Não é exagero dizer que o mercado de saúde digital americano atualmente pode ser dividido em dois grandes grupos.

De um lado temos grandes empresas de Saúde ou de Tecnologia que estão surfando a onda da Digital Health Revolution.

De outro lado, temos startups que ganham tração de uma forma surpreendente, outras que remam contra a maré para não fechar as portas e outras tantas que foram adquiridas por uma daquelas grandes empresas do primeiro pelotão.

Para se ter uma ideia, apenas no segmento de seguradoras, desde o início de 2012, foram 63 aquisições de jovens empresas de tecnologia (e o foco como se pode imaginar está em startups que navegam no mar da medicina preventiva).

Empresas como United Health, Kaiser Permanente, Optum e Cigna decidiram abreviar o caminho rumo à inovação e adquiriram uma fatia do futuro comprando empresas como como Ginger, Audax, Omada, Chrono, Ingenious, Livongo e por aí vai (a lista é grande e não dá para colocar toda aqui; quem quiser depois me procura no LinkedIn e eu passo por lá).

Já do lado das grandes empresas de tecnologia, sabemos que não precisam pegar um atalho para o futuro, uma vez que ele é construído dentro delas próprias. Essas estão se jogando de cabeça nesse mar cheio de oportunidades para gente com disposição e com talento para inovar no setor (combinação muitas vezes rara nas empresas do primeiro pelotão). Falo de gente como Google, Apple, Microsoft e Uber (alguns desses cases já foram falados nessa coluna e você pode ler aqui).