A avaliação de desempenho focada na qualidade da assistência é uma necessidade de qualquer instituição de saúde que possui relacionamento com prestadores de serviços, sejam eles médicos ou não.

De acordo com o Luiz De Luca, superintendente do Hospital Samaritano, em São Paulo, “É impossível falar de gestão sem falar de desempenho”. O Hospital Samaritano foi uma das primeiras instituições hospitalares a adotar a metodologia GPS.2iM©.

O GPS.2iM© foi desenvolvido pela 2iM S/A startup que está concluíndo o processo de incubação no TECPAR. Através de metodologia baseada em evidências, o GPS.2iM© utiliza um robusto software com conceitos de business analytics em saúde para agregação de dados e integrações de diferentes sistemas de informação. O objetivo é monitorar e avaliar o desempenho de profissionais e prestadores de serviços de saúde em qualquer esfera de atuação.

Avaliar o desempenho, além de uma necessidade para gestão e governança clínica, é uma exigência por parte das principais acreditadoras e, quando devidamente aplicada, passa ser altamente estratégica para as instituições, sejam elas ligadas ao SUS ou a Saúde Suplementar.

Na área hospitalar, o engajamento do corpo clínico é uma das tarefas mais desafiadoras para os gestores. É fundamental utilizar de estratégias para este engajamento. A solução GPS.2iM© se mostrou eficiente nesse sentido. O Hospital Nove de Julho, em São Paulo, foi o primeiro hospital do país a adotar essa metodologia que vem sendo usada há mais de três anos com resultados impressionantes. A Dra. Regina Tranchesi, diretora clínica do hospital, aponta que: “…é importante os médicos terem critérios claros e objetivos de avaliação de desempenho”.

Por outro lado, as operadoras de planos de saúde necessitam de ferramentas de monitoramento da rede credenciada. A ANS através do QUALISS definiu alguns critérios, além de deixar claro que as operadoras não podem instituir restrições aos médicos. No entanto, quando se busca a qualidade na prestação de serviço, não são restrições que são impostas, mas as orientações às melhores práticas nas dimensões da qualidade, como: eficiência, efetividade, satisfação do paciente, acesso e segurança.