As práticas avançadas em gestão de leitos hospitalares são essenciais para garantir a qualidade do atendimento, a eficiência operacional e a sustentabilidade dos hospitais, sejam públicos ou privados. Ao investir em tecnologia, em treinamento e em novas formas de organizar o trabalho, é possível oferecer um atendimento mais humanizado e eficiente aos pacientes. Mas sempre tendo em vista que a gestão de leitos hospitalares é um processo contínuo de melhoria, que exige a adaptação às novas tecnologias e às mudanças no cenário da saúde. 

Quais são os desafios na gestão de leitos hospitalares? 

Para implementar práticas eficientes na gestão de leitos hospitalares, muitas vezes as instituições precisam superar uma série de desafios. Rodrigo Volpatto, executivo de vendas da RTS, que é especializada na locação com gestão integrada de leitos, conta que os principais são: 

  • Estruturas físicas defasadas
  • Déficit de equipamentos ou equipamentos sucateados e sem manutenção adequada; 
  • Falta de insumos ou o desperdício no uso dos mesmos; 
  • Inexistência ou ineficácia dos programas de educação continuada dos colaboradores com relação à utilização dos recursos físicos. 

O executivo explica que essas questões podem ter consequências graves para os hospitais caso não sejam resolvidas, como o “aumento no risco de acidentes com pacientes e colaboradores durante os procedimentos, seja por falha dos equipamentos ou erros no manuseio dos mesmos; tempo de internação maior que o necessário, o que potencializa os riscos à recuperação do paciente; e diminuição da oferta de leitos, seja por baixa rotatividade ou por bloqueio de leito por falta de equipamentos. Este quadro eleva os custos da unidade, gerando, muitas vezes, prejuízos financeiros para a instituição de saúde”. 

Quais são as práticas avançadas em gestão de leitos hospitalares? 

“São práticas que visam aumentar a eficiência dos processos envolvidos na gestão de leitos hospitallares, agilizando etapas que sofriam com a morosidade burocrática e potencializando o uso desses leitos. O que inclui o uso de tecnologias que permitam a otimização no uso dos recursos disponíveis, tanto estrutural (salas, leitos, equipamentos), quanto assistencial (pessoas)”, explica Volpatto.