gerais, Paraná e Mato Grosso. Com cerca de 4 mil funcionários, a instituição acredita que ambos os projetos serão 70% pessoas e 30% máquinas. “É difícil agregar o processo com o número significativo de colaboradores que temos”, conclui Miguel Freddi.
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