Em um contexto de avanços contínuos na medicina, os Programas de Suporte ao Paciente (PSPs) tem ganhado cada vez mais espaço na área da saúde. São iniciativas desenvolvidas, geralmente, por empresas farmacêuticas, em parceria com instituições de saúde, com o objetivo de oferecer suporte adicional a pacientes que utilizam medicamentos ou terapias específicas, especialmente aquelas de alta complexidade ou custo elevado.

Desde 2020, a Dasa em parceria com 33 indústrias farmacêuticas, já viabilizaram exames diagnósticos para mais de 86 mil pacientes. Atualmente, mais de 70 iniciativas estão em operação em todo o Brasil, ampliando o acesso e a eficiência no cuidado à saúde.

Na prática, os programas oferecem exames diagnósticos para confirmação da patologia, o que possibilita, se confirmada, a indicação terapêutica mais adequada. Muitos pacientes chegam sem diagnóstico fechado, encaminhados por seus médicos após suspeita clínica — especialmente em oncologia, neurologia e doenças raras, que concentram 77% das iniciativas. O acesso ao exame torna-se decisivo para definir o tratamento e reduzir o tempo até o início da terapia.

Com mais de 800 unidades e mais de 40 marcas de medicina diagnóstica no país, a capilaridade da Dasa permite que pessoas em regiões distantes também tenham acesso ao diagnóstico necessário para avançar na jornada de cuidado.

“Os Programas de Suporte ao Paciente representam a etapa de entrada de uma nova terapia no mercado, sem perder de vista a segurança e a eficácia”, explica Leonardo Vedolin, vice-presidente médico da Dasa.

OS PSPs contribuem para dar mais relevância a determinados tratamentos, enquanto alguns aguardam incorporação ao rol da saúde suplementar.

“Essa colaboração com a indústria farmacêutica, acima de tudo, tem o propósito de colocar o paciente no centro, encurtando sua jornada de cuidado”, reforça Victor Gadelha, superintendente de Educação, Pesquisa e Inovação, Pesquisa Clínica e Soluções de Dados. “Muitos médicos ainda desconhecem esses programas, então a divulgação também é parte do nosso compromisso com o acesso”, complementa Leonardo.

Como operam as PSPs

Os PSPs operam de forma integrada entre a indústria farmacêutica, a gerenciadora de saúde e a Dasa. O fluxo acontece da seguinte forma:

  1. O médico solicitante cadastra o paciente na plataforma do programa;
  2. A gerenciadora aciona a Dasa;
  3. A Dasa realiza toda a coordenação diagnóstica até a liberação do resultado.

“Nosso papel é viabilizar com eficiência e qualidade toda a etapa diagnóstica, com gestão de ponta a ponta, inclusive nas regiões mais afastadas”, acrescenta Andresa Forte, gerente de Operações em Pesquisa e Solução de Dados da Dasa.

A Dasa mantém um catálogo atualizado com os programas ativos, utilizado pela equipe de visitação médica, e segue protocolos rigorosos de compliance em todas as comunicações.

Com presença nacional e parcerias estratégicas, a Dasa continua unindo ciência, tecnologia e compromisso com o cuidado, viabilizando acesso e reduzindo barreiras. “A cada paciente que consegue iniciar um tratamento graças a um PSP, vemos a ciência cumprir seu propósito: transformar vidas”, conclui o superintendente.