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Future of Digital Health analisa automação em saúde com Patricia Andreello

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Executiva da Salesforce discute como o Brasil está neste aspecto, o que falta para evoluir e esclarece dúvida frequente

O oitavo episódio do mediacast Future of Digital Health está no ar! Nesta semana, Guilherme Hummel, host e curador de conteúdo, conversou sobre automação em saúde com Patricia Andreello, responsável pela área de Novos Negócios em Health Care e Life Sciences da Salesforce.

Expert no assunto e apoiadora do projeto, a Salesforce está sempre em busca de aperfeiçoar seus serviços para trazer mais eficiência e segurança, além de otmizar recursos e, principalmente, aproximar pessoas. Esta temporada do Future of Digital Health também conta com a parceria da DGS Brasil, do GrupoDedalus, Grupo Fleury Saúde Digital e InterSystems.

Os relatórios e outros materiais citados pelo host ao longo do episódio estão disponíveis na Content Page do Saúde Business. Acesse e compartilhe com seus pares! Lembre-se que estas referências estarão disponíveis somente até o fim deste mês de maio.

O poder de otimizar

Hummel faz um retrsopecto e afirma, “a automação é um fetiche desde a revolução insdustrial”.  Ele complementa  e diz que o Brasil ainda está bastante atrasado neste aspecto, principalmente na área da saúde. Considerando esta dicotomia, o host questiona como a executiva enxerga a automação de relacionamento, uma das bases da Salesforce.

Andreello pontua que a empresa tem uma fortaleza de automação de relacionamento e dados, mas nã é só isso. “Nossa grande fortaleza é ter a visão 360 do paciente, quem está no centro do cuidado”, afirma. Esta não é apenas uma tendência de mercado, mas uma questão se sustentabilidade para o setor da saúde segundo a executiva.

Ela afirma que unificar sistemas e criar uma fonte única de informações, por exemplo, fica melhor e mais fácil para o paciente, além de garantir fluidez no atendimento. Ou seja, ajuda no desfecho clínico e no próprio dia a dia dos profissionais. Andreello ainda acrescenta que a automação permite que uma organização de saúde transite de um cuidado baseado em um modelo reativo para uma abordagem preditiva. “Cuidar da saúde e não da doença”, ressalta.

Ter um olhar integral para o paciente também possibilita que o cuidado vá além do ambiente hospitalar, como já ocorre com a telemedicina. “Com o uso das nossas plataformas, já é possível acompanhar o paciente fora do hospital. Doenças crônicas, por exemplo, requerem um plano de cuidado com várias etapas e um acompanhamento mais de perto”, analisa.

Por onde começar?

Com o olhar em 2030, o host pergunta se a executiva acredita que os desfechos clínicos vão poder ser mensurados por valor e não por hora de tratamento. Sem rodeios, Andreelo crê que o papel do Estado é indispensável, porque há muitos interesses ao longo da cadeia de saúde. “Se não houver um poder maior acima de todos os interesses, dificilmente um novo modelo de mensuração vai ser adotado”, enfatiza. Existem algumas iniciativas, como a RNDS, que já é um começo. A intervenção do Estado neste contexto já ocorreu em outros países, como os EUA, e no Brasil algo similar aconteceu com o Open Finance.

Por outro lado, existe uma dúvida relatada por muitos gestores de organizações saúde conforme Hummel conta. Qual a hora certa, o que e como automatizar? Responder a pergunta de milhões não é simples, mas a executiva acredita que tudo começa pela tríade pessoas, processos e sistemas. “Se os três elementos nao estão bem resolvidos, as chances de insucesso são grandes”, afirma. Além disso, ela orienta que a organização precisa avaliar o próprio grau de maturidade na adoção de novas tecnologias e se há recursos humanos e financeiros para esta transformação.

Andreelo alerta para outro ponto fundamental, segurança e privacidade. Antes de qualquer coisa, é preciso saber se a plataforma desejada está em conformidade com as leis locais.

A conversa não parou por aí. Hummel ainda falou sobre escassez de mão de obra e como ainda existe pontos de fricção nos atendimentos em saúde de forma geral. Como resolver tudo isso? Ou quais são as alternativas? Ouça o episódio completo.

Acesse aqui o artigo “Health tech: Um guia completo sobre o mercado”, por Salesforce Brasil.

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